Últimas indefectivações

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Não chovia em Santiago


"Pelé (3), Coutinho (2) e Dorval fizeram os 6 golos do Santos; Masny, Rath, Valseck e Kadraba os 4 da Checoslováquia

No Chile, em Santiago, essa encantadora cidade quase europeia aos pés do Andes, dominada pelo morro de San Cristóbal, cortada pela Avenida Libertador General Bernardo O’Higgins e pelas águas do Mapocho – onde apareciam a boiar os cadáveres dos inimigos de Pinochet –, há um jornal que se chamou La Tercera de La Hora, agora reduzido simplesmente a La Tercera.
Durante anos, os seus repórteres trabalhavam no exagero dos títulos como se quisessem berrar as notícias e as crónicas tão alto que fosse possível ouvi-las lá para sul, na Tierra del Fuego onde o gelo é rei. Tal como El Mercurio e La Nación, tomou o rumo dos que não quiseram a liberdade e colaboraram com a morte de Salvador Allende. E essa mancha não se apaga, por mais que o tempo passe e os nomes mudem.
No dia 16 de Janeiro de 1965, a manchete do La Tercera de La Hora, atirava Pelé para o mundo dos deuses não terrenos: «Pelé és de otro mundo!!!». Era mesmo. As páginas que costumavam encher-se de mentiras desta vez falavam verdade.
E contavam: «Por tudo que fizeram em campo as equipes do Santos, de São Paulo, e da Seleção da Checoslováquia, 80 mil espetadores puseram-se de pé, acenderam fogueiras com jornais e revistas e tributaram a ambos os quadros uma estrondosa ovação que demorou longos minutos, enquanto todos os rapazes brasileiros e checos se emocionaram até as lágrimas. Todos os jornais e revistas dizem que foi uma ‘partida inesquecível’, porque fazia muito tempo que não se presenciava um prélio tão extraordinário e tão belo.
Sobre isso, não há opiniões contrárias e brasileiros e checos transformaram-se num regalo da torcida que acompanha este torneio Hexagonal, destacando-se o carinho arrebatador da mesma para com o Rei Pelé e para o astro checo Masopust».
Pelé e Masopust tinham estado frente a frente três anos anos antes, no Mundial do Chile, na primeira jornada que juntou Brasil e Checoslováquia. Edson Arantes do Nascimento lesionou-se com gravidade e não jogou mais nessa prova. Falhou a final, de novo contra a Checoslováquia. Mas, mesmo sem ele, o Brasil ganhou porque havia Garrincha.
A linha avançada do Santos soava como letra de um samba: Dorval, Lima, Coutinho, Pelé e Pepe. No lugar de Lima costumva jogar Mengálvio que entraria na segunda parte juntamente com Peixinho e Toninho. O meio-campo da Checoslováquia era quase impronunciável, tão explosivo como a música de Antonin Dvorák, o homem que compôs a Sinfonia do Novo Mundo: Populhar, Masopust, Pospihal, Kavnasck, Kadraba. Mas não foram os nomes que se defrontaram no Estádio Nacional de Santiago, foram filosofias.
O futebol da ginga, do drible, da tabelinha, rocócó, contra o futebol maciço, da força e da resistência, do físico e da obediência tática, muito mais românico do que romântico.
Pode ter sido uma partida amigável, mas tornou-se um hino. Jamais o público chileno tinha assistido a duas forças ofensivas tão assanhadas, tão decididas a levar de vencida o opositor. Ninguém, nem por um segundo, tirava os olhos do relvado para não perder fosse o que fosse daquele festival de tratar a bola com o respeito e a ternura que ela merece, mágica senhora das paixões.
Num rescaldo, o La Tercera de La Hora, voltaria ao assunto mais tarde: «Já se passaram dois dias e os torcedores ainda comentam, entusiasmados, o encontro de sábado último, no Estádio Nacional, perante cerca de 80 mil espetadores, entre o Santos e a Seleção da Checoslováquia. Foi uma partida de alto valor internacional a disputada entre o campeão e o vice-campeão mundiais de futebol, de clubes e seleções. Mas isso não é tudo: o que mais se destacou do cotejo, foi o cavalheirismo, o jogo limpo, junto à hierarquia do futebol que se exibiu, à elegância, a inteligência, enfim, demonstradas».
Terá sido o melhor jogo de todos os tempos? Ah! O futebol não dá espaço para que medrem as mentes objetivas com certezas inequívocas. É a subjetividade, senhores!, que tem nele o seu espaço sem fim. As duas equipas entraram em campo vestidas de branco e, durante onze minutos, ainda confundiram árbitro e público e até os próprios jogadores.
Depois a moeda do juiz Rafael Hormazabal foi ao ar e o Santos obrigado a mudar para o seu equipamento às riscas brancas e pretas. Coutinho e Pelé desenhavam tabelinhas. Masopust colocava a bola milimetricamente nos pés de Masny e Rath. 1-0, 1-1, 1-2. Pelé torna-se etéreo. Atravessa adversários como se fossem sombras. Finta quem quer, faz um golo e dá outro a Dorval.
Aquele que fechou o resultado em 6-4 saiu dos seus passes de mágica que estontearam seis adversários deixados pregados à relva. «Qué cabrón!». E as primeiras páginas gritavam: «Em nenhum lugar do mundo se viu um futebol assim!»"

100% concentrados no Benfica


"1. Façamos nossa a intenção do nosso jogador Rafa Silva: 100% concentrados no Benfica. Foi esta a explicação do seu empresário para a renúncia de Rafa à selecção de Fernando Santos e de Otávio, o intérprete impune de cantorias insultuosas dedicadas ao nosso clube.

2. Se a Otávio, de quinas ao peito, lhe der na gana voltar a insultar o Benfica, Rafa não vai estar lá para o ouvir. Que descanso.

3. Em novembro do ano passado foi Rafa insultado por 'fontes da Federação Portuguesa de Futebol'. Lembram-se de quando os jornais reproduziram nas suas páginas e nas suas versões online as notícias/recados que lhes chegaram via FPF? As 'fontes', sem vergonha na cara e sem caras, fizeram circular com a chancela da FPF que Rafa na selecção era um problema muito grande para 'o grupo'. Rafa 'gera desconforto na selecção', Rafa e a sua 'falta de compromisso', Rafa e o seu 'feitio complicado'... Que miséria, FPF.

4. Depois nem um desmentido, nem uma palavra em defesa do jogador chegou dos gabinetes federativos. Nada, zero. Veio agora o seleccionador nacional confessar-se 'surpreendido com o timing' do anúncio de Rafa. O timing de Rafa não tem na de surpreendente. É óbvio que muita gente teria preferido que Rafa renunciasse à selecção em novembro de 2021 na semana em que foi insultado no seu brio e no seu profissionalismo pelas 'fontes' anónimas da FPF. Logo teriam saltado dezenas de analistas a condenar o jogador por não saber ligar com a crítica, por se estar a antecipar ao destino que lhe fora traçado na selecção, por reconhecer que não tinha lugar na equipa nacional. Aquele teria sido paras as 'fontes' o timing perfeito para Rafa, humilhado e ofendido, fechar a porta à selecção.

5. Mas Rafa tem caráter. Soube esperar pacientemente por uma próxima convocatória para fazer valer a sua decisão. É a isto que se chama dar uma estalada de luva branca. E que estalada. O Benfica está com Rafa. E também está, obviamente, com João Mário e com Gonçalo Ramos, a quem todos desejamos que voltem da selecção na grande forma em que para lá partiram.

6. Chegou a pausa das selecções. O primeiro ciclo do novo Benfica foi cumprido com eficácia, qualidade e satisfação. Quatro jogos de qualificação para a Liga dos Campeões, 4 vitórias. Sete jornadas do campeonato, 7 vitórias. Duas jornadas da fase de grupos da Liga dos Campeões, 2 vitórias. Muito bem, Benfica!

7. 'Com estes adeptos começamos logo com um pé à frente', disse Gonçalo Ramos no fim do último jogo do Benfica. É esse o espírito. Todos 100% concentrados no maior de Portugal."

Leonor Pinhão, in O Benfica

terça-feira, 27 de setembro de 2022

A selecção de todos nós – um slogan


"Já há muitos anos que deixei de ter qualquer vínculo emocional à selecção portuguesa de futebol e não o tenho escondido no espaço público em que vou tendo voz. Adoro fases finais de competições de selecções, pura e simplesmente não torço por qualquer participante. A minha última grande alegria foi o golo de Rui Costa frente a Inglaterra no Euro’2004, e não o triunfo nas meias-finais que se seguiram ou qualquer jogo desde então, nem sequer o triunfo do Euro’2016, ao qual, infelizmente (?), reagi com indisfarçável indiferença.
Foi precisamente em 2004 que comecei a sentir algum distanciamento. Retrospectivamente, julgo que houve várias razões a contribuírem para o que, na altura, classifico agora, se tratou de uma mera embirração.
Fez-me alguma confusão o patriotismo de pacotilha, muito impulsionado por campanhas de marketing da Federação ou de marcas cujo objetivo último era vender os seus produtos, durante o evento organizado em Portugal. Este manifestou-se sob diversas formas, cada uma mais ridícula do que a outra. O exibicionismo da bandeira portuguesa em tudo o que era janela sem se cuidar de notar, até demasiado tarde, que em vez dos castelos havia pagodes foi, talvez, o expoente máximo da artificialidade daquele frenesim lusitano, cujo discurso era repleto de tiques de linguagem comuns nas mais pobres mensagens pró-nacionalismos.
Também alguma arrogância, reconheço, muito frequente entre adeptos fanáticos por um clube, nos quais orgulhosamente me incluo. Ouvir gente que não gosta de bola a discutir futebol em qualquer local e em qualquer momento, para mais com certezas disto e daquilo, é de bradar aos céus.
E, mais importante, uma noção clara de que a selecção cada vez menos me representava enquanto português. Vivíamos o tempo do apito dourado, sentia asco por muitos dos protagonistas do futebol nacional, incluindo alguns jogadores seleccionados, e até as chantagens emocionais de Scolari, tão óbvias e infantis, para granjear o apoio do povo não me seduziam minimamente, pelo contrário afastavam-me.
Nada disto é importante e só me dá vontade de rir quando algumas pessoas, sabendo-me tão benfiquista e tão apaixonado por desporto, reagem atonitamente perante a minha indiferença para com a selecção. Até é relativamente simples: nada tenho contra ela, apenas não me diz respeito. Desejo que tudo corra bem aos benfiquistas que a representam e é tudo.
Ora, isto para dizer que se o Rafa não quer ir à selecção, então que não vá e nem tem nada por que se justificar.
E fica um convite à reflexão de quem entender que o deve fazer: a esmagadora maioria dos benfiquistas que ouvi / li pronunciarem-se sobre o assunto em público e em privado aclamaram Rafa pela decisão tomada. Deveria dar que pensar."

João Tomaz, in O Benfica

Saber dizer que não


"Não faço ideia das razões que levaram Rafa Silva a deixar de representar a seleção nacional de futebol masculino. O próprio referiu-se ao 'foro pessoal' e pediu para que respeitassem a sua decisão. Eu respeito.
Como adepto e observador do desporto, posso imaginar uma série de razões para a tomada de posição de Rafa, aos 29 anos e com tanto ainda para dar a Portugal. Não me compete julgar, apenas analisar os factos. E, em termos factuais, cada presença de Rafa ao serviço da alegada equipa de todos nós achou por ser uma oportunidade perdida. Para o jogador e para a equipa. Na maior parte das vezes porque não teve a confiança do seleccionador para ser uma peça-chave. Noutras porque os minutos jogados, tirando honrosas excepções, não foram suficientes para que a qualidade, a velocidade e a capacidade de desequilíbrio do jogador viessem ao de cima.
Há uns meses falou-se que Rafa poderia estar descontente e até ser uma força contrária dentro do grupo de selecionáveis. Não opino, não estou lá dentro. Não sei de que grupos é feita a selecção ou quais as preferências de quem decide. Posso só imaginar, mais uma vez.
Rafa sai deste percurso com dois títulos - um bem mais importante do que o outro. Campeão da Europa e vencedor da Liga das Nações. Não há muitos que se possam orgulhar de tais feitos. Agora, diz o seu empresário, o jogador quer dedicar-se a 100% ao Sport Lisboa e Benfica. Não tenho dúvidas de que já o fizesse antes, mas é bom saber que vai continuar nesse caminho. Jogadores com essa capacidade de dedicação são sempre boas noticias no Glorioso. Temos uma história recheada desses exemplos. Para o lugar de Rafa, nos próximos compromissos de Portugal, foi escolhido Gonçalo Ramos, provavelmente o ponta de lança português em melhor forma neste momento. Pena é que seja escolhido só á última hora. Nada de novo."

Ricardo Santos, in O Benfica

Apesar de tudo... muito obrigado, senhores!


"Chegado o momento de pausa nas competições internas para estender a passadeira ao desfile de compromissos das selecções nacionais, só fazemos contas de somar na análise da performance da equipa de futebol profissional. Das 35 bolas que se aninharam nas redes adversárias em 13 jogos oficiais resultou um peno de vitórias, seis em contexto de Liga dos Campeões (pré-eliminatórias e fase de grupos) e sete no âmbito da Liga Bwin, onde o coletivo liderado por Roger Schmidt, encarando cada desafio como uma final, é líder isolado. O futebol incisivo, intenso e de qualidade entusiasma os jogadores, que transparecem essa mesma alegria na forma como se articulam dentro das quatro linhas, e galvaniza os adeptos, que ainda no último jogo do Campeonato preencheram quase 60 mil lugares no Estádio da Luz. De mãos dadas, a equipa e a Onda Vermelha crescem uma com a outra, como nas melhores (e bem-sucedidas) temporadas.
Todavia, como bem lembra o treinador, estamos apenas no início, há muito caminho para fazer, e no horizonte próximo, pensando já na retoma da competição, surge uma deslocação, historicamente complicada, ao reduto do Vitória de Guimarães, no arranque do mês de outubro. Até lá, vamos ao que mais importa nesta reflexão. As convocatórias das diferentes seleções nacionais levaram do Benfica Campus diversos elementos preponderantes do conjunto encarnado, é verdade. Se tivermos como referência o último onze oficial, partiram (inicialmente) sete jogadores, e só não foram logo oito porque Rafa pediu dispensa da equipa das Quinas, pelas razões que o próprio resumiu em declarações que podem ser lidas no Site Oficial do Clube. Entretanto, na terça-feira a FPF oficializou a convocação de Gonçalo Ramos.
Ponderando o que é dado a observar pelo desempenho dos elementos mais utilizados neste começo de temporada, temos de agradecer aos senhores selecionadores que não incluíram nas suas escolhas jogadores como Grimaldo, Florentino ou Neres, que assim se poupam ao desgaste das viagens e dos jogos internacionais fora do Benfica, podendo, dentro de portas, renovar energias e trabalhar no sentido de consolidar processos para o novo ciclo competitivo que se avizinha. Portanto, 'muchas gracias, señor Luis Enrique'; e muito obrigado, misteres Fernando Santos e Tite. O 'ouro' está bem guardado, e quando precisarem dele para as grandes decisões podem bater à porta."

João Sanches, in O Benfica

Felicidade e prudência


"O Benfica é grande. Muito grande. E o seu mediatismo é ímpar. Quando ganha, cantam-se loas e vendem-se audiências ao preço do entusiasmo dos adeptos.
Quando as coisas correm mal, somos intoxicados com especulações e logros que fornecem matéria a quem pretende atacar-nos a partir de fora, lançando a inquietação para o lado de dentro.
Sendo o futebol um fenómeno predominantemente emocional, sendo os benfiquistas apaixonados pelo clube, não há como evitar o contágio. Ora entramos em euforia, ora entramos em depressão.
Porém, em ambas as situações, o bom senso aconselha a manter os pés na terra.
Se a euforia do povo é legítima e até saudável - afinal de contas, para que serve o futebol senão para andarmos felizes quando ganhamos? -, ajuda a encher estádios, reforça a união, cativa sócios, vende camisolas e transmite confiança para dentro do campo, já a própria equipa tem necessariamente de se manter alheia a todos os panegíricos que são lançados sobre si.
Nada está ganho, e a mais pequena dose de deslumbramento pode ser fatal. Não é preciso ir muito longe (basta recuar um ano) para nos lembrarmos de sete vitórias consecutivas a abrir um campeonato que no fim concluímos num triste 3.º lugar.
Vem aí uma ininteligível pausa, que esperemos não retire dinâmica a esta onda triunfante que dura desde o primeiro jogo. E, já agora, também não retire jogadores, pois o histórico de lesões em jogos de selecção é assustador.
Depois, teremos V. Guimarães, PSG (em dose dupla), FC Porto e Juventus. O mês de Outubro, esse, sim, pode vir a ser um indicador mais consistente sobre o resto da temporada."

Luís Fialho, in O Benfica

Integridade


"Integridade no desporto e na vida, precisa-se mais que nunca. Na verdade, é da base da construção de cidadania que estamos a falar, sem a qual não poderá haver igualdade, seja de direitos, seja de obrigações, seja de repartição de riqueza, de oportunidades, de género ou de qualquer outra ordem.
Esta é a mensagem central da SIGA e foi a espinha dorsal da Sport Integrity Week que decorreu há semana passada em Cascais. Pessoas e organizações de todo o mundo participaram no evento, pessoalmente e online, moldando-lhe a face com as múltiplas dimensões da integridade em diferentes, latitudes, contextos e situações.
Uma das dimensões, fundamental e decisiva, é a sustentabilidade. Sinal dos tempos e dos novos desafios do mundo, magistralmente apresentada pelas Nações Unidas que vividamente demonstraram que os já famosos ODS (objectivos de Desenvolvimento Sustentável) não são nem entidades abstratas nem meros 'KPls' das organizações, antes parte da vida do dia a dia, em toda a parte em em toda sua plenitude."

Jorge Miranda, in O Benfica

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"2
O Benfica conquistou a Supertaça de basquetebol (feminino) pela 2ª vez;

13
Vitórias consecutivas do Benfica em competições oficiais desde que a época começou. É apenas a 2ª vez que este registo é conseguido (em 1982/83 foram 15) e é a 12ª vez que o Benfica não perde qualquer partida nos primeiros 13 “jogos oficiais”. No Campeonato são 7 triunfos (6ª vez), com um saldo de 16 entre golos marcados e sofridos (19-3), o 2º melhor registo desde 1990/91;

22
Gonçalo Ramos bisou e passou a ser o segundo mais goleador em competições oficiais pela equipa de honra do Benfica entre os membros do atual plantel;

27
Competições nacionais consecutivas ganhas pelo Benfica na vertente feminina do hóquei em patins. Desta feita foi a 9ª Supertaça;
E Henrique Araújo ganhou ritmo na B e bisou, passando a ser o melhor marcador de sempre do Benfica pela equipa B na II Liga, com 27 golos;

30
Passados 30 anos, o Benfica voltou a ganhar a Supertaça de andebol (feminino);

33
Rafa ascendeu à 7ª posição dos mais goleadores no actual estádio da Luz, com 33 golos (incluindo particulares). É o 5º com mais assistências para golo (26), o 11º em jogos (128) e o 13º em tempo de utilização (8704 minutos – incluindo tempos adicionais). E passou a ser, a par de Francisco Rodrigues, o 33º melhor marcador do Benfica no Campeonato Nacional (46 golos). Em competições oficiais é o 37º, com 64 golos, tantos quanto os marcados por Corona, mas em mais partidas;

11886
Grimaldo passou a ser, no atual plantel, o jogador com mais tempo de utilização pela equipa principal no estádio da Luz. São 11886 minutos, só superado por Luisão, Maxi Pereira, Pizzi e Cardozo. É, a par de Gaitán, o 9º com mais jogos (incluindo particulares e tempos adicionais)."

João Tomaz, in O Benfica

Segunda...

Águia: Diário...

A Verdade do Tadeia #664 - Duelo ibérico decide finalista

A onda de solidariedade para com Jaime Cancella de Abreu não para de crescer


""Quem não sente não é filho de boa gente". Já diz o ditado e muito bem. Não importa o canal, os comentadores vão manifestando total apoio ao ex-comentador da SportTV.
#CancellaSportTV"

A mordaça do sistema

Mauro Xavier, in Record

Um reforço fora de época | SL Benfica


"A pausa para compromissos de seleções nacionais está a terminar e com isso estarão de regresso os jogos pelos clubes. Nesta pausa, o Sport Lisboa e Benfica adicionou ao plantel um jogador que se pode considerar um reforço fora de época.
Pois bem, Lucas Veríssimo está de volta aos relvados e até já treina em conjunto com ao restante plantel, deixando os treinos condicionados. Esta é uma boa notícia para o SL Benfica e para os seus adeptos, mas uma dor de cabeça para Roger Schmidt, ainda que uma boa dor de cabeça.
Veríssimo fazia um início de temporada incrível de águia ao peito até se ter lesionado num jogo frente ao SC Braga ao passar do minuto 34. Esta lesão foi bastante grave e afastou o jogador brasileiro dos relvados desde novembro de 2021, estando ainda para os voltar a pisar até à data.
O regresso de Veríssimo era tão esperado e a falta que fez na temporada passada foi claramente sentida, contudo, o futebol é o momento e a verdade é que no momento o Benfica está sobrelotado de centrais e de qualidade nesta posição.
Otamendi continua o mesmo de sempre, mas há dois jogadores no plantel que reclamam, agora, a titularidade ao lado do defesa central argentino. Ao que parece, no SL Benfica, se um central se lesionar, outro aparece em excelente forma. Lucas Veríssimo lesionou-se e apareceu Morato. Rápido e imponente, o jovem defesa rápido conquistou a confiança dos adeptos, no entanto, já nesta temporada lesionou-se num jogo em no Estádio da Luz frente ao FC Paços de Ferreira e para o seu lugar, entrou uma jovem pérola que nasceu no Seixal.
António Silva chegou e de imediato conquistou todos os adeptos benfiquistas, literalmente todos. Não creio que haja um único benfiquista que tenha criticado o jovem central de 18 anos desde que chegou à equipa principal dos encarnados.
Assim, há um bom problema em mãos. Se por um lado o Benfica está bem e se recomenda com Otamendi e António Silva no eixo da defesa das águias, Morato e Lucas Veríssimo estão praticamente recuperados e irão reclamar oportunidades. Isto para não falar que ainda existe João Victor e Brooks, mas creio que estão inteirados daquilo que têm de trabalhar para merecer uma chamada ao XI titular nesta fase da temporada.
Roger Schmidt terá de gerir este problema e distribuir as oportunidades se os jogadores as merecerem, mas retirar agora António Silva da equipa titular seria um golpe muito duro para o central natural de Viseu. A meu ver, António Silva é merecedor de continuar a ser a primeira escolha e Morato e Lucas Veríssimo, nesta ordem, os seus substitutos.
Lucas Veríssimo terá muito que trabalhar para voltar a ter o seu lugar cativo no XI e o estatuto não joga. Na minha ótica terá de trabalhar e fazer por merecer oportunidades para mostrar aquilo que vale (e eu não tenho dúvidas nenhumas do que vale Veríssimo)."

𝗣𝗼𝗱𝗲𝗿 𝗲 𝗖𝗲𝗻𝘀𝘂𝗿𝗮.


"A máquina de propaganda do FC Porto tem andado imparável nas últimas semanas. Desde o Diretor de Comunicação, Francisco J Marques, até Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto e membro do Conselho Superior do FC Porto, todos os “soldados” da nação azul-e-branca saltaram para a linha de combate. A intenção é a mesma de sempre: condicionar tudo e todos para que se tenha medo de falar sobre eles. E resulta. Quem não está alinhado rapidamente é posto na linha.

𝗢 𝘁𝗿𝘂𝗾𝘂𝗲 𝗱𝗼 𝗙𝗖 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼.
Ao apresentar Taremi na flash interview após o jogo com o Estoril, o FC Porto quebrou a normalidade. Não levou nenhum dos jogadores sugeridos por Luís Vidigal (o comentador da Sport TV que esteve na Amoreira) e, curiosamente, levou um dos jogadores que, teoricamente, faria até mais sentido proteger em função de recentes acontecimentos. O que pretenderam, pois, os responsáveis do FC Porto com esta decisão? Precisamente o que aconteceu. Esperar que fosse feita uma pergunta sobre a expulsão do iraniano em Madrid e, consequentemente, sobre as polémicas tentativas de simulação. A partir daí, estavam reunidas as condições para a estratégia de vitimização que se seguiu. O FC Porto mostrou-se indignado com a pergunta do repórter Tiago Peres Costa e utilizou essa alegada indignação para, entre outras coisas, justificar o prolongamento do silêncio de Sérgio Conceição.

𝗢 𝗮𝘁𝗮𝗾𝘂𝗲 𝗱𝗼 𝗰𝗼𝘀𝘁𝘂𝗺𝗲.
O repórter da SPORT TV, para além de ter sido “apertado”, in loco, logo no estádio, foi transformado naquilo que o FC Porto precisa/procura/cria/inventa sempre que dá jeito: o famoso “inimigo externo”. Francisco J Marques – a viver de incerteza na condição de arguido – abriu as hostilidades e considerou “vergonhoso” o comportamento do repórter. Rui Moreira escolheu um caminho ainda mais lamentável ao usar as redes sociais para classificar a pergunta como “provocação abjeta”. Uma atitude penosa para alguém que, por muito adepto que seja, tem a obrigação de se exprimir ao nível da sua função. O FC Porto no seu melhor.

𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝗮𝗿𝗿𝘂𝗮𝗰̧𝗮.
Não é a primeira vez, nem a segunda, nem a terceira e muito menos será a última que o FC Porto tenta intimidar jornalistas e silenciar comentadores. Há casos sobejamente conhecidos – aliás, vêm desde os famosos tempos do falecido Marinho Neves – de agressões, esperas, ameaças em forma de telefonemas anónimos, pedradas aos automóveis dos repórteres e múltiplos estratagemas para condicionar a atividade dos profissionais da informação. Num passado mais ou menos distante, houve jornalistas agredidos no Estádio das Antas e no Dragão. Houve queixas, processos e condenações, mas foram ainda mais os casos que, por medo, acabaram silenciados. Há dois anos, felizmente, houve imagens de um “alto quadro” do FC Porto (Pedro Pinho) a agredir um operador de câmara da TVI/CNN Portugal, com Pinto da Costa, dois metros ao lado, a assistir impávido e sereno. No fundo, a ser cúmplice.

𝗟𝗲𝗶 𝗱𝗮 𝗺𝗼𝗿𝗱𝗮𝗰̧𝗮.
A comunicação social em geral está condicionada aos superiores interesses de quem domina o futebol português como se de uma ditadura se tratasse. E se dúvidas houvesse, elas acabam de ser desfeitas nas últimas horas.
Primeiro a ELEVEN SPORTS, que cedeu à pressão coerciva dos responsáveis do FC Porto e se viu na obrigação de demitir um colaborador que, durante um jogo do Masters de Madrid do World Padel Tour, teve a ousadia de afirmar: «Não há Taremis aqui», para elogiar a honestidade de um jogador. A estação, totalmente subjugada pelos poderes do futebol português, ainda lamentou o comentário infeliz e escreveu que não se revê nesse tipo de comportamentos, mas o autor das palavras já tinha o destino irremediavelmente traçado. Se o colaborador da Eleven Sports devia ter evitado esse comentário? Óbvio que sim. Mas o Taremi também podia evitar comportar-se como um parvinho com aquelas simulações ridículas.
Depois foi a SPORT TV, um dos braços armados da FPF e do FC Porto, a rescindir com Jaime Cancella de Abreu depois das suas declarações – absolutamente legítimas - no programa 'Aposta Tripla' de sexta-feira. Cancella de Abreu abordou a dispensa de Pepe da Seleção Nacional e apontou críticas à Federação, nomeadamente ao facto de a Gala 'Quinas de Ouro' ter decorrido num dia em que arrancou a concentração da seleção e ao facto de a Casa do Benfica de Loures, campeã europeia de futebol de praia, não ter sido convidada para esse evento. Fernando Gomes não gostou e exigiu à SPORT TV o afastamento imediato do comentador benfiquista. As palavras terão sido certeiras pois se assim não fosse não existiria uma reação tão drástica.

𝗣𝗼𝗿 𝗳𝗶𝗺, 𝗱𝗼𝗶𝘀 𝗽𝗼𝗻𝘁𝗼𝘀 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗼𝘀 𝗾𝘂𝗮𝗶𝘀 𝗶𝗺𝗽𝗼𝗿𝘁𝗮 𝗿𝗲𝗳𝗹𝗲𝘁𝗶𝗿.
1. Se a Federação exerce influência numa entidade externa, a SPORT TV, a ponto de determinar o despedimento de um colaborador, o que fará a organismos diretamente por si tutelados, leia-se o Conselho de Arbitragem e o Conselho de Disciplina? Dá que pensar.
2. Jaime Cancella de Abreu despedido da SPORT TV, comentador despedido da Eleven Sports. O que ambos têm em comum? Um falou do Pepe, o outro do Taremi.
𝗔𝗳𝗶𝗻𝗮𝗹 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝗺𝗮𝗻𝗱𝗮?"

Conceição pegou-se com:


"✅ Isidoro Sousa,
✅ José Manuel Simões,
✅ António Salvador,
✅ Jorge Jesus,
✅ Rúben Amorim,
✅ Pedro Ribeiro,
✅ Luís Freire,
✅ Vítor Cunha,
✅ Renan,
✅ Nélson Puga,
✅ Paulo Sérgio,
✅ Ignoffi,
✅ um adepto portista,
✅ um adepto do Braga,
✅ Manuel Mota,
✅ Dupraz,
✅ Frederico Varandas,
✅ Luís Gonçalves,
✅ Danilo,
✅ Felipe,
✅ Tiquinho Soares,
✅ Guardiola,
✅ Tuchel,
✅ Pedro Ribeiro,
✅ João Henriques,
✅ João Félix,
Pegou-se com toda a gente mas uma juíza do Tribunal do Porto acha que a palavra "javardo" é uma ofensa."

Na mesma semana:


"- Antigo secretário de Estado dos Assuntos Europeus chama "javardo" a Sérgio Conceição devido às suas atitudes agressivas e é condenado.
- Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto, chama "imbecil" a um jornalista por fazer uma pergunta a Taremi e o caso é completamente abafado, saindo impune.
- Rodolfo Reis fomenta a violência e recorre a ameaças de porrada em direto contra um colaborador da Eleven Sports e ninguém se insurge. Mais tarde, o comentador portista ainda goza com a situação.
- Um comentador afeto ao Benfica é silenciado e despedido de um canal televisivo por levantar questões legítimas contra a gestão da Federação Portuguesa de Futebol.
- Um colaborador da Eleven Sports é silenciado e, muito provavelmente, despedido, após fazer uma piada sobre Taremi.
Este é o verdadeiro rosto do Sistema. Um Sistema putrefacto, desesperado e com receio de cair, que já não se coíbe de esconder o lápis azul para riscar todos aqueles que ousem enfrentá-lo e denunciá-lo. Está à vista de todos. Portugal está podre a nível desportivo.
É ALTURA DA 𝗙𝗘𝗗𝗘𝗥𝗔𝗖̧𝗔̃𝗢 𝗣𝗢𝗥𝗧𝗨𝗚𝗨𝗘𝗦𝗔 𝗗𝗘 𝗙𝗨𝗧𝗘𝗕𝗢𝗟 CAIR!
𝗨𝗡𝗜𝗗𝗢𝗦 𝗡𝗔 𝗟𝗨𝗧𝗔 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗥𝗔 𝗢𝗦 𝗣𝗢𝗗𝗘𝗥𝗘𝗦 𝗜𝗡𝗦𝗧𝗔𝗟𝗔𝗗𝗢𝗦 𝗔𝗢 𝗟𝗢𝗡𝗚𝗢𝗦 𝗗𝗢𝗦 𝗨́𝗟𝗧𝗜𝗠𝗢𝗦 𝟰𝟬 𝗔𝗡𝗢𝗦! 𝗟𝗘𝗩𝗔𝗡𝗧𝗘𝗠𝗢𝗦 𝗔 𝗡𝗢𝗦𝗦𝗔 𝗩𝗢𝗭!"

Na Champions


"A conquista de dois troféus e a qualificação inédita para a Basketball Champions League foram os pontos altos do fim de semana benfiquista, ao qual é dedicada esta edição da News Benfica.

1
Estamos na fase de grupos da Basketball Champions League, uma presença inédita de um clube português nesta competição europeia criada pela FIBA em 2016.
Na ronda de qualificação realizada no Pavilhão Fidelidade, entre 21 e 25 de setembro, a nossa equipa bateu sucessivamente o Golden Eagle, do Kosovo, o Keravnos, do Chipre, e o Bamberg, da Alemanha, apontado pela generalidade dos analistas como o favorito a conseguir o apuramento para a fase de grupos da prova. O triunfo frente aos alemães, por 73-87, selou a qualificação benfiquista.
Determinada a conseguir o que nunca um clube português fizera no atual contexto competitivo do basquetebol europeu, e fortemente apoiada pelos adeptos presentes no pavilhão, a nossa equipa teve raça, querer e ambição em doses benfiquistas e agora pretende mais, já a partir de dia 4 de outubro. A nossa equipa mede forças com BAXI Manresa, de Espanha, VEF Riga, da Letónia, e Limoges, de França. A primeira partida é em Riga.
Veja o resumo do jogo com o Bamberg e leia as declarações dos protagonistas sobre a partida e a qualificação, aqui.

2
E são mais dois os troféus conquistados pelo Benfica na fase inicial da presente temporada. Vencemos a Supertaça de futsal (feminino) e a Taça Vítor Hugo de basquetebol (feminino). As nossas futsalistas bateram o Nun’Álvares, aumentando para sete o pecúlio benfiquista neste troféu, enquanto, no basquetebol, frente ao GDESSA, celebrámos pela segunda vez o triunfo na prova.
Desde o início da temporada, o Sport Lisboa e Benfica venceu nove troféus nas várias modalidades (sete Supertaças), além da Taça Intercontinental de futebol, Sub-20.

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Há também a realçar os triunfos no andebol. A equipa masculina ganhou em Santo Tirso e a equipa feminina teve jornada dupla vitoriosa, na Luz, frente ao Gil Eanes, e à Academia São Pedro do Sul, este última apontada como uma das candidatas ao título.
E na vertente feminina do futebol: os 5-0 ao Valadares Gaia na primeira mão dos quartos de final da Taça da Liga coloca-nos em excelente posição para avançarmos na prova.
Mas nem só de alegrias se fez o fim de semana. Não fomos felizes na decisão por penáltis na Supertaça de futsal disputada com o Sporting. No tempo regulamentar verificou-se um empate a três golos e o prolongamento nada decidiu, registando-se novo empate, mas a quatro bolas. Nos penáltis, caiu para o nosso adversário."

27 de Setembro


26 de Setembro


Ivan, o Glorioso!!!

As origens de António Silva

Benfica FM - Temporada 1982/83

Águia: Diário...

Terceiro Anel: Top 3...

A Verdade do Tadeia #663 - Portugal goleia em Praga

O triunfo dos imbecis


"Socorro-me da adaptação de uma ideia de Machado de Assis. A imbecilidade é o braço esquerdo dos adeptos de futebol; o braço direito é a paixão. E concluo: muitos adeptos são canhotos.
Nos estádios, a possibilidade de ocorrência de comportamentos inaceitáveis noutros palcos é real. Os episódios da criança obrigada a despir-se para ver um jogo e do pai e da criança que se tiveram de afastar foram uma iniquidade sem nome.
Há muito que se promove a separação, por bancadas (ou setores), dos adeptos em cada jogo. Em Portugal, a habitual míngua de espetadores facilita a operacionalização dos guetos, mas nem sempre é possível. E alguns clubes, ávidos de receitas, recorrem a uma artificialidade, proibindo adereços dos adversários.
Ministra e secretário de Estado reagiram bem, mas logo anunciaram um projeto de legislação, o que me suscita a seguinte apreciação: não faltam leis. Os estádios de futebol são considerados espaços de exceção, onde os adeptos, num ambiente propício às emoções, libertam frustrações, como se a massa adepta fosse composta ainda, na sua maioria, por classes operárias oprimidas em sociedades industriais.
Com tolerância eivada de paternalismo, aceita-se comportamentos que há muito deveriam ter sido expurgados dos espetáculos desportivos. O problema não são as leis, mas a não aplicação das mesmas, fomentando-se um clima de impunidade.
Medidas de prevenção e atuação das autoridades atuais não mais são do que a proteção de imbecis, os quais, em vez de penalizados, ainda se regozijam por verem limitada a liberdade de quem (adversário) se move apenas pela paixão clubista.
Termino citando um excerto do claro e conciso código de conduta dos adeptos da NBA: "Quem escolher não aderir (......) será sujeito (......) a expulsão sem reembolso, revogação do bilhete de época e/ou impedimento de assistir a jogos no futuro (......) resultando em possível detenção e posterior acusação do Ministério Público". Não se trata de palavras vãs; são intransigentes no cumprimento destas regras."

Rennie...!!!

Uma época com novos desafios | SL Benfica


"A equipa de basquetebol feminino do Sport Lisboa e Benfica já iniciou a sua época oficial, tendo iniciado a temporada da mesma forma como acabou a anterior, com a conquista da Supertaça diante do GDESSA por 78-57.
No fim-de-semana seguinte, o Benfica voltaria a erguer um caneco ao conquistar o Torneio Vítor Hugo pela segunda vez na sua história, ao derrotar novamente o GDESSA por 71-55. Foi o oitavo troféu nacional consecutivo conquistado pela equipa orientado por Eugénio de Rodrigues, que continua assim a fazer o pleno no comando técnico das águias.
Foi mais um início auspicioso de uma equipa que tem distribuído qualidade pelos pavilhões nacionais nos últimos dois anos, e que nesta temporada terá novos desafios para enfrentar. Para esta nova temporada, também houve várias mexidas no plantel, saindo várias jogadoras importantes, e entrando outras que se espera que venham a acrescentar tanto como as que saíram.
Depois de duas épocas ao serviço do Benfica, a extremo internacional portuguesa Laura Ferreira regressa ao estrangeiro, ingressando no TV Saarlouis Royals da Alemanha. A jovem internacional portuguesa Mariana Silva também irá abraçar a sua primeira experiência no estrangeiro, rumando às espanholas do Real Canoe.
A jovem poste argentina Candela Gentinetta também regressou ao continente sul-americano a fim de ingressar nas uruguaias do Aguada, enquanto a norte-americana Taylor Peacocke também deixou as águias, Também saíram algumas jogadores com menos influência no plantel, tal como Ana Barreto, que rumou ao college, sendo mais uma jogadora portuguesa a competir nas universidades americanas.
Para além destas jogadoras, saíram ainda as portuguesas Carolina Aguiar, Cyntia Dias (Carnide), Carolina Gonçalves (Francisco Franco), Maria Lopes (CAB Madeira) e Janisy Gomes (CP Natação).
Das jogadoras que permanecem no plantel, a capitã Joana Soeiro, Marta Martins e Ana Carolina Rodrigues renovaram contrato, bem como a internacional brasileira Raphaella Monteiro. A extremo que é para muitos a melhor jogadora a actuar em Portugal, renovou contrato com as encarnadas depois de no Verão ter tido uma curta passagem pelo Ituano, a fim de disputar os play-offs do campeonato brasileiro. A extremo Diana Baptista e a poste Maria do Carmo Cruz também integram o plantel principal, transitando da formação.
A nível de caras novas no plantel, o Benfica trouxe duas jogadoras portuguesas para as posições interiores que fizeram parte da formação no Benfica.
Joana Alves e Carolina Cruz. Joana Alves tem experiência no college e também já competiu em Espanha e Itália, tendo regressado a Portugal na época passada para jogar nas açoreanas do União Sportiva. Está agora de regresso ao Benfica para acrescentar energia e capacidade de lançamento ao jogo interior da equipa.
Já Carolina Cruz está de regresso ao Benfica depois de passagens pelo Quinta dos Lombos e pelo União Sportiva. É filha do antigo basquetebolista do Benfica Artur Cruz e pode ser descrita como uma poste moderna. É uma jogadora muito alta (1,90m) e para além de ter bastante influência na área pintada, também demonstra qualidade a jogar longe do cesto, tendo um bom footwork e boa capacidade no lançamento exterior.
Para a posição de base chegaram as jovens Carolina Duarte e Catarina Frederico. Carolina Duarte é uma base de 20 anos, que vem de duas épocas a competir a nível sénior ao serviço do CB Queluz. Já Catarina frederico é uma jovem de 19 anos que vinha a fazer a sua formação em Espanha ao serviço do CB Lepe Alius. São duas jovens que irão acrescentar profundidade ao backcourt da equipa e que irão aprender com três das melhores bases nacionais.
Neste defeso, o basquetebol feminino encarnado destacou-se pelo facto de ter contratado três jogadoras estrangeiras, tendo em vista a participação nas competições Europeias da qual irei falar mais adiante.
Para a posição de extremo foi contratada a norte-americana Darien Huff, uma extremo de 25 anos que fez o seu percurso universitário em Charleston e que já jogou também na Alemanha e na Suécia. Pelo que já se pôde ver dela, é uma jogadora que tem no lançamento a sua principal arma, tanto a média como a longa distância, tendo em todas as suas épocas tido uma eficácia no lançamento de 3 pontos superior a 30%.
Para a posição de poste foram contratadas a norte-americana Courtney Warley e a croata Katarina Trehub. Courtney Warley é uma poste que jogou na Universidade de Manhattan durante cinco anos, tendo tido média de duplo-duplo nas últimas duas, indo cumprir agora a sua primeira experiência a nível sénior.
A norte-americana de 22 anos é uma poste que não é muito hábil tecnicamente, mas que apresenta uma grande capacidade a jogar de costas para o cesto e é uma jogadora aguerrida e muito difícil de bater nos confrontos físicos.
Já Katarina Trehub é uma poste de 24 anos, internacional pelas selecções jovens da Croácia e que foi MVP no campeonato croata em 17/18, tendo depois tido uma passagem pelo basquetebol italiano. Pelo pouco que pude ver dela, aparenta ser uma poste com grande presença física (1,92m) e com capacidade para dominar na área pintada.
Esta temporada também ficará marcada pela participação da equipa nas competições europeias. Um prémio completamente merecido para uma equipa que tão bem tem representado e dignificado o Benfica. A equipa encarnada entra directamente na Fase de Grupos da Euro Cup Women, integrando o grupo G juntamente com o Fribourg (Suíça), o Basket Namur-Capital (Bélgica) e o T71 Diddeleng (Luxemburgo).
Em suma, é uma temporada em que o Benfica apresenta um plantel forte e profundo, fruto da aposta feita pela secção tendo em conta a participação nas competições Europeias. Nestes primeiros jogos já deu para perceber que a equipa continua a mostrar muita qualidade de jogo com um basquetebol coeso e bem trabalhado e onde todas as jogadoras são capazes de render. A época iniciou com o pé direito e por aquilo que tem visto, tem tudo para dar continuidade ao domínio que tem levado a cabo na modalidade."

Grave... mas não temos tempo!!!

Inimputável?!!!


"Depois de anos de incentivo ao ódio, ao centralismo bacoco, agora elevaram os padrões para incentivo à violência.
Para onde caminhamos se continuar tudo na mesma? Só os jornalistas de outras estações e comentadores afetos aos Benfica é que são saneados das tv's, os adereços relativos ao Benfica que são impedidos de entrar em estádios de futebol. Querem censurar tudo o que diga respeito ao Benfica?
#CancellaSportTV"

O algoritmo da Google vai ser 'despedido'!!!


"Estará o FC Porto ou até o Francisco J. Marques, a ponderar apresentar alguma "queixinhas" contra a Google?
#CancellaSportTV"

Mundial do Qatar e os “Números da Vergonha”


"Os direitos universais não se coadunam com o rio de sangue que as estatísticas oficiais do Mundial do Qatar evidenciam. São 6 750 pessoas que pereceram na construção de um espaço que celebra a vida.

Não percebo de futebol, não tenho nada contra nem a favor. Mas a sua beleza consiste no poder que tem de gerar emoções, unir nações, despertar o que de melhor se faz em termos futebolísticos e fair play. Contudo, não me é possível ficar indiferente à dura realidade e à sistemática violação dos direitos fundamentais a que os trabalhadores envolvidos no evento estão a ser sujeitos no decorrer da construção das infraestruturas que estarão disponíveis para a realização do Mundial do Qatar. Independentemente das questões culturais, da sua proveniência, da cor da pele, do género, da religião, do tipo de contrato, existe um conjunto de premissas ao nível da segurança que estão a ser descuradas de forma reiterada. Neste sentido, parece-me que toda a beleza e grandeza de um evento desta natureza estão seriamente comprometidas, tal como a imagem das marcas que o patrocinam (Adidas, Coca-Cola, Visa, McDonalds) e da própria organização do mundial (FIFA e o Estado do Qatar).
A realidade é que os direitos considerados universais pelas sociedades ocidentais não se coadunam minimamente com o rio de sangue que as estatísticas oficiais do Mundial do Qatar de 2022 evidenciam. As estatísticas reportam um total de 6 750 trabalhadores que morreram a trabalhar, o número de mortes é esmagador, são 6 750 pessoas que pereceram na construção de um espaço que celebra a vida, a união entre nações e o desporto. São números escandalosos e provavelmente ainda estarão a anos luz da realidade. Sabemos que muitos dos trabalhadores no país não são legais e, concomitantemente, não constam destas estatísticas oficiais. Um outro fato “interessante” que consubstancia a minha afirmação é que no Qatar não existem autópsias: até prova em contrário a causa da morte é sempre “causas naturais” ou “doenças cardiovasculares”, mesmo que seja a morte de um jovem de 18 anos a trabalhar na construção civil (setor de atividade complexo pelos índices de sinistralidade que regista anualmente em Portugal e noutras partes do mundo). Para ser considerado acidente de trabalho no Qatar, o trabalhador tem de chegar vivo ao hospital e morrer na sequência do evento. O Registo Nacional de Traumas deixa de fora um grande número de acidentes mortais, porque esta zona cinzenta é muito confortável para as entidades oficiais. O culminar das desventuras destes trabalhadores é estarem subjugados ao sistema Kafala, profundamente intrincado nos países árabes com uma base discriminatória (especialmente com base na raça e no género) e que se caracteriza, ainda, pela exploração e abuso generalizados dos trabalhadores por parte das entidades patronais.
É vital caracterizar esta força de trabalho, que é o motor da economia do Qatar e que está na base da edificação daquele que se espera ser o maior evento desportivo do ano. A força de trabalho que participa na construção deste evento mundial pode ser caracterizada da seguinte forma, são trabalhadores oriundos de países como a Índia, o Bangladesh, o Nepal e o Siri Lanka e que representam 62% da população total do Qatar (aproximadamente 3 milhões cidadãos). Os dados apontam para que 44% destes imigrantes estejam afetos à construção civil, o que consubstancia os relatos que emergiram de um questionário realizado aos trabalhadores que participam na edificação do projeto desde 2018. Principais conclusões do inquérito aos trabalhadores: (1) evidenciaram jornadas de trabalho diário compreendidas entre as 10 a 14 horas, (2) com semanas de trabalho de 6 dias, (3) existem ainda situações de trabalhadores com jornadas superiores a 10 horas de trabalho diário e 148 dias de trabalho ininterrupto sem período de descanso semanal e (5) registos de trabalhos a serem desenvolvidos sob o sol escaldante do deserto em que os trabalhadores são vítimas do calor (stress ao calor) com temperaturas acima dos 40ºC e com níveis de humidade praticamente inexistente (à semelhança do que aconteceu em Espanha há bem pouco tempo). Estima-se que neste momento as condições de trabalho se tenham degradado de forma vertiginosa, devido à proximidade da data da realização do evento.
No meu humilde entendimento estamos sem dúvida perante a condição de “trabalho escravo”, que, à luz do direito internacional, prevê pesadas sanções. Existem inúmeros relatos não oficiais de que esta posição vulnerável dos trabalhadores se prende com as promessas de trabalho que lhes são feitas nos países de origem, mas que não são cumpridas nos contratos que lhes são apresentados no Qatar mantendo-se, assim, reféns das redes de exploração e tráfico humano. Contudo, convém fazer a ressalva de que estes trabalhadores representam aproximadamente 6% da população global de imigrantes do Qatar e que, por força das “auditorias e inspeções” por parte dos organizadores do mundial, se encontram “ligeiramente mais protegidos” que os restantes.
É de lamentar a posição vulnerável dos trabalhadores do Mundial do Qatar que na sua tentativa desesperada de fugir à dura realidade dos seus países de origem (Índia, Bangladesh, Nepal e Siri Lanka), os aprisiona num regime muito próximo da escravatura, sem condições de segurança e de saúde que lhes permita desenvolver o seu trabalho e, que lhes ceifa o seu único bem: a vida.
Em suma, o desafio é olhar para este absurdo de 6 750 pessoas mortas como um falhanço e/ou um retrocesso ao nível das condições de segurança, da legislação laboral e das convenções internacionais e tratados da Organização Internacional do Trabalho. Será mesmo que estas 6 750 mortes não deveriam ser consideradas como um crime contra a humanidade?"

Sagrado Balneário - Carlos Manuel

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Histórico!

Bamberg 73 - 87 Benfica
21-20, 12-24, 26-26, 14-17

No actual modelo da FIBA Champions League, nenhuma equipa portuguesa se tinha conseguido qualificar. Na velhinha Taça dos Clubes Campeões Europeus, num tempo pré-Euroliga, o Benfica fez história, várias vezes, com grandes momentos de Pavilhão n.º 2, cheio, repleto de emoções, mas desde então o nível do Tugão baixou muito... E hoje, finalmente, voltámos a fazer história!!! A Champions de hoje, já não é a competição europeia mais forte, mas continua a ter prestigio... e para o nosso nível, é claramente um grande triunfo esta qualificação!

Gigante Almeida, a fazer de Lisboa, dois jogos estrondosos, hoje e na última Sexta! Mas vencemos na defesa! Contra um adversário mais alto, conseguimos equilibrar nos ressaltos, com muita entre-ajuda, e acabámos por ser inteligentes no ataque... E os alemães nem se podem queixar duma arbitragem caseira, bem pelo contrário!!! Inacreditável o Ivan não ter ido uma única vez para a linha de lance livre!!!

Agora, na fase de grupos, contra Espanhóis, Franceses e Letões, não somos favoritos contra nenhum, mas quem sabe... ainda na pré-época, contra outros Espanhóis da mesma Liga, vencemos!!! Com esta atitude, união, e solidariedade, podemos fazer uma graçinha!!!


Bigodes: Carlos Manuel...

Falar Benfica: Hóquei em Patins...

7.ª Supertaça

Benfica 1 (4) - (3) 1 Nun'Álvares

Vencer nos penalty's é sempre complicado, e até se costuma apelidar como uma lotaria, mas defender que o Benfica teve 'sorte' é absurdo, porque esta foi uma das partida mais desequilibradas dos últimos tempos, e só chegou aos penalty's devido a dois factores decisivos: o inacreditável desperdício do Benfica, e a tremenda eficácia da equipa de Fafe!
Vitória mais que justa...

Inacreditável o castigo à Janice!!! Acumulação de Amarelos na Taça de Itália, da última época, isto depois de ter jogado vários jogos da Liga Italiana, após o último Amarelo!!! Estas normas, em Portugal, só são aplicadas ao Benfica!

2.ª Taça Vítor Hugo

Benfica 71 - 55 GDESSA
22-15, 19-20, 17-17, 13-3

Muito mais complicado do que a Supertaça. Chegámos a ter uma boa vantagem, mas depois permitimos a aproximação da equipa do Barreiro. Só no último período, garantimos a vitória... Mais uma...

No defeso, fiquei preocupado com as saídas, mas creio que temos uma equipa mais forte, mesmo com a obrigatoriedade da gestão das estrangeiras nas competições nacionais!

Mal perdido...

Sporting 4 (3) - (1) 4 Benfica
(Coelho)

Mais um título perdido, numa partida equilibrada, onde voltámos a desperdiçar demasiados golos feitos (vários com a baliza aberta!!!), partida que acabou por ser decidida nos penalty's... e onde mais uma vez, ficou pelo menos um Vermelho por mostrar a um Lagarto (o costume, basta recordar com o Jacaré foi expulso num dos jogos da Final da última época!!!), e ainda ficou um penalty por marcar a nosso favor... tudo normal!

A equipa parece-me mais forte, ainda faltam alguns jogadores, a recuperar de lesões, mas ao contrário do que muitos defendem, não temos pior plantel, bem pelo contrário! A dificuldade ao longo da época, na minha opinião, será escolher os 'não formados localmente' a ficar de fora!!!

Visão: Tino vs. Aursnes!

Terceiro Anel: Taça da Liga...

Águia: Diário...

Golaço: Selecção...

𝗙𝗨𝗧𝗘𝗕𝗢𝗟 𝗣𝗢𝗥𝗧𝗨𝗚𝗨𝗘̂𝗦: 𝗢 𝗔𝗡𝗧𝗘𝗦, 𝗢 𝗔𝗚𝗢𝗥𝗔 𝗘 𝗢 𝗗𝗘𝗣𝗢𝗜𝗦.


"𝟭. Anos a fio com comentadores de todas as estações televisivas a chamar o Benfica de clube corrupto por causa dos e-mails, sendo que os únicos acusados e em vias de serem condenados são os criminosos que os divulgaram, saindo todos os restantes prevaricadores impunes. Sabe-se, hoje, que os e-mails foram misturados, truncados e deturpados com o único intuito de passar uma imagem corruptora do Benfica e destruir a sua hegemonia. Em tribunal, os criminosos que roubaram e mentiram estão acusados de vários crimes. Na praça pública, o Benfica é acusado de crimes que não cometeu. Os criminosos venceram, mesmo perdendo. O objetivo foi cumprido.
𝟮. Renato Sanches, internacional português, é vítima de uma das campanhas mais porcas e sujas de que há memória enquanto jogador do Benfica. Comentadores, jornalistas, canais de televisão e diretores de comunicação do FC Porto e Sporting unidos em destruir a carreira do jogador, alimentando e disseminando mentiras. Ninguém pagou pelo que fez.
𝟯. Comentadores, paineleiros, jornalistas e meios de comunicação fazem campanha contra Jonas e Benfica, criando uma narrativa persecutória e mentirosa, argumentando que era «pior» que Taremi. Os factos, esses, são bem diferentes (e nem atualizados estão!):
Taremi: 133 jogos, 20 penáltis ganhos (só até abril 2022). 🔵
Jonas: 183 jogos, 8 penáltis ganhos. 🔴
𝟰. Otávio incentiva sistematicamente um cântico onde se chama «filhos da puta» a mais de metade da população portuguesa, ofendendo uma instituição centenária e milhões dos seus adeptos. Como resposta, a Federação Portuguesa de Futebol convoca o jogador e recebe-o de braços abertos, com Fernando Santos a relevar e banalizar a gravidade dos insultos.
𝟱. Ameaçam, condicionam, insultam e agridem repórteres de imagem e jornalistas que questionem a conduta do FC Porto. Temos, inclusive, um presidente da CM do Porto que chama um jornalista de «imbecil» por fazer uma pergunta legítima sobre o FC Porto, e ninguém se revolta, ninguém instaura processos, ninguém tem coragem de fazer nada.
𝟲. Casa do Benfica de Loures conquista o europeu em futebol de praia. Como resposta, a Federação Portuguesa de Futebol decide não convidar a equipa campeã para a gala 'Quinas de Ouro 2022’, desprezando por completo a sua conquista.
𝟳. Rita Latas, jornalista da Sport TV, coloca uma questão sobre Slimani. De forma célere, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol coloca-lhe um processo disciplinar, tentando a todo o custo silenciar a jornalista. Da parte da Sport TV, nem uma palavra de apreço ou ajuda prestada à jornalista em questão.
𝟴. Toda a situação de Rafa, antes e depois da sua renúncia, e a permissão para que o jogador fosse achincalhado sem que ninguém da Federação Portuguesa de Futebol o viesse defender. Não existiu um único pedido de desculpas por parte dos comentadores e paineleiros. Inclusive, houve quem insultasse Rafa e colocasse em causa a sua integridade enquanto pessoa, como foi o caso de Ribeiro Cristóvão e David Borges na SIC Notícias.
𝟵. A Ronaldomania bacoca existente nos meandros da federação e a recusa em aceitar críticas que coloquem em causa essa idiossincrasia. Quem se insurge e expõe o óbvio, é afastado, silenciado ou despedido.
𝟭𝟬. A censura a Jaime de Cancella Abreu e outros tantos que ousem desafiar a política e gestão da Federação Portuguesa de Futebol e do FC Porto. O lápis azul trata de riscar todos aqueles que desafiem combater o sistema e aqueles que dele fazem parte.

País de merda, completamente submerso na cobardia, na subserviência aos criminosos que dominam o desporto em Portugal. Ninguém pode apagar os factos!
Cabe-nos a nós repor a verdade e expor a corja que rege o futebol português. Cabe-nos a nós lutar no presente para que tenhamos um futuro melhor. Cabe-nos a nós por termo à cultura de ódio, de coação, de ameaças e de corrupção implementada pela Torre das Antas nos últimos 40 ano"s.
𝗨𝗡𝗜𝗗𝗢𝗦 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗩𝗘𝗥𝗗𝗔𝗗𝗘 𝗘 𝗣𝗘𝗟𝗔 𝗠𝗨𝗗𝗔𝗡𝗖̧𝗔!"

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