Últimas indefectivações

sábado, 22 de agosto de 2026

O ‘fator Palhinha’ na ‘Marcolândia’ e na Liga portuguesa


"Marco Silva quase, quase a respirar de alívio e as últimas movimentações dão um novo alento ao Benfica.

1. Sou um admirador confesso das qualidades de João Palhinha e assumi que Portugal perdeu muito em não o levar ao mais recente Campeonato do Mundo.
Foi um dos erros crassos de Roberto Martínez. Espero, sinceramente, que Jorge Jesus corrija essa situação, até porque foi ele quem o mandou regressar ao Sporting, em 2017, para ser alternativa a William Carvalho, quando estava emprestado ao Belenenses e foi com ele nesse ano que Palhinha fez a estreia na Champions, com a Juventus…

2. Mas não é obviamente Jorge Jesus quem está agora na jogada. Na jogada da transferência do Bayern para o Benfica (dada oficiosamente pelos ‘encarnados’, à hora a que escrevo, como iminente) está Marco Silva, que levou Palhinha do Sporting para o Fulham, e isso é um dado muito relevante. Porque ambos conviveram durante duas temporadas completas em Londres no Craven Cottage e não é despiciendo que o médio já tenha trabalhado com três treinadores portugueses com história no futebol europeu e mundial: precisamente Marco Silva, mas também Jorge Jesus, e também Ruben Amorim (no SC Braga), antes de rumar a Alvalade e depois a Manchester e a Milão.

3. Relevante é igualmente o facto de Palhinha ter feito, no Fulham, com Marco Silva 79 jogos oficiais (40 em 22-23 e 39 em 23-24, o que revela uma notável regularidade). Desses 79 jogos, 68 foram realizados na Premier League e nesses 68 jogos foi titular em 66. Quer dizer: na competição mais apaixonante do Mundo, só em duas ocasiões foi suplente no Fulham com Marco Silva, pelo que é fácil de inferir que assumiu a titularidade em cerca de 97% das vezes.
Não tenho dúvidas de que Marco Silva, junto de Rui Costa, apostou todas as fichas na contratação de Palhinha e, como observador, vejo nisso todo o sentido, no território da ‘Marcolândia’ que se começa a desenhar e a delimitar.

4. Porque acho mesmo que a posição ‘6’ é fundamental em qualquer equipa e o Benfica precisa de ‘6’ à séria, que – com todo o respeito – não é Enzo Barrenechea.
O Benfica precisa de um ‘6’ que seja ao mesmo tempo posicional, que dê bola aos médios que joguem na periferia, que seja forte nos duelos e nas divididas, que seja lesto e agressivo nos cortes e nas dobras, que baixe para a posição entre os ‘centrais’ quando for necessário e que esteja ‘sempre em campo’ como um radar que identifica qualquer movimento mais perigoso do adversário.
Com 1,90m, Palhinha tem isso tudo e mesmo nas iniciativas um pouco mais ofensivas, ‘a coisa’ faz-se, mesmo não sendo a praia dele, sem esquecer a importâncias bolas paradas, sobretudo as defensivas, mas também na área do adversário (dos 8 golos marcados no Fulham, 4 foram de bola parada, um dos quais, vai fazer agora 3 anos, resultou no golo do empate na parte final do jogo com o Arsenal, no Emirates).

5. Se se olhar para a actual equipa do Benfica, a colocação de Palhinha a ‘6’ não vai apenas constituir um reforço excelentíssimo na zona central defensiva da equipa, junto de Tomás Araújo e Lenglet, e também de Alessandro Circati, mas converter-se-à, também, num elo de ligação com Aursnes, formando um meio-campo fortíssimo, independentemente de quem seja o terceiro médio, entre Rafa, Sudakov (se se aguentar neste balanço, o que não está fácil) e Richard Ríos, sem descartar as hipóteses – em linha com a variabilidade que os jogadores da frente dão a Marco Silva – de Prestianni ou mesmo Schjelderup possam ter uma palavra a dizer nessa posição, embora eles estejam muito bem nas funções que ora desempenham, mais sobre os flancos mas com movimentos constantes para aparecerem na zona do golo.

6. Àqueles que olham para o ‘fator idade’ (31 anos) e que, por isso, esta aquisição não faz o mínimo sentido, porque não dará retorno financeiro ao Benfica, eu respondo obviamente sem procuração: quantos jogadores já passaram pelo Benfica rotulados de grandes promessas e não tiveram nem retorno financeiro nem desportivo? Daqui a 4 anos (tempo de contrato que está acordado entre as duas partes), Palhinha terá 35 de idade e posso estar enganado mas – se tudo correr bem, sem contratempos – terá tudo para ser ‘capitão’ do Benfica e uma enorme mais-valia no objectivo principal de quebrar o jejum da Luz e criar, com Marco Silva, uma identidade própria.

7. Há um lado mais emocional na equação, que sei também ser muito importante para Palhinha neste processo: o regresso à capital portuguesa, do lado contrário da Segunda Circular, uma vez que esteve 9 anos ligado ao Sporting, entre 2015 e 2022, contando com formação/equipa B e equipa principal, onde realizou 95 jogos oficiais e 7 golos (5 de bola parada), permitindo aos ‘leões’ um encaixe na ordem dos 25,5M€.
É legítimo querer estar mais perto da família, o que se entende, percebendo esta fase da vida pessoal, sobre a qual ninguém tem de meter a colher e há uma coisa que – valendo o que vale – a maioria dos adeptos não sabe e que deixo aqui, com sentido construtivo, face à contrastante dialéctica entre adeptos sobre o tema: apesar da ligação ao Sporting desde menino, depois de Aurélio Pereira e Abel Ferreira (dos quadros técnicos leoninos) terem detetado as qualidades de Palhinha quando ainda era junior do Sacavenense, o seu clube do coração não era o Sporting, mas o Benfica, por influência do pai.
Isto altera alguma coisa sobre o nível de profissionalismo do jogador? ZERO! ZERO mesmo!
Sempre foi um grande profissional, em todos os clubes que representou e no Sporting ninguém tem nada a apontar-lhe em doação competitiva.

8. A asserção sobre o ‘lado de adepto’, que no futebol, hoje, vale cada vez mais zero ou perto disso, só tem uma vantagem: desmontar a tese da traição (no universo dos sportinguistas) e desmontar a tese da desconfiança (no universo dos benfiquistas) perante um ex-Sporting com uma passagem longa por Alvalade e Alcochete.
O profissionalismo tem sempre de vencer (entre o ‘diz-se, diz-se’) e Palhinha merece ser feliz, por tudo o que já fez, esteja onde estiver.

9. Estamos sensivelmente a 10 dias do fecho do ‘Mercado’ e o Benfica, mesmo tendo começado ‘a treinar’ nas eliminatórias de acesso à Liga Europa, ‘treinos’ que foram muito úteis para perceber ideias, desequilíbrios e fazer uma melhor avaliação das carências e dos recursos, está a atingir, com Ciricati e na iminência de Palhinha, uma nova ideia de consistência e pode dar um importante salto qualitativo na operacionalidade do plantel. Tem casos para resolver (a baliza não está… ‘resolvida’) e tem, sobretudo, excedentários para colocar, sob o princípio de que, para além das questões técnicas e tácticas e a necessidade de ter um bom ‘banco’, numa época longa com muitos desafios, é importante não reter jogadores que não tenham a consciência profissional adequada para ajudar mesmo quando não assumem a condição de titulares. É muito importante saber o que fazer com Barrenechea, Richard Ríos, Sudakov e Lukebakio. Os que não quiserem somar – isto sempre na ótica do interesse do Benfica e não, como é óbvio, dos seus rivais – mais vale vender (se houver mercado) ou emprestar.

10. É minha convicção que, com Palhinha, o Benfica ficará muito mais forte e em melhores condições para tentar ‘atacar’ o título. O FC Porto acaba de vender Mora, um jogador que faria tudo para manter no plantel. Quero entender Farioli (que é campeão e por isso merece esse crédito) mas não consigo. Um craque como Mora tem de ser sempre um potencial titular, mas nesta gestão há sempre outros factores, nomeadamente na relação entre o seu representante (Jorge Mendes) e a ‘estrutura’ do FC Porto… Financeiramente (para já garantidos 25M€) veremos no que resulta: pode ser um bom ou um mau negócio. Mas a perda de uma referência, que diz muitíssimo aos adeptos, é sempre um dado a considerar…
Finalmente, o Sporting. A construir uma nova equipa com jogadores de muito bom nível, mas o arranque do campeonato, com a pressão que não existe nos jogos amigáveis, trouxe com ele o ‘fantasma’ da natureza da gestão da liderança de Rui Borges, acentuada com o ‘caso’ Luis Suárez. Da resolução deste ‘imbróglio’ pode depender a temporada dos ‘leões’. Vão rolar cabeças ou, depois da tempestade, virá a bonança?..."

MasterVi: Mercado...

SportTV: Mercados - Afinal saiem ou não saiem?

Zero: Mercado - Excedentários com guia de marcha

BF: Dúvidas...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Palhinha no Benfica: contratação do defeso?

Observador: E o Campeão é... - O "timing" tornou Palhinha uma "aposta desportiva" na Luz

Observador: Três Toques - Saudades de Ronaldinho? 10 anos depois, quer voltar a marcar

A Verdade do Tadeia 2027/03 - A caminho do pleno europeu

Na frente


"O Benfica ganhou por 3-1 ao Aarhus, na 1.ª mão do play-off de acesso à fase de liga da Liga Europa. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Vitória assenta bem
Marco Silva enaltece a postura da equipa: "Uma atitude muito boa desde o primeiro minuto, a pressionar, a jogar, a ter qualidade, a ter uma reação ao nível daquilo que pretendíamos também. Uma exibição, de uma forma geral, positiva, com uma primeira parte de grande nível."

2. Resultado coroa exibição
Leandro Barreiro realça a produção ofensiva: "É um resultado positivo e é uma boa exibição da equipa. Tivemos muitas oportunidades, podíamos ter marcado um ou outro golo mais."

3. Man of the Match
Autor do primeiro golo da partida, Rafa foi considerado o Homem do Jogo.

4. Ângulo diferente
Veja, de outra perspetiva, os 3 golos do Benfica ante o Aarhus.

5. Empréstimo
Tiago Gouveia vai evoluir no Gençlerbirliği.

6. Jogos do dia
A equipa B do Benfica recebe o Portimonense no Benfica Campus (18h00). E há jogo de apresentação da equipa masculina de futsal frente ao Eléctrico no Pavilhão Fidelidade (20h00).

7. Últimos resultados
Em Sub-23, o Benfica registou um empate sem golos ante o Rio Ave. A equipa feminina de futebol empatou 1-1 com o Torreense num jogo-treino.

8. Agenda do fim-de-semana
Em andebol, o Benfica disputa duas Supertaças no domingo em Santo Tirso. Nos masculinos, às 19h00, frente ao Sporting; nos femininos, às 15h00, ante o CJ Almeida Garrett.
No futebol de formação, os Juniores recebem o Torreense às 17h00 no domingo e os Juvenis são anfitriões do Nacional no sábado às 11h00.

9. Chamadas internacionais
A mais recente convocatória da seleção nacional masculina Sub-17 de futebol inclui 7 jogadores do Benfica.
No feminino, Thaís Lima e Ana Clara Oliveira estão convocadas pelo Brasil para o Mundial de Sub-20.

10. Calendário
A equipa feminina de futsal do Benfica já conhece o calendário da 1.ª fase do Campeonato.

11. Jornal O Benfica
A edição desta semana já está disponível para download no Site Oficial."

ESPN: Futebol no Mundo #623

TNT - Melhor Futebol do Mundo...

Rabona: Amorim, Sackings & Leão's Saga | What is AC Milan building?

Throne: The Sad Truth About Rodrigo Mora's Transfer

Sem Benfica será impossível, isso parece certo


"Tendo assumido que concorda com o princípio da centralização, o que defende afinal o Benfica? Sabemos o que não quer, mas ainda não se ouviu uma palavra sobre o que quer

O Benfica promoveu na quinta-feira à noite, aproveitando a realização de um jogo do play-off da UEFA Europa League no estádio da Luz, a assinatura da petição que tinha entregue na Assembleia da República para discutir o eventual adiamento do processo de venda centralizada dos direitos televisivos das ligas profissionais a partir de 2028.
Não precisava de fazê-lo, visto que as 7.500 assinaturas requeridas para levar o assunto à discussão no Parlamento estão garantidas há dias, mas tratou-se de uma inteligente demonstração de força.
Estava na cara, há muitos meses ou mesmo anos, que o Benfica não iria deixar avançar a centralização sem garantir, no mínimo, a manutenção dos proveitos de que já usufrui quando negoceia sozinho no mercado.
Podemos discutir a essência da ideia de centralização ou a forma como deve ser aplicada. Podemos até tecer juízos de valor sobre a maior ou menor sobranceria dos clubes mais fortes nesta matéria — e por maioria de razão a do Benfica, que como todos sabemos representa uma larga maioria do mercado nacional e até internacional.
O que não podemos, creio, é ter a ilusão de que um passo estrutural como este possa ser dado sem o acordo e o forte compromisso do clube da Luz.
Aqui chegados, há mais por responder: o que farão os grupos parlamentares dos partidos que receberam comitivas do Benfica nos últimos meses com este assunto, certamente, na agenda?
Mais importante ainda: tendo assumido que concorda com o princípio da centralização, o que defende afinal o Benfica? Sabemos o que não quer, mas ainda não se ouviu uma palavra sobre o que quer, algo que, já agora, não deixa de ser relevante para a discussão.
A centralização é justa e parece ser o único caminho para uma Liga melhor e mais saudável. O princípio é eticamente correto. Somos uma aldeia gaulesa na Europa do futebol.
Se calhar todos deviam preparar-se para perder um pouco agora e ganhar mais tarde. Mas sabemos que na prática as coisas não são assim: defendemos a competitividade, mas no fundo desejamos poder ganhar sempre. Se for de goleada tanto melhor.
Bismarck foi sábio nestas palavras: «A política é a arte do possível.» No futebol português, «possível» só cabe numa frase que inclua «Benfica»."

Um sonho cada vez mais próximo


"A criação, pela Federação Portuguesa de Futebol, da Comissão Não Permanente para o Estatuto e Carreira do Delegado das Competições constitui um momento de enorme relevância para todos os que desempenham esta função.
É o reconhecimento da importância, responsabilidade e exigência do papel do delegado no futebol português.
Para mim, é um enorme privilégio integrar esta Comissão e, simultaneamente, uma grande responsabilidade poder contribuir para um processo que poderá marcar o futuro da nossa carreira. Já realizámos duas reuniões e é com enorme satisfação que vejo avançar um projeto que, durante tantos anos, foi um sonho de todos os delegados.
Mais do que uma conquista individual, este é um objetivo coletivo. Queremos uma carreira valorizada, estruturada, dignificada e assente na formação, competência, experiência e mérito, abrangendo todo o percurso: das competições distritais às nacionais e, para já, às profissionais.
A ANDF estará sempre empenhada na defesa dos superiores interesses de todos os delegados às competições, sem exceção, contribuindo de forma construtiva para que este desígnio se concretize.
Uma palavra final de profundo agradecimento a todas as instituições e entidades que nos têm demonstrado apoio e confiança.
O caminho ainda é longo, mas hoje podemos dizer, com orgulho e esperança, que o sonho está mais perto de se tornar realidade. 
Seguimos juntos, com determinação, responsabilidade e compromisso."

Golo...

1.º

BI: Rescaldo - Aarhus

Terceiro Anel: React - Rescaldo - Marco Silva - Aarhus

Terceiro Anel: Aarhus

Operação: Aarhus...

Vinte e Um - Como eu vi - Aarhus

Oliveira: Aarhus...

Observador: A Força da Técnica e a Técnica da Força - Aarhus

BF: Aarhus

Terceiro Anel: Live - Aarhus

SAÍRAM DAQUI VIVOS


"Benfica 3 - 1 Aarhus

O PRÉ-JOGO
1. Espero casa cheia na Catedral depois do vergonhoso castigo de um jogo de castigo à porta fechada. E mais: hoje decide-se muito do futuro do Benfica na Europa. Ambiente estava a ferver na fanzone - é ali que mora o Benfiquismo mais genuíno.

2. Marco Silva a apostar no seu onze preferido deste início de época. Estamos tranquilos com as escolhas do nosso treinador. Carregaaaaaa!!!

O JOGO
3. Mais um começo à Marco Silva! Rafa, não foi à primeira, foi à segunda. Vocês contaram quantos jogadores dos nossos estavam ali na área junto à baliza para concluir a jogada? Assim é mais fácil marcar: não é um? É outro!

4. Puxem.o filme atrás e vão rever esta jogada aos 10 min e 20 seg, mais coisa menos coisa. É dos compêndios do bom futebol. E deixem-se ficar mais um pouco na revisão da matéria para perceber como é que a pressão sobre o redes deles não deu golo nosso por muito pouco. E logo a seguir como é que um tiro ao boneco que estava em cima da linha não resultou no dois-zero.

5. O Samu teve agora uma reposição de bola, daquelas demoradas, com a bola nos pés dentro da área, que se fosse o Trubin tinhamos meio estádio a assobiar. O nosso caudal ofensivo continua acelerado - grande defesa do redes deles a remate do Prestianni, uns minutos mais tarde foi uma trivela do Rafa a causar pânico na área deles.

6. Como é que o apitador não dá penálti a este empurrão nas costas do Rafa no momento do remate cruzado? E o VAR, será que estava a pintar as unhas? Não faz mal, do canto veio o dois-zero: Barreiro, que já foi patinho feio, e agora é considerado imprescindível, são assim os bipolares treinadores de bancada, a concluir uma insistência junto ao segundo poste.

7. Um golo deles contra a corrente - faz parte do futebol. Apanharam-nos descompensados, tiveram o seu mérito: dois-um. Caramba que o Tomás podia logo de seguida ter reposto a diferença: atirou por cima - está mais habituado a aliviar do que a faturar... E mais o Pavlidis de pé esquerdo para grande defesa do redes. Por quantos já devíamos estar a ganhar? Perdi a conta às oportunidades desperdiçadas.

8. O VAR a inspecionar uma mão na área deles: penálti! Não falhes, Pavlidis, crl: já está, três-um!!! SLB-SLB-SLB! Ao intervalo a eliminatória já tinha era que estar resolvida: 21 remates, 11 enquadrados, 7 grandes oportunidades (FlashScore).

9. Gosto muito da forma como este Benfica se apanha a ganhar e continua a martelar os adversários de forma insaciável. Assim reentrámos na segunda parte: 10 minutos de posse e vários momentos de perigo na área do Aarhus. Mas o nosso ponto fraco, as transições defensivas, ainda nos vão causando uns sustos.

10. Vá lá, vamos lá marcar mais um para irmos sossegados para a Dinamarca, faltam 30 minutos, baixámos o ritmo, vamos lá! Apitador fraquinho: quantos amarelos ficaram no bolso em faltas deles que mais que justificavam? Marco Silva está sempre a dar indicações lá para dentro, quer mais e melhor de cada momento do jogo.

11. 59.147, na média desta época. O capitão vai voltar, foi chamado, recebeu a merecida ovação. Apitador a não ver mais um lance de falta na área deles. E o VAR? Nada... Gosto do futebol do Durán, com a cabecinha limpa vai ser muito importante na época.

12. Mostrámos grande superioridade, mas deixámo-los sair daqui vivos. Para a semana vamos à Dinamarca carimbar a passagem à fase de liga da prova."

Na Luz, as balizas estão bem à vista e o Benfica voltou a demonstrar contra o Aarhus que não precisa de esforço para as encontrar


"O Benfica marcou por três vezes, mas podia ter celebrado ainda mais. A máquina ofensiva de Marco Silva continua a produzir e os encarnados conseguiram uma vantagem confortável na 1ª mão do play-off de acesso à Liga Europa (3-1)

Uma roda de amigos. Uma regra estabelecida pelos participantes. Um golo por cada vez que esta é quebrada. Dá bastante jeito para este efeito a existência de palavras homónimas que permitam criar uma ligeira confusão entre a descrição de um drinking game e remates para o interior da baliza.
Marco Silva montou uma máquina de futebol atacante que vai proliferando. O Benfica está ofensivamente ébrio, tamanha a cascata de golos que tem emborcado. Sem esquecer os sete marcados ao Casa Pia, fez cinco diante do St. Gallen e seis frente ao Hearts, no que respeita a jogos do casting da Liga Europa realizados em casa.
O Aarhus também foi apanhado na enxurrada. Os encarnados serviram-se dos campeões dinamarqueses com um 3-1 na 1ª mão do play-off de acesso à Liga Europa que deixa à distância de uma viagem à Escandinávia a confirmação de que as águias vão estar cheias de compromissos a meio da semana durante a época.
No Estádio da Luz, decorreu um processo de banalização da oposição nórdica. Vai singrando o modelo associativo, com movimentações constantes e passes com mensagem. Logo aos dois minutos, o Benfica rebentou a bolha. Sendo as combinações de Bah, Rafa e Pavlidis o apogeu do futebol triangular, assim nasceu o golo do português.
Os números do ataque são impactantes e em certos momentos a eficácia nem tem primado. Esse é o resumo da carreira de Rafa, o pequeno génio que nem sempre acaba as contas. Além do golo inaugural, teve mais duas ocasiões claras para marcar que o teriam deixado ainda mais realizado em caso de concretização.
Um percurso igualmente utilizado pelo Benfica era a via aberta pelos destroços do Aarhus. As perdas de bola da equipa treinada por Jakob Poulsen desencadeavam ocasiões flagrantes para o adversário. A pressão de Prestianni, outro muito ativo na busca pela baliza, relacionou-se com alguns dos erros provocados.
O aconchego posicional de Sudakov e Pavlidis foi reconfortante para desatar jogadas interiores. Era por esta via - não tanto quando Dahl tentava cruzamentos mais bombeados - que as coisas funcionavam.
Por vezes, os defesas do Aarhus até se interpunham na agitação causada pelo Benfica dentro da grande área, mas eram incapazes de aliviar o perigo. Perante a insistência de Leandro Barreiro, autor do segundo golo, mais difícil ficou. Pavlidis, de grande penalidade, também ajudaria a evidenciar a superioridade.
O Benfica tem uma identidade muito transparente. Cheio de virtudes e melhorias, a Luz ansiava por uma equipa que lhe enchesse o ego com algo mais do que vitórias. Do mesmo modo, os defeitos também estão à vista.
Criando pouco, o Aarhus conseguiu com poucos toques adiantar-se no terreno. Lenglet foi brando no alívio ao cruzamento vindo da esquerda. A passividade e distância dos médios permitiu que Jacob Andersen tivesse tempo de pensar e dar a Sebastian Jorgensen a chance de fazer um remate sem grande pressão que acabou dentro da baliza de Samuel Soares.
Na segunda parte, o Benfica esqueceu-se do carregador e a eletricidade não foi a mesma. Entre o ritmo mais lento na circulação da bola e um adversário que tomou a inteligente opção de não se autodestruir, a satisfação com os dois golos de vantagem sobressaiu.
Schjelderup, o veículo ligeiro que no banco do Benfica é um peso pesado, prometeu aquilo que entregou. Mal entrou, o norueguês abanou de imediato a oposição e proporcionou uma defesa relevante a Mads Hedenstad. Já com o regressado Aursnes em campo, os minutos finais foram de retoma do sufoco, tendência à qual o impulso de Durán ajudou.
O Benfica está muito confortável no play-off da Liga Europa, mas não construiu uma vantagem que lhe permita ir à Dinamarca com o mesmo à vontade com que foi à Escócia, durante a eliminatória com o Hearts. As sensações seguem imaculadas."

Equipa ligada à corrente em noite de gala de Rafa


"Encarnados venceram e convenceram na primeira mão do play-off da Liga Europa, frente ao Aarhus. Vários brilharam, mas um em especial 

Melhor em campo — Rafa (8)
Este quadrado é pequeno para lembrar e descrever a quantidade de bons lances e pormenores deliciosos de Rafa neste jogo. Aos dois minutos já estava a festejar o primeiro golo, surgindo a finalizar um lance que ele próprio iniciara, com um passe de calcanhar para Barreiro. Aos 11' serviu Bah, aos 14' rematou para grande defesa, aos 26' cruzou e deixou Sudakov em boa posição, aos 27' rematou de trivela para enorme defesa de Hedenstad, aos 30' mais um remate e mais uma defesa (neste lance o avançado do Benfica foi empurrado e por isso não finalizou na perfeição), e mais, e mais... Rafa esteve endiabrado, criativo, eficaz, mas ao mesmo tempo muito lúcido em todas as ações. E solidário a defender. Este Rafa não é só um bom jogador, mas é enormíssimo e faz realmente a diferença na equipa e no jogo.

(6) Samuel Soares — Sem culpa no golo sofrido, mostrou-se seguro. Autoritário nas saídas aos cruzamentos, foi confiante no jogo com os pés e mãos, e teve papel importante no lançamento dos companheiros para o ataque.

(6) Bah — Muito vertical e agressivo no ataque, cruzou para o primeiro golo da equipa e deixou Pavlidis em boa situação para marcar, aos 11'. Teve problemas para lidar com a qualidade de Emmery e deu-lhe muito espaço para pensar no lance do golo do Aarhus.

(6) Tomás Araújo — Alternou entre o bom e o mau, mas sai com saldo positivo pela forma como subiu linhas de pressão e lançou ataques. Começou desconcentrado, mas cresceu, esteve no lance do segundo golo e aos 38' poderia ter marcado, mas finalizou mal um cruzamento de Dahl. Grande erro na forma como (não) marcou Bech e o deixou cruzar para golo

(6) Lenglet — Teve registo similiar ao de Tomás Araújo, mostrando mais segurança a defender, mas igual capacidade para pressionar e qualidade na saída com bola e passe. Esteve perto de marcar de cabeça em mais que uma ocasião e, tal como o companheiro de setor, também pecou: aos 36' perdeu a bola de forma displicente (mas perto da área do adversário) e permitiu ao Aarhus construir o lance do golo sofrido por Samu.

(7) Dahl — Muito competente a fechar o flanco e com algumas subidas bem desenhadas e cruzamentos perigosos. Aos 38' colocou Tomás Araújo na cara do golo e aos 51' fez o mesmo com Pavlidis. Finalizou o jogo com um bom remate, para defesa de Hedenstad.

(6) Barrenechea — Deu geometria com bola e esticou bem a equipa, mas foi sempre demasiado posicional, perdendo várias oportunidades para progredir e poder ser mais infuente no jogo. (7) Leandro Barreiro — Uma máquina que não pára, a defender e a atacar. Nem sempre faz bem, mas está sempre lá. Aos 17' rematou ao lado, aos 31' marcou mesmo, em lance de insistência e de oportunidade. Aos 47' mais um remate perigoso, de cabeça.

(7) Sudakov — Exibição muito interessante do ucraniano, com intensidade e pormenores que ligaram a equipa e a fizeram ganhar dimensão. Aos 13', pressionou o guarda-redes e, com felicidade, quase fez golo; aos 18', trabalhou bem na área e serviu Prestianni para remate perigoso; aos 26', recebeu cruzamento na esquerda e rematou com selo de golo, mas a bola desviou num defesa; aos 41', ofereceu a Pavlidis lance de golo.

(7) Prestianni — Marco Silva disse tudo: é impossível não gostar da alma com que joga o argentino, e a qualidade que tem. Aos 14' lutou e ganhou a bola e ofereceu lance de golo a Rafa; aos 17' lançou Barreiro com um passe delicioso, e o médio rematou para canto. Grande remate para boa defesa, aos 18'; e novo remate aos 29'. Pelo meio, grande ajuda defensiva e pressão agressiva e alta em todas as zonas do campo.

(7) Pavlidis — Finalizou sem sorte, aos 11' e 41', serviu os companheiros com qualidade e não tremeu na hora de concretizar a grande penalidade. Incansável e precioso a ligar a equipa.

(5) Richard Ríos — Deu dimensão física ao meio-campo, mas entrou ansioso. Rematou mal aos 76' e aos 88' acertou num defesa. Tentou ganhar um penálti, num lance em que pareceu ter espaço e tempo para decidir melhor.

(7) Schjelderup — Em pouco tempo fez muito. Quase marcou num cruzamento de Rafa (74'), rematou com perigo (78') e lançou Ríos na área (83'). Ligado e sintonizado com a energia da equipa.

(5) Jhon Durán — Teve pouca bola, mas quando a teve tratou-a bem. Grande passe a desmarcar Schjelderup (78') e remate potentíssimo (90+3') para canto.

(5) Aursnes — Primeiro jogo da época, lançado atrás do ponta de lança. Teve critério e inteligência na gestão dos lances, sem tempo para mostrar mais.

(5) Kaminski — Entrou com vontade, mas teve pouco tempo para deixar marca. Aos 90+1' teve espaço na área, manteve a bola, mas não fez a diferença no lance."

Meio turno de alta qualidade na fábrica nacional do golo


"Superioridade imensa do Benfica podia ter resultado em vantagem maior, mas a eliminatória parece garantida e a média de golos continua elevadíssima

O Benfica deu passo e meio rumo à fase de liga da UEFA Europa League graças a uma primeira parte demolidora e uma segunda apenas completamente dominadora, mas sem golos. Segue em grande a principal fábrica portuguesa de golos, que leva 25 em sete jogos, média superior a 3,5 por partida. É obra ofensiva — veremos, em testes de maior exigência inevitavelmente a caminho, que solidez defensiva corresponde a este pendor atacante.
Marco Silva não promoveu surpresas no onze nem qualquer rotatividade, o que faz todo o sentido numa altura em que a época vai a iniciar-se e o mais importante, mesmo, é criar rotinas. Lá virá o tempo das poupanças e das gestões, se tudo correr bem durante vários meses. Para já, é hora de consolidar.
Se todos os jogos fossem como o de Rio Maior, na última segunda-feira, o Benfica teria chegado ao intervalo a ganhar por cinco ou seis golos de diferença. O domínio foi de tal forma intenso — e assinalado logo aos dois minutos com o 1-0 — que as oportunidades de golo foram-se sucedendo. Só que desta vez a pontaria não estava tão afinada, o guarda-redes contrário pôde fazer um pouco melhor e os encarnados não materializaram em golo cada chance, como afinal acontece na maior parte das vezes.
A ala direita benfiquista mostrou serviço desde o início e era sobretudo por ali, com as combinações Leandro Barreiro-Bah-Rafa, que o perigo ia nascendo, muito embora os desequilíbrios constantes de Prestianni na esquerda também não deixassem descansar os dinamarqueses.
Barrenechea chegava e sobrava para as encomendas do meio-campo defensivo, o que libertava Barreiro para a meia direita e fazia descair Sudakov mais para a esquerda, num esquema que na prática se plasmava em 4x1x4x1 e se adivinha para o futuro próximo quando, na maioria dos jogos, João Palhinha assumir sozinho as despesas da posição 6 encarnada para a equipa fazer o que melhor sabe: atacar.
Era muito movimento no meio-campo, demasiada informação para processar pelas linhas defensivas do Aarhus, por mais próximas que tentassem estar. De erro em erro (dinamarquês) e de virtuosismo em virtuosismo (português) se ia escrevendo a história da primeira parte. Chegou o 2-0 e não chegaram mais por razões já explanadas.
Mas já dizia um sábio amigo meu: «Cuidado que a bola é extremamente redonda!» E de tão redonda que é pode, de repente, caminhar por sítios imprevistos. Aos 36 minutos, na única jogada articulada de ataque do Aarhus, a defesa do Benfica facilitou (provavelmente não conseguiu arrancar, mal tinha entrado em ação...) e Jorgensen reduziu para 1-2.
O golo fortuito entusiasmou minimamente os dinamarqueses, mas o gás não deu para mais que alguns espasmos. O Benfica retomou a liderança das operações sem problemas de maior e, em cima do apito para descanso, surgiu um penálti-VAR, por mão na bola, que Pavlidis não desperdiçou.
A fábrica continuou a laborar no segundo tempo, mas já em ritmo de sexta-feira à tarde naquelas empresas em que existe a casual friday e até se admite maior informalidade na vestimenta. O Benfica dominou sempre, mas teve muito menos oportunidades e não voltou a marcar. O Aarhus foi igual: quase zero em termos ofensivos e só relativamente competente a defender.
Dentro de uma semana, só uma enorme hecatombe (e teria mesmo de ser enorme hecatombe, não apenas um ou dois percalços) tirará os encarnados da fase a doer da UEFA Europa League."

LiveMode: Live - Aarhus...

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Vermelhão: Curta...

Benfica 3 - 1 Aarhus


Mais um jogo com um absurdo défice na concretização. A vitória foi clara, a vantagem é interessante, mas podíamos ter 'matado' completamente a eliminatória! Então na 1.ª parte, os falhanços foram em catadupa!

Estamos jogar bem, a bola está a rodar com velocidade, na 1.ª fase de construção a bola vai de um lado ao outro no campo, essencialmente pelos Centrais, procurando sempre a vantagem nos Flancos, ou pelo menos o 1x1 com os nossos jogadores mais criativos... Comparando com as épocas anteriores, tudo isto é feito com mais velocidade... E após conseguir o nosso objetivo posicional, o 'ataque' à área é feito com rapidez! Ainda falta assertividade no jogo interior entreçinhas, as tabelinhas ainda não estão a sair bem, muito por culpa do Sudakov...!!!

O golo cedo foi um bom prenúncio, mas como eu já tenho muitos anos disto, temi logo que as facilidades iniciais, podiam não se concretizar! O adversário mostrou alguma qualidade nas saídas, principalmente pelo Ala Esquerdo, mas o Benfica dominou sempre o jogo...

Quando o 2-0 surgiu já foi tarde, já devia estar pelo menos 4-0 aos 30m e quando logo a seguir no único remate que o Aarhus fez à baliza, reduziram para 2-1 !!! O 3-1 antes do intervalo, foi o mal menor!!!

O 2.º tempo, foi diferente, o Aarhus deu menos espaço, e até acabou por mudar o esquema defensivo, acabando o jogo com 3 Centrais! O Benfica não foi tão objetivo, o jogo de Rio Maior na Segunda também não ajudou, mas mesmo assim voltámos a criar perigo, e se não fosse a grande exibição do guarda-redes adversário a goleada teria acontecido!!! Mas acabámos por ser pragmáticos, estamos no intervalo da eliminatória, e apesar do 4-1 ser melhor que o 3-1, também era importante não sofrer o 3-2 !!!


Não foi fácil escolher o MVP. Fizemos um jogo muito equilibrado em todos os sectores, mas para mim, o Enzo foi o melhor em campo! Está a fazer um grande arranque de época, e só a má vontade que carrega da última época, impede alguns de o reconhecer!

O Rafa voltou a marcar, voltou a desequilibrar, cumpriu defensivamente, foi pena algumas más recepções... O Prestianni, está com a carga toda, mas desta vez voltou a definir mal junto da área... a pintura do cabelo, não deu resultado!!! Bah fundamental na 1.ª parte... aliás obrigou o adversário a mudar a estratégia!


Não compreendo as críticas ao Samu. Até agora, nos golos sofridos não teve culpa, e voltou a demonstrar as suas qualidades: nos cruzamentos, e no jogo com os pés... houve ali um lance que assustou, mas... No golo sofrido, o Lenglet errou na perda de bola, e depois o Tomás meteu-se a jeito e foi comido nas costas, a partir daí, acabámos por perder os 'ressaltos'!

Melhores minutos do Schjelderup desta época... e o regresso mais aguardado do Aursnes, que aparentemente, poderá ser o 'substituto do Sudakov, algo que os Benfiquistas, neste momento, desesperam!!! Boa entrada também do Durán... com o Ríos, a fazer coisas boas e outras disparatadas!!!


Incrível como nem na Europa nos livramos dos apitadores medíocres! Uma puta italiana veio à Luz, gozar com os Benfiquistas! Não foi só o penalty sobre o Rafa, e respetiva expulsão, foi o critério disciplinar ridículo, e mesmo o critério técnico! Uma pouca vergonha!!!

Fizemos bem em adiar o jogo com o Moreirense, vamos poder preparar o jogo da Dinamarca com mais cuidado... Sendo que neste momento, em continuava a apostar neste 11, com a entrada do Aursens...


Uma última nota, para o protocolo policial que tem sido usado na Luz, nestes últimos jogos Europeus: absolutamente ridículo! Tanto dinheiro mal gasto...


Empate na estreia...

Benfica 0 - 0 Rio Ave


Não foi um grande jogo, mas é bom recordar que o Benfica, jogou com uma equipa muito jovem, muitos Juniores, alguns de 1.ª ano!!! Neste renovada competição de sub-23, não vamos ter vida fácil, já que a diferença de idades é grande, e o Benfica por opção, decidiu apostar nos mais jovens, dando-lhes competitividade...

Apelo aos adeptos do SL Benfica


"O Sport Lisboa e Benfica renova o seu agradecimento aos milhares de Benfiquistas que, jogo após jogo, estão ao lado da equipa, no Estádio da Luz, em território nacional e além-fronteiras. A entrega, a paixão e o apoio incondicional dos nossos adeptos constituem uma das grandes forças do Clube e assumem uma importância fundamental no caminho para o sucesso.
É justamente por valorizarmos esse apoio que reforçamos o apelo à responsabilidade de todos os Benfiquistas.
O Sport Lisboa e Benfica está atualmente sob pena suspensa nas competições europeias. Nesse sentido, a utilização de artigos de pirotecnia ou qualquer outro comportamento contrário aos regulamentos da UEFA implicará, de forma automática, a aplicação da sanção, impedindo os adeptos do Benfica de acompanharem a equipa no jogo seguinte realizado fora de casa.
Todos queremos um Benfica acompanhado e apoiado pelos seus adeptos. Por isso, apelamos aos Benfiquistas para que continuem a fazer sentir a sua paixão e o seu apoio à equipa, sempre com responsabilidade e no cumprimento das normas em vigor, tanto em Portugal como nas deslocações ao estrangeiro."

Gosto!

BEM-VINDO JOÃO PALHINHA!


"1. Palhinha é um jogador experiente, com liderança, que encaixa na perfeição nas ideias de jogo de Marco Silva. Tem tudo para ser uma grande mais-valia para a equipa.

2. O que mais espero de Palhinha? Que tome conta do nosso meio-campo no processo defensivo, especialmente nas transições defensivas, onde temos mostrado fragilidades de há muito tempo para cá. E que liberte os que têm mais responsabilidades ofensivas para essas tarefas.

3. É caro? Veremos, só o futuro vai dizer se é caro ou barato. Mas não se deixem enganar: só quando as contratações são do Benfica é que ao valor do investimento são somados os salários.

4. Dificilmente o Benfica terá retorno financeiro deste investimento? Por acaso o Benfica é uma sociedade financeira? Eu, enquanto adepto, desejo é rendimento desportivo. A questão financeira é com os gestores da Benfica SAD. E não me lembro do Benfica falhar com as suas responsabilidades para com terceiros há muito, muito tempo, para cima de vinte anos.

5. E a azia que a mera hipótese desta contratação provocou por aí em tantos opinadores? Preparem-se então para quando ele começar a jogar!"

Hoje é dia de ver a verdadeira face deste Benfica


"Na derradeira decisão rumo à fase de liga da UEFA Europa League, a equipa encarnada procura afastar a intermitência deste arranque de época e mostrar a sua mais bela versão

Quando hoje o Benfica pisar o relvado da Luz para defrontar o Aarhus na primeira mão do play-off de acesso à fase de liga da UEFA Europa League, a grande questão que pairará não será apenas de foro tático, mas quase de natureza existencial.
Afinal, qual é a verdadeira face desta equipa? A versão avassaladora e sem piedade que aplicou sete golos ao Casa Pia, em Rio Maior, seis ao Hearts e cinco ao St. Gallen na Luz? Ou a versão cinzenta e desconcertante que tropeçou no empate caseiro com o Académico de Viseu, a jogar à porta fechada, e que já viveu momentos de sobressalto nesta caminhada europeia?
A oscilação de rendimento neste arranque de temporada tem sido o grande enigma da formação encarnada. O futebol praticado nos dias de inspiração total atesta um potencial ofensivo avassalador e uma capacidade de sufocar adversários como há muito não se via.
No entanto, as falhas pontuais de concentração e as quebras inexplicáveis de ritmo vistas em certos compromissos deixam no ar um aviso sério para este duelo decisivo com o campeão dinamarquês. Num mata-mata europeu, a margem de erro é baixíssima e qualquer deslize em casa pode transformar a viagem à Dinamarca numa dor de cabeça inteiramente desnecessária.
Neste cenário de exigência máxima, a notícia do regresso de Fredrik Aursnes aos convocados assume relevância capital.
Ao sétimo jogo oficial da temporada, o internacional norueguês — um dos grandes pilares da sua seleção no recente Campeonato do Mundo — está finalmente 100% recuperado e de volta às opções da equipa técnica.
Aursnes é muito mais do que um futebolista polivalente de utilidade tática ímpar; é a verdadeira bússola emocional e o equilibrista silencioso de que este Benfica tanto necessita para estancar as flutuações de rendimento e conferir maturidade ao setor intermédio.
O embate com o Aarhus marca, por isso, o momento da verdade. O percurso até aqui demonstrou que a equipa tem dentes afiados para trucidar qualquer oponente, mas precisa urgentemente de regularidade para solidificar o seu estatuto internacional.
Frente ao campeão dinamarquês, o Benfica só tem um caminho possível: vestir o fato das grandes noites europeias, agarrar a vantagem na eliminatória e dar uma resposta categórica ao nível da demonstrada na última ronda da Liga que afaste em definitivo os fantasmas da intermitência."

Invenção constante de problemas...

Alguém com alguns neurónios ligados e com a espinha direita... que raridade!!!

Imoral avençado!

Ânsia em falar mal !!!

Terceiro Anel: Circati

Terceiro Anel: React - Antevisão - Marco Silva - Aarhus

Os Gloriosos Benfiquistas - Aarhus...

BI: Megafone - Voo Picado #36 - 7 ao Casa Pia, Habemus Central e o mito Calabote

MasterVi: Mercado...

SportTV: Mercados - Fim da novela, Palhinha é do SL Benfica

Zero: Mercado - Froholdt desperta o interesse do Real Madrid

BF: Palhinha...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - A Premier League está de volta: quem consegue destronar o Arsenal?

Observador: E o Campeão é... - Europa. Benfica a todo o gás e SC Braga a precisar de suar

Observador: Três Toques - Nem o frango tikka masala (picante) tira o Ouro a Duplantis

Zero: Fantasy - Dicas para a jornada 3 e as Double Game Week

Entrar bem no play-off


"O Benfica defronta o Aarhus, às 20h00 no Estádio da Luz, em jogo da 1.ª mão do play-off de acesso à fase de liga da Liga Europa. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Apelo aos adeptos
Leia o apelo do Sport Lisboa e Benfica aos benfiquistas que estarão no Estádio da Luz para ajudar o Benfica a ganhar: "Apoio com paixão, mas também com responsabilidade e respeito pelas regras, quer no Estádio da Luz quer nos outros recintos em Portugal e além-fronteiras." Recorde-se que o Benfica se encontra sob pena suspensa nas competições europeias.

2. Fito na vitória 
Marco Silva deixa uma garantia: "Os nossos adeptos de certeza que irão ver um onze do Benfica a lutar pelo emblema e pela camisola como têm feito nos últimos jogos. Esse é o nosso objetivo e posso dizer que é a nossa obrigação enquanto profissionais deste clube."

3. Reforço apresentado
Circati, defesa internacional australiano proveniente do Parma, está às ordens de Marco Silva.

4. Evoluir
Vítor Vinha partilha as expectativas para a temporada dos Sub-23 do Benfica.

5. Supertaças agendadas
Em futebol no feminino, disputada entre Benfica e FC Porto, está marcada para 6 de setembro, às 17h15, no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu. Em futsal, a 5 de setembro em Vila do Conde, o Benfica defronta o Sporting em masculinos (21h00) e o Nun’Álvares em femininos (16h30).

6. Arranque da pré-época
Ainars Bagatskis, Aaron Broussard e Tiago Filipe fazem o balanço dos primeiros dias de trabalho com vista a 2026/27.

7. Treinador apresentado
Sakis Psarras é o novo treinador da equipa masculina de voleibol do Benfica. "Vamos trabalhar arduamente para conquistar tudo", garante.

8. Movimentações do defeso
Sarah Polleros é reforço do basquetebol no feminino benfiquista. O voleibolista Murad Khan deixa de representar o Benfica.

9. Chamadas internacionais
6 futebolistas do Benfica integram a mais recente convocatória da seleção nacional feminina Sub-20.

10. Nomeação
Estratégia de sustentabilidade do Benfica integra a shortlist dos Sports Business Awards 2026 na categoria Sustainability in Sport Award.

11. Camisola oficial para pets
Partilha da paixão pelo Benfica com os companheiros mais fiéis."

Lanças...


Flop's esverdeados...

iScout: O Benfica de Marco Silva | Identidade Tática

DAZN: F1 - Antevisão ao Grande Prémio dos Países Baixos

Para que serve, afinal, a justiça desportiva?


"A eficácia das medidas é o grande motivo para existir justiça desportiva.
Se cada decisão estiver sujeita aos prazos da justiça comum, há o risco de nenhuma sanção ser eficaz em tempo útil. Pense-se no castigo de um jogador após expulsão, por exemplo.
Com a participação de equipas em provas é igual. O órgão responsável pelo cumprimento dos pressupostos financeiros disse não ao 1.º Dezembro. Uma providência cautelar obrigou o campeonato a começar com quem incumpriu.
Quem vai, daqui a semanas, meses ou anos, compensar o Sacavenense se o tempo provar a razão da decisão inicial, que à partida se baseou em critérios objetivos e aprovados?

De chorar por mais
Benfica roçou a perfeição no jogo com o Casa Pia. A eficácia é difícil de repetir, mas o futebol esteve lá.

No ponto
FC Porto mantém a bitola, joga seguro e segue firme na quase-liderança, que será uma questão de tempo.

Insosso
Colocar jogadores em campo quando se está a perder 0-7 é algo que possa cair bem aos suplentes escolhidos?

Incomestível
Jogadores da NBA a treinarem-se em pavilhões sem ar condicionado dizem tudo sobre o desporto em Portugal."

Contratos de jogadores de futebol: e se correr mal?


"Há uma imagem que se repete e que raramente é contada por inteiro. Um jogador entra numa sala, assina o seu novo contrato e de seguida sorri para uma câmara enquanto segura a camisola do novo clube. Toda a gente aplaude e apressa-se, com a urgência que os tempos ditam, a publicar a conclusão do negócio nas redes sociais. Porém, naquele instante e naquela sala, nem sempre se encontra alguém a pensar no que acontece se as coisas correrem mal. Há, felizmente, honrosas exceções. Mas continuam a ser isso mesmo, exceções. E é precisamente aí, no que ninguém quer imaginar, que se pode estar a jogar a parte mais importante de uma carreira.
Ao longo dos anos, fui percebendo que a maioria dos litígios no âmbito desportivo não nasce de contratos extensos ou de clausulado de complexa redação ou interpretação. Nasce, na maioria das vezes, de pressa, de entusiasmo e de uma confiança algo desmedida. O(s) contrato(s) chega(m) quase sempre no fim de um processo emocionalmente intenso, depois de semanas de negociação, telefonemas e expectativas. Quando os papéis aparecem, o jogador já há muito que decidiu o seu futuro. Só falta assinar. E assina, muitas vezes sem ler com a atenção necessária, ou sem o acompanhamento recomendável, porque duvidar naquele momento parece quase uma falta de fé no próprio sonho ou até mesmo uma falta de consideração pelo novo clube e pelos seus dirigentes.
O problema é que o futebol é uma indústria, e as indústrias não funcionam apenas de sonhos. Por regra, do outro lado da mesa está um clube com juristas, com experiência e interesses próprios, perfeitamente legítimos, mas que não coincidem necessariamente com os do jogador. E, com frequência, está também um agente cuja comissão depende da conclusão do tão desejado negócio. A verdade é que quase ninguém, naquela sala, tem como missão proteger o jogador daquilo que ele próprio não consegue ver.
Muito do que corre mal começa antes do contrato, nas promessas que nunca chegam ao papel. «Prometeram-me que ia jogar.» «Disseram-me que, se aparecesse uma boa proposta, me deixavam sair.» «Garantiram-me que o resto se resolvia depois.» Quem conhece bem esta área já ouviu frases como estas vezes sem conta. A verdade é que as promessas tendem a evaporar-se no dia em que fazem falta, porque, em regra, o que vale é o texto assinado e não a conversa que o antecedeu. Um contrato é, no fundo, a memória escrita daquilo que foi combinado, e tudo o que ficar de fora, por mais sincero que tenha parecido, tende a deixar de existir.
Depois há um mito que convém desfazer: a moda de pintar o jogador profissional de futebol como alguém que ganha repetidas (e constantes) fortunas e a quem nada falta. Também aqui, a realidade que vejo é definitivamente outra. A esmagadora maioria não são estrelas. São profissionais com carreiras curtas, rendimentos tendencialmente irregulares e um poder negocial muito menor do que se imagina. Para esses, um salário em atraso não é um pormenor jurídico, são as contas do mês. E, quando o clube deixa de pagar, descobrem, tarde de mais, que resolver um contrato não é simplesmente ir embora.
A verdade é que a regulamentação da FIFA, a par da jurisprudência do FIFA Football Tribunal e do Court of Arbitration for Sport oferece hoje um edifício jurídico sólido e dotado de assinalável segurança. Convém, ainda assim, ser realista: uma regulação robusta e uma jurisprudência consistente não resolvem todos os problemas, nem pagam as contas no mês em que o salário falha. Impõem passos formais, prazos e notificações escritas, e exigem paciência para um processo que, mesmo sendo tendencialmente mais célere do que a justiça comum, se pode arrastar. Ter razão e conseguir fazer valer essa razão em tempo útil são coisas distintas.
Convém não esquecer, também, que a regulamentação FIFA não é a fotografia completa. Um contrato pode respeitar a regulamentação internacional e, ainda assim, colidir com a lei do país onde é celebrado. Assumir que o enquadramento FIFA basta, ignorando a lei nacional aplicável, é um dos enganos mais comuns e mais caros.
Mais! A regulamentação e legislação não são estanques. Num horizonte temporal bastante breve, é já possível antecipar, fruto do caso Diarra, uma revolução regulamentar e jurisprudencial. A FIFA reviu o sistema de transferências, com particular incidência no FIFA Regulations on the Status and Transfer of Players (Regulamento do Estatuto e Transferência de Jogadores), e a partir de 2027 tais mudanças começarão já a produzir os seus efeitos. É uma evolução que se saúda, mas que deixa perguntas em aberto, para as quais, salvo melhor opinião, só o tempo e a nova jurisprudência darão resposta.
Então, o que é que separa um bom contrato de um contrato perigoso? Raramente é o salário. É tudo o resto, aquilo que ninguém quer discutir na euforia da assinatura. É a cláusula de saída, que dá previsibilidade em vez de aprisionar. São os direitos de imagem, regulados em instrumento contratual autónomo. São os prémios definidos por objetivos claros e mensuráveis, e não por metas vagas, indeterminadas ou inalcançáveis. São as implicações fiscais, que vão muito além da discussão dos valores net. É saber, antes do litígio, qual o foro competente para o dirimir e se presta as garantias necessárias. E é, acima de tudo, ter na sala alguém cuja única função é olhar para o jogador e perguntar: e se isto correr mal?
Nenhum advogado transforma um mau negócio num bom negócio, e desconfie de quem lho prometer. Se um clube decidir não pagar, não é uma cláusula bem redigida que pagará as contas no final do mês. Mas é ela que decide se, nesse dia, o jogador tem nas mãos um direito que se faz valer ou apenas uma promessa que se desfez. É isso que um bom contrato faz, e não é pouco: reduz a opacidade, tira poder à ambiguidade e transforma a palavra dada numa obrigação exigível. Fala-se muito de talento e de sorte. Nos contratos, o que decide é a preparação, feita a tempo, quando ainda há espaço para duvidar, perguntar e negociar.
O conselho é simples e pouco romântico: antecipar, ler e perguntar. Procurar, antes da assinatura, quem saiba ler não apenas o que está escrito, mas também o que ficou por escrever. Porque o melhor momento para perguntar «e se correr mal?» é precisamente aquele em que tudo parece estar a correr bem."