Últimas indefectivações

terça-feira, 13 de junho de 2023

RND - Soares: React, Nyland e Gianniotis!!!

Eu amo o Benfica

Uma Semana do Melhor, excerto...

Segunda, excerto...

Total, excerto...

Terceiro Anel: Diário...

Quinta...

Rodapé...!!!


"As capas dos três diários desportivos de hoje dizem bem a conluio existente entre eles e o FC Porto desde a famosa reunião do Altis. O hotel onde foi orquestrado todo o esquema criminoso.
Depois de andarem durante anos a fazer capas com títulos de letras garrafais, largarem tinta por centenas de páginas, usarem especialistas da especialidade a comentar os "casos" nascidos por emails roubados por Rui Pinto, alterados, truncados e divulgados por Francisco J. Marques e Diogo Faria, agora que foi conhecida a sentença dos prevaricadores - bandidos mesmo - para informar os seus leitores o jornal O Jogo dá uma nota de rodapé no caso de A Bola e do Record quase é necessário uma lupa para encontrar uma menção à decisão do tribunal de condenar os bandidos.
E mesmo quando o juiz Carlos Alexandre diz na sentença que “𝙝𝙤𝙪𝙫𝙚 𝙪𝙢𝙖 𝙨𝙪𝙗𝙫𝙚𝙧𝙨ã𝙤 𝙥𝙧𝙤𝙥𝙤𝙨𝙞𝙩𝙖𝙙𝙖 𝙙𝙤 𝙨𝙚𝙣𝙩𝙞𝙙𝙤 𝙙𝙤𝙨 𝙚𝙢𝙖𝙞𝙡𝙨 𝙙𝙞𝙫𝙪𝙡𝙜𝙖𝙙𝙤𝙨, 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙞𝙣𝙩𝙪𝙞𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝙛𝙖𝙯𝙚𝙧 𝙘𝙧𝙚𝙧 𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙨𝙩𝙖𝙧𝙞𝙖 𝙚𝙢 𝙘𝙪𝙧𝙨𝙤 𝙪𝙢 𝙥𝙧𝙤𝙟𝙚𝙩𝙤 𝙘𝙤𝙧𝙧𝙪𝙥𝙩𝙞𝙫𝙤, 𝙦𝙪𝙖𝙣𝙙𝙤 𝙙𝙤𝙨 𝙚𝙢𝙖𝙞𝙡𝙨 𝙚 𝙙𝙖 𝙨𝙪𝙖 𝙡𝙚𝙞𝙩𝙪𝙧𝙖 𝙞𝙣𝙩𝙚𝙜𝙧𝙖𝙡 𝙚 𝙘𝙤𝙢 𝙤 𝙙𝙚𝙫𝙞𝙙𝙤 𝙧𝙚𝙨𝙥𝙚𝙞𝙩𝙤, 𝙙𝙖𝙡𝙞 𝙣ã𝙤 𝙨𝙚 𝙧𝙚𝙩𝙞𝙧𝙖 𝙖 𝙥𝙧á𝙩𝙞𝙘𝙖 𝙙𝙚 𝙦𝙪𝙖𝙡𝙦𝙪𝙚𝙧 𝙘𝙧𝙞𝙢𝙚”, serviu para ser destaque nos jornais. A tal comunicação social do regime, na boca dos portistas.
Estes vendidos são cúmplices do maior escândalo do desporto nacional e da tentativa de assassinato público da MAIOR INSTITUIÇÃO DESPORTIVA DE PORTUGAL. São os ajudantes da organização criminosa que preparou este ataque.
Continuem a comprar jornais deles..."

Arábia Saudita. A Liga dos novos ricos


"Estão basicamente a matar o futebol. Os pais agora querem que os filhos pratiquem desporto, não pelos valores ou para serem saudáveis mas para serem ricos.

Ficámos a saber há poucos dias que o PIF (Public Investment Fund), um fundo de investimento do Estado saudita, comprou os quatro maiores clubes de futebol daquele país. Nas declarações à comunicação social, o governo anunciou que pretende que a sua liga seja das dez mais fortes do mundo. O clube onde joga Cristiano Ronaldo foi um dos incluídos num pacote, que quer levar a breve trecho outras estrelas do futebol europeu como Benzema e Kanté (já apresentados), Modric, Sérgio Ramos ou Jordi Alba, tendo tentado também, sem sucesso, Lionel Messi. Depois das famosas SADs, Sduqs e dos fundos que vieram alterar todo o paradigma do desporto rei, chega-nos agora um tempo em que para além da lógica mercantilista levada ao extremo, ainda temos uma mesma entidade que mexe os cordelinhos tipo marionetas e pode perfeitamente definir quem é campeão a cada ano, acelerando num ou desacelerando nos outros conforme vontade.
É verdade que a lógica do associativismo, do amor à camisola e dos clubes de bairro morreu há muito. Infelizmente. Por um lado devido a uma gestão danosa de quem se encontrava à frente dessas entidades mas também porque muitas vezes esses clubes eram pensados não para gerar grande lucros ou fortunas mas sim para servir a população e para dar uma oportunidade às crianças de praticarem desporto. Algo que fazia orgulhar as gentes da terra e que lhes imprimia uma competitividade saudável. Nos dias de hoje os clubes regra geral deixaram de ser dos sócios e mesmo nos que são, estes decidem pouco ou nada. É por isso que alguma da sua magia também se vai perdendo, pela forma como é tudo orientado para o negócio e não pelos valores e pela identificação com um símbolo.
O clube da minha terra, por exemplo, o Centro Desportivo de Fátima, sempre foi um orgulho dos locais, com imensos jovens a praticar desporto e jogadores formados localmente na equipa principal. Quando começaram a sonhar com outros voos de facto foi muito divertido mas quando se foram a ver as contas, o rombo era impagável. Qual foi a solução encontrada? Vender pelo valor da dívida a uns supostos salvadores, vindos das arábias. O resultado foi o mesmo que vários outros que vamos encontrando por aí: ordenados em atraso, dívida que nunca foi paga, um afastamento progressivo dos fatimenses dos jogos do clube, culminando com uma insolvência que o fez recomeçar do zero, na ultima divisão distrital.
Esta nova fórmula dos glutões e dos milhões não tem fim, é o tempo do “quem dá mais”, da concorrência desleal e da falta de capacidade das instâncias que regem o mesmo, de impor limites e quando o fazem tipo fair play financeiro, arranjam sempre uma forma dos mais fortes escaparem a penas pesadas. Estão basicamente a matar o futebol. Os pais agora querem que os filhos pratiquem desporto, não pelos valores ou para serem saudáveis mas para serem ricos."

Silvio Berlusconi e aquele AC Milan que mudou o futebol


"Entrou com estrondo, ajudou a construir uma das melhores equipas da história do jogo e foi senhorial na Europa. Berlusconi, que morreu aos 86 anos, vítima de complicações decorrentes de uma leucemia, tornou-se num dos presidentes mais bem-sucedidos da história do futebol e partiu ainda com o sonho de ver o Monza, que comprou em 2018, sagrar-se campeão de Itália

Em junho de 1986, a neoclássica Arena Civica de Milão tremia em sobressalto. Os adeptos, uns 10 mil, dizem os relatos da altura, esperavam apenas ver a apresentação da equipa do AC Milan para a nova temporada, mas do nada as colunas começaram a gritar a épica “Cavalgada das Valquírias” de Wagner, enquanto os jogadores aterravam de helicóptero.
Nos anos 80, aquilo não era normal.
Silvio Berlusconi, empresário que tinha salvado o clube da bancarrota uns meses antes, apresentava assim as suas ambições para o clube. Seria grande, esplêndido, monumental, o regresso ruidoso, como ele, do bicampeão europeu nos anos 60, do histórico 10 vezes vencedor da Serie A, caído em desgraça à conta de um escândalo de resultados combinados, o Totonero, que havia atirado a equipa para a Serie B pela primeira vez no início dos anos 80.
Daí até ao dia em que entregou o clube a investidores chineses, em 2017, o polémico magnata italiano, que morreu esta segunda-feira com 86 anos, vítima de complicações decorrentes de uma leucemia, tornou-se, também, um dos presidentes mais bem-sucedidos da história do futebol, com um total de 29 troféus, entre eles cinco Taças dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões e oito títulos da Serie A. E mudando a face do futebol tão rápido quanto as suas primeiras decisões.
Não por causa dos helicópteros e das apresentações over the top, diga-se. No dia em que Arrigo Sacchi, antigo futebolista amador e vendedor de sapatos, eliminou o AC Milan com o seu modesto Parma na Taça de Itália, a história do futebol começava a desenhar-se. Berlusconi não descansou enquanto não levou Sacchi para San Siro, ignorando as desconfianças de quem não acreditava em alguém tão pouco experiente, e o técnico italiano forjou ali uma das melhores e mais influentes equipas da história do jogo.

De Sacchi a Capello
Com um futebol de ataque, pressionante, entusiasmante, a antítese do tradicional catenaccio transalpino, aquele AC Milan de Sacchi dominou a Europa: a Milão chegaram Marco van Basten, Ruud Gullit e Frank Rijkaard, um trio neerlandês como o futebol total que Sacchi tanto gostava, apoiado por históricos italianos como Franco Baresi, Alessandro Costacurta, Roberto Donadoni, Paolo Maldini e Carlo Ancelotti. Campeão em casa logo em 1987/88, o Milan sagrar-se-ia campeão europeu em 1988/89 e em 1989/90, esta última final frente ao Benfica. A influência, essa, ficou. Até hoje: de José Mourinho a Pep Guardiola, tantos citam esse Milan como essencial para a sua educação futebolística.
Já com Fabio Capello no banco, Berlusconi veria o seu clube, o mesmo que o pai o levava a ver em criança, vencer mais três títulos internos entre 1992 e 1994, fase em que o Milan chegou a estar 58 jogos da Serie A sem perder. Chegou ainda a três finais da Liga dos Campeões seguidas, de 1993 a 1995, vencendo a edição do meio, um arrasador 4-0 ao Barcelona de Johan Cruyff.
Pelo caminho, Milanello tornou-se a referência entre os centros de estágios da Europa. Berlusconi, sempre despudorado, dizia por esta altura que o Milan era a coisa mais conhecida de Itália “depois da mafia e da pizza”.
O início do século traria uma nova fase de sucesso para o clube, com Carlo Ancelotti no banco: mais um título na Serie A, em 2003/04, e duas vitórias na Liga dos Campeões, em três finais. Andrea Pirlo, Andriy Shevchenko, Kaká ou Alessandro Nesta entravam numa galáxia onde ainda orbitavam Maldini e Costacurta.

Um Presidente dentro do balenário
Interventivo e muito presente, Berlusconi arrogava-se de tomar decisões no clube que iam bem além do papel do presidente. “Toda a gente fala do Milan do Sacchi, do Zaccheroni e do Ancelotti, mas nunca se ouve falar do Milan de Berlusconi. Há 18 anos que escolho titulares, dito as regras e compro os jogadores”, lamentou-se em 2004, frase recuperada pela AP.
Berlusconi chegou também a dizer publicamente que exigia a todos os treinadores do Milan que jogassem com dois avançados, ficando por saber se a regra era real ou apenas um desabafo. Certo é que dos técnicos que marcaram o seu reinado em San Siro, só chegaram elogios: “Foi um grande homem que tentou melhorar Itália e o seu desporto, mas nem sempre foi compreendido”, sublinhou Arrigo Sacchi. À agência italiana ANSA, o treinador frisou ainda que Berlusconi era “um homem generoso”.
Já Ancelotti, citado pela AP, lembrou que Berlusconi era um presidente diferente: "Criticava-nos quando as coisas estavam bem e dava-nos todo o apoio quando as coisas corriam mal. A maior parte dos presidentes fazem exatamente o contrário”.

A entrada na política, a venda e o Monza
O que Berlusconi deu ao futebol, também tirou para benefício próprio. Talvez sem os sucessos do Milan não haveria uma carreira política para Il Cavaliere, que em 1994, apenas quatro meses após fundar o Forza Italia, se tornou primeiro-ministro italiano pela primeira vez, numa carreira política que durou até ao dia da sua morte. O Milan, disse, era a “única coisa sagrada” onde se havia envolvido, tudo o resto era “profano”.
A segunda década do século 21 seria de menor fulgor para o Milan, que em 2006 foi um dos clubes condenados no caso Calciopoli. Outrora um dos homens mais ricos do Mundo, Berlusconi deixou de conseguir combater os rivais dentro casa e também na Europa, onde ainda era mais senhorial. Até ao título de 2021/22, já sem Berlusconi, foram 11 temporadas sem vencer a Serie A. O clube seria vendido a um consórcio chinês em abril de 2017, por mais de 700 milhões de euros.
Mas a lenda de Silvio Berlusconi, empresário, político, polemista profissional e presidente de clubes de futebol, não terminaria por aí. Um ano depois de vender o Milan, juntou-se de novo a Adriano Galliani, seu braço direito durante toda a caminhada nos rossoneri, comprando o Monza por módicos três milhões de euros. Em cinco anos, o clube subiu da Serie C, o terceiro escalão do futebol italiano, para a Serie A. Em 2022/23, na temporada de estreia na primeira divisão, o Monza terminou em 10.º. O sonho de Berlusconi era levar o clube até ao título italiano, mas agora o caminho será feito sem ele. E há muito que o futebol não sabe o que isso é."

O que é a "Ética"?


"Recentemente li uma notícia sobre um "tweet" que o CF "Os Belenenses" colocou a felicitar a promoção do Lank Vilaverfense à Liga Portugal 2, após ter vencido o B SAD, que foi assim despromovido para a Liga 3.
Quem segue o "futebol" com atenção em Portugal, por certo se lembra do histórico administrativo que existiu entre o CF "Os Belenenses" e o B SAD, após a divisão entre o clube e a SAD em 2018 e que provocou o corte de todas as relações institucionais e desportivas, culminando em ações judiciais que só foram decididas pelo Tribunal em 2022.
Quando vi o título da notícia: "A provocação do Belenenses ao B SAD após a descida à Liga 3" e li o conteúdo da mesma: "o emblema do Restelo lançou mais uma ‘acha para a fogueira’ na guerra entre os dois clubes", e sendo eu Embaixador do PNED, lembrei-me logo desta fantástica pergunta: "Mas afinal, o que é a Ética?".
Se lermos o "tweet" de uma forma neutra (sem conhecer o "passado"), não se vai interpretar que foi feita uma provocação, se o lermos de uma forma negativa (tendo a noção do "passado" e considerando o "futuro"), vamos interpretar como uma provocação e se o lermos de uma forma positiva (tendo a noção só do "presente" e considerando o "futuro"), vamos interpretar como uma felicitação a uma promoção aos campeonatos profissionais.
"A Ética é o conjunto de valores e princípios que todos usamos para decidir as 3 grandes questões da vida que são: "Quero", "Devo" e "Posso". Existem coisas que eu quero mas não devo, existem coisas que eu devo mas não posso e existem coisas que eu posso mas não quero".
A "Ética" é definida através dos princípios da sociedade e a forma como e quando "comunicamos" vai estar sempre exposta a interpretações neutrais, positivas e negativas, pelo que todos os processos de comunicação (individuais ou colectivos) são cada vez mais importantes para a imagem das organizações e a forma como querem ser reconhecidas pela sociedade."

O relatório da ERC, já tinha desmascarado este esquema....

Outro...

A Carta: Incendiários!

Visão: React - Bento!

Tribunal reconhece comportamento criminoso no caso dos emails


"O chamado "processo dos emails" terminou hoje, com o Tribunal a condenar quem divulgou a correspondência do Benfica e a reconhecer o seu comportamento criminoso.
Em 2017, os responsáveis pela comunicação do Futebol Clube do Porto truncaram o conteúdo de emails e criaram narrativas assentes em mentiras que divulgaram no Porto Canal – tudo com o intuito de associar o Benfica a práticas criminosas, denegrindo o seu bom-nome e atingindo a sua reputação.
Agora, o tribunal deu como provado que houve manipulação de informação e que se usou o direito a informar como pretexto, sendo certo que, como explicou o Juiz, a mentira jamais pode servir o interesse público.
O Sport Lisboa e Benfica considera que o reconhecimento dos crimes de violação de correspondência agravada e de ofensa a pessoa coletiva, embora não apague da memória a campanha negra de que o clube foi vítima, deu sentido ao esforço para que, no fim, ganhasse a verdade.
Emails truncados, com interpretações falsas, despudoradamente divulgados através do Porto Canal merecem a total condenação e reprovação pública.
A rivalidade desportiva não explica tudo nem tudo pode."

O bandido!

Narrativa...

Manipulação...

Sempre Que O Crime Compensa, É Prova De Que A Justiça Não Funciona!


"É claramente o caso das condenações conhecidas hoje, passados 5 anos, relativas ao processo da divulgação dos emails: o crime compensou!
Agora vêm aí recursos e mais recursos. Um dia, lá para as calendas, quando isto transitar em julgado, se ainda por cá andar, voltarei ao tema para perceber como a FPF/Conselho de Disciplina, a CMVM e a Liga de Clubes tratarão de assunto de tamanha gravidade (até hoje o silêncio imperou).
E o nosso Benfica? Não me passa pela cabeça que, com o seu "dream team" de advogados pagos a peso de ouro, o clube não tenha para este processo uma resposta jurídica à altura dos gigantescos prejuízos que lhe foram causados."