Últimas indefectivações

terça-feira, 7 de junho de 2022

De jovem promessa a jogador experiente



"Depois de Alfredo Ferraz, foi Mário Ribeiro que, em quase três décadas, ajudou a rechear o palmarés do bilhar do Benfica

Mário Carlos da Silva Ribeiro nasceu em Lisboa, em 1949. Aos 11 anos, trocava as tardes na rua com os amigos pela sala de jogos do café Pigalle, na Amadora. Juntamente com o pai, 'inveterado amante do bilhar', deu os primeiros passos na modalidade.
Sendo 'benfiquista confesso', a sua carreira iniciou-se no Sporting, clube no qual foi inscrito à revelia. Mesmo assim, levou avante a sua paixão pelo bilhar e sagrou-se campeão nacional às 3 tabelas na 2.ª categoria, em 1965/66. Em Fevereiro de 1968, passou a jogar como independente, período no qual foi campeão nacional individual às 3 tabelas, na 1.ª categoria. Nesse mesmo ano, logrou o seu objectivo: 'representar o Benfica'.
Rapidamente Mário Ribeiro se destacou na equipa encarnada, rodeado de nomes grandes como Vítor Hugo Leal, Vladimiro Monteiro e, ainda, Mário Machado. Por ter alcançado a melhor média geral, foi considerado o jogador mais promissor entre os demais encarnados. Elevado a capitão aos 19 anos, cumpriu o cargo ao longo das 28 épocas seguintes que esteve com a camisola benfiquista.
Na primeira época, venceu o Campeonato Nacional de Clubes às 3 tabelas, feito que se repetiria nos dois anos seguintes. Além disso, sagrou-se campeão nacional individual às 3 tabelas em 1969/70 e a 1 tabela em 1979/71. Foi bicampeão regional às 3 tabelas, individualmente, em 1969/70, conquistando o título novamente em 1975/76 e 1993/94. Em equipas, foi campeão regional 13 vezes.
Em 1973, a meio do seu serviço militar no Ultramar, deslocou-se a Lisboa para participar num torneio de promoção da modalidade. Perante a decadência do bilhar na sociedade portuguesa o jovem Mário Ribeiro destacou-se entre os maiores divulgadores e mais dinâmicos bilharistas.
Com uma carreira profícua, com inúmeras internacionalizações e temido pelos seus adversários, passou a profissional em 1993, dedicando-se à modalidade a 100%. Entre as suas ideias estava a criação de uma escola de bilhar, para além de poder render mais da sua prestação.
Com Mário Ribeiro na frente, o Benfica foi 10 vezes campeão nacional às 3 tabelas e venceu 2 Taças de Portugal, título que, individualmente, o bilharista conquistou 5 vezes. Em suma, 'ganhou tudo o que havia para ganhar no bilhar nacional' e reuniu quase meia centena de títulos apenas enquanto serviu o Benfica, até se ter retirado do Clube em 1996/97.
Conheça o palmarés do bilhar benfiquista na área 3 - Orgulho Eclético, do Museu Benfica - Cosme Damião."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

Bah...

Cartilheiro... em flagrante delito!

Fura Redes: sem castigo!

Só mais uma!!!

Benfica 56 - 48 Corruptos
15-10, 13-11, 16-11, 12-16

Feio?! Sim... Mas com o Benfica a defender assim, estou-me nas tintas para a nota artística! Feio ou bonito, a vitória é que interessa!
Mais do que o 2-0, a forma como o Benfica defendeu nestes dois jogos, vai garantir vários pesadelos na cabeça dos Corruptos, nos próximos dias, antes do jogo 3!!!
Quem diria, a meio da época, que poderíamos estar a uma vitória do título máximo, a 3 jogos (na pior das hipóteses) do final da época!

Milagres


"Não há exagero: a conquista da Liga Europeia de andebol foi uma autêntica epopeia, em particular pelas incidências da final.
O adversário era fortíssimo e oriundo da Alemanha, cujo campeonato é considerado o melhor da atualidade. E basta olhar para o palmarés desta competição: a máxima futebolística “… no fim ganha a Alemanha” é, em rigor, muito mais adequada ao andebol.
Chema Rodríguez disse, no final, que “o jogo foi um milagre atrás de milagre”, mas como alguém disse, e Chema sabe-o muito bem, “os milagres dão muito trabalho”.
E esse trabalho começou na constituição de um plantel repleto de jogadores experientes e com qualidade muito acima da média, orientados por uma equipa técnica capaz de formar um grupo competente, empenhado e ambicioso. O percurso na prova foi muito meritório, encontrando na final four o palco ideal para duas exibições memoráveis. E é importante que aplaudamos também a decisão arriscada da direcção do Clube em investir na organização do evento derradeiro da prova: os mais de cinco mil benfiquistas junto da equipa foram essenciais para o feito alcançado.
A taça vai para o museu, o nome do Benfica fica para sempre gravado no palmarés da prova e na memória coletiva perdurarão o golo de Borges no último segundo, as defesas incríveis de Hernandez e a fantástica bola recuperada por Kukic na parte final do prolongamento e que permitiu que o Benfica passasse para a frente do marcador. Que grande alegria! Obrigado, Benfica!
E, por falar em milagres, o que dizer do campeonato de juniores? Ganhámos bem, somos melhores, a maioria dos jogadores utilizados são sub18, etc., mas o Porto quase fazia o milagre de vencer a prova.
Neste caso, a citação que me ocorre é a de uma frase da autoria de Herberto Hélder, que consta no notável “Photomatom & Vox”: “É sempre fácil caminhar em cima das águas, mas é impossível fazê-lo milagrosamente.”
Escrito isto, milagre, milagre mesmo, foi ainda assim termos conseguido ganhar este título…"

João Tomaz, in O Benfica

A maior vitória de todos


"Não vos escrevo sobre a conquista de um troféu, apesar de os últimos dias terem sido de uma riqueza extraordinária para os atletas do Sport Lisboa e Benfica, com a vitória na Liga Europeia de andebol ou a chuva de medalhas de ouro de Fernando Pimenta na canoagem. Hoje apetece-me escrever sobre a forma como os sucessos relativos ao Sport Lisboa e Benfica são festejados pelos seus adeptos.
Ao contrário do que já é hábito por parte dos adeptos e dirigentes de outros clubes em Portugal, nas vitórias do Glorioso não se entoam cânticos contra ninguém, não se deseja a morte de equipas adversárias nem se insultam as mães dos adeptos rivais. E não, caro comentadores e narradores de rádio e televisão: quando isso acontece, não se trata do estádio ou do pavilhão a puxar pela sua equipa, é só baixo nível, falta de educação e uma demonstração cabal de pequenez mental. Tenham a coragem de chamar os bois pelos nomes.
A homenagem de Gustavo Capdeville ao seu amigo e companheiro de seleção Alfredo Quintana e o exibir da camisola do malogrado guarda-redes de andebol nas bancadas do antigo Pavilhão Atlântico foram duas notas de destaque nas celebrações de uma conquista épica. Isso o os constantes cânticos de apoio e amor ao nosso clube.
O SL Benfica tem sempre de ser isto, independentemente daquilo que os nossos rivais façam e tenham feito nas últimas décadas. Tal como eles nunca serão como nós, é fulcral que continuemos a não descer ao nível dos energúmenos que, mesmo sem estarmos em campo, nos tentam insultar do baixo da sua falta de civismo e inteligência. Por exemplo (e antes que venham acenar com este triste fantasma), imitar o som de very-lights coloca qualquer pretenso adepto benfiquista num patamar impensável de falta de humanismo e decência. Só comparável ao daqueles que tentam insultar-nos, mas que nem para isso têm categoria."

Ricardo Soares, in O Benfica

Parabéns, campeões da Europa!


"Lamento dizê-lo, mas faço parte do infeliz grupo de pessoas que não esteve no Altice Arena no domingo ao final da tarde. O Benfica garantiu uma das maiores conquistas de sempre do clube e do desporto português ao vencer a Liga Europeia de andebol, num pavilhão eufórico onde os milhares de adeptos presentes estavam dispostos a permitir que os heróis que andavam a correr lá em baixo abandonassem o campo de mãos a abanar. E que bem que eles as abanaram, enquanto o jogo não acabava. Especialmente, a 3 segundos do fim, quando os sorrisos adversários demonstravam claramente que, por momentos, alguém se tinha esquecido de que estava a jogar contra o Benfica. O Kukic descobriu o Alexis, e todo o pavilhão o ajudou a tirar aquela bola para o fundo das redes. As bancadas explodiram, especialmente aquele ilustre adepto que as câmaras captaram em grande plano, que por acaso também se trata do presidente do clube. A partir dali, o desfecho não poderia ser outro.
Para os mais desatentos compreenderem a dimensão deste feito, vale a pena deixar algumas notas. O Magdeburg, finalista vencido, era o detentor do título e já venceu a Liga Europeia por quatro vezes. Fizeram um percurso imbatível até à final com 13 vitórias e 2 empates. São os líderes da Bundesliga, o campeonato mais forte do mundo, com 6 pontos de vantagem a 3 jornadas do fim. Nos últimos 17 anos, as equipas alemãs conseguiram ganhar 16 edições da prova. O azar de toda esta estatística foi encontrar um Benfica a jogar sob a escolta de milhares de benfiquistas em êxtase absoluto. Andebol são sete contra sete e no fim ganham os alemães... desde que o adversário não seja o Benfica."

Pedro Soares, in O Benfica

Bancadolândia


"Que inspiração!
Passadas 24 horas, sobre o inédito sucesso europeu do Benfica na modalidade de andebol, revistos os minutos finais do tempo regulamentar e o prolongamento quase meia dúzia de vezes, ainda me era difícil isolar apenas um adjectivo para sintetizar o resultado arrancado na final da EHF European League perante a melhor equipa do mundo na actualidade. 'Heroico' é o meu preferido, pela magia que aconteceu e se viveu no Altice Arena, das bancadas à quadra, e vice-versa, mas ainda mais pela resistência, pela incrível capacidade de transcendência, uma das impagáveis belezas do desporto, aspecto notável que em diversos momentos-chave permitiu 'enganar' cãibras e inventar oxigénio para resoluções ofensivas e defensivas que se afiguravam impossíveis. Tudo neste êxito é uma inspiração para o que resta na época e para que vem a seguir!

Verdade acima de suspeita
Juntando as peças do puzzle de incidências dos principais jogos da última e determinante jornada da fase de apuramento de campeão nacional dos sub-19, haverá substância para classificar este título do Benfica como tendo sido 'contra tudo e contra todos'. Opto por eleger a palavra 'compromisso' para forrar esta conquista, e ainda lhe junto 'alma'. Foi com esse binómio que, na penúltima ronda, a equipa virou um negativo 1-0 para um imprescindível 1-2 em Alverca e que, volvida uma semana, nos derradeiros minutos das decisões, o treinador Luís Araújo (com cartadas-chave, outra vez...) e os seus comandados derrubaram uma muralha chamada Braga e construíram o imperativo triunfo para ganhar o súbito 'golo a golo' com o FC Porto e, com isso, almofadar as celebrações do 25.º título nacional e da verdade desportiva.

Este recorde não é para todos
O enraizamento da vertente feminina do futebol e das suas agendas no espaço mediático acentua-se à velocidade dos incrementos competitivos e qualitativos, mas há registos que campanhas (es)forçadas não suplantam assim do pé para a mão. O recorde de assistência nas competições nacionais tem menos de um mês de vida e foi batido no Estádio da Luz (14221 espectadores). O calendário interno desta época ficou arrumado com a recente final da Taça de Portugal e o recorde oficial de 8 de Maio transita para a época 2022/23 como um número (e barómetro de evolução/interesse) e transpor."

João Sanches, in O Benfica

Que coisa linda!


"Escreveu-se história: o Benfica foi a primeira equipa portuguesa e conquistar a Liga Europeia de andebol.
Fê-lo com inteira justiça, após um jogo frenético, com prolongamento e de desfecho incerto até ao último segundo. Derrubou o detentor do troféu e líder destacado da melhor liga do mundo - a alemã.
A final de Lisboa, presenciada por milhares de benfiquistas em êxtase, foi o corolário de uma campanha assinalável, que começou em Agosto de 2021, e totalizou vinte jogos, alguns deles diante de equipas poderosas de Alemanha, França, Dinamarca e outros países com forte tradição na modalidade.
O nosso andebol, que durante anos andou arredado das grandes decisões, regressa agora aos títulos, e em grande estilo: com uma conquista internacional inédita, surpreendente e heroica, que orgulha todos os benfiquistas.
Trata-se, sem dúvida, do troféu mais relevante da história do andebol português. E constituiu também, juntamente com a UEFA Futsal Cup de 2010, e as Ligas Europeias de hóquei em patins de 2013 e 2016, o quarteto de melhores momentos de sempre do ecletismo encarnado. Mas, ao contrário desses triunfos, surge numa modalidade em que o nosso país está longe de ser uma das principais potências.
Por bons motivos, restam-me poucas linhas para sublinhar a conquista do Campeonato Nacional de juniores em futebol, que se juntou assim ao sumptuoso triunfo já obtido por alguns daqueles jogadores na UEFA Youth League. Bem como os campeonatos da formação em futsal e futebol feminino, também garantidos.
Tivemos, pois, um fim-de-semana à Benfica. Que seja o tónico para o que ainda falta disputar."

Luís Fialho, in O Benfica

Uma aventura especial


"É assim que se traduz o nome do já tradicional Special Adventure Camp que a fundação Football Is More organiza anualmente com a participação de equipas de futebol adaptado de grandes clubes europeus. No qual, evidentemente, não poderia faltar a equipa da Fundação Benfica agora que a covid nos permite a todos ir retomando as iniciativas presenciais.
Na verdade, é mesmo uma aventura especial esta participação que ficará gravada na memória de todos estes jovens ao lado dos seus dias mais felizes. Viajar até um país distante, ouvir falar uma língua diferente, reencontrar amigos dos emblemas mais prestigiados, jogar e apostar tudo na superação e na conquista é uma experiência inesquecível e edificante. E não só para os jovens mas para a equipa técnica que os acompanha e que tem na afetividade, na alegria e nos resultados a melhor das pagas.
Obrigado!"

Jorge Miranda, in O Benfica

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"0
Terminámos o campeonato nacional de andebol (feminino) invictos. Que grande época das nossas campeãs!

1
O Benfica venceu, pela 1ª vez, uma competição europeia de andebol. É o feito mais significativo da história do andebol nacional, valorizado ainda mais pelo fortíssimo adversário na final, o líder do melhor campeonato do mundo;

7
Os canoístas do Benfica estão em alta. O desempenho na Taça do Mundo de velocidade foi notável, com 7 medalhas de ouro ganhas. Só à conta de Fernando Pimenta foram 4, as restantes por Teresa Portela, João Ribeiro e Messias Baptista;

25
O Benfica sagrou-se campeão nacional de juniores pela 25ª vez, num época fantástica, que inclui o triunfo da UEFA Youth League. Um título ganho ao sprint na reta final, decidido por 2 golos de diferença;

60
A Benfica, SAD realizou o montante total pedido ao mercado na emissão do empréstimo obrigacionista 2022-25, com a procura (88,5 milhões de euros) a exceder em mais do dobro a oferta inicial de 40 milhões de euros e a superar em quase vez e meia a oferta aumentada para 60 milhões de euros. Trata-se de um sinal muito importante de confiança dos mercados na Benfica, SAD e uma operação de financiamento que permite maior liberdade atuação na implementação da estratégia;

4576
Quantidade de investidores na mais recente emissão da Benfica SAD de um empréstimo obrigacionista;

5055
Estiveram 5055 espectadores presentes na Altice Arena para assistir ao Benfica – Magdeburgo da final da Liga Europeia de andebol. A decisão de organizar a final four em Lisboa comportou riscos e um elevado investimento, mas mais do que valeu a pena. O apoio dos adeptos foi essencial para o extraordinário feito benfiquista."

Dobradinha


"A conquista da Taça de Portugal de andebol (feminino) fechou a magnífica temporada da nossa equipa. Este é o destaque da News Benfica, na qual também antevemos os jogos com o FC Porto e Sporting em basquetebol e hóquei em patins, respetivamente.

1
Regressado em 2018 à competição na vertente feminina do andebol, depois de longos anos de ausência e da interrupção das competições devido à pandemia, o Benfica voltou, em 2022, ao topo da modalidade. A nossa equipa sagrou-se campeã nacional 29 anos depois, sem ceder qualquer derrota. E agora venceu a Taça de Portugal (38-31 frente ao Colégio de Gaia), perfazendo uma dobradinha, a quinta, passados 30 anos da última. Fabuloso!

2
Na mensagem de felicitações do Presidente Rui Costa, destacamos o enaltecimento da extraordinária temporada da nossa equipa: "Alcançámos uma dobradinha que fica para a história e que vem enobrecer uma temporada notável: apenas um empate em todas as competições!"
Veja o resumo da partida e leia a reportagem, aqui.

3
É já às 19h00, na Luz, que se disputa o segundo jogo da final dos play-offs de basquetebol. Recordamos que, no primeiro embate com o FC Porto, alcançámos o triunfo, colocando-nos em vantagem na contenda.
Determinante para a vitória no jogo inaugural foi o magnífico apoio prestado pelos benfiquistas. Aaron Broussard, porta-voz do plantel na antevisão do jogo, lembra isso mesmo: "Temos de jogar com a mesma intensidade. Esperamos ter a mesma moldura humana nas bancadas. Vamos lutar para voltar a ter sucesso no jogo."
Não deixe de comparecer no Pavilhão e de ajudar a nossa equipa a somar mais um triunfo rumo ao título.

4
É já amanhã a terceira ronda das meias-finais do Campeonato de hóquei em patins. Com a eliminatória empatada, a nossa equipa está focada em assumir a liderança da corrida para a final.
O jogo é no Pavilhão João Rocha e está agendado para as 20h00. Fazemos votos para que não se repitam as cenas lamentáveis da última partida, que ganhe o melhor e que o melhor seja o Benfica."

A Seleção Nacional (que não é) de todos nós!


"• Zero naturalizados do SL Benfica na história de seleção;
• Naturalizações a pedido de FC Porto e Sporting;
• Convocatórias para valorizar jogadores de FC Porto e Sporting e permitir que acedam a determinados mercados;
• Abandono do Estádio da Luz a pedido de Pinto da Costa;
• Inexistência de convocados do SL Benfica por baixa de forma, enquanto outros têm lugar cativo mesmo lesionados;
• Convocatória de jogadores a serem negociados pelo SL Benfica, após 7 anos (sete!!!) de ausência, com o jornal O JOGO a intrometer-se descaradamente no negócio;
• Selecionador incompetente e subserviente a todos os poderes;
• Poder desmesurado a Cristiano Ronaldo, nunca visto na história de nenhuma seleção mundial;
• Uma claque patrocinada pela Federação Portuguesa de Futebol que só contém elementos da associação criminosa do Norte;
• Apagamento completo da ligação ao SL Benfica dos jogadores da nossa formação, ao contrário do que se passa com outros, como ontem vergonhosamente se comprovou;
• Comunicação Social completamente controlada, sempre os mesmos comedores;
• Por último, a enorme parolice que rodeia a seleção nacional;
Posto isto, não percebo como é que algum Benfiquista que se sinta consegue apoiar isto. E isto não se trata de escolher, porque nestas coisas não há escolha. É uma questão de sentir. Eu não consigo sentir nada por esta seleção a não ser repulsa e vergonha.
Repulsa e vergonha."

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Os 5 melhores reforços encarnados que já jogavam em Portugal


"Acrescentarias Alguém à Lista?

Deixou de ser um mercado preferencial para o SL Benfica. Rafa foi o último grande achado na Liga Portuguesa, já por valores proibitivos e que não justificam diferenças para outros mercados, menos observados e mais em conta para a carteira.
Ricardo Horta deve seguir o mesmo caminho – espera-se que com o mesmo sucesso – mas o clube encarnado tem, desde meados dos anos 80, olhado para outras latitudes do planeta de forma a descobrir os craques que no Portugal pré-25 de Abril vinham maioritariamente das colónias ultramarinas.
Os brasileiros primeiro – como Jorge Gomes, o estreante estrangeiro – os suecos depois, o um dó li tá geográfico dos anos 90 e 00, os sérvios no inicio da última década – as tendências têm-se alterado consoante as circunstâncias financeiras do clube se vão alterando e os objetivos desportivos se regulam de acordo com o contexto da equipa.
A velha certeza de um mercado nacional a rebentar de talentos convictos, a preço de saldo, deixou de existir, como veremos em cinco exemplos que seriam muito difíceis replicar aos dias de hoje. Três vindos do Boavista, dois (ou quatro) vindos do SC Braga.

1. Lima
Quatro milhões de euros que provocaram muitas dúvidas na altura, apesar das boas indicações do avançado brasileiro ao serviço do Braga. No play-off da Liga dos Campeões, hattrick no Sanchez Pizjuan frente ao Sevilha, na lendária vitória arsenalista por 3-4 – isto estávamos em 2010, nessa época Lima faz 14 golos em 50 jogos, ajudando a equipa a chegar à final da Liga Europa (perdida para o FC Porto).
Ano seguinte, sobe para 26 a contagem de golos, desce a de jogos – 44. A taxa cada vez mais promissora de acerto entusiasma os grandes portugueses, o Benfica é quem faz o maior forcing para a contratação nos últimos dias de Agosto de 2012, numa transferência já fora de horas: além dos quatro milhões de euros, seguiu Michel – outra promissora estrela dos relvados portugueses, desvendada pelo Paços de Ferreira – para a capital do Minho, Lima para Lisboa.
Se a dupla tinha sido Aimar-Cardozo até ai, ás vezes Rodrigo, a partir dai Lima passa a fazer com Óscar outra com enorme poder de fogo: só nessa primeira epoca juntos fazem 63 (o brasileiro 30, o paraguaio 33).
Ano seguinte, Lima faz 21 – dois no jogo do título, versus Olhanense – e depois, na última época, 19, quando se sagra pela segunda vez campeão português. Ao todo, 70 golos em 144 jogos, dois campeonatos, uma Taça, duas Taças da Liga e uma Supertaça, além de duas finais europeias.

2. Tiago, Armando Sá e Ricardo Rocha
José Veiga era por essa fase um dos mais influentes empresários portugueses. Estávamos na passagem de 2001 para 2002, em 2004 seria dele a responsabilidade de construir o plantel que Trapattoni faria campeão em 2005 – mas nesse Janeiro, quando o Benfica ainda estava a meter ligaduras nas feridas abertas por Vale e Azevedo, um pacote do mercado português deu um jeitaço.
A ideia foi de Veiga: três das peças mais em destaque daquele SC Braga 2001-02 (treinado pelo saudoso Manuel Cajuda, acabaria no 9º lugar) seriam reforços do Benfica, pericilitante na luta pelo pódio. Três milhões de euros seria o preço, com Mawete e Ricardo Esteves a seguirem no caminho inverso.
Preço demasiado aceitável tendo em conta que, por esses tempos, Rui Costa chegava a Milão por 41 milhões, Verón trocava Roma por Manchester a troco de 42 e Mendieta saía de Valencia por… 48. Armando, Ricardo Rocha e Tiago, não sendo estrelas planetárias, seriam também peças importantes na reconstrução do Benfica interpretada uns tempos depois por José Antonio Camacho, sendo os três vencedores da Taça em 2004 ( só Ricardo chegaria a campeão, em 2005).
Armando tinha seguido no verão para Villareal (jogou tambem no Espanyol e no Leeds) e Tiago era levado debaixo da asa de Mourinho para o Chelsea. Rocha seria o parceiro de Luisão no título de 2005 e ficaria até 2007 – seguiram-se Tottenham, Standard Liége e Portsmouth, numa altura em que os Pompey tinham equipas entusiasmantes na Premier.

3. Nuno Gomes
Nuno Ribeiro era a coqueluche dos escalões de formação boavisteiros. Nuno ‘Gomes’ já era quando foi campeão nacional de juniores, campeão europeu sub-18 em Espanha ou terceiro lugar no Mundial sub20 do Catar, em 1995, já depois de se ter estreado pelos AAs do Boavista pela mão de Manuel José – o apelido vinha do Bibota, o craque portista que fora o original no penteado e nos golos.
Ribeiro aprendeu depressa, no Bessa começa interessante dinâmica com as balizas, ganha uma Taça de Portugal, estreia-se nas provas da UEFA – e ao Benfica chega em 1997, por 600 mil contos (3 milhões de euros). Na Luz marca 76 vezes até 2000, quando a prestação no Euro do Benelux chama a atenção da Fiorentina, que acabara de perder Batistuta para a Roma mas ainda tinha Rui Costa.
Fatih Terim desembolsa 19 milhões por Nuno e faz dele o seu ‘9’ titular, Roberto Mancini depois, em inicio de carreira, já não – e o português só não sai mais cedo de Itália por um golo decisivo na final da Taça. Apesar do troféu, em Florença haviam problemas financeiros e muitas dívidas, que provocaram a queda para os escalões inferiores: e o plantel inteiro de passe na mão, autorizados a procurar novo clube.
Como Nuno tinha sido feliz em Lisboa, para lá fez questão de voltar. Estávamos em 2002. Só voltaria a mudar de ares em 2011, 90 golos depois (166 no total).

4. João Vieira Pinto
Campeão mundial em Riade em ’89, com menos dois anos que os outros, e já figura de proa no título de 91, JVP foi desde cedo habituado a grandes pressões, a que os holofotes sobre si ficassem colocados. Deu tanto nas vistas como adolescente que o Atlético de Paulo Futre foi buscá-lo à Invicta e integrou-o na equipa secundária, como forma de preparação para fazer dupla com o astro português.
A inveja dos colegas levou a que não fosse recebido da melhor forma, a experiência foi tão negativa que JVP voltou assim que pode ao país de origem e daqui nunca mais saiu, ao contrário de todos os seus colegas da Geração de Ouro.
Voltou ao Bessa, fez nova grande época, levando a equipa às costas até na caminhada europeia – e o SL Benfica de Jorge de Brito não descansou enquanto não o pôs na Luz, depois de muito guerrear com o Sporting pelo concurso da pérola.
O “Menino de Ouro” ficaria de águia ao peito até 1999, sendo figura essencial no título 1993-94 e um capitão muitas vezes desacompanhado na fase que se seguiu, a pior desportivamente que o clube já atravessou.

5. Isaías
O Profeta começou por baixo. Não veio do Flamengo ou do Vasco, chegou a Portugal vindo do Cabofriense. Ao contrário da maioria dos brasileiros que chegavam aos grandes na época, não era internacional brasileiro.
Desembarcou em Vila do Conde primeiro – depois de já ter estado á experiência no Belenenses, sem sucesso – e findo um ano, chega ao Bessa.
O espírito voluntarioso e a força que demonstrava em cada lance fizeram dele dor de cabeça para as defesas nacionais, o pontapé canhão foi outro cartão de visita que fizeram o Benfica apostar nele em 1990, na ressaca da final perdida em Viena para o Milão.
Na Luz esteve até 1995, cinco anos de muitas memórias criadas á custa desses predicados como jogador que o afastavam do protótipo craque brasileiro – geralmente elegante e cuidadoso, como Valdo – e o aproximavam do ideal do Terceiro Anel de jogador à Benfica, mais abnegado na obtenção das vitórias, que foram muitas – se calhar poucas para tanta vontade.
Em dez remates para as nuvens, um acabava no fundo das redes de forma inesquecível – como em Highbury, por exemplo. Ou nas cinco vezes que marcou ao Porto, ou as cinco que marcou ao Sporting. Ou como no golo em carrinho no temporal do Bessa."

Falar Benfica - Revisão Estatutária

5.ª Dobradinha...

Benfica 38 - 31 Colégio Gaia
(20-14)

A meia-final acabou por ser mais complicada, hoje, na final tivemos sempre por cima, em grande no contra-ataque, com a Alina a dar show...

Excelente final de temporada, naquela que é claramente a melhor equipa nacional.
Uma palavra para a Viktoriya, que apesar de tudo o que se está a passar no seu país, com a sua família no meio da confusão, continua a ser decisiva no Benfica!

Cadomblé do Vata


"No quarto de círculo o tremelicante esférico soçobrava aos efeitos do frio invernal da capital e ao troar violento das gargantas do Terceiro Anel. Avesso a sentimentalismos, Hans-Jurgen Stefan Schwarz aplica-lhe um chapadão na face com a canhota raçuda, atirando a redondinha pela estratosfera da Luz, na direção da cabeça de José Carlos Nepomuceno Mozer, que impacientemente a aguardava na grande área adversária. Com espírito maldoso e por que não dizê-lo, abrutalhado, Paulo Rebelo Costinha sai da linha de baliza e agride impunemente a bola a soco, fazendo-a sobrevoar os céus portugueses na direção da cabeça da área, onde sempre expedito e ressacado, Vassili Sergeyevitch Kulkov se transfigura num André Agassi rechonchudo corta o objeto voador perfeitamente identificado com um amorti de cabeça, conduzindo-o milimetricamente para o peito taurino de Isaías Marques Soares. Controlando majestosamente a prenda enviada pelo russo entre os mamilos, o cabofriense deixa-a a pairar em frente aos olhos. Numa nesga de espaço de visão vislumbra Stanislaus Henrikus Christina Valckx em corrida na sua direção. Num movimento de rompante, manobra o canhão destro da direita para a esquerda, aplicando uma chicuelina no pobre ainda-holandês que só pára agarrado às tábuas de publicidade, afaga a amada com um cafuné na coxa e dispara imparável rente à base do poste direito, onde Paulo Rebelo Costinha chega tarde por se ter demorado a desentrelaçar o nó nas pernas que Sergei Nicolaevich Yuran havia tecido no golo do empate. O derby era o “dos traidores” mas com mais um golo decisivo, o Profeta fez questão de demonstrar, se porventura duvidas houvesse, que o Herói da Catedral continuava a vestir de vermelho e branco."

Alexander Bah, é mesmo Reforço?

Lateral Esquerdo, in Lateral Esquerdo

Visita...

Hoje o Papa Francisco reza o E-Terço, o Professor Marcelo tira selfies. Os árbitros não. Ou estão mudos ou estão calados


"A arbitragem portuguesa do século 21 é cega, surda e muda. Não fala, não explica, não diz nada. Rigorosamente nada, escreve Duarte Gomes, lamentando como, passados tantos e tantos anos, as estruturas que comandam a classe continuam a escolher o caminho do silêncio

Pelo que me é dado a perceber, a divulgação pública dos áudios "Árbitro/VAR" é um dos grandes objetivos das sociedades desportivas para a próxima época.
Com base na premissa "mais e maior transparência", parece claro que a ideia de fundo é saber tudo o que acontece ao nível da decisão. Para os clubes, isso permitirá (?) afastar eventuais fantasmas sobre a integridade do processo.
Trocando por miúdos, acho que a maioria dos equipas (e não só) não confiam nos árbitros, na sua integridade e competência. Precisam "ver para crer", que é como quem diz, ouvir para confirmar que nada de errado aconteceu.
Podíamos discutir essa ideia envelhecida, a de que forças superiores conspiram para prejudicar uns em detrimento de outros, mas se calhar o mais importante é dissecarmos os "porquês":
- Porque é que isso continua a acontecer? Porque é que as pessoas duvidam sempre da honestidade do que se faz em campo e em sala? De onde vem tanta desconfiança, tanta suspeição? Como podemos dilui-la?
Parece-me que uma das principais causas para tanta neblina é a inexistente abertura da arbitragem ao exterior.
Já o escrevi muitas vezes e, por acreditar convictamente nisso, fá-lo-ei tantas vezes quanto necessário: a comunicação da arbitragem de hoje não é boa nem má. É nula. Não existe.
Passados tantos e tantos anos, as estruturas que comandam a classe continuam a escolher o caminho do silêncio. A arbitragem portuguesa do século 21 é cega, surda e muda. Não fala, não explica, não diz nada. Rigorosamente nada.
Não é crítica nem ofensa, é um facto indesmentível.
Esta forma de estar fazia, a certo momento, todo o sentido. Os tempos eram outros, menos avessos às tecnologias e a uma habituação do uso da palavra. Dizia a prudência que, na altura, o melhor era não alimentar a confusão com palavras que seriam sempre mal interpretadas. Certo. Mas o futebol cresceu, os tempos evoluíram, as pessoas ajustaram-se a novas dinâmicas de comunicação e o setor tem que acompanhar essa mudança.
Hoje o Papa Francisco reza o E-Terço, o Professor Marcelo tira selfies, o Primeiro-Ministro português relata no Twitter a sua atividade política e até o Presidente Zelensky dá notícias diárias sobre a guerra, no seu Instagram pessoal.
Os árbitros não. Ou estão mudos ou estão calados, a serem alvo de críticas excessivas, desconfianças sistemáticas, ofensas s visitas pontuais a centros de treino. Continuam a ser enxovalhados pelo facto de exercerem a sua função.
E o que é que quem os gere, quem os supervisiona, diz em sua defesa? Nada. Não diz nada.
Por vezes, emite um comunicado aqui, outro ali, muito tímidos, quase a pedir licença para não incomodar.
Desculpem, mas está mal e não é só aí.
Quando os mais novos são agredidos a soco e ao pontapé, nos distritais ou futsais desta vida, o que é que a casa-mãe diz ou faz?
Nada! Rigorosamente nada! Silêncio total.
Mas o pior mesmo é em relação ao ruído tóxico que algumas decisões provocam cá fora. O pior é o prolongamento, para a opinião pública, de um penálti ou fora de jogo discutível. O que é que a arbitragem faz aí?
Nada! Não faz nada, não diz nada. Nunca fez. E continua a não fazer.
Com todo o respeito pelos muitos amigos que tenho por ali (que sei serem competentes e darem o melhor de si), é tempo de mudar a estratégia.
Falar para o exterior será sempre censurável para os tribalistas, mas para quem pensa para lá do coração, terá sempre outro valor.
Se a comunicação for feita com estratégia e ponderação, em momentos pré-definidos, de forma didática e equitativa e com coerência e critério, tem tudo para ser fundamental no restabelecimento da confiança na classe.
Não tenham dúvidas, esse silêncio é um dos maiores responsáveis pelo atual clima de suspeição. Quando as pessoas não percebem, quando não entendem, quando não conhecem nem acompanham de perto processos sensíveis e estruturantes, desconfiam. Está-lhes no sangue, essa necessidade interior de ver para crer, o que nos leva de novo à questão da divulgação dos áudios:
- Um comunicado datado de 2020 (o mais atual à data), assinado por Pierluigi Collina e Massimo Bussaca, proíbe a transmissão de áudios "ao vivo", ou seja, durante o decorrer dos jogos. No entanto, permite que a entidade que organiza a competição (no nosso caso, a Liga Portugal) possa divulgá-los à posteriori, desde que o faça a título de exemplo, para "fins educativos".
Fica a dica."

Juvenis - 6.ª jornada - Fase Final

Benfica 2 - 3 Braga
Varela, Almara


Primeira parte desastrosa, com 0-3 ao intervalo...
Estas Fase Finais de Juvenis, interrompidas praticamente todos os anos com os Europeus de sub-17, normalmente dão sempre mal resultado, com os jogadores a chegarem 'cansados' e/ou desfocados...
As hipóteses já eram poucas, assim...
Independentemente do jogo de hoje, esta equipa, na minha opinião foi mal gerida/treinada, durante toda a época. A possibilidade do treinador ser promovido aos Juniores na próxima época, assusta-me!

Iniciados - 6.ª jornada - Fase Final

Benfica 1 - 3 Sporting
Jesus


Confirmação da má fase final...

Vergonha no Hóquei


"Estamos na final da Taça de Portugal de andebol (feminino), lideramos a final do Campeonato de basquetebol, apurámo-nos para a final do campeonato de futsal (feminino), tudo num sábado infelizmente marcado pelo comportamento lamentável de hoquistas do Sporting.

1
O Sport Lisboa e Benfica repudia de forma veemente os episódios registados durante o dérbi de hóquei em patins no Pavilhão Fidelidade. Foram demasiado graves ‒ revejam-se as imagens da TV ‒ e não podem passar impunes.
A Federação de Patinagem de Portugal não pode ignorar situações como as que ocorreram no jogo 2 da meia-final do campeonato. A impunidade prevalece há demasiado tempo para alguns agentes nesta modalidade.
Tudo começou com uma agressão clara de Ferrant Font, na primeira parte, ao nosso guarda-redes Pedro Henriques, e terminou com uma sticada de João Souto na barriga de Lucas Ordoñez ‒ instantes antes já tinha sido alvo de um encosto com o capacete por parte do reincidente Ângelo Girão ‒ e com um murro de Henrique Magalhães a Pablo Álvarez.
Estes comportamentos condenáveis dos atletas do Sporting Clube de Portugal têm de ser punidos, severa e exemplarmente. E já.
Tem a palavra o Conselho de Disciplina da FPP.
Vencemos o jogo por 3-2. A eliminatória está empatada com uma vitória para cada lado e é disputada à melhor de cinco.

2
Fruto de uma grande exibição, a nossa equipa de basquetebol adiantou-se na final dos play-offs. O triunfo por 21 pontos (79-58) reflete a superioridade patenteada ao longo da partida (resumo). Na opinião de Norberto Alves, “a equipa, defensivamente, esteve muitíssimo bem. Controlámos bem o jogo a partir da defesa”.
O segundo jogo também é na Luz, segunda-feira às 19h00. O nosso treinador relembra que “não há jogos iguais” e que os adeptos benfiquistas, à semelhança de ontem, em que “nos deram uma energia extra para enfrentar uma equipa como o FC Porto” são muito importantes para somarmos mais uma vitória. Não falte!

3
Estamos na final da Taça de Portugal de andebol (feminino)! Ganhámos, por 26-28, ao Alavarium e hoje disputa-se a final, com o Colégio de Gaia, às 16h00, em Santo Tirso. Pode ver o resumo e ler a reportagem, aqui. Apoie a nossa equipa!

4
A nossa equipa feminina de futsal apurou-se para a final do Campeonato, ao bater o Novasemente, por 8-0. O adversário é o Nun’Álvares. Recorde-se que, no dia anterior, a equipa masculina carimbou a passagem às meias-finais.
No hóquei em patins (feminino), também garantimos a presença nas meias-finais do campeonato, ao vencer, por 3-1, o Stuart Massamá.
E, no andebol, vencemos na deslocação ao Águas Santas, por 22-27. Na próxima semana realiza-se a final four da Taça de Portugal. O nosso adversário nas meias-finais é o Sporting."

O City !!!


"Comentadores da RTP, canal pago por todos nós, a demonstrarem o seu complexo tremendo de inferioridade em relação ao Benfica.
"Golo made in Portugal, made in City", sendo ambos os jogadores formados no Benfica.
Já na jogada em que o árbitro marcou penálti e depois no VAR marcou livre, disseram que foi uma jogada made in Sporting.
Mais, num país onde o desporto cada vez bate mais fundo, vemos, em Alvalade, o jogador mais sem escrúpulos que passou pela seleção nacional, Otávio, a receber uma autêntica ovação devido ao seu anti-benfiquismo primário e um jogador do Benfica que não ofendeu ninguém, Seferovic, a levar uma assobiadela monumental.
Para terminar, pior que sermos desrespeitados num canal público e num estádio, é constatar que temos adeptos que para eles está sempre tudo bem. Ou é "joguem mas é à bola", ou é "também estão sempre a criticar", ou é "os árbitros erram para todos". Tudo tem desculpa, mas quando é para criticarem o Benfica estão na linha da frente.
Com benfiquistas assim nem precisamos de rivais. Nem para nós somos bons.
O estado a que o futebol português chegou é demasiado triste. Que sirva de reflexão."

domingo, 5 de junho de 2022

Revolta...


"Mais uma vez, um jogador profissional do Benfica a fazer o papel de Presidente. Isto depois de mais uma vergonha nacional no jogo de Hóquei contra o BCP onde as agressões se multiplicarem. Estamos a atingir o limite do insustentável. Ou Rui Costa decide começar a denunciar, agir judicialmente e lutar com todos os meios contra o mal que nos estão a fazer em todas as frentes, ou isto vai correr mal. Para o Rui Costa e para quem nos tem pisado, enxovalhado e desrespeitado. Não queiram ver o povo do Benfica revoltado...
Afonso, estamos contigo e vamos fazer tudo para encher os pavilhões nesta fase final de todas as modalidades. Sabemos bem o que vocês têm sofrido em particular. Segunda-feira às 19h é obrigatório encher o Pavilhão no 2ºjogo da Final do Playoff de Basquetebol contra o Calor da Noite!
Vamos com tudo! Vale tudo, e se vale tudo, vamos para cima sem medo!"

As imagens não foram esclarecedoras!!!!!!


"Que os árbitros não respeitam o Benfica e tem sido uma série de escândalos atrás de escândalos em todas as modalidades e formação, já todos sabemos.
Agora ler coisas tão estapafúrdias na comunicação desportiva que mais não tem servido de veículo de proteção para abafar o que se passa todas as semanas, é que diz muito do estado do desporto a que chegámos.
Os jornalistas têm a obrigação de informar, de expor o que se passa, e não de omitir e proteger determinados orgãos e clubes. O que aconteceu ontem em hóquei em patins, no dérbi entre o Benfica e Sporting, foi demasiado escandaloso e à vista descarada de todos - até de um cego!
Abrir os jornais lançados hoje, folhear e ler que "as imagens não foram esclarecedoras" é um escarro absoluto na cara de todos."

Impunidade Clube de Portugal


"Eis, a 2ª e 3ª agressões da noite. No final? 1 vermelho.
Ficamos à espera das decisões da FPP, mas certamente ninguém terá visto nada."

Festival...


"O desporto em Portugal está transformado numa guerra sem quartel. Vale tudo desde que o Benfica foi decapitado pelo caso dos e-mails.
Hoje foi apenas mais um de inúmeros e vergonhosos episódios. Nos últimos 20 segundos tivemos:
✅️ Uma cabeçada ao Ordonez;
✅️ Uma stickada sem bola;
✅️ Dois murros do Magalhães ao Alvarez.
(...)
Num país civilizado estas bestas não voltavam a jogar, mas neste país de sabujos e dragartos ainda são defendidos e elogiados por terem "raça".
Veremos se Frederico Varandas, o secretário de Estado do desporto João Paulo Correia e a Federação Portuguesa de Patinagem vêm repudiar e condenar a pouca-vergonha que assistimos hoje."

Esperar sentado!!!


"Contar quanto tempo vai levar a Frederico Varandas, ao João Paulo Correia e à Federação de Patinagem a condenar este hat-trick: stickada na barriga, murro e stickada na garganta!"

Vitória, em mais um show de impunidade...!!!

Benfica 3 - 2 Sporting

Mais um espectáculo vergonhoso, nesta modalidade... A impunidade tem destas cosias, esta gente, acha que nunca será penalizada, principalmente quando defronta o Benfica!!!
Foi mostrado um Vermelho, quando deveriam ter sido 7 !!! E sim, o Pedrão e o Lucas também deveriam ter levado Vermelho, pela resposta às agressões dos adversários!!!
Agora, deveriam ter sido mostrados 5 Vermelhos à Lagartada, sendo que o habitual porco do Girão, deveria ter levado Vermelho duas vezes... acabou por levar Azul, na segunda expulsão perdoada!!!
Foram assinaladas 12 faltas ao Sporting, quando de facto, devem ter cometido mais de 25 faltas... É um milagre, o Benfica ter ganho este jogo, um verdadeiro milagre!!!

E se alguém espera um exame de consciência, pode ficar à espera sentado, porque os próximos jogos, prometem mais 'espectáculo'!!!

Jogo 1: primeira vitória!

Benfica 79 - 58 Corruptos
17-14, 23-12, 22-15, 17-17

Sinceramente, esperava mais dificuldades... mas a equipa esteve bem quase sempre, principalmente na defesa! Individualmente, somos bastante superiores, mas a equipa nem sempre tem defendido com a mesma intensidade, e às vezes, as 'brancas' ofensivas prolongam-se por demasiado tempo, mas hoje tudo correu bem...
Mas, foi só uma vitória, não podemos pensar que os próximos jogos, vão ser iguais... mantendo o espírito defensivo, teremos muitas hipóteses de triunfar... Faltam mais duas...!!!!

Vitória...

Águas Santas 22 - 27 Benfica
(12-13)

Último jogo do campeonato, na ressaca da vitória na Europa, e na véspera das decisões da Taça! Rodando, dando descanso a muitos...

Insuspeito não-benfiquista!

Benfica – algumas reflexões para 2022/23


"Estamos oficialmente no defeso, depois de uma época literalmente falhada a nível interno, mas com um percurso invejável na Champions, competição em que, com indiscutível mérito e alguma sorte, atingimos os quartos de final, proporcionando algumas alegrias aos adeptos. Um defeso para já marcado pela estabilidade decorrente do sucesso do empréstimo obrigacionista que possibilitará, estou certo, uma tranquilidade financeira essencial para o planeamento da nova época.
Foi mesmo, a nível interno, uma época para servir de exemplo do que não queremos que se repita. No campeonato, um 3º lugar esperado há muito, sem que, na minha opinião, tudo tivesse sido feito para tentar mudar o que desde há meses era mais que previsível. Eliminações na Taça de Portugal e Taça da Liga que nunca podem ser aceites como normais porque do Benfica se exige sempre muito mais. Desde demasiado cedo se começou a pensar na próxima época, refletindo uma (nova) realidade a que os Sócios não se querem habituar: "P’ró ano é que é…!"
Como carpir mágoas é inútil e do passado só se devem tirar ilações para evitar a repetição de erros no futuro, porque as glórias ficam nos museus, falemos então do futuro e do que vamos lendo, sem acesso a qualquer informação privilegiada.
Verifico que parece existir uma preocupação de construir a nova época com base em alicerces mais sólidos quando se clarifica na SAD uma Comissão Executiva, cerceando acessos a informações privilegiadas. Verifico o repescar de Lourenço Coelho, há demasiado tempo na prateleira por razões incompreensíveis para quem está de fora. Constato a contratação de um treinador diferente (Roger Schmidt), com um percurso que credibiliza apostas em jovens com potencial, mas que não descura a fundamental experiência para enquadrar as promessas. Leio a promoção de Luis Castro a treinador da equipa B depois de um triunfo altamente meritório na Youth League.
Os caboucos estão lançados, falta "construir a casa". Vão-se conhecendo contratações, algumas indiciando opções diferentes de um passado que nos conduziu à atual situação, em que predominavam apostas que desportivamente eram incompreensíveis. Quem está de fora, como eu, percebe a lógica das aquisições confirmadas e nomes badalados, o que transmite uma sensação de que poderemos fazer diferente para melhor. Agora esperamos as saídas do plantel, umas pela valia indiscutível dos jogadores que os "tubarões" cobiçam, outras porque, realmente, os jogadores em questão não possuem categoria para jogar no Benfica, ao nível da exigência competitiva inerente à sua dimensão e responsabilidade histórica.
Vemos um Presidente (Rui Costa) a amadurecer como dirigente desportivo, assumindo paulatinamente um papel que até há escassos 12 meses não vislumbrava e para o qual obviamente nunca se preparou, sempre reduzido durante largos anos a figura quase decorativa, exceto no que respeitava à representação institucional do Benfica que, no fundo, era mesmo a única função/responsabilidade que detinha. As últimas eleições e, sobretudo os 84,48% atingidos, deram-lhe a necessária legitimidade, absolutamente fundamental para hoje ser assumida.
A sua lista, de consensos entre diversas alas de um vieirismo, não empolgou ninguém, mas a oposição (que existe e não é despicienda) também não se mostrou na altura e, sobretudo, à altura das responsabilidades. Ganhou fôlego para 4 anos, mas este período só será atingido com sucessos desportivos no futebol profissional. Bem pode o andebol ganhar a EHL European League ou o Voleibol ganhar o campeonato que se o futebol continuar nesta apagada tristeza as eleições a meio do mandato serão o cenário mais que provável.
É público e notório que não me revi no vieirismo, sobretudo desde que Jorge Mendes passou a ser "parceiro estratégico" (expressão atribuída a LFV) porque temia pelas consequências, por um privilegiar do negócio sobre a vertente desportiva. Por isso apoiei RGS nas penúltimas eleições e pertenci a uma ala do BBM que discordou da sua integração na lista de Rui Costa pela intrínseca valia desse Grupo de reflexão que justificaria ir a eleições para ser alternativa no futuro. Mas ser Benfica é desejar SEMPRE o sucesso do Clube, seja quem for que o dirija, apenas exigindo como contrapartida, que os seus Órgãos Sociais o credibilizem e tenham procedimentos de lisura publicamente reconhecidos.
Discordar construindo é apanágio da democracia benfiquista. A unicidade de pensamento torna-o um Clube/SAD amorfo e sem alma, sem discussão e à mercê de interesses pessoais. Infelizmente, muitos destes vieiristas que pululam nos camarotes a troco de uns croquetes e de uns abraços circunstanciais, confundem o salutar discordar com desejos de derrotas do Clube/SAD de quem critica, atribuindo objetivos medíocres, como o de derrubar os órgãos legitimamente eleitos. Estes "yes men", no fundo, destroem muito mais do que quaisquer críticas fundamentadas que sejam feitas e, ao contrário do que julgam, nem o respeito de quem apoiam incessantemente conseguem obter.
Concluindo, vamos então ao "Ano Novo, vida nova". Os primeiros sinais dão alento às mudanças que todos ansiamos. Vejamos os próximos sinais, fundamentais para um início de época que nos dê a ambição de inverter rumos, começando logo por passar as pré-eliminatórias da Champions, objetivo essencial, tanto do ponto de vista desportivo como financeiro."

Apito Dourado, a grande mentira das escutas

 


A brincadeira que tramou Grimaldo | SL Benfica


"A Aventura Do Jogador Espanhol No SL Benfica Está Prestes A Chegar Ao Fim Após Um Triste Episódio

Comparar o comportamento dos jogadores do SL Benfica esta época, é como viajar aos meus tempos de escola onde havia os meninos mal comportados da turma e que criavam mau ambiente dentro da sala de aula.
O “ano letivo” de 2021/2022 dos encarnados não foi de todo positivo, que em parte se deveu a alguns casos de indisciplina que assolaram a equipa. A discussão de Pizzi com Jorge Jesus no final do ano foi só o rastilho que originou uma “explosão” dentro do plantel, que se recusou a treinar e que culminou com a saída do agora treinador do Fenerbahçe SK.
É verdade que o ambiente melhorou após a saída de Jesus mas um outro “menino” mal comportado viria a dar que falar neste final de temporada.
É o caso de Alejandro Grimaldo, que pode ter os dias contados no SL Benfica, depois de ter ficado irritado quando soube que tinha sido convocado para o derradeiro encontro do campeonato frente ao FC Paços de Ferreira, que os encarnados venceram por 0-2.
O ainda lateral-esquerdo das águias chegou mesmo a riscar o seu nome da convocatória e como se não bastasse, ainda desenhou um emoji e escreveu a palavra “brincadeira”.
À hora do jogo em que devia estar dar o seu contributo à equipa, Grimaldo já se encontrava em Espanha a gozar umas férias antecipadas, situação que deve ter deixado os responsáveis do clube da Luz à beira de um ataque de nervos, pois ao que parece, o jogador não tinha autorização para se ausentar.
Resta agora saber o que vai acontecer a Grimaldo depois deste momento insólito que não me lembro alguma vez de ter visto no SL Benfica. Um processo disciplinar vai ter de certeza e a sua continuidade na Luz está por um fio, se é que esse fio ainda existe.
O número três encarnado não só faltou ao respeito aos seus companheiros de equipa e ao clube que lhe paga, como aos adeptos benfiquistas que o idolatram (ou idolatravam), ele que foi sempre um dos jogadores mais acarinhados do plantel.
A sua recusa em querer viajar até à capital do móvel para o desafio com os “castores” foi um ato de indisciplina muito grave que Rui Costa terá de avaliar muito bem as consequências que pode trazer, não só para o jogador, mas principalmente para o próprio clube que pode perder alguns milhões numa futura transferência, pois o mal está feito e Grimaldo passa assim a ter “cadastro” para quem o quiser contratar.
É do conhecimento público que o defesa de 26 anos não pretende renovar com o SL Benfica e parece estar a fazer tudo para que o mandem embora. Entendo este ato irrefletido de Grimaldo como uma provocação de alguém que deve estar farto de Lisboa onde já está há seis anos e quer mudar-se para outras paragens, sendo o FC Barcelona uma das sua primeiras escolhas, ou não fosse o clube que o formou.
O que mais me espanta no meio disto tudo é que dentro das quatro linhas mostrou sempre um grande empenho e profissionalismo e nada fazia prever esta situação, por mais vontade que tivesse em fazer as malas.
Ter feito birra por não querer participar num jogo que só serviu para cumprir calendário não pode nem deve servir de exemplo para nenhum desportista, já que atitudes como esta só prejudicam a sua imagem e o seu futuro como jogador.
Quase todos os anos havia rumores de que Grimaldo ia sair do SL Benfica mas acabava sempre por ficar no clube onde já marcou 19 golos e ajudou a conquistar oito títulos.
Só que desta vez parece que isso vai mesmo acontecer e a recente contratação do lateral-esquerdo Mihailo Ristic evidencia ainda mais que o espanhol é uma carta fora do baralho de Roger Schmidt para 2022/2023."