Últimas indefectivações

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Quem decide, afinal, no Benfica?


"As decisões de um clube como o Benfica não podem partir da necessidade de ganhar no imediato, mas sim de uma ideia clara sobre como quer jogar, que perfil de jogadores quer ter e que caminho pretende seguir. A escolha de Mourinho parece ter seguido uma lógica diferente. Respondeu ao contexto eleitoral.

O Benfica tem sido um clube sem estratégia. Apesar do investimento elevado, o retorno desportivo tem sido reduzido: uma Liga e duas Supertaças em cinco épocas.

A escolha de Mourinho
Vencedor, foi assim que Rui Costa definiu o perfil de José Mourinho. A questão é que ser vencedor não pode ser uma estratégia, mas sim uma consequência. As decisões de um clube como o Benfica não podem partir da necessidade de ganhar no imediato, mas sim de uma ideia clara sobre como quer jogar, que perfil de jogadores quer ter e que caminho pretende seguir.
A escolha de Mourinho parece ter seguido uma lógica diferente. Mais do que responder às necessidades do plantel, respondeu ao contexto eleitoral e de urgência para Rui Costa. Em setembro, o essencial era ganhar as eleições de outubro. O resto ficaria para depois. Mourinho trazia duas coisas difíceis de ignorar: uma capacidade de comunicação que o Benfica há muito não tinha e um peso mediático que mobiliza adeptos. Mas nenhuma dessas qualidades resolve, por si só, o problema estrutural que o clube atravessa.

Perda de exigência
José Mourinho referiu, no final do último jogo frente ao Casa Pia: «Neste momento tinha vontade de não fazer jogar mais alguns jogadores. Mas há valores mais altos que se levantam. São ativos do clube.» Num clube como o Benfica, o objetivo tem de ser sempre o mesmo: vencer. A valorização dos jogadores será sempre uma consequência do sucesso desportivo. Tenho referido que o problema do Benfica não são os treinadores, nem serão estes que o irão resolver.
O foco está na liderança ou na ausência dela. Nos últimos anos, o clube foi perdendo a (pouca) cultura de exigência que tinha. A desresponsabilização tornou-se permanente. Quando não se ganha, surgem frequentemente justificações externas, como a arbitragem, para explicar os insucessos. As decisões têm privilegiado o curto prazo, como demonstram as contratações de Bruno Lage e José Mourinho, mais orientadas pela reação do que por uma lógica de continuidade.
O último mercado de inverno é outro exemplo dessa dificuldade em enquadrar decisões num projeto desportivo racional e lógico, com movimentos de plantel (Rafa e Sidny) difíceis de justificar num plano de médio prazo. Falta visão a quem lidera. Atira-se dinheiro para cima dos problemas na tentativa de os resolver. O resultado é um clube mais frágil — financeiramente e desportivamente.

Desequilíbrio financeiro
Se desportivamente se percebe uma ausência de estratégia, financeiramente o quadro não é diferente. A elevada rotatividade do plantel tem sido apresentada como fundamental para a obtenção de rendimento desportivo. Na prática, porém, responde muitas vezes à necessidade de gerar liquidez e equilibrar contas.
O Benfica continua a ser o clube que mais receita gera em Portugal, tanto através de transferências como da UEFA Champions League. Ainda assim, essa capacidade não tem sido suficiente para estabilizar o projeto.
Importa sublinhar que não se trata de falta de investimento. Pelo contrário, o clube tem investido fortemente no plantel. Esta época, o investimento correspondeu a um valor entre 130 e 140 milhões de euros. O problema está no retorno desportivo desse investimento e na falta de coerência na construção do plantel ao longo do tempo. Os custos operacionais do clube, com destaque para os gastos com pessoal (salários), têm aumentado de forma significativa num período em que o sucesso desportivo ficou aquém do investimento realizado.
Vende-se muito, investe-se muito, mas consolida-se pouco. Quando isso acontece, o ciclo repete-se: vende-se para equilibrar, investe-se para reagir, em vez de manter uma base estável para crescer e competir. Num contexto em que vários clubes procuram maior estabilidade e continuidade, o Benfica parece continuar dependente de decisões de curto prazo, ditadas pela necessidade imediata de resposta financeira e desportiva. A possível ausência da UEFA Champions League na próxima época poderá ainda agravar mais esta pressão e acentuar o desequilíbrio financeiro.

Desalinhamento
As declarações recentes de José Mourinho e de Rui Costa expõem uma falta de alinhamento difícil de ignorar. O treinador admite que gostaria de continuar, mas fá-lo sem a convicção habitual de quem se sente plenamente integrado num projeto.
O presidente, por seu lado, lembra a existência de contrato, sublinhando que o treinador tem mais um ano de ligação ao clube. Este argumento, no entanto, perde força quando comparado com situações recentes: também Roger Schmidt e Bruno Lage tinham contrato em vigor quando deixaram o comando técnico do Benfica.
No caso de Mourinho, há ainda um detalhe relevante no seu discurso. Não é habitual o treinador adotar uma posição tão pouco taxativa sobre o futuro. Por norma, ou assume claramente a continuidade, ou afasta-se de forma inequívoca. Desta vez, ficou numa posição intermédia, que pode significar um posicionamento tático face às movimentações que observa à sua volta.
Outro ponto relevante são as constantes críticas de Mourinho ao plantel, que contrastam com a visão de Rui Costa, bem patente na afirmação de novembro de 2025 de que «o plantel no futuro não precisa de grandes alterações». Os dois parecem ver realidades diferentes, o que torna mais difícil a construção de uma estratégia comum.
Por último, em campo, Mourinho afasta o Benfica da luta pelo título. Fora dele, Rui Costa mantém o discurso de que «no Benfica não se desiste até o campeonato estar terminado».
O desalinhamento entre os dois é factual. E esse tem sido, consistentemente, o padrão dos últimos anos.

A valorizar: João Neves
Mais uma grande exibição frente ao Liverpool coroada com um passe que poucos têm a capacidade de fazer.

A desvalorizar: Liverpool
O ainda campeão inglês em título parece uma sombra do que tem sido nos últimos anos."

Regressar às vitórias


"O Benfica enfrenta o Nacional, hoje às 18h00, no Estádio da Luz. Este é o tema principal na BNews.

1. Lutar por triunfos
José Mourinho sublinha a importância de vencer sempre: "Precisamos muito de ganhar por todas as razões e mais alguma, precisamos muito de ganhar. Temos de lutar por estes 6 jogos, 18 pontos. Lutar por títulos é o meu objetivo e o do Benfica."

2. Entrevista a não perder
Nuno Catarino, CFO do Sport Lisboa e Benfica, aborda as contas semestrais apresentadas pelo clube, a emissão do empréstimo obrigacionista e vários temas atuais e relevantes para o Benfica e para o futebol português, entre os quais a centralização dos direitos televisivos.

3. Comunicado oficial
Leia o desmentido do Clube acerca de informações falsas veiculadas pelo Correio da Manhã.

4. Últimos resultados
A equipa B empatou 2-2 com a União de Leiria; os Sub-23 venceram o Leixões, por 2-1; os Juniores foram derrotados na visita ao Santa Clara, por 3-2, e os Juvenis triunfaram em Famalicão (0-1). As equipas masculinas de basquetebol e de hóquei em patins ganharam ante SC Braga (108-77) e CH Carvalhos (8-2), respetivamente. A de voleibol perdeu, por 3-0, no reduto do Leixões e a de andebol, por 42-32, no Porto. As equipas femininas de basquetebol e de futsal venceram ante Esgueira (75-69) e Novasemente (5-0), respetivamente.

5. Outros jogos do dia
Os Iniciados recebem o Alverca às 15h00. A equipa feminina de hóquei em patins visita a Académica (19h00). Às 15h45, o Benfica recebe o Direito, em râguebi, no Estádio Universitário de Lisboa.

6. Atividades do Museu
Conheça a programação do 2.º trimestre de 2026.

7. Em destaque
Os principais conteúdos e temas que marcam a agenda do Sport Lisboa e Benfica nas diferentes plataformas do Clube.

8. Casa Benfica Figueira da Foz
Conheça esta embaixada do benfiquismo pela lente da BTV."

Backstage | #SLBenficaB vs. União de Leiria

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Que nunca falte o norte (Daniel Bragança) ao Sporting

Comercial: Kika...

Benfica FM: Relembrar...

Romário sempre a faturar


"Em agosto de 1988, o Vasco da Gama participou no Torneio Lusitânia, na Invicta, derrota, por 1-2, na final frente ao FC Porto. No centro do ataque da equipa do Rio de Janeiro estava Romário, então um jovem de 22 anos associado aos dragões que acabavam de contratar Rui Águas e ainda contavam com Fernando Gomes. Essa foi a primeira vez que ouvi falar dele e, agora, numa viagem pelo arquivo de A BOLA, recordei declarações do grande Quinito, à data a viver o começo de curto reinado ao serviço dos azuis e brancos.
«Não vamos contratar Romário, o FC Porto tem a casa arrumada e eu já tenho muito por onde escolher. Não quero mais dores de cabeça. No entanto, pelo seu valor, acho que Romário deve ficar pela Europa... No FC Porto é que não. Já falei com o presidente e disse-lhe que estou satisfeito com o plantel que tenho à disposição», assim se referiu Quinito ao hipotético interesse naquele que se tornaria uma dos mais fascinantes goleadores da história do futebol, logo nesse verão contratado pelo PSV Eindhoven (1988 a 1993), etapa inicial no velho continente antes de deslumbrar no Barcelona de sonho de Johan Cruyff (1993 a 1995).
Num futebol cada vez mais controlado, há figuras que resistem ao tempo não apenas pelo talento que ostentaram, mas também pela personalidade revelada sempre que tentaram domesticá-las. Romário é um desses casos raros — um jogador tão genial nos relvados quanto carismático fora deles.
A atualidade voltou a colocá-lo nas manchetes, não pela pontaria, somente pela vida pessoal. Aos 60 anos, o antigo internacional brasileiro, campeão mundial em 1994, foi notícia por um alegado triângulo amoroso com duas jovens universitárias — um episódio que rapidamente ganhou contornos mediáticos. Mais uma polémica que encaixa no perfil de quem vive sem filtros.
Dentro das quatro linhas era sublime. Corria o quanto bastava, não se enquadrava nos padrões modernos de intensidade, treinava quando as saídas noturnas permitiam e, na área, tinha um instinto único, pois decidia em segundos com uma frieza que desafiava a paciência dos adversários.
Algumas tiradas são tão memoráveis como os golos que assinou. «Pelé calado é um poeta», disse um dia sem receio da realeza. «Técnico bom é aquele que não atrapalha», aí está outra, tão icónica como esta: «Estou com 72 quilos, sim, e daí? O elefante é gordo, mas quando tem incêndio na floresta ninguém ganha dele na corrida.»
Não era só humor, era autoconfiança, exemplo saudável do politicamente incorreto. Romário dizia o que pensava, fazia o que queria e resolvia jogos. O baixinho era grande! E a avaliar pela imprensa cor de rosa desta semana continua a faturar…"

O estreito de Ancelotti


"No Brasil, Copa do Mundo é coisa séria: por ser talvez a única atividade em que o 5.º maior país do planeta é (quase sempre) o melhor. A política envolve-se, com presidentes a darem palpites.

Pode ser repetitivo, maçador, monótono mas é assim que as coisas são no Brasil: a lista de 26 de Carlo Ancelotti não sai dos noticiários de TV, das colunas de jornais, das rodas de botequim.
No Brasil, Copa do Mundo é coisa séria: por ser talvez a única atividade em que o quinto maior país do planeta é, de facto, (quase sempre) o melhor, como ilustra a coleção única de títulos, a política envolve-se, com presidentes no passado, no presente e no futuro a darem palpites.
A economia mexe-se, com expectativa de aumento de 20% na venda de televisões em junho e julho, por um lado, e com previsão de queda na produção industrial e no comércio porque as empresas são moralmente obrigadas a dar folga quando a seleção joga, por outro.
A sociedade emociona-se, com eleição da rua pintada de verde e amarelo mais bonita do país, com murais gigantes desenhados com os rostos dos jogadores e outros a servirem de muro das lamentações futebolísticas, cirurgias adiadas, audiências judiciais proteladas e até casamentos desmarcados.
Serve então este preâmbulo não só para dar ideia do colorido do Brasil durante uma Copa mas sobretudo para justificar que se volte nesta coluna a falar dos 26 de Ancelotti, uma lista muito mais esmiuçada e investigada do que a de Martínez, a de Scaloni, a de De la Fuente, a de Nagelsmann, a de Deschamps ou a de Tuchel, porque, mesmo sem viver colheita especial, ninguém produz tanto jogador de elite em quantidade como o país do futebol.
Segundo as fontes mais informadas junto à CBF, o italiano já tem 24 definidos. Sobram dois, o tal estreito de Ancelotti a que o título faz referência. Salvo então incidentes de última hora, na baliza estarão Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe) e Bento (Al Nassr).
Na defesa, Éder Militão (Real Madrid), Wesley (Roma), Danilo Luiz (Flamengo), Marquinhos (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal), Bremer (Juventus), Léo Pereira (Flamengo), Alex Sandro (Flamengo) e Douglas Santos (Zenit).
No meio-campo, Casemiro (Manchester United), Bruno Guimarães (Newcastle), Fabinho (Al Ittihad), Andrey Santos (Chelsea) e Danilo Santos (Botafogo).
E no ataque Estêvão (Chelsea), Luiz Henrique (Zenit), Vinícius Júnior (Real Madrid), Martinelli (Arsenal), Matheus Cunha (Manchester United), João Pedro (Chelsea) e Raphinha (Barcelona).
Restam três nomes para duas vagas, que tanto podem ser de mais um jogador de meio-campo e um de ataque ou de dois de ataque, isto é o meia Paquetá, do Fla, e um de dois centro-avantes, Endrick, do Lyon, e Igor Thiago, do Brentford, ou estes dois juntos.
Falta, claro, falar de Neymar, o mais poderoso, mediático e falastrão dos jogadores brasileiros. A atualidade, porém, mostra-nos que não basta ser poderoso, mediático e falastrão para entrar no estreito."

domingo, 12 de abril de 2026

Antevisão...

BI: Rescaldo - Nacional...

Kanal - Tamos Juntos...

Tudo normal!!!

108

Benfica 108 - 77 Braga
28-17, 26-15, 30-27, 24-18

Sem o Crandall e o Justice, nova vitória larga, num festival de Triplos, com 54% (17-31)!!!

1.ª lugar...


Benfica 8 - 2 Carvalhos

1.ª lugar garantido, numa época, até agora, sem derrotas! Praticamente só vitórias! Com o Pau a ganhar ritmo, a equipa parece estar a melhorar, algo que será necessário, pois apesar de todas as vitórias até agora, os títulos só a partir de agora se vão decidir!

Derrota!

Leixões 3 - 0 Benfica
25-22, 28-26, 25-23

Surpresa?! Sim, apesar da ausência do Nivaldo, nos jogos anteriores o Benfica tem ganho com alguma tranquilidade, mas hoje, bastou baixar um pouco nível, e perdemos os três Set's!

A presença na Final, não me parece estar em causa... mas jogar a Final com o Sporting, sem o Nivaldo, será suicídio! 

Derrota...

Corruptos 42 - 32 Benfica
17-19

Como deitar tudo a perder num instante?! Mais ou menos 8 minutos!!! Basicamente, até jogámos bem, durante muito tempo, principalmente no ataque, mas depois perdemos a cabeça!

Empate...

Benfica 2 - 2 Leiria
Rui Silva, Dumas


Acabamos por salvar o empate, depois da desvantagem de 0-2, com uma ponta final boa...

Várias alterações na equipa, para dar minutos a jogadores por diferentes razões, acabou por retirar alguma coesão à equipa, mas com a entrada dos mais rodados, a coisa melhorou...

Grande bomba do Rui Silva!

Juniores - 9.ª jornada - Fase Final

Santa Clara 3 - 2 Benfica
Umeh, Duarte


Derrota nos Açores, e fim das possibilidades de revalidar o título!

Estamos a jogar sem muitos dos nossos melhores Juniores, mas mesmo assim, deveríamos ter feito melhor nesta Fase Final.

A Final Four da Youth League, disputa-se no próximo fim-de-semana, não me admirava que na cabeça dos jogadores, já se tivesse a pensar na Champions jovens, mas se isso aconteceu os treinadores não fizeram o seu trabalho!

O patrão!

Nuno Félix

Entre a promessa e o abismo


"Este Benfica tem-se habituado a triturar treinadores. E fá-lo sempre da mesma forma. Promete-lhes um projeto, entrega-lhes um puzzle incompleto e, quando as peças não encaixam, questiona o homem que tenta montá-lo.

Há clubes que vivem de vitórias e há clubes que vivem de ciclos. O Benfica, nos últimos anos, parece ter-se condenado a um lugar intermédio, uma espécie de purgatório onde a esperança renasce a cada verão apenas para ser consumida lentamente até ao inverno seguinte.
A discussão sobre a continuidade de José Mourinho não é nova. Na verdade, tornou-se quase estrutural, como se o treinador fosse apenas mais um capítulo de uma narrativa que se repete com pequenas variações.
Antes dele, foi Roger Schmidt. Antes dele, foi Bruno Lage. Em ambos os casos, a pergunta nunca foi apenas sobre o treinador. Foi sempre sobre o que o rodeava, sobre a qualidade das decisões tomadas acima dele, sobre a coerência de um projeto que parece dissolver-se ao primeiro sinal de frustração ou, simplesmente, que parece nunca existir.
Desta vez, porém, há um agravante que torna o cenário mais pesado. O investimento. Mais de 130 milhões de euros gastos para construir um plantel que, paradoxalmente, parece inferior ao anterior. Não se trata apenas de perceção, mas de uma comparação direta, quase cruel na sua simplicidade. Onde havia estabilidade, há agora dúvida. Onde havia rendimento, há intermitência.
A substituição de peças-chave revela mais do que um erro pontual. Expõe uma lógica falhada. Trocar segurança por potencial pode ser um risco calculado. Trocar rendimento comprovado por incerteza recorrente é outra coisa. E o Benfica fez isso demasiadas vezes num só mercado.
O problema não é apenas quem chegou. É o que se perdeu sem reposição à altura. A sensação de que o plantel ficou mais caro e menos competitivo é o tipo de equação que raramente termina bem. No futebol moderno, gastar muito não é garantia de sucesso, mas gastar mal é quase sempre garantia de falhanço.
O mercado de inverno, que tantas vezes serve de correção, funcionou aqui como amplificador de erros. Mais investimento, menos retorno. Mais ruído, menos soluções. E no meio disso, jogadores incapazes de se afirmar, mesmo aqueles que chegaram com estatuto ou expectativa, como aconteceu com Rafa.
É neste contexto que se avalia Mourinho. E é aqui que a análise exige alguma honestidade intelectual. O treinador cometeu alguns erros, tem várias opções discutíveis, procurou e mudou a fórmula muitas vezes. Nas escolhas, nos momentos, na gestão emocional de uma época que rapidamente se tornou instável. Mas reduzir o problema a Mourinho seria conveniente e, ao mesmo tempo, profundamente errado.
Este Benfica tem-se habituado a triturar treinadores. E fá-lo sempre da mesma forma. Promete-lhes um projeto, entrega-lhes um puzzle incompleto e, quando as peças não encaixam, questiona o homem que tenta montá-lo.
Para Rui Costa o dilema é claro: resistir à tentação de recomeçar ou ceder à pressão de um ambiente que exige respostas imediatas. A história recente sugere que a mudança de treinador é o caminho mais fácil. Também sugere que é o menos eficaz.
Manter Mourinho não é apenas uma decisão desportiva. É uma declaração estratégica. Significa aceitar que o erro não está apenas no banco. Significa dar poder, mas também assumir responsabilidade.
Tudo isso obriga a um mercado diferente. Um mercado onde o Benfica terá de ser mais pragmático do que ambicioso, mais criterioso do que exuberante. Vender abaixo do que investiu, sim, é inevitável tendo em conta a desvalorização de alguns jogadores contratados por valores entre €20 M e €27 M. E aqui, de todas as contratações, salva-se Dedic como o único que realmente acrescentou qualidade à posição, sendo o menos dispendioso do mercado de verão (€12 M).
A obrigatoriedade de reinvestir melhor e a inevitabilidade (mais ainda sem o apuramento para a UEFA Champions League) de usar receitas futuras, como a verba dos direitos audiovisuais para duas épocas que ronda os €100 M. No fundo, uma fuga para a frente sem hipótese de novo capítulo caso volte a falhar.
Mas há outra dimensão, menos tangível e igualmente decisiva. A postura institucional. O futebol português tornou-se um espaço de confronto permanente, onde o silêncio é frequentemente interpretado como fraqueza. Mourinho, como sempre, não é um homem de silêncio. Quer um clube alinhado com a sua forma de estar, combativa, assertiva, quase beligerante quando necessário.
Essa não tem sido a identidade recente do Benfica. E talvez seja aqui que reside a maior divergência. Não nas ideias de jogo, não nas escolhas táticas, mas na forma como o clube se posiciona no ruído constante que o rodeia.
No fundo, Mourinho e Rui Costa precisam um do outro. O treinador precisa de provar que ainda pertence ao topo do futebol mundial, que a sua narrativa não terminou num banco distante de Istambul. O presidente precisa de provar que consegue construir algo sustentável, que não vive apenas de memórias e símbolos. E, no entanto, apesar desta necessidade, parecem olhar para o mesmo problema a partir de ângulos diferentes.
O futuro do Benfica não será decidido apenas nos resultados da próxima época. Será decidido nas decisões tomadas antes dela começar. No tipo de plantel que for construído. No grau de confiança que for estabelecido. Na capacidade de aprender com erros que já não são novos. Porque, no fim, a questão nunca foi apenas quem treina o Benfica. A questão é que Benfica quer existir, como quer estruturar-se, como quer jogar. E essa é uma pergunta à qual o clube não tem conseguido responder. E que ultrapassa muito Mourinho ou qualquer outro treinador."

Déjà Vu ou apenas coincidência?


"Do nada, Amesterdão começou a ser falado mais vezes na Invicta. Os adeptos não querem obviamente pensar em Déjà Vu, porém o novo apagão tem de fazer ligar todos os alertas

O FC Porto ainda só dominava. Não vencia, mas tomava de assalto a defesa que Vítor Pereira montara para o Dragão. Parecia apenas uma questão de tempo até à primeira explosão de alegria.
Fazendo contas ao sistema, reparei que Bakwa, extremo feito ala talvez um pouco à pressão, desalinhara com o resto da defesa, mesmo tendo Borja Sainz, colado à linha nas suas costas. E a atitude era despreocupada, como se não estivesse a ver o que se passava perto de si. À direita, Ndoye também não era muito preciso no posicionamento. Era a olho, sem regra e esquadro, mas não justificava tudo. Ao juntar-lhe aquele quadrado lento a desfazer para transformar o 3x4x3 no 5x4x1, por vezes 6x3x1, senti-me suficientemente convencido para me virar para o meu filho mais novo e dizer-lhe: «Está fácil para o FC Porto.» No relvado, assistia-se a uma mutação imperfeita, que transformava os três centrais em três defesas esticados à largura e abria dois corredores enormes até à baliza.
Vítor Pereira mudou 9 a pensar na Premier e ofereceu aos dragões a primeira parte. O 1-0 chegou com naturalidade, no entanto, o mesmo não se pode dizer do que aconteceu a partir do autogolo. O momento infeliz de Martim, não provocado, fez abanar o líder do campeonato, no qual este vivera, diante do Famalicão, uma montanha russa de emoções, sobretudo com o golo ao cair do pano que trouxe o Sporting para mais perto e diminuiu a margem de erro a praticamente zero. Repito: a equipa azul e branca sentiu um golo que o adversário nada tinha feito para merecer e bloqueou.
Depois do 1-1, desapareceu de campo até ao regresso dos balneários. Já o Forest voltou estabilizado. Vítor Pereira devolveu depois alguns titulares ao conjunto e as dificuldades aumentaram. Mesmo que William Gomes, Froholdt, Gul e outros tenham rondado a baliza do excelente Stefan Ortega, as oportunidades não foram assim tantas quanto Farioli e os jogadores deixaram transparecer no final. Não era um adversário qualquer, mas algo se passou que tirou aos azuis e brancos o momento. Algo inexplicável. Quase de certeza emocional.
Enquanto Farioli não matar o fantasma vai ter de viver com ele. A pressão aumentará a cada jornada e terá de aguentá-la até que possa festejar, ainda que veja mais brechas a surgir. Físicas, mas também do foro psicológico. O cansaço é grande. Não posso jurar, mas quase que aposto que o duplo-abanão já deixou todos em alerta em Alvalade."

Rui Costa tem condições para continuar? É a ele que lhe cabe responder!


"A tribuna presidencial da Luz é hoje o espelho do que tem sido esta direção do Benfica. Quem ajudou a construir a história do clube merece todo o respeito e reconhecimento, mas a tribuna presidencial é — devia ser — um espaço de representação, de afirmação e de construção de futuro. É ali que se estabelecem relações, que se reforça o peso do clube e que se projeta o Benfica. Novos ou melhores contratos, lobby, parcerias estratégicas, influência institucional. Continuar fechado sobre o passado é ignorar as exigências do presente e comprometer aquilo que o Benfica pode e deve ser no futuro.
Enquanto em Alvalade ou no Dragão vemos o Primeiro-Ministro, ministros, presidentes de câmara e figuras relevantes da sociedade a nível nacional e internacional, na Luz assistimos, jogo após jogo, a uma presença massiva de ex-jogadores (e quase sempre os mesmos). Sinal claro da falta de trabalho institucional, o que obriga depois a ir correr a AR.
A liderança de Rui Costa no Benfica vive hoje um momento de tensão evidente. Os sinais de desgaste acumulam-se, os erros são visíveis e a contestação cresce. Mas há uma linha que não deve ser ultrapassada: a da deslegitimação precipitada de um presidente que, há menos de meio ano, foi reforçado por duas votações expressivas dos sócios.
Num clube democrático como o Benfica, a legitimidade não é um conceito abstrato nem moldável ao sabor da frustração desportiva. Apesar da gestão errática, sem uma linha estratégica clara e consistente, um passivo consolidado que aumentou 189 milhões em cinco anos, a perda de peso nas instâncias desportivas e uma política de contratações dispendiosa e sem eficácia, a tentação de respostas musculadas cresce. Foi desta frustração que nasceu, esta semana, uma petição para a convocação de uma Assembleia Geral com carácter destrutivo.
Não creio que essa seja a solução. Seria um ato de instabilidade que pouco acrescentaria à resolução dos problemas reais. Pior: poderia fragilizar ainda mais o clube num momento em que precisa de foco, reorganização e clareza.
Há, no entanto, um cenário distinto que não pode ser ignorado: o próprio Rui Costa reconhecer que já não tem condições para continuar. Essa é uma decisão que só ao próprio compete, mas que exige lucidez e sentido de responsabilidade. Se entender que perdeu capacidade de liderança, apoio interno ou margem para inverter o ciclo desastroso em que mergulhou o clube, então deve assumi-lo com frontalidade.
Até lá, importa separar duas coisas: a crítica legítima e necessária — a deslegitimação apressada. O que precisamos mesmo saber é se Rui Costa continua a entender ter condições para continuar."

Os Primos da Luz #9

Informações falsas no Correio da Manhã


"O Sport Lisboa e Benfica esclarece que é totalmente falsa a informação hoje publicada pelo jornal Correio da Manhã, segundo a qual o treinador José Mourinho teria humilhado o jogador Dodi Lukebakio à frente do restante plantel.
Esta e outras especulações fantasiosas que têm vindo a ser veiculadas pela referida publicação fazem parte de uma vergonhosa campanha de desestabilização do Sport Lisboa e Benfica e dos seus profissionais, para além do sistemático atropelo às mais elementares regras deontológicas do Jornalismo."

Desde a derrota com o Casa Pia que esta é a mensagem que tentam passar


"Eu vou voltar a repetir, tal como antes tivemos Trapattoni, Guttmann, Heyneckes, Erickson, Ivic, Santos…que a conceituada Four Four Two elegeu como membros dos melhores 100 do mundo de todos os tempos (podem concordar ou não…isso é um problema de qualquer um com opinião), Mourinho não só é o mais cotado da lista como é o melhor treinador português de todos os tempos.
“Aí passa um período sem troféus de relevo…” - conversa fantástica para quem foi o último treinador português a conquistar um troféu internacional na EUROPA, não é em terras de Vera Cruz ou em países em que se encantam serpentes e se admiram camelos…é na Europa…no velho continente onde o desporto rei foi inventado.
Mas pronto…voltando ao Terra…desde Rui Vitória que estamos numa guerra sem fim para com os nossos treinadores, a falha é de todos, presidente incluído, LFV esteve mal ao abandonar o projeto Rui Vitória, sim trouxe vitórias mas as mesmas foram pífias no sentido que na tiveram continuidade…Bruno Lage teria um perfil único…formado no clube, identificado com o clube, benfiquista dos 7 costados…mas também não se deu continuidade porque o peso dos resultados e a pior sequência de resultados da nossa história não seriam ultrapassáveis …
Roger Schmidt outro cuja comunica social + adeptos verdadeiros ajudaram a trucidar, aquele que podia ser outro projeto a longo prazo…
Já nem falo de Jorge Jesus + Lage…dois regressos aos quais não se deu o tempo necessário…
Agora Mourinho…eu percebo o receio de todos os que falam e o atacam.
Primeiro ponto 
TEM CONTRATO ATÉ 2027.
Não há tema sobre o contrato dele, só a comunicação social e os “verdadeiros puros adeptos do Benfica fazem disso tema”;
Segundo ponto
Uma queda na liga Europa, com entrada direta, sem desgaste de pré-eliminatórias e com um plantel construído à sua medida trará ao Benfica um potencial favoritismo à conquista da competição…é isso seria uma desgraca não só para a comunicação social…mas também para os que nunca reconheceram os resultados das eleições…sejam eles mais ou menos concorridos, sejam eles com voto eletronico ou com recontagem manual até ao infinito!
E além de que a isto se junta a outra conversa para boi dormir…a das contas do Benfica e a ausência da Champions…
Pois…só mesmo quem come gelados com a testa bate nessa tecla…os nossos rivais, FALIDOS, sem €€€ e com planteis dilacerados, como os VERDADEIROS DIZEM, conseguem tudo e mais não sei o que…mas nós para os mais VERDADEIROS adeptos do Benfica, que cospem nas redes sociais que o mundo vai acabar, que o RC Contas tem de ser chumbado porque apesar de positivo isso não interessa porque não se ganha…estamos num buraco porque falhamos uma ida há Champions…
Jesus…
É nisto que se transformou o novo Benfiquismo…um benfiquismo de bloggers, vloggers, parvos e artistas de circo…um fenómeno.
MOURINHO não deve continuar, MOURINHO, se Rui Costa tivesse tomates deveria renovar até ao final do seu mandato e ponto final, com plenos poderes e mais nada.
Gostem ou não gostem é a minha opinião.
Desde Rui Vitória o mais injustiçado treinador do Benfica dos últimos anos, que levou com a palhaçada dos emails, com o desinvestimento para pagar a merda da dívida que assustava a oposição (erro crasso…com ela ninguém se chegava à frente excepto do Bruno Costa Carvalho que verdade seja dita…ao pé dos que foram aparecendo parece um senhor…)…e que foi maltratado aos olhos de todos e mais alguns…
MOURINHO É O MEU TREINADOR!
E espero que por largos e bons anos!"

Rola Bola #64 - Olise ou Yamal?

Destaques: 10 de Abril...

BF: Moreira...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - O pulmão do Sporting aguenta o "osso duro de roer" da Reboleira?

Manteigas apresenta participação disciplinar contra Villas-Boas na FPF


"Em causa declarações do presidente do FC Porto sobre o Benfica. Deve seguir-se abertura de inquérito disciplinar

João Diogo Manteigas, sócio do Benfica e candidato à presidência nas últimas eleições, apresentou hoje, na Federação Portuguesa de Futebol (FPF), uma participação disciplinar contra André Villas-Boas, presidente do FC Porto.
Em causa, sabe A BOLA, estão declarações dos líder dos dragões consideradas ofensivas e difamatórias, publicadas na revista Dragões no fim de março.
«Uma associação desportiva portuguesa, conhecida por contratar ‘padres’ para rezar ‘missas’ em eventos desportivos, pediu ao Conselho de Disciplina da FPF para penalizar o FC Porto por revelar os conteúdos de tais escandalosas práticas religiosas. O FC Porto deseja sorte à justiça para provar a veracidade dos factos, em conformidade com a gravidade dos conteúdos, pois as probabilidades de aparecer um Gonçalves qualquer para ser usado como bode expiatório são altíssimas», escreveu Villas-Boas, em referência a Paulo Gonçalves, antigo assessor jurídico do Benfica.
Os encarnados tinham anunciado, antes, em comunicado, um «pedido de esclarecimento (...) relativamente às medidas, ilações e consequências desportivas que o Conselho de Disciplina irá retirar da decisão judicial» do Tribunal Constitucional, que confirmou a condenação dos dragões ao pagamento de mais de €600 mil ao Benfica, no âmbito do processo dos emails. O Benfica assinalou que «entre abril de 2017 e fevereiro de 2018, a FC Porto SAD, através do seu então Diretor de Comunicação [Francisco J. Marques], utilizou canais oficiais do clube para divulgar, de forma reiterada e pública, conteúdos obtidos ilicitamente, formulando acusações graves de corrupção, manipulação de árbitros e adulteração da verdade desportiva por parte do Sport Lisboa e Benfica».
A FPF deverá, agora, abrir um inquérito disciplinar ao presidente do FC Porto."

Que alguien desordene esto

A saúde mental do principal ativo do futebol — os jogadores


"O futebol é, para muitos, apenas golos, assistências e títulos conquistados. Mas há um jogo silencioso que se desenrola longe das câmaras e dos holofotes — a saúde mental dos jogadores. Ansiedade, depressão, stress e crises emocionais não escolhem idade, talento ou fama. Dos jovens das academias às maiores estrelas mundiais, a pressão constante, as expectativas e os desafios da carreira podem deixar marcas profundas que, durante muito tempo, ficaram escondidas atrás de um sorriso ou de uma exibição irrepreensível.
Um dos casos mais trágicos e emblemáticos deste lado oculto do futebol é o de Jeremy Wisten, jovem talento da academia do Manchester City que, com apenas 18 anos, viu a sua carreira interrompida de forma cruel após ser dispensado. Sentindo-se isolado, sem apoio e incapaz de lidar com a frustração de não atingir o patamar que idealizava, Wisten tirou a própria vida, um alerta doloroso para as academias e para um sistema que, demasiadas vezes, abandona emocionalmente quem não chega lá.
Nem as estrelas estão imunes a estas batalhas interiores. Michael Carrick, antigo médio do Manchester United e da seleção inglesa, revelou que a derrota na final da Liga dos Campeões da UEFA de 2009 deixou marcas profundas. Um erro num momento decisivo perseguiu-o mentalmente durante quase dois anos e levou-o a questionar o seu lugar no futebol profissional. É a prova de que até os palcos mais grandiosos podem carregar um peso psicológico duradouro.
Também Rio Ferdinand tem falado abertamente sobre o impacto do abuso online e da exposição mediática no bem-estar emocional dos jogadores. Na sua geração, imperava a cultura do não demonstrar fraqueza. Hoje, a mensagem é outra — reconhecer vulnerabilidades é um ato de coragem.
O espanhol Andrés Iniesta, lenda do Barcelona e campeão do mundo pela seleção espanhola, confessou ter enfrentado episódios de depressão no auge da carreira, agravados pela morte do amigo Dani Jarque e pela pressão de manter um nível competitivo aparentemente infinito.
Já Josip Ilicic, antiga referência da Atalanta, passou por uma depressão severa durante a pandemia de Covid-19, num contexto de isolamento e incerteza. O seu afastamento prolongado mostrou que a recuperação psicológica exige tempo, apoio e compreensão.
Mais recentemente, Ronald Araújo falou sobre um período de ansiedade que evoluiu para depressão, levando-o a pedir afastamento temporário ao Barcelona para tratamento. A decisão foi um marco — cuidar da saúde mental é tão legítimo quanto recuperar de uma lesão muscular.
Do lado brasileiro, Richarlison revelou a sua luta contra a depressão após a eliminação do Brasil no Mundial de 2022. A terapia, segundo o próprio, foi decisiva para reencontrar equilíbrio. Dele Alli, por sua vez, partilhou batalhas profundas com a saúde mental, incluindo vício em comprimidos para dormir e traumas de infância, numa tentativa de alertar jovens atletas. E Adriano, antigo avançado do Inter de Milão, viu a sua carreira afetada por depressão e problemas com álcool após a morte do pai.
Estes exemplos mostram que a saúde mental no futebol não escolhe estatuto. Mas há uma questão estrutural que importa colocar — os jogadores são o principal ativo do jogo, o seu capital humano essencial. E, no entanto, estão cada vez mais esmagados pela densidade dos calendários. A sucessão de competições nacionais e internacionais, verões sem verdadeira pausa competitiva, um Mundial de 2026 já no horizonte e um Mundial de Clubes em 2025 que voltou a comprimir o calendário levantam uma dúvida legítima: estão os atletas a ser devidamente preservados, física e mentalmente? Lesões recorrentes, fadiga acumulada e desgaste emocional não são fenómenos isolados, são sintomas de um modelo que exige sempre mais, quase sem tempo para recuperar.
Ao mesmo tempo, importa refletir sobre o que acontece quando o apito final chega para sempre. Será suficiente a integração que o futebol faz da experiência dos ex-jogadores no desenvolvimento do próprio jogo? A formação pós-carreira, enquanto valorização de competências, é decisiva para que antigos futebolistas possam devolver conhecimento acumulado e, simultaneamente, encontrar uma saída estruturada para o abandono competitivo. Para além da formação académica tradicional, o trabalho desenvolvido por instituições como a Federação Portuguesa de Futebol e a Liga Portugal, com múltiplas iniciativas formativas e programas de capacitação, tem sido crucial. Investir nesta transição é investir na sustentabilidade humana do próprio sistema.
Por outro lado, coloca-se uma pergunta essencial: estarão hoje os clubes verdadeiramente preparados, no domínio da saúde mental, para um acompanhamento que, em muitos casos, exige abordagens individualizadas? Ter psicólogos no organigrama é importante, mas será suficiente se a cultura interna não acompanhar? Justiça seja feita: em Portugal, a voz permanente de defesa do jogador tem sido exercida pelo Sindicato dos Jogadores, através do trabalho militante e consistente de Joaquim Evangelista e da sua equipa. Apesar da sua natureza sindical, o organismo tem sabido sentar-se à mesa e contribuir construtivamente nos mais diversos fóruns do futebol nacional e internacional. Importa que os restantes parceiros, clubes, ligas, federações, acolham cada vez mais o contributo que os jogadores podem e devem dar, também fora do campo.
O futebol não pode ser apenas golos e troféus. Precisa de cuidar das pessoas que o tornam possível. Desde jovens como Jeremy Wisten a capitães e campeões mundiais, todos são vulneráveis. Proteger os jogadores implica rever calendários, estruturar apoios psicológicos eficazes, preparar o pós-carreira e ouvir quem vive o jogo por dentro.
Prevenir, apoiar e educar não é opção mas sim uma necessidade urgente. Só assim o desporto-rei será verdadeiramente humano, seguro e sustentável, dentro e fora das quatro linhas.
E se tiveres um problema, não esperes em silêncio: fala, procura ajuda e recorre a um especialista. A tua saúde mental vale tanto quanto qualquer golo ou troféu."

sábado, 11 de abril de 2026

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Valha-me Tame Impala e Rosalía

Campeonatos que se decidem fora de campo


"O Benfica vive hoje numa espécie de contradição permanente. Produz como equipa grande que é, dominante, instalada no meio-campo adversário, capaz de encostar o jogo à área contrária durante largos períodos. Mas depois, quando o jogo acaba, a realidade é outra. Pontos perdidos. Distâncias que não encurtam. Sensação de que falta sempre qualquer coisa no momento decisivo.
Frente ao Casa Pia, voltou a ver-se tudo isto. Setenta e oito por cento de posse de bola, um valor que iguala o máximo da época. Um registo de expected goals de 2.72, entre os mais elevados da temporada. Volume ofensivo, presença constante no último terço, ocasiões suficientes para resolver o jogo com relativa tranquilidade. E, no entanto, mais dois pontos deixados pelo caminho.
Não foi um caso isolado. Frente ao Santa Clara, o filme foi semelhante. Em Tondela, voltou a repetir-se. Jogos onde o Benfica teve bola, teve espaço, teve oportunidades. Jogos onde, olhando apenas para os números, seria difícil justificar outro desfecho que não a vitória. Mas o futebol não se joga em folhas de Excel. Joga-se em momentos. E nesses momentos, o Benfica tem falhado.
Este é o primeiro problema. E é um problema sério. Equipas que querem ser campeãs não podem viver de métricas avançadas. Podem usá-las como suporte, como diagnóstico, como ferramenta de análise. Mas, no fim, o que conta são golos. E o Benfica, em demasiados jogos desta época, produziu muito e concretizou pouco. Falta frieza. Falta eficácia. Falta aquela capacidade de transformar domínio em vantagem, que tantas vezes separa os candidatos dos campeões.
Mas ficar por aqui seria olhar para metade da realidade.
Porque há outro padrão, menos confortável, mais difícil de discutir, mas cada vez mais evidente. Um padrão que não se explica com estatísticas, mas com decisões. Com critérios. Com aquilo que acontece nos momentos-chave dos jogos.
Em janeiro, instalou-se um ruído quase permanente em torno dos penáltis assinalados a favor do Benfica. Criou-se a narrativa, repetiu-se até à exaustão, colocou-se em causa a legitimidade de decisões que, todas elas, eram enquadráveis pelas leis do jogo. O resultado desse ruído viu-se nos meses seguintes. Fevereiro terminou sem um único penálti a favor. Março repetiu o cenário. E frente ao Casa Pia, apesar de vários lances na área adversária que suscitam dúvida, o desfecho voltou a ser o mesmo: zero decisões favoráveis.
Ao mesmo tempo, nos jogos dos rivais diretos, o critério parece variar com uma elasticidade difícil de compreender. O FC Porto resolve um jogo complicado frente ao Arouca com um penálti que levanta sérias dúvidas. Pouco tempo depois, frente ao Famalicão, beneficia de uma omissão num lance claro na sua área. No meio disto, decisões disciplinares que também mereciam outro tipo de análise.
O Sporting, por seu lado, volta a somar três pontos num jogo onde um golo é anulado ao Santa Clara e um penálti por assinalar poderia ter mudado o resultado na fase final. Não é um episódio isolado. É uma repetição que começa a ganhar peso no conjunto da época. Convém ser rigoroso. Nenhuma equipa perde um campeonato apenas por causa da arbitragem. Reduzir tudo a esse fator seria um erro de análise e uma forma fácil de fugir às próprias responsabilidades. O Benfica tem problemas seus, evidentes, sobretudo na eficácia ofensiva e na capacidade de matar jogos quando está por cima.
Mas também convém não ignorar o contexto.
Num campeonato equilibrado, decidido muitas vezes por margens mínimas, os detalhes contam. Um penálti assinalado ou não assinalado. Um golo validado ou anulado. Uma expulsão que acontece ou que fica por mostrar. São momentos que alteram jogos. E jogos que alteram classificações.
E quando esses momentos começam a cair, de forma consistente, para o mesmo lado, a discussão deixa de ser apenas futebolística. Passa a ser estrutural.
José Mourinho, com a frontalidade que lhe é reconhecida, colocou o tema em cima da mesa. Fê-lo sem rodeios, antes do jogo com o Casa Pia. E independentemente da forma, há uma questão de fundo que não pode ser ignorada: a perceção de desequilíbrio está instalada.
Para o Benfica, isto coloca um duplo desafio. Internamente, tem de resolver aquilo que depende de si. Ser mais eficaz, mais clínico, mais capaz de transformar superioridade em golos. Externamente, tem de lidar com um contexto onde nem sempre sente que joga com as mesmas regras que os outros.
E essa é, talvez, a pior combinação possível.
Porque uma equipa pode sobreviver a um dia mau. Pode recuperar de um erro próprio. Pode até ultrapassar uma decisão injusta. Mas quando tudo isso se acumula, quando os sinais se repetem jornada após jornada, o impacto deixa de ser pontual e passa a ser estrutural.
Os campeonatos não se decidem apenas nos grandes jogos. Decidem-se nestes dias. Nos jogos onde uma bola entra ou não entra. Onde um apito se ouve ou fica em silêncio.
E neste momento, a sensação que fica é simples e inquietante.
O Benfica tem feito muito para ganhar jogos. Nem sempre tem feito o suficiente para os resolver. Mas há jogos em que, mesmo fazendo quase tudo, parece que há sempre algo que falta.
E quando esse algo começa a repetir-se demasiadas vezes, já não estamos apenas a falar de ineficácia."

Mais Rafas e menos Sudakovs (e o que se sabe dos próximos erros de Rui Costa)


"A época do Benfica tem três grandes culpados. Um está no gabinete da presidência, outro no banco e o terceiro lavou as suas mãos quando teve a oportunidade de evitar o abismo

Chegamos a 10 de abril e não há surpresas. Um clube sem rumo dificilmente conseguiria resultados desportivos e financeiros de excelência, tal como uma equipa sem QI considerável só por milagre tridimensional, que afetasse a si e aos dois rivais ao mesmo tempo, conseguiria ser campeã e chegar longe noutros objetivos.
Se alguém está surpreendido é porque não tem andado por aqui. E prefira perder tempo com queixas por ter deixado em Fátima velinhas insuficientes para o milagre ou os malfadados árbitros andarem a fazer das suas.
Neste julgamento, os culpados atropelam-se à vista de todos. Embora, na verdade, todos pareçam inimputáveis. O mais visível é José Mourinho.
O futebol que o Benfica joga não só é o pior em muito tempo, como é ilógico e não promete melhorias. Este plantel, que primeiro elogiou (sim, mental games…) antes de ser por este eliminado para depois desdenhar, assim que o herdou, foi construído com as ideias de alguém que pensa parecido, como é Lage. Nunca se tratou de ter um 11 ou, pior, um plantel novo para o tornar à sua imagem.
Depois, todas as decisões, seja no dia a dia, no mercado ou verbalizadas, vão no sentido de um Benfica ainda mais radical e extremo: acrescentar fisicalidade, velocidade e capacidade de desequilíbrio individual, seja pela relva ou pelo ar. Ou seja, precisamente mais Rafas e Lukebakios do que Sudakovs e Schjelderups. E, eventualmente, o tal pinheiro — foi só há quase 16 anos que Paulo Sérgio pediu um para Alvalade!
Mourinho quer levar a vertigem de Lage ao abismo, quando o conterrâneo, há meses, já tinha percebido que também precisava de jogadores como o ucraniano (faltou-lhe entender que um só não era suficiente).
Depois, onde está o projeto? Todas as decisões são ao dia. Schjelderup ia sair, mas fez ponto em castelo da defesa merengue e ganhou a confiança que procurava para ser hoje o principal desequilbrador. Prestianni era curto, mas foi ao Mundial sub-20. Scaloni começou a olhar para ele e, mais focado e moralizado, cresce a ritmo distinto dos demais. Não foram trabalhados, não estão diferentes, têm, sim, uma maior fé em si próprios.
Entretanto, num momento em que Sudakov também parecia mais influente, Mourinho e o clube avançaram para Rafa. Já então Aursnes e Leandro Barreiro estavam no miolo, fruto das ausências, e a consistência tinha-lhe caído aos pés, por muito que apostasse num 10 luxemburguês. O Special One, que nunca quis nada daquilo, regressará sempre à vertigem à primeira oportunidade.
Falta a formação, que Mourinho vai lançando para que os nomes apareçam no currículo ou enquanto galões no uniforme, mas não por muito tempo em campo. Para o Casa Pia, queixou-se que não havia Dedic… mas ignorar que Banjaqui já reclama o espaço de (pelo menos) Bah é negligência que pode custar caro. Tal como Neto poderia ser hoje mais dinâmico do que Dahl.
Houve tentativas com maior ou menor expressão com Rodrigo Rêgo, João Rego e Ivan Lima, todavia Gonçalo Oliveira não deve ter ficado feliz com a adaptação de Barrenechea num momento que ele, como central esquerdino, poderia aproveitar como rampa de lançamento. Já para não falar dos 21 minutos, distribuídos por dois jogos, que os elogios a Prioste valeram ao próprio, enquanto Gonçalo Moreira, pelo qual há um fraquinho e tem estado em grande na B e na Youth League, ainda nem 1 somou. Anísio, por sua vez, marcou e meteram-no a tirar o curso de bombeiro.
Mesmo Manu, que era tão preciso para a rotação de Enzo quando estava lesionado, agora raramente sai do banco. Mourinho pode ser um génio a comunicar e até agora poderia atirar-me com o que Cruijff dizia: «Se eu quisesse que entendesses teria explicado melhor.» Mas eu não importo. E, por isso, questiono: também se passa o mesmo com os atletas?
Claro que quem vê a big picture, percebe que Mourinho não é solução para resgatar de volta o campeonato, em que o processo será sempre mais importante do que a estratégia pontual, tal como saber ultrapassar blocos baixos e não só especializar-se em transições.
Até na perspetiva de ser perito em finais — ele que tanto critica o Tottenham pelo momento do despedimento — parece esgotado: falhou as meias da Taça da Liga com o SC Braga e com o Vitória Guimarães à espera; foi eliminado da Taça no Dragão nos quartos; e ainda não conseguiu bater FC Porto e Sporting e assim aproximar-se por mérito próprio dos rivais. Já para não falar do empate com o Casa Pia, que voltaria a colocar os encarnados na luta. Emocionalmente, não está lá. Muito menos o futebol jogado deixa promessas que possam ser cumpridas por jogadores mais físicos e velozes. Um futebol que culturalmente nada tem que ver com o Benfica. E, por fim, também não irá abrir espaço para os mais novos.
Para quem não tem estado atento, Mourinho podia, de facto, ter sido jogada de génio: Rui Costa ganharia as eleições, juntava-lhe o título e saía aos ombros dos adeptos. O nome e o passado derrotaram os outros candidatos, que também tinham uma razoável taxa de rejeição, e falhou no resto. Na parte desportiva. Agora, pode virar-se contra si. Mourinho ganhou umas eleições e pode levar a outras.
Talvez passe a 4.ª jornada, mas o futuro está longe de ser risonho. O presidente, com um plantel que já tem pouco por onde alimentar novas compras, sem Champions e com rasto assinalável de más decisões, vai dar a Mourinho armas que vão criar maior fosso entre o que o Benfica é e o que deve ser.
Em sintonia com o treinador, ao símbolo da formação encarnada só resta fechar os olhos e repetir: «Não me interessa jogar ao ataque, o futuro para além do imediato e mesmo o Seixal.» E não irá ver o precipício!
O outro e último responsável, todos sabemos, é coletivo. Os sócios que tiveram oportunidade de mudar e, mesmo com exemplos positivos — se não excelentes pelo menos menos maus do que os antecessores — nos rivais que tinham feito o mesmo, escolheram a continuidade. Pois bem, aí está ela! Em toda a sua dimensão!"

Um cemitério de treinadores?


"QUE PROJETO DESPORTIVO?

1. Todos os últimos treinadores campeões pelo Benfica, responsáveis por 7 dos 8 títulos que vencemos este século, saíram pela porta pequena do clube. Jorge Jesus, Rui Vitória, Bruno Lage e Roger Schmidt foram quase escorraçados. Roger Schmidt e Bruno Lage saíram ainda mal as épocas tinham começado. Os resultados de todas estas mudanças estão à vista: 1 campeonato ganho nas últimas 5 épocas (contando com esta), 3 campeonatos nas últimas 10 épocas (contando com esta). Impõe-se a pergunta: o problema está nos treinadores?

2. Não se fala ou discute neste momento outra coisa que não a continuidade ou não de José Mourinho. Só para referir os casos mais recentes, lembram-se de como foram as novelas que levaram ao inevitável despedimento de Roger Schmidt e Bruno Lage? A comunicação social começa a especular, os adeptos, insatisfeitos, vão atrás, os resultados não ajudam, os treinadores vão de embute. E começa novo ciclo. A quem é que isto interessa?

3. Se Mourinho, com toda a sua experiência e saber, com toda a sua autoridade e liderança, com todo o seu curriculum, não serve para o Benfica, sendo que em setembro, há apenas sete meses atrás, servia, servia até para ganhar eleições, vale a pena perguntar: afinal, quem é que serve para o Benfica?

4. O Benfica tem-se vindo a tornar num incorrigível cemitério de treinadores. Um dia destes nenhum treinador de jeito estará disponível para trabalhar no Benfica.

5. Quantos jogadores que fizeram parte do onze mais utilizado numa época foram vendidos nos últimos quatro anos, desde a época 2021-22? Fiz as contas: foram 17 titulares vendidos. (Veremos quantos se somarão no final desta época.) Mais: quantos jogadores foram nas últimas cinco épocas, desde 2021-22, contratados ou recebidos por empréstimo e não se afirmaram nos onzes mais utilizados ao menos numa época? Fiz as contas: foram 30.

6. O Benfica precisa - urgentemente! - de um projeto desportivo a sério, estável e capaz. Tem, para isso, antes de trocar mais uma vez de treinador, de fazer uma reflexão profunda sobre os erros que tem cometido, elencá-los e assumi-los, sem tibiezas, para evitar continuar a repeti-los. Tem que ser capaz de mudar de rumo ou continuará, inevitavelmente, a ganhar um campeonato de tempos em tempos, provavelmente com os intervalos de tempo a serem cada vez maiores, cada vez mais dolorosos.

7. O Benfica precisa - urgentemente! - de criar uma nova mística, uma cultura de vitória, não pode continuar a ser um clube aburguesado, uma feira de vaidades, um clube com péssimos hábitos de novo rico, conformado com as derrotas, conformado com os títulos conquistados pelos rivais. O Benfica tem que ser capaz de se indignar com as derrotas, tem que ter raiva de ver os adversários a festejar, tem que fazer das tripas coração para ganhar. E, se não ganhar, deixar tudo em campo.

8. Rui Costa foi eleito há pouco mais de cinco meses. Os Benfiquistas foram esmagadores na escolha que fizeram, é escusado estar agora a querer mudar de presidente. É uma responsabilidade de Rui Costa, é uma obrigação de Rui Costa, encontrar o rumo que leve o Benfica ao sucesso continuado. Não restam a Rui Costa mais oportunidades. Estaremos com ele se tomar as decisões que se impõem, jamais para manter as coisas como estão."

Fundação...

Clube: Finanças...

Eleições...

Benfica FM: Cântico - Aursnes...

Benfica FM: Cântico - Schjelderup

Lucro de 29 milhões


"Em destaque nesta edição da BNews, os resultados financeiros relativos ao 1.º semestre de 2025/26 amplamente positivos apresentados pelo Sport Lisboa e Benfica.

1. Resultados positivos no 1.º semestre
O Sport Lisboa e Benfica apresenta 29 milhões de euros de lucro no 1.º semestre de 2025/26.

2. Defesa do Benfica e do futebol português
O Sport Lisboa e Benfica, representado pelo presidente Rui Costa e pelos vice-presidentes Nuno Catarino e José Gandarez, reuniu com grupos parlamentares na Assembleia da República e expôs preocupações do Clube no que concerne ao futebol, nomeadamente em matéria da centralização dos direitos televisivos e outros temas relevantes.

3. Distinção
Gonçalo Moreira foi eleito pelos treinadores o melhor jogador jovem de março da Liga 2.

4. Jogo do dia
Na Luz, às 20h00, há o jogo 2 entre Benfica e FC Porto das meias-finais dos play-offs do Campeonato Nacional de voleibol no feminino.

5. Agenda para sábado
No sábado, no futebol de formação, a equipa B recebe a União de Leiria às 18h00 e os Juniores visitam o Santa Clara às 12h00 continentais. Na Luz há jogos de basquetebol, com a equipa feminina a receber o Esgueira às 11h30 e a masculina a defrontar o SC Braga às 19h00. Às 15h30, há embate com o CH Carvalhos em hóquei em patins no masculino. E a equipa feminina de futsal é anfitriã da Novasemente às 21h00. Fora de portas, a equipa masculina de andebol visita o FC Porto (15h00) e a equipa masculina de voleibol atua no reduto do Leixões (19h00).

6. Sorteios
Próximos adversários nas Taças de Portugal de futsal (masculino e feminino) e andebol feminino já são conhecidos.

7. Protagonista
A basquetebolista Maria João Bettencourt é a entrevistada da semana.

8. Dia olímpico
No 2.º episódio de Dia Olímpico, a BTV acompanha Reynier Mena, velocista do Sport Lisboa e Benfica.

9. Bom desempenho
Diogo Ribeiro conquistou o ouro nos 50 metros mariposa no Open de Estocolmo.

10. Benfica Goalkeeper Experience
A BTV mostra como decorreu a 3.ª edição.

11. Dia especial
Os Sub-15 de futebol do Benfica foram anfitriões de um grupo de rapazes e raparigas – com idades entre os 12 e os 16 anos – da Associação "Bantu a Crescer".

12. Fundação Benfica em ação
A Fundação Benfica, em parceria com a Guarda Nacional Republicana, entregou eletrodomésticos e mobiliário essencial a famílias afetadas pelas tempestades em Alcácer do Sal.

13. História agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de quinta-feira da BTV."

Aquecimento


BolaTV: Pedro, Pedro, Pedro #12 - Episódio especial: A magia das competições europeias

BF: Dahl ao quadrado !!!

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - O empate do FC Porto em cinco pontos

Observador: E o Campeão é... - FC Porto: sem um "matador", o azar tem sempre a porta aberta

Observador: Três Toques - Romário tem dois amores

Oliveira: Contratações...

BolaTV: Toque de Bola - S01E19 - Pedro Henriques

Renascença: Pepa...