Últimas indefectivações

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Parte sim, parte não


"«Duas partes distintas» — Diz o povo e muitas vezes com razão. Mónaco e Estádio da Luz. Os dois últimos jogos do Benfica na Liga dos Campeões resultaram em quatro pontos ganhos. À partida para estas duas etapas não seria uma má perspetiva. Porém, se a vitória fora foi conquistada com coração, alguma felicidade e em reviravolta emotiva, o mesmo não foi conseguido em Lisboa, ocasião na teoria mais propícia e vital para cimentar a qualificação europeia ante o Bolonha. Estes dois importantes jogos com sensações finais bem diferentes tiveram em comum um começo que os treinadores em geral pretendem evitar a não ser por vontade estratégica: atitude demasiado passiva e entrega do domínio do jogo ao adversário, vá lá saber-se porquê. Esta coincidência é quase inexplicável, tendo em conta a importância de ambos os jogos. O pior é que este registo inicial muitas vezes conduz a resultados que não se querem. Esta descontinuidade exibicional do Benfica nas diferentes partes de cada jogo, resultou desta vez em custos pontuais.
Mas porque o futebol é surpreendente, o regresso ao campeonato deu uma primeira parte nas Aves, que combate a lógica dos dois jogos anteriores. A uma primeira parte agressiva e dominadora seguiu-se um segundo tempo retraído e inseguro. O inverso, portanto. Desta vez e também ao contrário do que vem acontecendo com frequência, os vindos do banco não conseguiram melhorar a produção da equipa. Em fases críticas não é fácil entrar e transfigurar uma tendência quando ela era claramente de insegurança e de investida avense pelo empate. O golo final acabou por ser a consequência lógica do que se viu na segunda parte. Em comum nestes últimos três jogos tivemos a performance irregular da equipa durante os 90m. Agora é tempo de reavaliação desta nova realidade sem esquecer que se ultrapassou uma fase de enorme intensidade que a equipa técnica soube gerir e com sucesso. Este empate desilude mas não apaga, nem um pouco, o trajeto avassalador do Benfica na nossa liga, tendo recuperado o estatuto de sério candidato ao título. Afinal, um empate fora não é o fim do mundo.

Substituições (1)
Marcelo ex Real Madrid, esteve ligado recentemente a uma situação melindrosa com o treinador Mano Menezes, quando estava para entrar perto do final de um jogo do seu Fluminense. Algo disse que desagradou tanto ao seu líder que este desistiu da sua escolha. O que terá dito? “Mister, acha que eu com a carreira que tive devo entrar aos 90m? Está brincando comigo ou quê?” Não terá sido muito diferente, mas qualquer que tenha sido a conversa, o resultado, para além de não ter chegado a entrar, foi a posterior rescisão do seu contrato. O craque Marcelo terá achado que era humilhação a mais e desconversou. Deverá o técnico ter em conta o passado do jogador quando a urgência do presente é que determina cada opção? Do lado do mister o benefício da equipa deve estar sempre acima de tudo?

Substituições (2)
Regresso ao meu longínquo tempo de jogador para recuperar, a propósito, uma situação que vivi no último ano da minha carreira. Cumpria a segunda metade dessa época de retirada na Reggiana de Itália, então na Série A. O meu caso foi diferente. A minha equipa estava em risco de descida, o que viria a acontecer. Perdíamos em casa com o Milan por 3-0 e o ambiente exterior não era nada bom...O jogo caminhava para o fim e a derrota estava certa. O treinador tinha-me chamado para entrar. O mais tranquilamente que consegui, não fosse o homem levar a mal, sugeri-lhe discretamente que a escolha recaísse não em mim, mas em um jovem colega avançado, com quem nesse dia partilhava o banco. Para mim essa entrada em campo só me acrescentaria desconforto. Já para o meu colega, há pouco chegado, jogar com o Milan teria sempre efeito positivo. O rapaz agradeceu e o mister felizmente compreendeu. Histórias do século passado."

Três grandes: qual o menos mau


"Candidatos ficarem separados por dois pontos ao fim de 14 jornadas é um sinal de competitividade, mas é uma luta que se faz por baixo

Num relvado mediano e sob uma luz artificial medíocre que omite a bancada do telespectador (o oposto do que devia ser a experiência de um jogo de futebol via TV), o Benfica desperdiçou na Vila das Aves a oportunidade de depender de si próprio para ascender ao primeiro lugar antes do Natal, um desígnio bem menos superficial do que se pensa face ao histórico e ao simbolismo que a quadra representa para o Sporting, rival que a águia queria (quer) apear do primeiro lugar.
Há sempre duas formas de analisar o resultado e a exibição dos encarnados diante da equipa agora dirigida por Daniel Ramos: foi um percalço normal com alta probabilidade estatística (afinal, é impossível ganhar os jogos todos) ou a confirmação da quebra de dinâmica depois de passar o efeito-Lage – para ser mais generalista, o efeito-chicotada, em que os jogadores tendem a responder positivamente a novos estímulos numa reação em cadeia.
Inclino-me para a segunda, embora sejam desproporcionais os cenários sombrios que os benfiquistas tendem a criar ao primeiro contratempo. Em circunstâncias normais, um treinador com taxa de 77,8 por cento de vitórias deve ter sempre o devido respaldo tendo em conta que três dos quatro jogos que não venceu (em 18) foram na Champions - derrotas com Feyenoord e Bayern, empate com Bolonha e, agora, empate com o Aves SAD.
O problema de Lage, porém, é a memória dos benfiquistas. Porque a última imagem é sempre a que fica. Para os adeptos pesa mais o treinador que perdeu um campeonato com sete pontos de vantagem do que aquele que o ganhou com sete de atraso e por essa razão a sua margem de erro será sempre muito mais reduzida.
Mas há uma diferença de fundo entre o tal campeonato que Bruno Lage perdeu para o FC Porto em 2020 e a edição 2024/2025 da Liga: não há um favorito à conquista do título, logo, parecem situar-se todos num patamar muito semelhante. Em circunstâncias normais isto deveria ser uma boa notícia. Afinal, a possibilidade de os três grandes poderem ficar separados por dois pontos ao fim de 14 jornadas (se o Benfica vencer o jogo em atraso frente ao Nacional) é tudo o que se pede a um campeonato. Mas a verdade é bem menos vistosa: leões, dragões e águias lutam atualmente pelo estatuto de menos mau e não pelo de melhor entre os demais. Estão nivelados por baixo, portanto, embora por razões e contextos diferentes que se podem resumir assim: os azuis e brancos vivem um processo de reestruturação no clube, os encarnados sofrem com uma planificação de época que dotou o treinador (seja ele qual for) de soluções a mais para o ataque e menos para a defesa (gritante a falta de alternativa para Bah, mas não só) e os leões ainda lambem as feridas abertas pela saída de um líder com letra maiúscula.
Sem querer fazer qualquer exercício de adivinhação, acredito que se João Pereira conseguir aguentar o barco (e Gyokeres não sair em janeiro) o Sporting é aquele que continua a ter melhores condições para vencer o título. Basta, para isso, que se aproxime ligeiramente dos níveis de outubro. Dito de uma forma mais simples: dos três, o leão é aquele que tem maior margem para crescer, lembrando os gráficos da economia pré e pós-Covid: quebra abrupta seguida de subida a pique. Ascendem aqueles que, estruturalmente, são mais sólidos, ultrapassada a crise. Com os melhores jogadores e o plantel mais equilibrado."

RND - 45 minutos...

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: Três Toques - Ora, muito gosta Inglaterra do 100% português

Zero: Tema do Dia - Desta vez, a Superliga Europeia vai vingar?

Mata Mata - Atualidade Nacional (1ª e 2ª Liga), Derby de Manchester e o FC Porto Sob Análise (vs Época 22/23)

Zero: Negócio Mistério - S03E14 - Serginho Chulapa no Marítimo

Cópia queque!!!

3x4x3


Segunda Bola...


1 Minuto


- Minuto...

Atypical: How I Rehab My Knees as a Pro Basketball Player

Sem um bom Desporto Escolar continuaremos sedentários e obesos


"Contrato-programa apresentado pelo governo deixa bons sinais e ótimas intenções para o desporto, mas continua a faltar o essencial: mudança de mentalidade. Algo que só pode começar na Educação

O Governo anunciou na terça-feira, com pompa e circunstância, a assinatura de um contrato-programa para a promoção do desporto em Portugal. As intenções são boas, o esforço é louvável e as prioridades parecem as certas: «Aumentar a prática desportiva, promover a igualdade de género e aproximar Portugal das boas práticas de outros países da União Europeia», disse o ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte.
Este não é o primeiro nem será o último governo a demonstrar boa vontade para com o desporto, e a assumir que as práticas de Portugal são (como sabemos que são) muito menos boas que as da maioria dos nossos parceiros da UE.
Os milhões anunciados são obviamente importantes, porque poucas coisas avançam sem dinheiro a movê-las, mas o que importa realmente no nosso País é operar uma mudança de mentalidades. E essa, sabemo-lo, é a tarefa mais difícil de todas.
Enquanto a Educação Fìsica for o parente pobre dos currículos escolares (por mais que boa parte dos professores se esforcem para mudar a tendência), não evoluiremos por aí além. Enquanto acharmos que é uma atividade paralela e por vezes marginal, longe da elevação das matemáticas, das ciências ou das línguas, continuaremos na cauda da Europa.
Enquanto não promovermos reais condições para os melhores atletas frequentarem as universidades e poderem prosseguir a sua carreira desportiva, estaremos a milhas dos exemplos que gostamos de apontar de quatro em quatro anos nos Jogos Olímpicos e teremos pouca moral para exigir medalhas aos nossos.
Mas o fundamental não está no ensino superior — está no básico e no secundário. Vivemos um tempo em que qualquer atividade desportiva praticada pelos nossos filhos é paga, porque os clubes também se veem com cada vez menos meios para ser tudo como dantes, quando ainda nos forneciam equipamentos, davam uma sandes e um sumo depois dos jogos e, com jeito, um prémio de jogo simbólico em caso de vitória.
O segredo (mal guardado) de uma melhor saúde desportiva em Portugal reside no Desporto Escolar. Há autênticos heróis a batalhar por ele pelo País fora, mas os resultados continuam fracos. Faltam infraestuturas, nuns casos, faltam professores, em outros, falta o próprio interesse dos alunos, muitas vezes. Gastem-se bem os milhões, mas sobretudo motive-se a comunidade escolar."

Processos eleitorais


"Até a pessoa mais desatenta ao fenómeno desportivo já sabe, por via de várias notícias que vão saindo na comunicação social, que as federações desportivas nacionais estão a passar por processos eleitorais na presente época de 2024/2025. Tal situação não é mera coincidência, mas sim uma consequência do que se encontra previsto na Lei.
Desde logo, a Lei de Bases da Atividade Física e do Desporto dispõe, no n.º 3 do Artigo 19.º, sob a epígrafe 'Estatuto de utilidade pública desportiva', que «A federação desportiva à qual é conferido o estatuto mencionado no n.º 1 fica obrigada, nomeadamente, a cumprir os objectivos de desenvolvimento e generalização da prática desportiva, a garantir a representatividade e o funcionamento democrático internos, em especial através da limitação de mandatos, bem como a transparência e regularidade da sua gestão, nos termos da lei».
A Lei a que se refere a Lei de Bases é o Regime Jurídico das Federações Desportivas. Este diploma estabelece, no seu Artigo 50.º, a duração do mandato e limites à sua renovação, com as seguintes ideias-chave: i) o mandato dos titulares dos órgãos das federações desportivas, bem como das ligas profissionais ou associações territoriais de clubes nelas filiadas é de quatro anos, em regra coincidentes com o ciclo olímpico; ii) ninguém pode exercer mais do que três mandatos seguidos num mesmo órgão de uma federação desportiva; iii) depois de concluídos os mandatos referidos, os titulares dos órgãos não podem assumir aquelas funções durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido.
Tendo sido ano de Jogos Olímpicos, os mandatos dos titulares dos órgãos das federações estão a terminar – em alguns casos até sendo atingido o limite de renovações legalmente permitido."

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Lixívia (23/24) 14 (-1 jogo)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.......32 (-4) = 36 (-1 jogo)
Sporting..--... 36 (+3) = 33
Braga............25 (-4) = 29
Corruptos..34 (+10) = 24

Com a ameaça do Benfica passar a liderar o Campeonato, o Sistema entrou em pânico! Depois de semanas a chorarem pelas derrotas dos Lagartos, bastou o Benfica perder pontos, para voltar a calma ao mundo da arbitragem!!!

Foi preciso nomearem o Verdíssimo para o Sporting, para travar a sequência de derrotas dos Lagartos!
Foram só dois golos ilegais, o 1.º e o 3.º!!! Em ambos os casos os expert's lavaram com lixívia da grossa os erros descarados:
- No 1.º golo, o avançado do Sporting, controla a bola com o Braço, a câmara da PorkosTV atrás da baliza, só apareceu no Apito Final, onde prova a bola no braço e não no ombro como algumas aves perdidas escreveram!!!
- No 3.º golo, o Trincão empurra com o ombro nas costas do defesa, para ganhar posição. Eu até admito que quando os Defesas fazem este tipo de faltas na área, nunca são marcados penalty's, mas quando é ao contrário, é sempre falta...
Na parte final, ainda ficou um penalty descarado por marcar contra o Sporting, por falta do Hjmuland sobre o ponta-de-lança do Boavista.
O Verdísismo conseguiu transformar um 1-3, num 3-2, é obra!!!

O Benfica jogou mal, é um facto, mas isso não impede, a crítica a mais uma arbitragem vergonhosa, onde mais uma vez, perdoou uma expulsão decisiva a um adversário do Benfica!
Devenish, fez duas faltas para Amarelo e uma para Vermelho direto, e acabou por ficar em campo, e marcar o golo do empate na última jogada da partida!
Sendo que na falta sobre o Kokçu, se fosse o Musa era Vermelho!!! Na patada sobre o Akturkoglu, é inacreditável a 'unanimidade' a aceitar o Amarelo!!!

O Amdouni podia ter levado Amarelo no início da partida, e aceito que o lance do Beste é um daqueles lances 'cinzentos', existe uma luta de braços, as imagens não mostram se houve agarrão ou só movimento para impedir o uso do braço como alavanca do movimento do avançado, mas neste altura o AFS devia estar a jogar com 10 !!!

Jornada, onde o Sporting devia ter perdido mais 3 pontos, mantendo o ciclo negativo, acaba por ser o Benfica a perder 2 pontos!!! Esta jornada valeu 5 pontos!!!


Nos outros dois lances não grandes lances:
- Em Braga a patada do Roger no Zlobin é no limite do Vermelho;
- No Dragay, mais uma expulsão, com dois Amarelos muitos estranhos: no 2.º Amarelo, existe uma falta sobre um jogador do Estrela (para Amarelo), o árbitro dá a lei da vantagem, e essa lei da vantagem acaba num 2.º Amarelo ao jogador que suspostamente estava a usufruir da vantagem!!!
Depois, no final mais um festival de intimidação do túnel, com o Pilas-Boas a imitar os seus antepassados...!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), D(2-0), Veríssimo(Malheiro, H. Coimbra), Prejudicados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Casa Pia(c), V(3-0), Vasilica(L. Ferreira, N. Cunha), Nada a assinalar
3.ª-Estrela(c), V(1-0), Malheiro(Esteves, Felisberto), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Moreirense(f), E(1-1), Narciso(V. Santos, N. Manso), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
5.ª-Santa Clara(c), V(4-1), C. Pereira(Rui Costa, H. Santos), Beneficiados, (3-1), Impossível contabilizar
6.ª-Boavista(f), V(0-3), Pinheiro(Martins, H. Ribeiro), Prejudicados, (0-5), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(5-1), Nogueira(Rui Oliveira, F. Silva), Nada a assinalar
9.ª-Rio Ave(c), V(5-0)Martins(V. Santos, A. Dias), Prejudicados, (6-0), Sem influência
10.ª-Farense(f), V(1-2), C. Pereira(Correia, I. Pereira), Prejudicados, (1-3), Sem influência
11.ª-Corruptos(c), V(4-1), Pinheiro(Martins, P. Martins), Prejudicados, Sem influência
12.ª-Arouca(f), V(0-2), Godinho(Rui Oliveira, C. Campos), Nada a assinalar
13.ª-Guimarães(c), V(1-0), Nogueira(Correia, I. Pereira), Nada a assinalar
14.ª-AFS(f), E(1-1), J. Gonçalves(Rui Costa, T. Costa), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)

Sporting
1.ª-Rio Ave(c), V(3-1), Gonçalves(Nobre, N. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Nacional(f), V(1-6), Godinho(Esteves, N. Pires), Nada a assinalar
3.ª-Farense(f), V(0-5), Martins(Veríssimo, Vaz Freire), Beneficiados, (0-4), Sem influência
4.ª-Corruptos(c), V(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
5.º-Arouca(f), V(0-3), Pinheiro(Gonçalves, Carneiro), Beneficiados, (0-2), Impossível contabilizar
6.ª-AFS(c), V(3-0), Baixinho(Rui Costa, J. Bessa Silva), Prejudicados, Sem influência
7.ª-Estoril(f), V(0-3), J. Gonçalves(Esteves, G. Vaz Freire), Nada a assinalar
8.ª-Casa Pia(c), V(2-0), Nogueira(C. Pereira, H. Santos), Beneficiados, Sem influência
9.ª-Famalicão(f), V(0-3), Veríssimo(Malheiro, G. Vaz Freire), Beneficiados, (1-3), Impossível contabilizar
10.ª-Estrela(c), V(5-1), B. Vieira(J. Gonçalves, A. Carneiro), Beneficiados, (5-4), Impossível contabilizar
11.ª-Braga(f), V(2-4), Godinho(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
12.ª-Santa Clara(c), D(0-1), C. Pereira(H. Carvalho, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Moreirense(f), D(2-1), Nobre(Malheiro, G. Vaz Freire), Nada a assinalar
14.ª-Boavista(c), V(3-2), Veríssimo(Esteves, B. Jesus), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)

Corruptos
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), C. Pereira(V. Santos, J. Bessa Silva), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
2.ª-Santa Clara(f), V(0-2), Veríssimo(Rui Oliveira, C. Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
3.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Vasilica(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
4.ª-Sporting(f), D(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
5.ª-Farense(c), V(2-1), Almeida(B. Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
6.ª-Guimarães(f), V(0-3), Veríssimo(Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
7.ª-Arouca(c), V(4.0), Narciso(Martins, B. Jesus), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
8.ª-Braga(c), V(2-1), Pinheiro(Narciso, V. Marques), Beneficiados, (1-2), (+3 pontos)
9.ª-AVS(f), V(0-5), Nogueira(Rui Costa, N. Manso), Nada a assinalar
10.ª-Estoril(c), V(4-0), David Silva(H. Carvalho, F. Pereira), Nada a assinalar
11.ª-Benfica(f), D(4-1), Pinheiro(Martins, P. Martins), Beneficiados, Sem influência
12.ª-Casa Pia(c), V(2-0), Malheiro(Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
13.ª-Famalicão(f), E(1-1), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(2-0), Nogueira(L. Ferreira, J. Pereira), Beneficiados, (1-0), Sem influência

Braga
1.ª-Estrela(c), E(1-1), Baixinho(Rui Costa, H. Santos), Nada a assinalar
2.ª-Boavista(f), V(0-1), Nobre(Pinheiro, L. Maia), Nada a assinalar
3.ª-Moreirense(c), V(3-1), Almeida(M. Oliveira, J. Bessa Silva), Nada a assinalar
4.ª-Gil Vicente(f), E(0-0), Veríssimo(Rui Costa, H. Santos), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
5.ª-Guimarães(c), D(0-2), Godinho(M. Oliveira, J. Bessa Silva), Beneficiados, Sem influência
6.ª-Nacional(f), V(0-3), Malheiro(C. Pereira, T. Costa), Nada a assinalar
7.º-Rio Ave(c), V(4-0), C. Pereira(Rui Costa, A. Dias), Beneficiados, Impossível contabilizar
8.ª-Corruptos(f), D(2-1), Pinheiro(Narciso, V. Marques), Prejudicados, (1-2), (-3 pontos)
9.ª-Farense(c), V(2-0), J. Gonçalves(Godinho, R. Teixeira), Nada a assinalar
10.ª-Arouca(f), V(1-2), Baixinho(Melo, A. Dias), Beneficiados, Prejudicados, Sem influência
11.ª-Sporting(c), D(2-4), Godinho(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
12.ª-AFS(f), V(0-1), Nobre(Nogueira, P. Brás), Beneficiados, Sem influência
13.ª-Estoril(c), E(2-2), B. Vieira(M. Oliveira, V. Marques), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
14.ª-Famalicão(c), E(3-3), Malheiro(Rui Oliveira, A. Dias), Nada a assinalar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
3/0

Sporting
7/0

Corruptos
5/4

Braga
3/2

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
0/0
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=0

Sporting
0/0
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=0

Corruptos
5/0
Minutos:
18+34+55+0+0+0+52+0+0+0+0+0+0+20-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=179 (superioridade)

Braga
1/1
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+20+0+0-0+0+0+0+41+0+0+0+0+0+0+0+0+0=-21 (inferioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
26(15) / 129- 141 / 31(13)

Sporting
17(8) / 155 - 191 / 43(26)

Corruptos
32(13) / 207 - 196 / 34(21)

Braga
26(11) / 204 - 170 / 42(21)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Narciso - -2
V. Santos - -2
J. Gonçalves - -2
Rui Costa - - 2

Sporting
Veríssimo - +3
Esteves - +3

Corruptos
Narciso - +5
Almeida - +3
B. Costa - +3
Pinheiro - +3
C. Pereira - +2
V. Santos - +2
Martins - +2

Braga
Veríssimo - -2
Rui Costa - -2
Pinheiro - -3
Narciso - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
C. Pereira - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (1/1)
Nogueira - 2 (2/0)
Veríssimo - 1 - (0/1)
Vasilica - 1 - (1/0)
Malheiro - 1 - (1/0)
Narciso - 1 (0/1)
Martins - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (0/1)

Sporting
Godinho - 3 - (1/2)
J. Gonçalves - 2 - (1/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Martins - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (0/1)
Baixinho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (1/0)
B. Vieira - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Nobre - 1 (0/1)

Corruptos
Veríssimo - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (1/1)
C. Pereira - 1 - (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Almeida - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
David Silva - 1 (1/0)
Malheiro - 1 (1/0)

Braga
Baixinho - 2 - (1/1)
Godinho - 2 (2/0)
Nobre - 2 (0/2)
Malheiro - 2 (1/1)
Almeida - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
C. Pereira - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
B. Vieira - 1 (1/0)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
V. Santos - 2 (1/1)
Martins - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (1/1)
Correia - 2 (1/1)
Rui Costa - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)

Sporting
Esteves - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Malheiro - 2 (0/2)
Nobre - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Martins - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)

Corruptos
Martins - 4 (1/3)
Narciso - 3 (3/0)
V. Santos - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
B. Costa - 1 1/0)
Melo - 1 (0/1)
R. Costa - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (0/1)

Braga
Rui Costa - 3 (2/1)
M. Oliveira - 3 (3/0)
Narciso - 2 (1/1)
Pinheiro - 1 (0/1)
C. Pereira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
Melo - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (0/1)
Rui Oliveira - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
I. Pereira - 2
A. Dias - 1
H. Coimbra - 1
N. Cunha - 1
Felisberto - 1
N. Manso - 1
H. Santos - 1
H. Ribeiro - 1
F. Silva - 1
P. Martins - 1
C. Campos - 1
T. Costa - 1

Sporting
G. Vaz Freire - 4
A. Carneiro - 2
N. Pereira - 1
N. Pires - 1
H. Ribeiro - 1
J. Bessa Silva - 1
H. Santos - 1
P. Brás - 1
P. Felisberto - 1
B. Jesus - 1

Corruptos
V. Marques - 2
H. Ribeiro - 2
J. Bessa Silva - 1
C. Campos - 1
P. Brás - 1
J. Fernandes - 1
S. Jesus - 1
B. Jesus - 1
N. Manso - 1
F. Pereira - 1
P. Martins - 1
J. Pereira - 1

Braga
A. Dias - 3
H. Santos - 2
J. Bessa Silva - 2
P. Brás - 2
V. Marques - 2
L. Maia - 1
T. Costa - 1
R. Teixeira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 1 + 1 = 2
J. Gonçalves - 1 + 1 = 2
Malheiro - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Martins - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1

Corruptos
Martins - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Braga
Nobre - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
C. Pereira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Nogueira - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Martins - 1 + 2 = 3
C. Pereira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Rui Costa - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Correia - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Martins - 0 + 3 = 3
Godinho - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Sporting
J. Gonçalves - 2 + 2 = 4
Godinho - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Martins - 1 + 1 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
Malheiro - 0 + 2 = 2
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
B. Vieira - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
H. Carvalho - 0 + 1 = 1

Corruptos
Narciso - 1 + 3 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Almeida -  1 + 0 = 1
David Silva - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
B. Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
H. Carvalho - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Braga
Godinho - 2 + 1 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Baixinho - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Malheiro - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
B. Vieira - 1 + 0 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Nogueira - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 8  (-1 jogo)
Jornada 9  (-1 jogo)
Jornada 10 (-1 jogo)
Jornada 11 (-1 jogo)
Jornada 12 (-1 jogo)
Jornada 13 (-1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Despedida Europeia...


Benfica 79 - 68 Chemnitz
20-14, 25-17, 14-23, 20-14

Precisávamos de vencer por 29, depois da derrota por 28 na 1.ª volta! O Trey tentou, mas não deu... Sem o Stone o Carvacho era praticamente impossível! Se os Triplos tivessem 'entrado' a história podia ter sido ontem, mas os nossos habituais triplistas estiveram desinspirados!
Participação inglória na Champions esta época, com um início de temporada, repleto de lesões, a influenciar negativamente os nossos resultados na Europa...