Últimas indefectivações

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

O Benfica escapou a um tiroteio


"Houve uma falha de energia geral na Luz, neste domingo. Um apagão do Benfica que só causou danos de reputação, mas que esteve muito perto de provocar estragos na pontuação no campeonato. Os jogos, é verdade, têm 90 minutos, mas são os 60 iniciais que merecem maior reflexão.
Há sempre demérito quando uma equipa maior não se impõe a um rival com menos argumentos individuais qualitativos. A esses, como o Rio Ave fez, é preciso ir lá pela estratégia e contar que o habitual desempenho do adversário não esteja no máximo.
Esses dois fatores estiveram em jogo na Luz. Um plano de Luís Freire a expor um Benfica fraco em relação às seis vitórias anteriores – isto no sentido da energia que teve em campo, claramente com menos pilhas do que o habitual nesta sequência.
O Rio Ave atirou muitas vezes à baliza de Trubin, atingiu-a, mas apesar de ferida a águia escapou ao tiroteio. O plano de Freire contou, provavelmente, com os minutos que o Benfica teve de jogar com o Braga, a meio da semana o que, vistas as coisas e, sobretudo, visto os 60 minutos da última noite, levam a uma conclusão: para além do plano estratégico a rever, Roger Schmidt tem de começar a rodar e a trazer novos músculos e pensamentos ágeis ao jogo encarnado.
O treinador das águias mexeu na equipa mais cedo frente ao Rio Ave, diferente daquilo que acostumou ao longo de 2022/23 e já esta época. Parece-me claro, porém, que os próximos onzes das águias, neste janeiro, precisem já de novos nomes pois essa foi a parte mais visível daquela hora encarnada, até pelos passes errados.
A falta de frescura só Benfica foi compensada pela falta de discernimento de Aderllan Santos, que com a mão na bola e segundo cartão amarelo (pode ler a opinião de Duarte Gomes sobre arbitragem) desequilibrou um jogo até aí dominado pelo Rio Ave. E depois de escapar ao tiroteio, a águia virou predador e acabou com a presa em três instantes.

Tiago Gouveia e Marcos Leonardo
Roger Schmidt lançou aqueles dois rapazes em jogo. O primeiro parece estar a ser mais ou menos preparado como o foi João Neves na época passada. Vai tendo alguns minutos, é aposta mais regular a sair do banco, beneficia, claro, da ausência de Neres e também de Bah – porque Aursnes poderia passar para o lado esquerdo do ataque, por exemplo.
Apesar de alguns bons indícios, o número 47 da Luz procura claramente maior protagonismo. Tudo certo, se um futebolista não tem ambição no início de carreira quando terá? A questão é mais sobre se essa sede está a deixar Tiago Gouveia a tomar as melhores decisões para a equipa e, até, para ele próprio.
Pela entrevista que vi na época passada, o 47 dos encarnados é um rapaz equilibrado, mas tem de dentro de campo saber que, neste momento, fazer o passe certo é tão ou mais importante que marcar um golo.
Marcos Leonardo começou com um golo e isso vai trazer-lhe confiança extra. Mas as palavras para Tiago Gouveia podem aplicar-se ao ponta de lança brasileiro. O melhor modo de cair nas graças futebolísticas é tomar a opção certa e não ir em busca de um registo estatístico."

Schmidt em xeque: como o Rio Ave quase deu a volta ao Benfica na Luz


"Forma apresentada por Luís Freire recuperou problemas antigos aos encarnados; João Neves desbloqueou a equipa nos dois primeiros golos; expulsão decisiva

O Benfica sofreu bastante para dar a volta ao Rio Ave neste domingo no Estádio da Luz. Trubin fez intervenções decisivas e os vilacondenses não conseguiram tirar, por duas vezes, do seu caminho os postes da baliza à guarda do ucraniano.
O técnico Luís Freire reclamou que a sua equipa tinha sido a melhor em campo e, na verdade, se contabilizarmos as iniciativas ofensivas e as oportunidades até à expulsão de Aderllan restam poucas dúvidas sobre a veracidade da afirmação. Depois, com mais um em campo, os encarnados não só confirmaram a reviravolta como conseguiram chegar mesmo à goleada.
Estrategicamente, como é que o Rio Ave, 15.º classificado da Liga, esteve quase a dar a volta ao Benfica na Luz?
Primeiro, não teve medo. Não só de ter a bola como também de tornar o jogo incómodo para os encarnados, que não gostam de ser pressionados.
O conjunto de Luís Freire teve coragem na forma como subiu, de forma compacta, as linhas, levando também consigo o posicionamento do último setor até ao limite – e privilegiando o bloqueio às ligações por dentro por parte do adversário –, sempre que sentia a oportunidade: assim que a bola que entrava no lateral, empurrando-o contra os limites do campo; quando o central demorava a controlar uma bola mais quadrada; e no momento em que Di María já recebia vigiado e de costas para a baliza rival, forçando-o a ver apenas o passe para alguém do duplo pivot. Encurtava ainda perante Arthur Cabral e Rafa, e montava o cerco a João Neves, que ainda nem sempre se livra da bola no tempo certo (e, paradoxalmente, foi decisivo no 1-1, ao encontrar Rafa). A teia estava bem montada.
Sempre com distâncias muito curtas entre as várias unidades, o Rio Ave manteve o Benfica à distância. Com a equipa bem colocada à frente, também a reação à perda se tornou eficaz.
Com a bola nos pés, os homens de Luís Freire nunca perderam a calma. A saída a três, com o guarda-redes Jhonatan como unidade extra, recuperou problemas antigos das águias. Se Cabral e Rafa estavam logo em inferioridade numérica na primeira onda de pressão – Benfica enfrenta a saída contrária em 4x4x2 –, João Mário também era apanhado a meio-caminho, libertando-se Josué pela direita, com Costinha projetado e sempre com um apoio por dentro: Amine ou Guga, até o próprio Joca. O Benfica partia-se em dois defensivamente e o Rio Ave conseguia chegar a momentos de finalização com relativa facilidade.
A saída pela direita dava gás a um dos laterais mais verticais da Liga: Costinha, que procurava o espaço entre centrais e guarda-redes nos cruzamentos. Além disso, com as duas equipas inclinadas para esse lado, quando a bola chegava a Fábio Ronaldo na esquerda este podia vir para dentro e tentar o 1x1.

Benfica-Rio Ave, 0-1: encarnados atraídos para a direita, cruzamento em busca do espaço entre central e guarda-redes; bola sobra na esquerda para Fábio Ronaldo, que assiste Guga (Kokçu e Di María saem ambos a Graça e esquecem-se do médio)

Os golos tiveram efeito tranquilizador para ambos os conjuntos. O Rio Ave tinha a prova de que a estratégia resultava e obrigava Trubin a esforçar-se, e os encarnados, que tinham chegado ao empate quase sem o merecerem numa transição ofensiva rápida inventada por João Neves, acabaram por sustentar aí algum crescimento até ao intervalo, com uma ou outra jogada mais interessante.

Benfica-Rio Ave, 1-1: encarnados recuperam a bola no meio-campo, com João Neves a colocar de imediato em Rafa, que assistirá Di María para uma bela finalização; equipa de Roger Schmidt marca em contra-ataque

A segunda metade trouxe duas bolas ao poste separadas por poucos minutos, e o Benfica demorou a encontrar-se. Tentou com trocas de bola quase estéreis recuperar ânimo – e esquecer algum eventual cansaço pelo jogo a meio da semana com o SC Braga, intensificado com o facto de estar agora sempre a correr do ataque para a defesa e da defesa para o ataque –, assentar posicionalmente e empurrar os vilacondenses para trás, todavia só com a expulsão de Aderllan e o 2-1, três minutos depois, a equipa de Roger Schmidt sentiu que tinha ultrapassado o pesadelo.
Benfica-Rio Ave, 1-1: jogada da primeira bola ao poste, logo no reatar da segunda parte; Costinha passa duas vezes por Morato, exposto ao 1x1, e cruza para cabeceamento de Boateng ao ferro mais distante.
Benfica-Rio Ave, 1-1: novamente Costinha, servido por Amine, a cruzar para desvio de João Graça. O médio recupera a bola, vira-se para a baliza e acerta no poste mais próximo.

Destaque-se a dupla recuperação de bola de João Neves, primeiro pelo ar, depois à flor da relva, que originou o confuso lance que terminou com o remate certeiro de António Silva. O jovem médio é, cada vez mais, o jogador mais influente dos encarnados – Rafa tem-se destacado, nesta fase, na reta final das jogadas, mas há um caminho percorrido até aí, com muitas pegadas do jovem –, embora ainda não seja, naturalmente, um produto final.

Benfica-Rio Ave, 2-1: momento em que João Neves recupera a bola pela segunda vez na mesma jogada na área vilacondense. A bola chegará, no meio da confusão, a António Silva, que fará o 2-1.

A partir do 2-1, o jogo já não teve história, com Marcos Leonardo a juntar um bom golo à estreia e João Mário a corresponder à trivela de Rafa, garantindo uma goleada bastante mentirosa.
A questão da saída a três por parte dos rivais deverá naturalmente preocupar Roger Schmidt para que não volte a ser surpreendido. Ainda mais quando a forma como pressiona não tem tido a compacidade da época passada."

O Benfica caiu na rede do Rio Ave mas ainda foi a tempo da goleada


"Durante 60 minutos, o Rio Ave foi a equipa mais organizada no Estádio da Luz, jogando na sua estratégia habitual e mesmo assim surpreendendo um Benfica que não soube reagir. Com a expulsão de Aderllan Santos, a equipa de Luís Freire foi abaixo, mas o 4-1 no marcador é um castigo demasiado pesado para os vilacondenses. Marcos Leonardo marcou na estreia

Os números da vitória do Benfica (4-1) frente ao Rio Ave contarão apenas parte da história de um jogo em que Roger Schmidt não se preparou para o que teria à sua frente. Só assim se explica os primeiros 60 minutos dos encarnados. Utilizando a iconografia marítima, que tanto apela ao coração do Rio Ave, o Benfica caiu na rede dos vilacondenses e nem se pode dizer que tenha sido por surpresa. Luís Freire entrou com o sistema habitual, a estratégia de sempre, e até à expulsão de Aderllan Santos, aos 58’, o verdadeiro acontecimento sísmico do jogo, os visitantes foram sempre a equipa mais à-vontade em campo. Com menos um e sem a qualidade individual do adversário, o desfecho seria inevitável e o marcador foi engordando, mas o Benfica não esteve assim tão longe de ser surpreendido em casa.
Os primeiros 25 minutos - e depois a entrada na 2.ª parte - são particularmente indecorosos para o Benfica, absolutamente dominado pelo Rio Ave, sempre em superioridade a sair, com Costinha e Fábio Ronaldo como alas muito projetados a acentuarem a vantagem. Aos 9’, o golo de Guga era um retrato fiel do jogo: há um primeiro cruzamento de Costinha ao qual Boateng não consegue responder, e a bola segue sem oposição ou reação para Fábio Ronaldo, que encontrou Guga livre, com os centrais do Benfica perdidos. O remate foi de primeira.
Sem reação palpável, sem adaptação ou uma pressão efetiva face à surpresa inicial, o Benfica continuou a sofrer após o golo do Rio Ave, sempre com muitas dificuldades em travar os avanços da equipa de Luís Freire. Aos 16’, Fábio Ronaldo apareceu com espaço, com Trubin a defender um remate que ainda foi desviado por João Neves. Aos 24’ foi mais uma vez o guardião ucraniano a salvar o Benfica, a parar a finalização de Boateng, que Miguel Nóbrega não teve dificuldade em encontrar na área. O golo do Benfica, numa transição em que Rafa encontrou Di María sozinho, aos 29’, apareceu num dos únicos erros de construção do Rio Ave e em contraciclo com o que o jogo transpirava até então.
Seria importante esse golo contra a corrente para o Benfica - continuou a ser a equipa menos esclarecida taticamente em campo, mas conseguiu equilibrar. Até ao intervalo, João Mário podia ter marcado num lance que Jhonathan resolveu bem e o pânico já não parecia rondar os encarnados a cada passe falhado ou bola perdida. A cada incursão do Rio Ave no ataque.
De uma equipa como o Benfica esperar-se-ia um regresso para a 2.ª parte com a lição bem aprendida e as alterações necessárias postas em marcha. Mas os primeiros minutos exacerbaram os problemas que a equipa de Roger Schmidt havia tido no primeiro tempo. Permitindo situações de vantagem ao Rio Ave no ataque, o Benfica viu a bola embater duas vezes nos ferros da sua baliza, aos 46’ e 49’, o que poderia ter mudado a história do jogo. Até aos 58 minutos, quando Aderllan Santos foi expulso, o Rio Ave foi a equipa mais organizada e mais perigosa em campo. Teve o mérito de quebrar o Benfica em pleno Estádio da Luz. A partir daí, tudo mudou.
Mudou não só pela inferioridade do Rio Ave como pelas alterações, tardias, de Roger Schmidt, lançando Florentino, Tiago Gouveia e Marcos Leonardo. O 2-1, num lance algo atabalhoado na área do Rio Ave após um canto e muito bem aproveitado por António Silva, matou desde logo qualquer plano de contingência de Luís Freire. A capacidade física esfumar-se-ia logo a seguir e os golos do Benfica apareceram naturalmente. Aos 80’, Marcos Leonardo estreou-se a marcar pelos encarnados ao primeiro remate, num golo magicado por Rafa, a trabalhar muito bem para o cruzamento de Aursnes, que encontrou a cabeça do brasileiro. Já nos descontos, foi de novo Rafa, numa das melhores fases da época, a aproveitar a quebra do rival e a cruzar de trivela para João Mario que, sozinho, só precisou de encostar para o 4-1.
E mais golos poderiam ter aparecido. Houve condições para a goleada ser ainda mais gorda, mas isso não deverá esconder uma primeira hora de jogo em que o Benfica se viu tantas vezes de mãos atadas, também por culpa própria, por não ter reagido a tempo nem feito qualquer adaptação ao futebol que o Rio Ave apresentou na Luz. Uma vitória de onde se devem retirar mais do que três pontos: também se devem retirar lições."

Resultado lisonjeiro, com estrelinha sétima vitória seguida


"Benfica 4 - 1 Rio Ave

> Nenhum treinador como Schmidt leva tão a peito a máxima de que "em equipa que ganha não se mexe". De modo que até uma galinha da Índia seria capaz de acertar no 11 para a receção ao Rio Ave. Vamos a isto!
> Metade da primeira parte já lá vai. Levámos um de entrada e eles continuam confortáveis no jogo. E a obrigar Trubin a aplicar-se.
> Praticamente do nada a sociedade Rafa-Di María inventa um golo que de todo se adivinhava: 1-1. Vamos Benfica, crl!
> Eles continuam a trocar a bola sem pressão. E nós a viver quase exclusivamente das acelerações do Rafa. Precisamos mais.
> Parece que o Rio Ave tem mais jogadores. Onde anda a nossa intensidade e a nossa pressão? Fui espreitar os números do Sofascore ao intervalo: os deles melhores que os nossos em tudo menos na posse de bola (51-49).
> Ainda agora recomeçou e o Trubin e a trave já nos safaram. E mais outra na trave. Acordem, porra! Aproveitem a estrelinha!!!
> Eles com 10: uma benção! E nós marcamos logo, insistência atrás de insistência e António Silva a fuzilar lá para dentro: 2-1!
> Schmidt mantém as substituições que ia operar e faz entrar Florentino, Tiago Gouveia e... Marcos Leonardo! Vamos ter meia hora para observar o miúdo.
> MARCOS LEONARDO!!! Já está, com 55.238 a confirmar e a festejar nas bancadas. Bela estreia.
> Bem, que assistência do Rafa! Toma lá João Mário que é só empurrar. 4-1, resultado muito, muito lisongeiro para o nosso lado. É favor tirar lições do que se passou hoje.

> O Fernando - Fanã Machado - que está comigo na segunda foto, é filho do enorme Zé "Gato" Henriques. Levou de encomenda um forte abraço para o pai, uma lenda viva das balizas do Glorioso."

Vinte e Um - Como eu vi - Rio Ave...

Simples: Rio Ave...

El Mítico #70 - Llegar, jugar y marcar

Nene: Rio Ave...

Terceiro Anel: Rio Ave...

BI: Rio Ave...

Bigodes: Rio Ave...

5 minutos: Rio Ave...

ESPN: Futebol no Mundo #303 - Show de Vini Jr e título do Real Madrid; De Bruyne brilha em virada do City

Zero: Mercado - Diomandé, Benzema, Paulinho

Zero: Tema do Dia - SC Braga está em quebra?

6, excerto...

Mercados, excerto...

BTV: pós-jogo, excerto...

Trio, excerto...

Hora, excerto...

Benfica FM - Megafone #13 - "Não foi um comportamento aceitável..."

Segundo Poste...

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Vermelhão: Também se ganham jogos assim...!!!

Benfica 4 - 1 Rio Ave


Foi de facto uma vitória feliz, onde jogámos pouco, mas conquistámos os 3 pontos! O cansaço referido pelo Roger foi culpado de algumas coisas, mas não foi o único culpado! Mas já agora, o Benfica não pode ganhar, jogando mal?! Temos adversários que vão ganhando e jogando mal e porcamente, semana após semana, e não parece existir depressões coletivas!!! E ganhar jogos, após o árbitro expulsar um adversário? Isso só pode acontecer aos nossos adversários diretos?!!!

Contra um adversário, com uma boa cultura de posse de bola, a nossa falta de qualidade defensiva posicional veio ao de cima! O Di Maria não defende, e o João Mário ultimamente, também está muito menos efectivo na cobertura e nas 'ajudas' aos médios-centro... E isso, faz com que o Benfica pareça estar a defender com 9 jogadores!!!

Além dos 4 defesas, só o Neves ganha duelos defensivos, e isso é fatal...!!! Com a equipa desequilibrada defensivamente, é fundamental ter o Tino no onze! Pois, é o nosso único verdadeiro recuperador de bolas, antecipa-se, corta linhas de passe, e ganha duelos... e mesmo nos passes, na minha opinião, está muito melhor!

Onde se viu algum cansaço, foi na nossa construção ofensiva, com a equipa a jogar praticamente parada, sem desmarcações... Com o adversário, a jogar com a linha defensiva, muito subida (novamente, é o 3.º jogo consecutivo que isso acontece...), voltámos a não saber aproveitar as costas dos Centrais adversários, com os avançados a não procurarem a profundidade, e quando o ameaçaram fazer, os passes nunca saíram!!!


O jogo com o Braga na Quarta, foi intenso, mas muito sinceramente houve tempo para recuperar! Julgo que houve alguma falta de concentração no pré-jogo, os jogadores pensaram que o jogo iria ser mais fácil, e quando se verificou em campo, que não iria ser assim, não houve capacidade para alterar o 'momento'!!!


O Trubin voltou a ser fundamental, numa partida onde praticamente todos os remates foram à baliza, e no início do 2.º tempo, teve a ajuda dos postes...!!! Os Centrais, desta vez, tiveram muito mal na 1.ª fase de construção... O Morato levou com adversários 'baixinhos' e notaram-se as dificuldades! Di Maria e João Mário voltaram a fazer golos, mas fizeram um jogo muito mau, novamente! O Neves e o Kokçu, não conseguiram dominar o meio-campo, jogaram quase sempre em 'inferioridade' numérica, e hoje, até o João Neves falhou vários passes, que normalmente não falha... Cabral muito mexido, mas com pouca bola, Aursnes mais uma assistência, numa partida onde foi o nosso melhor defesa!!!
O Rafa continua em grande forma...

Grande entrada do Tino, que devia ter sido titular, e não sendo, devia ter entrado ainda na 1.ª parte, quando eram notórias as dificuldades do Benfica em 'mandar' no meio-campo; e não entrando na 1.ª parte, devia obrigatoriamente ter entrado ao intervalo!!!
Foi arriscada a estreia do Marcos Leonardo, mas correu bem, com um excelente golo... e ficou perto do bis!!! Tem toque de bola, tem presença, dá para perceber que é mesmo craque!!! Falta ganhar ritmo... E falta os colegas perceberem que com ele podem e devem meter a bola na profundidade!!!
O Gouveia falhou três golos... e duas ocasiões a Luz pedia o passe em vez do remate, mas eu não condeno remates à baliza... È óbvio que está ansioso, mas tem entrado bem, dá uma capacidade no um para um, que neste momento, nenhum outro Ala dá à equipa... e obriga os adversários, a fazer dupla marcação!


O homem que no início da época, foi roubado à descarada, no jogo contra os Corruptos, na sua própria casa (perdeu 3 pontos nos descontos!), e na altura, ficou calado, hoje, não gostou da derrota por 4-1!!!
A arbitragem foi má, muito má, quase sempre a favor do Rio Ave... nos Amarelos ao Santos, também acho que o 1.º foi exagerado, mas o 2.º Amarelo é clarísismo... E sim, a expulsão acabou por influenciar a forma como o jogo decorreu, mas agora, resumir a vitória do Benfica, a este lance, é ridículo... E já agora, será que só quando jogam contra o Benfica, os treinadores adversários, se preocupam com os orçamentos!!! Alguém lhe deve ter dito, que este discurso, dá trabalho no Tugão! E ele deve ficar no desemprego nos próximos meses!!!


O Boavista é o próximo adversário, e é uma equipa bastante diferente, não tem nem metade da qualidade de posse de bola do Rio Ave, mas vão ser ainda mais agressivos nos duelos, e vão tentar jogar direto, nos contra-ataques! O novo treinador tem a escola do Cãoceição, e um Benfica, a meio-gás, a pensar na Taça da Liga, pode vir a ter problemas...

Campeões Nacionais de Estrada


O Benfica sagrou-se Campeão Nacional de Estrada, em Tomar, com o Issac Nader a sagrar-se Campeão Nacional individual...

Na véspera, já tínhamos conquistado o título Nacional na Milha de Estrada (competição nova), tanto coletivamente, como individualmente com o João Carlos Pinto...

Nota ainda para o histórico Recorde Nacional absoluto do Salto à Vara, com Pedro Buaró, com uns magníficos 5,75m !!! Agora, é repetir a marca, nas grandes competições!

Muito bom...

Corruptos 0 - 3 Benfica


Vitória convincente, numa partida com uma dinâmica do agrado do Veríssimo, com o Benfica com menos bola, mas mais objetivo... e com bom aproveitamento!

Grande golo do Varela, e muita consistência na defesa...

Regresso às vitórias...

Benfica 5 - 0 Caxinas

Vitória normal, depois da derrota da 1.ª volta!

Grande vitória...

Benfica 3 - 1 Vila Sana

Talvez, a melhor exibição e o melhor resultado, da história do hóquei em patins feminino do Benfica! Eu sei que a vitória de hoje, não nos deu nenhum troféu, mas considerando a qualidade da adversárias, e tendo em conta a forma como jogámos, esta terá sido mesmo o nosso melhor jogo... de sempre!!!

Desinspiradas...

Racing Power 1 - 1 Benfica
Norton


Talvez a pior exibição da época, com um empate, que só não foi pior, porque o Sporting acabou por empatar na Damaia, logo a seguir!!!

Com a Kika lesionada, não podemos começar um jogo destes, com a Alidou no banco! Com um bocadinho mais de 'cabeça' até podiamos ter feito a remontada, nos últimos minutos, mas jogámos demasiado tempo, com 'medo'!

Inacreditável a não expulsão na pisadela à Jéssica; seguida do penalty inventado na Damaia a favor do Sporting, que as Lagartas desperdiçaram, com uma grande defesa da Adriana, e que teria alterado a classificação da Liga!
Hoje, perdemos uma grande oportunidade de cavar uma diferença de 4 pontos, mas podia ter sido pior!

Somar três pontos


"O Benfica recebe hoje o Rio Ave (18h00) no jogo referente à derradeira jornada da 1.ª volta do Campeonato. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Fechar bem a 1.ª volta
Roger Schmidt refere o bom momento das águias e o objetivo de vencer na receção aos vila-condenses: "Espero um jogo difícil, e estamos preparados para isso. Estamos a meio da época, temos mais um jogo para disputar para obtermos mais três pontos. Estamos numa boa situação, em boa forma, confiantes e a jogar bom futebol. Vai ser uma luta difícil até ao último segundo da temporada."

2. Sábado vitorioso
Foram várias as equipas do Benfica em ação ontem. Em basquetebol, apuramento para a final four da Taça de Portugal ao vencer o Portimonense por 85-53. No hóquei em patins, goleada no Entroncamento para a Taça de Portugal (1-10). Na deslocação ao AA Espinho em voleibol, triunfo por 0-3.
Quanto às equipas femininas, o Benfica ganhou ao Alpendorada em andebol (58-35), ao CAB Madeira em basquetebol (42-63) e ao povoense em futsal (1-7).

3. Jogos do dia
As Inspiradoras visitam o Racing Power (13h00), a equipa B de futebol joga no reduto do FC Porto B (15h30) e a equipa feminina de hóquei em patins tem jogo europeu na Luz com o CP Vila-Sana (12h00). Em futsal, receção ao Caxinas (16h00), e, em voleibol no feminino, deslocação a Braga (17h00). No râguebi, a equipa feminina disputa, no Estádio Universitário de Lisboa, a 1.ª mão do acesso à final do Campeonato com o RC Bairrada/RC Tondela (15h00).

4. Título nacional
O Benfica venceu a primeira edição do Campeonato Nacional de milha em estrada. A nível individual, José Carlos Pinto foi o campeão nacional e Etson Barros ganhou a medalha de prata.

5. Protagonista
Miguel Nascimento, um dos nadadores do Benfica que alcançaram os mínimos para os Jogos Olímpicos de Paris, é o protagonista da semana. Uma entrevista para ver, na íntegra, na BTV ou ler no jornal O Benfica.

6. Benfica Quiz Night
Foi realizada a 5.ª edição desta iniciativa do Museu Benfica – Cosme Damião."

Sim, Eriksson chegou a treinar o Benfica


"Sueco foi um revolucionário nos encarnados e no próprio futebol português

Eriksson chegou, de facto, a treinar o Benfica. Não há aqui erro algum, a frase apenas peca por defeito. Por largo defeito, sublinhe-se. Para quem não sabe do que escrevo, foi assim que, nas redes sociais, descreveram o sueco, depois de este ter assumido, publicamente, estar há meses a lutar pela vida.
As redes sociais, sabe-se, têm destas coisas. São sempre demasiado superficiais, vagas e até injustas. Que serviço uma publicação como esta presta a um jovem adepto que a lê e que, naturalmente, não viveu esses tempos? Nenhum.
Sven-Goran Eriksson foi mais do que um técnico que passou por Portugal e que chegou a treinar os encarnados. Aterrou na Luz depois de conquistar uma Taça UEFA com o IFK Gotemburgo e revolucionou por completo hábitos, mentalidade e a forma de se jogar em Portugal. Levou os encarnados a duas finais, a da Taça UEFA, perdida a duas mãos para o Anderlecht logo no seu primeiro ano, e a Taça dos Campeões Europeus diante do Milan dos três holandeses e de Arrigo Sacchi, em 1990. Depois, conquistou o segundo scudetto da história da Lazio, além de uma Taça das Taças e uma Supertaça Europeia. E, por aí fora, numa longa carreira, que talvez não lhe tenha trazido tantos troféus quantos os que realmente merecia.
Lateral-direito tornado técnico aos 28 anos no Degerfors, da segunda divisão, devido a uma lesão grave, e influenciado pelo seu treinador Tord Grip (futuro adjunto de Georg Ericsson nos AA suecos) e pelas observações do trabalho de Bobby Robson no Ipswich Town e de Bob Paisley no Liverpool, Eriksson tornou-se um discípulo da influência britânica trazida por Bobby Houghton e Roy Hodgson para o Malmo nos primeiros tempos do profissionalismo no país. Uma filosofia que abdicava do líbero e da marcação individual e apostava na zona, na pressão ao portador e na linha de quatro defesas, embora com um futebol mais direto, de bolas longas para as costas do último reduto contrário.
Pragmático, o resultado sempre foi o mais importante para Eriksson, um treinador obcecado pela geometria defensiva e pelas obrigações posicionais sem bola por parte de cada um dos seus jogadores. No entanto, com esta nos pés, deixava os atacantes livres para se expressarem. Foi assim que conseguiu aliar a latinidade de Portugal e Itália a um rigor que pouco de latino tinha. Juntou a técnica à ética de trabalho e à perceção tática, com foco ainda na dimensão física do jogo, quebrou vícios e acrescentou dimensão até à forma como os próprios futebolistas se viam a si mesmos e à equipa. Foi um revolucionário, fundamental para um segundo fôlego do Benfica a nível continental.
Cavalheiro e de gosto requintado, nem sempre tomou as decisões certas que o mantivessem à tona com o seu legado. Eriksson devia ser daqueles que depois de um Manchester City não deveria treinar uma Costa do Marfim, na China ou a seleção de Singapura. Há técnicos que não podem baixar a fasquia. E isto é válido para muitos outros. Força, Sven!"

Da depressão à euforia


"O futebol e o desporto em geral têm algo de único e inexplicável. Rapidamente se passa do oito ao oitenta. Um dia, uma equipa, um treinador ou um jogador são assobiados ou apupados e, noutro, os mesmos intervenientes são aplaudidos e idolatrados. Os sentimentos estão sempre à flor da pele. Por estes motivos, quem gere (treinadores ou administrações) tem de ser racional e ponderado. É fundamental ter um caminho bem definido, com linhas orientadoras que permitam tomar as melhores decisões possíveis. Como em todos os negócios, no futebol, é fundamental que se perceba o contexto micro e macro que se está a atravessar e ter flexibilidade para se fazerem ajustes durante o caminho.

Benfica a melhorar
O Benfica está a atravessar o melhor momento na presente temporada. Seis vitórias consecutivas nas quais foram marcados 17 golos e apenas quatro foram consentidos. Os triunfos trazem confiança, para jogadores e adeptos, e validam o processo. Estava tudo mal anteriormente? Está tudo perfeito agora? A resposta é: não. Mas então o que é que mudou? Na minha opinião, um conjunto de fatores contribuíram para a equipa encarnada apresentar, hoje, um futebol mais alegre. Em primeiro lugar, Roger Schmidt mudou a sua abordagem ao jogo. O ano passado, o Benfica era caraterizado por ser uma equipa ultra pressionante, que tentava condicionar os adversários na saída de bola. Este ano, RS tentou jogar da mesma forma, mas, com jogadores com caraterísticas diferentes, não estava a resultar. Assim sendo, o treinador encarnado optou por baixar a sua zona de pressão, de forma a que os adversários possam subir as suas linhas e assim ficar com espaço para explorar a profundidade nas costas das defesas adversárias. Em simultâneo, ao encolher a equipa, torna-a mais junta e consegue camuflar o problema da transição defensiva, que existe desde o início da época. Com esta abordagem, conseguiu esconder um dos seus pontos fracos (transição defensiva) e explorar um dos seus pontos fortes (velocidade e capacidade de desmarcação de Rafa). O segundo ponto que permitiu ao Benfica voltar a ter exibições mais consistentes tem a ver com a ousadia dos adversários. A partir de certo momento, os adversários do Benfica pensaram que podiam jogar de igual para igual, por a equipa encarnada estar a atravessar um mau momento. Assim, sobem as linhas, querem pressionar alto, jogando muitas vezes com as suas defesas sobre a linha do meio campo, permitindo que o Benfica tenha todo o meio campo ofensivo para poder explorar. Quem tem jogadores como João Neves, Kokçu, João Mário, Di María para servir e Rafa para se movimentar, as coisas ficam mais fáceis. Ao perderem o respeito pelo Benfica os adversários estão a colocar-se a jeito. Em igualdade, e com jogos partidos, ganha quem tem mais qualidade e jogadores decisivos.

João Neves: o motor
Rafa a desequilibrar, Trubin a segurar e João Neves a equilibrar, têm sido os jogadores mais importantes e influentes no Benfica. Destaco João Neves porque é incrível a sua evolução, o seu crescimento, a sua maturidade e a sua qualidade de jogo. Se é verdade que o facto da equipa do Benfica definir uma zona de pressão mais baixa ajuda a esconder um dos grandes problemas que o coletivo tem, não é menos verdade que João Neves, por si só, também resolve muitos dos problemas da equipa. Apesar de baixa estatura, é enorme no relvado: intenso nos duelos, lê bem o jogo, tem enorme qualidade e personalidade na saída de bola, compensa maus posicionamentos dos colegas com uma enorme capacidade de deslocação e agressividade no relvado. Por fim tem algo que não é fácil de encontrar. Não se acomoda, continua focado e concentrado, dá tudo e cria uma enorme empatia com os adeptos que se revêm no seu comportamento. Ganhou o seu espaço por mérito próprio e está cada vez mais a ganhar uma vaga no Euro 2024, pela qualidade que, semana após semana, apresenta.

Arthur Cabral: reforço?
Arthur Cabral tem vindo a melhorar as suas exibições. Ponto assente que nunca questionei a qualidade de Arthur Cabral. Questionei sim o perfil da contratação, porque as características do jogador brasileiro não encaixavam na forma de jogar de Roger Schmidt. A contratação de Marcos Leonardo é uma prova de como a administração encarnada e o seu treinador também duvidavam da capacidade de Arthur Cabral para fazer a diferença. Ninguém investe 18M€ num avançado em janeiro se tiver três que lhe dão garantias. Ninguém bate a cláusula de rescisão de um jogador que está num clube com margem negocial reduzida (Santos) por ter descido de divisão, se tiver confiança nos atletas que estão nos seus quadros. As últimas exibições de Arthur Cabral vieram provar algo que tenho abordado há muito tempo: o Benfica tem jogadores de enorme qualidade mas tem de jogar de acordo com as suas caraterísticas. Não se pode substituir um jogador que tem determinadas caraterísticas por outro diferente e pensar que tudo vai funcionar. Aliás, Kokçu é outra contratação encarnada que tem o perfil ideal mas que ainda não conseguiu demonstrar todo o seu valor. Por que acontece isto? Porque, possivelmente, não está a jogar na posição correta! Como exemplo maior, basta analisar o Real Madrid de Ancelotti. Com Benzema jogava de uma forma e sem Benzema joga de outra. Ancelotti não correu o risco de colocar um jogador no lugar de Benzema e manter tudo intacto. Pelo contrário, criou uma dinâmica ofensiva que potencia os jogadores que tem à disposição. A tal flexibilidade e adaptação que são fundamentais no futebol! Porto ou Braga Estamos na última jornada da primeira volta e a quatro meses do fim da época. Ainda há muito por lutar. Hoje joga-se um Porto-Braga. Tendo em conta o contexto destas duas equipas, o jogo de hoje pode ser muito mais do que uma disputa por três pontos. Se empatarem, ficam, respetivamente, a 7 e 9 pontos do líder. Se o Porto perder ficará a 8 e o Braga mantém os 7 pontos de atraso. Se o Braga perder, ficará a 10 pontos e a luta ficará, definitivamente, entregue aos três grandes. Comecei o artigo a referir que passamos do oito ao oitenta com muita facilidade. Depois de uma bela Liga dos Campeões, o Braga corre o risco de, no fim da primeira volta, estar com os mesmos pontos que o seu grande rival, o Vitória. Do lado dos dragões, não existe outro resultado possível que não seja alcançar os três pontos, para poder dar seguimento ao bom jogo efetuado contra o Estoril e para manter a distância pontual dos rivais, depois de já ter deixado cair a Taça da Liga. A realidade é que ainda irão existir muitos obstáculos para todos até ao fim do campeonato. A luta vai ser dura. O vencedor será aquele que for mais consistente, que tenha a capacidade de não se deixar afetar pela euforia e que consiga ter a flexibilidade necessária para se adaptar às dificuldades que irá encontrar pela frente.

A valorizar
Bernardo Silva. Bernardo é um jogador mágico. Conhece o jogo como poucos. Ontem voltou a brindar a liga inglesa com um golo incrível, que vale a pena ver e rever, num jogo de grau de dificuldade elevado.

A desvalorizar
SC Braga. Numa semana importante, não se conseguiu impor. Um empate frente ao grande rival, o Vitória, e a eliminação da Taça de Portugal frente ao Benfica. Por estes motivos, o jogo de hoje frente ao Porto ganha uma dimensão adicional."

A Verdade do Tadeia - Flash - Sporting...

Terceiro Anel: Diário...

MoreAA9Skillz: Marcos Leonardo...

RTP, excerto...

Hora, excerto...

domingo, 14 de janeiro de 2024

Antevisão...

Objetivo, intacto...

Benfica 85 - 53 Portimonense
16-12, 24-17, 29-6, 16-18

Estamos na Final Four da Taça de Portugal, após mais uma vitória tranquila...

Sem espinhas...

AA Espinho 0 - 3 Benfica
18-25, 24-26, 20-25


Mais uma folha-limpa...

Goleada na Taça...

Entroncamento 1 - 10 Benfica

Um quase-fenómeno ao intervalo, com um curto 1-2, numa goleada, onde só 3 jogadores marcaram!

BI: Antevisão - Rio Ave...

5 minutos: Diário...

Visão: Álvaro Fernández...

Sporting: o contrato de Amorim


"Gyokeres é o principal fator, mas este Sporting também se faz das palavras do treinador

O Sporting segue na frente e pelo menos até este domingo isso será uma verdade. A equipa de Ruben Amorim tem sido a mais constante na Liga.
Pode dizer-se isso assim, quando um ponto apenas separa os leões do Benfica? Quando o Sporting não tem nem a melhor defesa, nem o melhor ataque do campeonato? Creio que sim, porque o futebol é muito mais do que o fica na estatística.
Os números dizem-nos muitas vezes que houve uma vitória, mas não como foi a exibição. Eu, por exemplo, prefiro essa frase que anda tantas vezes a ser repetida no meio: «Diz-me como perdes, que eu dir-te-ei quem és.»
Para lá dos triunfos, se calhar são as duas derrotas na Liga que nos dizem mais desta versão da equipa de Ruben Amorim. Na Luz, dizem as opiniões que o jogo devia ter caído para o Sporting, em Guimarães que podia ter caído para qualquer um dos lados. Em reflexão, quando perdeu, o leão podia perfeitamente ter vencido e isso é característica de uma equipa competitiva.
Na época passada, é justo dizer, o Sporting não foi nada disto e daí ter terminado a primeira volta a 12, oito e sete pontos de primeiro, segundo e terceiro.
É bom recordar o que disse o treinador logo após o último jogo do campeonato passado, em Vizela. Quando lhe perguntaram se teria mudado alguma das decisões tomadas, Amorim afirmou: «O impacto que teve a saída do Matheus Nunes, talvez não tivesse feito tanta força para ele ficar. Faríamos tudo em conjunto. Foi a única vez que eu acho em que não estivemos todos juntos e teve um impacto muito grande.»
Quem sabe se o ataque ao mercado, com a convicção de que Viktor Gyokeres era o homem ideal para o ataque – recorde-se que Frederico Varandas chegou a envolver-se pessoalmente na contratação – não começou naquele problema identificado pelo técnico.
A melhoria da equipa e a constância aqui argumentada têm no sueco o principal fator, mas este Sporting também se faz das palavras do treinador.
Ruben Amorim renovou com o Sporting em novembro de 2022 - vínculo até 2026. Mas já esta época fez um outro contrato, desta vez público, quando em outubro, disse que era «a época do tudo ou nada». Explicou, dias depois, que «a direção não fez ultimato nenhum, mas o clube assim o exige».
Amorim parecia acordar com o universo leonino que se não for primeiro, não pode ser nunca segundo e, como tal, sem ser campeão desde 2021 sairá de Alvalade.
Nesta sexta-feira, em conferência de imprensa, o técnico referiu que, se um dia sair antes de 2026, o Sporting não terá de lhe pagar nada. A questão, porém, é se o universo verde e branco não devia rever estes termos acordados publicamente – por uma das partes é certo, mas tendo em conta o geral comportamento da outra -, agora que, mais do que resultados, o Sporting apresenta evolução e competitividade. Em suma, se o Sporting não chegar ao título, o mundo leonino deve questionar-se.
«Diz-me como perdeste o campeonato e dir-te-ei o que fazer.» Não haverá um valor monetário associado, mas o preço a pagar pode ser bem alto…"

Aliás, ainda podemos acrescentar...

𝗡𝗮𝗱𝗮 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗮 𝗮𝗰𝗿𝗲𝘀𝗰𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿

Antes...

Derby de comunicados deu K.O.!


"Desde o início, o MP e os juízes ilibaram o Benfica, sem acusações formais. Contudo, o Sporting insiste que a verdade desportiva foi adulterada, tentando denegrir a nossa reputação. Bem o Benfica a não deixar margem para dúvidas.
Na quinta-feira na Liga de Ouro e ainda antes de qualquer comunicado, já tinha dado nota sobre a hipocrisia verde e branca. O que falta, ao Sporting, é memória e vergonha. Se tivesse ambos, não tentava obter na secretaria aquilo que manifestamente não conseguiu em campo, obrigado Bryan Ruiz. Mas, também não seria o Sporting se não o tentasse.
Exemplos no Sporting abundam, desde a confissão de um ex-presidente nos anos 90 sobre a compra de árbitros, até à encenação de corrupção por um vice-presidente, quando um vice-presidente do Sporting encena um ato de corrupção (a justiça não conseguiu provar que o clube tivesse conhecimento dos crimes cometidos pelo seu dirigente no ativo o que é brilhante), depositando intencionalmente 2000 euros na conta de um árbitro, condicionando-o, a ele e a todos os árbitros era tudo a favor da verdade desportiva.
No processo Cashball esteve sempre tudo bem. Quando um agente que se disse mandatado pelo Sporting e tentou corromper um jogador de futebol do Vitória FC e árbitros de andebol. O caso foi a tribunal mas não se provou que o empresário estivesse mandatado pelo Sporting e mais uma vez o paladinos acharam que estava tudo bem.
Tão pouco se lembrou da verdade desportiva quando, ao longo de vários anos, viu-lhe perdoadas dívidas bancárias no valor de 100 milhões de euros, enquanto aos outros clubes, a banca exigia os pagamentos integrais das suas dívidas. O Sporting também não viu inconveniente no facto da reestruturação ter sido negociada, por parte dos bancos, por um candidato a Presidente do Sporting. Também aqui, os campeões da verdade desportiva comeram e calaram."

A-T-É Q-U-E E-N-F-I-M!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Aleluia, Benfica! Aleluia, Rui Costa! Aleluia, Pedro Pinto!


"Que isto seja o início da luta sem medos e sem tréguas contra a perseguição nojenta que tem sido feita ao Benfica sem qualquer tipo de escrúpulos e que se prolonga há vários anos com notícias recicladas mil e uma vezes com um objectivo claro: conspurcar o nome do Benfica sempre que nos sentem fortes. Tem valido absolutamente tudo e importa de uma vez por todas parar a brincadeira! Se for necessário, com denúncia pública dos nomes e instituições por detrás deste teatro montado há meia dúzia de anos!
Obrigado, Benfica! E contem connosco! Assim, sim!"

Sportinguistas depois do comunicado do SL Benfica: Nem a bancada do Estoril fez tanto ruído quando estourou meio de um jogo com o FC Porto...



Alberto Mota, in Facebook

Comportamentos daltónicos !!!

Terceiro Anel: Café #18 - Hugo Pereira...

Terceiro Anel: Diário...

Nemias...

BI: Bancada Jovem #5 - Arouca e Braga: renascimento de Arthur Cabral

Zero: Mercado - Koindredi, Alvaro Fernandéz, Joshua Zirkzee

Uma Semana do Melhor, excerto...

Carlos Manuel, excerto...

Sagrado, excerto...