Últimas indefectivações

terça-feira, 29 de março de 2022

Quo Vadis TAD?


"Reconheçamos o óbvio: o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) nasceu com imensos anticorpos. Políticos e corporativos. Os primeiros traduzidos na votação da sua criação na Assembleia da República. Os segundos através do escrutínio do Tribunal Constitucional ao processo que culminou na lei do TAD e dos diversos corpos das magistraturas e outros agentes do universo judicial que pura e simplesmente convivem mal com a sua existência. Limitamo-nos a constatar os factos e sobre eles não emitimos qualquer juízo de valor.
Contudo, tratando-se de uma entidade criada por uma lei da República cumpri-la é uma obrigação de todas as entidades públicas, sem prejuízo, nos espaços próprios, de exercer um escrutínio crítico sobre o seu funcionamento e procurar melhorias face aos constrangimentos unanimemente reconhecidos
Ao Comité Olímpico de Portugal (COP) foram atribuídas responsabilidades de instalação e funcionamento que procurámos cumprir da forma que entendemos adequada e cujos resultados foram reconhecidos como positivos.
Dos membros que constituem os diferentes órgãos do TAD espera-se naturalmente que tudo façam para prestigiar o Tribunal.
O mesmo se espera dos que desejaram ser árbitros do TAD, indicados por várias entidades e sujeitos a uma selecção.
Seria pouco compreensível, que uns e outros, não estivessem na primeira linha de promoção do prestígio do TAD e ao invés apoucassem as suas decisões ou desvalorizassem o seu trabalho.
O currículo dos árbitros que o servem é reconhecido e ao longo dos sete anos da sua existência a qualidade do produto da sua actividade jurisdicional é relevante e não fica atrás das decisões dos tribunais do Estado ou de outros centros de arbitragem institucionalizados.
Mas tudo correu bem? Não. O acesso ao TAD não é difícil para algumas entidades desportivas? É. Não houve decisões polémicas? Seguramente que sim. Não houve decisões recorríveis e atendíveis? É óbvio que houve. Mas o mesmo ocorre nos tribunais do Estado. São consequências normais em qualquer instância de administração da justiça.
A importância e essencialidade do TAD e o papel do COP na sua instalação sempre nos mereceram uma constante análise crítica à sua configuração e ao seu modo de acesso e funcionamento. Por esse motivo, não deixámos de apresentar propostas com vista à defesa intransigente de uma melhor e mais equitativa justiça desportiva no universo nacional.
Por outro lado, sempre entendemos que o insucesso do TAD, seria muito penoso para o sistema desportivo atendendo ao histórico da sua criação. Mas compreendemos perfeitamente que outras lógicas conflituam com este nosso entendimento. E que, no limite, haja quem defenda outras soluções perante o bem maior que é a justiça e o desporto um mero apêndice da sua aplicação.
Esquecem, porventura, que o valor da justiça deve ser adaptado às circunstâncias do desporto, como outras áreas também reconduzidas à arbitragem, por se considerar ser a melhor solução para combinar justiça com a especialização para certo tipo de procedimentos.
A vida democrática, de que a justiça é um seu regulador, faz-se com pessoas e instituições que transportam percursos e vivências e nem tudo é, como gostaríamos, ideal.
A desqualificação ou desvalorização do TAD é muito negativa para o sistema desportivo. A jurisdição desportiva sob auspícios do TAD é uma realidade que levou o seu tempo a construir, que não é perfeita e que cabe a cada elemento que a compõe e ao universo desportivo melhorar e proteger. Esperar que o TAD, em tão curto período de tempo, cumprisse exemplarmente os objectivos da sua criação -especialização e celeridade - seria ignorar que nenhuma instância de justiça prescinde de maturidade organizacional que só tempo e o seu aperfeiçoamento constante melhor podem assegurar.
Melhorar o funcionamento do TAD requer também que a própria instituição se proteja, salvaguarde a sua reputação e paute a sua intervenção por estritos critérios de qualidade, elevação jurídica e prestígio institucional.
O COP, ao longo do tempo, apresentou em várias ocasiões sugestões de alteração e de melhoria do funcionamento do TAD com o objectivo de, no fim, corrigir vulnerabilidades com vista a garantir a melhoria de todo o sistema de justiça desportiva, quer no seu acesso, quer na sua aplicabilidade.
Sabemos que tudo o que envolve a justiça, e a desportiva não é excepção, é, para muitos, uma reserva de uso exclusivo. E, portanto, não estranhamos que haja quem entenda que o Presidente do Comité Olímpico não tem que se pronunciar sobre o tema. Se esse for o caso lamentamos desiludir.
As obrigações que recebemos da lei e do Estado e o trabalho que durante vários anos realizámos para a instalação do TAD não nos outorgam qualquer estatuto especial.
Obrigam-nos apenas, por uma questão de responsabilidade desportiva e cívica, a deixar este alerta."

Reino Unido do futebol Portugal-Brasil


"O jornalista brasileiro Paulo Vinícius Coelho escreve sobre as relações entre Portugal e Brasil na história e na história de futebol, numa altura em que o nosso país tem quatro treinadores entre as principais equipas brasileiras e Portugal festejou dois golos frente à Turquia marcados por jogadores nascidos no Brasil

Abel Ferreira será o técnico mais bem remunerado de toda a história do futebol da América do Sul, pergunta-se se poderá ser o próximo treinador da seleção brasileira, mas pode até interessar à portuguesa, ora, dependendo da permanência ou saída de Fernando Santos após a Copa do Mundo – ou do confronto contra a Macedónia do Norte.
A imprensa brasileira comemorou a renovação de contrato de Abel com o Palmeiras, no último sábado, duzentos anos depois de Dom Pedro IV – Dom Pedro I do Brasil – ter informado Dom João VI sobre sua permanência no Rio de Janeiro, em vez de retornar a Lisboa.
Os livros de história do Brasil registram o episódio como “O Dia do Fico”, em 9 de janeiro de 1822.
O de Abel foi 26 de março de 2022.
Enquanto Portugal exporta treinadores ao Brasil, no caminho inverso de 35 anos atrás, Fernando Santos comemora dois golos de jogadores nascidos no Brasil e que podem levar Portugal à sua sexta Copa do Mundo consecutiva.
Não faz tanto tempo, os brasileiros orgulhavam-se de Portugal ter alcançado as meias-finais mundiais duas vezes, ambas com selecionadores nascidos no Rio de Janeiro (Otto Glória) e Rio Grande do Sul (Scolari). Pois o mundo dá tantas voltas... As três Copas Libertadores mais recentes foram vencidas por equipas brasileiros, dirigidas por portugueses, e Portugal tem tudo para se apurar ao Mundial com golos de Otávio e Matheus Nunes.
Otávio nasceu em João Pessoa, capital da Paraíba, na região Nordeste do Brasil, e Matheus Nunes, nascido no Rio, recusou a chamada de Tite, porque se sente português. Anotou seu primeiro golo como internacional contra os turcos e livrou a dificuldade da partida.
Abel vive num bairro português. Ou quase. Perdizes está situado na zona oeste da cidade de São Paulo. O distrito onde está localizado o Palmeiras nasceu com este nome, porque lá havia chácaras onde se criavam perdizes. Aos poucos, passou a ser uma mistura de italianos e portugueses. Cresci ali, em meio à quitanda do seu João e aos entregadores de pão, como meu avô, Alexandrino. Meu avô dizia a meu tio para ser adepto da Portuguesa.
Mas o fez sócio do Palmeiras, perto de sua casa.
Ora, pois... Silvinho, jovem gajo português, virou palmeirense e nunca foi adepto da Lusa, o apelido da Portuguesa, de São Paulo.
Como Silvinho, muitos Coelhos, Teixeiras, Santos, Simões tornaram-se adeptos do Palmeiras. Mais ainda depois de Abel Ferreira mudar-se para Perdizes.
Na verdade, está a residir no Jardim das Perdizes, do outro lado da ponte, onde o bairro se chama, de facto, Barra Funda. Dali, escuta o barulho dos palmeirenses das Perdizes e da Pompéia, a região formada por italianos e portugueses. Formaram seus descendentes brasileiros.
Este Coelho, por exemplo.
Vitor Pereira vive do outro lado da cidade. Palmeiras e Corinthians são como vinho e vinagre, como Benfica e Sporting, os palmeirenses no oeste e os corintianos no leste, a região mais pobre e operária da cidade. Lá onde estão os principais problemas, seja das ruas esburacadas, onde Abel Ferreira diz não se poder conduzir uma Ferrari, até a estrutura do futebol.
Pereira chegou com a época já iniciada, com cobranças inversamente proporcionais ao tempo para treinamentos.
Pela primeira vez, serão quatro portugueses na Série A do Brasil. Número inédito. No passado, Portugal exportou selecionadores ao Brasil, como Jorge de Lima, o Joreca, três vezes campeão pelo São Paulo, ou Cândido de Oliveira, selecionador do Flamengo em 1950, último português antes de Jorge Jesus.
Depois de Otto Glória, Marinho Peres, Carlos Alberto Silva e Scolari, atletas como Otávio, Matheus Nunes e Pepe orgulham-se por defender Portugal.
Do outro lado do oceano, Cristiano Ronaldo tem cunhado a viver no Nordeste brasileiro.
O hino do Vasco da Gama, o primeiro clube brasileiro a propor a vinda de Jorge Jesus, antes do Flamengo, diz ser um laço de união Brasil-Portugal.
O Rio de Janeiro é uma cidade mais portuguesa do que São Paulo e não porque ali vivem Paulo Sousa e, a partir de agora, Luís Castro. Craque consagrado com duas Champions League, Sousa dirige uma nação, como se auto definem os adeptos, por serem quarenta milhões. Os botafoguenses são pouco mais de 7 milhões, também alocados no município, cartão de visitas do Brasil e capital do país até 1960.
O Rio é mais português, porque São Paulo recebeu muitos italianos e a família real instalou-se na antiga capital em 1808, copiando arquitetonicamente muito do que se vê em Lisboa. Tanto Dom João, quanto mais tarde Dom Pedro II instalavam-se longe das praias, para fugir do calor. Hoje, Sousa e Castro estão na parte mais nobre para os cariocas, a zona sul, de Ipanema e Copacabana.
Nunca nos esqueçamos. Em 1815, a coroa nos deu a nomenclatura de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
Abel Ferreira é Imperador do Brasil, Otávio artilheiro de Portugal e o Portimonense tem treze brasileiros em sua equipe, no Algarve.
Pois hoje os treinadores portugueses trabalham no Brasil e os jogadores brasileiros defendem Portugal. É como se o futebol fizesse questão de nos mostrar que ainda somos todos um mesmo povo."

Museu mais recheado


"A conquista inédita da nossa equipa feminina de basquetebol, o excelente desempenho no Campeonato Nacional de canoagem e os muitos triunfos obtidos ao longo do fim de semana preenchem esta edição da News Benfica.

1
Continua num nível muito elevado a campanha que a nossa equipa feminina de basquetebol tem vindo a fazer na presente temporada, dando continuidade à forma brilhante como terminou a anterior, ao conseguir a dobradinha.
Em 2021/22, venceu todos os 30 jogos disputados e vai colecionando troféus. À Supertaça e à Taça de Portugal juntou agora a Taça Federação, a primeira do nosso palmarés. São cinco as competições ganhas de forma consecutiva frente a adversárias que têm oferecido excelente réplica, o que valoriza ainda mais estes triunfos.
Seguem-se os play-offs e a luta pela revalidação do título nacional. Por certo não será fácil, mas é, como sempre, com muita raça, querer e ambição que a nossa equipa encara este desafio.

2
Os atletas do Benfica Fernando Pimenta e Teresa Portela sagraram-se, no domingo, campeões nacionais de fundo, em canoagem. Pimenta venceu após luta renhida com João Ribeiro, também nosso atleta, que ficou somente a 55 centésimos do lugar cimeiro no pódio.
A nível de títulos, há ainda a referir a conquista do Campeonato Distrital de futebol Sub-17 pela nossa equipa feminina e o desempenho de João Dias no trampolim individual, também campeão distrital, sendo que oito ginastas do Benfica foram apurados para os nacionais desta especialidade.

3
A intensa atividade desportiva ao longo do fim de semana resultou em muitas vitórias para o nosso emblema. O destaque vai para o voleibol, que entrou a ganhar nas meias-finais do Campeonato (1-3 no Esmoriz) e para a importante vitória em Braga no futebol (feminino), por 0-2, que nos permite manter os três pontos de vantagem, com menos um jogo, na liderança do Campeonato.

4
Continuando a ronda pelas equipas masculinas, há a registar os triunfos esperados em andebol (28-29 no Póvoa AC), basquetebol (131-72 ao Lusitânia), futsal (2-1 ao Torreense) e hóquei em patins (4-0 ao Turquel). E ainda a passagem às meias-finais da Taça de Portugal de râguebi (32-26 à Académica).
Uma nota para o básquete: terminámos a primeira fase na liderança da prova e, neste jogo, igualámos a pontuação máxima obtida numa só partida desde 1983/84. Foi também dia de regresso ao campo do capitão Tomás Barroso, e logo com 18 pontos marcados, após paragem prolongada devido a lesão.
Quanto às equipas femininas, no voleibol perdemos na negra, com o AJM/FC Porto, o primeiro encontro das meias-finais do Campeonato. No hóquei vencemos, por 14-2, o Carvalhos. E, no andebol, seguimos em frente na Taça de Portugal, após vitória confortável na visita ao Vermoim."

Benfica FM - Temporada 2013/14

Pois é, Sr. Juíz Baltazar Pinto


"Lamentamos é que o seu clube seja um dos responsáveis directos pela situação que se vive hoje no Futebol Português. Não fomos nós que nos juntámos numa Aliança no Altis com um plano maquiavélico para exterminar o Sport Lisboa e Benfica. Resultou, sem dúvida. O nome do Benfica conspurcado por todos os meios possíveis e imaginários, árbitros a roubaram indecentemente e sem qualquer escrúpulos ou vergonha o Benfica, um Conselho de Arbitragem completamente dominado e a promover árbitros afectos ao Calor da Noite como pãezinhos quentes a saírem do forno. Agora mamam com a verdadeira instituição corrupta e criminosa a mandar no futebol Português como quer e bem lhe apetece, depois de ter lançado uma gigante cortina de fumo durante estes últimos anos, acusando o Benfica de fazer as coisas que eles efectivamente fazem, como comprar jogadores adversários, por exemplo.
Apostaram no cavalo errado, agora aguentem-se à bomboca! É o que dá o vosso eterno complexo de inferioridade em relação ao Benfica!

P.S.- O seu clube andou no início do ano a trocar juniores por milhões de euros com a instituição que você próprio diz ser criminosa e dominar o futebol Português, caso não se recorde também. Alimentem mais o monstro!"

Bigodes: Treinador...

BI: Braga - Benfica...

CD da FPF, em modo Tugão!

segunda-feira, 28 de março de 2022

Lanças...


1.ª Taça Federação

Benfica 75 - 64 GDESSA
27-15, 17-17, 10-22, 21-10

O domínio confirma-se e até parece que os níveis de confiança têm aumentado durante a época...
A entrada da Candeia na equipa, acabou por solidificar o nosso domínio na modalidade em Portugal! Hoje, nem o horrível 3.º período nos roubou do 'caneco'!!!

PS: Parabéns aos nossos Campeões: Fernando Pimenta e Teresa Portela, por mais um título nacional para cada um, neste caso, o título de Campeões Nacionais de Fundo em K1...

Tranquilo...

Benfica 4 - 0 Turquel

Obrigação cumprida, contra o último classificado...
A grande novidade, foi mesmo o facto do Vasco Luís não ter marcado ao Benfica!!!

Vitória em Braga...

Braga 0 - 2 Benfica
Cloé, Vitória


Depois da derrota na Final da Taça da Liga, nos penalty's, vitória na Liga, dando mais um passo de gigante para a revalidação do título nacional...
Dois golos antes do intervalo, quando já estávamos a jogar com 10, depois de alguns falhanços incríveis, chegou para vencer... Continuamos sem sofrer golos!

domingo, 27 de março de 2022

Tó Bernardo: (In)Justiça!

𝗢𝘀 𝗻𝗼𝘃𝗼𝘀 𝗺𝗲́𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗿𝗿𝘂𝗽𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗱𝗲𝘀𝗽𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗽𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲̂𝘀.


"Na última jornada, no dérbi do Bessa entre Boavista e FC Porto, Artur Soares Dias foi responsável por mais uma arbitragem vergonhosa em benefício do seu clube de coração que culminou na vitória oferecida e respetivos 3 pontos aos azuis e brancos. O pasteleiro conseguiu a proeza de perdoar ao FC Porto o 2º amarelo a Vitinha e consequente expulsão, a expulsão de João Mário por entrada exatamente igual à de Taarabt (expulsão aos 7 minutos) e, por fim, a expulsão de Mbemba, após ordem do VAR e perante imagens absolutamente esclarecedoras
Sem surpreender absolutamente ninguém, como prémio acaba de receber uma viagem até ao Chipre.
Há muito se percebeu o ‘modus operandi’ da Federação Portuguesa de Futebol. Na semana anterior, André Narciso, o VAR do Benfica-Vizela que não quis ver os possíveis lances para penálti sobre Darwin e o penálti claríssimo por mão na bola de Ofori na área vizelense, teve a honra de ir apitar à Grécia, e, em fevereiro e após os roubos ao Benfica, também Tiago Martins e o mesmo Artur Soares Dias haviam sido premiados com bilhete para a Arábia Saudita.
Tais factos claríssimos e indesmentíveis demonstram que as estratégias do apito dourado continuam bem presentes em todos os orgãos que regem o desporto português. A única diferença é que sempre que existem casos que envolvam o FC Porto ou Sporting, logo se apressam a lançar mentiras e difamações sobre o Benfica com o objetivo de abafar os benefícios dos rivais. Estes fazem manchete durante 2 ou 3 dias e o assunto logo morre com meros pedidos de desculpa. A título de exemplo temos o recente “Caso Paixão”, que foi provado ser uma enorme mentira criada para desviar atenções do novo perdão de dívida ao Sporting pelo Millenium BCP – já vai em mais de 165 milhões de euros.
Alguém viu a comunicação social a dar relevância a este escândalo? Nada. Ao fim de alguns dias a propagarem uma narrativa falsa que envolvia o Benfica, acabaram por admitir que tudo não passou de um engano e o assunto desapareceu tão rápido como apareceu.
E o que fica na memória das pessoas perante a falta de provas e após o lixo disseminado? Fácil, fica a justiça popular, que através do ódio e do fanatismo logo se apressam a julgar e sentenciar o Sport Lisboa e Benfica.
Esta é a verdade irrefutável que já toda a gente viu. Por isso, quando falam em jarra não podemos deixar de nos rir. Jarra? Qual jarra? A liga portuguesa é um embuste e escandalosamente corrupta!
Todas as semanas assistimos a mais e mais episódios semelhantes. Preparem-se porque depois destes casos irá sair mais uma reportagem que envolverá o Benfica para desviar atenções. Leram aqui primeiro."

Coincidências


"No passado fim de semana, no derby do Bessa entre Boavista e FC Porto, Artur Soares Dias perdoou aos azuis e brancos:
• O 2º amarelo a Vitinha;
• A expulsão de João Mário;
• A expulsão de Mbemba, após intervenção do VAR e perante imagens absolutamente esclarecedoras.
Como prémio acaba de receber uma viagem até ao Chipre.
Há muito se percebeu o 'modus operandi' desta Federeção Portuguesa de Futebol. Na semana anterior, André Narciso, o VAR do SL Benfica-Vizela que não quis ver o penálti claríssimo por mão na bola de Ofori na área vizelense, teve a honra de ir à Grécia como VAR do encontro entre o Panathinaikos e o AEK, a contar para a 1.ª jornada do playoff de apuramento de campeão da liga grega. Desta vez calhou a Artur Soares Dias ir passear.
Tudo coincidências, pois claro."

Os 5 maiores flops da formação pré-Seixal | SL Benfica


"Lembras-te de algum destes nomes da era da formação pré-Seixal?

O Seixal é por estes dias visto como uma academia de formação de elite, de nível mundial, onde jogador que de lá saia terá, quase na totalidade dos casos, qualidades acima da média.
A taxa de aproveitamento do jogador saído da formação encarnada subiu consideravelmente na última década, com múltiplos casos que se evidenciaram na equipa principal antes de se afirmarem nas maiores ligas.
A melhoria substancial deu-se com a estabilidade adquirida pela inauguração do Caixa Futebol Campus, em 2006, permitindo aos escalões jovens assentar arraiais num complexo com todas as condições para crescer, sem necessidade de se andar com a casa às costas como até aí.
Essa indefinição no crescimento dos futebolistas proporcionava uma falta de acompanhamento inimaginável aos dias de hoje.
Ao jovem regrado de agora, com tudo ao seu dispor em troca de bons índices de disciplina, contrapôs-se durante muito tempo o centro de estágio debaixo do Terceiro Anel, os múltiplos campos de treino durante a temporada e a falta duma estrutura diretiva profissional que soubesse sustentar, desportiva e pedagogicamente, a transição entre criança e homem, entre os sonhos do jogador amador e as exigências do jogador profissional.
O funil de aproveitamento estreitava-se, muito menos eram aqueles que conseguiam chegar lá acima e afirmar-se entre os seniores do clube. Grande percentagem, com mais ou menos qualidade, ficavam para trás por falta de apoio.
Reunimos cinco exemplos de prodígios que conseguiram evidenciar-se em idade muito tenra – eram já, na adolescência, craques com fama na consciência futebolística nacional – mas que, por diversas razões, não confirmaram no profissional as proezas sobre-humanas conseguidas na juventude.

1. André Carvalhas
Numa altura onde o fosso entre Juniores e Séniores não era preenchido pelas equipas B ou Sub-23, quase inalcançável era a afirmação de jovens talentos. A André Carvalhas, o primeiro grande prodígio do Caixa Futebol Campus, adivinha-se grande futuro – que o seu talento conseguiria fazê-lo saltar da formação para a equipa principal sem qualquer tipo de problemas.
As extraordinárias capacidades na organização, drible e condução faziam dele um às do último terço – e essas qualidades não passaram despercebidas, naturalmente, a José António Camacho em 2007-08, que o convocou para quatro partidas e o integrou junto dos mais velhos.
Chegando Quique Flores, no ano seguinte, é emprestado a Rio Ave e Olhanense, sem reais condições de conseguir lutar por um lugar em plantéis com necessidade urgente de conquistar pontos.
Não havendo paciência, André nunca conseguiu ser figura de registo e em 2009, com Jorge Jesus, perdem-se as esperanças, iniciando-se caminhada sem destino certo. Fátima, Trofense, Naval, Moreirense, Tondela, Portimonense, Cova da Piedade, Académico de Viseu.
Um percurso maioritariamente feito pela Segunda Liga, tornando-o um histórico do segundo escalão – tem três títulos conquistados – e uma peça desejada por quem se assume, ano após ano, candidato à subida.
No vídeo, o livre direto já nos descontos que permitiu ao CD Tondela subir pela primeira vez ao escalão principal. Estávamos em 2014-15. E Carvalhas, ainda que não num palco à medida do seu talento, inscreveu o seu nome na história daquele clube.

2. Manuel Fernandes
Talvez aquele que tenha alcançado maior notoriedade nacional e internacional, ainda que muito longe daquilo que prometia em inicio de carreira – principalmente quando é responsabilizado por Giovanni Trapattoni de suportar o meio-campo encarnado juntamente com Petit.
É nessa fórmula que o SL Benfica recupera o título nacional 11 anos depois e com essa base que alcança os quartos-de-final da Liga dos Campeões no ano seguinte. Manelélé, como o craque que lhe emprestou alcunha, era um todo um terreno quase ominpresente.
No caso de Manuel, a técnica prodigiosa permitia-lhe ser também uma ameaça na organização e definição já no último terço – como esquecer o golo ao Villareal? -, tendo o perfil ideal para outros futebóis, como o inglês.
O Everton apaixonou-se pelo seu talento, vem a Portugal buscá-lo por empréstimo no inicio de 2006-07 num processo polémico que mancharia a reputação do jogador. Na Luz nunca perdoaram Manelélé pela fuga e falta de boa vontade nas negociações, e o jogador nunca mais a Portugal voltaria, apesar de ser intermitentemente chamado à Seleção.
Depois de Everton, Valência, Besiktas, Lokomotiv e hoje, com 36 anos, defende o Apollon Smyrnis, clube grego de menor expressão. Carreira de respeito, mas aquém do que lhe previa quem o viu a surgir na equipa principal do SL Benfica.

3. Pepa
O atual treinador do Vitória SC tem história de vida para dar e vender. Prodígio futebolístico, descobre-o o SL Benfica em 1994, com 13 anos. De Torres Novas muda-se para Lisboa, com os ares metropolitanos da capital a provocar no jovem Pepa um entusiasmo que não o ajudaria.
Muito menos quando aos 15 anos passa a receber 120 contos por mês. Agravaram-se então os problemas do deslumbramento, com os caminhos sinuosos das tentações terrenas a multiplicarem-se fora de campo. Aos 18 anos, o cenário piora.
Já depois de ser campeão europeu de seleções desse escalão etário e melhor jogador, o SL Benfica torna-o no júnior mais bem pago de sempre do futebol português: 1000 contos mensais. Um balúrdio para tão pouco juízo. Festas, álcool, prazeres da vida e «amigos da onça» sugavam-lhe a carteira.
Dentro de campo, a saúde e frescura juvenil permitia continuar a somar sucessos. Estreia-se em janeiro de 1999, num Benfica-Rio Ave. Rende Nuno Gomes já perto do fim, mas ainda vai a tempo de assinar na folha de marcadores. Aliás, nem pediu muito relógio: em 15 segundos e ao primeiro toque na bola, faz golo.
Num Terceiro Anel sedento de ídolos numa fase de pouco palmarés, estava encontrado o novo Eusébio. Mais holofotes virados para Pepa, que não tinha arcaboiço nem responsabilidade para tanta atenção. Lierse, Varzim, lesão grave pelo meio, Paços e Olhanense – e pronto, com 26 anos arruma as chuteiras, resultado de uma ‘bola de neve’ de consequências derivadas das loucuras dos primeiros anos.
Momento de reflexão para renascer das cinzas, torturado e sábio pelas memórias das oportunidades perdidas à custa das próprias más decisões. A partir daí, subida a pulso como técnico principal, dos distritais à Primeira Liga, onde é por estes dias dos treinadores mais promissores da nova vaga. Redenção total.

4. Edgar
Quem o estreia na primeira equipa é Artur Jorge, na Supertaça 1994-95, jogada já no final da época em Paris, contra o Futebol Clube do Porto. Edgar tinha 18 anos mas era já um poço de força no ataque às balizas adversárias, usando e abusando dos atributos físicos para fazer valer os técnicos, também de outro quilate.
Pelas alas ou pelo meio no apoio a um avançado de referência, Edgar assume-se como peça importante logo em 1995-96, com 31 jogos oficiais. No total ao serviço dos encarnados foram 68, com 11 golos marcados até 1997 – com um empréstimo ao Alverca pelo meio – números que justificam uma investida do Real Madrid. Bomba mediática, é apresentado no Bernabéu como nova ‘pérola portuguesa’: jogava no Castilla mas treinava com os AAs.
«Não sabia se havia de treinar com eles ou pedir-lhes autógrafos». Pois, imaginamos. Havia Karembeu, Raúl, Suker, Mijatovic. E outros: «O Redondo era craque e aconselhava-me muito, assim como o Seedorf, o Roberto Carlos, enfim, grandes jogadores».
Porém não era a única coqueluche dos mais velhos, a ele se juntava como aprendiz… Samuel Eto’o. «O Real Madrid tinha sido campeão europeu e tinha vários jogadores que vinham do Mundial de 1998. Aquilo foi incrível, os carrões todos à porta, aqueles craques todos…e o Guus Hiddink acabou por abdicar de dois campeões europeus, o Victor e o Amavisca, para apostar em mim e no Samuel Eto’o, que tinha 18 anos.»
O camaronês chegou-se a estrear, Edgar não sairia do banco. Pouco depois, era emprestado ao Málaga, então na La Liga 2. Ajudaria os andaluzes a subir nessa mesma temporada e gostou tanto da experiência que pelo La Rosaleda se manteve mais 7 anos. Uma vida, quase. Chegaria aos Quartos da Taça Uefa em 2002-03 – eliminado pelo Boavistão de Pacheco -, prestação europeia máxima da equipa até 2011-12.
Ao todo foram 187 jogos e estatuto de histórico. Em 2007 regressava a Portugal, para representar o… Boavista, em ano de deduções pontuais e punições severas resultado da conclusão das investigações do Apito Dourado. Escapou-se para o Chipre, para o AEK Larnaca, mas irregularidade nos salários provocariam o fim de carreira para Edgar.
Não se estava para chatear. Botas arrumadas, foi estudar. Licenciou-se em Gestão das Organizações Desportivas, na Universidade Lusíada, e é hoje Técnico Administrativo de Finanças ao serviço da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública.
Como vídeo que acompanha a descrição houve duas opções – este, o da estrondosa exibição contra o FC Porto na meia-final da Taça de 1996-97, onde assistiu e marcou. Ou o golo no Artemio Franchi frente à Fiorentina de Rui Costa e Batistuta, ajudando o SL Benfica a vencer 1-0, muito positivo mas insuficiente – os italianos tinham feito 0-2 na Luz. Optámos pelo jogo em que saiu melhor aos dois, Edgar e SL Benfica.

5. Cavungi
Este golo marcado ao Boavista não é o melhor para sintetizar as maiores qualidades de Manuel Francisco Salvador, nascido em Luanda em 1957 e cedo repescado para os escalões de formação dos encarnados.
Sob comando do bicampeão europeu e lapidador de diamantes Ângelo Martins, juntou-se a Chalana para se assumir como grande figura das equipas campeãs nacionais de juniores em 1974-75 e 75-76, à custa de muitos golos. Tantos golos que já é integrante a full-time do plantel sénior em 1976-77, quando Mário Wilson decidiu já ser altura de colocar o jovem Cavungi a aprender com os craques.
No ano seguinte chega Mortimore, que lhe dá a oportunidade de cumprir a melhor época da carreira ao alto nível: 20 jogos e quatro golos, que não terão repercussão nas duas épocas seguintes, onde volta a ser última alternativa.
Chega ao Braga em 1980-81, acumulando 10 titularidades em 20 participações na Primeira Divisão – o Benfica, sentindo-o mais preparado, repesca-o. Mas Lajos Baroti tinha Néné, Reinaldo, Filipovic, Jorge Gomes ou Chalana, que entretanto tinha conseguido afirmação muito mais assertiva na equipa e era figura de cartaz.
Cavungi voltou para continuar esquecido. Para 1982-83, chega Eriksson que montará a equipa finalista europeia – Cavungi não entra nos seus planos e o GD Alcobaça, estreante no escalão máximo, assegura os seus serviços.
Seria a última época do clube do Oeste e do angolano na Primeira Divisão. Aos 26, dizia adeus à elite e jogaria o resto da carreira nas divisões inferiores, sem nunca cumprir o imenso potencial que mostrou enquanto menino na Luz."

Chuva de pontos!!!

Benfica 131 - 72 Lusitânia
31-9, 33-25, 30-23, 37-15

Marcar 131 pontos na Liga portuguesa é sempre digno de registo! Um festival ofensivo, com 60 pontos obtidos com Triplos (60%)!!!
Mas independentemente do dia de São Triplo, a equipa está de facto a jogar melhor, com atitude...
Agora, com o 1.º lugar na 1.ª fase, é manter o registo para a 2.ª fase, e manter o 1.º lugar!!!

Regresso do Barroso em grande!

Primeiro passo...

Esmoriz 1 - 3 Benfica
25-22, 19-25, 29-31, 21-25

Gaspar(17), Rapha(15), Japa(14), França(9), Wohlfi(7), Violas(6), Lopes(2), Nikula(1), Zelão(1); Casas

A fórmula do costume, derrota no 1.º Set, e vitórias nos outros três, com muita luta por parte dos jovens do Esmoriz, como tem sido habitual esta época...

Complicado...!!!

Benfica 2 - 1 Torrense

Com o guarda-redes adversário, em modo 'Deus', acabámos por triunfar com muito suor e sofrimento!
Esperemos que as lesões não sejam graves...!!!

Não acredito que o Torrense, a jogar desta forma, perdesse tantos pontos neste campeonato!!!

Valeu pela vitória...!!!

Póvoa 28 - 29 Benfica
(12-15)

Foi mesmo à rasquinha, com um erro do adversário na última posse de bola, a permitir a vitória ao Benfica!
Na Terça, temos jogo Europeu, extremamente importante, a cabeça aparentemente já estava noutro lado...!!!