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quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

CF Estrela 0-4 SL Benfica: Jesus passa na casa de partida na travessia para o Jamor


"A Crónica: Regresso Às Origens De Jesus Com Goleada
Se na eliminatória anterior a festa da Taça tinha voltado ao velhinho Estádio José Gomes, nesta agora era a dobrar por ser novo jogo em casa e por o CF Estrela receber um dos grandes e, neste caso, o SL Benfica. O frio que vai sendo “a moda” por toda essa «ocidental praia lusitana” e na Reboleira não foi exceção. O problema é que até o gelo ia sendo o principal personagem nesta travessia pel’Os Lusíadas. Ups, desculpa. Pela Prova Rainha.
Sabes quando pisa gelo? Há uma linha ténue entre estar à superfície ou de acabares dentro de água gelada. Ora pois bem, o “gelo” já havia (sem saber ao certo quantos graus Celcius) e quem quebrou o gelo foi Chiquinho. Passo a explicar.
A jogada foi bem trabalhada pela lateral direita, depois de tanta insistência na profundidade e também pelo corredor central. Aos 42 minutos, Diogo Gonçalves foi progredido em terreno perigoso (neste caso era a relva, mas bem podia ser gelo) e foi ele que fez nota o primeiro rachar da superfície. Depois, foi Seferovic a aumentar o buraco, mas Filipe Leão aguentou que o Estrela caísse na água. Porém, a tentativa foi só isso, pois veio outro para quebrar tudo: Chiquinho. O 0-1 foi tão perto do intervalo que foi com esse resultado que fomos para o intervalo.
Ao intervalo, bebemos chá oferecido pelo clube amadorense (a quem saudamos a atitude perante os jornalistas). Aquecemos e o jogo também. O início de segunda parte ofereceu-nos logo dois golos. Samaris começou uma jogada a meio campo, rasgou a defesa com um passe para Diogo Gonçalves e, novamente, o lateral encarnado a encontrar a “terra”, continuando a analogia d’Os Lusíadas. Seferovic marcou o segundo da partida.
O Estrela até acordou e marcou por intermédio de Hélder Latón, mas o problema é que a festa foi corta pelo novo instrumento colocado no Estádio José Gomes, o VAR. Era o recomeço que queríamos depois de pouca emoção.
O minuto 60 foi importante nesta partida. Foi aos três e ao seis. A turma de “inhos” entrou em ação: Chiquinho fez mais um belo trabalho na grande área, depois de uma boa assistência de Pedrinho, e marcou o terceiro. O quarto teve nova assinatura de Pedrinho na assistência e foi o alemão Waldschmidt. Digamos que a caravela estrelista que tentava chegar aos tesouros da Índia – perdão… do Jamor – acabou por afundar.
Estes foram os dez cantos de uma adaptação d’Os Lusíadas e fica agora só uma caravela a continuar a sua travessia até não muito longe do estádio que hoje nos encontramos. Trocando a analogia por algo mais simples, o SL Benfica goleia, mas não convence e nem jogo ainda o triplo. O CF Estrela deve estar orgulhoso da sua navegação nesta bela competição.

A Figura
Chiquinho – Foi uma figura importante no jogo dos encarnados. Não foi aquele que assumiu sempre a responsabilidade da construção de jogo, mas foi aquele que estava na hora certa e no sítio certo. Dois golos que deram cor à goleada colorida deste SL Benfica. Contudo, temos também de dizer que Pedrinho foi uma peça importante neste jogo, principalmente na parte a que lhe tocou: as assistências. 

O Fora De Jogo
Chapi Romano – O jogador estrelista acabou por ficar muito recuado para que pudesse ajudar o seu meio campo e por este motivo, essencialmente, acabou por estar fora de jogo. Pode oferecer muito mais, mas a tática estava montada para algo mais defensivo e compacto, não permitindo nada mais criativo. É isso a que estamos habituados deste jogador.

Análise Tática - CF Estrela da Amadora
A formação de Rui Santos apresentou-se num 4-4-2 bem visível a partir da bancada com duas opções mais avançadas: Chapi Romano e Paollo Madeiro. O treinador da equipa amadorense afirmou na antevisão que não iria mudar muito daquilo que foi o seu onze nos restantes jogos e assim voltou a apostar em todas as peças que têm sido fundamentais. Havia uma grande preocupação na pressão dos dois centrais encarnados, Todibo e Jardel, para que estes errassem e, a partir daí, houvesse um erro.
A segunda parte trouxe “à tona” as dificuldades do CF Estrela de conseguir conter as precursões atacantes dos encarnados, sobretudo quando os estrelistas faziam a pressão no meio-campo e acabavam por abrir muito os quatro do setor defensivo. Depois do segundo golo e também do golo anulado aos estrelistas, foram o aperitivo delicioso para que os estrelistas acabassem por ficar sem grande força tática. O subir de linhas e também a pressão mais alta depois dos jogos sofridos deixou os estrelistas “à mercê” de mais golos.

11 Inicial e Pontuações
Filipe Leão (6)
Zé Pedro (5)
Yuran Fernandes (5)
Helder Laton (5)
Xavier Fernandes (4)
Paollo Madeira (5)
Horácio Jau (5)
Ronald Murillo (4)
Edu Duarte (5)
Chapi Romano (3)
Sérgio Conceição (5)
Subs Utilizados
Diogo Leitão (5)
Luís Mota (5)
Leandro Tipote (5)
Zaporo (-)
Miranda (-)

Análise Tática – SL Benfica
O típico 4-4-2 que Jorge Jesus e aquilo que mudou muito foi o onze. O treinador que regressou às suas origens tinha dito que ia haver mudanças e não falhou na sua palavra. Aquela estreia que mais se esperava confirmou-se com a entrada do defesa central Todibo. Depois, houve ainda o regresso de Diogo Gonçalves, Samaris, Chiquinho e também de Gonçalo Ramos. Na primeira parte, os encarnados apostaram num jogo interior com Seferovic a tentar encontrar a profundidade e com Gonçalo Ramos a procurar mais as alas, sem grande sucesso.
Depois que Jorge Jesus percebeu que a tática inicial de tentar explorar o jogo interior e também a profundidade, os encarnados conseguiram melhorar imenso na segunda parte quando potenciou o lado direito em que o Diogo Gonçalves esteve em grande destaque. A saída da primeira pressão dos estrelistas também foi um fator decisivo para que o Benfica conseguisse encontrar os espaços necessários para encontrar o caminho da baliza. Taticamente, a segunda parte foi bem melhor do que a segunda.

11 Inicial e Pontuações
Helton Leite (5)
Diogo Gonçalves (7)
Jardel (5)
Todibo (7)
Nuno Tavares (5)
Samaris (6)
Taarabt (5)
Chiquinho (8)
Pedrinho (7)
Gonçalo Ramos (5)
Seferovic (7)
Subs Utilizados
Waldschmidt (7)
Facundo Ferreyra (5)
Rafa Silva (5)
Weigl (5)
Grimaldo (5)"

Vou a casa e levo o Pedrinho


"Jorge Jesus nasceu, literalmente, numa casa da Amadora, a Taça de Portugal fê-lo regressar ao campo do clube da sua casa e o Benfica goleou (0-4) o Estrela sem acelerar ou ser imprevisível por aí além, mas tendo no brasileiro uma fonte de técnica e critério: fez duas assistências e foi quem mais desequilibrador em espaços curtos no jogo

Jorge é caseiro e não hospitalário, nasceu em casa, teve de vir uma parteira de Algés ajudá-lo a vir ao mundo, Jorge é caseiro porque foi em casa que deu o primeiro berro de uma vida de rouquidão nas cordas vocais, os irmãos também nasceram em casa e são caseiros como ele, nado entre paredes na Amadora, lá estava a Celcat que pagava em escudos ao pai futebolista, o Virgolino soldador que ali assentou para ficar perto da fazedora de cabos elétricos.
Era sua a casa onde Jorge nasceu, Jorge é tão caseiro que na naturalidade no cartão de cidadão ter-se-ia que ler 'casa', não 'Amadora', isso são as ruas onde jogava à bola com pedras e farrapos até chegar à relva do Estrela, onde o Sporting deixou 750 escudos para o levar na versão de jogador, está tudo nesta reportagem do jornal "A Bola" entretanto até foi treinador desse grande e antes treinou o Clube de Futebol que faliu, se refundou como Clube Desportivo e agora fundiu-se para ser o Club Football, mas é o Estrela da Amadora.
Estar na III Divisão e a Taça de Portugal fazer o Estrela receber o Benfica é especial por mil e uma coisas próprias da história futebolística nacional, mais especial ficou por incluir o regresso a casa de Jorge Jesus, nesta sua mais impávida e serena versão, ele diz que mudou e qualquer pessoa é mutável, mas os berros não sumiram e ouvem-se com o vazio do estádio, às tantas vergasta Pedrinho, grita ao melhor do Benfica na primeira parte por “estar sempre no chão”.
O brasileiro cai na relva algumas vezes, quase todas por ser derrubado, rasteirado ou tocado, mas é de pé e com bola que agita coisas e desequilibra, é quem mais mexe com a organização coesa do Estrela que só sofreu golos em três dos 15 jogos feitos esta época e é um passe de Pedrinho que lança Gonçalo Ramos para o miúdo cruzar e Seferovic ver o seu golo rebatizado por uma grande defesa de Filipe Leão - o ressalto vai para Chiquinho, 0-1.
Antes, o ouvidor de boas Pedrinho tem uma bola na área que desperdiça com estrondo e Seferovic protagoniza outras duas, são oportunidades em casa da equipa que lhes é incomparável na qualidade e capacidade, mas está em casa, treinada por quem tem “a convicção de que as equipas não podem ter medo de jogar contra as outras” e o Estrela é tão matreiro quanto ousado, vertical e esperto.
Porque da sua compacidade a defender, sempre com os jogadores muito próximos, a equipa era logo capaz de circular a bola rápido assim que a roubava, prontamente a ligar triangulações simples e sobretudo pela direita - lateral e extremo com médio interior -, o lado guardado por Nuno Tavares que o Estrela identificou como o mais débil e por onde avançou para Sérgio Conceição (filho do homónimo técnico do FC Porto) e Murillo rematarem em cima da área.
O treinador da frase do medo é o da casa, Rui Santos, o da equipa que obrigou Helton Leite a ir outra vez à relva desviar o perigo de um remate rasteiro, na área, de Paollo Madeira, outro tipo a ecoar o passado mas pela ressonância do nome, falando em nomes chega-se ao de Jorge Jesus, ele em casa e o seu Benfica previsível e com velocidade assim-assim até se meter o intervalo.
Daí para a frente fez diferente, se à partida era diferenciada em tudo fez por sê-lo também no campo, já em quase tudo: passou a acelerar a troca de passes, a ser mais madrugador nos momentos de pressão e a ter mais gente a atacar espaços sem bola. E à direita o Benfica volveu, muitas vezes, atraído pelo íman de técnica e boas decisões que ia sendo o Pedrinho das pernas arqueadas, pior que ninguém em campo a esgueirar-se de problemas em espaços curtos.
Com Diogo Gonçalves a galopar-lhe pelas costas a cada jogada e a provocar espaço em seu redor, o brasileiro fomentou combinações, por esse lado esse lateral foi lançado para cruzar e Seferovic marcar ao quinto remate no jogo; no sexto, Filipe Leão desviou uma bola batida forte pelo avançado, que Pedrinho resgatou já perto da linha para a picar e o peito de Chiquinho dominar antes do 0-3; depois, do brasileiro foi a receção orientada e a calma à beira da área para lançar Waldschmidt na área e o respetivo 0-4. Esta casa já não era só de um só.
Era do Estrela, que pelo meio marcaria numa bola parada e o VAR lhe anularia o feito, amarrado pelo aumento de rotação e critério até aos 15 minutos derradeiros, quando já conforto do visitante lhe deixou mais espaços para forçar muitos passes na profundidade - e continuará a ser, porque se viu e percebeu as razões para liderar a sua série do Campeonato Nacional de Seniores.
Acabou a ser, durante hora e meia, do Benfica, forçador da sua vontade e superioridade fazendo o quanto baste e conquistando a casa visitada para si, estreando ao mesmo tempo o central Todibo.
E é a casa de Jorge Jesus, a “minha terra”, disse-o no fim, agasalhado e de gola alta e bem precavido para as correntes de ar que em mil novecentos e troca o passo lhe causaram uma inflamação da pleura, o transtorno tanto que viu a mãe a chorar, está contado na tal reportagem do jornal “A Bola e estas são histórias com muita bola dentro, buscadas dentro da casa do treinador.
Jorge é caseiro e regressou à casa onde nasceu com o Benfica que ainda não se sente bem em casa nesta segunda vida com o treinador, mas goleou quem mora dois andares abaixo."

Fever Pitch - João & João... Espanha!

Vermelhão: Regresso à Reboleira... com vitória!

Estrela 0 - 4 Benfica


Na próxima sexta-feira no Dragay, muito provavelmente, vamos apresentar um 11 totalmente diferente! O que pressupõe, que houve uma aposta com algum risco para o jogo desta noite! Sabendo à partida que apesar do Estrela ser do 'terceiro' escalão, numa eliminatória anterior eliminou uma equipa da I Liga, creio que pela cabeça de todos os benfiquistas, no pré-jogo, depois de conhecer o onze titular, houve algum receio!

Mas felizmente com o passar dos minutos, os golos foram aparecendo... Com 0-0, ainda houve alguns 'contra' do Estrela potencialmente perigosos, mas o jogo com o 2-0 no início da 2.ª parte ficou totalmente controlado! Também é justo reconhecer que este Estrela, demonstrou bastante qualidade para o escalão onde compete... não me parece em nada inferior a muitas equipas da II Liga!

Destaco a estreia do Todibo, que sem ritmo, na estreia absoluta pelo Benfica, não esteve mal, bem pelo contrário, apesar de se ter notado, uma perigosa apetência, para sair a 'fintar' em zonas perigosas!!!

O estado do relvado, que me pareceu muito duro (devido ao frio...), acabou por 'ajudar' a alguns falhanços 'épicos' pelos nossos avançados, que até podiam ter dado uma cor diferente ao resultado!

Na sexta a música será outra! Como se viu hoje na Choupana, as regras não são iguais... os Corruptos têm permissão para fazer tudo e quando é preciso qualquer 'mergulho' dá falta! Não é fácil exigir agressividade aos nossos jogadores, quando sabemos à partida, que qualquer situação mais 'dura' dará expulsão para o nosso lado!!! Mas independentemente do folclore que irá existir dentro e fora das quatro linhas, o jogo vai decidir na eficácia, com o Benfica muito provavelmente a ter mais bola e domínio territorial, e os Corruptos a jogarem no nosso erro, como aconteceu na final da Taça da Liga...


Em frente na Taça de Portugal...

Benfica 110 - 82 Barreirense
21-23, 26-15, 31-29, 32-15

Mais um jogo que terminou 'fácil', mas onde acabámos por fazer a diferença, na profundidade do banco, com o desgaste do adversário! E mesmo assim, sofremos demasiados pontos...

Taça perdida...


Benfica 1 - 3 Braga


Depois da vitória na Taça da Liga, derrota na final da Taça de Portugal, num jogo onde estivemos abaixo do normal. Não sei se foi excesso de confiança, mas individualmente e colectivamente não estivemos bem... com vários erros defensivos, e com muita falta de objectividade no ataque!

A Patão introduziu algumas alterações na equipa, quase todas com sucesso, mas a Christy tem que jogar! Pode ter muitos defeitos, mas faz a diferença no 'físico'...

As contratações chegaram tarde...

Chamam-lhe "melhorias"


"- Expulsão inventada
- 2º golo precedido de mão
- Taremi por expulsar
- Zaidu por expulsar
Como se combate isto?"

Teatros!!!


"Ultrapassaram-se todos os limites da desfaçatez. A arbitragem de mais um Internacional proveta do Fontelas, coadjuvado pelo indefectível dragão Vasco Santos entram para o top 10 das arbitragens mais vergonhosas dos últimos 30 anos.
Como se explica que uma simulação descarada, à semelhança de dezenas de simulações e gritos por jogo de jogadores do Calor da Noite, tenha dado em expulsão?
António Nobre, um Internacional promovido por Fontelas, para além de ser o pior árbitro da 1ªLiga, ainda se dá ao desplante de fazer estes favores aos senhores da Aliança do Altis.
E que dizer de Vasco Santos? Já não há palavras. A última deste Andrade é mandar um árbitro ver um suposto penalti por causa de um mergulho com pontuação de 8.7 na escala Olímpica do maior mergulhador de sempre do futebol Português! Mas...algum dia ouviram falar deste senhor pela boca de um dirigente do Benfica ou de um qualquer cartilhado que representa o Benfica nos programas de desporto? Nunca. Nem uma vez. Mesmo com dezenas e dezenas de lances escandalosos protagonizados por ele. Por isso, é aguentar até alguém tomar conta do Benfica que viva o Benfica 24 horas por dia e acabe de vez com este regresso do Apito Dourado em que nós adeptos é que sofremos."

Mais uma noite no escritório!!!


"Uma simulação transformada numa expulsão adversária, um golo mal validado e um penálti simulado. Eis o FC Porto e os seus subservientes da arbitragem no seu esplendor.
António Nobre já era sobejamente conhecido pela sua incompetência. Hoje atingiu o patamar Dourado do Apito.
Como se não bastasse a vergonha total, Vasco Santos decidiu juntar-se à festa chamando António Nobre para participar neste verdadeiro banquete de fruta e café com leite.
O Sport Lisboa e Benfica vai continuar calado perante tamanhos ataques à verdade desportiva?"

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Tudo nele era luz e cor e vontade de viver


"Em Janeiro, Eusébio nasceu e morreu. Por isso, todos os anos, ele é a personagem que enche as minhas páginas com a mesma alegria vibrante com que o víamos jogar. Tenho memórias infinitas de Eusébio. As suas memórias nunca se apagarão.

Para mim, Janeiro é mês de Eusébio. Em Janeiro nasceu; em Janeiro morreu. Ou, melhor, não morreu; encantou-se, como dizia João Guimarães Rosa.
Guimarães Rosa também dizia: 'O mundo é mágico; as pessoas, não.' Aí, enganou-se. Enganou-se redondamente porque Eusébio era mágico. Tão mágico como o duende de Lorca cuja magia nos sobe dos pés até à cabeça e nos permite fazer coisas impossíveis.
Eusébio tinha duende. E, quando o duende tornava conta de Eusébio, ninguém conseguia pará-lo.
Há uma imagem de Eusébio que está tão profundamente arreigada na minha memória, que, de vez em quando, passa em frente dos meus olhos em forma de filme. Eusébio corre. Tem o poder de um super-homem. A sua passada é imparável. Depois levanta voo. Ergue-se ao ar como um anjo negro o desfere um soco de alegria que faz tremer o mundo. Foi no dia 19 de Julho de 1966.
Os brasileiros dizem que foi Pelé o inventor do soco no ar. Deixá-los. Para mim, o melhor soco no ar de Pelé foi Eusébio quem o deu. Vá: revejam o filme desse Portugal-Brasil de 1966. Vejam o filme, porque não é possível descrevê-lo. Nem imitá-lo.
Também não se consegue imitar Robert De Niro, no Taxi Driver, quando ele pergunta ao espelho:
- Are you talking to me?
E ainda bem.
Não era possível imitar Eusébio quando este levantava voo com os seus braços fortes que eram asas que um deus invejoso não quis acabar.

O voo...
1966. Ano de Eusébio. Os senhores da FIFA, com a sua insuportável cavalidade, taparam os olhos a tudo o que aconteceu nesse Campeonato do Mundo de Inglaterra. E escolheram para melhor jogador da competição o capitão dos ingleses, Bobby Moore. Como sempre, Eusébio não discutiu. Não precisava. Ele sabia que era melhor, incomparavelmente melhor do que Bobby Moore. Também sabia que era incomporavelmente melhor que Bobby Charlton, e Charlton foi o mais importante de todos os jogadores das camisolas dos três leões.
Eusébio sabia que era incomparavelmente melhor do que Florian Albert.
Eusébio sabia que era incomparavelmente melhor do que Hidegkuti.
Eusébio sabia que era incomparavelmente melhor do que Dennis Law.
E, no entanto, perdeu Bolas de Ouro para todos eles. Guardou a única que o deixaram ganhar com o carinho de ter sido o primeiro português a ganhá-la. Eu ia a casa dele a via-a, a Bola de Ouro. E as duas Botas de Ouro.
O ouro de Eusébio foi tão curto para o tamanho do seu futebol.
Volto a 1966.
Não era a primeira vez que Eusébio defrontava o Brasil. Entre 1962 e 1966, as duas selecções jogaram por seis vezes, e Eusébio esteve em cinco dessas partidas. Falhou a derrota de 4-1, no Rio de Janeiro, em Janeiro de 1964, por lesão, mas esteve no Morumbi (2-1) e no Maracanã (1-0), em Maio de 1962, nas Antas (0-0), em Junho de 1965, e sobretudo no dia em que Portugal atingiu a idade adulta: 21 de Abril de 1963. 'O mais espectacular resultado de sempre da selecção nacional', garantiram eufóricos os jornais portugueses de todos os quadrantes. E, no entanto, o resultado mais espectacular resumia-se a 1-0, golo de José Augusto.
Pois, sim, mas o Brasil é o Brasil, e todos sonham vencer o Brasil nem que seja por uma vez na vida, nem que seja por meio golo. O Brasil, bicampeão do mundo, em 1958 e 1962, caíra em Lisboa, no Estádio Nacional, e Eusébio estava lá. Como estavam Gilmar, Amarildo, Zagalo. E aquele linha avançada do Santos que soava como a letra de um samba: Dorval, Mangálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Não chegaram.
Costa Pereira e Vicente, Coluna e José Augusto, Yaúca, Hernâni e Eusébio foram melhores. E mais uma vez choviam as comparações entre Eusébio e Pelé, e Pelé e Eusébio, sempre multiplicadas, sempre inevitáveis. Ou não tivesse sido Pelé a primeira alcunha de Eusébio no futebol.
Em Liverpool, no dia 19 de Julho de 1966, Eusébio guardou para a segunda parte o seu golo mais brilhante. E quando subiu no ar para aquele soco indelével, vigoroso e vibrante, a sua sombra estendeu-se sobre Pelé como se escurecesse o Brasil inteiro.
O sol amarelo de Copacabana perdeu-se atrás de uma nuvem.
O diz-que-diz-que macio de Itapuã calou-se de repente.
O Redentor fez escorrer pela sua face impenetrável uma lágrima de betão.
E Eusébio voava sobre Liverpool, socando o ar, e tudo nele era luz e cor e uma vontade indómita de viver..."

Afonso de Melo, in O Benfica

"É só até à volta..."


"O primeiro acampamento organizado pelo Benfica foi uma estreia auspiciosa para a modalidade

O Benfica iniciou-se na prática de campismo em 1950, alargando ainda mais o ecletismo do clube. No seu ano de estreia, a secção organizou o I Acampamento do S.L.B. - Intercolectividades. O acampamento esteve instalado no Quinta das Areias, no concelho de Vila Franca de Xira, cedida amavelmente pelos proprietários, pela primeira vez, para esse fim. No local existia um tanque com canalização, para lavagens, e um extenso arvoredo que projectava sombras sob as quais podiam ser erguidas as tendas.
Foi um acontecimento que 'despertou invulgar interesse e ao local ao acampamento acorreram muitas centenas de visitantes', com os primeiros campistas a chegarem na sexta-feira, dia 21 de Julho, às primeiras horas de manhã, que imediatamente começaram a armar as suas tendas. Um dos campistas, com 64 anos e praticante desta modalidade havia mais de 30 anos, fez o trajecto Lisboa-Vila Franca de Xira a pé, 'não por falta de fundos mais porque assim entende ser o ideal'.
No dia seguinte, realizou-se a cerimónia de inauguração oficial. Foi uma cerimónia simples, durante a qual se procedeu ao içar das bandeiras - a portuguesa, a do Benfica e as das muitas colectividades que estiveram presentes - e entoou-se o hino nacional, seguido por vários discursos. Francisco Retorta, vice-presidente dos 'encarnados', frisou que o 'Benfica é uma colectividade eclética e, por isso, não podia ficar indiferente (...) à salutar prática do Campismo'. À noite, acendeu-se a tradicional fogueira de acampamento.
No domingo, o derradeiro dia, o acampamento esteve aberto ao público e realizou-se a despedida dos cicloturistas do Clube que iriam participar no raide Lisboa-Paris. Os campistas entregaram-lhes duas fitas para serem depositadas no Monumento ao Soldado Desconhecido, na capital francesa. À noite, os campistas desmontaram as suas tendas e, à saída, alguns núcleos entoavam uma canção em jeito de despedida, que dizia 'É só até à volta...'.
Pode ficar a saber mais sobre as várias modalidades do Clube na área 3 - Orgulho Eclético do Museu Benfica - Cosme Damião."

Lídia Jorge, in O Benfica

Festa da Taça


"Uma das características singulares da Taça de Portugal é a possibilidade do encontro entre clubes cujas equipas militam em escalões diferentes, por vezes com uma ou mais divisões a intermediar aquelas em que participam, como é o caso do jogo de hoje à noite que oporá CF Estrela, do Campeonato de Portugal, e Benfica, da Liga NOS.
Apesar de, formalmente, o CF Estrela se tratar de um estreante na qualidade de adversário do Benfica, é natural que se recupere a história do Estrela da Amadora, uma vez que o novo clube, resultante da fusão do Club Sintra Football com o Clube Desportivo Estrela, apresenta-se como o herdeiro do antigo clube da Reboleira, uma pretensão legitimada pelos adeptos e cimentada na adoção das cores e emblema do Estrela da Amadora, além da utilização do mesmo estádio.
E nessa história consta o feito da conquista da Taça de Portugal em 1989/90 e 16 participações no principal escalão do futebol português, assim como a passagem pelos seus quadros de muitos jogadores e treinadores conceituados, desde logo Jorge Jesus, o nosso técnico, que confessou a sua ligação emocional ao clube que o viu nascer para o futebol.
Relativamente à partida, Jorge Jesus alertou para a recorrente capacidade de superação que clubes ditos mais pequenos demonstram nos confrontos com clubes da divisão cimeira. O próprio CF Estrela já se tornou num exemplo deste fenómeno na presente temporada, ao eliminar, na terceira eliminatória, o primodivisionário Farense (triunfo por 2-0 na Amadora).
Deverá ser então com cuidados redobrados que a nossa equipa se apresentará hoje, às 21h15, na Reboleira, sabendo que terá de confirmar no campo o favoritismo que todos lhe atribuem.
Vencer a Taça de Portugal é um dos nossos objetivos na temporada, sendo que, para consegui-lo, teremos de ultrapassar este CF Estrela que, certamente, tudo fará para contrariar o poderio da nossa equipa.
Mas hoje é dia de Taça também no futebol feminino, em que se disputará a final da edição de 2019/20 entre Benfica e Braga, às 19h45, em Aveiro (e no basquetebol: Benfica – Barreirense, na Luz, às 21 horas, para os oitavos de final).
Há menos de uma semana, na final da Taça da Liga 2019/20, também em Aveiro, a nossa equipa bateu a sua congénere do Braga por 3-0, porém esse resultado já só pertence ao domínio da estatística. Hoje tratar-se-á de um novo jogo, no qual, mais uma vez, as nossas jogadoras tentarão superiorizar-se às adversárias e repetir o feito da primeira participação benfiquista na prova, em 2019, em que nos sagrámos vencedores.
De Todos Um, o Benfica!"

Benfica nada tem a esconder


"O Benfica é hoje, mais uma vez, atacado na Imprensa, através da publicação de matérias inverídicas, imprecisas e caluniosas.

O Benfica não tem nada a esconder, como noutras ocasiões já deixou bem claro, mas não pode deixar de realçar a estranha coincidência de estas ditas "informações" surgirem em vésperas de um clássico importantíssimo para o objetivo de conquistar o principal título do futebol nacional. Reafirma-se que todos neste clube desejam o urgente restabelecimento da verdade e se mostram disponíveis para colaborar com todas as autoridades, no sentido de se pôr fim a anos de tentativas de desgaste da mais destacada instituição desportiva portuguesa. Não serão estas manobras e cumplicidades de interesses com origens várias que enfraquecerão o Benfica e demoverão os que têm a responsabilidade de o gerir de se afastarem dos seus desígnios."

Os avençados andam por aí...!!!


"Enquanto não exterminarmos os Brunos Roseiros desta vida que por aí andam a sujar o nome do Benfica impunemente, não vamos sair desta brincadeira de, de tempos em tempos, bem selectivos, vir um Bruno Roseiro desta vida cagar estas fake news em forma de notícia e reciclados de mais uma dezenas delas. 

https://observador.pt/especiais/benfica-e-vieira-investigados-por-dominio-economico-e-desportivo-de-clubes-pequenos-os-detalhes-por-detras-do-alegado-esquema/

Bruno Roseiro, sabemos quem és. És um miserável que já trabalhou no Cashball e no Record. Young Network diz-te alguma coisa também? Nós sabemos, seu escumalha andante. E este teu livrinho, vendeu bem?

https://www.wook.pt/livro/bruno-de-carvalho-o-presidente-sem-medo-bruno-roseiro/15715586

Aqui o estranho é continuar a tentar perceber o porquê de o Benfica não varrer estes Young Networks de processos e vir publicamente desmascarar este bando de gnus."

Esta derrota e respectiva eliminação só veio fortalecer o Sporting Clube de Portugal, segundo a CMTV.

 


«Sabem quando é que este penálti era marcado contra o Sporting? Nunca»

Visão Vermelha S2E16 - Tondela...

Fever Pitch - João & Markus... Alemanha!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Lixívia 13


Tabela Anti-Lixívia
Sporting............ 35 (+2) = 33
Benfica................ 31 (0) = 31
Corruptos....... 31 (+12) = 19

Jornada relativamente calma, mas com algumas situações 'exemplares':
- Na Choupana adiou-se um jogo por causa do vento, quando não havia objectos estranhos a voar no relvado! Normalmente é esta a única justificação para adiar-se um jogo devido ao vento, como aconteceu na Luz, no derby com o Sporting, ou quando por exemplo os painés publicitários começam a voar! Desta vez nada disso foi preciso... Precedente 'interessante'!!!
Em relação ao jogo, não houve grandes casos, num jogo disputado num batatal...
- Na Luz, como já expliquei na crónica ao jogo, destaco a nomeação da dupla de Corruptos fanáticos, na véspera do Benfica jogar contra os Corruptos!!! O Vasco Santos em treze jornadas, já vai em quatro nomeações para o Benfica!!!
Mais um jogo onde o nosso adversário terminou sem um único Amarelo; e ainda tivemos os tais 7 minutos de desconto num jogo praticamente sem paragens... isto quando o Benfica vencia pela vantagem mínima!!!
Em relação ao penalty, na minha opinião era mesmo penalidade: o defesa tem a parte superior do braço encostado ao corpo, mas a zona inferior não está...
Continua a saga das 'não penalidades' a favor do Benfica!!!
- Em Famalicão o 'incrível' aconteceu: foi marcado erradamente um penalty contra os Corruptos!!! As imagens por acaso não são totalmente esclarecedoras, mas parece que o Diogo Leite toca primeiro na bola (ou pelo menos em simultâneo) no momento do remate do Anderson... mas os desgraçados do Fama foram logo falhar a penalidade!!!
O penalty a favor dos Corruptos foi bem marcado(desta vez...), durante o resto do jogo destaco os vários Amarelos que ficaram por mostrar ao Sérgio Oliveira, que devia ter sido expulso por acumulação!!!
Em duas jornadas consecutivas, temos ex-jogadores dos Corruptos, a cometerem erros (escorregadelas... e afins), beneficiando o seu ex-clube!!! Coincidência seguramente...


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), V(1-5), Godinho (Malheiro), Nada a assinalar
2.ª-Moreirense(c), V(2-0), Almeida (R. Oliveira), Nada a assinalar
3.ª-Farense(c), V(3-2), Martins (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência
4.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Pinheiro (Hugo), Prejudicados, (0-4), Sem influência
5.ª-B Sad(c), V(2-0), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
6.ª-Boavista(f), D(3-0), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
7.ª-Braga(c), D(2-3), Soares Dias (Esteves), Nada a assinalar
8.ª-Marítimo(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Prejudicados, (1-3), Sem influência
9.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-1), Rui Costa (Esteves), Prejudicados, Sem influência
10.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida (Nobre), Prejudicados, Beneficiados, (0-3), Sem influência
11.ª-Portimonense(c), V(2-1), Martins (Esteves), Prejudicados, Sem influência
12.ª-Santa Clara(f), E(1-1), Malheiro (Rui Costa), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(c), V(2-0), M. Oliveira (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência

Sporting
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), Narciso (R. Oliveira), Nada a assinalar
2.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2), Veríssimo (Esteves), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
3.ª-Portimonense(f), V(0-2), M. Oliveira (Narciso), Nada a assinalar
4.ª-Corruptos(c), E(2-2), Godinho (Martins), Prejudicados, (2-0), (-2 pontos)
5.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Nada a assinalar
6.ª-Tondela(c), V(4-0), Nobre (Esteves), Nada a assinalar
7.ª-Guimarães(f), V(0-4), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
8.ª-Moreirense(c), V(2-1), V. Ferreira (R. Oliveira), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Famalicão(f), E(2-2), Godinho (Soares Dias), Nada a assinalar
10.ª-Farense(c), V(1-0), Narciso (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
11.ª-B Sad(f), V(1-2), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
12.ª-Braga(c), V(2-0), Verríssimo (Pinheiro), Prejudicados, Beneficiados, (4-0), Sem influência
13.ª-Nacional(f), V(0-2), Mota (Nobre), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Braga(c), V(3-1), Pinheiro (Martins), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Boavista(f), V(0-5), Godinho (Hugo), Nada a assinalar
3.ª-Marítimo(c), D(2-3), Rui Costa (L. Ferreira), Beneficiados, (1-4), Sem influência
4.ª-Sporting(f), E(2-2), Godinho (Martins), Beneficiados, (2-0), (+1 ponto)
5.ª-Gil Vicente(c), V(1-0), Malheiro (Esteves), Nada a assinalar
6.ª-Paços de Ferreira(f), D(3-2), Almeida (Narciso), Beneficiados, (5-1), Sem influência
7.ª-Portimonense(c), V(3-1), Nobre (R. Oliveira), Beneficiados, (3-2), Impossível contabilizar
8.ª-Santa Clara(f), V(0-1), Pinheiro (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
9.ª-Tondela(c), V(4-3), Martins (Hugo), Beneficiados, (2-3), (+3 pontos)
10.ª-Nacional(c), V(2-0), M. Oliveira (Esteves), Beneficiados, Prejudicados, (0-1), (+3 pontos)
11.ª-Guimarães(f), V(2-3), Malheiro (Rui Costa), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
12.ª-Moreirense(c), V(3-0), Mota (V. Santos), Beneficiados, (1-0), Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-4), Rui Costa (Martins), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência

Anexos (II):
Árbitros:
Benfica
Rui Costa - 2
Almeida - 2
Martins - 2
Godinho - 1
Pinheiro - 1
Hugo - 1
Soares Dias - 1
Mota - 1
Malheiro - 1
M. Oliveira - 1

Sporting
Godinho -2
Narciso - 2
Veríssimo - 2
Mota - 2
M. Oliveira - 1
Nobre - 1
Hugo - 1
V. Ferreira - 1
Rui Costa - 1

Corruptos
Godinho - 2
Pinheiro - 2
Malheiro - 2
Rui Costa - 2
Almeida - 1
Nobre - 1
Martins - 1
M. Oliveira - 1
Mota - 1

VAR's:
Benfica
V. Santos - 4
Esteves - 3
Malheiro - 1
R. Oliveira - 1
Hugo - 1
Narciso - 1
Nobre - 1
Rui Costa - 1

Sporting
Esteves - 3
V. Santos - 2
R. Oliveira - 2
Narciso - 2
Martins - 1
Soares Dias - 1
Pinheiro - 1
Nobre - 1

Corruptos
Esteves - 3
Martins - 3
Hugo - 2
L. Ferreira - 1
Narciso - 1
R. Oliveira - 1
Rui Costa - 1
V. Santos - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Hugo - 1 + 1 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Sporting
Mota - 2 + 0 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Hugo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 1 + 1 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Malheiro - 1 + 0 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
V. Santos - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Almeida - 2 + 0 = 2
Martins - 2 + 0 = 2
Hugo - 1 + 1 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1

Sporting
Narciso - 2 + 2 = 4
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Mota - 2 + 0 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
R. Oliveira - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Hugo - 1 + 0 = 1
V. Ferreira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1
Pinheiro - 0 + 1 = 1

Corruptos
Martins - 1 + 3 = 4
Rui Costa - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Godinho - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Malheiro - 2 + 0 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Jornadas anteriores:

Épocas anteriores:

Antevisão...

Retrato do fim-de-semana


"O início, ao final da tarde de sexta-feira, foi auspicioso, com os comandados de Jorge Jesus a obterem um triunfo merecido ante o Tondela, só pecando pela diferença de dois golos (2-0), a qual, face ao que se passou em campo, ninguém estranharia se fosse mais dilatada.
O nosso treinador destacou "o jogo que fizemos, a atitude que tivemos e a intensidade que demos ao jogo", mostrando-se ainda satisfeito pela equipa não ter dado sinais de nervosismo "por não termos marcado rapidamente na primeira parte". Nota ainda para os marcadores de serviço, Seferovic e Waldschmidt, ambos assistidos por Darwin.
Esta vitória permitiu manter a distância pontual para o líder e pretende-se que seja o mote para novos triunfos no ciclo que se avizinha, intenso e repleto de jogos decisivos, nos quais a nossa equipa, por certo, se apresentará com a ambição de conquista que caracteriza o benfiquismo. Melhorar a posição na tabela classificativa da Liga NOS e, se possível, alcançar o primeiro posto, seguir em frente na Taça de Portugal e conquistar a Taça da Liga são os nossos objetivos imediatos.
Um apontamento também para Vertonghen, o jogador do nosso plantel com mais minutos de utilização na presente temporada. Felicitamo-lo por integrar o melhor onze de sempre da Bélgica, no âmbito de uma votação organizada pela Federação de Futebol do seu país. Também Witsel e Preud'homme, nossos antigos jogadores, integram o lote dos escolhidos.
Quanto às equipas da formação, sobressai um sentimento agridoce. Se, tendo em conta o contexto de aprendizagem inerente a este patamar, não podemos deixar de realçar as boas exibições das equipas B e Sub-23, por outro, ambas não foram além de um empate. No caso da B, o belo golo apontado por Paulo Bernardo, a concluir superiormente uma boa jogada da equipa, não foi suficiente para garantir o triunfo, uma vez que o Sporting da Covilhã empatou pouco antes do apito final da partida.
Nas modalidades de pavilhão, destaque para os triunfos das nossas equipas de basquetebol e futsal. No futsal, a deslocação ao reduto do Modicus, o terceiro classificado à entrada da jornada, foi saldada por uma magnífica vitória por 0-4. A nossa equipa lidera a classificação com mais três pontos que o Sporting, mas disputou mais um jogo. No basket, vencemos o Maia por 93-73, três dias após a concludente vitória, por 42 pontos de diferença, ante o V. Guimarães, numa partida em atraso da quarta jornada, demonstrando que a integração dos reforços Bryce Alford e Quincy Miller prossegue satisfatoriamente. No hóquei, o resultado desiludiu (derrota por 4-2 no rinque do FC Porto), mas fica na retina a falta de eficácia nesta partida, de outra forma poderíamos ter obtido um resultado positivo. Recorde-se que o Campeonato de hóquei, nesta temporada, será disputado no modelo de playoffs, estando, por isso, tudo em aberto.
Nota ainda para as equipas femininas. No voleibol obtivemos dois triunfos: na Luz, por 3-0, frente ao V. Guimarães e, em Vila do Conde, ante o Vilacondense, por 1-3. No hóquei, o triunfo, por 9-0, diante da Sanjoanense foi esclarecedor quanto à superioridade da nossa equipa na partida. No basquetebol, à passagem aos quartos de final da Taça de Portugal (47-63 no Esgueira), seguiu-se um desaire por apenas dois pontos no pavilhão do Guifões.
Finalmente, no futebol feminino, em que ontem foi apresentada Letícia, guarda-redes internacional brasileira, apurámo-nos para as meias-finais da Taça da Liga (vitória por 0-2 no terreno do Albergaria), num jogo que antecede mais uma decisão, já amanhã, às 19h45, em Aveiro. O Braga será o nosso adversário na final da Taça de Portugal 2019/20, na qual a nossa equipa procurará repetir o triunfo da semana passada, no mesmo estádio e ante o mesmo adversário, da Taça da Liga 2019/20."

Modalidades: Semanada...

Benfica After 90 - Tondela...

domingo, 10 de janeiro de 2021

Empate cruel...

Sp. Covilhã 1 - 1 Benfica B
Bernardo


Domínio quase total praticamente até ao final... mas com uma vantagem mínima no marcador, acabámos por sofrer o golo do empate aos 95'!!!!

Otamendi, o capitão de Jesus


"A chegada de Nico Otamendi ao Benfica foi algo controversa pelo seu passado no FC Porto, o seu preço, e pelas dúvidas que muita gente tinha sobre o seu atual valor. Com alguns erros nos primeiros jogos da época, a verdade é que o internacional argentino ainda não deixava os críticos convencidos pelas suas exibições. Nos últimos jogos, e após lesão lesão e suspensão na Liga, Otamendi tem voltado em boa forma, confirmando esse ascendente com uma grande exibição no jogo frente ao Tondela.
Sem a braçadeira de capitão no braço, mas um autêntico lider no campo, notou-se bastante a diferença da sua presença para o jogo frente ao Santa Clara. Na liderança com que entra em campo e comunica com os seus colegas, na agressividade positiva que impõe no jogo, e também pela intensidade com bola que traz dos tempos do Manchester City, Otamendi é o líder da defesa do Benfica, e parece ser isso mesmo que Jesus espera dele, sendo uma das razões para já ter utilizado a braçadeira de capitão várias vezes esta temporada. Frente ao Tondela, vimos o argentino a chegar ao nível que nos habituou em Portugal, sendo muito importante nos duelos aéreos que impediam o Tondela de tentar explorar as costas da defesa encarnada, mas também na pressão no meio-campo ofensivo, não deixando o Tondela sair em contra-ataque, algo importantíssimo numa equipa que passou grande parte do jogo atrás da bola. Rápido, colocando ritmo no jogo desde a defesa, Otamendi foi sem dúvida um dos destaques da equipa encarnada, numa exibição colectiva que, apesar de melhor do que na semana anterior, ainda não chegou ao nível que JJ prometeu. A partir do momento em que Otamendi estiver no seu melhor, serão muito menos as dores de cabeça dadas pelo setor defensivo a Jorge Jesus."

Os bons filhos a casa tornam


"De cartas fora do baralho a possíveis “reforços” no mercado de inverno, o SL Benfica equaciona o regresso de Gedson Fernandes e Florentino Luís à Luz. Os jovens internacionais sub-21 por Portugal têm sido pouco utilizados nas respetivas equipas e podem estar de volta a casa.
Gedson conta só com um jogo oficial, a 29 de setembro de 2020, quando o Tottenham Hotspur FC de José Mourinho eliminou o Chelsea FC na Taça da Liga inglesa. De resto, José Mourinho tem elogiado o profissionalismo que o médio tem demonstrado: «Estes seis meses foram muito maus para nós e para ele. Além disso, e isto é incrível, desde que chegou que não falhou um minuto de treino, o que reduz ainda mais os níveis de motivação, mas tem sido um muito bom profissional. Tenho a certeza de que melhores dias virão para ele, connosco ou noutro lugar.»
O técnico já sabe da vontade dos encarnados em fazer Gedson voltar a casa, sendo que não se opõe a esse cenário. Está, assim, completamente colocada de parte a hipótese de o conjunto londrino vir a ativar a cláusula de opção de compra, no valor de 50 milhões de euros, já que o jogador deverá regressar a Portugal nas próximas semanas.
De resto, o regresso de Gedson é interessante na ótica dos encarnados, visto que é um jogador cujas características são ímpares. A confirmar-se o seu regresso, Gedson será o único “8” de raíz no plantel e, se for bem trabalhado, pode vir a tornar-se numa peça importante para a segunda metade da época. 
Gedson é um jogador intenso na pressão e a sua capacidade de trabalho sem bola é muito superior à de Adel Taarabt. O seu ingresso no onze equilibraria a equipa no aspeto defensivo.
Equilíbrio defensivo que poderá, também, ser reforçado se Florentino também voltar a casa. O português, que só jogou pelos monegascos em seis ocasiões, seria a adição perfeita ao plantel encarnado.
O jovem de 20 anos demonstra uma capacidade de leitura de jogo notável, que lhe permite antecipar as jogadas dos adversários e lançar contra-ataques fulminantes que apanham as defesas contrárias desprevenidas. Além disso, mostra uma grande capacidade no que ao passe e à construção de jogo diz respeito, tornando-o num exemplar perfeito de um número 6 moderno."