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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Lixívia (25/26) 31 (+2 jogos)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 75 (-12) = 87
Sporting...... 73 (+10) = 63
Corruptos...82 (+21) = 61
Braga............56 (-2) = 58

Pronto, a choradeira Lagarta já começou!!! Depois de meses, sem um pio sobre a arbitragem, sempre a ganhar beneficiado, bastou perder alguns pontos, para ser ultrapassado pelo Benfica, para começarem a falar mal daquilo que tinham 'prometido' nunca fazerem-no!!!

O lance que tem sido falado, aconteceu nas Aves:
- Eu até concordo com o espanhol do Rascord, o VAR não devia ter chamado o árbitro, pois o lance não é um daqueles erros claros! Dito isto, parece-me ser penalty... Fico pelo parece-me, porque a repetição não me conseguiu tirar as dúvidas, se o defesa de raspão não terá tocado na bola! Houve o toque no pé, sem intenção, é o avançado do Sporting, que estica a perna para o lado, deixando a perna no 'caminho' da bola, isto sem ganhar a posição com o corpo! Havendo um toque na bola, nem que fosse de raspão, mesmo tocando o pé do adversário, para mim, evitaria ser falta...
Mas admito, que vendo as imagens, apesar de não serem esclarecedoras, apitava penalty!

No lance do Morita, o penalty é claro!

No jogo de ontem, contra o Tondela, o penalty contra o Sporting também foi evidente... Não vi o resto do jogo com atenção, se outro lance me chamar a atenção, farei uma adenda!

O outro jogo, com um erro 'importante' foi an Amadora:
- A minha opinião não será unanime, muitos acham que houve mesmo penalty a favor dos Corruptos, mas eu acho que houve mergulho!!! O defesa não protestou, porque é nórdico (e não se chama Hjmuland!). O defesa escorregou, fez a espragata, e o avançado dos Corruptos, aproveitou a perna esticada, e provocou o contacto.... As indicações são claras neste tipo de contactos, são claras, se o defesa tiver o pé apoiado na relva e o contacto acontecer, quando o avançado efectua a passada, com a perna no ar, a responsabilidade do contacto é do avançado, e portanto não é penalty!!!

Na Luz, mais um actuação doutro adorador Corrupto 'exemplar'!!!
- Dois erros graves: no penalty sobre o Otamendi, existe uma cotovelada nas 'costelas' do Nico, não é um lance de VAR para mim, mas é penalty... O outro erros grave, foi na falta sobre o Ríos: o Fabiano, acerta com os pitóns na canela do Ríos, Vermelho direto, claríssimo, e o VAR devia ter actuado!

Houve outro lance 'engraçado' onde é assinalado fora-de-jogo ao ataque do Benfica, quando de facto o 'passe' foi efectuado pelo defesa... se tivesse sido o jogador do Benfica a tocar na bola, até poderia ter sido penalty, mas os apitadores na dúvida, marcaram fora-de-jogo para 'matar' a discussão!

O Braga também fez dois jogos, e não houve notícia de Casos nesses jogos.

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-2 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência
24.º-Gil Vicente(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
25.ª-Corruptos(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, (4-2), (-2 pontos)
26.ª-Arouca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (1-3), Sem influência
27.ª-Guimarães(c), V(3-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
28.ª-Casa Pia(f), E(1-1), H. Carvalho(Cláudia R., D. Pereira), Prejudicados, (-2 pontos)
29.ª-Nacional(c), V(2-0), Veríssimo(Barradas, P. Felisberto), Prejudicados, (3-0), Sem influência
30.ª-Sporting(f), V(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Prejudicados, (1-4), Sem influência
31-ª-Moreirense(c), V(4-1), Vasilica(M. Oliveira, Moisés), Prejudicados, (5-1), Sem influência

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Estoril(c), V(3-0), Guelho(Malheiro Pinto, N. Pires), Nada a assinalar
25.ª-Braga(f), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
26.ª-Tondela(c), E(2-2), Veríssimo(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
27.ª-Alverca(f), V(1-4), Pinheiro(Malheiro Pinto, P. Sancho), Nada a assinalar
28.ª-Santa Clara(c), V(4-2), Narciso(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (2-4), (+3 pontos)
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
30.ª-Benfica(c), D(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Beneficiados, (1-4), Sem influência
31.ª-AVS(f), E(1-1), Ramalho(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar
24.ª-Arouca(c), V(3-1), Vasilica(Rui Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
25.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (4-2), (+1 ponto)
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Braga(f), V(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
28.ª-Famalicão(c), E(2-2), Guelho(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (1-4), (+1 pontos)
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
30.ª-Tondela(c), V(2-0), C. Pereira(M. Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
31.ª-Estrela(f), V(1-2), H. Carvalho(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2pontos)

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
24.ª-Nacional(f), V(1-2), Rosa(Rui Silva, Mesquita), Prejudicados, (1-3), Sem influência
25.ª-Sporting(c), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
26.ª-Casa Pia(f), V(0-1), Veríssimo(Piscarreta, P. Sancho), Nada a assinalar
27.ª-Corruptos(c), D(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Prejudicados, (1-0), (-3 pontos)
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
29.ª-Arouca(c), V(1-0), C. Pereira(Casegas, M. Vieira), Nada a assinalar
30.ª-Famalicão(c), E(2-2), D. R. Silva(Martins, Cátia T.), Nada a assinalar
31.ª-Santa Clara(f), D(2-1), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar


Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
11/4

Sporting
8/4

Corruptos
10/2

Braga
15/4

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/3
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)

Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)

Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)

Braga
1/3
Minutos:
81 - 48 = 33 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
49(29) / 345 - 483 / 88(46)

Sporting
71(32) / 394 - 425 / 85(38)

Corruptos
75(35) / 417 - 395 / 83(40)

Braga
66(25) / 361 - 363 / 80(41)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Pinheiro - -2
L. Ferreira - -2
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2

Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Ramalho - -2
Casegas - -2
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
L. Ferreira - +4
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
H. Carvalho - +2
Guelho - +1
Mota - +1

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 4 (1/3)
Pinheiro - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Vasilica - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 3 (1/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
C. Pereira - 2 (1/1)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)

Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 3 (0/3)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 4 (2/2)
L. Ferreira - 3 (2/1)
Barradas - 3 (3/0)
M. Oliveira - 3 (1/2)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)

Sporting
Rui Costa - 4 (2/2)
Martins - 3 (0/3)
Mota - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Casegas - 2 (1/1)
Esteves - 2 (2/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
L. Ferreira - 3 (0/3)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Mota - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (1/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)

Braga
Martins - 5 (3/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
Mota - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
V. Maia - 1
Bessa Silva - 1
Moisés - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
V. Maia - 2
Bessa Silva - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
M. Vieira - 1
Catarina C. - 1

Corruptos
P. Felisberto - 5
V. Maia -3
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
T. Leandro - 1

Braga
P. Miranda - 3
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
P. Sancho - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1
Cátia T. - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Costa - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 4 + 0 = 4
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Vasilica - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Rui Costa - 0 + 4  = 4
Nobre - 3 + 0 = 3
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Casegas - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Martins - 0 + 5 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0  = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)
Jornada 29 (-2 jogos)
Jornada 30 (+2 jogos)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Vitória...

Barcelos 6 - 8 Benfica

Depois da derrota na Taça no Sábado, vitória para um campeonato, que já tem as posições da fase regular decididas!

Desta vez, apesar de mais uma arbitragem criminosa, acabámos por ganhar, apesar das constantes decisões absurdas!

Nota para as melhorias do Pau..

Fever Pitch - Domingo Desportivo - S06E31 - Não Vamos Estragar Tudo Outra Vez, Certo?

Derby...

Nem o Varandistão resiste a isto!!!

Sabotagem?!

Varandistão?!

Cartilheiro-Mor

Desespero?!

OPA?!


"Ainda irei assistir, todos aqueles que criticaram ferozmente a OPA, lançando desinformação constante para a mente dos associados, virem a terreiro dizer que a culpa foi do Vieira por não ter adquirido as ações com recurso a OPA ou por a mesma ter sido chumbada!
Nessa altura já não se irão lembrar das mil e uma ações contra o mesmo, dos ataques pessoais a quem defendia o modelo preconizado por Vieira para o clube!
Parabéns a todos os envolvidos, alguns por ego, outros por vaidade, outros por interesses pessoais e manipulados por terceiros, foram os principais “pontas de lança da SANTA ALIANÇA DO ALTIS”, fizeram, e fazem, com o vosso bota baixismo, crítica destrutiva e constante um trabalho brilhante em prol do enriquecimento da nação benfiquista! 👏 👏 👏"

Varandas 'pressiona' Rui Costa


"Aparente firmeza do presidente do Sporting não pode agora ser colocada em causa nas próximas semanas, mas desvia já as atenções para o posicionamento pedido ao presidente do Benfica

A pressão mediática pode definir o timing de uma decisão, mas não deve condicionar a mesma. Por isso, mais do que discutir o sentido de oportunidade de uma renovação que surge na altura mais sensível da época do Sporting — depois do adeus ao sonho europeu e do choque frontal com a realidade que foi a queda para o terceiro lugar da Liga —, importa mais questionar a firmeza da decisão de assinar novo contrato com Rui Borges.
Publicamente ou nem tanto assim, Frederico Varandas sempre mostrou confiança no trabalho do técnico mirandelense, pelo que a medida parece seguir uma linha estratégica clara e coerente. Assinar antes do final da época não deixa de ser um risco, mas será também um evidente sinal de convicção, imune até às teorias de que o Sporting começou a perder pontos por causa das decorrentes conversas para renovar com o treinador que chegou aos quartos de final da Liga dos Campeões e que é (ainda) o campeão em título.
Rui Borges arrisca fazer mais pontos do que na época passada e acabar em terceiro lugar, mas não pode ser isso a colocar em causa a crença de Varandas, tão pouco um eventual desaire na final da Taça, por mais choque que viesse de uma conquista do Torreense no Jamor, que seria a primeira de uma equipa de escalão inferior.
Perder firmeza na decisão seria, nesse cenário, uma renúncia clara do presidente do Sporting a responsabilidades próprias, no final de uma temporada marcada por lesões (que devem ser devidamente analisadas), mas também por fracassos no mercado, tendo em conta que Luis Suárez foi o único reforço que justificou verdadeiramente essa designação ao longo da temporada.
Firme, até ver, o passo dado pelo presidente do Sporting não deixa de atirar alguma pressão adicional para o homólogo do Benfica, com quem até esteve no passado domingo, na final da Taça de Portugal de futsal, disputada em Gondomar.
O contexto não é exatamente o mesmo do outro lado da Segunda Circular, nem mesmo do ponto de vista financeiro, mas Rui Costa sabe bem que José Mourinho quer a renovação, só que não está propriamente para aí virado. Nem mesmo enquanto as notícias de um eventual regresso do técnico ao Real Madrid parecem ganhar consistência.
Entre assumir a cláusula de saída ou passar por cima da mesma, o presidente do Benfica parece assumir a posição habitual: ficar a meio."

Benfica FM: Flores...

Benfica FM: Peixoto...

Benfica FM: Rui Águas...

Benfica FM: Lúcia Playlist...

BI: Modalidades #179 - Semanada...

Kanal: 45 minutos - S05E04

Vermelho no Branco #40 - Benfica vence Moreirense e Champions mais perto!

BF: Perfil...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - O ponto de situação de Mourinho

Observador: E o Campeão é... - Renovação de Rui Borges foi “novela escusada”

Observador: Três Toques - Não confundir o Babbel com o Bumble

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #129

Futebol à Parte #40 - PORTO quase CAMPEÃO, AFS x SPORTING e BENFICA de CHAMPIONS?

SportTV: Vamos à Bola - CD Nacional

SportTV: SALTILLO 86: O CAOS QUE DESTRUIU O SONHO PORTUGUÊS - Quinas da Memória '86 c/ Rui Águas

Futebol total no Parque dos Príncipes


"PSG-Bayern de Munique, 5-4. Mas que jogo. Ontem, o futebol venceu. Venceu na sua forma mais pura e mais bela. Sem distrações, sem o ruído que tantas vezes o tenta abafar. Não foram os comunicados, nem as polémicas, nem as apostas, nem o circo paralelo que por vezes insiste em ocupar o palco principal. Foi apenas o futebol, o verdadeiro futebol, a falar mais alto.
Nove golos. Podiam ter sido mais. Um ritmo alucinante. Emoção até ao último segundo. Luis Enrique, técnico dos atuais campeões europeus, confessou no final da partida que este foi o melhor jogo da sua vida enquanto treinador. Uma daquelas noites em que o coração bate mais rápido e nos lembramos do porquê de nos termos apaixonado por este desporto. Porque, no fim de tudo, é isto que o futebol vende. É isto que o torna eterno.
E depois existem os verdadeiros protagonistas. Alguns deles portugueses ou que já passaram pelo nosso Campeonato. Jogadores de topo, com uma qualidade técnica muito acima da média, sem medos, sem amarras. A ir para cima, a arriscar, a desequilibrar. Com dribles que levantam os estádios, arrancadas fabulosas, receções e golos mágicos. Aqueles instantes que fazem um miúdo olhar para o ecrã e pensar: «É isto, Mãe. É isto que eu quero fazer quando crescer».
No Parque dos Príncipes, no memorável palco da Liga dos Campeões, foi dada uma grande resposta para quem insiste em viver preso ao passado. Para quem diz que «antigamente é que era», que já não há magia, que o futebol atual perdeu a alma.
Sim, o futebol está diferente. Mas este desporto não morreu. O futebol reinventa-se. Evolui. Continua a emocionar. Talvez de formas diferentes, mas com a mesma intensidade de sempre.
E enquanto existirem noites assim, jogos assim, jogadores assim… o futebol será sempre inesquecível e apaixonante.
Ontem não foi só um jogo de futebol. Foi um lembrete. Um lembrete de que o essencial ainda lá está. O talento, a criatividade, a coragem e a emoção. De que o jogo ainda pertence aos jogadores que arriscam, que inventam, que fazem algo inesperado quando todos pensam que já viram tudo.
Um lembrete de que não estamos a viver numa era menor, como tantas vezes se diz. E, talvez o mais importante, um lembrete do porquê de gostarmos tanto disto. Daquele sentimento quase infantil de surpresa e entusiasmo. E como alguém muito sábio uma vez me disse, «o futebol é a tua recuperação da infância a cada fim de semana»."

O futebol feminino já não pede espaço — está a ocupá-lo!!


"Durante anos, o futebol feminino na Europa viveu num paradoxo curioso: crescia todos os dias, mas parecia sempre estar à espera de reconhecimento. Como se ainda tivesse de justificar a sua existência.
Hoje, essa fase acabou.
O futebol feminino já não pede espaço. Está, simplesmente, a ocupá-lo.
Os números ajudam a perceber isso, mas não contam toda a história: mais de um milhão de jogadoras registadas na Europa, crescimento constante, mais ligas, mais treinadoras e treinadores, mais investimento. Tudo isso é relevante, mas o mais importante é outra coisa: pela primeira vez há uma estrutura real, há continuidade, já começou a ter mercado e isso muda tudo.
Neste momento o futebol feminino é um produto.
Como em quase tudo no futebol, há um detalhe que faz a diferença: nem todos estão a crescer ao mesmo ritmo.
Olhar para o mapa europeu do futebol feminino é olhar para uma Europa a duas velocidades. 
De um lado, países como Inglaterra, Alemanha, França ou Espanha, onde o futebol feminino deixou de ser um projeto e passou a ser um produto competitivo, mediático e financeiramente relevante. Do outro, uma série de países onde o crescimento existe, mas ainda vive longe das condições necessárias para dar o salto.
E aqui está o ponto central: o crescimento do futebol feminino não depende apenas do talento, nunca dependeu.
Depende de investimento, de visão estratégica e, acima de tudo, de compromisso.
Inglaterra é o exemplo mais evidente. O sucesso da seleção não apareceu por acaso, foi construído com liga forte, exposição mediática e uma ideia clara de desenvolvimento.
A Espanha seguiu um caminho semelhante, muito impulsionado pelos clubes, a França e Alemanha já tinham bases sólidas há décadas.
Já nos países nórdicos, o futebol feminino sempre fez parte da cultura desportiva (já treinei jogadoras desta região e são muito disciplinadas e competitivas).
Ou seja, não há milagres.
Há decisões que têm de ser tomadas no timing certo e depois há outro fator, muitas vezes ignorado: o público.
Durante anos, disse-se que o futebol feminino precisava de mais visibilidade, hoje, a realidade é outra.
Quando há qualidade, competição, quando há contexto, as pessoas aparecem.
Vemos cada vez mais estádios cheios, existindo interesse real (os jogos da nossa seleção têm cada vez mais assistência) neste produto.
O futebol feminino deixou de ser visto como uma versão alternativa.
Está a tornar-se, cada vez mais, uma opção principal (é um motor para milhares de jovens verem o futebol, não como inacessível, mas como um caminho possível para ser felizes, a/o praticante precisa de ser feliz no dia a dia, seja no treino ou no jogo).
O crescimento acelerado pode acentuar desigualdades, aqui pode residir um maior risco, se os países que já estão na frente continuam a investir e os outros não acompanham, o fosso vai aumentar. E isso não é apenas um problema competitivo, é um problema estrutural para o futuro do jogo.
Porque o verdadeiro desafio do futebol feminino europeu não é crescer, isso já está a acontecer, o desafio passa por crescer de forma equilibrada e sustentável.
Se o investimento continuar concentrado, se as oportunidades não forem distribuídas, vamos ter um futebol feminino forte, mas limitado a poucos contextos.
Isso seria um erro, numa fase em que o potencial é claramente global (a globalização também está presente no futebol feminino).
Há poucos momentos no desporto em que se sente que algo está a mudar de forma irreversível. O futebol feminino europeu está exatamente nesse ponto.
Já não é uma promessa. Já não é um projeto.
É uma realidade em construção, rápida, visível e impossível de ignorar.
Hoje, o futebol feminino europeu está a crescer a uma velocidade impressionante, mas esse crescimento não está a acontecer de forma igual.
Vou dar um exemplo de uma realidade que conheço bem.
Talvez seja nos países como Letónia, Lituânia e Estónia que se percebe melhor o verdadeiro desafio do futuro.
Não é fazer o futebol feminino crescer, é garantir que cresce para todos.
As federações têm um papel fundamental para ajudar os clubes e as jogadoras, dar-lhes condições para exercerem o seu papel ativo no futebol feminino.
As jovens praticantes, as jogadoras que jogam em todos os níveis, são o mais importante no futebol. Podemos criar uma melhor sociedade e principalmente melhorar a individualidade com valores que só o desporto lhes consegue passar por tudo aquilo que representa.
Uma das questões que deixo: quem vai acompanhar este crescimento e quem vai ficar para trás?
O futebol é para todos, é um fenómeno global."

Quanto mais medimos, menos compreendemos


"Quando avaliamos um jogador mais pelo que corre, pelo que acelera ou pelo volume de trabalho físico do que pelo que entende, antecipa e resolve criativamente, estamos claramente a desviar o foco do que realmente importa no futebol de alto nível. Pensar o futebol é o espaço de opinião de Carlos Carneiro, dirigente desportivo

Nunca se mediu tanto no futebol… e nunca se percebeu tão pouco do jogo. Entre dados, métricas e a ilusão de controlo absoluto, o futebol corre o risco de perder o que nunca conseguiu quantificar: a inteligência do jogo.
Há um paradoxo incómodo no futebol moderno que poucos se atrevem a admitir: quanto mais medimos, menos compreendemos. Nunca existiu tanta informação disponível, nunca se monitorizou tanto o detalhe, nunca se analisou com tanto rigor o comportamento dos jogadores — e, ainda assim, o jogo continua a escapar aos que acreditam que tudo pode ser reduzido a números e explicações objetivas.
Corre-se mais do que nunca. Mede-se tudo: metros percorridos, acelerações, desacelerações, zonas de intensidade, carga interna e externa, número de sprints, ângulos de corrida, frequência cardíaca, consumo de oxigénio e tempo de recuperação. Cada jogador é hoje apresentado como um conjunto de estatísticas, transformado em dashboards interativos, relatórios semanais e análises em tempo real que pretendem justificar o rendimento e antecipar o imprevisível.
Mas justificar não é compreender. Antecipar números não é dominar o jogo. E é precisamente aqui que reside o grande problema do futebol contemporâneo.
O que verdadeiramente decide as partidas raramente cabe num GPS, entra numa folha de Excel ou surge destacado num relatório de performance. O essencial permanece muitas vezes invisível aos olhos de quem procura respostas apenas nos dados: a decisão tomada antes da ação visível; o posicionamento inteligente que evita o perigo antes de ele se materializar; a leitura fina do espaço em função do contexto, dos companheiros e dos adversários; a capacidade rara de saber quando acelerar, quando pausar, quando arriscar e — sobretudo — quando não arriscar. É a inteligência situacional, a perceção do momento certo, a escolha entre várias opções possíveis num milésimo de segundo. Nada disto aparece nos rankings de distância percorrida.
Nada disto lidera as estatísticas oficiais de velocidade máxima ou de intensidade. No entanto, é exatamente isto que separa o jogador comum do jogador verdadeiramente diferenciador, daqueles que mudam o rumo dos jogos com uma simples escolha no momento certo. Ou ainda daqueles que fazem a diferença quando o placard está empatado e o tempo aperta.
Criámos, nas últimas décadas, uma geração de atletas cada vez mais preparada fisicamente: mais rápidos, mais fortes, mais resistentes, mais atléticos em todos os parâmetros mensuráveis. Mas nem sempre mais inteligentes dentro de campo. E esta não é uma crítica aos jogadores em si. É uma crítica profunda ao modelo de formação que os molda desde as categorias de base às prioridades que estabelece nos centros de treino, passando pelo contexto hipercompetitivo e altamente profissionalizado em que se desenvolvem, onde o sucesso imediato muitas vezes se mede por indicadores físicos e não por compreensão tática ou criativa.
Estamos a formar atletas altamente monitorizados desde muito cedo, mas nem sempre verdadeiramente conscientes do jogo. Jogadores habituados desde a infância a cumprir métricas diárias, a responder a estímulos pré-definidos por equipas técnicas e analistas de performance, a executar tarefas táticas específicas repetidas em drills controlados, mas nem sempre treinados para interpretar, em tempo real e sob pressão, o que o jogo lhes exige em cada instante imprevisível e único.
Porque o futebol, na sua essência mais profunda, continua a ser um jogo de decisões. Decisões constantes, tomadas sob pressão extrema, em contextos dinâmicos e caóticos, com informação incompleta, com múltiplas variáveis em jogo e num ambiente de permanente mudança e incerteza.
Decidir bem continua a ser infinitamente mais determinante do que correr muito ou do que ter uma excelente condição física. Porém, decidir bem é mais difícil de treinar de forma sistemática, mais complexo de medir com precisão científica e, sobretudo, quase impossível de quantificar com exatidão em relatórios padronizados. Por isso, tantas vezes é negligenciado, relegado para segundo plano ou tratado como algo que vem por acréscimo no processo de desenvolvimento dos jovens talentos.
Existe um risco real, e ainda pouco assumido abertamente pelos responsáveis do futebol: quanto mais controlamos, estandardizamos e quantificamos todos os aspetos do treino e do jogo. E menos espaço deixamos para a interpretação livre, para a intuição cultivada e para a criatividade genuína.
Sem interpretação profunda não há verdadeira criatividade. E sem criatividade não há surpresa nem imprevisibilidade. Já sem surpresa, o futebol torna-se previsível, excessivamente padronizado, tático em demasia, mecânico e, inevitavelmente, mais pobre, menos emocionante e menos capaz de cativar os adeptos.
Um futebol previsível e controlado perde a sua alma mais autêntica: a capacidade mágica de surpreender, de emocionar, de gerar momentos de génio individual e coletivo que ficam gravados na memória coletiva dos adeptos para sempre.
Os dados são importantes e valiosos. A tecnologia trouxe uma evolução real ao desporto, rigor científico, ferramentas de análise que antes eram impensáveis e uma capacidade de prevenção de lesões e otimização de desempenho que representa um avanço indiscutível. O problema não está na tecnologia em si, nem nos dados. O problema está na forma como nos relacionamos com ela, no peso excessivo e desproporcionado que lhe atribuímos e, também, na tentação de reduzir o complexo ao simples.
Quando o número se sobrepõe ao contexto, quando a métrica se torna mais importante do que a compreensão holística, estamos a simplificar perigosamente um jogo que é, por natureza, complexo, multifatorial e profundamente humano. Quando avaliamos um jogador mais pelo que corre, pelo que acelera ou pelo volume de trabalho físico do que pelo que entende, antecipa e resolve criativamente, estamos claramente a desviar o foco do que realmente importa no futebol de alto nível.
E quando deixamos de treinar deliberadamente a capacidade de decisão, a leitura de jogo e a inteligência tática só porque esses elementos não são facilmente mensuráveis ou quantificáveis em tempo real, estamos a comprometer o cerne do próprio jogo, a sua essência mais pura.
O futebol não precisa de menos ciência. Não precisa de rejeitar o progresso tecnológico. Precisa é de melhor interpretação da ciência.
Precisa de um equilíbrio mais sábio entre o quantitativo e o qualitativo. Precisa de treinadores, analistas, dirigentes e formadores capazes de olhar para os dados sem perder a sensibilidade humana pelo jogo, sem perder o olhar treinado que reconhece o invisível. Gente que compreenda profundamente que nem tudo o que é importante pode ser medido — e que nem tudo o que pode ser medido é verdadeiramente importante no contexto de uma partida de futebol.
Porque, no final, quando a bola rola e o jogo se decide nos detalhes subtis, nas escolhas invisíveis e nos momentos que ninguém controla por completo, não é quem corre mais, quem tem melhores números ou quem cumpre melhor as métricas que vence. Ganha quem pensa melhor. Ganha quem vê o jogo com maior clareza, quem antecipa com mais profundidade e quem toma as decisões certas no momento certo.
Pensar o futebol é, antes de mais, recusar aceitá-lo passivamente como ele nos é apresentado pelos números, pelos relatórios e pelos dashboards coloridos.
Talvez tenha chegado o momento de o futebol — clubes, federações, academias e treinadores — parar para refletir com verdadeira maturidade. Não tanto sobre o que consegue medir com precisão crescente e com tecnologia cada vez mais sofisticada, mas sobre aquilo que, na ânsia de controlo absoluto e de otimização permanente, está a deixar de valorizar, de cultivar e de priorizar no desenvolvimento dos jogadores.
A obsessão pelo controlo total e pela quantificação gera apenas uma ilusão de domínio que não corresponde à realidade caótica, imprevisível e profundamente humana do jogo dentro das quatro linhas. O futebol continuará sempre imprevisível, caótico, cheio de incertezas e maravilhosamente humano.
E isso nunca será traduzido por completo em números, algoritmos ou modelos preditivos, por mais avançados que sejam. Aceitar esta limitação fundamental não é um sinal de retrocesso ou de resistência à modernidade. É, pelo contrário, sinal de sabedoria, de humildade e de profundo respeito pela essência do desporto-rei.
Os melhores jogadores — aqueles que ficam na memória coletiva, que inspiram gerações e que decidem títulos com um toque de génio — não são apenas os que executam tecnicamente melhor ou os que têm os melhores atributos físicos. São os que entendem o jogo com maior profundidade, os que antecipam com mais clareza, os que leem as intenções dos adversários e resolvem problemas complexos antes mesmo de eles se tornarem evidentes para os outros.
Isso não se mede facilmente com sensores, wearables ou software avançado. Mas reconhece-se imediatamente quando acontece dentro de campo. Reconhece-se no brilho do olhar, na pausa certa, na escolha inesperada que desequilibra tudo.
E é isso que o futebol precisa de voltar a valorizar urgentemente."

Álcool nos estádios: entre o reflexo proibicionista e a ilusão liberal


"O debate sobre o álcool nos estádios está, outra vez, preso a dois extremos pouco úteis. De um lado, a proibição quase automática, tratada como solução de segurança. Do outro, a liberalização apresentada como modernização inevitável, com direito a promessas de receita e de melhor comportamento dos adeptos. Nenhuma destas posições, tal como tem sido defendida, responde ao problema.
O proibicionismo tem uma intuição certa: o álcool pode agravar comportamentos de risco num ambiente já de si emocionalmente carregado. Negar isso seria irresponsável. Mas transformar esse risco numa proibição rígida é uma resposta fácil para um problema difícil. Não elimina o consumo — empurra-o para fora do estádio, muitas vezes de forma mais intensa e descontrolada. O resultado é conhecido: concentração de consumo antes da entrada e perda de qualquer capacidade de gestão por parte das entidades organizadoras. Chamar a isto política de segurança é, no mínimo, discutível.
Mas a corrente liberal não é mais convincente. A ideia de que basta permitir para que tudo funcione melhor — com exemplos importados de outros países — é, francamente, ingénua. Os modelos que são frequentemente citados assentam em realidades com níveis de fiscalização, controlo de acessos, profissionalização de stewards e cultura de cumprimento que não são automaticamente replicáveis. Copiar a medida sem garantir as condições não é reformar — é arriscar.
Também o argumento económico tem sido usado com ligeireza. Sim, há receitas relevantes associadas à venda de álcool. Mas desde quando é que a política de segurança em eventos de massa se define por potencial de faturação? Colocar a equação nesses termos é desviar o essencial.
O ponto de falha comum aos dois lados é o mesmo: evitam a pergunta difícil. Não é se devemos proibir ou permitir. É se temos, hoje, capacidade para gerir o risco de forma consistente.
E é aqui que o debate devia começar. Porque o paradigma europeu já mudou — e mudou de forma clara com a Convenção de Saint-Denis do Conselho da Europa. Esta convenção abandonou a lógica exclusivamente securitária e introduziu uma abordagem integrada: segurança, proteção e serviço. Ou seja, não basta controlar — é preciso criar condições para que o comportamento seja gerido, antecipado e enquadrado.
Este novo paradigma não legitima nem a proibição cega nem a liberalização acrítica. Exige outra coisa: capacidade institucional. Exige planeamento, coordenação entre entidades, qualificação de recursos humanos, sistemas eficazes de controlo e, sobretudo, consistência na aplicação de regras.
Portugal ainda está a meio desse caminho. Houve progressos, é verdade. Mas persistem fragilidades evidentes na fiscalização, na atuação preventiva e na responsabilização efetiva de comportamentos de risco. Neste contexto, avançar para uma liberalização sem garantir estas condições não é coragem política — é imprudência.
Por outro lado, manter uma proibição como resposta automática também não resolve. Apenas evita enfrentar o problema de fundo: a necessidade de construir um modelo de gestão do risco que funcione.
Se o debate quiser ser sério, tem de sair deste confronto estéril. Nem o conforto da proibição, nem a sedução da liberalização substituem aquilo que realmente falta: capacidade para regular. E é isso — só isso — que devia estar no centro da decisão."

Zero: Hóquei - S04E15 - Uma época de estreia histórica no HC Braga

Prata da Casa #48 - Big Six de Seleções Que Já Não Existem, Árbitros AI, Ménage em Linha

Transforma: Passa a Bola #221 - "TAÇA ! ÁRBITRO E VAR ÁS ARANHAS, NÃO SOUBERAM QUEM BENEFICIAR"

Monteiro: INSANIDADE TOTAL! Quem disse que os melhores do mundo têm de ser perfeitos?

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Coreia do Sul: Cha Bum-kun, o alienígena sensível com potente pontapé


"Antes de Park Ji-sung e Son Heung-min houve Cha Bum-kun. O primeiro coreano a jogar na Europa aterrou na Alemanha como um extraterrestre em que todos queriam tocar (alguns com força a mais). Na Coreia não acharam graça à carreira internacional que seguiu, deixando para trás o serviço militar, e esteve afastado durante quase dez anos da seleção. Regressou para jogar o Mundial 1986 e enfrentar Maradona.

Quando o Eintracht Frankfurt comemorou 115 anos, o clube alemão espalhou pela cidade imagens das suas lendas. Cha Bum-kun desceu a uma estação de metro e viu-se ao espelho num cartaz. A imagem refletida subtraía mais de quatro décadas ao estado atual. No momento em que a foto foi tirada, as coxas escapadas aos diminutos calções estavam num estado de definição que o tempo esbateu. Lothar Matthäus, impressionado com a robustez, elogiou aquelas pernas. Pelo menos, na versão do coreano.
Arsène Wenger ouviu falar de Cha Bum-kun quando este ainda parecia uma estátua grega. O antigo treinador do Arsenal é natural de Estrasburgo, cidade francesa à beirinha da Alemanha. Todos os fins de semana as notícias do jornal repetiam-se. A Bundesliga, o campeonato do país vizinho, foi tomado por um extraterrestre que fazia parangonas sempre que jogava.
Cha Bum-kun começou a jogar futebol na Coreia, mas quando viu Beckenbauer pela primeira vez sentiu-se “incrivelmente ridículo”, como se na Europa o nível fosse tão avançado que quase parecia outra modalidade. O avançado foi visionário quanto à possibilidade de o empregarem através do jeito para marcar golos, que começou a evidenciar quando, aos 18 anos, se estreou pela seleção nacional.
Nem por isso a barriga parou de roncar. Não tendo acesso a muita comida ao longo da fase mais precoce da vida, quando se mudou para a Alemanha Cha Bum-kun pedia dois bifes ao almoço “mesmo que fosse constrangedor”, porque os jogadores só tinham direito a um. Ter medo do que pensavam dele é apenas um dos muitos receios que esta personagem sentia. A relutância compreende-se pela trajetória inédita que seguiu. Cha Bum-kun foi o primeiro coreano a jogar na Europa e o primeiro asiático com impacto nesse mesmo continente. Os Jogos Asiáticos de 1978 contaram com a presença do Eintracht Frankfurt e o clube alemão negociou no sentido de libertar Cha Bum-kun do serviço militar obrigatório para que o goleador da equipa da força aérea pudesse ser testado em território germânico.
Apesar dos esforços do Eintracht Frankfurt, nesse ano estreou-se pelo Darmstadt, com quem tinha assinado um contrato de seis meses. No entanto, cumpriu apenas um por ter sido forçado a regressar devido às obrigações militares. A relação com as autoridades coreanas nunca foi pacífica. Cha Bum-kun estava mais desejoso por jogar futebol no estrangeiro do que por aprender estratégias de guerra.

Os remates do ‘Cha Boom‘
No ano seguinte, mudou-se em definitivo para o Eintracht Frankfurt. Chegou apenas com o saco de plástico onde levava as chuteiras. O mundo novo assombrou-o. Como um alienígena acabado de chegar à Terra, não saía de casa depois das 22h30 e também não explorava as redondezas para não se expor.
O percurso na Bundesliga dividiu-se entre Eintracht Frankfurt e Bayer Leverkusen, emblemas com os quais conquistou a Taça UEFA. Marcou 98 golos em 308 jogos no campeonato alemão, estabelecendo-se então como o melhor marcador estrangeiro da história da prova. Podia ter sido um registo mais amplo caso estivéssemos perante uma figura mais intrépida. Ao longo da carreira, nunca marcou uma grande penalidade devido aos traumas causados por um erro que teve ao serviço da seleção.
O tétrico Cha Bum-kun compensava com os potentes remates em jogadas corridas, aspeto que lhe valeu a alcunha de ‘Cha Boom‘. Além dos estragos que fazia no ataque, marcou o futebol pela catártica postura. Durante o percurso em solo germânico, viu apenas um cartão amarelo e ensinou a saber perdoar.
Outra grande preocupação de Cha Bum-kun eram as lesões. Um problema físico grave podia deixá-lo sem sustento e levar a um regresso ao país natal. Uma entrada dura de Jürgen Gelsdorf, jogador do Bayer Leverkusen, magoou-o na região lombar. O fim de carreira chegou a ser hipótese. O Eintracht Frankfurt insistiu para que Cha Bum-kun assinasse um processo contra Gelsdorf, mas não o fez por uma questão de “consciência religiosa”.
Enquanto esteve na Alemanha, ‘Cha Boom‘ foi afastado da seleção. Apesar do interregno de quase dez anos, é o jogador mais novo (24 anos e 139 dias) de sempre a chegar às 100 internacionalizações. O regresso, em 1986, coincidiu com a estreia em Campeonatos do Mundo. No México, enfrentou a Argentina de Diego Armando Maradona e saiu derrotado por 3-0. Aliás, a Coreia acabaria por não vencer qualquer jogo e ser eliminada na fase de grupos.
Em 1998, voltou ao Mundial como selecionador. A experiência não fez as vezes da anterior. Após perder os dois primeiros encontros e ainda com um jogo por disputar, Cha Bum-kun foi despedido a meio do torneio."

DAZN: Grelha de Partida - S04E10 - É preciso ter Cautela!