"João Bento, de apenas 37 anos, já percebeu qual a forma mais rápida de subir aos grandes palcos nacionais. Hoje transformou um 2-1 a favor do Benfica B, num 2-1 para o Varzim. Mais um Proença a caminho da 1ª Liga."
Últimas indefectivações
sábado, 3 de abril de 2021
Descubra as diferenças...
"Vermelho com amarelo é daquelas combinações que nunca passam de moda. Já azul e amarelo nunca combinaram bem.
Otamendi de vermelho leva mais do dobro dos amarelos que levava de azul. Só mais uma curiosidade."
Tóquio 2020: os Jogos Olímpicos da flexibilização
"Em 1964, os Jogos Olímpicos (JO) chegaram, pela primeira vez, à Ásia.
Tóquio recebeu os JO da XVIII Olimpíada, que tiveram início com uma homenagem às vítimas das bombas atómicas de Hiroshima e Nagasaki. 5151 atletas, em representação de 93 países, disputaram 163 provas no maior evento desportivo mundial, que premiou o processo de reconstrução do Japão, devastado na sequência da II Guerra Mundial.
Foram gastos três biliões de dólares e o mundo surpreendeu-se com uma extraordinária inovação, nomeadamente ao nível da cronometragem, e com infraestruturas criadas de raiz para a realização dos eventos desportivos.
Portugal participou com uma delegação composta por 20 atletas, em sete modalidades. 49 anos depois, Tóquio foi eleita a cidade que albergaria os JO de 2020.
A 7 de setembro de 2013, na 125.ª sessão do Comité Olímpico Internacional (COI), realizada em Buenos Aires, a capital nipónica ganhava a Istambul a organização dos JO da XXXII Olimpíada, os Jogos que, pela primeira vez na história, viriam a ser adiados e sujeitos a inúmeras restrições.
Uma das restrições mais impactantes é a ausência de público estrangeiro. A fim de se garantir um ambiente mais seguro para todos os participantes, não será possível viajar para o Japão para assistir aos JO, o que significa que nas bancadas não haverá adeptos, turistas, familiares de atletas, patrocinadores ou convidados vindos dos quatro cantos do mundo.
Apenas poderão deslocar-se dignitários, membros da família olímpica, membros das comitivas que desempenhem funções associadas à logística das delegações e elementos da comunicação social. No entanto, também estas pessoas terão limitações de circulação e de ação.
Por um lado, para além das regras de segurança e de distanciamento físico inerentes à transmissão da covid-19 e da testagem frequente, terão de preencher um plano de ação diário, com a indicação dos locais de competição onde irão estar e das pessoas com quem irão contactar durante o período de estadia no Japão.
Por outro lado, só poderão circular entre os locais de competição e os hotéis, não poderão usar transportes públicos, não terão acesso à Aldeia Olímpica e para assistirem às competições precisarão de marcar previamente os seus lugares, através de uma “app” disponibilizada para o efeito. Além disso, para apoiarem os atletas terão de bater palmas, pois gritar ou cantar estará fora de questão.
Estes serão, certamente, uns JO diferentes, marcados pela capacidade de flexibilização e de adaptação. Serão também uns JO onde, muito provavelmente, o habitual “change pin” não terá espaço para acontecer. Quem já esteve nestes ambientes sabe o quão frequente é ver colecionadores, mais ou menos amadores, trocar emblemas dos vários Comités. Mais do que uma paixão para muitos adeptos do desporto essas trocas são um ritual. Um ritual que ficará adiado para Paris.
Estes serão também uns JO onde o planeamento e a paciência do povo japonês serão testados ao limite. A cultura de consideração pelo outro, característica de quem vive no País do Sol Nascente, estará mais afinada do que nunca e tudo será feito para proteger quem viajar até Tóquio.
O maior evento multidesportivo mundial é também uma festa. Que esta festa, que contará com cerca de 11 000 atletas, consiga alcançar o objetivo proposto pelo Comité Organizador, de celebrar o triunfo da humanidade sobre o vírus."
sexta-feira, 2 de abril de 2021
Só mais uma !!!
19-25, 17-25, 20-25
Estamos a jogar a um nível superior, neste momento nem as bolas mal assinaladas nas linhas têm consequência nos vencedores dos Set's!
Destaco a subida de forma do Théo... que com o André Lopes tem sido decisivos nestes últimos jogos! Têm compensado a 'ausência' do Rapha e de que maneira!
Falta uma vitória para conquistar o título, e acredito que será no próximo já no Domingo na Terceira! Não só estamos a jogar bem, como o adversário já percebeu que não tem qualquer hipótese!
Roubo na Póvoa...
Varzim 2 - 1 Benfica B
Ramos
Mais uma roubalheira monumental!!! Penalty inventado contra (absurdo...), e penalty claro a favor ignorado!!! Tudo normal!!!
Fizemos dos melhores jogos dos últimos tempos, mesmo roubados, com um bocadinho mais de eficácia, podíamos e devíamos ter dado a volta ao marcador, mas não deu...
Estamos a chegar àquele momento da temporada, onde as equipas 'encostadas' aos Corruptos, são levadas ao colo até à manutenção, portanto já deveríamos estar avisados para o que se passou no relvado...
5 jogadores “extra grandes” que encaixariam no SL Benfica
"Nos últimos anos, temos assistido a um aumento dos jogadores de qualidade na Primeira Liga nos clubes ditos “extra grandes”. Fora dos três chamados grandes, têm havido cada vez mais jogadores a destacarem-se e a valorizar, sendo que alguns deles têm sido recentemente associados ao SL Benfica pela imprensa.
Como tal, irei aqui fazer um top composto por cinco jogadores que encaixariam bem na equipa do SL Benfica, tendo em conta não só a qualidade individual de cada um, como também as necessidades da equipa.
1. Filipe Soares (Moreirense FC) – O médio internacional sub-21por Portugal fez a sua formação no SL Benfica, saindo na sua transição para o futebol sénior, tendo evoluído significativamente desde então. Ao serviço do Moreirense FC, sempre foi titular indiscutível, sendo que Filipe Soares apresenta características físicas e técnicas que me fazem acreditar que ele encaixaria perfeitamente no sistema tático de Jorge Jesus.
2. Falaye Sacko (Vitória SC) – Apesar da evolução de Diogo Gonçalves, a posição de lateral direito continua a ser uma das mais carenciadas do plantel, com o mal-amado Gilberto como alternativa. Como tal, Falaye Sacko tem sido um dos melhores laterais-direitos da Primeira Liga, fazendo por merecer um desafio maior na sua carreira.
3. Al Musrati (SC Braga) – O médio líbio tem sido um dos jogadores em maior ascensão na Primeira Liga nesta temporada, tendo ganho bastantes pretendentes. Al Musrati é uma peça fundamental no sistema de Carlos Carvalhal com e sem bola, estando também habituado a jogar num meio-campo a dois (formando duplo pivô com Fransérgio ou André Castro). Apesar da presença de Weigl no SL Benfica, Al Musrati apresenta um perfil que encaixaria muito bem no modelo de Jorge Jesus.
4. Ricardo Horta (SC Braga) – A posição de segundo avançado é uma das posições prediletas no sistema tático de Jorge Jesus. Tendo em conta que Luca Waldschmidt é o único segundo avançado de raiz no plantel, Ricardo Horta poderia ser uma ótima alternativa ao internacional alemão. O avançado, que foi formado no SL Benfica há várias épocas, é um dos melhores jogadores do conjunto arsenalista, tendo aqui uma boa oportunidade para dar o salto na carreira.
5. Rúben Vinagre (FC Famalicão) – O lateral esquerdo campeão europeu de sub-17 e sub-19 pela equipa das quinas ingressou no emblema famalicense em janeiro deste ano, depois de uma experiência não muito bem sucedida no Olympiakos FC. Apesar da época sobressaltada da equipa minhota, Rúben Vinagre rapidamente entrou no onze e se assumiu como um dos indiscutíveis da equipa. Tendo em conta o plantel do SL Benfica, o lateral esquerdo poderia ser um ótimo backup a Grimaldo."
Sr. Albano
"Se não viu a reportagem especial intitulada Amor à Camisola, transmitida pela BTV nesta semana, faça-me um favor e veja. È, de facto, imperdível.
Ao longo de uma hora ficamos a conhecer tudo o que envolve a preparação de um jogo no que toca à esfera dos equipamentos e percebemos de forma cristalina a importância dos técnicos de equipamento para o espírito de grupo.
Devido ao cargo de dirigente do meu pai, fui um privilegiado pois cresci no seio da fabulosa equipa de basquetebol do Benfica nos anos 90. Vi todos os jogos na Luz e acompanhei a equipa em inúmeras deslocações. Fui muitas vezes questionado por amigos sobre jogadores e treinadores, mas nunca sobre técnicos de equipamento (ou fisioterapeutas).
Na altura, o roupeiro era o Sr. Albano. Talvez ainda se lembrem dele. Era um homem baixo e franzino, bem mais velho que os jogadores, sempre presente no banco benfiquista, responsável pelas águas e toalhas, além da limpeza do piso de jogo quando necessário.
Mas não imaginam o trabalho diário e, sobretudo a relação de proximidade que tinha com os jogadores, os quais, independentemente do reconhecimento prestado pelos adeptos, todos o tratavam com enorme respeito. Por exemplo, a ninguém, sem excepção, era permitida a entrada na rouparia sem a devida autorização do Sr. Albano. Este, por sua vez, zelava por que nada faltasse aos jogadores - à primeira vista era escravo deles - mas estes, por sua vez, tratavam-no com uma reverência imperceptível, não obstante as costumeiras brincadeiras restritas a limites tácitos.
Obrigado, BTV, por esta homenagem. É um serviço ao Benfica (ao desporto) que os adeptos tenham oportunidade de perceber a relevância destas pessoas no sucesso das equipas."
João Tomaz, in O Benfica
Valha-lhes Deus!
"Neste sábado, às 16hoo (hora de Portugal), há dérbi em Turim. A Juventus vai ao campo do nosso amigo Torino, e uma das maiores estrelas da Velha Senhora não vai poder jogar. Gianluigi Buffon foi punido com uma multa de 5 mil euros e um jogo se suspensão (por ter recorrido da sentença) depois do que aconteceu no jogo com o Parma, também para a série A, em Dezembro de 2020, Buffon não foi expulso nessa vitória por 3-2, não teve nenhuma entrada assassina digna de amarelo ou vermelho, não cuspiu nem mordeu ninguém. Não avançou de peito feito para um árbitro, não insultou o treinador adversário, não andou à pancada nos túneis do estádio, não faltou a uma flash interview, não despiu a camisola a festejar um golo nem deu nenhuma cotovelada num rival. Nada.
O guarda-redes de 43 anos vai cumprir um jogo de suspensão blasfémia. Sim, blasfémia. Não, não estamos na Idade Média. A decisão foi tomada pelo Tribunal Federal Nacional da Federação Italiana de Futebol, assente numa lei aprovada recentemente que pune a utilização da palavra de Deus em forma negativa. Buffon vai ser o primeiro jogador de futebol no campeonato italiano a ser punido por blasfémia em campo. E o que fez então o guarda-redes? Simples, dirigiu-se ao seu colega de equipa Manolo Pontanova e disse: 'Porta, o que me interessa é ver-te correr e estar aí 'dio can' a sofrer. O resto não me importa um caralho'. 'Dio can' significa 'Deus cão', numa tradução literal. É o mesmo que dizer 'quero ver-te aí a sofrer como um cão', por exemplo. Blasfémia, no século XXI, na Europa. Futebol moderno."
Ricardo Soares, in O Benfica
Amor à camisola, na BTV
"Hoje raro, ainda é uma das mais belas paixões que se podem contemplar. O amor à camisola. Foi este afecto, único e incondicional, que se alastrou dos campos de futebol para as bancadas e construiu desde os primórdios da modalidade uma relação tão intensa entre adeptos, clube e jogadores. Para lá dos golos, triunfos e títulos, não sou capaz de encontrar nada que se equipare à satisfação de ver alguém a vestir a mesma camisola anos a fio. Esta fidelidade é sinónimo de respeito se o atleta em questão for do Benfica ou de um adversário qualquer. Seja o Luisão ou o Vìtor Baía.
Nesta semana, o jornalista Ricardo Soares, profissional fantástico da BTV, levou para o ar uma reportagem construída com a elevada categoria a que já nos habituou em trabalhos desta natureza. O título da peça, onde são enaltecidos profissionais que, dentro do balneário, tanto contribuem para o sucesso do Benfica, não poderia ter sido melhor: Amor à Camisola. Se o Benfica é o Glorioso, então faz todo o sentido glorificar quem acrescenta valor ao clube. Quem cortou as unhas dos pés ao Rui Costa, ao Nuno Gomes e ao Cardozo já teve nas mãos unhas mais valiosas do que o ouro que a minha mãe tem em casa.
Eu dei por mim a reflectir e até me senti mal. Festejei imensos golos do Simão, porém nunca parei para pensar que sem os pitons bem alinhados ele podia ter escorregado antes daquele remate em Liverpool. Se as meias estivessem muito apertadas nos gémeos do Jonas no Bessa, aos 94 minutos talvez o sangue já não circulasse como deve ser até à perna esquerda. Sejamos gratos a esta malta que, mesmo fora do relvado, tem responsabilidade. Por isso, a cada um dos técnicos de equipamento, o meu sincero obrigado."
Pedro Soares, in O Benfica
Mal-amados
"Ser ponta-de-lança não é tarefa fácil. Sê-lo no Benfica, mais difícil se torna.
Ao longo dos anos, muitos foram os exemplos de grandes avançados que, pese embora o elevado rendimento, jamais garantiram a unanimidade do 'Terceiro Anel'. Nené foi talvez o caso mais paradigmático, pois, mesmo anotando o impressionante número de 363 golos (melhor, apenas Eusébio e José Águas), ainda era acusado de... não sujar os calções.
Mais recentemente a propósito de Óscar Cardozo (outra lenda a quem o tempo vai fazendo justiça), alguém afirmou um dia que não se tratava de um grande jogador pois 'só sabia marcar golos'. Não é anedota: havia mesmo quem, sabe Deus porquê, não gostasse do paraguaio, apesar dos seus 172 golos (9.º em toda a história do Clube).
Há até relatos de quer o próprio José Águas quer José Torres terem também eles sido, aqui ou ali, vitimas da fogueira da Luz.
Não irei comparar Haris Sefeorvic com nenhum dos senhores acima referidos. Não seria justo, desde logo para o suíço. Porém, as críticas a que por vezes é sujeito entram igualmente no domínio da mais pura crueldade.
Seferovic não tem a frieza de Mitroglou na cara do guarda-redes. Não tem a regularidade de um Lima. Também não tem o talento de um Jonas. Mas tem outras características que fazem dele um excelente avançado. E quando está fisicamente bem, não me parece que exista muito melhor no campeonato português. Já leva 61 golos de águia ao peito, registo superior a nomes como Filipovic, Saviola, César Brito, Vata, Mantorras, Jiménez, Yuran ou Miccoli - todos eles soando bastante bem aos ouvidos de qualquer benfiquista."
Luís Fialho, in O Benfica
15 gloriosas estrelas
"O gesto disse tudo - Janice Silva estava ofegante, pois acabara de conquistar a Taça da Liga. A talentosa matadora tentava recuperar o fôlego junto de um dos painéis publicitários e, mal se apercebeu da presença de uma câmara de televisão, apontou para o emblema e bateu com a mão no peito. Janice Silva, que está à beira dos 200 golos, é hoje um dos maiores símbolos do Benfica. As exibições da nossa fantástica equipa feminina de futsal, em Sines, foram dois verdadeiros hinos à entrega total e ao amor clubístico. Superiormente comandadas por Pedro Henriques, espalharam magia. Quem assiste às suas prestações constata o enorme espírito colectivo. Recheada de verdadeiras estrelas, as mais cintilantes de Portugal, formando a base da selecção nacional, tudo parece tão natural. Quem tem uma guarda-redes como Ana Catarina, eleita a melhor do mundo, tem tudo para vencer. Seja no campeonato nacional, seja na Taça de Portugal, seja na Taça da Liga, o ritmo é demolidor. Qual rolo compressor, Ana Catarina, Inês Fernandes, Janice Silva, Fifó e Sara Ferreira deram um recital na arte de bem jogar futsal. E quando este quinteto-maravilha quebra, Pedro Henriques solta para dentro da quadra as endiabradas Raquel Santos, Leninha, Beatriz Sanheiro, Maria Pereira, Giy e Claudinha. E quando Ana Catarina sai, está sempre pronta Maria Inês para fechar a baliza. Frente ao Santa Luzia e ao Nun'Álvares, as duas melhores equipas a seguir ao Benfica, as nossas futsalistas não deram hipóteses. Só uma atitude e uma postura competitivas como as evidenciadas explicam a hegemonia, com a conquista de 15 títulos."
Pedro Guerra, in O Benfica
Mulheres de garra!
"As mulheres, sempre as mulheres, a emendar as consequências dos erros humanos sobre os mais fracos os velhos, as crianças e os débeis. São elas que encontram tempo e arrancam vontade ao fundo do seu ser, por entre trabalhos mil, mágoas e misérias infindáveis que a dura África impõe aos seus filhos.
Natureza agreste, história difícil deita de sangue, suor e lágrimas, povo sofrido e sofredor deste Moçambique que mais parece carregar sozinho nos ombros, por inteiro, o pecado original da humanidade. Porque, dizem os arqueólogos, a humanidade nasceu nesta latitude africana, em pleno vale do Rift, numa enorme extensão que atravessa todo o continente, pejada de vulcões, desfiladeiros e lagos que se prolonga entre a Etiópia e o Norte de Moçambique.
É neste lugar profundo, deste sofrido pais-irmão, que se passam alguns dos mais duros dramas da existência humana nos nossos dias, como infelizmente os noticiários de todo o mundo insistem em nos recordar.
É também aqui, neste mesmo sítio, o lugar da mais bela solidariedade, da generosidade e da resiliência, onde ONG, governos e pessoas de boa vontade dão tudo pelo seu semelhante. Por isso, é com imenso orgulho e humildade que apoiamos estas mulheres de garra. E quem melhor que o nosso futebol feminino para o fazer? De mulher para mulher, a mostrar pelo exemplo que, com garra e paixão, tudo se torna possível!"
Jorge Miranda, in O Benfica
Núm3r0s d4 S3m4n4
"1
Tricampeãs nacionais, vencedoras das últimas 4 Taças de Portugal e Supertaças, acrescentaram a Taça da Liga ao palmarés benfiquista naquela que foi a 1.ª edição da prova. A nossa equipa feminina de futsal é brilhante, está invicta há 85 jogos e lidera o campeonato com margem folgada. Que assim continuem por muitos anos;
3
Vencemos a Fonte do Bastardo por 3-0 no 1.º confronto da final do Campeonato Nacional de voleibol, naquele que foi, na presente temporada, o desafio menos equilibrado entre ambas as equipas. Confio que se tratou de um bom prenúncio para esta final. Faltam 2 triunfos;
20
De acordo com a IFFHS, o Benfica foi o 20.º melhor clube do mundo, em futebol, e o melhor português ao longo da última década (2011-2020). Este ranking é elaborado com base nos resultados de jogos em competições nacionais e internacionais, sendo que a cada competição é atribuído um grau de dificuldade. Nesse período, conquistámos 5 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal, 5 Taças da Liga e 5 Supertaças, disputámos 2 finais da Liga Europa e vencemos um pouco acima de 69% dos jogos realizados (nas duas décadas anteriores, a percentagem de triunfos variou entre 58% e 59%);
34
A excelente vitória no reduto da Oliveirense, nos quartos-de-final da Taça de Portugal de basquetebol, assentou no formidável acerto colectivo (58% de 3 pontos!). Quincy Miller liderou os marcadores com 34 pontos. É preciso recuar a 2015/16 para encontrarmos um jogador benfiquista com uma pontuação superior num só jogo (Daequan Cook, 2 vezes - 44 e 36; Ivica Radic, 1 - 38);
90
Artur Santos completou 90 anos de idade. Campeão europeu, campeão nacional 4 vezes e vencedor de 5 Taças de Portugal. É uma grande figura do Benfica. Parabéns!"
João Tomaz, in O Benfica
Lapsos de memória...!!!
""FC Porto tem feito pelo país muito mais do que o país pelo FC Porto", Pinto da Costa."
Fruta caseira !!!
"Guarín sob o efeito de drogas, confirmado pelo Director da Polícia local (pena não ter sido com a Polícia do Porto, certamente estaria agora a salvo) a bater nos Pais. Guarin esteve 4 épocas no CalorDaNoite. Zero controlos antidoping positivos."
quinta-feira, 1 de abril de 2021
Vitória em Alcochete...
Sporting 0 - 1 Benfica
Santos
Samu; Tomé(Spencer, 83'), Tó Silva, Bajrami, Rafa; Brito, Nascimento, Santos(Ndour, 83'); Gerson(Montenegro, 90'), Gouveia(H. Pereira, 46'); Resende(Semedo, 72')
Quarta vitória esta época, nos derby's com o Sporting, em quatro jogos, neste escalão! E se para nós este jogo, pouca 'importância' tinha, para os Lagartos era decisivo para a qualificação para a Taça Revelação... e com esta derrota ficaram de fora!
Já fizemos jogos melhor esta época, mas deu para ganhar, mesmo a jogar como é habitual contra o adversário e os apitadeiros! E nem o penalty mesmo a fechar o jogo, contra, evitou a nossa vitória (grande defesa do Samuel...) isto depois de ter passado em claro um penalty a nosso favor!
Nota para a adaptação do Tomé a defesa direito, pela primeira vez, num jogo oficial, e até se safou bem...
Vamos jogar contra o Leixões ou o Estoril, as duas melhores equipas deste escalão, esta época, mas no nosso melhor temos hipóteses de triunfo, e com a equipa B, relativamente tranquila, poderemos reforçar os sub-23 com alguns jogadores!!!
Desmentido
"O Sport Lisboa e Benfica esclarece que é mentira a existência de qualquer lista para a venda ou dispensa de jogadores do seu plantel do Futebol Profissional.
A única prioridade que existe até ao final da época passa pela conquista de 11 vitórias nos jogos que faltam disputar e é nesse objetivo que todos estão concentrados: jogadores, equipa técnica e estrutura.
Todas as tentativas destinadas a desestabilizar e a desfocar daquilo que são os propósitos desportivos traçados não terão sucesso. Os benfiquistas saberão, igualmente, tirar as ilações devidas quanto aos interesses velados da parte de quem lança e promove este tipo de informações falsas."
Páscoa à Benfica
"Serão dois os troféus em disputa nos próximos dias, entre os muitos jogos em que teremos o Benfica em campo.
O destaque recai no voleibol, estando agendados, para amanhã (sexta-feira) e domingo, os segundo e terceiro jogos da final do Campeonato Nacional, ambos a terem lugar nos Açores. Na primeira partida, realizada na semana passada na Luz, os nossos voleibolistas bateram a equipa da AJ Fonte do Bastardo por 3-0. Faltam-nos dois triunfos para revalidarmos o título nacional, uma tarefa que se afigura difícil dada a qualidade que o nosso adversário tem demonstrado ao longo da temporada.
Na sexta-feira, às 11h00 no Jamor, haverá ainda a Supertaça de râguebi na vertente feminina, na qual teremos o Sporting como oponente.
No futebol teremos duas equipas em ação: a B deslocar-se-á à Póvoa de Varzim na 27.ª jornada da Liga SABSEG (sexta-feira, 18h00), enquanto os Sub-23 jogam hoje, quinta-feira, às 17h00, em Alcochete, frente ao Sporting. O jogo com o Marítimo, para a Liga NOS, tem início marcado para as 19h00 de segunda-feira, na Luz.
A agenda para sexta-feira inclui ainda os seguintes desafios: RC Montemor – Benfica em râguebi (15h00); Benfica – Vermoim em futsal feminino (15h00); Benfica – Leça em andebol feminino (18h30).
No sábado será a vez das nossas equipas masculinas de basquetebol (Galitos, Luz, 15h00) e futsal (Quinta dos Lombos, Luz, 17h00) e das femininas de basquetebol (AD Vagos, em Vagos, 18h00) e voleibol (Sporting, Luz, 20h30).
Que seja uma Páscoa muito feliz para o nosso Benfica!"
quarta-feira, 31 de março de 2021
Entrevista imperdível
"Pedro Pablo Pichardo, notável atleta do triplo salto, campeão da Europa em pista coberta, uma das figuras de proa do Benfica Olímpico, será o protagonista hoje (quarta-feira, às 17 horas), na BTV, de uma entrevista aberta e intimista em que se dá a conhecer aos benfiquistas.
Pichardo é um atleta extremamente focado no treino e na competição e que se caracteriza pelo enorme talento, formidável aptidão física, impressionante capacidade de superação e incessante motivação para se tornar cada vez melhor.
Avesso a aparições públicas de âmbito social, incluindo entrevistas, o campeão europeu interrompeu brevemente a sua preparação para conceder esta entrevista. Para nosso benefício, reconheça-se, pois teremos assim a oportunidade de conhecermos um pouco mais do que suporta os feitos deste excelente atleta.
Na entrevista já gravada, foram muitos os tópicos abordados. Desde a gratidão ao Benfica à humildade sincera do atleta e a autoexigência que coloca para melhorar os conhecimentos e fluência da língua portuguesa, falou-se de tudo um pouco.
O momento tão ambicionado de cantar o hino nacional, o telefonema do Presidente da República, as mensagens trocadas com Alfredo Quintana, com quem mantinha admiração recíproca, mas que acabou por não conseguir conhecer pessoalmente, a dedicação à família e ao treino em Portugal e os irmãos que deixou em Cuba são outros dos temas incluídos na conversa.
E também, como não poderia deixar de ser, focou-se o lado desportivo, nomeadamente a marca que tanto ambiciona para poder dar o ouro Olímpico aos portugueses, nos Jogos em Tóquio, oferecendo deste modo a sua perspetiva quanto à possibilidade de alcançar mais um grande feito na sua magnífica carreira.
BTV, 17 horas, a não perder!"
Homens do leme e da bola
"Antigos presidentes do Benfica tiveram nos seus currículos o carimbo da prática do futebol. E não só!
Ao longo de 117 anos, o Benfica teve como presidentes da Direcção homens das mais diversas áreas profissionais que, contudo, se uniam em torno de um interesse único: o desporto!
Corria o ano de 1912 quando Cosme Damião reparou nos dotes futebolísticos de um jovem Júlio Ribeiro da Costa, que viria a ser presidente em 1938/39. Vestiu a camisola encarnada como defesa entre 1013 e 1915.
Pela 1.ª categoria, jogou na recém-criada Taça de Honra, em Maio de 1915, frente ao Cruz Quebrada; era então, para além de jogador, secretário da Assembleia Geral. No ano seguinte, rumaria a Coimbra para estudar, onde, pela Briosa, defrontou e foi derrotado pelo Benfica numa digressão feita e jogada totalmente debaixo de água. Retornaria a Lisboa em 1921/22, jogando 7 jogos pela 2.ª categoria do Benfica.
Augusto da Fonseca Júnior, presidente entre 1939 e 1945, também se formou em Coimbra, onde, em 1920, liderou uma revolta estudantil. Antes, alinhou como médio e avançado 'encarnado' por 6 jogos, em 1914/15. No seu último jogo, bisou frente ao SC Império!
Joaquim Ferreira Bogalho, 'o homem do estádio', que dirigiu o Benfica entre 1952 e 1957, guardou a baliza das 3.ª e 4.ª categoria por 11 ocasiões, em 1920/21, anos de calçar as luvas da tesouraria 'encarnada'. Voltaria a jogar enquanto lateral-direito, em 1926/27, numa altura em que assegurava o cargo de secretário da Direcção.
O mais eclético foi Félix Bermudes, presidente em 1916 e 1945, que praticou atletismo, esgrima, natação, ténis, alpinismo, hipismo e futebol, quando esta modalidade ainda se encontrava em crescimento. Jogou como avançado e médio-direito entre 1906 e 1912, tendo sido capitão no primeiro dérbi do Clube frente ao Sporting, em 1 de Dezembro de 1907.
Aos 50 anos, Félix Bermudes participou em provas de tiro nos Jogos Olímpicos, em 1920 e 1924, ano em que também se sagrou campeão em ciclismo numa Volta a Lisboa!
Mente sã em corpo são seria o mote. Félix Bermudes reconheceu, numa entrevista que deu perto de completar os 84 anos, quiçá falando por todos os seus homólogos: 'As possibilidades físicas que ainda hoje possuo, as devo ás práticas constantes de vários desportos!' Curiosamente, Júlio Ribeiro da Costa foi o mais longevo dos presidentes benfiquistas, vivendo 97 anos.
Venha conhecer mais sobre os homens que dirigiram o Clube, na área 28 - Homens do Leme, do Museu Benfica - Cosme Damião."
Pedro S. Amorim, in O Benfica
As 5 melhores contratações a custo zero do SL Benfica
"No passado dia 25 de Março, o SL Benfica fazia questão de arrefecer os ânimos histéricos com a possibilidade de Diego Costa se juntar às suas fileiras. Num comunicado oficial, sublinharam-se as prioridades, que passam pela conquista de todos os jogos até final da temporada. Contratações? Só depois.
Diego Costa seria mais um a chegar a Lisboa a “custo zero”, numa longa linhagem de 64 nomes desde que Luís Filipe Vieira se juntou à direção encarnada – primeiro enquanto administrador da SAD e diretor desportivo, e depois como presidente.
Marco Caneira, Fyssas, Karagounis, Rui Costa, Nolito, Sulejmani, Taarabt, Carrillo, Zivkovic, Seferovic e o último, Vertonghen, são alguns dos nomes mais destacados que chegaram à Luz por essa via negocial e ajudaram os encarnados a baixo custo, quando comparados com outros colegas que exigiram esforços financeiros mais significativos, nem sempre justificados.
Enunciaremos então cinco nomes que marcaram o seu nome na memória coletiva por razões díspares – uns pela evidente qualidade e números estratosféricos, outros pela relação que conseguiram criar com os adeptos, outros até pela misteriosa forma como encararam a fase portuguesa das suas carreiras como intervalo para ganhar fôlego.
1. Jonas (2014/2015) – Nuno Espírito Santo chega a Valência para guiar os “Che” de volta ao topo do futebol espanhol. Estamos em 2014, Real Madrid CF e FC Barcelona são as melhores equipas do mundo – e o treinador português entende que a melhor coisa a fazer é reestruturar o plantel, com Jonas a perder espaço para Negredo e Paco Alcácer.
O brasileiro compreende, agradece a sinceridade, rescinde contrato e espera pacientemente por contactos. O SL Benfica tinha ficado sem Rodrigo e Cardozo, e só Lima assegurava poder de fogo, além de Talisca. Oportunidade perfeita? Sim, disse Jonas, que ao primeiro toque na bola de águia ao peito aproveita para fazer um “cabrito” a um adversário, no círculo central. Aí, todos sem exceção, perceberam o que se seguiria. Até Nuno.
2. Júlio César (2014/2015) – Na baliza oposta e com olhar atento estava Júlio César, à altura o melhor guarda-redes do planeta. Se não era difícil proteger as redes numa defesa com Maicon, Lúcio, Samuel, Córdoba ou Zanetti, o brasileiro era também um pronto-socorro na Canarinha, justificando a cada jogo o seu estatuto de imprescindível.
Com a saída de Mourinho, ele e o FC Inter não conseguiram manter o nível, numa equipa com média de idades mais avançada do que o aconselhado. Júlio César sairia pouco depois rumo à Premier League, seduzido pelo projeto inovador do Queens Park Rangers fC (onde já estava Adel Taarabt). Não resultou, o clube desceria para o Championship.
Seguia-se o Toronto FC, que competia na MLS e não exigia ao brasileiro compromisso máximo – esta sequência de experiências negativas desembocou no vexame do Mundial 2014. No desastroso 1-7 frente à Alemanha em pleno Maracanã, Júlio foi visto como um dos grandes responsáveis e é neste contexto que aparece o SL Benfica – o casamento perfeito, já que os encarnados precisavam de qualidade imediata depois da saída de Oblak e ele de um grande clube, para se reabilitar em termos emocionais.
Em Lisboa é tricampeão, servindo também como tutor de Ederson Moraes.
3. Hans-Jorg Butt (2007/2008) – Hans Jorg Butt construiu carreira muito respeitável na primeira década dos anos 2000: começa por ser titular na final perdida pelo Bayer 04 Leverkusen frente ao Real Madrid CF, em 2002, e termina na baliza do FC Bayern de Munique, no jogo final da Champions 2009-10, frente ao FC Inter de José Mourinho.
Perdeu as duas vezes – não lhe deram oportunidade para marcar uma grande penalidade, exercício através do qual conseguiu 26 golos –, mas que não se pense ser obra do acaso ou testemunho curto da sua competência. Ao serviço da seleção, vai aos Mundiais de 2002 e 2006, já depois do Euro 2000, sempre na sombra do inevitável Oliver Kahn.
Causará estranheza, portanto, a quem aferir os dados do currículo, observar que num SL Benfica instável (que terminou a Primeira Liga no quarto posto) não tenha conseguido ultrapassar a concorrência de Quim – somou 1 jogo apenas, em substituição deste numa partida para a Primeira Liga. Estávamos em 2007 e poucos adivinhariam que seria ele a sofrer o bis de Milito naquela noite no Bernabéu, uns anos depois…
4. Geovanni (2003/2004) – Depois do empréstimo para a segunda metade de 2002-03, a desvinculação junto do FC Barcelona proporcionou ligação permanente ao SL Benfica até 2006. “Soneca” para a massa adepta, que demorou a compreender a forma descomplexada como o brasileiro encarava as épocas: para marcar sempre aos adversários mais fortes, havia que se conservar em desafios de menor importância.
Marca em Alvalade na penúltima jornada de 2003-04, assegurando a qualificação para a Champions à lei da bomba. É ele quem assegura o golo do empate no Dragão, em 2004-05, jogo crucial para o título de Trapattoni. No mesmo ano, alia-se a Simão e elimina o Sporting CP da Taça de Portugal (naquele elétrico 3-3), e é dele o golo que elimina o grande Manchester United FC de Alex Ferguson no ano seguinte, num salto à peixinho que pôs a Luz em delírio.
A Inglaterra chega em 2007, para representar os rivais da cidade – no Manchester City FC estreia-se frente ao West Ham United FC com um golo. Na semana seguinte, outra vez o Manchester United FC pela frente e outro golo, desta vez num remate fora da área. Mas ainda não acabou: no ano seguinte é contratado pelo Hull City FC, acabado de subir pela primeira vez na história à Premier League. Não é preciso dizer quem marcou o primeiro golo de sempre, pois não?
5. Nuno Gomes (2002/2003) – Voltou a Lisboa de contrato na mão, depois da falência técnica da Fiorentina FC. O crescimento tático naquela Serie A, o melhor campeonato europeu à altura, retirou-lhe confiança com o golo – no SL Benfica, de 1997 a 2000, marca 71 vezes em pouco mais de 120 jogos, mostrando apetências fabulosas para a finalização.
No auge das suas potencialidades, viaja até aos Países Baixos selecionado por Humberto Coelho para o Euro 2000 e torna-se o melhor marcador da competição, o que lhe valeu o contrato italiano. Em Itália foi treinado por Fatih Terim e Mancini, partilhou balneário com Rui Costa ou Chiesa e aprimorou noções táticas, que o transformaram num portentoso jogador de equipa – o que lhe custou a proximidade com a baliza adversária.
Só Koeman, em 2005-06, o conseguiu espevitar nesse sentido, numa primeira volta portentosa com 15 golos, dois deles no Dragão, uma vitória encarnada na Invicta que não acontecia desde o bis de César Brito, em 1992!"
Andreas Samaris | O fim de um ciclo?
"A ausência de Andreas Samaris, quer do onze inicial quer da convocatória, começou a causar alarme aos adeptos benfiquistas. Para eles, o grego é um jogador indispensável, não só dentro do terreno de jogo, como também no balneário. O número 22 das “águias” é acarinhado pelos adeptos desde o dia em que chegou, e era uma aposta recorrente dos treinadores que estavam à frente da equipa, nas épocas passadas.
Esta época o caso alterou-se – só vestiu o “manto sagrado” nove vezes. Muitos questionavam se era “birra” de Jorge Jesus ou se havia um problema mais sério relacionado com o jogador. O certo é que, no dia 20 de fevereiro, na conferência de imprensa de antevisão do jogo frente ao SC Farense, Jorge Jesus decidiu dar uma justificação para a ausência do grego: “O Samaris tem um problema físico e há possibilidade até de ser operado”.
O que os benfiquistas mais temiam veio mesmo a confirmar-se: Samaris tem um problema físico e não vai jogar mais esta época. O SL Benfica esclareceu a situação do jogador, dizendo que este foi submetido com sucesso a uma cirurgia, em Madrid, tendo sido acompanhado pelo departamento médico da equipa, no passado dia 26 de março. A operação realizada tem como objetivo o “tratamento de uma tendinopatia cálcica insercional do Aquiles direito”, problema que já acompanha o jogador desde a época passada.
Importa frisar que o médio-defensivo recorreu às redes sociais para confirmar que não vai voltar a envergar a camisola das “águias” no que resta da presente época. No vídeo publicado, o jogador disse aos benfiquistas que este “é apenas um momento menos bom que faz parte da carreira de um jogador” e prometeu que, nos próximos meses, ainda que seja fora de campo, vai ser “sempre mais um, fiel a lutar e a honrar o manto sagrado”.
A questão que se coloca agora é “será que o final da carreira de Samaris está à vista?”. O jogador afirmou que vai “voltar melhor do que nunca”, mas será que volta para representar a equipa dentro das quatro linhas ou apenas como um jogador imprescindível para manter a paixão pelo clube e o espírito de equipa no balneário? Todos sabemos que a carreira de um jogador é curta e o médio já tem 31 anos.
Katsouranis uma vez confessou que Samaris queria acabar a carreira no SL Benfica, clube que tem no coração mas, apesar do grego já ter demonstrado que essa hipótese é viável, isso é algo que lhe cabe apenas a ele decidir. Por agora a única coisa que os adeptos podem fazer é esperar que a recuperação corra bem e o mais rápido possível.
Ainda que o final da “era” de Samaris, enquanto jogador, possa estar à vista, ninguém tem dúvidas quanto à sua importância. Jogadores como ele são referências para os mais novos e para os que chegam ao clube e, por isso, devem ser “mantidos por perto”. Se o final da carreira se confirmar, há algo que não termina – a sua ligação ao clube e o amor que tem por este. Os adeptos podem sempre encontrá-lo no estádio, a apoiar a equipa, ou quem sabe, vê-lo a exercer outras funções no clube."
A presidência portuguesa da União Europeia e o desporto
"Os três primeiros meses da presidência portuguesa da União Europeia, no que ao desporto respeita, são uma desilusão. Não se encontra uma ideia, um projeto, um sinal de concertação e solidariedades no contexto do espaço europeu.
A pandemia não poupou ninguém nem nenhum país, devastou a generalidade dos sistemas desportivos dos países europeus pelo que era expectável que a concertação de uma resposta conjunta à situação estivesse na primeira linha das preocupações dos responsáveis europeus. Até ao momento, o que se constata, e que seja do conhecimento público, é que são vagas as referências ao tema na agenda política europeia, deixando ao critério de cada Estado o encontrar de soluções.
Um exemplo desta falta de liderança política da situação está no modo como se tratou a oferta das vacinas por parte do Comité Olímpico Internacional, que requeria uma convergência dos Estados membros no sentido de definir uma orientação que, entre outros passos, passaria pela avaliação por parte das autoridades de saúde europeia da vacina oferecida com origem na China.
Ora, como muito bem disse o coordenador nacional da task force nacional, é desejável "a aquisição de todas as vacinas que seja possível trazer ao processo português, desde que tenham qualidade, as garantias necessárias de reguladores credíveis e possam ser administradas em território nacional".
A própria retoma desportiva tem cambiantes distintas em cada país, determinada não tanto pela situação epidemiológica, mas por critérios de natureza técnica distintos, relativos ao grau de risco de contágio.
Num quadro de enorme instabilidade para os sistemas desportivos dos Estados membros, a União Europeia manifesta-se incapaz de refletir sobre o problema e, por consequência, de estudar medidas comuns de redução dos impactos negativos ocorridos.
Temas como a Inovação no Desporto ou a Diplomacia no Desporto surgem na agenda da presidência portuguesa exprimindo preocupações que dificilmente podem secundarizar aquilo que neste momento é prioritário no espaço europeu: recuperar económica e socialmente os países, neles incluindo os respetivos sistemas desportivos. Na prática, foi construída uma agenda sem agilidade, longe de conseguir responder às necessidades impostas pela conjuntura crítica da pandemia. E políticas sem alcance prático não são mais do que exercícios retóricos fúteis e dispendiosos.
Justiça seja feita ao Conselho da Europa, cuja assembleia parlamentar se prepara para adotar uma resolução sobre a situação que se vive no desporto na Europa após a pandemia, tendo por base a moção "Políticas Desportivas em Tempos de Crise", curiosamente redigida por um deputado português.
Este trabalho tem como propósito desenvolver um plano de ação concreto sobre as consequências de longo prazo da pandemia na sustentabilidade do movimento desportivo europeu, com medidas destinadas a desenvolver políticas intersetoriais que promovam o desporto de base num ambiente seguro e protegido das ameaças crescentes à sua integridade e viabilidade económica.
Está em causa para o Conselho da Europa a salvaguarda do modelo europeu de desporto - que é hoje o maior garante para que a resiliência e demais benefícios da prática desportiva continuem a ser prestados junto da sociedade e dos indivíduos, particularmente os mais carenciados - e que está longe dos horizontes da presidência portuguesa, nomeadamente quando o tecido desportivo do país vive há mais de um ano sem qualquer medida extraordinária que acuda ou mitigue os efeitos imediatos da pandemia num dos setores mais atingidos por esta.
Pode ser que no segundo trimestre se passe das palavras aos atos e nos traga a inspiração que o primeiro não motivou sob pena de a presidência portuguesa da União Europeia se traduzir, para o desporto, numa oportunidade política perdida, adiando as expectativas de agentes e organizações desportivas que desesperam pelo tempo que há muito se arrasta para concretizar aquilo que se proclama."
Estranha mania das tangentes
"Não sei bem porquê mas parece haver no espírito do português um mórbido prazer na vizinhança da desgraça - em montar a tenda bem à beirinha do precipício.
Quando, na sequência do recente jogo com a Sérvia, perguntaram ao seleccionador-treinador como explicava a passagem de uma primeira parte quase perfeita para uma segunda de aflitos, ele, simplesmente, respondeu: “não sei explicar...tínhamos tudo preparado “.
Aqui vai uma ajudinha: nessa exaustiva preparação se incluiu a enfática verbalização dos nomes dos jogadores sérvios - quase todos!- que, para o nosso treinador, constituíam sério perigo para as nossas cores. Pois é, tem-se aquilo que se teme. É aquilo a que os psicólogos chamam “profecia auto-realizada”.
Depois, sabem, parece, de facto, haver em nós um gosto esquisito, quase perverso, pela tangente: quando as coisas estão bem encaminhadas, logo tratamos de as pôr assim-assim- esse tópico consagrado da nossa pegajosa mediania.
Não vou ao ponto de afirmar que o povo português do que gosta é de chicote, embora pareça por vezes, mas é certamente um povo para quem o prazer máximo parece residir no intervalo mínimo entre cada chicotada.
E o que mais me incomoda é pensar que nem sempre fomos assim: que o diga Cabral, Gama, Bartolomeu Dias ou Fernão de Magalhães. Se assim tivéssemos sido sempre não teríamos vencido em São Mamede, Atoleiros ou Aljubarrota.
Então, o que é que nos terá tornado assim tão íntimos da tangente lamentosa? O desastre de Alcácer-Quibir? O terramoto de 1755? (Voltaire viu nele um trágico abalo no optimismo que a Enciclopédia tão ufanamente ostentava), terá sido a decepação do braço imperial, a separação política do Brasil?, o regicídio da Rua do Arsenal?, o assassinato do Sidónio, a esperança do povo? Que coisa é essa que parece impelir-nos para os braços de uma triste sina? O fado? Ou o fado é já ele consequência de assim sermos?
Naquele famigerado jogo de Belgrado, tínhamos tudo tão certinho e até fizemos um golo que não valeu nos últimos instantes...
Mas este episódio tão ao jeito da nossa clássica propensão para assumir o papel de vítima faz-me lembrar aquela viúva fingida que, com ar compungido, se compraz em ser engolida em abraços e condolências- é o seu secreto consolo.
Imagine-se que até de Espanha surgiram manifestações de solidariedade com o inconsolável Cristiano - não por ele ser nosso, mas por o considerarem deles!
Enfim, não havia necessidade de nos expormos assim tão descaradamente à universal compaixão: bastaria que, em vez do medo de perder, tivessem interiorizado a certeza de ganhar. Mas falta-nos assumir o pleno estatuto de comensais do céu: achamos sempre que algo de infernal nos espreita.
Mas se na Escola de Sagres se tivesse implantado o medo do Adamastor, nunca Portugal teria sido o primeiro campeão mundial da globalização.
Os nossos treinadores não há meio de se convencerem que não é verbalizando, com erudita clarividência, os perigos que deles se livram, bem pelo contrário - é a maneira mais indefectível de os atrair.
Entretanto, revolvemo-nos no prazer espúrio de uma generalizada compaixão que mais não faz que confirmar-nos no nosso atávico sentimento de uma resinosa pequenez. Pensemos alto e ir-se-nos-á essa estranha mania das tangentes.
Somos bons em exercícios de equilíbrio instável: nosso meio de vida é a corda bamba. Mas, cuidado, não vá escorregar-nos o pé e cairmos no buraco, buraco que segue a nossa sombra."
José Antunes de Sousa, in A Bola
Quatro cavalos e um português
"Ruy Lopez, um dos grandes do xadrez de todos os tempos, aprendeu muito com Pedro Damião, um boticário de Odemira que teve de fugir para Roma...
Zafra não fica longe e vale a pena lá ir. É assim como ir a Badajoz, virar à direita e descer um bocado. Chamam-lhe a Pequena Sevilha. Quando o Papa Pio IV resolveu chamar a Roma Rodrigo Lopez de Segura, mais conhecido por Ruy, este não deixou de revelar algum espanto. A missiva só indicava: «Assuntos eclesiásticos». Gaspacho! Cabia um nunca mais de coisas em assuntos desse género. Fez-se à estrada. Afinal Papa era Papa e, em 1559, podia esperar-se tudo de um Papa, até uma ordem azeda de um desanque valente de chicote no lombo. Ainda por cima, Pio IV não era apenas Papa, era um Medici, Giovanni Angelo Medici, da Casa dos Medici, de Florença, gente que nascera sem nobreza acoplada mas fizera fortuna à base do comércio de têxteis e acabaram por se tornar líderes hereditários do Ducado de Florença, pouco tempo depois elevado a Grão Ducado. Não valia a pena embirrar com um Papa, ainda por cima Medici, vamos e venhamos. E sair da modorra de Zafra também não deixava de ser uma aventura para um rapaz como Ruy que tomara recentemente as vestes de pároco e estava à beira dos 20 anos.
Os seus pais não nadavam em dinheiro. Eram comerciantes acomodados, com um palacete na Plaza Grande, e o jovem Rodrigo ia-se entretendo com as confissões das moças da zona na sua função de clérigo da paróquia de Candelabria. Veio a descobrir, já em Roma, que o apelo papal não tinha grande coisa a ver com a sua maior ou menor proximidade com Deus, com Cristo, com o Espírito Santo ou com os Santos Óleos. Pio IV queria era que Ruy Lopez lhe ensinasse os segredos mais profundos do jogo que apaixonava a Europa da época – o xadrez.
Ruy Lopez é um nome que não escapa a nenhum amante da arte dos 64 quadrados brancos e pretos (e se alguém não gostar que chame pretos aos quadrados pretos, procure arranjar um tabuleiro com quadrados de outra cor) e o livro que publicou em Alcalá de Henares, no ano de 1561, é obra obrigatória para estudiosos e não só: Libro de la Invención Liberal y Arte del Juego del Ajedrez, Muy Útil y Provechosa Para los que de Nuevo Quisieren Aprender a Jugarlo. O Papa leu-o, mas não percebeu grande coisa, o que não revela propriamente tacanhez na compreensão mas talvez distrações a mais. Além disso, não fazia tensões de desafiar o padre Ruy. Queria, isso sim, pô-lo a jogar contra Giovanni Leonardo di Bona, também conhecido como Giovanni Leonardo da Cutri e apelidado simplesmente de Il Puttino, O Menininho, considerado o melhor jogador de toda a Itália.
Imagina-se que Pio IV tenha ficado ligeiramente desapontado por Ruy Lopez haver ganho facilmente a Giovanni. Uma vitória inequívoca de um fulano que estudara profundamente a obra de um dos seus antecessores, português de gema, nascido em Odemira em 1475, Pedro Damião, ou Damiano de Odemira, um estratega de altíssimo calibre e um dos primeiros problemista de xadrez, isto é, criador de situações complicadas sobre o tabuleiro que exigia aos seus alunos que resolvessem. A vida correu-lhe mal do Guadiana para cá. Boticário, cristão-novo, escapuliu-se sem dar cavaco para Roma, fugido dos sicários de D. Manuel, onde o deixaram à vontade para trabalhar noutro livro importantíssimo e que Rodrigo sabia praticamente de cor: Questo Libro e da Imparare Giocare a Scachi: Et de Belitissimi Partiti (1512).
Inconformado, Pio IV voltou a colocar Ruy Lopez e Il Puttino frente e, mais uma vez, o resultado se repetiu. Ao perceber que o seu representante mais encarniçado se deixava enlear pela magia da Abertura dos Quatro Cavalos, conhecida por Abertura Ruy Lopez ou Abertura Espanhola, o Papa, teimoso como um Papa, fez avançar Paolo Boi, Il Siracusano, filho de gente rica, afilhado preferido do Duque de Urbino, e que esteve em Lisboa, em 1577, para demonstrar na corte de D. Sebastião toda a sua sagacidade na movimentação das pedras. Rodrigo não fez cerimónias e bateu-o com uma perna às costas. Então, Pio IV desistiu. A ideia, parecia-lhe agora, não fora das tais coisas...
1575: eis que Felipe II resolve, como dizem os italianos, stuzzicare o Papa. Isto é, dar-lhe umas bicadas. Em Madrid, no Escorial, reuniu os quatro maiores xadrezistas da Europa para um torneio. Apresentaram-se os inevitáveis Ruy Lopez de Segura, Leonardo da Cutri e Paolo Boi, aos quais se juntou Alfonso Céron, um sacerdote de Granada que também deixou um livro entretanto desaparecido, escrito em latim: De Latrunculorum Ludo, algo como ‘Do Jogo de Xadrez’. Muitos consideram que esse foi o primeiro campeonato do mundo de xadrez. Da Cutri rebelou-se e saiu vencedor. Recebeu mil ducados de prémio, uma capa de arminho e o seu lugar de nascimento foi poupado a impostos durante vinte anos. A Abertura Espanhola de Ruy fora derrubada pelo Gambito do Rei de Il Puttino. Pio IV podia morrer descansado não se desse o caso de já ter entregue a alma ao criador dez anos antes. Partiu antes do tempo."
terça-feira, 30 de março de 2021
A ver e rever
"Exortamos todos os benfiquistas (e não só) a verem a reportagem especial "Amor à Camisola" estreada ontem, na BTV, e disponibilizada nas várias plataformas em que o Sport Lisboa e Benfica está presente.
Da autoria do jornalista Ricardo Soares, com imagens recolhidas por André Araújo e pós-produção áudio de Kiko Rúbio, esta reportagem, com duração aproximada de uma hora, incide no indispensável contributo dos técnicos de equipamento para a atividade da equipa de futebol.
Como pano de fundo está o Arsenal – Benfica, disputado na Grécia, a contar para a Liga Europa. A BTV teve acesso aos bastidores e mostrou, com mestria, tudo o que envolve a preparação de um jogo no que aos equipamentos diz respeito.
Ressalta ainda da reportagem a extrema importância que estes funcionários têm para o grupo de trabalho, não se limitando às exigentes tarefas pelas quais são responsáveis, fazendo mesmo parte do próprio grupo; uma pertença que, pela proximidade a jogadores e treinadores, acontece naturalmente.
João Valentim, Paulo Vaz e Sebastião Fernandes, técnicos de equipamento, são os protagonistas da reportagem, contando ainda com os testemunhos de Isabel Tavares, costureira, e Vanderleia de Jesus, coordenadora da lavandaria do futebol. São um exemplo de dedicação e benfiquismo, a quem é dado o reconhecimento devido pelos beneficiários diretos – jogadores e treinadores – do seu esforço e empenho. Rui Costa, Luisão, Jorge Jesus e Otamendi oferecem o seu testemunho acerca da enorme relevância destes membros do plantel, apesar de quase ignorados pelo grande público.
Esta é também uma homenagem aos saudosos José Luís e Luís Santos, antigos técnicos de equipamento que nos deixaram precocemente. Ambos serviram o Benfica ao longo das suas vidas e contribuíram, em conjunto, para a conquista de 32 Campeonatos nacionais e 19 Taças de Portugal. E deixam, sobretudo, enorme saudade entre todos os que tiveram a oportunidade de conviver e trabalhar com eles.
A reportagem "Amor à Camisola" surge na sequência do trabalho desenvolvido no âmbito do BPlay, que reflete, do ponto de vista comunicacional, a crescente abertura ao exterior e insere-se numa política de valorização do desporto e da necessidade detetada de se dar protagonismo a quem é, de facto, protagonista. Estamos convictos de que este é o caminho certo para a indústria do futebol.
Mais uma vez convidamo-lo a ver (ou rever) este fantástico produto televisivo. A BTV e todos os que contribuíram para a feitura desta reportagem estão de parabéns!"
SL Benfica | Águias a levantar voo?
"O SL Benfica aparenta viver dias melhores. As “águias” têm vindo a levantar voo nas últimas semanas, conquistando vitórias, amealhando pontos e mantendo invioladas as suas redes. O período destrutivo que precedeu esta fase de maior fulgor, no entanto, cortou demasiado as asas à equipa benfiquista, que encara a fase final da época com apenas duas ambições: a conquista da Taça de Portugal e o segundo lugar da Primeira Liga.
É pouco para o muito que se investiu e perspetivou na antecâmara da temporada, mas não deixam de ser objetivos importantes, cuja concretização é de vital importância, sobretudo pelo que representam na construção da época vindoura.
Para garantir o cumprimento destes desideratos, será necessário manter – ou até melhorar – a forma apresentada e manter – ou até acentuar – a curva ascendente de qualidade. O principal requisito será a estabilidade.
Estabilidade emocional, individual e coletiva, estabilidade de escolhas, sobretudo no setor defensivo, estabilidade na comunicação, mormente no que concerne as conferências de imprensa de Jorge Jesus, estabilidade exibicional e estabilidade de resultados.
O mês de abril apresenta-se como fulcral para a continuidade – ou não – da forma que as “águias” vinham espelhando em campo antes da paragem para compromissos internacionais. O mês da liberdade vai permitir perceber se a equipa técnica de Jorge Jesus foi capaz de aproveitar a pausa no calendário para solidificar ideias e unir o grupo.
Caso o tenha feito, os encarnados terão todas as condições para vencer as cinco partidas que mês que se avizinha encerra e dar sequência a uma série positiva que só peca por tardia."
Desmentido
"O Sport Lisboa e Benfica informa que, numa altura em que todas as equipas estão em várias frentes competitivas, o foco passa por alcançar os objetivos delineados para a presente temporada desportiva. Não existem conversações com qualquer treinador nas modalidades de pavilhão.
Nesse sentido, a equipa sénior masculina de basquetebol e respetiva equipa técnica liderada por Carlos Lisboa enquadram-se nesse rumo traçado, em que a convergência total de energias está direcionada para o que falta do Campeonato Nacional e para a final four da Taça de Portugal, fase que foi atingida no último sábado com um triunfo merecido sobre a UD Oliveirense.
Não é hora de avaliações para as modalidades do Clube, mas momento para muito trabalho para alcançar os objetivos que faltam até ao final da época."
segunda-feira, 29 de março de 2021
Amor à camisola
"“São os últimos a deitarem-se, são os primeiros a levantarem-se.”
“São pessoas de uma importância incalculável dentro de um balneário.”
“Quando se fala de mística, eles têm essa mística.”
Estas são palavras de Jorge Jesus, Rui Costa e Luisão acerca dos protagonistas da reportagem especial imperdível que estreará hoje, dia 29, às 19 horas, na BTV.
Nunca os holofotes do grande público estão direcionados para estes rostos, porém não há jogador, treinador ou dirigente que não reconheça a suprema relevância destes elementos do plantel, os técnicos de equipamento.
Têm uma missão imprescindível: que nada falte à equipa. Trabalham arduamente para que os jogadores somente se tenham de preocupar em treinar e jogar e são os únicos que, quando as portas do balneário são fechadas, permanecem próximos dos atletas.
É-lhes exigida extrema competência, dedicação total e sigilo absoluto. Servem o clube servindo o plantel, do qual fazem parte, também, pelo reconhecimento dos próprios jogadores dessa pertença. As relações de confiança e amizade, assentes no respeito mútuo, perduram além da carreira dos futebolistas, tratando-se de um sinal inequívoco da importância primordial destes funcionários. Exultam com as vitórias, são solidários nas derrotas. E têm permanentemente de ser imunes a estados de espírito, pois há sempre alguma tarefa por fazer.
Conheça hoje, na BTV, o que têm a dizer, sobre estes membros inalienáveis do plantel, quem com eles lida diariamente.
Entretanto, na frente desportiva, tivemos um fim-de-semana de altos e baixos, felizmente mais dos primeiros que dos segundos.
Da muita atividade desportiva, começamos por evocar e elogiar o triunfo das nossas futsalistas na final da Taça da Liga. A série invicta de 85 jogos é impressionante e os títulos e troféus sucedem-se. Uma palavra também para Rochelle Nunes, que conquistou a medalha de prata no Grand Slam de Tbilissi, em judo. Houve ainda a excelente entrada na final do playoff do Campeonato Nacional de voleibol, com a vitória, por 3-0, frente ao AJ Fonte do Bastardo (final à melhor de 5). E assinalamos a magnífica exibição da nossa equipa de basquetebol, em Oliveira de Azeméis frente à Oliveirense, permitindo o apuramento para a final four da Taça de Portugal (84-105).
Em sentido contrário tivemos a final da Taça da Liga de futsal nos masculinos, numa partida que não correu de feição à nossa equipa, desde logo pela ineficácia quando ainda estava por inaugurar o marcador. Estamos certos de que a nossa equipa saberá usar este desaire para surgir mais forte nos desafios vindouros. E, finalmente, referência para a nossa equipa feminina de râguebi que, apesar de não ter sido feliz, discutiu até ao último momento o jogo que decidiu o título do primeiro Campeonato Nacional na variante de 15.
De Todos Um, o Benfica!"
Completa falta de vergonha no focinho!!!
"O dia 1 de Abril chegou mais cedo para os lados de Contumil.
Mais uma amostra do que que é o FC Porto e as habituais táticas de deturpação e manipulação da realidade.
Felizmente, as imagens não mentem e recordar é viver. O lance polémico aqui demonstrado teve lugar na 6ª jornada da época 2004/05, que opôs o Benfica ao FC Porto, em que Petit remata de fora da área, para defesa de Vítor Baía... dentro da própria baliza.
Como este exemplo existem dezenas por parte do FC Porto ao longo dos últimos anos. Tenham mas é vergonha na cara."
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