Últimas indefectivações

terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Falta de compostura!!!



"Nuno "ressabiado" Farinha - o tal que foi corrido por ser "bufo" (ou seja, por desrespeitar a instituição SL Benfica) - acabou de afirmar aos microfones da CNN Portugal que, ao contrário do habitual, o treinador Roger Schmidt foi de fato de treino para o jogo em vez do seu "outfit". Para este sujeito, Schmidt nunca o tinha feito.
Segundo o próprio, esta atitude do alemão é demonstrativo da falta de liderança e de quem não está preocupado com o respeito pelos adeptos. Atitude essa, que inclusive, leva a que os jogadores percam a compostura (como se viu com Rafa, no final do jogo). Mostram uma imagem de desleixo do treinador do SL Benfica.
Se alguém quiser ter mais ideias LUNÁTICAS, chegue-se à frente. Mas alerto que vai ser difícil superar esta... Boa sorte a todos. 😏
Exemplos:
✅ Arouca - Benfica
✅ Varzim - Benfica
✅ Lusitânia - Benfica
✅ Benfica - Famalicão
✅ Midtjylland-Benfica"

A saga continua...


"E assim acaba o fim de semana. Mais 3 pontos para o Calor da Noite, à custa de mais uma arbitragem escandalosa às mãos de António Nobre e Rui Costa (o árbitro no VAR irmão de Paulo Costa, dirigente do Conselho de Arbitragem). Menos 2 pontos para o Benfica, à custa de erros próprios e de mais um erro claro, evidente, premeditado, propositado, repetido de Fábio Melo no VAR. Três actuações como VAR nos tempos recentes, três actuações com erros gravíssimos, sempre a prejudicar o Benfica: Moreirense há 3 anos num jogo em que sonega ao árbitro ângulos do lance de penalti que pediu ao árbitro para reverter, Braga no ano passado para a Taça de Portugal que ditou a eliminação do Benfica e onde deixa um penalti claro por marcar e hoje novamente em Moreira onde deixa passar uma expulsão claríssima a Marcelo, jogador do Moreirense.
De todos estes erros, o Benfica ou o seu Presidente nunca falou publicamente. Depreendemos com isto que o Presidente do Benfica gosta de ser sodomizado e prevê-se por isso que o silêncio continue e que Fábio Melo, um andrade fanático de Valongo, continue livre e alegremente a ser nomeado como VAR para jogos de Benfica e do seu clube do coração.
Deliciem-se com o registo de imagens relativas a António Nobre e à garantia de isenção que o mesmo oferece.
Ou os sócios do Benfica arranjam forma de avançar para eleições antecipadas para, entre muitas outras coisas mas principalmente, evitar a Centralização dos Direitos Televisivos ou o Benfica corre o sério risco de daqui a meia dúzia de anos não existir, pelo menos da forma que sempre o conhecemos. A situação é grave como nunca. O Benfica é saco de pancada de tudo e todos, compete num campeonato encharcado de árbitros andrades e lagartos (aí colocados nos últimos anos pela trupe Fontelas, Bertino e Paulo Costa - não esquecer também o papel fundamental de Bruno de Carvalho ao injectar na arbitragem fanáticos lagartos como Fábio Veríssimo, entre muitos outros) e onde até os comentadores da estação oficial de transmissão de jogos da Liga Portuguesa são fanáticos andrades e lagartos com orientação anti-benfiquista (vide exemplo de Luis É com o Peito Lobo).
(...)"

Um 0-0 pode conter futebol


"Num jogo com uma 1.ª parte frenética e uma 2.ª em que o Benfica não teve ideias para desembrulhar a coesa linha defensiva do Moreirense, o nulo não foi sinónimo de deserto. Mas para os encarnados por ser igual a perder a liderança do campeonato

Poderia dizer Epifânio Companheiro Amigo Palhaço, da querida Herman Enciclopédia, que o golo é o fruto da seiva do amor futebolístico, mas não é só dele que se faz o futebol. Afirmação polémica, dirá o leitor, aceitamos, mas é olhar para a 1.ª parte do Moreirense - Benfica: frenética como poucas, com transições, bolas na barra e muitas ocasiões. Tivesse sido todo o encontro assim e teríamos assistido a um extraordinário jogo de futebol. A seguir ao intervalo desequilibraram-se as forças, mas entre a falta de ideias do ataque do Benfica e a coesão defensiva do Moreirense - 3.ª equipa com menos golos sofridos do campeonato, vale a pena referir - o jogo ficou mesmo por um nulo, um bom nulo, futebolisticamente falando, que deixa os encarnados à mercê do Sporting na liderança.
Um 0-0 pode conter muito futebol e na 1.ª parte o Benfica soube do que é feito este Moreirense, uma equipa taticamente bem definida, direta ao assunto e com talento individual em barda. Mesmo sem Ofori, os primeiro 15 minutos foram de um constante atazanar dos da casa à equipa grande, com as perdas de bola de Florentino ou João Neves a serem transformadas em transições diabólicas. Alanzinho, pequeno gigante jogador, fez o primeiro remate aos 4’ e liderou tantas outras jogadas. Aos 7’, Madson rematou cruzado, muito perto, e logo de seguida à barra. Foram seis remates sem resposta e um golo anulado por fora de jogo. O Benfica sofria.
Vislumbres da reação encarnada só surgiram depois do primeiro quarto de hora. Periclitante na defesa, Florentino teve baliza aberta para marcar aos 16’ mas cabeceou para onde estava virado, que não era a direção certa. Aos 19’, foi Di María a criar perigo. Lá atrás, os ataques rápidos do Moreirense continuavam, a rapidez daqueles jogadores é imensa e Gonçalo Franco liga toda a corrente elétrica. Mas com o Benfica finalmente a conter alguns dos erros que marcaram o início, a balança equilibrou, embora ambas as equipas continuassem obcecadas com a baliza. Coisa que o espectador agradece.
Ao intervalo, Schmidt, tirou Florentino e Neves, responsáveis por parte dos pecados benfiquistas na 1.ª parte, e lançou Chiquinho e Kokçu. O primeiro mal se viu, mas o turco tentou aquilo que o Benfica não conseguiu quase nunca fazer na primeira parte, pelo menos em construção: posse mais fluida e mais para a frente. Conseguiu a espaços, num jogo que, com a normalidade a que nos subjuga o nosso futebol, começou a pender mais para o líder, para a equipa grande.
Ainda assim, por muito que Schmidt continue a bater na tecla do “top performance”, este Benfica padece há muito de falta de soluções, de criatividade. Fora um lance de Di María aos 49’, após insistência de Tengstedt, e do golo anulado a João Mário aos 72’, na única jogada verdadeiramente ligada que os encarnados conseguiram, o Benfica teve sempre imensas dificuldades em entrar na coesa linha defensiva do Moreirense, que teve em Maracás um líder de respeito.
Um pouco mais à frente, Gonçalo Franco deixou as tarefas de lançador para se embrenhar num trabalho intenso de roubo de bolas, é um médio completíssimo que não deverá ficar muito mais tempo por Moreira de Cónegos, assim alguém tenha olho. O Moreirense continuou a tentar a sua sorte no contra-ataque, ainda provocou um calafrio aqui e outro ali, mas depois daqueles primeiros 15 minutos de excelência a equipa pareceu cansada no 2.º tempo, tal o trabalho hercúleo na defesa que foi obrigada a fazer.
Com tudo isto, o jogo ficou menos interessante, menos entretido. Passou a ser uma dura peregrinação de paciência dos encarnados, mas sem imaginação não há fé que “o golo vai aparecer” que valha. O ponto é um pequeno prémio para a equipa da casa, que na 1.ª parte mostrou que queria mais do que isso, mas que leva de consolo o 4.º jogo consecutivo sem sofrer, o que também é obra. E o Benfica fica agora à mercê do Sporting no topo da tabela."

Vinte e Um - Como eu vi - Moreirense...

Águia: Moreirense...

Bigodes: Moreirense...

BI: Moreirense...

5 minutos: Moreirense...

Terceiro Anel: Diário...

A Verdade do Tadeia - Flash - FC Porto...

Segundo Poste...

Rola, excerto...

BTV: pós-jogo, excerto...

RTP, excerto...

6, excerto...

Trio, excerto...

Hora, excerto...

Bc: Schjelderup & Rollheiser...

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Vermelhão: 2 pontos perdidos...

Moreirense 0 - 0 Benfica


Mais dois pontos perdidos, numa partida, onde voltámos a demonstrar muitos problemas: nos primeiros minutos na transição defensiva e no resto do jogo, na falta de dinâmica ofensiva, e a já habitual falta de objetividade no momento do remate!

O Moreirense está em 6.º. com 5 pontos de vantagem sobre o 7.º classificado! Tem jogado bastante bem, e hoje, soube aproveitar de início, as lacunas do Benfica... Com o Benfica mal posicionado na perda de bola, com saídas rápidas e simples, ao primeiro toque (muito difícil executar...), obrigaram o Trubin a muito trabalho! O Benfica levou algum tempo a adaptar-se: Centrais mais perto dos avançados; e 'matar' as jogadas imediatamente após a perda de bola... Mas quando 'acertámos', o Moreirense deixou de criar o perigo que criou inicialmente...

Mas ofensivamente, nunca conseguimos 'incomodar' o esquema adversário: Sem rapidez nas Laterais, sem Extremos desequilibradores (tanta falta fez o Neres hoje, principalmente no 2.º tempo...), o nosso jogo torna-se previsível...

Nos últimos dois jogos, contra o Sporting e o Inter, a equipa parecia querer melhorar, mas as dinâmicas dessas partidas foram completamente diferente. No Tugão, contra este tipo de equipas, é necessário outro tipo de 'jogo'! Contra adversários super-agressivos, que usam a falta recorrente, como o principal recurso defensivo, sem espaço entre a Linha defensiva e o guarda-redes, é necessário 'largura', velocidade, jogadores com boas decisões 'entre-linhas', homens de área, e desequilibradores nas Alas... e neste momento, não temos nada disso!

O ataque ao treinador vai continuar, sempre que os resultados forem negativos, mas neste momento, com o plantel mal construído desde início, e com jogadores fundamentais lesionados, nada mudará! Até poderemos ter a 'certeza absoluta' que os jogadores que estão no banco, fariam mais e melhor, do que os jogadores titulares, mas tudo isso não passa da habitual falácia dos treinadores de bancada (sofá ou teclado)! Bah e mais tarde Neres, fazem muita falta... Até porque com o Bah de volta, o Aursnes poderia ser uma opção para o meio-campo! E com o Neres, será mais fácil, 'abdicar' do Di Maria...!!!

Como não podia deixar de ser, mais um erro grave, com influência do resultado: Vermelho direto, aos 50' por mostrar ao Marcelo, Central do Moreirense! Nem sequer tenta jogar a bola, entrada de frente, com os pitõns sobre o Kokçu! Totalmente intencional... e só não lesionou, porque não acertou na perna de apoio! Incompreensível, como o Verdíssimo dá Amarelo e como o VAR ficou calado!

O facto de matematicamente ainda existir 'esperança' na qualificação para a Liga Europa, também não ajuda, na concentração dos jogos do campeonato! A partida da próxima Sexta, com o Farense na Luz, será extremamente importante e extremamente complicada! O Farense do Zé Mota, tem criado muitas dificuldades contra os ditos grandes, e o Benfica com todas as debilidades que actualmente tem, principalmente no ataque posicional, vai ter muitos problemas em ultrapassar o autocarro que virá de Faro!

É fundamental, mantermo-nos na liderança, ou muito perto (2 pontos no máximo), até Janeiro, onde alguns dos problemas básicos da formação deste plantel, podem ser retificados!

Barata: 2h 07m 35s !!!


Terceira melhor marca Portuguesa na Maratona, só atrás do António Pinto e do Carlos Lopes, e qualificação Olímpica!
Parabéns ao Samuel Barata...

Ganhar é o objetivo


"O Benfica visita o Moreirense e só pensa na vitória. A partida tem início marcado para as 18h00. Este é o tema em destaque na BNews..

1. Nota
Assinala-se, uma vez mais, que a unanimidade da crítica aponta para a existência de um penálti perdoado ao FC Porto. Uma vez mais, árbitro e VAR decidiram em sentido contrário. É já o terceiro penálti não assinalado neste Campeonato contra o FC Porto, com crítica unânime para a inação de árbitro e VAR. Fica o registo e a exigência de rigor para uma Liga que quer ser referência.

2. Com o fito nos três pontos
Na opinião de Roger Schmidt, a visita ao Moreirense é "muito difícil" frente a um adversário que tem feito "uma excelente temporada". E acrescenta: "Compete-nos ter um bom desempenho, porque precisamos disso para vencer o jogo."
Com o Benfica na liderança da prova, Roger Schmidt defende que "o importante é acabar em 1.º lugar, não precisamos de ser o primeiro durante toda a temporada. Mas em cada jornada há uma oportunidade para continuar em 1.º lugar. Toda a gente vê que estamos a melhorar enquanto equipa, a forma dos jogadores em termos individuais também está a melhorar. Quanto à classificação, isso é uma consequência do que fizermos."

3. Golo do mês
É de João Neves, frente ao Sporting, o Golo do Mês de novembro escolhido pelos adeptos.

4. Resultados
Em andebol, o Benfica bateu o Póvoa AC por 29-23. No basquetebol, triunfo benfiquista frente ao Lusitânia (94-51). No futsal, Ronda de Elite terminada com pleno de vitórias (na última jornada, 1-10 ante o Prishtina). Em hóquei em patins, vitória em Sesimbra a contar para a Taça de Portugal (3-12). No voleibol, o Benfica ganhou, 2-3, no reduto do Castêlo da Maia. A equipa B perdeu, por 1-0, na deslocação ao AVS. No andebol feminino, 37-18, na receção ao ACD Monte. Em râguebi, vitória benfiquista no campo do CDUP (28-36) e liderança isolada na prova ao fim de 7 jornadas.

5. Agenda
Além da partida em Moreira de Cónegos, hoje há os seguintes jogos de equipas femininas do Benfica: em andebol, deslocação ao Juve Lis (16h00); em futsal, visita ao Águias Santa Marta (13h00); em voleibol, embate no pavilhão do Castêlo da Maia (16h00).

6. Protagonista
Diana Durães, nadadora do Benfica, é a protagonista da semana. Uma entrevista para ver na íntegra na BTV ou ler no jornal O Benfica.

7. Dia repleto de benfiquismo
Veja a reportagem da BTV sobre a inauguração da primeira Casa Benfica 2.0.."

Inqualificável...


"Inqualificável o que se está a passar no futebol português. Bem sabemos que a Liga Portugal não pode deixar cair o FC Porto devido à calamitosa situação financeira, mas isto extravasa todos os limites. Isto é corrupção pura e dura aos olhos de todos. Isto são os anos 90 ao vivo e a cores.
E toda a roubalheira em direto e com o selo de aprovação de Luís Freitas Lobo e da Sport TV, que insiste em dar palco a este adepto fanático portista travestido de comentador imparcial.
Até quando as pessoas que gostam de futebol vão tolerar isto?
Para que serve, afinal, o VAR em Portugal?"

Até o Leirós!

BI: On Tour - Ataque a Roger Schmidt, Europa, formação e o melhor/pior de 2023

O péssimo exemplo de Cristiano Ronaldo


"Inaceitável o gesto de Cristiano Ronaldo acusando o árbitro de estar ‘comprado’

Acredito que mesmo o mais fiel admirador de Cristiano Ronaldo se perguntará, com alguma perplexidade, como pode a maior figura do desporto mundial perder ainda a cabeça, aos 38 anos, com a desfaçatez com que Cristiano a perdeu, no feriado desta sexta-feira, durante o clássico Al Hilal-Al Nassr, jogo maior da jornada da Liga da Arábia Saudita que opôs, também, os treinadores portugueses Jorge Jesus e Luís Castro.
O péssimo exemplo dado pelo capitão da seleção portuguesa fica seguramente registado como um dos mais inaceitáveis que se viram esta temporada nos palcos dos principais jogos das melhores ligas mundiais, e creio que apenas nos resta esperar, desejar e acreditar que Cristiano Ronaldo se sinta, a esta hora, verdadeiramente arrependido dos gestos que teve no decorrer do grande jogo que opôs a sua equipa ao líder do campeonato saudita, treinado por Jesus.
A grandeza de Cristiano Ronaldo (que em momentos como este é inevitavelmente atingida) devia torná-lo incapaz, sobretudo aos 38 anos e com o notável percurso profissional que tem, de expor em campo atitude tão inqualificável como a de acusar o árbitro de estar comprado pelo adversário, à boa maneira de um certo faroeste muito próprio de décadas como as de 80 e 90, em campeonatos profissionais de dimensão terceiro-mundista.
O gesto de Cristiano Ronaldo, insinuando claramente o recebimento por parte do árbitro de dinheiro do adversário para prejudicar o Al Nassr e beneficiar o Al Hilal, não é um pormenor sem importância nem uma daquelas reações mais admissíveis sempre que se trata de um jogo com temperatura inevitavelmente mais escaldante como era o caso do jogo entre os principais candidatos ao título da Arábia Saudita.
Naturalmente escrutinado pela dimensão e impacto mundial que tem, Cristiano Ronaldo sabe muito bem o que deve ou não deve fazer num campo de futebol e não precisa que lho digam. A competir, não é a primeira vez, aliás, que Cristiano tem publicamente um gesto feio, para não lhe chamar outra coisa, mas creio (correndo o risco de estar errado) que nunca o víramos ser protagonista de uma atitude tão desprestigiante como a que assumiu no jogo de sexta-feira. Fê-lo com um permanente e indisfarçável sorriso irónico e por mais de uma vez exibiu, com as mãos, claro sinal de dinheiro alegadamente pago ao colombiano Wilmar Roldán Pérez, de 43 anos, o árbitro escolhido para o jogo grande da jornada, na linha da opção tomada pela federação saudita de recorrer a árbitros estrangeiros, com as insígnias da FIFA, para dirigir as partidas da Liga do país.
Mesmo admitindo que o juiz da partida possa ter cometido erros, e erros suficientemente grosseiros, porventura até com eventual influência no resultado, o que Cristiano Ronaldo fez não pode aceitar-se vindo de qualquer que seja o atleta profissional, e muito menos, como parece mais do que evidente, de um dos maiores desportistas mundiais de sempre. É profundamente imaturo, muito irresponsável e abre perigosamente caminho a exemplos que atentam contra a mais básica dignidade do jogo e contra a mais simples ética de comportamento que se exige aos profissionais e a figuras com tamanha responsabilidade pública.
No passado, já se viu o árbitro colombiano Roldán Pérez envolvido em semelhantes situações controversas, muito semelhantes, aliás, às que motivaram agora fortes críticas dos responsáveis do Al Nassr, nomeadamente do treinador português Luís Castro.
Mas ao mais alto nível do desporto profissional, nenhum erro de arbitragem, ou qualquer outro, pode justificar o tipo de acusações e de gestos de Cristiano Ronaldo, feitos à vista de toda a gente e aos olhos de todo o mundo.
Na luxuosa bolha em que vive, talvez lhe seja indiferente o julgamento feito. É pena. A grandeza não vem da arrogância ou da obsessão pelo sucesso. Vem da humildade e do respeito. E Cristiano saberá que o seu lugar na história do desporto não merece ser diminuído."

Pôr o dedo na ferida


"A mensagem que [André Villas-Boas] quis passar foi que a administração está no FC Porto a servir-se da instituição e não a servi-la

A classificação dos clubes portugueses nas competições europeias diz-nos muito sobre o estado atual do futebol nacional. Uma coisa é obvia, estamos a afastar-nos dos lugares cimeiros do ranking da UEFA. Temos várias formas de analisar este facto: podemos encontrar um problema naquilo que não controlamos, como a forma como as competições são organizadas e contabilizadas, ou, se quisermos evoluir, podemos perceber que este não é o caminho…

Garantia de Pedro Proença
De uma forma surpreendente, na última quinta-feira, numa entrevista ao programa CNN Em Jogo da CNN Portugal, Pedro Proença garantiu que vai ficar na Liga de Clubes até ao fim do mandato. Foi o próprio que o afirmou, dizendo: «O Presidente da Liga tem o compromisso que, à data de hoje, vai cumprir o seu mandato.»
Como todos sabemos, as eleições da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) serão em setembro de 2024. Quem se quiser candidatar, já deverá estar a preparar a sua equipa. Ora, se Pedro Proença referiu a frase acima transcrita, é sinal de que não está a preparar a sua candidatura à FPF, até porque, se no passado dia 30 de novembro assumiu o compromisso de levar o mandato até ao fim, não será certamente em 10 meses que irá preparar uma candidatura à FPF… contrariando o que garantiu publicamente! Numa altura em que se pretende dar um rumo diferente ao futebol português e em que a transparência é um dos motores da mudança, seria inconcebível que um dos seus mais altos representantes, Pedro Proença, enganasse as pessoas, os adeptos e os agentes económicos publicamente. Seria também muito negativo que o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) abandonasse o projeto, a meio do seu mandato, num momento em que está em causa o futuro do futebol português. Pior ainda por ser alguém que vem do terreno, que esteve dentro dos relvados e que percebe a importância do compromisso que se deve ter em cada momento. Se abandonasse o mandato a meio estaria a demonstrar que, muito mais do que se preocupar com o futuro do futebol português, estaria sobretudo a olhar para a sua carreira e para o seu ego. Estas questões deixam de se colocar depois da garantia dada no passado dia 30 de novembro. Ao longo da breve entrevista, Pedro Proença puxou dos galões ao falar dos seus três mandatos, denominando-os da seguinte forma: 2015-2019: recuperação económica; 2019-2023: consolidação; 2023-2027: afirmação da Liga Portugal no espetro nacional e internacional.
Quem ouviu Pedro Proença ficou, claramente, convencido que a nossa maior competição nacional de clubes teve uma evolução incrível em todos os sentidos, o que me leva a formular as seguintes questões: se a nossa liga evoluiu tanto nos mandatos de Pedro Proença, como o próprio referiu, por que motivo Inglaterra, França ou Brasil desistiram dos direitos de televisão da nossa liga em 2023/2024? Por que motivo a grande fatia das receitas da maior parte dos clubes portugueses são, apenas, as transmissões de TV? Por que motivo continuamos a perder espaço no ranking da UEFA? Será por causa da Conference League, como referiu Pedro Proença?
Relativamente a esta questão vale a pena relembrar um ponto importante: até hoje, nenhuma equipa portuguesa conseguiu amealhar pontos para o ranking UEFA na Conference League: Arouca, Vitória, Gil Vicente, P. Ferreira ou Santa Clara ficaram-se pelos play-off. Para aqueles que dizem que a Conference League não deveria valer os mesmos pontos que as restantes competições, realço apenas um facto: em 2020/2021 o Feyenoord ficou em quinto no campeonato neerlandês e, no ano seguinte, chegou à final da Conference League; em Portugal essa posição (5.º) foi ocupada pelo Paços de Ferreira, que em 2021/2022 ficou de fora no play-off de apuramento para a mesma competição. Podemos continuar a dizer que a culpa de perdermos lugares no ranking é da UEFA… enquanto não assumirmos que a nossa liga não é competitiva, não é interessante, não tem regras que a valorizem, permitindo aos clubes fazer o que bem lhes apetece, e que não é gerida numa lógica coletiva, mas sim individual, vamos continuar a perder espaço face a outros países que apresentam uma visão e compromisso muito maior que o nosso. Ao contrário do que Pedro Proença nos tem querido passar, em oito anos a evolução da LPFP não acompanhou a evolução e desenvolvimento dos jogadores, treinadores e das receitas que a indústria gera. Como tal, esperamos que nestes últimos anos que lhe restam à frente da LPFP, Pedro Proença tenha a capacidade de voltar a recuperar o interesse de mercados internacionais na Liga Portugal. Tal só será possível se a qualidade do nosso produto melhorar substancialmente, não nas palavras porque essas leva-as o vento, mas sim no terreno.

A sensatez de Villas-Boas
O discurso de André Villas-Boas na última Assembleia Geral do FC Porto demonstrou aquilo que temos vindo a referir: alguém bem preparado, que apresenta factos e que pretende imprimir um novo rumo ao seu clube. Abordou de uma forma pragmática a degradação do património do FC Porto clube e SAD. Tocou em dois pontos sensíveis e que ninguém respondeu: questionou se esta administração também hipoteca o seu património familiar à proporção e velocidade com que hipoteca o futuro do FC Porto. Aqui, indiretamente, a mensagem que quis passar foi que a administração está no FC Porto a servir-se da instituição e não a servi-la. Quem serve, gere os recursos como se fossem seus, com eficiência e rigor.
O segundo ponto foi a forma como marcou a sua posição na aprovação ou recusa das contas. Afirmou que aprovava as contas se a administração devolvesse o prémio que recebeu (€1.600M). Foi interessante verificar que ninguém ligado à administração tocou nestes dois pontos. Aliás, o discurso tanto de Pinto da Costa como o de Fernando Gomes foram no sentido de encontrar algo pessoal que pudessem expor de Villas-Boas. Este pode ter sido o primeiro round de vários que ainda irão existir. Estrategicamente, temos duas abordagens diferentes: uma com visão, que aborda o FC Porto e se preocupa em apontar um caminho e um projeto; outra que vive do populismo e que se foca em abordagens pessoais, em vez de explicar os problemas e as soluções que têm para o clube.

Roger Schmidt - desnorte?
Depois de uma boa primeira parte frente ao Inter na qual a equipa, a espaços, fez lembrar o Benfica da última época, os segundos 45 minutos voltaram a demonstrar um Benfica receoso, que desconfia de si mesmo e que não tem no banco um treinador com capacidade para ajudar a equipa quando esta mais precisa. Roger Schmidt não só não teve a capacidade de analisar o que estava a acontecer em campo na segunda parte, como, no final do jogo, não soube comunicar da melhor forma. É verdade que o Benfica acabou por empatar um jogo que esteve a ganhar por 3-0. Também é verdade que a equipa encarnada marcou três golos a um Inter que na Liga dos Campeões só tinha sofrido dois. Na primeira parte conseguiu condicionar a construção do adversário através de uma pressão e reação à perda eficaz, como foi exemplo o segundo golo encarnado. Estes foram apenas alguns dos pontos que o treinador encarnado poderia ter abordado e valorizado. Ao invés, preferiu focar-se no árbitro. Aqui surgem diferentes interpretações: será que Schmidt falou do árbitro para desviar as atenções e não ter de falar da falta de equilíbrio tático nas transições defensivas (problema que está identificado há muito tempo, mas que nunca foi corrigido) e também mental que a equipa demonstrou na segunda parte? Ou acredita mesmo que o empate foi culpa do árbitro e não consegue ver os defeitos da sua equipa?
Uma coisa é certa: neste momento, Roger Schmidt não só está nervoso como parece perdido. A forma como mexeu na equipa aos 90+9’ é mais um facto que suporta o desnorte que o treinador encarnado tem vindo a demonstrar dentro e fora dos relvados."

Jurásek, Kokçu e... Vlachodimos?


"O sorteio para a fase final do Euro 2024 arrancou sorrisos aos adeptos portugueses – e não foi só por aquele inusitado momento dos estranhos e intrusos gemidos…
Turquia, Chéquia e alguém que venha do play-off teoricamente mais fraco. Nada mau!
Agora que já esfregámos as mãos de contentamento, convém parar e olhar para trás, antes de pensar no que está pela frente.
Sempre disse que tenho medo é dos grupos ‘fáceis’ ou ‘acessíveis’. As favas contadas, para Portugal, foram sempre difíceis de contar.
É verdade que, no atual modelo, a fase de grupos do Europeu serve mais para encontrar as oito piores equipas do que apurar as melhores. Mas é bom não facilitar. Afinal, mesmo quando fomos campeões estivemos tão perto de ser eliminados.
A Turquia tem uma boa equipa. Talvez muitos adeptos portugueses só conheçam o benfiquista Kokçu, mas há muito mais.
Vincenzo Montella só pegou na seleção em setembro, a tempo de vencer o grupo de apuramento.
Tem guarda-redes fiáveis, defesas rijos (Soyuncu, Demiral ou Çelik) talento num meio-campo liderado por Çalhanoglu – e à espera que Arda Guler jogue no Real Madrid - e avançados competentes (Yazici, Karaman, ainda Under e os jovens talentos Yildirim ou Yildiz). Acima de tudo, os turcos têm um conjunto coeso e equilibrado, que pode ser forte.
A Chéquia não tem selecionador. Deverá ser um checo (nunca teve um estrangeiro) mas até poderá ser um alemão ou um português – porque não?
Seja como for, os checos, liderados pelo ‘farol’ Soucek, podem ser difíceis de bater. É certo que já não têm o talento de 1996 ou 2008 (em 2012 já em fim de linha) mas podem ser guerreiros incómodos.
A escola de Praga exporta facilmente talentos para Alemanha, Itália, Países Baixos – e Portugal. Há uma nova geração ansiosa por brilhar nos grandes palcos. Convém não subestimar.
Depois, o play-off. Uma incógnita, claro. Serão Grécia e Geórgia mais fortes do que Cazaquistão e Luxemburgo? Março dirá. E haverá tempo de preparar o adversário que daí sair.
Seria interessante reencontrar os gregos (ai 2004…) já que vamos tropeçar na história de outros europeus, como 2008, quando tivemos República Checa e Turquia no caminho – e vencemos ambos.
Pela terceira vez consecutiva, Portugal fica no Grupo F, o tal que dá mais tempo para preparar o primeiro jogo, como recordou Roberto Martínez.
As semelhanças podem terminar por aí. Preferimos passar em primeiro. Nas últimas duas edições fomos terceiros no grupo. E como estivemos perto de fazer as malas em 2016…"

Terceiro Anel: Diário...

Hora, excerto...

RTP, excerto...

domingo, 3 de dezembro de 2023

Antevisão...

Goleada...

Prishtina 1 - 10 Benfica

Contra a equipa da casa, goleada, numa das qualificação mais tranquilas para a Final Four dos últimos anos, contra todas as expectativas...

Mas agora, o mais importante, é o próximo jogo: Sábado, com o Braga.

Vitória na Taça...

Sesimbra 3 - 12 Benfica

Mesmo com muita juventude, goleada esperada, com passagem natural aos 16 avos de final da Taça de Portugal...

Fácil...

Benfica 94 - 51 Lusitânia
21-20, 27-16, 22-7, 24-8

Muita rotação, contra um adversário muito fraquinho este ano...!!!

Vitória na Maia...

Castêlo da Maia 2 - 3 Benfica
25-23, 14-25, 25-22, 19-25, 9-15

48 horas após um jogo de Champions, com viagem até à Maia, e jogo muito complicado... num plantel, onde a idade, já pesa!!!
Mas esta secção já nos habituou, que nunca desisti...!!!

Derrota nas Aves...

AVS 1 - 0 Benfica


Contra uma das equipas mais experientes e manhosas da II Liga, sofremos um golo de bola parada, e não conseguimos dar a volta ao marcador

Bello: Inter...

BI: Antevisão - Moreirense...

Circo!

G-A-T-U-N-O-S!

Peitadas!!!


"VAR - Rui Costa
Comentador - Luis Freitas Lobo: "É no peito!"
Cúmplice - Rui Costa, Presidente do Benfica e o silêncio ensurdecedor.
Amanhã há mais em Moreira de Cónegos com Fábio Verdíssimo e Fábio Super Dragão Melo no VAR.
Adepto do Benfica sofre e está completamente abandonado à sua sorte. Assim como o treinador do Benfica, já agora. Quantos anos mais vamos precisar para limpar a trupe Vieirista toda do Benfica e elegermos de uma vez por todas um BENFIQUISTA que não esteja preso pelos tomates para nos defender de toda a corrupção e tráfico de influências que voltou a dominar o futebol em Portugal?

P.S.- Luis Freitas Lobo, és uma vergonha de um ser humano. É triste ser-se como tu. Um fanático andrade contratado para mentir a todo o Portugal. Ainda tiveste vergonha há uns anos atrás quando toda a gente te topou, mas perdeste-a novamente voltando ao activo. Há um Presidente do Putedo para eleger em 2024 e os soldados foram todos chamados para o combate. És repugnante."

"É no peito!" - diz o aldrabão do Luís Freitas Lobo.


"Mais um ROUBO de todo o tamanho, quando o resultado está em 0-1.
No outro lance a sorte do jogador do FC Porto é não se chamar Musa!!"

"É peito", Luís Freitas Lobo.


"A lata desta gente que tenta condicionar o que as imagens ilustram de forma clara.
Árbitro, VAR e Sport TV.
Mais um jogo. Mais um escândalo."

Novembro...

5 minutos: Diário...

120 mil...


"Comemorou-se ontem o 69° aniversário do dia em que Joaquim Ferreira Bogalho quase sucumbiu à comoção de colocar um ponto fnal da maior epopeia não desportiva da História do SLB. A construção do Estádio do Sport Lisboa e Benfica é tão emocionante que se guarda na prateleira das Lendas e explica em grande parte o fascínio dos adeptos pelo Gigante de Betão. O saco de cimento doado pelo adepto, o tijolo assente pelo simpatizante ou a parede pintada pelo sócio são estórias dignas de contos de fadas que não podem ser passadas sem lamechice na ponta dos dedos e que definiram para sempre o misticismo vitalício que o anfiteatro tem no imaginário da Nação Benfiquista. Não duvidem que estamos muito bem servidos actualmente, mas se a Nova Luz é toda modernaça, uma espécie de automóvel do séc. XXI, lindo, apinhado de gadgets, confortável e dinâmico, a Catedral era crua, rija e barulhenta, o carro dos anos 70/80. Abria-se o capôt e estava tudo ali. Qualquer problema que houvesse, era sempre nos platinados... em qualquer um dos 120 mil que tinha."

Cada vez mais atacado: 10 boas razões para defender Roger Schmidt

"1. Por princípio, qualquer treinador do Benfica é para defender até à morte.
2. Sempre que um dos nossos é alvo de uma campanha de bota-abaixo, eu estou do lado dele.
3. O valor da estabilidade é fundamental para atingir o sucesso em futebol. O Benfica não pode ser um cemitério de treinadores campeões (Rui Vitória, Bruno Lage...).
4. Depois de longas três épocas de frustrações imensas, Roger Schmidt devolveu-nos a alegria de festejarmos um empolgante título de campeão.
5. Lideramos a Liga quando estão disputadas 11 jornadas (1/3 da prova) e apresentamos a melhor diferença entre golos marcados e sofridos. Temos, inclusivamente, mais 3 pontos do que nos mesmos 11 jogos da época passada (contra os mesmos adversários nos mesmos estádios).
6. Para a Liga, vencemos o Porto (1-0) e o Sporting (2-1) na Luz, coisa que não acontecia desde 2013/14. Neste século (desde 1999-2000), só tínhamos conseguido essas duas vitórias 3 vezes (agora 4). Desde que chegou, Roger Schmidt tem 4 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota em 7 clássicos e dérbis.
7. Vencemos clara e merecidamente o primeiro troféu oficial da época. Note-se que não ganhávamos uma Supertaça ao Porto desde 1985 e íamos numa série de 8 finais perdidas com eles.
8. Estamos na luta pelas taças de Portugal (nos 1/8 final) e da Liga (a um empate caseiro do apuramento para a Final Four).
9. Rui Costa não é infalível, toma, como todos, decisões erradas, mas está seguramente mais habilitado do que nós para ajuizar o trabalho de Schmidt e decidir o melhor para o Benfica.
10. O apoio massivo dos adeptos não é uma condição suficiente, mas é uma condição necessária para uma equipa
se sagrar campeã."

𝗜𝗻𝗾𝘂𝗮𝗹𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮́𝘃𝗲𝗹 𝗰𝗮𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗮 𝗼 𝗕𝗲𝗻𝗳𝗶𝗰𝗮


"Pensávamos que já nada nos iria surpreender depois de semanas seguidas a vermos o Benfica e Roger Schmidt serem alvo de ataques cerrados completamente injustificáveis por parte de várias personalidades reconhecidamente anti-Benfica, mas Pedro Henriques, ex-árbitro e ex-avençado do Sporting, conseguiu a proeza de ultrapassar todos os limites. No podcast "E o campeão é", da Rádio Observador, o comentador desportivo foi longe demais, afirmando que «Roger Schmidt revela algum autismo. Ao menos que faça uma coisa, aprenda a falar português, que já estou farto de ter alguém que não respeita o meu país e a minha língua».
1. Estas declarações absolutamente inaceitáveis a resvalar a xenofobia e o insulto demonstram uma patologia evidente: amnésia. Bobby Robson, Graeme Souness, Co Adriaanse, Ronald Koeman, Frank Vercauteren, todos eles estrangeiros e nenhum falava português. Onde andava a indignação de Pedro Henriques? Onde andavam os jornalistas que combinaram o ataque concertado contra Roger Schmidt na semana passada? Das duas uma, ou todos estes jornalistas e comentadores estão agora mais burros e subitamente deixaram de perceber inglês, ou então precisamos do regresso dos programas e-oportunidades e e-escolas para que estes indivíduos e outros tais possam tirar uma formação na língua mais falada do mundo, atualmente com 1.5 biliões de falantes (onde claramente Pedro Henriques e os referidos jornalistas não se inserem, pois só percebem português de Portugal e mirandês).
2. Talvez Pedro Henriques se esqueça do contexto altamente desfavorável com que Roger Schmidt se deparou quando chegou ao maior clube de Portugal, enfrentado uma crise desportiva que persistia há 3 anos. Ao treinador alemão não se exigia que aprendesse português. Ao treinador alemão exigia-se trabalho, empenho e resultados. E foi exatamente isso que fez. Montou uma equipa de alto nível que logo na primeira época alcançou o título nacional. Na segunda época, já conquistou uma Supertaça, venceu todos os jogos contra os rivais e encontra-se em 1.º lugar no campeonato português, com todo o mérito.
3. Na Europa, difícil é ganhar ao Autuérpia, empatar com o Raków e perder com a Atalanta. Empatar com o Inter, atualmente vice-campeão europeu, é coisa de clube pequeno. Em Portugal, ao contrário do FC Porto, que ganhou ao Montalegre - atualmente 3.º classificado do Campeonato de Portugal, e do Sporting, que goleou o poderosíssimo Dumiense - atualmente no último lugar do Campeonato de Portugal (14.º, com apenas uma vitória), o Benfica enfrentou e derrotou o Famalicão, uma das equipas complicadas da liga portuguesa. Tivesse o Benfica goleado por 8-0, e teríamos assistido a uma tempestade dos jornalistas e comentadores devido «à falta de competitividade». Como foi o Sporting, tratou-se de «respeitar os adeptos» e «garantir espectáculo». 
4. Os jornalistas, comentadores e especialistas desportivos ligados aos rivais (esmagadora avençados, como foi o próprio Pedro Henriques) sabem que enquanto o Benfica continuar a despedir treinadores, estará sempre mais perto do fracasso e da instabilidade. Ainda assim, não deixa de ser curioso que quando Amorim ficou em 4.º lugar e fez uma campanha miserável nas competições europeias, não vimos ninguém a falar em crise nem a pedir o seu despedimento. A memória é tramada. «Dores de crescimento», não era?
5. Uma Supertaça, três jogos frente aos rivais, três vitórias, cinco golos marcados e apenas um sofrido, primeiro lugar no campeonato com apenas uma derrota na primeira jornada, oitavos de final da Taça de Portugal e, por fim, um jogo na Taça da Liga, uma vitória e primeiro lugar do grupo. Esta é a nossa crise.
Que continuem as campanhas para nos tentar derrubar que nós continuaremos o nosso caminho.
Sempre pelo Sport Lisboa e Benfica! 🔴⚪️"

Roger Schmidt, vamos lá falar do nosso treinador.


"O que tenho assistido nos últimos meses, sim meses e não semanas, não é nada de novo, assistimos a folclore idêntico com todos os que passaram pelo nosso banco com especial incidência sobre aqueles que triunfaram.
Jorge Jesus era alvo de escárnio e gozo por parte de tudo e todos, mesmo da comunicação social dita sua amiga não havia um que não o atacasse pelas suas incapacidades em matéria de vocabulário, ou por não se saber expressar em português correto;
Rui Vitória, um senhor exemplar no banco e fora dele, teve de dar o corpo às balas na fase do maior ataque levado a cabo a uma instituição nacional, defendendo e clube com unhas e dentes, sempre presente sem virar as costas, foi trucidado por tudo e todos, principalmente os Benfiquistas, que nunca lhe perdoaram os zero pontos na Champions, esquecendo a fase de reconstrução da equipa e plantel pelo qual passávamos e também o feroz ataque que ia desde e-mails a sei lá mais o que é que até à data resultou apenas na queda de treinadores e direção…mais de resto nem uma vitória em tribunal para o lado de quem atacou!
Bruno Lage, o menino bonito das conferências de imprensa, estatuto que só gozou enquanto não limpou tudo e todos com números arrasadores, depois foi um fartas vilanagem, até com um 10-0 foram embirrar, bem sei que não é o mesmo ganhar 10-0 ao Nacional do que 8-0 ao Dumiense…mas prontos…um foi um enxovalho, o outro um resultado glorioso, só lhes faltou a habitual volta olímpica…voltando atrás, Bruno Lage passou do comunicador nato que até do canal panda podia falar, para o homem perdido e confuso que nem para escolher equipas de matraquilhos dava;
Veríssimo esses gozou sempre de boa imprensa, ao final de contas veio sempre para apanhar os cacos que ficaram para trás, mesmo assim quando ganhou uns jogos consecutivos, os escribas afiaram logos as penas e as bocas de ressonância para o atacar;
Jorge Jesus novamente, acho que nem vale a pena mencionar, marcado por tudo e todos que não o queriam de volta, foi esmagado por tudo e todos e pelo próprio ego. Faz parte, foi um erro de casting, mas não teve complacência da comunicação social em nenhum momento, o novo normal;
Roger Schmidt, chegou com “If you love football you love Benfica”, com o seu gegenpressing é futebol atraente, falando em inglês apesar de ser alemão e que não fazia comichão, como não fez com Mortimore, Robson, Boloni, Vercauterem, Camacho, Lopetegui etc etc que nunca esboçaram um português correto, mas agora, e eu percebo, é constrangedor ouvir indivíduos formados em comunicação social, que na maioria das vezes nem conseguem articular um português correto para ler as encomendas que lhes fazem quando mais ainda ter de traduzir isso para inglês, é uma trabalheira danada e as avenças da santa aliança não incluem serviço de tradução, logo levas com o bom português algum do Brasil inclusivamente que é para aprenderes que se vens para o Benfica para ganhar vais levar connosco experts de coisa nenhuma que nem o curso de treinador conseguimos tirar apesar de falarmos com eles todos os dias!
E é nisto que se transformou a comunicação social portuguesa, sem um pingo de isenção, sem um pingo de dignidade ou profissionalismo…o código deontológico dessa profissão nem para substituir papel higiénico hoje em dia serve.
Juntamos a isso ex tudo e mais alguma coisa que na maioria dos casos todos juntos tem menos conquistas do que o Diogo Luís…perdão que este mesmo tendo jogado no Benfica não ganhou merda nenhuma apenas um grande contributo durante o nosso Vietnam para rechear as suas e as nossas vitrines de ar!
A estes artistas quase circenses juntam-se agora ex avençados verdes cuja carreira arbitral todos conhecem e que resolvem ser xenófobos só porque sim, o novo normal na boca destes indivíduos que vivem em regime de protetorado azul e verde!
Dito isto tudo, não pensem que estou embevecido por RS, mas é o meu/nosso treinador, e se não formos nós Benfiquistas a defendermos os nossos quem o fará??
Bem sei que nós não podemos aceitar viver com “tranquilidade” ou em constante “crescimento”, muito menos podemos chamar os “bois” no Jamor ou mandar bocas xenófobas sempre que nos apetece “Veio a dormir, tem de perceber que tem um treinador português, não espanhol", mas não podendo isto tudo com as gargalhadas da plateia de escribas, ao menos que defendamos agora o Roger Schmidt para não voltarmos a repetir o passado recente!
Lembrem-se que eles não querem o nosso bem, nunca o quiseram nem nunca irão querer, para eles um Benfica bom e digno é o que terminou há umas décadas em 6 lugar!"

Um problema chamado Schmidt


"De um treinador perdido e inseguro nunca poderá nascer uma equipa de forte personalidade e afirmação. Schmidt tem de sair do seu labirinto

Penso, muito sinceramente, que Roger Schmidt não sabe o que se passa na cabeça dos seus jogadores. Tem de ter a noção de que se passa alguma coisa que, sem aviso prévio, os leva a sentirem-se condicionados e a jogarem sob brasas, numa intranquilidade que condena qualquer tática ao fracasso. Mas por que será que isso acontece? A pergunta, para um jornalista, é óbvia e legítima. Porém, feita pelo próprio líder do grupo torna-se grave e, até, indesculpável.
Um treinador de uma equipa em manifesta crise psicológica, com jogadores sempre assustados pelo que possa vir aí e correr mal, tem de saber as causas, quanto mais não seja, para medir as consequências. Claro que pode ter um discurso otimista para o exterior e dar sinais de que está tudo sob controlo, mas esse não pode ser um comportamento de validade sem prazo, fora de qualquer compromisso com a realidade. É fácil para o comum dos observadores constatar que o treinador alemão está a passar por muitas dificuldades. Não consegue, sozinho, encontrar antídoto para o veneno que destrói todas as tentativas de crescimento consolidado da equipa e, pelos vistos, não tem, no seu ciclo profissional mais restrito, quem o ajude a encontrar respostas.
A segunda parte do jogo com o Inter foi ainda mais preocupante porque se sucedeu a uma primeira parte de invulgar competência, onde tudo parecia estar a correr bem. Essa primeira parte deveria ter sido mais do que suficiente para acalmar os jogadores, dar-lhes a confiança que lhes tem faltado e impulsioná-los para uma segunda parte de apoteose. Mas não foi o que se viu. Pelo contrário, a equipa que se instabiliza e se diminui em qualquer contrariedade que encontra pelo caminho, também mostrou não se adaptar a situações de sucesso.
Pensemos um pouco: se o desastre acontece numa reta e com o carro à velocidade de cruzeiro, alguma coisa de grave aconteceu ao condutor. É decisivo começar por se perceber o quê. O que parece, embora careça, naturalmente, de confirmação, é que de um treinador perdido e inseguro nunca pode nascer uma equipa de grande personalidade e afirmação. Mas, se assim for, o que levará um treinador que fez uma época desportivamente notável e pôs uma equipa a jogar um futebol atrativo e vencedor, a regredir de tal forma que a sua equipa se torna irreconhecível?
Schmidt, muito dentro do tipo de personalidade alemã, não gosta de se expor, nem de discutir publicamente as suas dúvidas, ou confessar as suas inquietações. Já foi mais longe do que se poderia esperar quando lembrou que o Benfica tinha ficado sem Grimaldo, sem Enzo Fernández e sem Gonçalo Ramos e que por isso nunca poderia ser o mesmo. Mas não explicou o que todos os benfiquistas gostariam de saber: qual a razão de terem falhado tão clamorosamente as escolhas para as laterais direita e esquerda da defesa e por que razão colapsou, até agora, a gorda contratação de Arthur Cabral?
Claro que os benfiquistas e todos os observadores minimamente atentos dos jogos do Benfica percebem que a solução dos problemas começa no treinador. Ou Schmidt, com ou sem ajuda, encontra saída no labirinto em que se meteu; ou Rui Costa, na altura que entender como mais conveniente, terá de tomar uma decisão mais drástica e definitiva no que respeita à continuidade do treinador.
Desejável para o Benfica seria que o restrito universo do seu futebol profissional encontrasse uma solução consistente e eficaz. O Benfica já perdeu, e de forma desastrosa, a sua época europeia. Tem de se concentrar, agora, nas provas nacionais e reconquistar a confiança abalada dos seus adeptos."

Um duche gelado de realidade


"Os números dão conta do declínio português no ‘ranking’ da UEFA. Quem faz o quê?

Pedro Proença, presidente da Liga Portugal, foi eleito presidente da Associação de Ligas Europeias, cargo prestigiante que confirma a imagem de competência associada ao ex-árbitro.
E quais são os propósitos da Associação de Ligas Europeias? Consultando o site desta entidade, lê-se: «A Associação de Ligas Europeias reúne 40 Ligas de futebol profissional, que representam mais de 1150 clubes em 34 países da Europa. Enquanto voz comum dos organizadores de competições a nível nacional, e das entidades patronais de clubes de futebol profissional a nível europeu, a Associação de Ligas Europeias procura melhorar e proteger o equilíbrio competitivo das competições de futebol profissional no futebol europeu. A Associação de Ligas Europeias acredita que é do interesse de todas as Ligas nacionais, de todas as associações nacionais e da grande maioria dos clubes europeus defender e fortalecer o equilíbrio competitivo do futebol para o bem do jogo, dos jogadores, dos adeptos e dos clubes.»
Estamos perante princípios orientadores bastante saudáveis, que apontam o equilíbrio como a via certa para o fortalecimento das competições. Ora, equilíbrio é o que falta à Liga portuguesa, onde quatro clubes dispõem de meios muito superiores aos restantes, onde está por fazer (e quando se fizer será tarde demais) a venda centralizada dos direitos televisivos, e onde existe uma competição profissional que não traduz a realidade do País, baseada em clubes a mais e numa fórmula competitiva ultrapassada.
Prova de tudo isto, que tem a ver com a falência completa da classe média do nosso futebol, é o facto de em três edições da Liga Conferência, importante para as contas do ranking da UEFA, Portugal nunca ter conseguido meter uma equipa que fosse na fase de grupos. As consequências, para quem estiver minimamente atento, são desastrosas: na corrente temporada, partimos na sétima posição do ranking (correspondente às últimas cinco épocas) e, apenas levando em conta os jogos disputados em 2023/2024, ocupamos o 14.º lugar, atrás de República Checa, Turquia, Grécia, Dinamarca, Noruega e Polónia, e pouco à frente de Israel, o 15.º.
Se Pedro Proença não convencer, dentro do espírito da organização internacional que passou a presidir, os clubes nacionais da necessidade urgente de mudança, no sentido do equilíbrio, o futebol português não abandonará o plano descendente em que se encontra e que teve como custo mais próximo a perda de pelo menos uma equipa na Liga dos Campeões de 2024/2025, a tal que vai acrescentar milhões aos milhões que a UEFA já paga.
Há clubes a mais na I Liga, o modelo competitivo é retrógrado e a distribuição das receitas televisivas permite diferenças de um para quinze, entre quem recebe menos e quem recebe mais. Depois, estão à espera de quê?"

José Manuel Delgado, in A Bola

Terceiro Anel: Diário...

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