Últimas indefectivações

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Protocolo Assinado



O Benfica e o Gaziantepspor assinaram um protocolo de cooperação visando diferentes áreas como infraestruturas de treino, cooperação e troca de conhecimentos a nível financeiro e ainda transferência ele jogadores.
O acordo foi alcançado, ontem, no Estádio ela Luz com a visita do presidente do clube turco, Mustafa Kyzyl, que oficializou o acordo com Luís Filipe Vieira e o administrador da SAD encarnada, Rui Costa. Na reunião esteve ainda o empresário Ulisses Santos, que mantém uma boa relação com os dois clubes. Com este protocolo o Benfica assegurou a vinda cio jovem Serkan Bakan, um médio-ofensivo de 15 anos. O Gaziantepspor, por seu lado, também conta receber alguns jogadores da Luz. Na época transata o lateral-esquerdo Marçal já representou o clube turco por empréstimo, e é possível que regresse após fazer a pré-temporada no Benfica.

In Record

Benfiquismo (CXLIII)

Toni no seu estado puro...

Benfica anuncia calendário da pré-época

Estágio nas instalações da federação inglesa de 17 a 24 de Julho




O Benfica anunciou, através do site oficial, o calendário de pré-época já definido, confirmando o estágio em St. George Park, o centro de treinos da federação inglesa, de 17 a 24 de Julho.
Antes, porém, a equipa de Rui Vitória vai trabalhar no centro de estágio do Seixal, a partir do próximo dia 28 de Junho. E ainda antes do estágio inglês vai disputar a Algarve Football Cup, onde defrontará o Vitória de Setúbal (14 de julho) e o Derby County (16 de julho), no Estádio do Algarve, conforme já anunciado.
Para já o calendário de pré-época contempla mais dois jogos: a recepção ao Torino, para a Eusébio Cup (27 Julho) e a visita ao Lyon (31 de Julho), que o emblema francês tinha anunciado pouco antes.

In Maissfutebol.iol.pt 



quarta-feira, 22 de junho de 2016

Benfiquismo (CXLII)

Memória do Bi... 2015 !!!

Sim, os árbitros também têm clube




 


HOJE vamos falar de um assunto que delicia a imprensa, que incomoda dirigentes e escandaliza adeptos: os árbitros de futebol também têm clube. Parece inacreditável, porque afinal de contas só estamos no Séc. XXI, mas a verdade é que, assim como qualquer jogador, treinador, roupeiro, apanha-bolas ou jornalista, os homens que por acaso também são árbitros têm, quase todos, uma simpatia clubística. E sendo certo que, para qualquer outro agente desportivo isso jamais põe em causa a sua honestidade e competência profissional, relativamente aos homens do apito isso é, desde sempre, sinónimo de parcialidade e desonestidade. Porquê? Porque, para o mundo da bola, o árbitro que tem clube fará sempre uma de duas coisas em campo: ou vai favorecê-lo ou vai querer provar que é isento e por isso vai prejudicá-lo. É aquela velha história do 'ou rouba descaradamente ou erra demasiado para provar que é sério'. Estas duas verdades absolutas estão enraizadas há décadas. Mas agora que o sarcasmo suscitou a vossa curiosidade e a ironia deu o mote ao tema, vamos ao que interessa. Os árbitros têm clube, sim. Tal como têm orientação religiosa e política. Tal como têm namoradas e cursos nas áreas que escolheram. Tal como preferem arroz de pato em vez de açorda de marisco ou água em vez de cerveja. Quando iniciam a sua actividade, já são pessoas. Pessoas que sabem o que querem. Pessoas capazes de fazer escolhas e de traçar rumos, de forma consciente e convicta. Há, pois, que abrir as mentes dos que teimam em suspeitar de tudo e de todos. Há que abandonar convicções sem sentido e aceitar que também os árbitros sabem superar gostos pessoais quando em causa está a sua competência profissional. Tal como o sabe o treinador campeão por uma equipa, que é sócio pagante de outra. Ou o jogador que representa, com brio, o maior rival do seu clube de sempre.
Se é fundamental que a arbitragem dê passos firmes rumo a uma maior aproximação com o universo do futebol, é também imprescindível que esse universo evolua na sua atitude e cultura desportiva, abandone suspeições permanentes e entenda que nem tudo gira em torno de corrupção, malandragem e desonestidade. Um passo daqui um passo daí. Combinado?



Duarte Gomes, jornal A Bola, 21 de Junho de 2016

terça-feira, 21 de junho de 2016

Renato Sanches: "O grupo uniu-se por falarem mal de nós"




Era a penúltima jornada e o Benfica precisava de vencer o Marítimo, na Madeira, para não ser ultrapassado pelo Sporting na liderança do campeonato. Com a partida empatada sem golos, aos 37 minutos, Renato Sanches comete uma falta despropositada no meio-campo e é punido com o segundo cartão amarelo, deixando a equipa de Rui Vitória a jogar com menos uma unidade. O jovem médio do Benfica não podia acreditar; depois de uma época arrebatadora, em que não só conquistou a titularidade nos campeões nacionais como comandou a metamorfose da equipa para uma série impressionante de triunfos, estreou-se a marcar no Estádio da Luz e registou a sua primeira internacionalização, uma mera falta de atenção podia ter deitado tudo a perder. Seria uma daquelas partidas cruéis do futebol, o momento em que este jogo, usando a sua própria gíria, transforma o bestial em besta. "Eu já sabia que no dia seguinte ia assinar pelo Bayern e, se não ganhássemos, toda a gente ia dizer que eu tinha estragado tudo porque a minha cabeça já não estava ali, o que não era verdade", diz Renato Sanches à SÁBADO. O número 85 do Benfica conta como viveu o penoso intervalo de tempo entre o cartão vermelho e o golo de Kostas Mitroglou, que abriu a vitória ao Benfica.
As críticas ao plantel e ao treinador do Benfica prejudicaram a equipa? Renato Sanches explica que foi esse um dos motivos do sucesso da época encarnada. Sobre Rui Vitória, o médio garante que é "um homem que sabe falar, dizer as coisas certas, nos bons e maus momentos", mas a união do grupo foi essencial. "Por falarem mal de nós, por falarem mal dele", diz o internacional português. 


Tiago Carrasco, in Revista Sábado 

Romanos, inquisidores e benfiquistas

"Na esquina da Rua do Jardim do Regedor e Rua das Portas de Santo Antão, encontraram-se a história do Benfica e a de Lisboa.

Esta história começa com uma via romana. Recuamos vinte séculos para descobrir a importância da envolvente do edifício da antiga secretaria do Benfica. Onde hoje é a Rua das Portas de Santo Antão, no séc. I existia um eixo viário, que ligava Olisipo (Lisboa) a Scallabis (Santarém). Esta via evoluiu naturalmente como uma das principais vias de acesso à cidade.
Lisboa cresceu e, no séc XIV, uma nova muralha, a Cerca Fernandina, é construída para proteger as novas zonas da cidade. No local do eixo viário, cria-se uma porta de acesso, a Porta de Santo Antão. Em 1620, entravam por dia, por ali "1500 cavalgaduras, carregadas ou de farinha dos moinhos, ou de mantimentos de frutas, hortaliças e outras coisas". O recinto murado que constituía a porta estava exactamente onde hoje estão o edifício do Benfica e a Casa do Alentejo.
A Porta da Cerca deu nome à Rua das Portas de Santo Antão, e a Rua do Jardim do Regedor tem igual ligação a uma estrutura da cidade. Dentro da muralha, na zona norte do Rossio, instalou-se no séc. XVI o Palácio da Inquisição. Este espaço, várias vezes ampliado e remodelado, recebeu no séc. XVII um jardim: era o jardim do Regedor da Inquisição, e assim a Rua para a Horta da Mancebia ganhou o novo nome.
O terramoto de 1755 veio mudar esta zona, que foi uma das mais afectadas. A Porta de Santo Antão desmoronou e as restantes estruturas envolventes foram demolidas. O edifício que hoje conhecemos faz parte do plano de reconstrução da cidade e é construído em meados do séc. XIX para habitação. No séc- XX; quando aparecem os clubes nocturnos em Lisboa, o 'velho pardieiro' 'de carácter pombalino' é transformado no Bristol Club. Inaugurado em 1918, sofre uma remodelação radical em 1926 e encerra em 1928.
Em 1933, o Benfica procurava um novo local para instalar a secretaria, e parte do edifício estava disponível. A secretaria foi inaugurada em Janeiro de 1934 e, ao longo dos anos, o Benfica expandiu-se pelo edifício até o ocupar na totalidade. Tornou-se um lugar mítico do Clube, o centro nerválgico da vida associativa. Nos anos 80, a passagem dos serviços para o Estádio iniciou o declínio do edifício, que viria a encerrar em 1998.
Agora, a Fundação Benfica e a Direcção de Património Cultural abrem novamente as portas do edifício da Rua do Jardim do Regedor. Entre 18 de Junho e 15 de Outubro, este ícone benfiquista ganha uma nova vida, com quatro exposições para visitar e muitas actividades para todos."

Rita Costa, in O Benfica

Benfiquismo (CXLI)

Onde está a bola ?!

Torino FC



Já há data, hora, local e adversário confirmados para a Eusébio Cup 2016.

A 9.ª edição do Troféu que homenageia o Pantera Negra será disputado no dia 27 de julho (quarta-feira), às 19h45, no Estádio da Luz e o adversário será o Torino FC.

Os dois emblemas históricos tornam a cruzar-se dentro das quatro linhas, numa relação de há décadas, carregada de emoção e simbolismo.

Duas Histórias que se entreligam e cujos laços perduram ano após ano deste o fatídico 1949…

A 3 de maio, depois de ter assegurado o 5.º "Scudetto" consecutivo, a formação “Granata” jogou e perdeu frente ao SL Benfica, por 4-3, no Estádio do Jamor, no jogo de despedida do então capitão do Glorioso, Francisco Ferreira, grande amigo da então figura de proa da equipa italiana, Valentino Mazzola.

Quis o destino que este fosse o último jogo do Grande Torino…

No regresso a Itália, a 4 de maio, o avião que transportava a equipa despenhou-se, morrendo toda a tripulação, quando o aparelho embateu contra a Basílica de Superga, às portas da cidade de Turim.

Foi há 67 anos que aconteceu uma das maiores tragédias de sempre ao nível desportivo, uma data assinalada religiosamente pelos dois emblemas.

"Os heróis são imortais nos olhos de quem acredita neles. Assim, os jovens vão acreditar que o Torino não morreu: só está a jogar fora da sua casa."

Foram estas as palavras de Indro Montanelli, jornalista e historiador italiano, no dia 6 de maio de 1949, relatando assim um dos dias mais tristes da História de Itália.

Tal como os heróis, há palavras, relações e gestos imortais!

Desde essa altura, têm sido constantes as homenagens, em Turim e em Lisboa, tanto da parte do SL Benfica como da parte do Torino FC.

É que o cumprimento de Mazzola e Francisco Ferreira continua presente mesmo 67 anos volvidos e no dia 27 de julho de 2016 esta História terá então um novo capítulo.

Em momento oportuno serão dadas mais informações, entre elas, a Bilhética.

In SLBenfica.pt