Últimas indefectivações

terça-feira, 21 de novembro de 2023

Um bom casamento


"Como contestar os bons ventos vindos de Espanha para a Seleção Portuguesa?

A Seleção Nacional de futebol acaba de cumprir com exemplar distinção o apuramento para a fase final do Campeonato da Europa que no próximo ano reunirá na Alemanha o conjunto de 24 seleções que vierem definitivamente a qualificar-se.
Pela primeira vez na história, Portugal termina o seu grupo de apuramento com o notável registo de 10 vitórias nos 10 jogos realizados (e notável performance em golos marcados e sofridos), mas, à boa maneira portuguesa, certamente não faltará quem atribua este sucesso da equipa das quinas à menor dificuldade imposta por seleções como as da Eslováquia, Luxemburgo, Islândia ou mesmo Bósnia-Herzegovina (Deus do céu, o que a Bósnia já nos fez passar noutros tempos!...), já para não falar do Liechtenstein.
A verdade é que, mesmo noutros grupos, a equivalência na relação de forças foi sendo semelhante à do grupo de Portugal, mas apenas a França pode, esta terça-feira, concluir a sua qualificação igualmente só com vitórias, o que dá, porventura, uma ideia mais exata dos méritos de uma Seleção Nacional que não passou apenas agora a ser constituída por jogadores ao nível do que de melhor há no mundo, mas só agora soube impor verdadeiramente esse valor sem qualquer mácula.
Em quantas qualificações anteriores, Portugal tinha, por assim dizer, a responsabilidade de se assumir como favorito e foi obrigado a sofrer e a dormir permanentemente com a máquina de calcular até atingir o objetivo exigido?
É evidentemente inegável o valor de cada um dos jogadores habitualmente chamados à Seleção Nacional. Em teoria, por isso, Portugal é uma das seleções mais fortes da Europa, para limitar a questão agora ao continente, porque é continental a competição que se joga.
Mas a questão há muito que não está no valor de cada um. No futebol, a questão é sempre a soma das partes, porque se trata de conseguir com que a equipa seja, já não digo mais, mas pelo menos tão forte e poderosa como é reconhecidamente o valor e o poder médio dos jogadores que a compõem.
Parece fácil, mas conseguir fazer refletir na equipa o valor das qualidades individuais é o trabalho mais difícil no futebol, e não raras vezes, mesmo em grandes competições de seleções (como é, compreensivelmente, mais difícil do que em equipas de clubes), o todo foi bem maior do que soma das partes.
Dois exemplos que nos vêm rapidamente à memória, os da Dinamarca campeã da Europa em 1992 (convidada, à última da hora, para substituir a seleção de uma Jugoslávia em guerra) e da Grécia campeã da Europa em 2004, à custa do ferido orgulho da alma lusitana.
Desta vez, porém, o que a Seleção Nacional prometeu, cumpriu. Fez valer os desígnios do enorme talento dos seus jogadores, mesmo quando não conseguiu jogar o futebol que gostaria de ter jogado e mesmo quando os resultados foram melhores do que as exibições. As fases de qualificação nem sempre são para se jogar bem; mas são para se ganhar!
O percurso limpo da Seleção Portuguesa - a expressão é habitual no hipismo e equivale a saltar todos os obstáculos sem derrubar qualquer elemento - foi concluído na noite de ontem, com justa vitória sobre a Islândia e uma exibição que merecia mais golos e se perdeu, apenas, nalguns momentos, naquela tendência tão portuguesa para trocar a objetividade pela diversão com a bola.
De resto, pode, agora, o selecionador Martínez dormir descansado: já tem uma equipa e tudo indica que já criou um espírito, transmitido no jogo de ontem sobretudo pelo momento em que Cristiano Ronaldo, ao executar mal um pontapé de canto, viu mais de meia equipa correr atrás de dois adversários que já conduziam um bem anulado, mas perigoso, contra-ataque.
E pode ainda Roberto Martínez orgulhar-se de provar como é possível, afinal, virem de Espanha bons ventos e até mesmo… um bom casamento!"

O Futebol é Momento - S02E16 - Fechados para balanço

Terceiro Anel: Diário...

A Verdade do Tadeia #2024/75 - Bruno Fernandes e a regra Wenger

No Princípio Era a Bola #18 - As mais certezas que dúvidas de Portugal, que será uma das melhores equipas no Euro 2024, e o coração de Luis Díaz

ESPN: Futebol no Mundo #287 - Brasil x Argentina: presente incerto com Diniz, futuro certo com Ancelotti?

Esteves: Islândia...

A Verdade do Tadeia - Flash - Portugal - Islândia...

Trio, excerto...

SportTV: Seleção, excerto...

Total, excerto...

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Liderança reforçada...

Braga 0 - 1 Benfica
Kika


Excelente vitória, e passo fundamental na caminhada na revalidação do título, num dos momentos mais sobrecarregados de jogos da época, com a Champions, e confrontos diretos com o Braga e o Sporting (para a semana...)!

Vitória curta, após muito desperdício, novamente, em mais um jogo marcado pela arbitragem inacreditável da Sandra Bastos! Paulada, penalty's, agressões, faltas e faltinhas... uma vergonha! O Benfica só consegue ganhar estes jogos, porque de facto é muito superior...!!!


Apesar do nosso domínio, uma palavra para a Pauels que foi decisiva, com algumas defesas fundamentais, quando o Braga chegou à nossa área...



YourBoys: Benfica - Sporting...

Visão: Explica: Pedro Malheiro...

Terceiro Anel: Café #14 - Ricardo Cataluna...

2024: o 25 de abril no futebol?


"Nas últimas semanas fomos confrontados com um caso que acabou por fazer cair um governo. A confiança naqueles que nos lideram, em diferentes áreas, é cada vez menor. O desporto não é diferente, aliás tem sido pelo desporto que muitos acabam por ganhar exposição mediática que lhes permite chegar mais tarde a cargos de outra dimensão e responsabilidade. As ligações entre a classe política e o poder no desporto são cada vez maiores.
A indústria do desporto tem vindo a evoluir e a exigir que os clubes se profissionalizem e criem estruturas com capacidade de corresponder aos valores do desporto e que sejam do agrado dos fãs. A transparência, credibilidade, seriedade ou inovação devem estar sempre presentes. Em Portugal, esta evolução tem sido lenta, com muitos vícios ainda por desfazer, mas a pressão e exigência dos adeptos/sócios é cada vez maior. Com as eleições da FPF e do FC Porto, 2024 pode ser um marco no desporto nacional e, em especial, na forma como se aborda a indústria do futebol em Portugal.

Sporting
A entrada de Frederico Varandas no Sporting foi um marco para o clube leonino. Goste-se ou não do estilo, há um antes e um depois de Frederico Varandas. A invasão da academia de Alcochete foi um acontecimento que teve o condão de obrigar a uma revolução na estrutura organizacional do Sporting. O presidente do Sporting teve esse mérito. Cortou com o passado e com vícios existentes. Teve a sua oportunidade e pensou pela sua cabeça. Cometeu e continuará a cometer erros como todos nós mas, neste momento, o Sporting é um clube estável e com noção da importância que tem no panorama desportivo nacional.
Varandas definiu uma estratégia e seguiu-a. Apesar de os resultados desportivos serem fundamentais para sustentar o crescimento do clube e para validar o caminho seguido, os adeptos também estão cada vez mais exigentes e atentos à forma como se gerem os recursos dos clubes, até porque percebem que uma má gestão irá, mais tarde ou mais cedo, ter influência na componente desportiva. Um dos maiores méritos que atribuo a Frederico Varandas é que, ao contrário de tantos outros, não está no futebol para se servir, mas sim para dar o seu melhor. Se o seu trabalho for bem feito, a valorização e o reconhecimento serão a consequência óbvia.

Benfica
Rui Costa foi eleito há dois anos. Pelo seu passado futebolístico, dimensão e pelo carinho que tem dos sócios do Benfica, teve carta branca para definir o caminho a seguir. Teve a oportunidade de dar um passo em frente, de cortar com o passado, sem nunca o desrespeitar até porque também fez parte dele. Em vez de assumir essa cisão, preferiu levar consigo a estrutura que vinha de trás, que estava associada a Luís Filipe Vieira e à sua forma de trabalhar. Continua a permitir que a máquina dentro do Benfica vá crescendo e se vá alimentando dos recursos. Não criou a sua equipa de confiança e não deu um rumo novo.
Ao não o fazer permite que, internamente, as lutas continuem, que cada um rume para seu lado sem que o clube tenha a estratégia, visão e transformação que são necessárias para acompanhar a evolução da indústria do futebol.
Outro fator importante é o rigor e racionalidade que têm de existir nas grandes empresas. O descontrolo dos custos operacionais, bem visível no último relatório e contas e o aumento do orçamento associado ao futebol, sem o respetivo aumento das receitas operacionais, demonstram uma gestão de risco, demasiado dependente dos resultados e que a médio/longo prazo poderá não ser sustentável. Ao não assumir o corte com o passado Rui Costa manteve os vícios, as ligações, a opacidade, a pouca transparência e não contribuiu para a credibilidade e transformação que o clube e o desporto necessitam.

FC Porto
O reinado de Pinto da Costa à frente do FC Porto está a terminar. Isso ficou bem visível nos tristes acontecimentos da última Assembleia Geral. Vimos uma administração agarrada às suas cadeiras, sem esboçar uma reação perante os acontecimentos mesmo tendo à sua frente sócios a serem coagidos, insultados e agredidos.
Todos percebemos que esta administração está agarrada ao poder e que fará tudo para o perpetuar. Se em outros anos tudo ia andando, porque o endeusamento do presidente do FC Porto chegava para justificar tudo o que se passava, a realidade é que a perceção dos adeptos e sócios azuis e brancos foi mudando. A atenção dos adeptos deixou de se centrar apenas nos resultados desportivos. Hoje, todos estão atentos à forma como se gerem os recursos (limitados) das SAD e todos têm a noção que essa gestão acaba por ter influência no desempenho desportivo.
É muito difícil conseguir explicar a degradação do património do FC Porto nos últimos 10 anos, com tantas e tantas vendas de elevado valor e excelentes participações na Liga dos Campeões. Já não é só o modus operandi que está em causa, é também a incapacidade para gerir um clube com a dimensão do FC Porto.
No meio do caos vivido na última Assembleia Geral, houve um ponto bem positivo: os sócios querem mudanças, não se acomodam e, em conjunto, lutam contra os poderes instalados. A comparência em força na AG é a demonstração da vivacidade e dimensão do clube. Todos percebem que o FC Porto necessita de se modernizar, de ser mais transparente, de ter boas práticas de gestão, de ser um clube do mundo e não apenas de uma região e de ter alguém que queira servir o clube e não servir-se dele.
André Villas-Boas marcou presença e o seu discurso foi neste sentido: «Quero dar passos seguros, transparentes e fortes, suportados em equipas de rigor, de alto nível e credibilidade, porque é o que o FC Porto merece. Quando tiver as minha listas fechadas e o projeto completo, apresentarei a minha candidatura.» Esta forma de estar não significa que o FC Porto perca cultura ou exigência, pelo contrário. O que Villas-Boas pretende é desenvolver o clube, transformá-lo, sem nunca esquecer os seus valores como a garra, atitude, crença ou união. A defesa do clube nunca estará em causa e será compatível com o desenvolvimento do futebol em Portugal.

FPF
Em 2024 haverá eleições na FPF. Depois de muitas coisas que foram bem feitas no seio da federação, a realidade é que percebemos que, com o passar dos anos, o conforto do poder não traz coisas positivas. A entrevista de Fernando Santos a A BOLA demonstrou isso mesmo. Referiu que foi o presidente da FPF, Fernando Gomes, a propor um contrato de trabalho de prestação de serviços. Ora, depois destas afirmações contundentes por parte do ex-selecionador, o mínimo que se esperava era que a FPF se pronunciasse sobre o caso. Pelo contrário, ignoraram por completo esta situação.
Aqui percebemos dois pontos importantes: o pensar que estão acima de tudo e todos pelo que fizeram no passado, ou seja, não têm de dar justificações a ninguém; o segundo ponto tem a ver com a incapacidade de assumir a responsabilidade ou o erro. Esta falta de transparência mina a credibilidade de uma instituição que se quer imune a desconfianças.
Numa fase em que sabemos que vamos organizar o Mundial-2030, o que pretendemos é ter uma FPF transparente, coerente, aberta e capaz de nos explicar as suas decisões de uma forma natural, algo que não tem acontecido.
Existem vários candidatos a posicionarem-se para as eleições do próximo ano. Pedro Proença é, talvez, aquele que está em melhor posição. Para dar esse passo, deverá conseguir explicar de uma forma genuína e transparente o motivo pelo qual irá abandonar a presidência da Liga no momento mais importante da instituição (negociação dos direitos centralizados de TV). Em simultâneo, deverá ter a noção de que não basta parecer, é importante ser. Será importante que mantenha longe pessoas que estiveram (ou estão) associadas ao que de pior se passou no futebol português e na sociedade civil. Se conseguir ultrapassar estes dois pontos, pela sua visão e disciplina financeira, poderá ter as portas abertas para a FPF e promover o rejuvenescimento que se pretende."

Seis minutos à Benfica

À UEFA bastou 1 ano


"A JUSTIÇA PORTUGUESA PRECISOU DE 8 E O CM?
DE QUANTO TEMPO MAIS...
... vai precisar para nos largar da perna com o "caso dos vouchers"?
Está difícil engolirem os arquivamentos?
Está difícil engolirem mais uma vitória do Glorioso nos tribunais?
As audiências justificam tudo?
E se os benfiquistas que ajudam às audiências cortassem com o CM, o Record e a CMTV?
E se o CM, em vez de se limitar a reproduzir excertos de peças da justiça, fizesse verdadeiro jornalismo de investigação e fosse à procura das razões por que uns clubes são mais beneficiados pelos erros dos árbitros do que outro?"

"Nunca interrompas os teus inimigos quando eles estão a errar" - Napoleão Bonaparte




"Esta frase do ex-imperador francês aplica-se que nem uma luva às notícias PLANTADAS pelo grupo de adeptos "Servir o Benfica" (SoB).
Numa altura em que o rival do Norte vive a ferro e fogo e em que o presidente do Sporting voltou a fazer ataques a Pinto da Costa, o SoB decidiu que era um bom momento para voltar a falar de estatutos no seu, já habitual, discurso inflamado.
Usando o jornal A Bola, continuam a mentira - já com alguns meses - de que nunca existiu resposta à carta por eles enviada a Rui Costa, sobre a proposta de alteração dos estatutos que tanto anseiam. Ora, a mentira tem perna curta, e o desmentido, também surgiu, em forma de notícia, uma vez que a 7 de Agosto, através do seu assessor, Rui Costa havia respondido.
Mais uma vez, uma mentira dita muitas vezes, não passa a ser uma verdade!
Benfiquistas não desviemos a nossa atenção do que é importante. Não sou contra a revisão estatutária, mas para que a discussão seja mais centrada no tema, vamos primeiro garantir o título nacional e, aí sim, concentremos a nossa atenção nos estatutos.
Até lá, e se a casa dos outros está a arder, deixemos que arda; não enviemos para lá baldes de água...

#OBenficaEstáEmCrise"

5 minutos: Diário...

Casa do Benfica de Santarém - 2.0

Terceiro Anel: Diário...

domingo, 19 de novembro de 2023

Vitória no meio dos apitos!

Benfica 6 - 3 Sp. Tomar

Jogo marcado pela arbitragem (erros para os dois lados), mostraram 7 Azuis (2-5), penalty's, Livres Diretos repetidos, faltas revertidas, muitos protestos, simulações, enfim uma 'festa', numa partida que parecia que não ia acabar, tantas foram as paragens!

O Benfica geriu sempre a vantagem, e no meio da turbulência os jogadores mantiveram a cabeça fria... contra uma das boas equipas deste campeonato.

Fácil...

Benfica 84 - 52 Ovarense
23-17, 19-9, 29-3, 13-23

Vitória larga, numa partida decidida cedo, mas com muitos lançamentos falhados...
E com o 'incrível' número de 3 pontos para a Ovarense no 3.º período! O Benfica chegou a marcar 27 pontos sem resposta!!!

Hoje deu para descansar alguns jogadores, mas as viagens longas vão se suceder, temo que a equipa vai-se ressentir...

Vitória sobre o Vitória...

Benfica 3 - 0 Guimarães
25-21, 25-22, 25-14


Vitória 'rápida', nas vésperas da estreia na Champions (pena a lesão do Banderó) em Berlin...

Quebra no final...



Benfica 29 - 36 Sporting
16-18

Esta ano, vamos ter que repetir sempre, os problemas que esta secção sofrer, desde da formação do plantel, abortada com os problemas 'politicos', depois as lesões em jogadores fundamentais.
Nas últimas semanas, a equipa apesar de tudo, parece-me estar melhor... o treinador, na minha opinião, está a retirar o sumo todo, do plantel que tem à disposição...
Hoje, o resultado é mentiroso, o Benfica esteve praticamente sempre dentro da discussão da partida, apesar de mais uma arbitragem vergonhosa, que tudo permite aos meninos especiais, tanto a defender como a atacar, e que depois inventa vermelhos diretos, como hoje aconteceu ao Lumbroso!
Na parte final, com tantos problemas e menos um dos nossos melhores jogadores (mal expulso), a rotação ficou curta, e não aguentámos a intensidade física!
Curiosamente, quando o marcador alargou, as regras 'mudaram', e já se aplicavam aos Lagartos!

Fora de Jogo: 90+3 #14 - Parte 2 - Duarte Gomes: "Esta senhora pode ter um enfarte se você se portar mal hoje"

Emoções fortes na Luz


"Esta edição da BNews é dedicada à atualidade benfiquista, com destaque para os quatro jogos agendados para hoje nos pavilhões do Benfica.

1. Sábado preenchido
O primeiro jogo da tarde, na Luz, é de voleibol, entre Benfica e Vitória de Guimarães, às 15h00. Passadas duas horas tem início o encontro entre Benfica e Ovarense em basquetebol. Às 19h00 há dérbi entre Benfica e Sporting em andebol. E, às 21h00, os encarnados recebem o SC Tomar em hóquei em patins.

2. Triunfos a abrir o fim de semana
Na difícil deslocação ao Leões de Porto Salvo, em futsal, o Benfica venceu por 2-3. Em hóquei em patins no feminino, o Benfica derrotou a APAC Tojal, por 12-5.

3. Outras partidas
As equipas femininas de voleibol e basquetebol jogam, respetivamente, em Guimarães (18h00) e em Esgueira (18h30). No râguebi, o Benfica visita o CR São Miguel (16h00). Amanhã, são várias as equipas femininas do Benfica em ação. As Inspiradoras têm deslocação a Braga (11h00). Às 15h00, visita à EDC Gondomar em futsal. No andebol, receção à Academia São Pedro do Sul (17h00). Em hóquei em patins, embate em Turquel (18h00). À mesma hora, mas em voleibol, dérbi no Pavilhão João Rocha.

4. Inauguração
Amanhã, às 11h30, tem início a cerimónia de inauguração, com a presença de Rui Costa, da primeira Casa Benfica 2.0, localizada em Santarém. Conheça este projeto inovador no Site Oficial.

5. Regresso dos Heróis
Não perca a conversa entre Simão e Cardozo, o mais goleador no Estádio da Luz.

6. Protagonista
Mihaela Minciuna não esconde a ambição europeia. Uma entrevista para ver, na íntegra, na BTV e ler no jornal O Benfica.

7. Campeãs nacionais na primeira pessoa
Ana Hormigo e Rochele Nunes contam como o Benfica conquistou o Campeonato Nacional de judo.

8. Museu sempre em atualização
Desta vez as melhorias foram realizadas na Área 7 – Formar a Ganhar.

9. Casa Benfica Montemor-o-Velho
A BTV esteve nesta embaixada do benfiquismo, que conta com 952 sócios, e conheceu a atividade desenvolvida no futsal, na canoagem e no voleibol."

Os Santos da Comunicação Social


"O derby lisboeta, que resultou numa vitória épica para o SLBenfica, já lá vai, faz uma semana.
Deixamos passar estes dias todos para mais não tardes não sermos acusados de ser tendenciosos.
No final do jogo Boavista-SLBenfica (vitória boavisteiro), o comunicação social deu eco durante semanas, às declarações de Roger Schmidt, por ter confirmado aqui que todos viram: Vlachodimos não esteve bem nesse jogo. Foram horas de programas e rios de tinta nos jornais, com os, já habituais comentadeiros de tudo e mais alguma coisa, a "castigar" o treinador por tais declarações.
Acontece que no final do clássico da Capital, Rúben Amorim disse o seguinte, sobre a expulsão de Gonçalo Inácio:
" (...) foi frustrante, não foi um bom dia para o Gonçalo nem para nós, que perdemos, mas temos de nos agarrar às coisas boas".
O que Amorim disse, a nós não faz qualquer tipo de confusão. Disse o que devia ser dito.
A confusão que me faz aqui, é o que não foi dito pela mesma comunicação social. Um silêncio absoluto e sepulcral. Nada! Nem uma nota de rodapé! Não foi destratado nem acusado de não saber proteger o jogador e a equipa, após a derrota na Luz, contra o eterno rival.
Mas as diferenças de tratamento não se ficam por aqui.
Hoje, soubesse, muita timidamente, que o jogador Geny Catamo foi suspenso pelo clube, alegadamente por se ter desentendido com o capitão (Sebastian Coates), no balneário. Timidamente, porque se fizerem uma simples pesquisa pelo Google, verão o quão difícil é encontrar uma notícia que esclareça o tema.
Já no caso do treinador do Benfica, um assunto deste serve de abertura de programas que se dizem desportivos, onde é logo apelidado de incompetente, mau gestor de recursos humanos e de perda da autoridade no balneário.
E nem as palavras de Frederico Varandas ficam na gaveta. As CS deu amplo destaque às indiretas lançadas pelo presidente leonino, esta semana, ao seu homólogo portista, conferindo-lhe uma imagem puritana e de extrema dignidade. Mas não nos esqueçamos que os presidente do Sporting é o presidente do clube do Cashball, do ex-vice que assaltava casas e acusava árbitros de corrupção depois de lhes depositar valores em contas bancárias, dos perdões bancários que lesaram os contribuintes Portugueses, o clube que tem num acionista principais, uma pessoa que lesou este país em centenas de milhões de euros.
É esta a comunicação social que temos em Portugal. Em Alvalade todos são SANTOS!

#OBenficaEstáEmCrise"

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

O Cantinho Benfiquista #155 - A Happy... Ending!

O exemplo de Varandas e de Rui Costa


"Os presidentes do Sporting, Frederico Varandas, e do Benfica, Rui Costa, aceitaram o convite do presidente do Comité Olímpico de Portugal, José Manuel Constantino, e jantaram à mesma mesa na cerimónia de atribuição dos Prémios do ano, atribuídos pelo COP. Pode parecer, apenas, um gesto simpático e cortês. É muito mais do que isso.
O desporto em Portugal vive um período particularmente invulgar. Atletas, treinadores e dirigentes das mais diversas modalidades, incluindo as olímpicas, redobram esforços e reinventam fórmulas de desenvolvimento capazes de contornar o aparentemente incontornável. O Estado continua a entender, para além do discurso politicamente correto, que o desporto é muito importante na sociedade e na formação dos cidadãos, mas nunca o inscreve na lista das suas verdadeiras preocupações e os media nacionais, que procuram a sua sobrevivência num estreito mini mercado de informação assente na ideia do retorno da atenção imediata, exageram na futebolização do desporto nacional, deixando a grande maioria das modalidades sem cobertura mediática e, pior, sem escrutínio.
O desporto, em Portugal, visto numa perspetiva ampla, está entregue a si próprio, exclusivamente dependente da boa ou má qualidade dos seus protagonistas, vivendo em relâmpagos de incentivo provocados por marcas excecionais, títulos europeus e mundiais que parecem quase inexplicáveis e exemplos de superação que ficam na área restrita do pequeno universo que sobra do imenso continente do futebol.
É por isso que a presença de Varandas e de Rui Costa na Gala do Comité Olímpico teve um simbolismo importante, aliás evidenciado no magnífico discurso de José Manuel Constantino. Em primeiro lugar pela afirmação de que dois presidentes de dois dos maiores clubes nacionais não têm apenas uma consideração representativa pelo desporto além futebol, mas porque afirmam, de forma institucional, que o futebol, num país de monocultura desportiva, tem o dever de ser solidário, de ser inclusivo, de ser protagonista de uma inter-relação que, nestes tempos de egoísmos e de egocentrismos, surge como diferenciadora numa sociedade que se move por interesses particulares ou de grupo.
A menos de um ano dos Jogos Olímpicos de Paris, Portugal tem conseguido resultados, nas mais diversas modalidades olímpicas, que ultrapassam as expectativas que estariam mais de acordo com uma lógica assente em meios e em condições comparativas com outros países. Pode, aliás, acontecer que os Jogos de Paris resultem, para Portugal, no maior sucesso desportivo de sempre, tanto em medalhas conquistadas, como em resultados globais. E isso parece contraditório com o preocupante resvalar para o desinteresse público que também resulta diretamente do desinteresse publicado.
É provável que a luz mediática se acenda durante os Jogos para os tornar vendáveis e rentáveis em relação ao pouco investimento que deverão suscitar. Essa será, como sempre, a altura das exigências de medalhas e de feitos extraterrestres. Os melhores serão recebidos com esplendor no Palácio de Belém, receberão mensagens e abraços apertados dos membros do governo, sejam eles quais forem, lá para os idos de agosto. Mas, como sempre acontece, pouco durará essa luz. Logo o desporto regressará à sua íntima solidão e à sua luta contra o desconhecimento e a tradicional incultura desportiva nacional. Mas é nesses momentos, em que o foco mediático não está apontado para o palco, que gestos como os de Varandas e de Rui Costa mais se tornam essenciais a uma ideia de esperança.

Dentro da área
Assembleia Geral cancelada
O Conselho Superior do FC Porto decidiu cancelar a Assembleia Geral do clube que deveria votar uma polémica proposta de alteração de estatutos e que por isso mobilizara muitos milhares de sócios. Em primeira sessão, essa Assembleia descambou em graves incidentes de violência que causaram sérios danos reputacionais à ideia de democracia do clube. Uma segunda sessão não evitaria o risco e não garantiria o voto favorável. O Conselho optou por cancelar. Entre as justificações e as culpas, lá estava o empolamento dos media!

Fora da área
Jornalistas levados à mão
Houve um momento na guerra de Israel com o Hamas, depois dos primeiros bombardeamentos e das imagens dos seus efeitos trágicos que passaram pelo mundo, que os israelitas estiveram a perder na decisiva batalha pela informação conveniente. Mas o problema foi rapidamente resolvido. Com enorme sentido estratégico, o poderoso exército que invadiu a faixa de Gaza começou a integrar jornalistas das mais diversas nacionalidades. Levados à mão, os repórteres de guerra viram e contaram o que foram levados a ver."

Vítor Serpa, in A Bola

Saída pela porta dos fundos


"A inércia das forças policiais na AG do FCP vai merecer inquérito por parte da tutela?

O Conselho Superior do FC Porto decidiu retirar a proposta de alteração de Estatutos que devia ter sido votada na Assembleia Geral (AG) de segunda-feira, e que, depois de tudo o que sucedeu, devia ser votada na AG da próxima segunda-feira, entretanto cancelada. Fê-lo, é dito num comunicado, «para apaziguar o divisionismo que se quer criar na família portista», e apesar de entender que «a proposta de Estatutos discutida e aprovada nesta sede e remetida à referida AG é para este órgão boa e rigorosa, salvaguardando inteiramente os interesses do Clube e dos seus Associados».
Tê-lo-á feito, então, não porque as alterações estatutárias propostas mudassem as regras do processo eleitoral, nem mesmo porque abrissem portas, em caso de «manifesto interesse do clube», a exceções às incompatibilidades, mas porque teria havido um «empolamento artificialmente criado pela comunicação social e redes sociais» que teve «como resultado os lamentáveis incidentes a que assistimos, convertendo uma importante AG num momento de primárias incendiadas».
Assim, nesta versão que nada adere à realidade, a culpa do que aconteceu não foi de quem intimidou, ofendeu e bateu, mas sim de terceiros externos ao clube. Enfim, trata-se de uma saída pela porta dos fundos, que visa apenas não perder a face, depois dos sinais claros de mudança que lançaram o pânico no núcleo duro — aquele que tem mais a ganhar e a perder — do pintismo.
André Villas-Boas, que será candidato em abril, afirmou ontem, em comunicado, que quer «acreditar que os Órgãos Sociais do FC Porto vão atuar em conformidade com os seus Estatutos e dar início às investigações e procedimentos disciplinares necessários para punir exemplarmente os associados que, de forma indecorosa, agrediram, física e moralmente, outros sócios do FC Porto na AG, bem como cooperar extensivamente com o Ministério Público na investigação já anunciada sobre os incidentes».
Ou seja, não parece disposto a dar tréguas à guarda pretoriana e aos seus mentores.

PS — O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, vai exigir que seja aberto um inquérito às forças policiais que estiveram, na segunda-feira, nas imediações da AG do FC Porto? Se não o fizer, significa isso que está de acordo com os procedimentos? Ou apenas que, num momento político sensível, passa bem sem se envolver numa questão em que, naquele que, dizem as estatísticas, é o terceiro país mais seguro do mundo, a integridade física dos cidadãos foi colocada em risco, perante a inércia policial?"

JPedro: Entrada...

Gaia: Sporting...

Histórias de encantar em Londres, Leverkusen e Girona


"Mas ele volte de lesão, não deixem de reparar em Van de Ven, do Tottenham, vindo esta época do Wolfsburg. Se a equipa parece em dificuldades por estes dias é, em grande parte, porque lhe faltam - e faltarão até ao novo ano civil - a bússola Maddison, o homem que imagina o passe mais difícil e o executa fácil, mas também o gigante neerlandês da defesa, Micky Van de Ven, talvez o mais completo central esquerdino que hoje se pode apreciar, com licença de Gvardiol, que é mais que um central. E, já agora, Van de Ven custou aos Spurs sensivelmente uma terça parte do que aquilo que o Manchester City pagou pelo croata. Está na linha de Pau Torres mas mais rápido, num estilo que o aproxima de Gonçalo Inácio mas mais contundente. Controla o espaço com uma velocidade incrível para um gigante e usa o seu 1,93m para ser igualmente dominador no ar. Há muitas razões para elogiar Ange Postecoglou, o australiano que reinventou o Tottenham, mas uma delas é decerto a descoberta de Van de Ven, que aos 22 anos é todo futuro.
Na Alemanha, de onde saiu Van de Ven, surge Florian Wirtz a cumprir o seu destino. No magnífico projeto de Xabi Alonso em Leverkusen – sempre os treinadores com ideias sedutoras na explosão dos maiores talentos – há outros destaques óbvios: Granit Xhaka e a qualidade rara de ver mais campo que os outros, Grimaldo e a teimosia de ser melhor a cada metro que galga no campo, Victor Boniface e a capacidade de um predador poderoso na zona do campo onde os jogos se decidem.
Mas além destes, acima deles ainda, explode de vez o menino Wirtz, 20 anos apenas, mas já na quarta época como titular do Bayer. O modelo de Xabi parece construído para o valorizar, talento definitivo nos três quartos do campo, organizador, driblador, assistente e finalizador. Vejam o golo que marcou a Freiburg há duas semanas e perceberão melhor o que aqui digo. Com um treinador que o entenda, como este, está ali um dos melhores jogadores do mundo da próxima década. É esperar para ver. E ir vendo.
Não há coincidências: o Girona, equipa sem história que faz história, não lidera La Liga por milagre nem em resultado de uma felicidade pontual, autorizada por um calendário acessível. Lidera porque joga bem, joga muito, melhor que os restantes. Vi-os recentemente, num duelo de belo jogo com o Rayo Vallecano, curiosamente o clube onde começou a construir carreira Michel, o treinador que causa espanto. Este Míchel, Míchel Sánchez - não confundir com o médio lendário do Real Madrid - tem 48 anos e exibe os traços que identificam um treinador da linha City (o Girona pertence ao grupo de Mansour): ideia sedutora, ofensiva, que tenta multiplicar oportunidades para somar golos e valoriza sempre o jogo com bola. E valoriza desde trás, por isso buscou elemento essencial em Eric García, com mais sombras que luzes nos anos do Barça, e lhe colocou ao lado Daley Blind, para a segunda juventude de um sábio tático.
E gosto do venezuelano Yangel Herrera, médio técnico que transporta com qualidade, delicio-me com o toque de bola de Aleix García, finalmente ao nível que prometia e já na seleção, aprecio a eficácia da dupla ucraniana, nas aproximações à área de Tsygankov e no trabalho nela que faz Dovbyk. E, sobretudo, adoro Savinho, miúdo mineiro nascido em abril de 2004, emprestado pelo francês Troyes, clube da mesma firma, esquerdino que gosta de viver à esquerda, o que rareia por estes dias, quase tanto como o seu futebol feiticeiro que traz o drible do berço, como o melhor Neymar, ou Vini Jr, dessa estirpe rara de jogar sorrindo como só o Brasil parece saber fabricar.
Em boa verdade, escrevi esta crónica para vos poder falar de Savinho. Porque me custa mesmo que haja quem ainda não tenha percebido que ele existe."

Como deve um árbitro preparar um jogo internacional?


"Os jogos internacionais, como aqueles que Portugal disputa nesta semana de apuramento para o Euro 2024, são desafiantes para jogadores e técnicos, mas também para os próprios árbitros, sob o ponto de vista da preparação técnica.
As suas nomeações são geralmente conhecidas com alguma antecedência, o que lhes permite terem mais meios e condições para anteciparem tudo o que em teoria poderá acontecer nas quatro linhas.
Independentemente de não haver nada padronizado nessa matéria, o que me parece um erro crasso - na verdade, cada equipa de arbitragem prepara (ou não) o jogo como bem entende -, a verdade é que a maioria dos árbitros têm um método de trabalho muito profissional, que implica o estudo cuidadoso de todas as variáveis que terão pela frente.
Isso pressupõe estudarem os clubes e/ou as seleções em causa, nomeadamente a sua forma habitual de jogar, as táticas que usam nas várias fases do jogo (bolas paradas a favor e contra, por exemplo) e conhecerem ao pormenor os seus jogadores mais influentes, ou seja, os mais rápidos e contestatários, os mais tecnicistas e mais lentos, os que executam bolas paradas e fazem/sofrem mais faltas, os que simulam ou caem com maior frequência, etc.
É também importante perceberem a relevância da partida em si, ou seja, se é ou não decisiva (porque isso altera a predisposição emocional dos jogadores), o histórico recente de problemas entre elas e/ou os seus adeptos, o comportamento habitual dos bancos técnicos, o estado do tempo previsto à hora do jogo, o número de pessoas esperadas nas bancadas, a sua postura habitual, a qualidade do relvado, etc.
Nada pode ser deixado ao pormenor. Se um árbitro não tentar conhecer estas variáveis, jamais poderá jogar na antecipação. Fará uma arbitragem reativa que é quase sempre sinónimo de caótica.
Mas em jogos como aqueles que Portugal enfrentará agora, os árbitros internacionais sabem que, por regra, viajam na véspera e regressam na manhã do dia seguinte. A exceção são os sítios com fuso horário substancialmente diferente e/ou que impliquem deslocações maiores (casos da Rússia, Bielorrússia, Cazaquistão, Israel e afins). Aí a chegada à cidade acontece quase sempre dois dias antes do apito inicial.
Os seus planos de viagem devem ter em conta inúmeros fatores, que vão da vertente técnica à logística, sem esquecer a questão física e emocional.
A escolha da indumentária a utilizar é fundamental, pois será essa que venderá (ou não) para o exterior imagem de credibilidade e profissionalismo da equipa. Convém haver coerência e profissionalismo aí, não vá o árbitro aparecer de fato e gravata, um dos seus assistentes de t-shirt e calções e o outro de fato de treino e chinelos.
Depois, tudo o resto conta também: a escolha dos equipamentos de treino e de jogo que a competição exige (convém que o básico, o essencial, esteja na mala de mão, não vá a bagagem de porão extraviar-se), além de todos os acessórios técnicos necessários à realização do encontro: relatórios, apitos, moedas, cartões, sistema de comunicação, calçado, bandeirolas, etc. Depois, os kits de higiene pessoal e médico, documentos de identidade, cartão de crédito, dinheiro…
Nada pode falhar a esse nível, porque o tempo passado no estrangeiro não dá azo a grandes manobras: à chegada um elemento local estará à sua espera no aeroporto (geralmente alguém indicado pela Federação do país visitado) para, depois de uma breve ida ao hotel para troca de roupa, irem efetuar treino ligeiro ao estádio onde o jogo decorrerá. Esse momento serve para conhecerem as instalações do clube, desentorpecerem os músculos e perceberem em que estado está o relvado.
É uma primeira aproximação à realidade competitiva do dia seguinte.
Depois do duche no local, nova muda de roupa no hotel e jantar, já com a presença dos delegados e observador ao jogo, ambos nomeados pela UEFA. Momento tranquilo mas com algum formalismo, porque é aí que todos se conhecem e retiram as primeiras impressões uns dos outros.
Na manhã seguinte (dia de jogo) e logo após o pequeno-almoço, reunião de segurança no estádio, que por regra começa às 10h locais. Esse é um momento importante, onde a equipa de arbitragem - ou um elemento a representa-la - conhece tudo o que está definido em termos de equipamentos das equipas, transmissões televisivas, local de aquecimento de suplentes, questões relacionadas com segurança, apoio médico, situações de emergência, etc. É também aí que todos os outros intervenientes conhecem o árbitro (ou o seu representante) e escutam algumas das suas indicações técnicas.
Antes do seu início, é feita vistoria oficial ao terreno de jogo e às suas imediações (balneários das equipas, sala de doping, de imprensa, etc).
Após o almoço, um curto descanso, reunião de preparação entre equipa, lanche e partida para o estádio, onde é suposto os árbitros ingressarem com duas horas de antecedência.
Depois do jogo terminar e de todos os atos administrativos realizados, saída do estádio direta para um restaurante pré-definido, para jantar com os representantes da UEFA. O regresso ao hotel costuma ser tardio e, com a ressaca do jogo e respetivo debriefing (com o observador e entre a própria equipa), sobra geralmente pouco tempo para dormir. A mala fica logo pronta e duas, três horas depois (às vezes nem isso), de volta ao aeroporto para o voo de regresso a casa.
É uma vida entusiasmante, mas carregada de sensações fortes: expectativa, nervosismo, ansiedade pré-jogo; foco máximo, concentração total e adrenalina ao rubro durante os noventa minutos; descompensação total no período que segue. Descompensação que pode ser positiva, entusiasmante e encorajadora (se o jogo correr bem) ou depressiva, prolongada e angustiante (se correr mal).
Faz parte."

Uma Semana do Melhor, excerto...

Carlos Manuel, excerto...

sábado, 18 de novembro de 2023

Vitória...

Leões Porto Salvo 2 - 3 Benfica

Mais uma vitória muito complicada, com um golo sofrido logo de entrada (auto-golo, com algumas culpas do Gugiel...), com um empate antes do intervalo (grande golo do Gugiel... que acabou por ser um dos melhores!), remontada na 2.ª parte, várias oportunidades para 'matar' o jogo... E com os minutos a passar, os apitadeiros deixaram de assinalar faltas aos Leões, o Mamadu acabou por bisar e reduzir para 2-3, e acabámos a 'sofrer' um 5x4, que não trouxe muitos sustos, mas...

Ausências do Arthur e do Carlinhos... Numa altura, onde os jogos vão ser muitos, antes da Ronda de Elite da Champions, onde mais uma vez, o sorteio foi do mais complicado possível!

Golo!

Símbolos!

Fim de semana preenchido


"O destaque desta edição da BNews é a agenda desportiva dos próximos dias.

1. Partidas do dia
O Benfica visita, em futsal, o Leões de Porto Salvo, atual 4.º classificado da Liga Placard. A partida tem início marcado para as 21h30. Jacaré dá uma pista sobre como vencer o jogo: "Sabemos das dificuldades que vamos ter lá. Vamos para impor o nosso ritmo."
Por sua vez, a equipa feminina de hóquei em patins recebe, na Luz, às 21h00, a APAC Tojal.

2. Dérbi no andebol
Benfica e Sporting encontram-se em andebol, na Luz, sábado, às 19h00. Para Jota González, tudo começa na defesa: "Temos de fazer as coisas muito bem. O mais importante é estar bem na defesa, ter uma defesa compacta que nos permita correr."

3. Outras partidas
Jogos de sábado na Luz: o Benfica é anfitrião do Vitória de Guimarães em voleibol (15h00); Benfica e Ovarense têm embate de basquetebol, às 17h00; às 21h00 é a vez da equipa de hóquei em patins medir forças com o SC Tomar.
Para ficar a saber os horários dos restantes jogos do fim de semana, consulte a agenda.

4. Atividade nas seleções
António Silva foi titular e assistiu para golo na vitória portuguesa ante o Liechtenstein, num jogo em que João Neves também foi utilizado. Aursnes foi titular da seleção norueguesa frente às Ilhas Faroé, assim como Otamendi pela Argentina ante o Uruguai, partida em que Di María também participou.

5. Benfica nas seleções jovens
São 27 os convocados da formação do Benfica para os vários escalões das suas respetivas seleções.

6. Regresso dos heróis
Não perca a conversa entre Simão e Jonas, duas glórias do Benfica.

7. Liga dos Campeões no feminino
Já estão disponíveis os bilhetes para o jogo da próxima jornada da Liga dos Campeões, frente ao Rosengard, da Suécia. O desafio é no Benfica Campus, na próxima quarta-feira, às 20h00.

8. Inauguração
A primeira Casa do Benfica 2.0, em Santarém, é inaugurada no domingo. A cerimónia contará com a presença do Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, o qual será recebido na Câmara Municipal de Santarém às 11h30."

Realidade!


"Os especialistas em arbitragem foram peremptórios em afirmar que ficaram 2 penáltis por assinalar a favor do Benfica no dérbi, sobre Musa e Otamendi. Passados 5 dias, tinha de surgir a cartilha das Antas de que o Benfica foi beneficiado para abafar o descalabro da própria casa.
Não há palha que alimente tanto burro. E o pior é que isto é uma estratégia reiterada que sempre funciona: transformar mentiras em verdades absolutas através da doutrinação dos ignorantes e fanáticos que disseminam a cartilha.
O que vale é que já sabemos que a culpa é do Benfica. E a crise também."

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Bar do Cosme #3 - Bilhética do Benfica e eternos problemas do Red Pass

A Verdade do Tadeia #2024/74 - A geração de ouro e o boomerang colonialista

A Verdade do Tadeia - Live - #2024/15 - Como vamos de expectativas

Quezada: Gelada #13

Terceiro Anel: Liechtenstein...

FC Porto: Assembleia Geral vergonhosa


"Um clube não é um feudo de alguns, por muito que tenham feito por esse clube. Qualquer instituição que recebe dinheiro público ou apoios estatais deveria ter limitação de mandatos na sua presidência.
Um clube não é uma monarquia em que a sucessão só existe à morte do Rei e conhece-se o sucessor.
As pessoas não têm todas que pensar da mesma maneira. Há quem pense que Pinto da Costa deve continuar, mas também, há quem pense que está na altura de dar lugar a outras pessoas, mais jovens com outras ideias.
Nisso não vem mal nenhum ao Mundo.
A democracia é, na sua definição mais minimalista, um sistema que permite, neste caso, a mudança na direcção do clube e seja substituído por outra sem crispação ou desacatos.
Ou de outra forma menos dramática: a democracia baseia-se na ideia de que os perdedores de eleições consentem livremente em ser substituídos pelos vencedores. Nesta perspectiva, qualquer candidato a presidente do FC Porto derivado das urnas deve ser considerado legítimo por todos os sócios, incluindo aqueles que ficam altamente descontentes com o resultado eleitoral.
Porém, quem está no poder não aceita perder o poder e não consente que pode haver uma mudança. É impossível, deste modo, a democracia sobreviver com este tipo de pensamento. É preocupante ver que alguns sócios têm cada vez mais dificuldade em aceitar que Pinto da Costa pode deixar de ser presidente do FC Porto em próximas eleições.
Pairou nesta AG (Assembleia Geral) a presença de André Villas-Boas. O que aconteceu na Assembleia Geral Extraordinária do FC Porto é lamentável! Desde a escolha do local, somente para 400 pessoas no auditório do Dragão, tendo em conta o interesse manifestado dos sócios pela alteração dos estatutos.
Deveria estar previsto o plano B, em caso, de uma grande afluência de sócios. A passagem para o pavilhão Dragão Arena com capacidade para 4.000 pessoas deveria ter sido a escolha inicial. Por este andar, a próxima AG deve ser feita no estádio do Dragão, para todos os sócios que pretendam estar presentes, o façam ordeiramente e sossegadamente.
O arremesso de garrafas, insultos e pancadaria levaram a que muitos sócios abandonassem o local da AG. Esta polarização levou à deterioração do ambiente.
Nesta atmosfera tensa alguns sócios deixaram de tolerar aqueles que pensam de forma diferente, são vistos como uma ameaça para o establishment do FC Porto.
Silenciar, impedir, intimidar, escorraçar sócios do FC Porto só porque têm opiniões diferentes é muito grave. O FC Porto é um clube com pergaminhos e internacionalmente relevante.
O que está em causa é o resultado final desta AG que não acabou. Este tipo de situações para anular o adversário, passa a ideia, que no FC Porto não há democracia nem tolerância, onde cabem apenas alguns sócios.
O FC Porto não está a seguir o melhor rumo. Estamos no séc. XXI e o clube é dos sócios todos, e não de alguns. Todos têm direito a opinar e votar.
Estes incidentes e o descontentamento só vêm beneficiar quem pugna pelo pluralismo, debate de ideias e respeito pelos sócios.
O desprezo pelo pluralismo no FC Porto é lamentável! É urgente que os sócios todos possam debater em total liberdade e sem coacção a vida do FC Porto e o seu futuro.
Com estes censuráveis acontecimentos, o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro. O candidato André Villas-Boas passa a ter mais chances."