Últimas indefectivações

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

5 vitórias do SL Benfica contra o FC Porto na Supertaça


"Águias e dragões defrontam-se na próxima quarta-feira, e só um deles vai erguer a Supertaça.

Finalmente, a nova época vai começar, com o habitual jogo para se saber quem vai levantar mais uma Supertaça Cândido de Oliveira, troféu que teve a sua primeira edição em 1979, e que é disputada entre o vencedor do Campeonato Nacional e o vencedor da Taça de Portugal.
No próximo dia 9 de Agosto, quarta-feira, SL Benfica e FC Porto irão encontrar-se pela 27.ª vez e o palco da partida será o Estádio Municipal de Aveiro. Na última vez que se defrontaram para disputar esta taça, em 2020, os dragões levaram a melhor sobre as águias e venceram por 2-0.
Um clássico entre SL Benfica e FC Porto, seja para que competição for, é sempre jogado com muita intensidade e com a habitual rivalidade que já vem do século passado. Ambas as formações querem começar a temporada com a conquista de um troféu, que sirva também de boost para a restante época.
Roger Schmidt e Sérgio Conceição sabem da importância deste desafio, e não deverão poupar nenhum jogador importante para a primeira jornada da Liga, agendada para o próximo fim de semana.
A história diz-nos que o FC Porto é o clube com mais Supertaças conquistadas, num total de 23, enquanto o SL Benfica conta apenas com oito troféus.
O domínio dos azuis e brancos nesta prova é tão avassalador, que no confronto entre os dois emblemas, o FC Porto tem 14 vitórias e o SL Benfica cinco. E são esses cinco triunfos dos encarnados que agora vamos recordar num top five, embora nem todas essas vitórias tenham dado a conquista do troféu, já que a Supertaça foi, durante muitos anos, disputada a duas mãos.
No entanto, a supremacia do clube portista na Supertaça não quer dizer que seja mais favorito para o jogo de quarta-feira, e nestes duelos há sempre a probabilidade de vitória de 50-50 para cada lado.

5. SL Benfica 1-0 FC Porto (1.ª mão) – 1993 – No verão quente de 1993, o SL Benfica venceu o FC Porto por 1-0, num jogo bem conseguido pela formação lisboeta, que conseguiu travar os campeões nacionais em título. Aos 84 minutos, Vítor Paneira assistiu Rui Águas para este fazer o único golo da partida. A segunda mão deu triunfo para os dragões também por um golo de diferença, e na finalíssima o FC Porto levou a melhor nas grandes penalidades.

4. SL Benfica 1-0 FC Porto (1.ª mão) – 1985 – A edição da Supertaça 1984 só conheceu o seu vencedor no ano seguinte, e que foi a única final que teve de ser disputada em quatro jogos. O SL Benfica, treinado na altura pelo húngaro Pál Cersnai, derrotou na primeira mão o FC Porto por 1-0, com o único tento da partida a ser assinado por Manniche, aos 56 minutos. Mas no Estádio das Antas, a equipa portista empatou a final, tendo levado a discussão da Supertaça para mais dois encontros, e que acabaria por vencer ambos.

3. SL Benfica 2- 0 FC Porto (1.ª mão) – 1981 – O clássico de estreia entre SL Benfica e FC Porto na Supertaça Cândido de Oliveira aconteceu dois anos depois do troféu ter sido criado. No Estádio da Luz, o SL Benfica fez um bom jogo e venceu os dragões por 2-0, com um bis de Nené. A vantagem na primeira mão parecia algo confortável, mas no segundo jogo os dragões mostraram todo o seu poderio e derrotaram as águias por 4-1, conquistando a sua primeira Supertaça.

2. SL Benfica 2-1 FC Porto (1.ª mão) – 1991 – Há 32 anos, aconteceu uma das finais com mais histórias para contar. O jogo da primeira mão teve muita emoção e foi ganho pelo SL Benfica, com golos de Yuran e William, tendo Jaime Magalhães feito o golo portista.
O FC Porto venceu o segundo jogo por 1-0, mas como os golos fora não contavam para desempatar, teve que ser disputado um terceiro jogo, com o árbitro José Pratas a ser o alvo da fúria dos jogadores do FC Porto. Após o juíz de Évora ter validado o golo aos encarnados, os azuis e brancos correram na direção de José Pratas. Os azuis e brancos acabariam por empatar e levar o encontro para as grandes penalidades, que venceram por 4-3.

1. SL Benfica 1-0 FC Porto (1.ª mão) – 1985 - Foi só no ano de 1985 que o SL Benfica conseguiu conquistar pela primeira vez a Supertaça Cândido de Oliveira. Num jogo muito bem conseguido pelos encarnados, Diamantino Miranda foi o autor do único golo da partida, tento esse que foi decisivo no jogo da segunda mão, onde se registou um empate a zero, e com esse resultado o troféu entrou pela primeira vez no Estádio da Luz."

Irritações!!!


"Uma casa a arder. A revolta de quem sente o poder e riqueza prestes a serem-lhe sonegados devido à reta final que aguarda Pinto da Costa e à mudança indubitável que se avizinha com ela. Quem pagará a vida de luxo? Certamente que não serão os 500€ mensais que alegou em tribunal."

Terceiro Anel: Diário...

A visita de Sua Inconveniência


"Se o Papa Francisco gosta de futebol, o Vaticano tem uma seleção que joga a brincar e perde a sério...

Nos bons velhos tempos, os Papas nunca saíam de Roma. Tinham mais que fazer. Andavam embrulhados em golpes palacianos, tinham amantes como qualquer padre de província, mandavam matar-se uns aos outros, a dita Santa Sé de santa não tinha nada e até bacanais se organizavam à sombra da Cruz de São Pedro. Depois apareceu um Papa que não gostava de ficar em casa. Chamava-se Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini mas quando foi eleito pelo concílio cardinalício contentou-se em ser Paulo VI, algo que dá muito mais jeito a quem resolve escrever sobre ele. O bom Giovanni decidiu que os seus antecessores eram uns preguiçosos, sempre sentados naquele cadeirão com os seus sapatinhos vermelhos que parecem saídos d’O Feiticeiro de Oz, e desatou a palmilhar o mundo, talvez para ter a certeza de que era redondo, e bem sabemos todos como a revelação de um tal de Nicolau Copérnico fez rabiar as cabeças ocas de muita gente ligada à Santa Madre Igreja. Foi o primeiro Papa a andar de avião e viva o velho! Um dia resolveu vir a Portugal mas o sr. António de Santa Comba andava esquerdo com o Vaticano que não condenara a invasão de Goa - a Roma do Oriente - pelos soldados da União Indiana e aplicou-lhe o castigo de não pisar solo lisboeta e ser obrigado a ir direto para o aeródromo de Monte Real e daí para Fátima sem ter uma luzinha sequer da bela luz da capital. Parece que apesar da desfeita, Sua Santidade usou liberalmente da sua capacidade de perdoar e até teve uma conversa com o nosso velho António soltando o chiste de lhe dizer, cara a cara, que não iria, no seu discurso, tratá-lo por Sua Eternidade. Isto tudo passou-se em 1967, mês de maio, comemorações dos 50 anos das aparições da Nossa Senhora aos três pastorinhos, essa pungente história que nos era impingida logo na segunda classe e até nas aulas de catequese às quais, por sinal, chumbei redondo. Rodeado por fiéis na Cova da Iria, Paulo VI resolveu também não falar das visões das criancinhas. Dá quase vontade de perguntar o que é que veio cá fazer, mas enfim, aturou a companhia da irmã Lúcia que, como todos sabemos, não abria a boca se não para comer e bocejar, e só se dignou a falar ao ouvido de João Paulo II muitos anos depois.
Se Paulo VI tentou brincar com a eternidade do Exmo. Presidente do Conselho, também muitos de nós estaremos tentados a fazer pilhérias com a visita bastante incomodativa deste Papa Francisco que pôs Lisboa num sino, cortou ruas e avenidas, encheu a Avenida da Liberdade com contentores de sanitas para que os jovens de todo o mundo pudessem cagar em Portugal tal como os viajantes do Comboio de Serviço de Bertolt Brecht cagavam na Alemanha. Diz-se que há por aí milhões de moços meio enlouquecidos para poderem avistar, nem que seja pelo canto do olho, o velhinho vestido de branco ou as vidraças do papamóvel, e eu, de longe, acredito piamente já que antes dele chegar já tinha feito a maleta e pirado para Águeda que é uma terra onde nunca nenhum Papa ousará por os pés. Daqui contemplo serenamente o caos lisboeta. Sua Incomodidade arranjou maneira de gente com vontade de trabalhar fosse impedida de ir até aos locais de trabalho e ofereceu aos mais calaceiros motivos de sobra para fazerem nenhum. Pouco importa que isto seja, na verdade, uma grandessíssima estucha, como diria o Alencar do divino Eça, e nos dê vontade de andar de igreja em igreja a trocar as cruzes pelos trapézios. Bem à portuguesa, faz-se a festa, come-se um pão com chouriço com uma malga de tinto e ande lá o seu compadre que isto sim é confraria e tudo o resto chinfrineira.
O Papa Francisco caiu no goto de muitos por gostar de futebol e ser adepto do San Lorenzo de Almagro, lá num bairro da sua Buenos Aires natal onde o registaram à nascença com o nome de Jorge Mario Bergoglio. Prometeu preocupar-se com a miséria da América Latina e vai cumprindo a sua palavra ao mesmo tempo que deixa Lisboa parecida com a Cidade do México. Já nos esquecemos que também houve um Papa guarda-redes, Karol Józef Wojtyla, dito João Paulo II, que na sua infância fazia questão de jogar na equipa dos judeus contra os cristãos nas ruas de Wadowice até que os nazis deram cabo das equipas de judeus. Jósef era católico e safou-se. Continuou a gostar de futebol. E, na sua função pontifícia revigorou a tradição do jogo na Santa Sé. Muita gente pode não saber, mas o Vaticano tem uma seleção nacional - Selezione di Calcio della Citá di Vaticano. Com uma população de cerca de 900 pessoas, os selecionados são recrutados a torto e a direito por entre diversas profissões: guardas, carteiros, funcionários e, sobretudo, na Guarda Suíça, o que não deixa de ser um bocado contraditório. Enfim… fosse esse um dos problemas do incomodativo Papa Francisco, com tanta porcaria que por lá tem campeado ultimamente. A primeira vez que a seleção do Vaticano entrou em campo foi em 1985, defrontando um aglomerado de jornalistas austríacos. Vitória abençoada por 3-0. Daí para cá a atividade foi diminuta: três jogos contra o Principado do Mónaco (um empate e três derrotas), um contra São Marino (0-0), uma vitória estrondosa frente aos Carabinieri de Roma (9-1), uma derrota impiedosa perante o Borussia Mönchengladbach (4-21), e outra à conta da palestina (1-9). Nada mais. Não se pode dizer que seja uma atividade frenética. Mas é assim que as coisas se passam na Santa Sé per omnia seculae seculorum. De tal maneira que, uma vez, perguntaram a Pio XI quantas pessoas trabalhavam no Vaticano. E ele, sem pensar muito, afirmou: «Cerca de metade»."

Sábado, excerto...

domingo, 6 de agosto de 2023

Os 5 melhores equipamentos do SL Benfica


"Os equipamentos das equipas de futebol ganharam uma grande importância financeira e publicitária, nos últimos anos. Ainda assim, é impossível retirar o pode que uma camisola carrega. Tal acontece com o SL Benfica e o seu ‘manto sagrado’.
Há elementos impossíveis de mudar, como o vermelho e branco ou o símbolo icónico, ainda assim, cada equipamento é um ser diferente. No Bola na Rede olhamos à história encarnada e recuperamos os cinco melhores equipamentos do Benfica.


5. Equipamento secundário (época 2023/2024) – Começamos com um recente, acabadinho de sair para as lojas, mas não menos importante.
A camisola não é a mais comum quando pensamos nas águias, mas o seu design e significado convence os mais séticos. Toda preta, o símbolo original e cinco linhas no centro, na vertical (azul, verde, amarelo, vermelho e branco), o equipamento simboliza os cinco continentes e carrega uma mensagem digna, representando as várias nacionalidades do mundo do desporto rei, além da atratividade visual.


4. Equipamento principal (época 1985/1986) – O equipamento que viu a primeira marca a patrocinar as águias. Na altura, a Shell, marca de combustíveis fosseis.
Rui Águas, Diamantino ou Carlos Manuel foram alguns dos nomes que ergueram o equipamento, que definiu para sempre o patrocínio por cima do abdómen, além das clássicas camisolas vermelhas da Adidas, com calções brancos.
Calha sempre bem. Em maio, a camisola suportou uma Taça de Portugal.


3. Equipamento Principal (época 2016/2017) – Talvez o equipamento mais Benfica da era moderna. Uma camisola que expandia vermelho aos olhos e que viu erguer o primeiro tetracampeonato do glorioso.
Uma caminhada que começou com Jorge Jesus, em 2013, e terminou com Rui Vitória, esta t-shirt vai ficar para sempre imortalizada no Museu Cosme Damião.
Jonas foi a maior figura encarnada a vestir a camisola, numa época onde também levantaram a Supertaça Cosme Damião e a Taça de Portugal.


2. Equipamento secundário (época 2007/2008) – Para sempre conhecido como o ‘equipamento cor-de-rosa’ do Benfica. É amado por muitos e odiado por outros vários, mas não passa despercebido a ninguém que o veja.
A junção ondulada do rosa com cinzento até pode ser algo atípico, mas cria um sentimento de diferença. Inclusive, um estudo da UEFA, publicado na revista Champions, no ano de 2007, colocou a camisola entre os equipamentos menos usais da Europa.
Óscar Cardozo, Ángel Di María, Nuno Gomes e Rui Costa (o presidente do Benfica) usaram todos a camisola, numa época que viu o clube fazer uma das piores temporadas dos registos, terminando no quarto lugar da tabela. «


1. Equipamento Principal (época 1961/1962) – O Coupe de Grâce do futebol encarnado. Usado por Eusébio da Silva Ferreira, Mário Coluna, José Águas ou António Simões, é a camisola que viu o Benfica tornar-se bicampeão europeu, derrotando o Real Madrid FC, por 5-3, na final da velhinha Taça dos Clubes Campeões Europeus, a atual Liga dos Campeões da UEFA.
É parecido ao equipamento original, criado em 1904, que praticamente não foi alterado até aos anos 80, mas carrega traços únicos. Viu o maior feito da história do clube, bem como a provável melhor equipa que o Benfica já teve, além de ser a criador da ‘maldição de Bela Guttman’."

Quinta...

Proibido!


"A SportTV ainda não se pronunciou sobre as declarações do jornalista/comentador afeto ao Sporting CP que afirmou que o SL Benfica usa a CS para promover e valorizar os seus jogadores.
O que nós gostávamos de ter escutado de Francisco Guimarães era uma explicação para o que se está a passar com Chermiti.
Sabemos que o jogador, que maior furor fez durante a época passada, está PROIBIDO de frequentar a Academia sportinguista.
Durante a época, não faltaram promessas de renovação ao jogador, não faltaram palavras de incentivo e de garantias de titularidade, quer de Rúben Amorim, quer de Hugo Viana.
Agora, e já depois da renovação, o diretor desportivo do Sporting, tudo tem feito para tentar descartar o jovem jogador. Aliás o valor da venda de Chermiti é imperial para conseguirem contratar o jogador do Lecce que tanto desejam.
Chermiti, por seu lado, não deseja sair. Chora todos os dias, está impedido de treinar, tem barrado o acesso ao ginásio, nunca foi desejo dele sair do Sporting CP. O seu sonho sempre foi triunfar no clube de Alvalade. Ainda por cima vive sozinho em Portugal.
Gostarias de ver Francisco Guimarães falar sobre este modus operandi, que mais faz lembrar um clube mais a norte. Gostaríamos de ver Francisco Guimarães falar sobre o empresário Ali Barat e a empresa Epic Sports. O que terá ele a dizer sobre o esquema montado entre Hugo Viana e Ali Barat para vender Chermiti? O que terá a dizer sobre este assunto não ser falado na CS?
Uma IMORALIDADE querer mandar o miúdo para um país onde sabe que nem terá grandes oportunidades. A ganância de ficarem com a comissão fala mais alto. Ainda por cima, o salário que o Everton oferece não é, nem de perto nem de longe, comparável ao que se paga em "terras de Sua Magestade". Um pechincha, portanto."

Águia: Diário...

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Quezada: Ramos...

Zero: Mercado - Alternativas...

Zero: Mercado - Ramos...

Uma Semana do Melhor, excerto...

Sexta, excerto...

Recrutamento de jogadores na América do Norte

"Nos EUA e no Canadá, o “Draft” é um sistema de recrutamento de jogadores que, tendo em vista a sua contratação pelos clubes profissionais, tem como objectivo prioritário estabelecer o maior equilíbrio competitivo possível entre as equipas que participam no mesmo quadro competitivo. A fim de conseguir tal desiderato é desencadeado um processo global de contratação de jogadores em que a prioridade de escolha de cada clube segue na ordem inversa da tabela classificativa da época anterior. Assim, relativamente aos jogadores disponíveis no mercado, o último clube classificado é o primeiro a escolher e assim, sucessivamente, de baixo para cima, sendo o clube campeão da época anterior o último a fazê-lo.
Este sistema é utilizado, com bons resultados, nas ligas profissionais fechadas, quer dizer, quando se trata de competições sem subidas nem descidas de divisão. Quando um clube escolhe um jogador, fica com direitos de exclusividade para assinar contrato e mais nenhum clube da mesma liga profissional pode efectuar qualquer tipo de acordo com o referido atleta.
O “Draft” é desencadeado através da candidatura prévia dos jogadores, de acordo com as regras estabelecidas pela respectiva liga profissional. Para se poderem candidatar os jogadores devem ser praticantes do respectivo desporto nos liceus, universidades, ou até mesmo estrangeiros e, no caso de serem estudantes, terem tido aproveitamento escolar.
No respeito pelas regras nacionais em vigor no sistema educativo, de forma a evitar o abandono escolar prematuro, cabe às ligas profissionais definirem a idade mínima dos jogadores candidatos ao “Draft”. O sistema de recrutamento de jogadores decorre fundamentalmente porque as ligas norte americanas são um negócio. Deste modo, os proprietários dos clubes procuram evitar a inflação dos contratos dos atletas be
m como todo o tipo de conflito externo à própria competição desportiva. Este sistema assenta na permanente valorização, do ponto de vista desportivo e económico, da respectiva liga bem como dos clubes que a compõem.
Podemos apontar alguns exemplos, fora dos USA e Canadá, onde o recrutamento de jogadores se processa pelo sistema do “Draft”:
- A Federação de Futebol da Austrália introduziu, em 1986, na sua principal competição, o “Draft” no recrutamento de jogadores para combater a inflação, que se estava a verificar, nas transferências e ordenados dos jogadores, assim como, na diminuição assustadora de público;
- A Associação de Basquetebol das Filipinas também adoptou o sistema de “Draft”, em 1985, realizado anualmente, mas dirigido exclusivamente aos jogadores nativos, de forma a haver uma distribuição dos novos valores por todos os clubes participantes na principal competição;
- As principais Ligas de Cricket da India e do Paquistão também utilizam sistemas semelhantes ao “Draft”, tendo em vista um equilíbrio competitivo das equipas e o respeito pelos tectos salariais consagrados na regulamentação;
- A Superliga Russa de Hóquei no Gelo que se tornou na liga continental da modalidade, estabeleceu um acordo colectivo celebrado entre a liga e os jogadores que determinava a realização de um “Draft” anual para o recrutamento de jogadores, logo no primeiro ano das competições.
Assim, as ligas profissionais que aplicam regulamentação semelhante são as que, por força das dificuldades sentidas no passado, aquando da criação das suas estruturas organizativas e implementação dos seus campeonatos, enfrentaram problemas económicos e financeiros de sustentabilidade. No desporto profissional quando os jogos não forem aliciantes, competitivos e sem vencedores antecipados, não se cativam espectadores nem se conseguem transmissões televisivas pelo que não existem receitas. Cada jogo deve ser uma incógnita permanente acerca do vencedor, de maneira a que o público se mantenha na bancada até aos derradeiros segundos do campeonato, tal qual acontece num filme de “suspense”. É a qualidade do espectáculo que enche de público os recintos desportivos e preenche os programas desportivos televisivos em qualquer lugar do planeta. Nos Estados Unidos, quase todas as Ligas Profissionais de desportos colectivos adoptaram este sistema no recrutamento de jogadores, diferindo na metodologia processual na medida em que os desportos envolvidos são bastante diferenciados: Basebol, Basquetebol, Futebol Americano, Hóquei no Gelo, Soccer (football association).
É fundamental ter bem presente que, quanto mais niveladas forem as equipas participantes, mais jogos equilibrados haverá, mais competitivos serão os diferentes campeonatos e mais atraentes serão os espectáculos desportivos. Só com estas premissas asseguradas é que é possível a sustentabilidade financeira dos clubes participantes e das ligas profissionais responsáveis pela organização dos quadros competitivos. Neste modelo de organização podem surgir situações especiais de recrutamento:
Admissão de novos Clubes: – É uma situação em que a liga profissional resolveu aceitar a candidatura de novos clubes e, por conseguinte, a sua própria expansão, permitindo à nova equipa o recrutamento de 1 ou 2 jogadores de cada um dos outros clubes da liga. Neste caso, os clubes residentes têm o direito de bloquear a saída de um determinado número de jogadores para não ficarem prejudicados e manterem a estrutura base da sua equipa de competição;
Exclusão de Clubes: - Acontece quando um clube entrou em falência e, como tal, deixou de ter condições para fazer parte da liga profissional. Os jogadores com contrato em vigor devem ser resgatados pelos outros clubes (1 ou 2 por clube residente) de forma a manter os postos de trabalho e, assim, evitar a ocorrência de processos judiciais contra o clube ou contra a própria liga, por força dos contratos colectivos de trabalho existentes entre a respectiva Liga e as Associações/Sindicatos dos Jogadores Profissionais;
Acidentes graves de Clubes: - Quando ocorrem acidentes graves nas deslocações aéreas ou terrestres, havendo incapacidade física permanente ou mesmo morte de atletas, deve existir um plano especial de contingência. Quer dizer, uma acção conjunta de solidariedade para salvar o clube sinistrado, que permita o recrutamento de jogadores junto dos clubes residentes que, de igual modo, também têm o direito de protecção dos seus principais jogadores.
Fora dos Estados Unidos e Canadá, os clubes profissionais contratam os jovens talentos, através de transferências, nos clubes com menos poder económico. Nos últimos anos, os clubes começaram a criar as suas próprias Academias tendo em vista a formação e aperfeiçoamento dos jogadores mais novos, com o objectivo de, a médio prazo, integrarem a principal equipa do clube evitando, deste modo, o dispêndio de grandes verbas na aquisição de novos valores.
O “Draft” tem expressão máxima na National Basketball Association (NBA) por ser a modalidade desportiva em maior expansão à escala mundial e, igualmente, por ser a única que, também, tem uma liga feminina profissional (WNBA) com prestígio internacional. O “Draft” da NBA, que foi posto em prática desde o início da liga e que se realiza anualmente na pré-temporada (final de junho) é sempre antecedido, durante um determinado período (60 dias), para a apresentação das candidaturas dos jogadores interessados, de acordo com as normas estabelecidas pela NBA. As principais regras são as seguintes:
- Jogadores universitários que completaram 4 anos de universidade são considerados elegíveis;
- Jogadores universitários que não completaram os estudos universitários necessitam de declarar a sua candidatura e desistir da universidade para poderem ser declarados elegíveis, desde que tenham 19 anos de idade;
- Jogadores oriundos do High School (ensino secundário) já não podem candidatar-se directamente, o que acontecia antes de 2006. Para que a sua candidatura seja aceite terão que esperar um ano após o final do curso liceal;
- Jogadores norte-americanos com contrato profissional fora dos USA podem candidatar-se desde que tenham 19 anos de idade;
- Jogadores internacionais (não nascidos nos Estados Unidos) são considerados elegíveis desde que tenham a idade mínima de 19 anos.
No sentido de evitar que algumas equipas fizessem batota, perdendo jogos propositadamente para se classificarem na última posição, a fim de serem os primeiros a escolher um determinado talento que iria entrar no “Draft” seguinte, foi introduzido um sorteio entre as equipas pior classificadas que ao longo dos anos foi evoluindo até se chegar ao actual modelo, em que participam as 14 equipas que não foram apuradas para os playoffs. No actual sorteio, está regulamentado que as equipas mais mal classificadas têm sempre mais probalidades, em termos percentuais, de serem selecionadas para fazer as três primeiras escolhas, já que a partir daí o que conta é a classificação obtida na época regular. Ao longo dos anos o sistema do sorteio tem decorrido sem problemas, até porque se têm introduzido, pontualmente, as alterações consideradas mais ajustadas. Também acontece, em períodos pré-determinados, a realização de trocas de jogadores entre as equipas e pode surgir, como moeda de troca, a cedência do direito de escolha no “Draft” por acordo entre os clubes envolvidos. Nas semanas que antecedem, o “Draft” as equipas organizam Campos de Observação com os jogadores que lhes interessa recrutar, em função da sua posição na escolha, com o objectivo de os testar nos seus aspectos físicos e técnicos, tendo em vista uma melhor fundamentação das referidas escolhas. O atleta universitário que pretenda testar as suas capacidades para integrar uma equipa profissional, antes da conclusão do seu curso, poderá fazê-lo e prestar provas nos referidos Campos de Observação. Caso não se considere ainda apto para dar o salto poderá desistir, sem qualquer problema, até 30 dias antes do Draft e regressar à sua universidade, desde que não tenha assinado, entretanto, nenhum acordo/contrato com um agente.
No “Draft” participam os representantes das 30 equipas que escolhem , em duas voltas, os jogadores que irão contratar para as épocas seguintes. São ao todo 60 novos jogadores escolhidos (dois por equipa) que irão ser integrados nos planteis das diferentes formações da NBA. Para estes jovens praticantes de basquetebol é uma espécie de “Sorte Grande”, que lhes saíu na lotaria, que terão de aproveitar com muito trabalho, humildade e perseverança porque esta oportunidade só está ao alcance dos grandes talentos deste desporto e acontece poucas vezes na vida.
O “Draft” é um dos pilares centrais do modelo de negócio das ligas profissionais do desporto norte americano que, enquanto espectáculo de superior qualidade se está a espalhar a nível internacional.
Na Europa, diversos clubes profissionais de futebol, equilibram a sua gestão financeira através de transferências milionárias dos seus jovens talentos para equipas financiadas pelos países árabes. A corrida aos petrodólares está a provocar um desequilíbrio financeiro nas diferentes provas nacionais e internacionais que pode ser prejudicial para o futuro da modalidade."

sábado, 5 de agosto de 2023

Branco, Vermelho, e mais algumas...!!!

Visão: Beltrán...

Amor sem fronteiras


"A homenagem aos Benfiquistas espalhados pelo mundo através dos equipamentos para 2023/24 tem terceiro ato. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Terceiro equipamento
Está apresentada a terceira camisola para 2023/24, o tradicional branco com motivos vermelhos e detalhes de cinco cores distintas.

2. Regresso ao País
A comitiva da seleção nacional feminina de futebol, que integrou 9 futebolistas do Benfica, já está em Portugal após um desempenho muito meritório no Campeonato do Mundo. Jéssica Silva dá conta do estado de espírito reinante: "Estamos todas muito felizes. Acho que nos transcendemos."

3. Vice-campeão do mundo em entrevista
Diogo Ribeiro, que conquistou a prata nos Mundiais de natação realizados em Fukuoka, foi entrevistado pela BTV e revela-se agradecido pelo papel do Benfica no feito alcançado.

4. Contratação para saltar longe
Juan Miguel Echevarría, 24 anos, campeão do mundo em pista coberta (2018) e vice-campeão olímpico (2020) no salto em comprimento, é reforço do atletismo benfiquista.

5. Bem posicionado
Vasco Vilaça conseguiu o 4.º lugar na mais recente etapa do circuito mundial de triatlo, no qual é 2.º classificado do ranking. E é o atual 5.º no ranking geral da modalidade.

6. Jogos mundiais universitários
Eliana Bandeira conquistou a medalha de prata no lançamento do peso.

7. Andebol à lupa
Conheça o novo plantel de andebol do Benfica nesta reportagem do jornal O Benfica. Hoje, às 18h00, em Avanca, tem lugar o primeiro jogo de pré-época. O adversário é a seleção da Coreia do Sul.

8. 120 crianças a cada semana
Os campos de férias de futebol do Benfica geram enorme interesse, com cerca de 120 participantes por semana. Saiba mais nesta reportagem da BTV.

9. Fundação Benfica e JMJ
A Fundação Benfica associou-se à Jornada Mundial da Juventude 2023 com várias iniciativas realizadas no estádio Universitário, em Lisboa."

O António Bernardo a por o dedo na ferida!


"Foi no programa "Aquecimento", da BTV. Não escondo que tenho com o António Manuel Bernardo uma relação de amizade, a que se soma o forte benfiquismo, que ambos partilhamos, mas é sempre bom ouvir alguém referir-se, com verdade, a uma situação de que fui vítima. Forte abraço, António!"

Opiniões coloridas!!!


"No decorrer da época passado - numa data FIFA - Jaime Cancella de Abreu foi saneado da SportTv por ter feito uma referência à situação de Pepe (jogador do FC Porto) e que foi interpretado como um ataque e uma afronta ao clube do Norte de Portugal.
António Manuel Bernardo - sempre atento - lembrou um episódio recente, também ele passado na SportTV, com Francisco Guimarães.
O comentador afirmou que Pedro Gonçalves (Pote) só não tem o mesmo mercado e valor porque não é jogador do Benfica e por isso é considerado um "jogador de marca branca".
Veremos se o canal desportivo terá a mesma ligeireza e a mesma isenção, uma vez que o ataque, desta vez, é feito ao Sport Lisboa e Benfica .
No referido vídeo que circula nas mais variadas redes sociais, o comentador afeto ao Sporting CP afirma ainda, que o SL Benfica domina a comunicação social, que a usa para proteger e valorizar os seus ativos.
A mesma comunicação social que ataca constantemente os encarnados e que usou e abusou do "roubo" dos emails para conseguir maximizar as suas audiências, não se preocupando, um segundo se quer, com a imagem e bom nome do SL Benfica.
Ficamos a guardar pelo comunicado da SportTv..."

Os tais 300 milhões!!!


"O 5º classificado da liga portuguesa do ano passado foi eliminado por uma equipa da Eslovénia…é este o produto que o Sr. Proença acha que vale 300 milhões imaginários…
A centralização irá mandar-nos para a 5 divisão do futebol europeu…se neste momento os 3 grandes ainda conseguem competir no lago dos tubarões devesse à sua dimensão social, a centralização irá nivelar por baixo o nosso futebol retirando poder financeiro ao Benfica, sim, ao Benfica, porque somos nós a força motriz desta liga, sem Benfica isto era uma liga ao nível da Lituânia sejamos claros.
E é isto que se tem de combater, centralização a existir não pode penalizar uma equipa que gera quase 70% das receitas futebolísticas nacionais.
Somos a única equipa que enche todos, repito, todos os estádios fora da sua casa, somos a única equipa que leva uma legião de adeptos ao estrangeiro, somos a equipa que no top 20 de audiências da liga mete 16 jogos…e no entanto, Proença e companhia, quer mamar à nossa conta e distribuir €€ do Benfica por Porto, Sporting e demais competidores que pura e simplesmente não tem a nossa dimensão, nem todos juntos!
Só a facto de a centralização ter sido alvo de decreto lei é uma aberração, é desvirtuar o que é a competição!
Mas é neste país, dominado pelo anti-benfiquismo primário em todos os setores da sociedade que temos de lutar!
Eu digo não à centralização, ou melhor…se for para avançar terão de considerar que o Benfica é o Benfica e o resto é paisagem!"

A Verdade do Tadeia - Especial 23/24

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel - Café #6 - Iuri Maló

Mateus: Ramos...

Mateus: Mercado...

Terceiro Anel: Trubin...

Terceiro Anel: Diário...

Visão: Schmidtologia...

"Não se esqueçam de nós" porque a história tem que continuar


"Rola a bola, trava o poste. Marca a garra das navegadoras. Entraram em campo para representar Portugal e deixaram a nação orgulhosa. Fizeram história e mostraram como a capacidade e a motivação nos fazem correr mais longe.
Com o fim da caminhada da seleção portuguesa de futebol feminino no campeonato mundial, é importante abordar a revolução silenciosa a que temos vindo a assistir e que, com a ajuda da comunicação, tem vindo a retirar o estigma de desvalorização da modalidade.
Nas semanas que antecederam o Mundial assistiu-se a sucessivo aumento de campanhas nos media, através dos quais patrocinadores da seleção nacional criaram ações com conteúdo que permitiram reforçar a visibilidade e notoriedade do futebol feminino. No caso, o BPI lançou uma campanha global que conta já com mais de 23 milhões de visualizações em todas as plataformas. Marcas como a Sagres, Continente e CUF seguiram o mesmo exemplo. Resultados? Ainda antes do Mundial, no jogo de preparação, houve casa cheia no Bessa contando com a presença de mais de 20 mil pessoas.
Será tudo isto fruto do tão falado empoderamento feminino? Não só. Os eventos foram também importantes. Por exemplo, no mês de maio realizaram-se as Festas do Futebol Feminino, onde cerca de 1000 crianças se juntaram na Cidade do Futebol, num momento que procurou ser o ponto alto do futebol feminino, sem esquecer, claro, a presença de Kika Nazareth e Jéssica Silva.
A expansão dos direitos de transmissão dos jogos em redes nacionais e plataformas de streaming foi determinante para as audiências neste Mundial. Esta aposta na comunicação e apoio à seleção levou a que, o último jogo frente aos Estados Unidos às 8 horas da manhã em Portugal, num dia laboral, tenha sido visto por mais de 1.3 milhões de portugueses. Este jogo representou 39% de share, um acréscimo em relação aos dois jogos anteriores (33% frente aos Países Baixos e 37% face ao Vietnam).
Permitam-se a ousadia e comparar o futebol e a comunicação. O que podem estes dois mundos ter em comum? O jogador e o jogo movem multidões. A comunicação mobiliza e interliga mundos. O jogo precisa de uma estratégia para que, no final dos 90 minutos, sejamos vitoriosos. Também a própria comunicação precisa de uma estratégia para ser assertiva e eficaz. Falamos num espetro que, por se destacar pela sua elevada carga emocional, deve ser continuamente alimentado. Os novos media difundem informação de forma mais imediata, devendo ser utilizados neste sentido, para permitir que o tema mantenha a sua viabilidade e interesse junto da agenda mediática.
Acima de tudo, a comunicação é uma espécie de chave que destranca portas, permitindo navegar por espaços nunca antes valorizados. Falar sobre futebol feminino vai mais além de golos, derrotas e vitórias. Significa resiliência, determinação, derrubar obstáculos e "jogo de cintura". Precisamos de continuar a apostar numa comunicação que desafie os estereótipos e promova a igualdade de género, e o momento é agora!
A presença de Portugal num Mundial Feminino era algo impensável há 10 anos, e a sucessiva quebra de records de audiências, torna importante a reflecção sobre a necessidade de continuar a investir numa comunicação eficaz e de forma frequente. As afirmações "Não se esqueçam de nós", de Jéssica Silva, faz-nos perceber que há um longo caminho a percorrer no que diz respeito ao crescimento sustentado desta atividade. Terá sido o apoio à seleção nacional de futebol feminino um mero episódio mediático? Temos de continuar a fazer história."

Aquecimento, excerto...

Quinta, excerto...

Momento, excerto...

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

BI: Tema Quente - Ramos...

Águia: Ramos...

Aguilar: Ramos...

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Ramos...

Visão: Red Pass...

Mateus: Prestianni...

Lanças...


O Presidente da Liga diz que a Liga vale 300M em direitos televisivos. Esta época a Liga já não será transmitida em França. Onde raio vai ele buscar os 300M!? 🤔

A quem é que isto serve?


"A DISCUSSÃO JÁ ESTÁ INSTALADA E O NEGÓCIO NEM FOI ANUNCIADO!
Assistimos nos tempos mais recentes a negócios feitos pelo Benfica completamente ao arrepio do que anunciou a comunicação social. A quem serve toda a discussão dos benfiquistas à volta desta hipotética transferência? Ao Benfica, para o jogo da Supertaça, é que não é de certeza!"

Diferenças...


"❌ O melhor marcador da Liga passada continua a treinar na piscina do Olival, sem propostas para sair.
✅ O segundo melhor marcador vai para o PSG num negócio que pode chegar aos 80M (65M + 15M em variáveis).
▶️ E ainda há quem pense que aqueles 3 penaltis, a uma jornada do final da Liga, foram só por acaso.

Mas não se pense que é inocente, que este tipo de notícias saiam na imprensa, precisamente a poucos dias da disputa do primeiro troféu da época.
Só interessa a um clube e não é ao Benfica."

Uma extraordinária transferência!


"Gonçalo Ramos tem 22 anos. É um atacante promissor, segundo melhor marcador do último campeonato português, e bastante alinhado com o modelo de jogo de Roger Schmidt no Benfica. Mas isso é uma coisa.
Outra coisa, creio, é olhar para esta iminente transferência de Ramos para o Paris Saint-Germain (que se espera ver fechada esta quinta-feira, 3 de agosto) e concluir que se tratará de mais um extraordinário negócio do Benfica, que apesar da cláusula de rescisão do jogador, sempre admitiu negociá-lo por verbas a rondar os 80 milhões de euros.
Ora o Paris Saint-Germain, certamente até por razões de ‘fair play financeiro’, chega aos 80 milhões por via dos €65+€15 com que parece acabar por convencer o presidente encarnado a abrir mão do jovem ponta-de-lança, cujo valor de mercado, nas diferentes tabelas que existem no universo do futebol europeu, não chegava a ultrapassar os 40 milhões de euros, tendo em conta a inexperiência e as performances (ainda insuficientes) na primeira equipa do Benfica, onde apenas chegou a cumprir, na verdade, uma época como titular, com Schmidt, bem-sucedida, como sabe, pela conquista do título de campeão e pelo número, ainda assim, de golos (27 no total de 47 jogos que realizou na última temporada).
Para o Benfica, como se previa, depois de conseguir convencer os interessados em Gonçalo Ramos que 50 milhões (valor das primeiras propostas) eram insuficientes, poder encaixar, na prática, 80 milhões (porque os 15 de bónus propostos pelo PSG são muito fáceis de atingir) é não apenas um extraordinário negócio (vejamos o acordo pelo lado que virmos), como uma oportunidade de reequilibrar financeiramente a balança à luz da estratégia de investimento no projeto desportivo seguida pela liderança de Rui Costa.
Claro que que precisam os encarnados de continuar no mercado, não apenas à procura de um guarda-redes, mas agora, sobretudo, de um homem de área, com golo suficiente para criar a expectativa de tornar ofensivamente eficaz o jogo de Roger Schmidt e de uma equipa com muito talento, muita capacidade de criar, mas ainda, visivelmente, pouco matadora para o futebol que constrói.
Esperam os adeptos que à maior venda portuguesa da época (e uma das maiores do mercado de verão, entrando, no mínimo, para o ‘top 5’ até ao momento) corresponda também uma contratação de alguma referência para o ataque das águias.
O iminente adeus a Gonçalo Ramos, um jovem avançado, sublinho, muito promissor, e obviamente desafiado, também ele, por irrecusável proposta financeira para um contrato de cinco épocas (tão promissor é o jovem algarvio que um clube poderoso na Europa como é o PSG se dispõe a pagar por ele que vai acabar por pagar) apenas poderá significar baixa importante para Roger Schmidt se a estrutura encarnada não for capaz de encontrar promissor substituto.
Abundam? Claro que não. Mas o Benfica, como outros clubes portugueses, jogam com o projeto, com o bom contexto para se crescer e dimensionar e, no caso das águias, ainda com a Liga dos Campões.
Já dá alguma vantagem e é por isso que alguns craques acabam por aceitar vir jogar no nosso País."

Primeira Radiografia À Versão 23/24 Do Benfica De Schmidt


"Aursnes deve ser titular mas não a 'seis'; futebol da pré-época teve muito adorno e pouca objetividade; intensidade voltará

Terminada a fase de testes, o Benfica prepara agora a competição a sério, que se iniciará com a disputa da Supertaça Cândido de Oliveira, a 9 de agosto, em Aveiro.
Apesar de os encarnados ainda estarem no mercado à procura de um guarda-redes que seja concorrência séria a Vlachodimos, de um lateral-direito que seja mais do que uma adaptação (apesar das boas indicações, na posição, de João Vítor), e de um ponta de lança com perfil de titular, de forma a precaver uma eventual saída de Gonçalo Ramos no troço final da janela de transferências, para que não se repita o vazio deixado por Enzo Férnandez no final de janeiro passado, as contratações entretanto realizadas revelaram, se estiverem em condições normais, dois titulares certos, Di María e Kokçu, e um outro, Jurásek, que faz prever uma luta interessante com Ristic, embora nenhum deles tenha a profundidade atacante de Alex Grimaldo.

A Fase De Preparação
É bom que se deixe claro, desde já, que não há campeões na fase de preparação, embora os triunfos sirvam para aumentar os índices de confiança dos jogadores e o entusiasmo dos adeptos. As cargas físicas, nesta fase preliminar da época, não são dadas a pensar nos jogos particulares, e haverá sempre acertos a fazer, mesmo quando o plantel não sofre grandes mexidas e o treinador se mantém. No caso concreto do Benfica, viu-se no jogo com o Feyenoord, finalista da Liga Conferência em 2021/22 e campeão dos Países Baixos em 2022/23, uma óbvia falta de frescura em vários jogadores, traduzida não só numa menor intensidade (na gíria diz-se que as pernas estão pesadas...), mas também em dificuldades na receção e no passe o que, tratando-se de futebolistas tecnicamente evoluídos é sempre sinal de cansaço. Mas também foi possível identificar alguns problemas que devem fazer meditar Roger Schmidt, porque têm aparência de ir para lá da condição física.

Os Problemas Óbvios
Para manter o equilíbrio de 4x2x3x1 de grande plasticidade que é imagem de marca de Roger Schmidt, o Benfica, especialmente quando defronta equipas evoluídas, sagazes e rápidas nas transições, precisa de ter no duplo pivot um jogador mais posicional, sem que se trate, daquilo que era o cabeça de área tradicional, que só jogava para trás e para os lados.
O funcionamento, há um ano, da dupla Florentino/Enzo traduz na perfeição o que deve ser pedido, porque Enzo, apesar de empunhar a batuta em 80 por cento das ocasiões não deixava de defender, e Florentino, normalmente mais recuado, dava boa conta do recado, quer a garantir o equilíbrio da equipa, quer também a desenvolver jogo nos outros 20 metros dos lances.
À partida, pela entrega, disciplina tática e capacidade técnica, seria crível que Fredrik Aursnes pudesse fazer a posição seis, deixando o papel de maestro ao seu antigo companheiro no Feyenoord, Kokçu. Porém, o que se viu, quer na primeira parte com o Burnley, quer no domingo na banheira de Roterdão, foi um desposicionamento constante de Aursnes, que não foi capaz de manter a equipa equilibrada, prejudicial ainda para o desempenho de Kokçu. Ou seja, aquilo que, em tese, parecia uma dupla made in heaven, acabou por não ter nota positiva nos primeiros testes. Perante esta evidência, e a pensar desde já no jogo com o FC Porto, Roger Schmidt terá duas opções para fazer companhia a Kokçu: Florentino, a mais óbvia, ou João Neves que, apesar da sua baixa estatura, é muitíssimo fiável do ponto de vista da disciplina tática e é ainda capaz de imprimir a rotatividade que está na base do aumento de ritmo e intensidade de qualquer equipa.
Mas as dores de cabeça de Roger Schmidt não se limitam ao fraco desempenho de Fredrik Aursnes a seis. Ao Benfica, que perdeu, sem Grimaldo, profundidade à esquerda, tem faltado objetividade, como se a equipa tivesse feito profissão de fé em entrar com a bola pela baliza, perdendo-se em passes e passinhos redundantes, facilmente neutralizáveis por sistemas defensivos mais povoados.

As Soluções Possíveis
Não havendo, nesta altura, alternativa a Odysseas Vlachodimos, sem culpas nos golos do Feyenoord, a baliza continuará a pertencer-lhe. Na direita Bah é indiscutível, assim como, no centro, António Silva. Otamendi, que apareceu em Roterdão em bom plano, tem dias suficientes para chegar a top à Supertaça, relegando Morato, que deu sempre excelentes indicações, para o banco. Na esquerda, Jurásek deverá ser o preferido, essencialmente porque defende melhor que Ristic e o FC Porto, que junta naquela zona do terreno, pelo menos, Pepê e Otávio, merecerá, por isso atenção redobrada. E é também por isso que será normal que seja Fredrik Aursnes a ocupar a meia-esquerda, pela maior intensidade que consegue colocar no jogo, relativamente a João Mário. Naquele flanco, onde se defrontam a esquerda do Benfica e a direita do FC Porto, pode ser escrita a história do jogo de Aveiro. Nas restantes posições, nas costas de Gonçalo Ramos, Ángel Di María e Rafa Silva (um e outro nitidamente fatigados contra o Feyenoord) estarão seguros, enquanto que Florentino Luís poderá estar um passo à frente de João Neves para ocupar o lugar de parceiro de Orkun Kokçu no duplo pivot.

E Ainda A Dinâmica...
O jogo do Benfica é baseado em recuperações rápidas da bola, seguidas de ataques diretos às redes adversárias. Em Roterdão, viu-se, muitas vezes, os encarnados a tomarem o seu próprio remédio, revelando dificuldades na saída de bola perante a pressão alta do Feyenoord. Aliás, foi assim, nunca deixando o Benfica confortável na fase de construção, que o FC Porto construiu a vitória na Luz que relançou, na época passada, a luta pelo título. É por isso que os encarnados, se pressionados com competência, deverão adotar um plano B de processos mais simplificados, esticando o jogo na frente e fazendo a equipa subir em bloco, de imediato.
Di María, a peça nova na engrenagem de Schmidt, sabe bem o que é pressionar alto e nunca foi de se esconder e fugir ao trabalho. Caberá a Roger Schmidt, que tem à disposição David Neres, eventualmente João Mário e Andreas Schjelderup, perceber qual o momento em que o argentino deverá ser preservado. Se em 2022/23 Roger Schmidt não tinha grandes alternativas, esta época não está em estado de carência e deverá saber manejá-las.
Na frente, além do trabalho defensivo a que serão chamados, Gonçalo Ramos e Rafa deverão melhorar não só na finalização, mas principalmente na precisão das assistências, e sobretudo, juntamente com Di María, precisam de contribuir para uma simplificação de processos, que retire o estilo barroco, visto em adornos desnecessários, ao longo dos jogos da pré-época. O Benfica não pode perder a matriz ganhadora da época passada, que se traduzia em ser eficiente a não deixar jogar, e ser prático, direto e incisivo a atacar."

Terceiro Anel: Diário...

A Verdade do Tadeia - Especial - O que vou fazer

Navegadores não se ralem, da próxima eles compensam


"Não perderam nada, senhores, empataram, podem vir para casa de cabeça bem erguida e felizes.

O jogo era decisivo. A comunicação social portuguesa especializada – que é como quem diz os jornais desportivos – esteve-se nas tintas e a Seleção de Futebol Feminino, que carrega a camisa com as cinco quinas, viu-se votada ao desprezo, mas sobretudo sem apoio. Dirão: Ah, mas perderam.
Não perderam nada, senhores, empataram, podem vir para casa de cabeça bem erguida e felizes.
Empataram com a equipa dos Estados Unidos da América a qual, já agora, é Campeã do Mundo em título. Isso que importa?
Para o jornal A Bola, nada. Para o Record, tão-pouco e, para o jornal Jogo, nicles. Portanto, a coisa fica-se pelo costume: nas primeiras páginas os destaques foram, respectivamente, para Chermiti, que vai a caminho do Everton; para Huljman, que parece que vai a caminho de ser leão, e para Nico, cuja fome de títulos decerto o colocará noutros caminhos.
Não, senhores, não há qualquer laivo de discriminação aqui, há só machismo puro e duro, daqueles que está de tal forma enraizado, que nem se deve dar conta de que existe. É como os anúncios de conferências e painéis à volta de grandes temas, que só incluem homens. Alguém chama a atenção e “Ups, não foi por mal”. Ou, pior, mas igualmente recorrente, “Não encontrámos nenhuma mulher disponível”.
Navegadoras, daqui vos deixo a minha vénia. Terão muito caminho para trilhar, já se sabe, muitos obstáculos e mais críticas que muitos outros atletas. É da condição feminina ter os caminhos pejados de pouco apoio e muita soberba, pouco entusiasmo e muito julgamento. Vocês não precisam de provar seja o que for, já o conseguiram. Pelos vistos, a imprensa nacional não deu por isso num dia tão importante para a equipa portuguesa. Temos pena? Temos vergonha, mas siga, da próxima vez “eles compensam”. É da condição masculina."

Continuem a dar-nos a mão... porque este Portugal bem precisa!


"Após ver a prestação da seleção feminina no Mundial e ouvir as palavras das jogadoras na partida contra os EUA, a psicóloga desportiva (...) pergunta: “Como é possível que os atletas que representam Portugal nos maiores palcos mundiais de uma das economias mais “galáticas” (a do desporto), evidenciando desempenhos de excelência e uma combatividade sem fim, terminem o seu trajeto a pedirem para que Portugal não se esqueça deles?”

Vergonha alheia, profunda tristeza e mais vergonha...
São as únicas palavras que me ocorrem depois de ouvir (novamente) uma das atletas da seleção nacional A dizer na flash interview, após o empate histórico com a seleção dos EUA (bicampeã mundial):
“... por favor não se esqueçam de nós continuem a dar-nos a mão porque este grupo é incrível...”
Continuem a dar-nos a mão???
Como é possível que os atletas que representam Portugal nos maiores palcos mundiais de uma das economias mais “galáticas” (a do desporto), evidenciando desempenhos de excelência e uma combatividade sem fim, terminem o seu trajeto quase que envergonhados dos seus resultados e a pedirem para que Portugal não se esqueça deles??
Este é um fenómeno que se repete demasiadas vezes não só no futebol feminino, mas em tantas outras modalidades olímpicas e não olímpicas cujos atletas levam o nome de Portugal sempre e cada vez mais longe.
Como é possível que PESSOAS que entregam o seu desempenho máximo e que são, para todos os que se contentam com a suficiência nos seus postos de trabalho, um enorme exemplo de coragem, sacrifício e persistência na adversidade, possam terminar as suas competições com a dúvida, sequer, de que não foram suficientes?"

Lanças, excerto...

Quarta, excerto...

Hora, excerto...

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

BI: José Boto...

RND - 45 minutos...

Visão: Trubin...

Para quem não sabe, primeira época no Benfica…


"41 jogos (apenas 5 a titular)
1111 minutos de jogo
11 golos (sendo dois na Champions League)
3 assistências
Uma média de 1 golo a cada 101 minutos!!
Estamos preocupados com o que mesmo?

#agoladoSabry"

▶️ 6 jogos de pré época, 5 penaltis; Isto ainda agora começou e já é surreal.

Olhem...não sabia que o Papa era árbitro de futebol em Portugal...

Sugiro que peçam ao Pinto da Costa. Ele trata disso com facilidade.

Mateus: Duplo-pivot...

Mateus: Trubin...

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Desporto, juventude e vida associativa


"Três estatísticas: 1) em França, nos últimos 50 anos, os jovens entre os 9 e os 16 anos perderam 25% da sua capacidade física; 2) 66% dos jovens entre os 11 e os 17 anos apresentam um risco preocupante para a saúde com mais de 2 horas de tempo de ecrã (telemóvel, TV, etc.) e menos de 60 minutos de atividade física por dia; 3) e 49% dos mesmos jovens entre os 11 e os 17 anos apresentam um risco muito preocupante para a saúde com mais de 4 horas e 30 minutos de tempo de ecrã ou menos de 20 minutos de atividade física por dia.
Esta constatação, que alguns consideram alarmante, exige políticas públicas adequadas e uma grande mobilização da sociedade civil. Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2024 constituem uma oportunidade para reforçar o lugar da atividade física e do desporto na sociedade francesa. A vontade do Presidente da República, Emmanuel Macron, foi de declarar o desporto como uma “grande causa nacional” e de “colocar o desporto no coração da Nação”, em 2024. Apelou a uma ação mais rápida, mais elevada e mais forte, considerando a situação como “urgente”.
Não podemos deixar de nos congratular com este esforço, que, muitas vezes, não acompanha os apoios financeiros adequados, consagrados para a juventude e para a vida associativa. Sabemos as dificuldades que as associações desportivas enfrentam, num contexto de permanente crise social e de inflação generalizada.
Os confinamentos e os sucessivos protocolos sanitários perturbaram a retoma do funcionamento normal dos clubes, tanto no desporto profissional como no amador, e provocaram uma redução muito significativa dos recursos, que se baseiam, essencialmente, nas quotas, nas licenças, na venda de bilhetes, nos patrocínios e nas receitas dos direitos televisivos.
A situação é diferente consoante as federações, mas, muitas delas, continuam fragilizadas.
O desporto deve ser encarado como um projeto de sociedade, que visa afirmar os valores da República para reforçar a coesão social e nacional, fomentar uma cultura de compromisso e sensibilizar para os grandes desafios societais."