Últimas indefectivações

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Highlights | #BasketBenficaFem 73-31 GDESSA | Supertaça 2026

Tudo no bolso...

JJ E A UTILIZAÇÃO DE CR7


"1. Jorge Jesus explicou que utilizaria o "Cris" em função do que o andamento dos jogos determinasse ou pedisse. Poucos acreditaram no que disse, mas o jogo com Gales já tinha dado uma primeira indicação: o "Cris" foi substituído antes dos 70 minutos. Por que nunca o fez Martinéz se era do interesse da equipa?

2. Ontem, perante uma Noruega intensa, com forte componente física, que joga a grande velocidade, JJ deixou o "Cris" no banco. Revelou que lhe tinha dito que provavelmente entraria por volta dos 60 minutos, mas o jogo determinou - e todos vimos porquê - que não saísse no banco. Por que nunca o fez Martinéz se era do interesse da equipa?

3. Tiro o chapéu - que foi brilhantemente executado por Gonçalo Ramos - a Jorge Jesus. A Seleção precisava iniciar - com urgência - o desmame do "Cris".

4. O capitão não foi capitão no final do jogo, desapareceu rapidamente do relvado rumo ao balneário. Jorge Jesus disse que tinha que falar com ele para saber o que se tinha passado. Também em relação a estes gestos egocentristas se pede - com urgência- um desmame."

A raiva de Samu, o coração dos 'citizens' e a tradução de Mourinho


"A raiva é uma emoção que pode aparecer quando nos apercebemos de que os nossos limites estão a ser desrespeitados. A solução é simples: respirar fundo e contar até cinco. Eu, se fosse 'citizen', respirava fundo, contava até 100, engolia e digeria a raiva e fazia análises ao coração

Hoje, 28 de setembro, comemora-se o Dia Mundial da Raiva. Façamos de conta que é o Dia Mundial da Raiva emoção e não, como é, o Dia Mundial da Raiva doença viral. A raiva é uma emoção que, em maior ou menor grau, nos afeta a todos.
Ronaldo, por exemplo, sentiu raiva por ter saído ao minuto 65 do jogo com o País de Gales, mas não teve outro remédio que não fosse engoli-la e digeri-la;
Trubin pode sentir raiva por ter passado de titular a suplente no Benfica, mas não tem outro remédio que não seja engoli-la e digeri-la;
Samu podia ter sentido raiva (sabe-se lá de quê e porquê), mas o melhor que tinha a fazer era engoli-la e digeri-la e não descarregá-la nas costas de Bah;
Ronaldo sentiu raiva por ter saído do meio dos defesas uns milésimos de segundo antes e, assim, ter visto um golo anulado, mas não teve outro remédio que não fosse digeri-la e engoli-la;
Pablo Rosario exteriorizou raiva positiva após ter evitado, com o cocoruto, o golo do Benfica, mas, neste caso, nem a engoliu nem a digeriu: saiu, de forma positiva, no mesmo instante;
Bah sentiu raiva por ter sentido o pequeno murro de Samu a bater-lhe nas costas e talvez o melhor fosse engoli-la e digeri-la antes que lhe fosse mostrado (como foi) o cartão amarelo;
Alberto pode sentir raiva por ainda não ter sido chamado à Seleção Nacional, mas o melhor que tem a fazer é engoli-la, digeri-la e continuar a trabalhar;
Lenglet pode sentir raiva de André Silva e de si próprio, mas o melhor que tem a fazer é digerir a raiva e engoli-la;
Os sportinguistas podem sentir raiva por terem ficado, num ápice, sem Diomande, Hjulmand, Morita, Francisco Trincão, Pedro Gonçalves e Daniel Bragança, mas o melhor que têm a fazer é engoli-la e digeri-la, esperando que, até maio, ela se desfaça completamente.
A raiva, dizem os especialistas, é uma emoção natural e saudável, que pode aparecer quando nos apercebemos de que os nossos limites estão a ser desrespeitados. A solução é simples: respirar fundo e contar até cinco. No caso dos sportinguistas, o ideal é contarem um pouco mais.
Amanhã, 29 de setembro, comemora-se o Dia Mundial do Coração. É preciso um coração enorme, com aurículas e ventrículos em perfeito estado, para que o sangue flua na direção correta e não aconteça aquilo a que os médicos chamam refluxo. Ou seja, grosso modo, o sangue voltar para trás.
Deve ser o que estão a sentir os adeptos do Manchester City. O clube está a ser acusado de 114 infrações e pode ficar sem alguns dos títulos conquistados nos últimos 17 anos. Ou seja, de novo grosso modo, os títulos podem voltar para trás e ser redistribuídos. Eu, se fosse citizen, respirava fundo, contava até 100, engolia e digeria a raiva e fazia análises ao coração.
Depois de amanhã, 30 de setembro, é o Dia Mundial da Tradução. Faz sentido. Há oito anos, se tudo se provar, o Man. United de Mourinho teria sido campeão. A raiva que Mou sentiu em 2018 e que lhe terá feito mal ao coração poderá agora ser traduzida na sua quarta Premier League."

Bem-vindo, Irankunda


"Quando aparece um jogador com uma técnica de remate assim vêm-nos à memória especialistas de livres diretos que deixaram herança mas não herdeiros.

Uma das novidades mais agradáveis nos muitos jogos internacionais de seleções disputados por esse mundo fora nesta paragem das provas de clubes foi a exibição de Nestory Irankunda, o extremo do Sporting que surpreendeu a seleção do Brasil no primeiro de dois jogos entre a Austrália e a canarinha. Além da velocidade, habilidade individual no um para um e a imprevisibilidade de movimentos exteriores e interiores, saltou à vista a execução soberba de um livre direto, numa técnica de remate que cada vez se vai assistindo menos e que por isso deve ser exaltada a bem do futebol espetáculo.
Porque uma das consequências de termos hoje um futebol mais intenso, rápido e atlético foi precisamente a redução de golos de livre direto. E o quase desaparecimento dos grandes especialistas. De acordo com a plataforma de dados Opta, entre 2014 e 2022 foram marcados menos 75 golos de livre direto nas cinco principais ligas europeias; só em Inglaterra assistiu-se a uma queda de 50 por cento nos golos de livre direto de 2013/14 para 2022/23 (39-19); entre 2018 e 2023 na Serie A, apenas três jogadores conseguiram marcar mais de três golos de livre direto em todo esse período, comparado com 14 jogadores entre 2005 a 2010; no Real Madrid do tempo de Cristiano Ronaldo a equipa exibia uma média de 6,1 golos de livre por época, tendo passado para 1,6 após a saída do internacional português; e dados publicados em Inglaterra mostram que os especialistas tendem a baixar para metade a eficácia à medida que vão ficando mais velhos, sendo o próprio CR7 a prova disso mesmo: passou de um temível a mediano cobrador de livres (1 golo em 60 tentativas nas fases finais de Europeus e Mundiais).
Em termos globais, os motivos para a queda destes números está também numa das revoluções da modalidade: os dados e as ferramentas de estudo. No caso dos guarda-redes assistiu-se a uma evolução tremenda: a taxa de defesas no lado aberto (o que não está tapado pela barreira) passou de 68 por cento em meados de 2000 para 84% na atualidade; e todas as equipas, sem exceção, entre 2000-2010 e 2010-2020, baixaram 38 por cento o número de faltas na zona frontal.
Em suma, hoje não há uma aposta no treino massivo e intenso de livres porque a probabilidade de sucesso é menor. E assim evita-se castigar mais os joelhos, por exemplo.
Sempre que aparece um Irankunda da vida é um pedaço de um outro futebol que vem sempre à memória."

Terceiro Anel: Bola ao Centro #235 - O FUTEBOL PORTUGUES ESTA PODRE! 🦅🔴

Visão - S08E10 - O Parreira vai falar! | Benfica

BF: Às Direitas!

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Um pequeno milagre de Jesus na Noruega

Observador: E o Campeão é... - Ronaldo e mais 10 acabou? Félix agora é de outro mundo

Observador: Três Toques - Da Bola de Ouro aos erros em campo: o mau momento de Vozinha

Campeão do mundo


"Em destaque na BNews, a conquista da World Triathlon Series por Vasco Vilaça e o triunfo benfiquista na Supertaça de basquetebol no feminino.

1. No topo
Vasco Vilaça é o campeão do mundo de triatlo ao terminar na 2.ª posição a última etapa da World Triathlon Series, realizada em Pontevedra. Em declarações à BTV, o triatleta reconhece a importância do seu clube neste sucesso: "Sem o Benfica, não teria tido as pessoas que fizeram possível aguentar esta pressão e estes momentos."
Na mensagem de felicitações, o Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, considera Vasco Vilaça a "referência maior de uma modalidade que o Benfica apoia desde há vários anos".

2. Troféu conquistado
A equipa feminina de basquetebol do Benfica venceu, por 73-31, ante o GDESSA, e alcançou a 4.ª Supertaça do palmarés benfiquista.
O Presidente do Sport Lisboa e Benfica salienta que "o foco e a união conduziram à reconquista de mais um troféu".

3. Contributos internacionais
Acompanhe a prestação dos futebolistas do Benfica ao serviço das seleções.

4. Outros resultados
Em futsal, a equipa masculina empatou 3-3 na visita ao Sporting e a equipa feminina também registou um empate na deslocação ao Leões Porto Salvo. Em andebol no masculino, triunfo benfiquista no reduto do ABC (34-39). No futebol de formação, os Iniciados derrotaram o Alverca por 5-1.

5. Embates europeus na Luz
Amanhã, às 19h45, o Benfica recebe o BM Torrelavega na Luz a contar para a 1.ª jornada da fase de grupos da EHF European League.
Na 4.ª feira é a vez da equipa feminina de futebol de jogar com o Bayern Munique no Estádio da Luz (20h00) numa partida referente à 2.ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões.

6. Distinção
O segundo golo de Marit Lund em Turim foi considerado o melhor da 1.ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões de futebol no feminino.

7. Chamadas internacionais
Hoquistas do Benfica convocados pela Seleção Nacional A feminina e pela Seleção Nacional Sub-19 masculina."

Manchester City e o poder de comprar uma realidade


"Nos Jogos Paralímpicos 2024, Filipe Marques ficou a uma posição de conquistar uma medalha no triatlo. É uma distância demasiado curta para não remoer nas perdas de tempo marginais que, se eliminadas, podiam ter contribuído para o esvanecer da distância.
O quarto lugar na categoria PTS5 foi mais tarde modificado. Um ano e meio depois, o atleta que se tinha apoderado da prata foi desclassificado. Um teste de doping positivo levou o Comité Paralímpico Internacional a pedir ao brasileiro Ronan Cordeiro a medalha de volta. Assim, a classificação foi ajustada e o português ascendeu ao pódio.
A revisão não foi um motivo suficientemente forte para que se voltasse a organizar uma cerimónia. As memórias definitivas que Filipe Marques guarda de Paris 2024 são de frustração. O atleta do Sporting viu-se privado do momento de aclamação que eterniza os vencedores e os que mais perto deles ficaram.
Este fim de semana, o triatleta de 28 anos conquistou o bronze nos Mundiais de Pontevedra e admitiu que a medalha alcançada na capital francesa foi pouco saboreada. Aliás, ainda não a tem. “Esta emoção é reflexo de muito trabalho. Acho que é a primeira vez que acabo uma prova assim. Diria que foi a mais especial. Claro que nos Jogos foi mais especial, mas eu não vivi isto no dia, vivi mais tarde”, reagiu após concluir a distância sprint em Espanha.
A sensação de vencer é um impulso que não pode ser congelado para usar mais tarde. É quando o corpo ainda tem sinais do esforço que faz sentido usufruir de um festejo que acende zonas de euforia inacessíveis em dias banais. Ganhar é um sentimento de libertação instantâneo, não um registo histórico que certifica uma boa posição na prova.
A integridade é fundamental para preservar a essência de um triunfo.
Existiam 115 acusações contra o clube relacionadas com a violação de regras financeiras da Premier League. O Manchester City foi considerado culpado em 114, segundo o “The Athletic”. Os ingleses ainda pode recorrer e há várias possibilidades quanto às sanções. Os castigos podem passar por multas, dedução de pontos ou exclusão da Premier League. Seria preciso uma medida excecional, mas a perda de títulos também se pode aplicar.
As erráticas ações dos cityzens ocorreram entre 2009/10 e 2022/23. Foi durante esse período que cresceram os dentes ao tubarão. Inflado pelo milhões do Abu Dhabi Group, o clube conquistou 20 títulos nesse interregno e estabeleceu uma era de domínio: ganhou uma vez a Liga dos Campeões, sete a Premier League, três a Taça de Inglaterra, seis a Taça da Liga e três a Supertaça.
A travessia gloriosa do Manchester City não passou de uma ficção. As vantagens indevidas retiraram credibilidade aos feitos e ajudaram a construir uma realidade que favoreceu o vilão. O doping financeiro impulsionou uma era dourada que, afinal, foi apenas uma farsa. Mesmo que se proceda à correção do palmarés, a conduta desonesta impediu outros de celebrarem no calor do momento, como deve ser, e isso é irreparável.
Fazendo revisionismo, a seca de campeonatos do Liverpool podia ter durado apenas 24 anos em vez de 30. O Manchester United podia ter conquistado a Premier League mais três vezes, consagrando-se como a maior potência do século em Inglaterra. Ainda assim, os casos mais lamentáveis são os dos clubes com menor assiduidade na luta por títulos. Em 2010/11, o Manchester City superou o Stoke City na final da Taça de Inglaterra. Do mesmo modo, bateu o Sunderland no jogo decisivo da Taça da Liga 2013/14.
Às vezes, temos motivos para deixarmos de acreditar no desporto enquanto lugar justo. Os fãs de Lance Armstrong, a quem foram retirados sete títulos da Volta a França devido a um escândalo de doping, têm experiência com o desapontamento. Qualquer distorção, seja de que tipo for, afeta a credibilidade. Não é o que desejamos."

Voltamos aos anos 90?


"Ponho os fones, arranco o Spotify e toco a rádio anos 90. Pareceu-me bem, depois de ter lido isto: «Oasis em digressão e o Man. City na League 2. Os anos 90 estão de volta».
Uma referência, claro, ao castigo ainda por confirmar, de que o clube foi considerado culpado de 114 de 115 acusações elaboradas pela Premier League. Não sabe qual o castigo, mas fala-se em perda de pontos, de títulos e até expulsão da prova, com muitos a esfregar as mãos por ver o menino rico finalmente em apuros. Não consigo evitar pensar nos adeptos que, depois de anos a ser o parente pobre de Manchester, estavam por cima em todos os aspetos: dinheiro, títulos, jogadores, que podem começar a fugir em debandada.
Entre esses adeptos há gente famosa, como o músico Noel Gallagher, mas que também 'sente como a gente', e que vibra tanto nas bancadas como nos camarotes, onde em 2022 até partiu o nariz ao festejar com o pai de Rúben Dias. Pediu a quem manda para pensar nas pessoas, «o que quer que tenha acontecido nos escritórios», que vão ser danos colaterais.
Ele mesmo, como isto dá a volta, vai protagonizar nova digressão com a sua banda, Oasis, concertos para os quais é praticamente impossível conseguir bilhetes - primeiro acesso a eles - num processo kafkiano de mails e códigos imprescindíveis para acesso a fila virtual - depois a preços razoáveis. Comprar entrada para um concerto não tem nada a ver com os anos 90, em que havia filas e pronto. Parece que não se pensa nas pessoas. Apetece mesmo ‘look back in anger’."

DAZN: The Premier League - Ginásio do Chelsea e Pedro Neto quase no Arsenal

TugaFut #3 - COMEÇOU A ERA JJ! SEMANA DA BOLA

Falsos Lentos - S07E02 - Carlos critica Maria Rueff

O Resto é Bola - Entrada de Portugal com o pé direito na Liga das Nações e o futuro de Cristiano Ronaldo na seleção

ESPN: Futebol no Mundo #635 - PORTUGAL DE JJ, INGLATERRA X ESPANHA, BÉLGICA X FRANÇA E SELEÇÃO BRASILEIRA

TNT - Melhor Futebol do Mundo...

No Princípio Era a Bola - O novo Portugal de Jesus dá prioridade à carapaça mental (e ao talento) de João Félix

Renascença: Bola Branca - Tertúlia - Como quer jogar a Seleção de Jesus?

Simples: PORTUGAL VENCE NA NORUEGA! O Que Mudou? | Análise Tática 1-2

Zero: Ataque Rápido - S09E09 - Seleção de JJ: novos ares, novos problemas (e soluções)

DAZN: F1 - Baku ao milésimo

Antena 3 - A Bola Não Mente - Triplo Duplo - Filipa Barros

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Campeão do Mundo

20 anos depois da Vanessa Fernandes se ter sagrado Campeã do Mundo, Vasco Vilaça, tornar-se o 1.º homem português a ganhar a maior competição do Triatlo mundial, com um 2.º lugar na última etapa do Circuito Mundial! Foi por centímetros que escapou a vitória na etapa de Pontevedra, mas o título não fugiu... A vitória da consistência, algo que no Triatlo não é nada fácil conseguir...


4.ª Supertaça

Benfica 73 - 31 GDESSA
20-10, 19-7, 17-7, 17-7

Autêntico capote! Depois dos comunicados pré-jogo, este resultado foi mel!!!
O adversário está mais fraco, mas o Benfica parece mais forte, e ainda falta uma jogadora importante (lesionada) além da lesionada para a época toda: Bettencourt, que com a idade provavelmente não irá regressar ao nível que jogou na última época, e que sem grande margem de discussão foi a nossa melhor jogadora ao lado da Nunn!!!

Novo treinador, novas ideias, ainda será cedo para retirar conclusões definitivas, mas estamos no bom caminho...

Empate a grande velocidade!!!

Sporting 3 - 3 Benfica

Empate, numa partida muito intensa... pessoalmente demasiado agressiva, mas com os árbitros a permitirem tudo, a tornar os jogos quase 'injogáveis', sem espaço para os jogadores demostrarem qualidade individual, tudo demasiado mecanizado! Estilo de jogo, que sempre beneficiou este Sporting, e que ao longo das épocas, tem tornado na minha opinião o Futsal menos atrativo à vista... A diferença é que o Benfica com o Cassiano tem tentado jogar com as mesmas armas... não são bem as mesmas armas, mas são parecidas! Os jogadores do Benfica por exemplo, quando sofrem cargas não se atiraram imediatamente para o chão, tentam aguentar... no outro lado, já se sabe! As primeiras faltas marcadas contra o Benfica hoje, deram falta e amarelo e com muitos mergulhos à mistura!

O Sporting foi mais forte na 1.ª parte, criou mais perigo... no 2.º tempo, o Benfica entrou melhor deu a volta ao marcador, mas o Sporting reagiu... com o jogo empatado perto do fim, o Rocha foi expulso, mas fomos muito incompetentes na forma como atacámos o 3x4 (sem guarda-redes) na quadra!

Depois do empate em Portimão, era muito importante não perder hoje, conseguimos esse objetivo, mas a equipa na minha opinião não está a render tanto como o ano passado, as ausências dos Pivot's (Jacaré e Higor) não foram colmatadas... os putos têm talento e futuro, mas ainda não são jogadores top neste momento!

O NOVO-VELHO AR QUE SE RESPIRA NO FC PORTO E NO FUTEBOL PORTUGUÊS


"1. André Villas-Boas deu-se a conhecer como um dirigente dos novos tempos, como alguém que vinha para ser o motor das mudanças de que o futebol português tanto carecia e carece, uma nova mentalidade, novos métodos de atuação, em suma, uma lufada de ar fresco. Pinto da Costa, porém, doutorado que era em bastidores de arbitragem, deixou o aviso na campanha eleitoral - e pouca gente o levou a sério ou se lembra agora disso: "A partir do momento em que apareceu uma candidatura do André Villas-Boas a arbitragem mudou, coincidência...". Lufada de ar fresco?

2. Árbitro condicionado no Dragão com lance ocorrido na primeira parte passado em vídeo interminável no seu balneário no intervalo do jogo, bolas escondidas pelos apanha-bolas para retardar o reinício do jogo em que o Porto vencia o Sporting pela margem mínima, frases intimidatórias no balneário do visitante no Dragão, temperatura de sauna no mesmo balneário, o primário discurso anti-clubes de Lisboa como a Santa Aliança ou o "manto marrom", a vitimização quando é beneficiado, os comportamentos do banco e as cenas no túnel, tudo isto é velho, tudo isto, sob uma ou outra forma, nós conhecemos há dezenas de anos. Lufada de ar fresco?

3. André Villas-Boas tem que decidir, se é que quer ter alguma coerência naquilo que vai sucessivamente afirmando, normalmente na revista da casa ou à entrada para um qualquer summit, tem que decidir se Rui Costa é um malfeitor que faz alianças espúrias com o doutor Varandas para tramar o Porto, ou se é, como afirmou não há muito tempo, mais precisamente em 28 de maio último, "um senhor do futebol, uma pessoa digna e humana", com quem tem "uma relação muito estreita e franca". A técnica de mudar radicalmente o discurso conforme serve às circunstâncias de cada momento também não é nada de novo por aqueles lados, era uma das técnicas mais utilizadas por Pinto da Costa. Lufada de ar fresco?

4. Pegando na divulgação de emails roubados, descontextualizados e truncados para fazer passar uma ideia que não estava de todo nos seus conteúdos, crime esse já condenado pelo tribunal de primeira instância e sucessivamente confirmados pelo Tribunal da Relação, pelo Supremo Tribunal e pelo Tribunal Constitucional, pelo qual teve o Porto que indemnizar o Benfica em cerca de oitocentos mil euros, fora o que aí vem por danos reputacionais, pegando na divulgação criminosa desses emails veio André Villas-Boas dizer que o Benfica queria um padre no clássico do Dragão. A técnica de deturpar a verdade e baralhar assuntos para esconder escandalosos benefícios próprios também não é nada de novo por aqueles lados. Lufada de ar fresco?

5. A consideração de que André Villas-Boas era uma lufada de ar fresco no futebol português só pode ter vindo de gente ingénua e completamente descontextualizada da realidade. Até quando?"

Puritania rasca!!!

Deve ser proporcionalmente invertido com os pontos perdidos!!!

A sério?! Ninguém sabia disto...!!!

O Elogio Invertido !!!

Batoteiros até ao tutano!!!

Não é Ficção !!!

O que o clássico nos mostrou


"Para que a credibilidade não seja colocada em causa, é imperioso que quem esteja a ver o jogo não tenha a sensação de estar perante um campo inclinado. Foi essa sensação que ficou no Dragão.

Os grandes jogos são aqueles que nos deveriam promover melhor no estrangeiro. Com o processo de centralização nas etapas finais, todos temos a noção de que estes eventos são muito importantes para elevar o nosso produto para outro patamar. Se estivermos atentos, o que se passou dentro e fora das quatro linhas dá-nos uma ideia muito clara da realidade do futebol profissional em Portugal.

FC Porto: preparação ao pormenor
No relvado, a equipa de Farioli tem uma forma de jogar facilmente identificável. Processos simples, mas automatizados. Humildade para dar a iniciativa de jogo aos adversários. Capacidade de luta e de sofrimento. Nas bolas paradas, defensivas e ofensivas, é uma equipa muito forte. Junta a tudo isto uma enorme dose de agressividade. Neste contexto e nesta forma de jogar, o FC Porto é uma equipa muito competente. Tem ainda individualidades que, pela sua capacidade e qualidade, desbloqueiam adversários e seguram vitórias. À cabeça, encontram-se Diogo Costa e Froholdt.
A vertente mental também é muito bem trabalhada. Os jogadores do FC Porto estão preparados para jogar nos limites, para desestabilizar os adversários com palavras e disputas de bola. Aproveitam o ambiente do estádio para condicionar os adversários. Nem todos têm a capacidade de se adaptar a esta exigência, mas, quando se consegue criar este espírito, a probabilidade de sucesso aumenta. Este ADN é um dos pontos fortes do FC Porto.
Fora do relvado criam-se condições para os adeptos entrarem no jogo. A pressão que se coloca nos adversários é enorme e exige um grande autocontrolo, algo que faltou em alguns momentos ao Benfica. Percebemos que todos os pormenores contam quando olhamos para o banco do FC Porto. Está constantemente ativo. Nos momentos de maior tensão, há sempre um adjunto ou um diretor que assume a frente e acaba por absorver parte dessa pressão, deixando o treinador mais resguardado para intervir quando entende ser necessário. Em comparação, no Benfica vê-se precisamente o contrário: o desgaste fica para o treinador.
O FC Porto sabe criar o seu ambiente e utilizá-lo a seu favor. Faz parte da preparação do jogo e é uma das suas formas de competir. A responsabilidade de controlar esse ambiente, dentro das regras, não é do FC Porto. É de quem tem essa função. Se não o fizer, o FC Porto, naturalmente, aproveita.
Pode-se gostar ou não da forma como o FC Porto joga ou como cria adversidades para os adversários. A realidade é que o clube trabalha em conjunto. Existe uma grande organização e nenhum pormenor é descurado.

A experiência conta
Todos sabíamos que o jogo entre FC Porto e Benfica iria ser muito exigente a todos os níveis. A questão da arbitragem é sempre um tema muito polémico, mas fundamental. Por norma, costumamos dizer que os melhores devem estar nos melhores jogos. A definição de melhor não tem só a ver com a qualidade técnica do árbitro. A experiência deve ser um ponderador muito importante nestes encontros. Refiro isto porque os clássicos são muito exigentes e obrigam a que a equipa de arbitragem não se foque apenas na bola, mas em tudo o que se passa no relvado.
Não tenho dúvidas de que Miguel Nogueira ajuizou bem praticamente todos os lances que estiveram no seu raio de ação. A questão é que o jogo também se foi desenrolando no ângulo morto do árbitro e, nesse caso, a equipa de arbitragem tem de ter uma visão mais abrangente do que se passa no relvado. Se, por exemplo, Lenglet foi admoestado por ter tocado na cabeça de André Silva, porque motivo existiu um critério diferente para Alberto Costa ou Samu? Uma equipa de arbitragem mais experiente estaria mais alerta para este tipo de situações.
Pior, destes lances, não só Alberto Costa e Samu não foram admoestados, como Prestianni e Bah, as vítimas, levaram cartão amarelo. Sendo a agressividade nos duelos uma das características do jogo do FC Porto, o facto de não ter visto cartões amarelos deu-lhe a vantagem de os seus jogadores poderem jogar tranquilos e sem condicionamentos praticamente durante todo o jogo, algo que não aconteceu com o Benfica. Para que a credibilidade não seja colocada em causa, é imperioso que quem esteja a ver o jogo não tenha a sensação de estar perante um campo inclinado. Foi essa sensação que ficou no Dragão.

Rui Costa: a (não) reação
Depois de um jogo exigente, com dualidade de critérios, o presidente do Benfica tinha duas hipóteses: falar de uma forma dura ou não falar e ignorar o pedido do seu treinador. O primeiro erro foi ter falado com o símbolo do FC Porto atrás de si. É uma questão básica, um pormenor que demonstra precisamente o contrário daquilo que vemos no FC Porto: fora do relvado, o Benfica não esteve tão atento aos detalhes.
O segundo erro foi o discurso. Nestas ocasiões, os presidentes têm dois minutos para passar a sua mensagem, que deve ser clara e objetiva. Ora, Rui Costa começou por fazer uma análise ao jogo, que é mais o trabalho de um comentador ou treinador, apontou o dedo ao seu jogador, Lenglet, referindo que não deveria ter feito o que fez e, no fim, falou de dualidade de critérios sem tocar em exemplos.
Com esta mensagem, Rui Costa conseguiu transmitir o que queria? Claro que não. Um presidente tem também uma responsabilidade institucional: garantir respeito pelo clube, pelos seus adeptos e pelos seus funcionários.
No final do jogo, o FC Porto passou duas músicas de galinhas, o que demonstrou falta de respeito pelo adversário e pelos seus adeptos. Rui Costa não reagiu a este episódio quando o deveria ter feito e com firmeza. Deste caso saem duas conclusões: a primeira é que o respeito nunca pode faltar entre instituições e que, para que a centralização funcione, este é um pilar fundamental. A segunda é que as grandes instituições também se distinguem pela forma como sabem ganhar. Este tipo de comportamento não contribui para a valorização do produto que todos queremos promover.

A valorizar: Petit
Está a fazer um arranque de Liga muito bom. Santa Clara tem a segunda melhor defesa e o quinto melhor ataque.

A desvalorizar: Vasco Matos
Está a ter um início de época complicado. Ganhou um voto de confiança e uma segunda oportunidade para deixar a sua marca no Estoril."

Hoje veremos que lições Jorge Jesus aprendeu


"Vitória sobre o País de Gales permitiu ao novo selecionador 'molhar os pés' sobre o que é treinar Portugal. Agora chega o primeiro grande teste

A Noruega não é o País de Gales, o Ullevaal não é Alvalade, e Jorge Jesus enfrenta hoje o primeiro grande teste como selecionador nacional, depois do jogo de quinta-feira ter servido para molhar os pés e perceber, afinal, o que é isso de treinar uma equipa nacional.
Mas o Portugal de domingo também não será o que jogou contra Gales na primeira jornada da Liga das Nações. E o Jesus de hoje também não será o de quinta-feira, porque não faltaram lições do primeiro jogo, uma vitória magra que poderia ter tido números bem maiores mas que, valha a verdade, também ficou marcada por um grande susto, aquele aos 74' em que a bola bateu primeiro na trave e depois Rúben Dias evitou o empate sobre a linha.
O problema é saber a que lições Jesus vai ligar — porque é impossível fazer todos os trabalhos de casa quando o tempo é tão curto, dois dias entre jogos, com viagem pelo meio, sem tempo para treinar.
Uma é fácil: Cristiano Ronaldo, neste momento, não tem condições para ser titular na Seleção. Talvez, com mais alguns jogos na liga saudita, encontre melhores índices físicos, mais confiança, e consiga dar uma resposta melhor lá para a frente. Neste momento, vê-lo a falhar golos mas, mais que isso, a tentar chegar às bolas sem o conseguir, a tentar mover-se para ela sem que o corpo corresponda, chega a ser penoso. Ter Cristiano Ronaldo a titular, esta noite, na Noruega, não seria apenas mau para a Seleção — seria péssimo, atrevo-me a dizê-lo, até para o capitão de Portugal (mesmo que ele não concorde), cuja imagem se degrada dia após dia, jogo após jogo da equipa das Quinas, atendendo ao que não consegue fazer...
Mas se uma das lições do jogo com Gales é que CR7 não pode ser titular, não é assim tão evidente quem deva alinhar em vez dele. A resposta óbvia seria Gonçalo Ramos, mas, valha a verdade, o avançado do Milan também não começou bem a época, e nos 23 minutos, mais uns pozinhos, que fez contra Gales esteve longe de encantar.
Por isso, depois de ver ontem Jorge Jesus, em flash-interview no canal 11, a admitir que está «à procura de encontrar um ou outro jogador diferente» em relação ao seu primeiro onze, «que jogue no um contra um, que vá para cima», não me admiraria nada que Rafael Leão fosse hoje um dos dois avançados. E que Francisco Conceição jogasse numa das alas, em vez de Pedro Neto.
Resultará? Só vendo. Mas sem tempo ou treinos para fazer milagres, só mesmo puxando um ou dois coelhos da cartola..."

A “Santa Aliança”: a recriação do “fantasma” que tudo justifica


"André Villas-Boas (AVB) afastou Pinto da Costa mas agora parece empenhado no espírito da sua recriação. Outra vez com a recuperação da narrativa do “contra tudo e contra todos”, talvez a única forma de se convencer a si próprio que não se verga para afirmar, internamente, a sua liderança…

1. .… Mas já vergou: AVB não seguiu o seu caminho, está a ser no pensamento uma cópia mal acabada de Pinto da Costa, não percebendo que os sequazes do ex-líder portista nunca lhe perdoarão. A “Santa Aliança” é apenas uma invenção para tentar manter unido um clube (fundamental para o futebol português) que se apresenta ainda muito dividido. As vitórias estão a dar-lhe alento para recuperar a ideia do bastião. Do ADN. Da perseguição territorial. Do discurso divisionista. E dos plantadores da ideia de que “o resto do País” não quer que o FC Porto ganhe. Não é verdade. São fantasmas. São imagens (antigas) agora utilizadas em forma de holograma. Realidades virtuais. Convenientes. Que têm o condão de atemorizar. Como, aliás, se viu agora no “clássico” com a recriação de um clima e de um ambiente emocionais tendentes a levar o adversário e a arbitragem para uma evidente zona de conforto. Entre méritos e alavancas sistémicas que tornam o futebol em Portugal uma actividade com “coisas muito estranhas”. Mas não apenas de um lado. De muitos lados. O futebol português tem de valer por aquilo que se joga, com base na qualidade do treino e da gestão. E não através de técnicas que não se importam com o lado marginal desta indústria e que ainda dominam o torrão pátrio.

2. No pós-clássico entre o FC Porto e o Benfica houve uma Gala. Glamour, muitos sorrisos, luzes, cumprimentos, abraços, reencontros, prémios e consagrações, palmadinhas nas costas, o ramalhete perfeito. Dois presidentes dos clubes dominantes: André Villas-Boas, presidente-campeão, e Frederico Varandas, questionado acima de tudo sobre o presente e o futuro de Rui Borges. O presidente do Benfica, ausente.

3. E, na plateia, José Fontelas Gomes, vice-presidente da FPF, ex-presidente do CA da FPF, entre Pedro Proença e Reinaldo Teixeira, presidente da Liga. Interessante. Nas declarações à imprensa, André Villas-Boas, vencedor do “clássico”. Nas Galas, somos de facto brilhantes (no sentido da emanação do brilho, mesmo que seja meio natural, meio artificial), mas no intervalo das Galas é que percebemos a realidade do futebol, tipo “Titanic”. Uns de boquilha, outros de salva-vidas. A realidade, extra-Gala, aponta-nos para uma guerrilha institucional, para cenas que não deveriam acontecer nos jogos entre oficiais do mesmo ofício, como ambientes difíceis pré-construídos, acentuada agora pelas declarações de André Villas-Boas (AVB), que relançou o tema da… “Santa Aliança”.

4. Santa Aliança?! Onde? Na segunda Circular ou na narrativa que André Villas-Boas percebe que tem de utilizar porque continua a ter o clube dividido, porque há uma ala que interpreta — apesar dos elogios cirúrgicos — a forma como AVB tratou Pinto da Costa nos seus últimos tempos de vida como uma “traição” irreparável? Villas-Boas apresentou-se como regenerador, como elo de ligação capaz de acabar de elevar o nível do discurso e para, ele próprio, recusar certas técnicas de antanho, sustentadas na promoção interna através da escolha do inimigo externo. E qual foi sempre o “inimigo externo”? Os clubes de Lisboa, a comunicação social de Lisboa e todos os movimentos que não dessem cobertura à dinâmica da vitimização contra o “centralismo”. André Villas-Boas utilizou, de início, um discurso elevado de agregação e, sobretudo, de crítica em relação à gestão de Pinto da Costa e prometeu não dar tréguas a todos aqueles que, dentro do clube, tivessem prejudicado o FC Porto. Onde está essa “limpeza” que prometeu? O grau de satisfação terminou quando o ex-líder da claque [F. Madureira] foi preso? E quem alimentou a estratégia anti-democrática e de abuso da qual AVB se confessou prejudicado e só teve consequências mais visíveis para o ex-líder da claque? Onde estão os resultados da sugerida conduta ética? Onde ficou a crítica de AVB a todos aqueles que deixaram o FC Porto na exaustão financeira e nas condutas paralelas anti-desportivas?

5. Esta asserção da “Santa Aliança”, que é um fantasma e uma asserção de um certo complexo de inferioridade que não tem adesão à realidade de um clube com expressão nacional e internacional, caiu logo pela base no local onde AVB a proferiu, porque se houve esse Santa Aliança Frederico Varandas e Rui Costa estariam alinhados no tema da centralização e estariam alinhados no posicionamento contra o actual presidente da FPF. E não estão.

6. Tivemos no Dragão duas ‘escolas’ de futebol e ganhou aquela que melhor preparou o jogo em termos emocionais, ao seu estilo e sem contemplações.
O FC Porto não é apenas uma equipa com bons executantes e com uma forma de expressar os seus talentos futebolísticos que o leva a gerar supremacias.
O FC Porto, nestas partidas mais quentes, sobretudo com os rivais, transporta o jogo para o patamar que mais lhe convém, porque tem uma história que se convencionou chamar o tal ADN à qual junta, hoje, com André Villas-Boas, a certeza de que é preciso criar um determinado ambiente a partir do qual — quando é necessário — os adversários se sintam desconfortáveis.
O FC Porto aguentou o ‘forcing’ inicial do Benfica, mas nesse embate foi criando as condições necessárias para emocionalmente o Benfica se sentir desconfortável. E o Benfica, com alguns jogadores sem experiência de “clássicos” em Portugal, caiu redondamente na esparrela.
Pôs a funcionar a máquina do seu próprio conforto e, repito, levou o jogo para onde queria, em relação ao rival e também em relação à arbitragem. O árbitro Miguel Nogueira até viu coisas que mais ninguém viu e não viu coisas que deveria ter visto (excesso de dureza).

7. Não me pareceu que Marco Silva, como muitos fazem após derrotas, quisesse tapar o sol com a peneira. Assumiu, aliás, os erros próprios, deixando, no entanto, uma mensagem muito clara, do tipo: eu vim de outra realidade, onde se joga futebol e onde o respeito pelo público e o respeito por oficiais do mesmo ofício e a noção de competir se sobrepõem ao jogo rasteiro e subterrâneo que continua a dominar o futebol em Portugal, em muitas latitudes.

8. O que Marco Silva quis dizer é que, para se sobreviver neste contexto de toxicidade que se cultiva há anos no futebol indígena, é preciso que os homens se transformem em monstros. Sem respeito por ninguém. E isto é dramático. São centenas de mensagens que me chegam a dizer: ‘já não gosto deste futebol que se respira em Portugal, ninguém faz nada para mudar, é sempre a mesma coisa’. E depois vem a lengalenga e as técnicas do costume, muito alavancadas nas redes sociais, em que nada é por acaso. Há muita coisa concertada. Existe uma obsessão de difamar todos aqueles que não dizem ámen a esse tipo de técnicas, gente da televisão — os chamados comentadores-adeptos que, nalguns casos, atiram mesmo o futebol para as profundezas do esgoto — e todos assistimos a este degradante espectáculo com uma permissividade total, sejam governantes, presidentes de câmaras, alegados ilustres cidadãos deste país, gente com ligações à comunicação social e “tutti quanti” de uma “fauna futebolística” sem uma centelha de vergonha e de nível, com preocupações até ao nível de uma certa paz social.
As regras têm de ser iguais para todos. Repito: para todos.

9. Tudo o que vemos sobre os relvados, em termos da capacidade de resposta de um FC Porto forte, nos limites da sã competitividade, é de aplaudir e não venham dizer que esse apego à competição de uma forma militante é uma resposta ao “centralismo”, que já cansa de tanto ouvir e, hoje por hoje, passadas décadas, é uma conveniente mas mera falácia. O problema é o resto: a falta de desportivismo, a procura do conflito gratuito e as pressões feitas sobre quem não se deixa capturar e alinha nessa narrativa ou na exteriorização dessas estratégias.

10. Um dos problemas do futebol português é o corporativismo entre os agentes (nem todos mas muitos ex-treinadores, ex-jogadores, ex-árbitros, candidatos a novos empregos, que, para ganharem os seus milhõezinhos e/ou participarem em ações que lhes dão visibilidade, têm de se calar e fazer de conta que não veem nada e que é tudo uma confabulação anti-futebol. Não se importam de fazer a defesa da corporação, mesmo que ela não ultrapassasse a fasquia de uma certa corrupção intelectual.
Não nos enganem!
Uma vergonha, ainda por cima, cheia de sorrisos falsos e hipócritas! Somos, de facto, um país de “chicos-espertos”!…
Metam a mão na consciência e parem enquanto for tempo!"

The Seleção Podcast - Match Reaction to Portugal’s 2-1 win over Norwaya

Eco: Mauro Xavier

SportTV: Quem é o Pro? - André Almeida vs. Sílvio

Terceiro Anel: Café #25 - EMANUEL ALMEIRANTE, UM BENFIQUISTA COM MUITO SENTIDO DE HUMOR! 🦅🔴☕️

BF: Jogadores...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Samu deve ser castigado?

Throne: The ABSURD Portuguese Rivalries Nobody Talks About

Lesões do menisco: mais vezes acusado ou culpado?


"Operação de Enzo Barrenechea voltou a pôr o joelho no centro das conversas de futebol

A notícia de que Enzo Barrenechea foi operado a uma rotura do menisco medial voltou a pôr o joelho no centro das conversas de futebol. Num desporto feito de travagens, mudanças de direção e contacto, o joelho é particularmente exposto. Mais do que o caso de um jogador, vale a pena perceber o que está em causa numa das lesões mais frequentes do desporto.
Os meniscos são duas estruturas de fibrocartilagem em forma de meia-lua, uma interna (medial) e outra externa (lateral), situadas entre o fémur e a tíbia. Funcionam como amortecedores: distribuem a carga, absorvem impactos e dão estabilidade à articulação. Uma rotura é uma fissura nesse tecido, que no futebol surge quase sempre numa torção com o pé fixo no relvado. Dor, inchaço e, por vezes, sensação de bloqueio do joelho são os sinais mais típicos.
Nem todas as roturas precisam de cirurgia. Lesões pequenas e estáveis podem evoluir favoravelmente com tratamento conservador e reabilitação. Quando a rotura provoca dor, bloqueios, é instável ou tem potencial de reparação, a cirurgia é a melhor opção.
A cirurgia é hoje feita por artroscopia: através de duas pequenas incisões, introduz-se uma câmara e instrumentos finos que permitem ver e tratar a lesão articular. Há duas estratégias de tratamento. A meniscectomia parcial remove o fragmento lesionado e permite, em regra, caminhar logo nos primeiros dias e regressar ao treino em quatro a oito semanas. A sutura meniscal repara o menisco e exige uma progressão mais lenta: descarga, seguida de apoio parcial com canadianas nas primeiras semanas e um regresso ao desporto que ronda os quatro a seis meses.
Poderia parecer que a opção mais rápida é sempre a melhor, mas não é bem assim. Estudos publicados com atletas mostram que apesar da meniscectomia e a sutura meniscal permitirem taxas semelhantes de regresso ao desporto, a articulação tolera pior a remoção de tecido do menisco lateral. Assim, a conduta a adotar deverá ser ligeiramente distinta quando falamos de menisco medial ou lateral, devendo reparar-se quase sempre o menisco lateral, e ponderar com grande critério a reparação do medial, uma vez que a taxa de falência da reparação é superior. A longo prazo, preservar o menisco é proteger a cartilagem e reduzir o risco de artrose.
Depois da cirurgia, a reabilitação é tão importante como o bloco operatório: controlar a dor e o inchaço, recuperar a mobilidade, reforçar a musculatura e só depois reintroduzir corrida, mudanças de direção e treino com bola. A corrida em linha reta surge, em geral, duas a três semanas após uma meniscectomia e cerca de três meses após uma sutura. O regresso deve ser guiado por critérios funcionais, e não apenas pelo tempo.
A maioria dos atletas volta ao mesmo nível. O que determina a rapidez é o tipo e a localização da rotura, lesões associadas como a do ligamento cruzado anterior, a idade, a qualidade da cartilagem e o rigor da reabilitação. Cada joelho tem o seu tempo, e respeitá-lo é a melhor forma de garantir que a lesão de hoje não se torna o problema de amanhã."

domingo, 27 de setembro de 2026

Vitória em Braga...

ABC 34 - 39 Benfica
17-22
Vailupau(12), Izquierdo(7), Heldal(6), Bogojevic(4), Nazaré(3), Bandeira(3), Rodriguez(3), Meireles(1), Mendes, Barbeito, Padoulas, Silva, Pegas, Borges; Thulin, Arnason

Nova vitória, com mais um bom jogo, sendo os 5 golos de diferença um marcador enganador! Devíamos ter ganho por 10 ou mais! Mais uma arbitragem inenarrável, fizeram tudo para não deixar o Benfica ganhar uma vantagem grande... e na recta final estiveram quase a 'empatar' a partida, mas curiosamente foi na 2.º exclusão do Bogo (por protestos, após mais um golo em falta do ABC) que 'matámos' o jogo! Terminámos o jogo, com 5 exclusões e 2 Livres 7m a nosso favor (os dois perto do fim); o ABC teve 1 exclusão e 6 Livres de 7m!!!

Pois...

Atrasado Mental ao natural !!!

Eu não fiz nada !!!!!!!!!

Juízes de Camarote !!!

Ainda vais a tempo, João!


"Estreia de Jorge Jesus não teve foguetes nem nota artística, mas fazer de João Félix a nova figura principal pode ser um bom princípio. À beira dos 27 anos, é agora ou nunca

O tempo voa e, num piscar de olhos, João Félix já não é o menino de borbulhas na cara que deixou o Mundo de queixo caído quando rebentou no Benfica, corria a temporada 2018/19. Uma transferência megalómana para o Atlético Madrid, onde nunca foi compreendido por Diego Simeone, e sucessivos agora é que vamos voltar a ver o Félix do Benfica no Chelsea (duas vezes), Barcelona e Milan.
No defeso de há um ano esteve perto de regressar à Luz, mas preferiu o exílio dourado no Al Nassr, onde, sem surpresa, tamanha a diferença do talento do avançado em relação ao pouco competitivo campeonato local, conseguiu os melhores números da carreira — 26 golos, 18 assistências e o coroar de época em cheio com o título de melhor jogador do ano — com Jorge Jesus a treiná-lo.
Na Seleção, o mesmo constante adiar da afirmação definitiva. Roberto Martínez não percebeu o diamante que tinha, utilizou-o a partir dos flancos e, mesmo quando o jogador dava resposta numa posição que não lhe é natural, era muitas vezes o sacrificado pelo deficiente rendimento do coletivo. O tardio adeus de Martínez abriu as portas a Jorge Jesus e eram muitos os que esperavam uma revolução na convocatória e sangue novo para o fechar de um ciclo pós-Mundial e abertura de outro a pensar no próximo Europeu. Isso não aconteceu, mas, convenhamos, o grande problema do legado do antigo selecionador não foram as convocatórias, que, aqui e ali, levantam sempre pontos de discordância, mas sim a incapacidade de ler o perfil dos jogadores que tinha ao dispor para montar uma Seleção dominadora e capaz de ombrear com as melhores.
A estreia de JJ frente ao País de Gales não teve nota artística, tão pouco uma goleada farta ou momentos de futebol brilhante, mas, no adeus ao 4x3x3 para abraçar o 4x4x2, permitiu perceber que Félix fará parte da espinha dorsal daqui para a frente. E na posição certa, não preso a uma ala e com acrescidas responsabilidades defensivas.
O golo foi apenas a parte mais vistosa de uma exibição que foi um vislumbre daquele João Félix que levou o Atlético a pagar 126 milhões em 2019. «Jorge Jesus entende de futebol, na tática dele tem a posição que é a minha e toda a gente viu o que posso dar (...) Está a mudar a minha carreira, sim», disse o avançado depois do jogo com os galeses. Para bom entendedor, três ou quatro frases bastam. À beira dos 27 anos, é agora nunca para mostrar que Félix já não é só um malabarista a brincar no deserto."

Futpedia #28 - TIVEMOS DUELO ÉPICO CONTRA O JOLIVEIRA 🔥

Rola a Bola - S03E04 - Porto campeão? Portugal: Mais do Mesmo!

BF: Reforços...

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Observador: E o Campeão é... - A seleção está preparada para travar a Noruega?

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Zero: Mistério - S07E01 - Cavani

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TNT - Melhor Futebol do Mundo...

A Bola Não Mente - S01E78 - Basquetebol (e cante) alentejano, migas e NBA (c/Buba Espinho)

Mourinho contra el tiempo

sábado, 26 de setembro de 2026

Boa sequência...

Marítimo 1 - 3 Benfica


Quem diria, depois dum início de época horrível, a equipa parece estar a ganhar o equilíbrio. O reforços foram fundamentais, alguns vão subir à equipa B, mas a consistência é evidente!

Zero: Canto - Guerra e Paz: um livro já lido

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #68 - Roubo no Dragão, vitória em Turim e modalidades

Lufada...


"Ainda sou do tempo em que apregoavam aos sete ventos que este indivíduo de má índole era a “Lufada de ar fresco” que faltava ao futebol nacional, ele e o seu amigo Varandas, que eram a nouvel vougue do dirigismo do futebol português.
Infelizmente o tempo continua a dar-me razão.
Villas Boas foi um produto do sistema, para quem viu Tropa de Elite sabe bem o que isso quer dizer, ele vestiu a pele de cordeiro quando lhe interessou, numas eleições camufladas que apenas serviam de passagem de testemunho, o cheiro imundo a pocilga e podridão do sistema estava apenas disfarço por patchouli caro, comprado à custa da corrupção do clube da invicta que fez deste indivíduo campeão, algo que não almejou em mais nenhum lado em futebol de primeira divisão.
Como dirigente é o fiel herdeiro de Pinto da Costa, o mesmo discurso provinciano, o mesmo acicatar de ódios, a mesma postura e mentalidade da equipa com a mesma proteção de antigamente, todos com dois dedos de testa perceberam o que foi o Canelas FC o braço armado da triagem arbitral no norte, por lá tiveram de passar todos os que almejaram chegar à primeira liga e por lá se fizeram peões do sistema. 
O sistema fede, o sistema está podre, e o manto verde teve algum poder apenas porque alguém assim o entendeu como forma de atacar o Benfica enquanto o Porto se reestruturava e aproveitava a armadilha dos emails para se recolocar nos lugares de soberania do futebol português.
Travar isto demora décadas, há quem apregoe que com ele à frente do Benfica nada disso sucedia, mas o engraçado é que quem apregoa isso fez parte da comandita que regurgitava “não me revejo no meu clube se os emails forem verdadeiros”, algo que acabou provado em tribunal como tendo sido usurpado e deturpado tão somente para isto, obter o domínio dos bastidores!
Dormiram com o inimigo e agora julgam-se os maiores da sua rua.
Enfim…sem me desviar mais do bafiento de fato novo!
Espero que aprendam a lição, que andar a tecer loas ao inimigo sai sempre furado, eles nunca nos tecem loas, jamais, porque sabem que mais tarde ou mais cedo o cuspe que mandam para o ar lhes vai acertar na testa!"

O oposto do zelo...

Recordar que a PorkosTV tinha uma câmara no topo desta bancada!

Lagartos nunca desiludem !!!

O Benfica precisa de mais Benfiquistas, com voz, que não estão nos Órgãos Sociais, que defendam o Clube em público, independentemente dos seus amores pela actual Direção...