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terça-feira, 19 de maio de 2026

Lixívia (25/26) 34


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 80 (-16) = 96
Sporting...... 82 (+10) = 72
Corruptos...88 (+23) = 65
Braga..............59 (0) = 59


Última jornada, em mais uma fraude do Tugão!
Basta observar que os Corruptos, terminam o Campeonato com mais faltas assinaladas contra, do que os seus adversários mas mesmo assim, os adversários são mais castigados disciplinarmente!!!
Enquanto o Benfica termina, com um diferencial enorme entre as faltas assinaladas contra, comparando com as faltas marcadas contra, mas mesmo assim a nível disciplinar é praticamente tão castigado, como os rivais, com diferenciais de faltas muito inferiores!!!
E estamos a falar das faltas assinaladas e nós vemos os critérios tão diferentes usados pelos apitadeitos nos nossos jogos!!!

Na festa da Corrupção, mais um erros absurdo! Um murro na bola!!! Sim, um murro, boxe futebolístico!!! Não é um ressalto, porque existe um movimento claro do jogador Corrupto em direção à bola... Foi um daqueles movimentos instintivos, de quem deixa 'cair alguma coisa no chão' e tenta agarrar desesperadamente...

Em Braga, a vergonha começou com a normação do Corrupto do Famalicão-Benfica! Como era esperado, depois de decidir a classificação e quem se qualifica para a Champions, na jornada seguinte foi 4.º árbitro, e duas semanas depois, está a apitar um jogo decisivo para decidir a manutenção, e fez merda novamente!!! Não sei se tentou mandar o Estrela para a Liguilha ou se tentou salvar o Casa Pia, mas o penalty assinalado a favor do Braga, foi absurdo!!! Felizmente, o Estrela ainda conseguiu empatar...

No Alvalixo, o homem responsável pela Taça de Portugal Lagarta da época anterior, veio 'festejar' o título do 2.º lugar no Tugão esta época!!!
Perdoou vários Amarelos à Lagartada durante o jogo... mas o lance mais determinante, foi quando evitou marcar um penalty contra o seu Clube, Lagarto, ao apitar uma falta inexistente sobre o Morita! Nem deixou o lance chegar ao fim, apitou antes da conclusão da jogada, para sabotar uma suposta intervenção do VAR (apesar de ter simulado estar a ouvir o VAR, quando o VAR não podia intervir...)!
O jogador do Gil Vicente, joga simplesmente a bola, e depois, acaba por tocar no adversário posteriormente, sem falta...
Um bom exemplo, deste tipo de jogadas, aconteceu no Estoril, onde o Barreiro desperdiça uma excelente oportunidade de golo, chutando por alto, e à posterior o Central do Estoril em carrinho acaba por tocar sem perigo no Barreiro... ninguém protestou um eventual penalty!!!

Na Amoreira, mesmo sem grandes Casos, mais um jogo com um critério disciplinar torto! O facto do Benfica terminar a época, com mais faltas assinaladas a favor, mesmo com os critérios tortos dos árbitros, deve-se à total impunidade que os nossos adversários sentem! Jogam de forma muito mais agressiva contra o Benfica, do que contra os Corruptos ou os Lagartos, onde têm medo de colocar o pé... contra o Benfica, sabem que estão 'protegidos'!!!

Antes que apareçam os trolls do costume, a gozar com a diferença pontual em mais uma Lixívia, recordo que estes erros com influência nos resultados, só acontecem repetidamente, devido à impunidade! Os crimes sexuais dentro da Igreja só aconteceram nos números que aconteceram devido ao sistemático encobrimento! A impunidade criminal tem como consequência imediata, a potencialização dos actos criminais! Sem castigo, os procedimentos repetem-se, e repetem-se, e repetem-se...

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-2 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência
24.º-Gil Vicente(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
25.ª-Corruptos(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, (4-2), (-2 pontos)
26.ª-Arouca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (1-3), Sem influência
27.ª-Guimarães(c), V(3-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
28.ª-Casa Pia(f), E(1-1), H. Carvalho(Cláudia R., D. Pereira), Prejudicados, (-2 pontos)
29.ª-Nacional(c), V(2-0), Veríssimo(Barradas, P. Felisberto), Prejudicados, (3-0), Sem influência
30.ª-Sporting(f), V(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Prejudicados, (1-4), Sem influência
31-ª-Moreirense(c), V(4-1), Vasilica(M. Oliveira, Moisés), Prejudicados, (5-1), Sem influência
32.ª-Famalicão(f), E(2-2), Correia(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
33.ª-Braga(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, Beneficiados, (5-3), (-2 pontos)
34.ª-Estoril(f), V(1-3), Nogueira(Rui Costa, P. Ribeiro), Nada a assinalar

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Estoril(c), V(3-0), Guelho(Malheiro Pinto, N. Pires), Nada a assinalar
25.ª-Braga(f), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
26.ª-Tondela(c), E(2-2), Veríssimo(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
27.ª-Alverca(f), V(1-4), Pinheiro(Malheiro Pinto, P. Sancho), Nada a assinalar
28.ª-Santa Clara(c), V(4-2), Narciso(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (2-4), (+3 pontos)
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
30.ª-Benfica(c), D(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Beneficiados, (1-4), Sem influência
31.ª-AVS(f), E(1-1), Ramalho(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
32.ª-Guimarães(c), V(5-1), Nobre(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
33.ª-Rio Ave(f), V(1-4), J. Gonçalves(V. Santos, H. Santos), Beneficiados, Impossível contabilizar
34.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Godinho(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (3-1), Impossível contabilizar

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar
24.ª-Arouca(c), V(3-1), Vasilica(Rui Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
25.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (4-2), (+1 ponto)
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Braga(f), V(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
28.ª-Famalicão(c), E(2-2), Guelho(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (1-4), (+1 pontos)
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
30.ª-Tondela(c), V(2-0), C. Pereira(M. Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
31.ª-Estrela(f), V(1-2), H. Carvalho(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2pontos)
32.ª-Alverca(c), V(1-0), D.R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Impossível contabilizar
33.ª-AVS(f), D(3-1), Macedo(Piscarreta, P. Sancho), Nada a assinalar
34.ª-Santa Clara(c), V(1-0), J. Gonçalves(Bento, P. Sousa), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
24.ª-Nacional(f), V(1-2), Rosa(Rui Silva, Mesquita), Prejudicados, (1-3), Sem influência
25.ª-Sporting(c), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
26.ª-Casa Pia(f), V(0-1), Veríssimo(Piscarreta, P. Sancho), Nada a assinalar
27.ª-Corruptos(c), D(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Prejudicados, (1-0), (-3 pontos)
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
29.ª-Arouca(c), V(1-0), C. Pereira(Casegas, M. Vieira), Nada a assinalar
30.ª-Famalicão(c), E(2-2), D. R. Silva(Martins, Cátia T.), Nada a assinalar
31.ª-Santa Clara(f), D(2-1), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
32.ª-Estoril(c), E(1-1), Anzonhy(Rui Silva, Á. Mesquita), Nada a assinalar
33.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L Ferreira, V. Maia), Beneficiados, Prejudicados, (5-3), (+2 pontos)
34.ª-Estrela(c), E(2-2), Correia(P. Ferreira, L. Ferreira), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)


Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
13/4

Sporting
9/4

Corruptos
10/2

Braga
16/5

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/4
Minutos:
109 - 85 = 24 (superioridade)

Sporting
10/1
Minutos:
195 - 27 = 168 (superioridade)

Corruptos
2/4
Minutos:
26 - 70 = 44 (inferioridade)

Braga
2/3
Minutos:
82 - 48 = 34 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
54(30) / 368 - 523 / 97(50)

Sporting
73(34) / 421 - 461 / 91(42)

Corruptos
77(35) / 458 - 432 / 89(43)

Braga
74(30) / 380 - 388 / 87(45)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2
Rui Oliveira - -2
Correia - -4
Pinheiro - -4
L. Ferreira - -4

Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Ramalho - -2
Casegas - -2
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +7
Martins - +5
L. Ferreira - +4
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
H. Carvalho - +2
Bento - +2
Guelho - +1
Mota - +1

Braga
Correia - +3
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Pinheiro - +1
L. Ferreira - +1
P. Ferreira - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
Pinheiro - 5 (3/2)
H. Carvalho - 4 (1/3)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Vasilica - 2 (1/1)
Correia - 2 (1/1)
Nogueira - 2 (0/2)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 4 (2/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Godinho - 3 (1/2)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 4 (1/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
C. Pereira - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)

Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 3 (0/3)
Pinheiro - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (1/1)
Anzhony - 2 (2/0)
Correia - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Rosa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Rui Costa - 5 (2/3)
P. Ferreira - 4 (1/3)
L. Ferreira - 4 (3/1)
Barradas - 3 (3/0)
M. Oliveira - 3 (1/2)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (0/2)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)

Sporting
Rui Costa - 4 (2/2)
L. Ferreira - 4 (2/2)
Martins - 3 (0/3)
Mota - 3 (1/2)
V. Santos - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Casegas - 2 (1/1)
Esteves - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (2/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
L. Ferreira - 3 (0/3)
P. Ferreira - 3 (2/1)
Bento - 3 (2/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Mota - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (1/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)

Braga
Martins - 5 (3/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
Mota - 3 (2/1)
Rui Silva - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
P. Ferreira - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
V. Maia - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
Bessa Silva - 1
Moisés - 1
F. Monteiro - 1
P. Ribeiro - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
V. Maia - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
Bessa Silva - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
M. Vieira - 1
Catarina C. - 1
I. Pereira - 1
H. Santos - 1

Corruptos
P. Felisberto - 5
V. Maia -3
Eiras - 3
P. Brás - 2
J. Fernandes - 2
P. Sousa - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
T. Leandro - 1
P. Sancho - 1

Braga
P. Miranda - 3
Á. Mesquita - 3
V. Maia - 3
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
P. Sancho - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1
Cátia T. - 1
L. Ferreira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 5 + 0 = 5
Rui Costa - 0 + 5 = 5
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
L. Ferreira - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Vasilica - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Nobre - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4  = 4
L. Ferreira - 0 + 4 = 4
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
V. Santos - 0 + 3 = 3
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Casegas - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
J. Gonçalves - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Bento - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Martins - 0 + 5 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Pinheiro - 3 + 0  = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Silva - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Anzhony - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)
Jornada 29 (-2 jogos)
Jornada 30 (+2 jogos)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

BI: Modalidades #180 - Semanada...

O Benfica Somos Nós - S05E57 - Estoril...

Vermelho no Branco #42 - Final de Época, Época de Decisões

Zero: Monteiro - OS INVENCÍVEIS DO "NADA": A TERRÍVEL ÉPOCA DO BENFICA

BolaTV: Pedro, Pedro, Pedro #19 - O rescaldo do campeonato

Transforma: Passa a Bola #224 - 1º - PORTO CAMPEÃO | 2º ARBITRAGEM E VAR - 3º

Futebol à Parte #43 - SPORTING na CHAMPIONS e Convocatórias para o MUNDIAL

DAZN: F1 - A resistência

Chuveirinho #173

Jaime dixit:

6 ÉPOCAS DE ÁGUIA AO PEITO A HORA É DE AGRADECER


"Na hora da partida, quando os jogadores saem dos clubes, a tendência é para os elogios fáceis, só lhes ver coisas boas, esquecer as menos boas, os defeitos antes apontados desaparecem como que por milagre em menos de nada. Otamendi teve, obviamente, virtudes e defeitos, como todos.
Parte com um parco pecúlio de títulos, a sua passagem coincidiu com um período de menos fulgor do clube, capitaneou a equipa durante várias épocas, era há muito, e assumidamente, um dos nossos não obstante o seu passado no rival Porto.
O que gostei mais do que vi nas seis épocas de Otamendi no Benfica? Isto: vi um verdadeiro animal competitivo, vi-o tudo o que tinha para dar desde que passou a vestir o Manto Sagrado - se todo o clube, não me refiro só ao grupo de trabalho, se todo o clube tivesse o seu espírito de antes quebrar que torcer, melhor estaríamos certamente nesta altura e mais títulos ele levaria no curriculum.
OBRIGADO, CAPITÃO!"

Mourinho, Jesus e Ronaldo dizem não a sofás, Netflix e chazinhos de camomila


"Que une José Mourinho, Jorge Jesus e Cristiano Ronaldo? Genialidade e loucura, claro. E aos 63, 71 e 41 anos continuam na luta. Fazem bem...

Dizem que todos os génios têm um toque de loucura. Se assim é, Mourinho, Ronaldo e Jesus, entre muitos outros, têm toques de loucura. E quando falo em loucura, falo em fugir das normas. Os três, JM, CR e JJ, fogem das normas desde o início das suas carreiras.
Vejamos Mourinho. Há mais de 25 anos aceitou entrar no Benfica no pior período da vida do clube. Quando o presidente era Vale e Azevedo, quando o plantel tinha jogadores como Dudic, Rojas, Escalona, Uribe ou André Neles e quando a equipa estava, após quatro jornadas, a cinco pontos do líder. Se isto não é ter uma pontinha de loucura, que será ter uma pontinha de loucura?
Mas Mourinho, nos três meses em que esteve nesse Benfica, transformou a loucura em genialidade, finalizando com o famoso 3-0 ao Sporting, campeão nacional. E decidiu sair da Luz pelo próprio pé, o que, visto com os olhos de dezembro de 2000, podia ser uma loucura.
A loucura, continuemos a chamar-lhe assim, de Mourinho manteve-se durante toda a sua carreira: aceitou descer ao U. Leiria, arriscou subir ao bem complicado FC Porto de 2002, quando o plantel misturava craques (Deco, Ricardo Carvalho, Costinha ou Vítor Baía) com jogadores medianos (Kaviedes, Maric, Esnaider ou Pavlin). Transformou loucura em genialidade e ganhou tudo. Acima de tudo, a Liga dos Campeões. Fez sempre o mesmo na carreira. Até regressar ao Benfica. Sem nada ganhar, é certo, a não ser ajudar Rui Costa a ganhar as eleições.
Sai agora para regressar ao maior clube do Mundo, que atravessa um dos piores períodos da sua história. Se isto não é misturar genialidade com loucura, meus caros, que será misturar genialidade com loucura? Até mesmo a loucura de, querendo um dia ser selecionador nacional, se ter deixado cair inúmeras vezes na tentação de destilar um pouquinho de ódio ao seu adversário mais direto: o Sporting. Agora chuta para canto a possibilidade de descansar no sofá a ver a Netflix e a beber chá de camomila.
Passemos a Jesus. Outro génio com toques de loucura. Subiu a escadaria do êxito a pulso e só chegou verdadeiramente ao topo quando já tinha 56 anos. Dificilmente um treinador atinge pela primeira vez o topo dos topos (SLB, no caso de JJ) quando já passou os 50. Mas Jesus fê-lo. E fê-lo bem, transformando um Benfica mediano (de 2008/2009 para 2009/2010) num Benfica triturador de adversários. Um dia, em meados de 2015, decidiu sair do Benfica e ir para o Sporting sem passar por outro lado. Haverá maior loucura do que isto? Há: Figo, em 2000, do Barcelona para o Real Madrid. Mas JJ, já de leão ao peito, decidiu ainda afrontar tudo e todos no Benfica: presidente, treinador, jogadores, estrutura.
Rigorosamente tudo. E perdeu. Aquele Sporting jogava muito, mas perdeu durante três anos seguidos. Saiu e emigrou aos 64 anos. Quando muitos escolhem sofá, Netflix e chazinhos às cinco da tarde, Jesus arriscou. Primeiro Al Hilal, depois Flamengo e depois a suprema loucura: regressar ao Benfica. Perdeu. E voltou a sair: Fenerbahçe, Al Hilal e Al Nassr. Ganhou aqui e ali, perdeu aqui e ali. Mas sempre a fugir das normas. Agora, prestes a completar 72 anos (cinco dias depois da final do Mundial), deverá aceitar ser selecionador de Portugal.
Outra loucura. Enorme, se Portugal for campeão do Mundo; bem menor, se o não for. Outro que não pensa em sofás, filmes ou chazinhos é Ronaldo. Tem 41 e parece (por vezes...) ter apenas 31. Já não tão génio, mas continua louco. Louco, sobretudo, na ânsia de ser campeão do Mundo. Alguém lhe pode levar a mal o desejo de, aos 41 anos e quatro meses, estar no Mundial e o sonho de querer vencê-lo? Só um louco ainda maior. Esperemos por 19 de junho de 2026."

Benfica: quando a fé substitui as competências


"No futebol, as vitórias têm sempre muitos pais. As derrotas, pelo contrário, precisam rapidamente de culpados. O Benfica vive hoje exatamente esse momento. Depois de mais uma época dececionante, a contestação instalou-se e Rui Costa passou a ser o principal alvo das críticas. Reduzir o problema do Benfica apenas ao presidente talvez seja a forma mais simples e mais confortável de olhar para a realidade.

O momento do clube e as escolhas dos sócios
Perante um conjunto de sinais, financeiros, estratégicos, organizacionais, de transparência e até identitários, importa regressar à pergunta central: por que razão voltaram os sócios a confiar este mandato a Rui Costa? Desde logo, no plano financeiro, a SAD tem vindo a revelar uma tendência preocupante: um aumento constante de custos fixos sem o devido acompanhamento de receitas fixas. Isto faz com que o clube esteja cada vez mais exposto à dívida e a rendimentos variáveis, nem sempre previsíveis ou sustentáveis.
Esta realidade aumenta a vulnerabilidade financeira e reduz a margem de decisão desportiva. Um clube desta dimensão não pode viver numa lógica permanente de incerteza. Na prática, o equilíbrio das contas tem passado com frequência pela venda de jogadores. Nos últimos anos, essa necessidade tem sido crescente, o que aumenta a rotatividade do plantel e dificulta a construção de estabilidade desportiva e, consequentemente, a obtenção de sucesso.
Depois, no plano da visão estratégica, surgem decisões difíceis de enquadrar num projeto coerente e sustentado. O caso da Benfica Rádio é apenas um exemplo simbólico: um investimento relevante, sem o devido enquadramento operacional assegurado, que levanta dúvidas sobre planeamento e gestão de prioridades.
Também no plano da transparência, o universo Benfica continua a ser de leitura complexa e pouco acessível para o adepto comum. A existência de múltiplas empresas dentro da estrutura, num ecossistema com várias camadas societárias, torna a análise global do clube difícil, pouco intuitiva e transparente. A opção por não avançar para uma auditoria mais abrangente a todo o universo do Benfica alimenta essa perceção de opacidade.
Mas talvez o problema mais profundo não seja só financeiro, estratégico ou de transparência. É também de identidade. O Benfica, ao longo dos últimos anos, tem vindo a sofrer uma erosão significativa da sua cultura institucional, na forma como comunica, como decide e como se posiciona. Um clube desta dimensão não pode ser apenas uma organização que reage aos acontecimentos. Tem de ser uma referência que os antecipa e uma voz respeitada no panorama do futebol, algo que se tem vindo a perder ao longo do tempo.
Por fim, há um elemento transversal a todos os outros: a capacidade de liderança e de se rodear das pessoas certas. Um presidente não tem de dominar todas as áreas, mas tem de garantir que está rodeado das competências ideais para colmatar as suas próprias limitações, algo que, na prática, não se tem verificado. Pelo contrário, transmite-se muitas vezes a perceção de ausência de visão crítica sobre os problemas, de uma gestão reativa e de dificuldade na avaliação de quem integra a estrutura. 
Perante isto, a resposta mais imediata à questão sobre por que motivo os sócios reforçaram o poder de Rui Costa, pode apontar para a ausência de uma alternativa suficientemente forte no momento eleitoral. Mas essa explicação não esgota o essencial. A decisão dos sócios assentou também noutra dimensão, menos racional e mais emocional: a fé. A fé de que a ligação de Rui Costa ao clube seria suficiente para compensar fragilidades de liderança e de estrutura. A fé de que o benfiquismo seria suficiente para imprimir nova dinâmica interna e sustentar as mudanças necessárias. A fé de que a experiência acumulada dentro do universo Benfica permitiria colmatar lacunas que já eram visíveis no passado. A fé de que, com o tempo, as decisões seriam naturalmente mais sólidas, estratégicas e consistentes. A fé de que os erros do passado seriam analisados e corrigidos.
A verdade, porém, é que o Benfica é hoje um clube mais fechado, com maior dificuldade em lidar com a crítica e em reagir ao escrutínio externo. Mas a realidade do futebol moderno, e de um clube com a dimensão do Benfica, exige algo mais objetivo: competências claras de liderança, visão estratégica consistente, capacidade de decisão sob pressão e aptidão para construir estruturas competentes e estáveis.
E é nesse ponto que o debate se torna inevitável. Porque a escolha não se resume só a nomes. Resume-se também ao perfil de liderança que é validado. E quando esse perfil não demonstra, de forma consistente, algumas das competências exigidas para o cargo, ou a capacidade de se rodear das pessoas certas para as suprir, os resultados acabam por refletir essa limitação.
Os sócios escolheram acreditar. E essa escolha é legítima. Mas a fé, por si só, não substitui competências. Perante tudo isto, para uns já só faltam três anos para novas eleições, para outros ainda faltam três anos. Entre o copo meio cheio e o copo meio vazio, fica a mesma pergunta por responder: o que mudou, de facto?

A valorizar: Mariano Lopez
O Académico de Viseu está de regresso ao principal escalão do futebol português 37 anos depois da última participação. O mérito é de um investidor que entrou para acrescentar. Com organização, racionalidade, profissionalismo e uma grande dose de paciência à espera dos melhores resultados. Mariano Lopez vê, finalmente, o seu investimento e esforço compensados com a subida de divisão.

A valorizar: David Caiado
A Académica está de regresso às competições profissionais, no caso a Liga 2. Fora dos holofotes está David Caiado, diretor desportivo, que teve papel determinante. No meio de muitas dificuldades a Académica soube ir subindo patamares e criar uma equipa competitiva muito bem conduzida por António Barbosa. Em simultâneo, voltaram a juntar a cidade ao clube: 26 mil espectadores no jogo decisivo é incrível."

Dobradinha


"Em futebol no feminino, o Benfica venceu o FC Porto por 2-0 e juntou a conquista da Taça de Portugal à do Campeonato Nacional. Este é o destaque na BNews.

1. Triunfo claro
Num jogo de praticamente sentido único, o Benfica derrotou o FC Porto e conquistou a 3.ª Taça de Portugal no seu palmarés em futebol no feminino. As hexacampeãs conseguiram assim a 2.ª dobradinha do historial das águias nesta vertente do futebol.

2. Maré vermelha
Foi estabelecido o novo recorde de espectadores na final da Taça de Portugal de futebol no feminino, com uma larga maioria de benfiquistas entre os 22 258 adeptos presentes nas bancadas do Estádio Nacional. Em declarações à RTP, o presidente do Sport Lisboa e Benfica elogiou a equipa e o apoio: "Os meus agradecimentos por esta moldura humana que criámos aqui nesta final. Dar os parabéns a esta equipa feminina, que tantas e tantas alegrias nos tem dado, e que fez mais uma dobradinha." À margem da partida, Rui Costa clarificou a situação do líder da equipa técnica do plantel profissional: "Até prova em contrário, José Mourinho é treinador do Benfica."

3. Um dos nossos
Veja o emocionante vídeo de despedida de Otamendi.

4. Outros resultados
Os Juvenis ganharam por 0-1 na visita ao Sporting. A equipa feminina de hóquei em patins venceu, por 1-3, no reduto da Escola Livre.

5. Agenda desportiva
Amanhã, o Benfica recebe na Luz o Eléctrico em futsal (21h15). Na 4.ª feira, no Benfica Campus, há a 2.ª mão das meias-finais da Taça Revelação entre Benfica e Santa Clara (11h00). E também a deslocação ao reduto da Sanjoanense em hóquei em patins (20h30).

6. Título em análise
Frederico Couto, 3.ª linha do Benfica, fala sobre o título nacional de râguebi conquistado.

7. Taça do Mundo de Brandemburgo
Confira o desempenho dos canoístas do Benfica. Fernando Pimenta conquistou uma medalha de prata e Messias Baptista uma de bronze.

8. Evento muito participado
A 19.ª edição do Encontro Nacional das Benfica Escolas de Futebol contou com a participação de 7275 alunos de 46 escolas.

9. Título na formação
Juniores B1 masculinos de voleibol do Benfica sagram-se campeões nacionais.

10. Para ti se não faltares
O evento de encerramento do ano letivo deste projeto da Fundação Benfica reuniu mais de 350 alunos no relvado do Estádio da Luz.

11. Atividade do museu
O Museu Benfica – Cosme Damião recebeu, no sábado, 16 de maio, o colóquio "Etnografia do Golo: O Património de Moçambique no Futebol", realizado em parceria com o Museu Nacional de Etnologia. Shéu foi um dos participantes."

Gracias, Capitán


"Estoril, minuto 16. Rafa empurra para o fundo da baliza o seu 100.º golo de águia ao peito, ao 344.º jogo — patamar que apenas 21 nomes alcançaram. Antes, Ríos abriu o marcador aos 7' e Bah dilatou aos 15'. Em nove minutos, o Benfica fechou o jogo e fechou uma Liga invicta, marcada por onze empates, terceiro lugar e dois pontos a separar-nos da possibilidade de acesso à Champions. Cabe nesta linha o paradoxo da época: nunca perdemos e ainda assim ficámos a olhar para os outros dois.
Os onzes de maio e agosto pouco têm em comum. Prestianni e, sobretudo, Schjelderup deixaram de ser apostas para se afirmarem como ativos de primeira linha — duelos, dribles e desequilíbrio que tantas vezes faltam quando o jogo encrava. Ríos consolidou-se: regular, fiável, decisivo a recuperar e a construir. Esta equipa, com retoques nos lugares certos, podia entregar uma temporada de sucesso. Continua, porém, a gritar uma lacuna: finalização contra blocos baixos. O problema, em 2025/26, nunca foi marcar quatro ao Real Madrid. Foi não marcar três a quem se tranca atrás. No Estoril, com 4,2 xG e 54 entradas na área contra oito do adversário, voltámos a depender de um médio, de um lateral e de um extremo. Falta um ponta-de-lança que decida sem espaço, no meio do amontoado. Não admira, por isso, que o rácio entre golos marcados e sofridos tenha sido o terceiro pior dos últimos doze anos.
Só que recomeça tudo. Mourinho está a um aceno do Real Madrid e regressamos à ronda eterna de novo treinador, nova ideia, novo discurso. Sem consistência institucional, ganha-se pouco — e perde-se muito da identidade que se vai esboçando. Marco Silva é o nome mais falado: pode fazer um excelente trabalho, mas não é, hoje, nome que entusiasme as bancadas. Venha quem vier, decida-se depressa. Preparar 2026/27 a tempo é meia época ganha.
Faltam-me palavras para dois 'adeuses'. Otamendi parte após seis épocas, a última com alguns erros, é verdade. Sejamos honestos: o Otamendi do auge não jogaria na Luz, jogaria no Bernabéu. Foi um galático, dos raríssimos campeões do mundo a defender as nossas cores em Portugal. Vão fazer faltar a sua liderança e a coragem perante a adversidade. Espero que António Silva e Tomás Araújo — a dupla que desejo no eixo em 2026/27 — tenham guardado tudo o que se aprende ao lado de um homem destes. Gracias, capitán.
E Pizzi. Quem gosta de desporto comoveu-se com a guarda de honra das duas equipas no momento da substituição. Quem é benfiquista há-de sentir saudades de um médio ofensivo que fazia exatamente aquilo que mais nos falta hoje: golos. Obrigado, Pizzi."

Zero: Mercado - Benfica vê Marco Silva no lugar de Mourinho

Águia: Diário...

BF: Treinador...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia- Cinco pontos sobre a Liga Portugal Betclic

Observador: E o Campeão é... - "Palavras de José Mourinho caem em saco roto"

Observador: Três Toques - Águias vencem Taça de Portugal em final inédita

SportTV: Primeira Mão - Jornada de despedidas 👋

O Benfica perdeu o medo de perder


"O problema do Benfica de Rui Costa já não é apenas perder. É perder de forma previsível. É chegar aos momentos decisivos, aos jogos com que sonhamos, num período da nossa História de investimentos no plantel sem precedentes, receitas históricas, vendas de centenas de milhões e, ainda assim, falhar (quase) sempre.
Ano após ano, o Benfica investe mais, vende mais, movimenta mais dinheiro, apresenta mais projetos, produz mais conteúdos e alimenta mais expectativa mas, quando chega a hora da verdade, os jogos decisivos, os títulos, os momentos de pressão…a equipa falha demasiadas vezes. E o mais preocupante é que isso deixou de surpreender.
A derrota começou a normalizar-se.
Muitos sócios benfiquistas votaram em Rui Costa movidos pela esperança de estabilidade, pela vontade sincera de acreditar e pela convicção de que era possível devolver o Benfica ao topo através de uma liderança mais próxima da identidade do clube. Isso é legítimo, talvez até inevitável. Depois de anos difíceis, de Damásio e Vale e Azevedo, de 20 anos de Vieira, muitos quiseram acreditar que finalmente tínhamos encontrado o caminho certo.
O problema é que a realidade acabou por ser mais forte do que a esperança, que a fé.
Rui Costa foi reeleito prometendo devolver o Benfica aos títulos. O seu programa eleitoral falava em primado dos resultados desportivos, em conquistar a quarta estrela rapidamente, em afirmar o clube entre os maiores da Europa, em reduzir a dependência das vendas e em construir um Benfica dominador. A nova época deveria representar uma rutura com os erros do passado, mas acabou por transmitir sobretudo continuidade e conformismo. E aí está talvez o maior problema deste ciclo: depois de vários anos desta liderança, continuam por resolver demasiadas fragilidades que já eram evidentes.
Porque os sinais já existiam há demasiado tempo: Instabilidade técnica, planeamento errático, incapacidade de consolidar um projeto desportivo e derrotas sucessivas nos momentos decisivos. Uma equipa emocionalmente frágil. E uma crescente sensação de que o Benfica perdeu parte da sua capacidade de se impor nos “jogos a doer”.
Nos últimos três anos, o Benfica venceu apenas cerca de 1 em cada 4 jogos oficiais frente a Sporting e FC Porto. Para um clube que quer dominar o futebol português, isto não é um detalhe estatístico, é o retrato da falta de competitividade do amor da nossa vida.
Do vasto conjunto de promessas eleitorais, a única medida verdadeiramente visível até agora foi o Benfica District. É um projeto relevante e legítimo. Mas o Benfica não pode viver apenas de projetos de futuro enquanto falha naquilo que define a identidade de um grande clube: liderança, exigência, competitividade e títulos.
O Benfica mede-se em TÍTULOS.
E é precisamente aí que muitos benfiquistas começaram a sentir que este ciclo está a ficar esgotado.
Hoje o Benfica parece muitas vezes um clube excessivamente centrado na figura do presidente, sem uma Direção forte, presente e participativa. Os vice-presidentes raramente aparecem. Com exceção de Nuno Catarino, os administradores da SAD têm pouca visibilidade pública. Falta uma liderança coletiva, sólida e próxima dos sócios.
Uma liderança forte cria equipa, distribui responsabilidades, dá rosto às diferentes áreas do clube, promove competência e gera confiança. No Benfica atual, existe demasiadas vezes a sensação de isolamento, de reação permanente aos acontecimentos e de ausência de um rumo estratégico claro.
Essa fragilidade tornou-se ainda mais evidente fora de campo, nos “bastidores”. O Benfica perdeu influência nas estruturas de poder do futebol português: a questão da centralização dos direitos televisivos expôs um clube mais isolado do que seria expectável para a sua dimensão. Também na arbitragem e na defesa institucional existe entre muitos adeptos a perceção de um Benfica menos influente, menos respeitado e menos capaz de defender os seus interesses.
E talvez o mais preocupante seja perceber que, perante estas dificuldades, o clube parece ter-se tornado mais competente a gerir expectativas e criar ilusões do que a construir uma cultura verdadeiramente vencedora.
Ao longo dos últimos anos, esta direção demonstrou grande perspicácia para perceber aquilo que entusiasma os adeptos, mas muito menos capacidade para consolidar um projeto desportivo consistente e dominador. Vive-se muitas vezes de ciclos emocionais: a esperança do próximo mercado, o treinador que vai mudar tudo, o jogador que vai desbloquear a equipa, a promessa de que “para o ano será diferente”.
Também no mercado de transferências isso se tornou evidente. Algumas decisões parecem responder demasiado ao impacto imediato, ao entusiasmo das redes sociais e à necessidade de alimentar expectativa junto dos adeptos. O Benfica tornou-se especialista em criar entusiasmo momentâneo. Muito menos competente a transformá-lo em domínio desportivo consistente.
Ao mesmo tempo, o clube investiu fortemente na sua comunicação institucional, na proximidade emocional e na construção de uma narrativa de união. Isso, por si só, não é negativo. O problema surge quando essa capacidade de comunicação não é acompanhada pela mesma força na defesa institucional do Benfica, na afirmação política do clube ou na capacidade de impor respeito competitivo dentro e fora de campo.
O problema do Benfica já não é apenas perder títulos. É correr o risco de começar a aceitar a derrota como algo inevitável.
E talvez um dos sinais mais preocupantes seja a forma como o debate interno se foi tornando mais difícil. Muitas vezes, qualquer voz crítica é rapidamente associada a divisionismo, ingratidão ou deslealdade. Como se questionar o rumo do clube significasse automaticamente estar contra o Benfica.
Mas todos os sócios benfiquistas querem exatamente a mesma coisa: voltar a ver um Benfica dominante, respeitado e vencedor.
Este debate não devia existir entre “bons” e “maus” benfiquistas. Nem entre quem “ama” e quem “não ama” o clube. Porque muitos dos que hoje defendem mudança foram precisamente pessoas que quiseram acreditar neste projeto. E muitos dos que continuam a apoiar Rui Costa fazem-no por receio legítimo da instabilidade, do desconhecido ou de regressar a períodos difíceis do passado.
Esse receio é compreensível.
Quem surgir como alternativa terá sempre menos notoriedade, menos experiência mediática e provavelmente menos capacidade oratória do que Rui Costa. Isso faz parte de qualquer mudança. Nenhuma alternativa nasce totalmente preparada aos olhos dos sócios, mas chega um momento em que o maior risco deixa de ser mudar. Passa a ser continuar exatamente na mesma.
Talvez o mais difícil para muitos benfiquistas seja aceitar que querer mudança não significa amar menos o Benfica. E também não significa desrespeitar Rui Costa ou aquilo que representa emocionalmente para tantos adeptos. Significa apenas perceber que há ciclos que deixam de conseguir levar um clube para a frente.
O Benfica sempre foi um clube profundamente democrático, exigente e vivo. Cresceu porque nunca teve medo de discutir, de evoluir e de mudar quando sentia que o rumo já não era de sucesso e talvez esteja precisamente aí o desafio atual: voltar a colocar a exigência à frente do “medo da mudança”.
Porque o mais trágico é que tudo isto acontece numa das fases financeiramente mais fortes da história do Benfica. Nunca o clube vendeu tanto, nunca movimentou tantos milhões, nunca investiu tanto no futebol. E, paradoxalmente, raramente pareceu tão distante da sua identidade competitiva.
Este texto não nasce de ódio a Rui Costa. Nasce precisamente da frustração de perceber que aquilo em que tantos benfiquistas quiseram acreditar não se transformou num Benfica forte, dominador e vencedor que todos imaginavam. Porque chega um momento em que continuar à espera que tudo mude sozinho deixa de ser estabilidade, passa a ser conformismo.
E um clube como o Benfica, quando deixa de meter medo, começa lentamente a deixar de ser Benfica.
O Benfica não precisa de salvadores, nem de viver preso à gratidão eterna por figuras do passado. A História deve ser respeitada, mas não pode servir de escudo para o presente nem de desculpa para o futuro. O Benfica precisa de voltar a ter fome, ambição, coragem e vontade de arriscar num caminho diferente. Precisa de uma liderança obcecada em ganhar, inconformada com a derrota e capaz de devolver ao clube a exigência que sempre definiu a sua identidade.
Precisa desesperadamente de voltar a querer ser grande.
Não apenas parecer grande."

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A (última) oportunidade de Roberto Martínez


"Roberto Martínez sabe que o seu tempo na Seleção está politicamente contado. A convocatória para o Mundial surge como um raro e derradeiro momento de possível libertação

É raro um treinador, de clube ou seleção, saber ao que vai. No entanto, Roberto Martínez sabe-o bem. Sabe que, por muitas voltas que o futebol dê, e dá, a sua continuidade há muito que não é bem-vista por quem lhe paga o salário, que só o mantém no cargo em nome da paz podre que se estabeleceu com a conquista da Liga das Nações. O espanhol apenas adiou, ao pactuar com os sorrisos amarelos que acompanharam os parabéns, ser uma das vítimas da caça às bruxas do agora presidente da FPF, que sempre quis romper com tudo o que vinha do passado.
Primeiro era Mourinho, que agora já não pode, e será Jorge Jesus quem em breve estará a bater-lhe à porta para desocupar o gabinete. Proença troca um lobista, que Martínez foi, e com distinção ressalve-se, por outro que talvez inconscientemente também o será, neste caso para garantir a felicidade do seu capitão eterno. Se calhar, Cristiano já está a ver bem mais do que nós, para lá do Mundial. É o que lhe diz a idade biológica do seu corpo, que há muito não passa dos 23. Mesmo que não seja o mesmo em campo que era quando realmente os tinha, no corpo e na alma.
É raro um treinador saber o que se vai passar daí a algum tempo e, por isso, a oportunidade é de ouro. Martínez pode aproveitar o seu último momento — só não o será se sair campeão do mundo da América do Norte e mesmo assim... — para construir o seu plantel sem as amarras dos estatutos, que sempre tanto o preocuparam. Porque não ser um pouco louco e esquecer isso tudo, livre de qualquer tipo de pressão? Porque não levar realmente os melhores? Porque não construir o grupo ideal para uma última dança? E arriscar se for preciso. Tomar decisões difíceis se as fáceis comprometerem o grupo. Ou escolher as mais fáceis se estiver a complicar demais.
Porque não aproveitar de facto um Kroupi, que a França deixou de fora, e tomar uma decisão estratégica que pode influenciar uma geração. Se adotar a nacionalidade da mãe e avó, os 12 golos que marcou na Premier League são capazes de lhe valer a qualidade de melhor avançado à disposição de Martínez. Mesmo que não seja um 9. O que até poderá trazer vantagens aos problemas da Seleção no ataque posicional. Mas são apenas pensamentos soltos. Uma discussão para outros momentos.
Amanhã, Martínez vai sentar-se em frente ao país. Pede-se um selecionador coerente, mas também corajoso. Porque quando não se tem nada a perder há sempre mais margem para se ganhar."

Afonso Eulálio, talento afirmado


"A camisola rosa do Giro não será recordada como conquista passageira, ou tão-só um marco de carreira, é símbolo colorido que o corredor português está a usar para se destacar no pelotão, que, definitivamente, já o vê de outra maneira

Afonso Eulálio é o mais recente talento do ciclismo português. Até agora poderíamos considerá-lo emergente, porque jovem, aos 24 anos, ainda a afirmar-se no principal escalão mundial, WorldTour, na segunda temporada na equipa Bahrain Victorious, que, em finais de 2024, reconheceu-lhe valor para contratá-lo à Continental lusa Feirense.
O corredor figueirense dera nas vistas ao envergar a camisola amarela na Volta a Portugal durante seis dias, conquistada no Alto da Torre com um segundo lugar e grande exibição. Embora a tivesse entregado ao russo Artem Nych na penúltima jornada, na Sra. da Graça, mais do que a saída do anonimato pelo destaque da liderança na principal competição nacional, impressionou pela combatividade. Não se restringiu a defender a posição cimeira, atacando, procurando reforçá-la a cada oportunidade que vislumbrou, proporcionando espetáculo e garantida prova de talento.
Qualidade e espírito de luta que demonstra no Giro 2026, em que ostenta a prestigiada camisola rosa. Ganhou-a com desempenho soberbo, a que voltou a faltar a vitória na etapa - que roçou -, e que não parece pesar-lhe, tal é a coragem e ambição com que a defende, atacando... alguns dos melhores corredores do mundo, como Jonas Vingegaard.
A camisola rosa do Giro não será recordada como conquista passageira, ou tão-só um marco de carreira, é símbolo colorido que o corredor português está a usar para se destacar no pelotão, que, definitivamente, já o vê de outra maneira.
Afonso não é um voltista como João Almeida, dificilmente o veremos a disputar a vitória em provas por etapas, principalmente com contrarrelógio, mas corridas em que houver montanha, teremos um trepador empolgante, como poucos. Em corridas explosivas, estará lá para nos trazer emoção."

Falso Plano #124 - Eulálio, não me dês a tua camisola, fica tu com ela.

O futebol português não sabe vender o drama


"O futebol português tem um problema que se repete todos os anos. E não tem a ver com quem ganha o campeonato. Tem a ver com tudo o resto que ninguém consegue transformar em produto. Este fim-de-semana foi o exemplo disso mesmo.
Enquanto se celebram títulos, com o FC Porto, Marítimo e Amarante a fecharem a época com números dominantes e claros, há uma outra competição a decorrer em paralelo, muito mais emocional, imprevisível e, paradoxalmente, muito menos explorada: a luta pela sobrevivência. Jornadas finais com equipas a depender de terceiros, decisões no último minuto, clubes históricos a viver no limite. Tudo aquilo que, noutros mercados, seria ouro puro.
Em Portugal, é ruído e não tem a atenção que merece. Basta olhar para o que aconteceu nesta reta final de época. Equipas a garantir manutenção no limite, outras a cair mesmo depois de vencerem e play-offs decisivos a definir quem fica nas principais divisões do futebol português. Isto não é um detalhe competitivo. Isto é conteúdo premium. É tensão narrativa no seu estado mais puro. É o tipo de produto que, bem trabalhado, prende audiências globais.
Mas não prende. Porque não existe enquanto produto. Liga e Federação continuam algo presas a uma lógica antiga: vender o topo e ignorar a base. Benfica, Sporting e FC Porto concentram atenção, seguidores, media e patrocinadores. Tudo o resto é tratado como contexto. O problema é que, num mercado saturado de futebol global, três clubes não chegam para sustentar um produto competitivo relevante.
As grandes ligas perceberam isto há muito tempo. A Premier League construiu parte do seu valor precisamente na incerteza da cauda da tabela. Cada jogo da luta pela manutenção é apresentado como um evento. Há storytelling, há dados, há personalização, há emoção amplificada. Não é um detalhe do campeonato. É um dos seus principais ativos.
Em Portugal, continua a ser um subproduto. E isso é tanto mais paradoxal quanto sabemos que o conteúdo existe. Há clubes com história, comunidades locais fortes, rivalidades regionais e contextos dramáticos reais. Há jogadores a jogar a carreira num jogo. Há treinadores que sabem que 90 minutos definem anos de trabalho. Há cidades inteiras suspensas de um resultado.
Mas não há produto. O mais interessante é que, do ponto de vista do marketing, esta é talvez a oportunidade mais óbvia e menos explorada do futebol português. Num momento em que a atenção está fragmentada e a concorrência não vem apenas de outras ligas, mas de todas as formas de entretenimento, o que diferencia não é a qualidade média, mas sim a intensidade da história.
E poucas histórias são mais intensas do que a sobrevivência. A luta pelo título tende a ser previsível. Este ano voltou a ser. A luta pela permanência, não. E é precisamente essa imprevisibilidade que poderia ser capitalizada. Jogos em simultâneo, classificações a mudar em tempo real e decisões nos últimos minutos.
Hoje, a luta pela manutenção não tem identidade própria. Não tem naming. Não tem narrativa agregadora. Não tem exploração digital relevante. Não tem posicionamento internacional. Existe apenas para quem já está profundamente envolvido no ecossistema.
E isso é desperdiçar valor. Porque o futuro das ligas médias, como a portuguesa, não passa por competir com a Premier League ou a La Liga na qualidade média ou nos direitos televisivos. Passa por encontrar ângulos únicos de diferenciação. Passa por transformar aquilo que já têm, mesmo que imperfeito, em algo consumível, relevante e emocionalmente poderoso.
A luta pela sobrevivência é um desses ângulos. Num campeonato onde o campeão é muitas vezes previsível, talvez o verdadeiro produto nunca tenha sido quem ganha. Sempre foi quem resiste."

Suécia: Thomas Ravelli, o fanfarrão que dançava quando os adversários rematavam para fora


"Tinha ar de Mr. Bean, Romário chamou-lhe “malandro”, furava cuecas e vendia escovas. Este guarda-redes deu-se a conhecer no Mundial de 1994, onde a Suécia ficou em terceiro lugar. Alegrava-se quando defendia e quando os adversários falhavam. Às vezes, também sofria golos e uma vez foram logo cinco, o que levou o Bayern Munique a desistir da sua contratação.

Uma bola de espelhos, uma pista e, como em qualquer outro local feito para dançar, uma baliza. Há uma valsa a ser exibida. Metade do par move-se com uma elegância reforçada pelo movimento da saia rodada. A outra é um Mr. Bean nórdico a digerir um garfo. A exibição percorre a madeira até que ela, a profissional, e ele se agarram a cada um dos postes dourados. Para finalizar, a dançarina coloca uma medalha no acompanhante que teve ao longo de toda a performance o número um colado nas costas do casaco do fato.
A atuação recolheu aplausos da plateia do “Let’s Dance Suécia 2019”, um programa que convida celebridades a darem uns passinhos. Aparições televisivas, palestras, a loja de desporto que abriu com o irmão gémeo. O futebol expôs o carisma e Thomas Ravelli tem gozado a vida que a popularidade lhe concedeu.
No Mundial de 1994, Ravelli só tinha entradas no cabelo. Ao interior da baliza não chegava nada. Vestia a camisola que distingue aqueles que podem dar uma mãozinha dentro da grande área dos que estão condicionados a jogar com os pés. Era um traje espampanante. Parecia ter escapas devido ao efeito provocado pelos quadros coloridos.
O guarda-redes foi um dos principais responsáveis pelo terceiro lugar conseguido pela Suécia. Na meia-final, os nórdicos postos a torrar no Rose Bowl atrapalharam a canarinha. Motivado pelos dois penáltis travados na eliminatória anterior contra a Roménia, Ravelli defendeu quase tudo. Romário rematou de fora da área e ele voou de modo a conter o massacre. Zinho surgiu na recarga e, inesperadamente, rematou ao lado com a baliza deserta.
Ravelli levantou-se, olhou para a câmara, mostrou um sorriso reto e dançou. Seria alguém a quem Messi poderia chamar bobo. No Brasil, que acabou por chegar ao 1-0 aos 80 minutos, lembram-se bem da sua cara. “Aquele guarda-redes fanfarrão chegou a dizer que não me conhecia.” Romário sempre achou o adversário daquele dia “muito engraçado”. “Ele era dos meus. Se ser malandro na Suécia é esse tipo de malandragem, ele é o malandro sueco.”
Durante sensivelmente metade da carreira, Thomas Ravelli foi amador. Ao mesmo tempo que jogava no Osters, vendia escovas que serviam para limpar máquinas em gráficas. Específico. Apesar de ter sido duas vezes campeão nacional com o clube, desceu de divisão. O desaire permitiu-lhe ser contratado pelo Gotemburgo, onde se tornou profissional.
O salto até podia ter sido maior. Ainda no Osters, jogou a pré-qualificação da Taça dos Campeões Europeus, competição na qual viria a participar com mais frequência no Gotemburgo. Numa eliminatória contra o Bayern Munique, acabou por sofrer cinco golos na Alemanha. Os bávaros estavam de volta de Ravelli tendo em vista uma possível contratação, mas, depois daquele descalabro, a mudança acabou por nunca se concretizar.
Com 143 internacionalizações, é o segundo na lista de jogadores que mais vezes representaram o país. Algumas delas foram realizadas noutros grandes torneios. Ravelli era extrovertido, brincalhão e trapaceiro. No Euro 1992, realizado em casa, a Suécia fez frente à França, venceu a Inglaterra e só cedeu contra a Alemanha, nas meias-finais. Nos intervalos, pegou numa tesoura e fez buracos nas cuecas de Martin Dahlin, companheiro de equipa com menos seis anos."