Últimas indefectivações

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Prata...


O grande Pimenta, já não consegue conquistar Medalhas em catadupa, sendo assim, os mais novos estão a 'roubar-lhe' metal! Desta vez, foi a Prata, no K2 500, ficaram no 2.º lugar no Mundial: Joao Ribeiro e Messias Baptista!

Foi um Mundial, com três medalhas, todas em regatas Olímpicas, nada mau....

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BI: Tondela...

Bigodes - Tondela...

Terceiro Anel: Benficando - S03E01 - 2025/26 - Expectativas da ÉPOCA, Mercado e Eleições!!

Falar Benfica - João Leite...

Kanal - Tamos Juntos...

Rui Borges vs Bruno Lage


"PORQUÊ TANTA INJUSTIÇA?

1. RUI BORGES deu as férias que entendeu aos seus jogadores e preparou a pré-época como muito bem quis. BRUNO LAGE teve que disputar o Mundial de Clubes, os jogadores do Benfica só tiveram duas semanas de ferias - aconselha-se um mínimo de 21 dias - e fez a pré-época nos jogos oficiais.

2. RUI BORGES em quatro jogos oficiais apanhou até agora um adversário difícil: o Benfica de Bruno Lage. E perdeu, perdeu até o primeiro troféu oficial desta temporada. BRUNO LAGE já disputou seis jogos oficiais, quatro de grau de dificuldade elevado, venceu cinco e empatou outro, com o Fenerbahçe em Istambul.

3. RUI BORGES esteve em vantagem numérica de bem mais do que uma parte em dois dos três jogos da liga: arrasou, goleou, eu sei lá, só se ouvem elogios à produção da equipa. A BRUNO LAGE bastou-lhe um jogo menos conseguido, na Amadora, no qual teve um penálti escamoteado aos dez minutos de jogo, que teria alterado a história do jogo, e só se ouvem críticas à produção da equipa.

4. Não sei o que vai acontecer no resto da época, que é longa e isto interessa como acaba, não como começa. Mas sei que até este momento vejo grandes elogios ao trabalho de RUI BORGES e uma imensidão de críticas ao de BRUNO LAGE, incluindo por parte de muitos Benfiquistas. E, olhando aos factos, não entendo o porquê.

5. BRUNO LAGE tem na próxima quarta-feira, enquanto RUI BORGES prepara calmamente a sua equipa para a jornada do fim de semana, mais um jogo difícil e decisivo. Ao menos que os críticos saibam ter isto em consideração. E ele que conduza a equipa à fase de liga da Champions, que é o que todos desejamos. Mas, aconteça o que acontecer, enquanto for treinador do Benfica terá o meu apoio."

Não se passou nada!

Vieira e Rui Costa: serão assim tão diferentes?


"Luís Filipe Vieira (LFV) assumiu a sua candidatura à presidência do Benfica. Nas várias aparições públicas têm sido muitas as críticas que apontou à gestão de Rui Costa, mas será que os dois são assim tão diferentes?

Performance desportiva
O período da presidência de Rui Costa à frente do Benfica tem sido marcado (desportivamente) por três fatores muito óbvios: vendas consideráveis, investimentos avultados e resultados abaixo das expectativas.
Em quatro anos como presidente, Rui Costa venceu um Campeonato, uma Taça da Liga e uma Supertaça. Adicionalmente tem um terceiro e dois segundos lugares na principal competição nacional. O insucesso desportivo é o melhor argumento que todos os candidatos à presidência do Benfica têm a seu favor, até porque é aquele que os adeptos melhor compreendem.
No caso de Luís Filipe Vieira será que este argumento faz sentido? Será que faz sentido referir que com ele no Benfica o clube encarnado estaria melhor desportivamente? Para podermos tirar uma conclusão devemos analisar a performance de LFV na presidência do Benfica. Seria injusto fazer esta comparação com base no primeiro mandato de LFV à frente dos encarnados, até porque em 2003 as condições financeiras e a estabilidade que o clube apresentava eram muito diferentes da que atravessava quando Rui Costa tomou posse.
Assim, para podermos fazer uma comparação justa deveremos encontrar um período em que as condições sejam semelhantes. Os últimos quatro anos da presidência de Vieira no Benfica enquadram-se no contexto que Rui Costa herdou quando assumiu a presidência do clube. Se contextualizarmos, os últimos quatro anos de LFV à frente do Benfica coincidiram com a invasão de Alcochete que fez com que o Sporting tivesse ficado mais frágil, e com o FC Porto a passar por problemas de fair-play financeiro.
Já o Benfica, não só estava equilibrado financeiramente com vendas muito altas de jogadores (ex. João Félix em 2019/2020), como concretizava investimentos muito elevados na equipa, como o demonstra o forte investimento de €115 M na época 2019/2020.
Com um contexto similar, com vantagem sobre os rivais, com vendas e investimentos consideráveis, quais foram os resultados desportivos da gestão de LFV? Em quatro anos venceu um Campeonato e duas Supertaças. Adicionalmente, assim como Rui Costa, tem um terceiro e dois segundos lugares na Liga, ou seja, precisamente os mesmos resultados que Rui Costa conseguiu no mesmo período de tempo!
Tendo em conta estes factos, no capítulo desportivo, farão sentido as críticas que LFV tem vindo a fazer a Rui Costa? Ou será que Rui Costa apenas se limitou a seguir a trajetória que LFV tinha iniciado quatro anos antes? Será que o critério das contratações foi assim tão diferente nos mandatos de Rui Costa e LFV? Neste caso os factos falam por si...

Gestão financeira
Uma das ideias que LFV tem vindo a passar é que, quando se demitiu, o clube tinha uma situação financeira muito melhor do que atualmente com uma dívida financeira líquida de €80 M. Tal não é verdade.
Para isto basta analisarmos o Relatórios e Contas 2020/2021 e compará-lo com o de 2023/2024. De uma forma simples, o Benfica em 2020/2021 tinha um valor total de empréstimos de €145 M. A estes devemos juntar a cedência de créditos (que também devem ser considerados como dívida financeira) que totalizavam €90 M. Estas cedências de créditos corresponderam à antecipação de 50% dos direitos de TV até à época 25/26. No total a exposição à dívida era de €145 M+€90 M o que perfazia €235 M.
Para chegarmos à dívida líquida temos de retirar o valor que estava em caixa e que na altura era de €44 M. Assim a dívida líquida que LFV deixou foi de €191 M. Contudo, será importante referir que quando LFV se demitiu estava em curso um empréstimo obrigacionista de €35 M. Ora se juntarmos estes €35 M, a dívida líquida do Benfica na data em que LFV se demitiu era de €226 M.
Ao analisarmos o último Relatório e Contas anual (2023/2024) percebemos que a dívida atual é muito semelhante: €222 M em empréstimos, aos quais devemos acrescentar €42 M em cedência de créditos, o que perfaz um valor de €264 M. A este valor retiramos o valor que consta em caixa (€20 M) de forma a obtermos o valor global de €244 M de dívida líquida.
Os factos comprovam que a exposição à dívida no mandato de Rui Costa se manteve estável. Contudo, devo reconhecer que LFV tem razão quando refere que hoje em dia existe um descontrolo muito maior na gestão financeira do Benfica. Exemplo disto mesmo é a forma como a rubrica fornecedores passou de €109 M (2020/21) para €187 M (2023/24).
Importa referir que esta rubrica corresponde, praticamente na sua globalidade, a dívidas a clubes, ou seja, às contratações de jogadores, o que demonstra a trajetória que o clube encarnado tem vindo a seguir. Através de factos, também na parte financeira, comprovamos que a forma de gerir de Rui Costa e LFV é similar, com a diferença de que no mandato de Rui Costa o descontrolo financeiro aumentou.

O que os separa?
São muitos os pontos que os ligam. Uma grande percentagem da equipa de Rui Costa foram pessoas escolhidas por LFV. Os dois evitam fazer uma auditoria às contas que dissipe fantasmas, traga transparência e mais credibilidade. Afinal o que os separa?
Parece-me óbvio que aquilo que os coloca em lados opostos foi a falta de solidariedade que Rui Costa demonstrou com LFV. O primeiro sinal foi o momento da tomada de posse em pleno relvado onde Rui Costa por nenhuma vez tocou no nome de LFV. Posteriormente e ao longo de todo o seu mandato a ideia que passa é que LFV é persona non grata.
Os próximos dois meses serão, sem dúvida, muito interessantes até para percebermos as estratégias de campanha de cada um deles. Uma coisa é certa, apesar das críticas que LFV tem vindo a fazer a Rui Costa, o percurso de Rui Costa no Benfica é o seguimento da trajetória que LFV estava a imprimir.
Até no caso do apoio a Pedro Proença as ações dos dois são similares: em 2019 LFV deixou andar (segundo palavras suas) e apoiou Proença; em 2025 Rui Costa deixou andar e apoiou Proença!

A valorizar: Renato Veiga
A sua contratação é o maior investimento da história do Villarreal. Um passo importante para o jovem português com os olhos no Mundial que irá decorrer nos EUA.

A desvalorizar: Santa Clara
O início de temporada do clube açoriano não está a corresponder às expectativas."

A importância dos fracassos no futebol… e na vida (a lição de Guardiola)


"Pep Guardiola, numa entrevista recente, disse algo que desarma qualquer discurso triunfalista do futebol moderno: amo os fracassos!

No meio de uma era em que só o sucesso é partilhado, em que a vida se mede por número de seguidores, likes em fotos de Instagram, show off e sorrisos forçados, ouvir um dos melhores treinadores do mundo dizer que fracassar faz parte da vida soa quase a revolucionário.
No futebol, vive-se obcecado com a perfeição. Exigem-se vitórias, o mérito é medido por pontos e títulos, e as redes sociais amplificam qualquer deslize como se fosse uma tragédia. Mas Guardiola recorda-nos algo essencial: perder faz parte do crescimento. Fracassar é humano, e no futebol é inevitável que aconteça mais dia menos dia. O problema não está em cair - está em não aprender nada quando caímos.
Pep Guardiola assumiu o comando do Manchester City em julho de 2016 e, quase nove anos depois, continua a marcar uma era rara de longevidade e sucesso na elite do futebol moderno. Desde então, conquistou 18 títulos oficiais, entre eles seis Premier Leagues, uma histórica Champions League (integrada no treble de 2023), quatro Taças da Liga, duas Taças de Inglaterra, além de troféus internacionais como a Supertaça Europeia e o Mundial de Clubes. Mais do que a quantidade, impressiona a forma: Guardiola liderou a equipa que atingiu a marca inédita dos 100 pontos na Premier League em 2018, criou o primeiro ciclo de quatro títulos ingleses consecutivos (2021-2024) e transformou o City numa máquina de jogar futebol, reconhecida mundialmente pela qualidade e consistência. O que antes era apenas um clube com ambição tornou-se, sob o seu comando, num dos projetos mais dominadores da história do futebol europeu. Mas… na vida, como no futebol, é impossível ganhar sempre e, felizmente, é assim…
Guardiola assumiu, numa entrevista, que a época 2024/2025 teve resultados abaixo das expectativas. Podia esconder-se atrás de desculpas, ou alimentar a ilusão de que nada aconteceu. Mas preferiu encarar a realidade: Correu mal, tivemos resultados piores do que eu esperava… mas no dia seguinte há treino. E eu vou tentar outra vez. Eis a essência de qualquer carreira de sucesso: a persistência. Os fracassos não são o fim - são o combustível para recomeçar.
No futebol, como na vida, só quem se expõe à derrota pode saborear a vitória com autenticidade. Um jogador que falha um penálti decisivo ou um treinador que é eliminado de uma competição não são menos competentes por isso. Pelo contrário, são mais humanos. Guardiola sublinha essa importância de aceitar emoções negativas: Perdemos, estamos lixados. Estar lixado está tudo bem. Temos de viver com isso. É uma lição simples e poderosa num mundo que confunde sucesso com fingir felicidade 24 horas por dia.
Fracassar, portanto, não é um destino. É uma etapa. O fracasso é o mestre silencioso que separa os que desistem dos que evoluem. Guardiola não ama o fracasso porque gosta de perder; ele ama o que o fracasso lhe ensina e lhe acrescenta. E talvez esteja aqui o segredo dos grandes líderes do futebol: não são os que evitam cair, mas os que se levantam mais fortes depois de cada queda.
E esta lição de Guardiola não serve apenas para Manchester City, Bayern Munique ou Barcelona, serve para qualquer balneário, do futebol profissional aos campos sintéticos ou pelados do distrital. Cada derrota das grandes equipas traz uma onda de críticas e memes instantâneos nas redes sociais; cada falhanço na formação é um rótulo colado demasiado cedo a uma criança ou a um adolescente. Mas o futebol precisa de aprender a viver com o fracasso para poder crescer com ele. Porque só quem aceita perder de forma honesta tem a coragem de voltar a tentar.
No futebol, como na vida, os fracassos não são um destino final, mas etapas necessárias de um caminho maior. Quem os enfrenta com coragem e humildade descobre que cada falha pode ser um degrau para algo maior. Não é fácil aceitar a dor da derrota ou o peso do erro, mas é justamente aí que nasce a oportunidade de recomeçar mais forte, mais consciente e mais preparado.
Quantos jogadores de elite não foram dispensados em jovens por clubes que não acreditaram no seu potencial? Quantos treinadores não caíram, quase no anonimato, para mais tarde regressarem com novas ideias, um legado que mudou o jogo e a sua própria história? O fracasso, quando bem interpretado, é a prova de que a perfeição não existe e de que o caminho para o sucesso é feito de curvas, quedas e reergueres constantes.
Por isso, é fundamental mudar o olhar sobre o fracasso: não é o oposto do sucesso. É parte integrante dele. Em vez de o ver como uma ferida, encará-lo como uma semente. Uma semente que, regada com trabalho, resiliência e confiança, acabará por florescer em novas conquistas. Quem foge da derrota foge também da oportunidade de crescer. O fracasso é, no fundo, um treinador invisível, que nos obriga a rever processos, a questionar certezas e a encontrar novas soluções para velhos problemas.
E há ainda algo maior: o fracasso humaniza-nos. Aproxima-nos uns dos outros, porque todos, sem exceção, já caímos. E é nessa consciência coletiva que se constrói também o espírito de equipa, a solidariedade e a empatia que fazem do futebol muito mais do que simplesmente um jogo.
Porque no futebol, como na vida, a grandeza não está em nunca cair, mas em levantar-se sempre - sabendo que amanhã haverá outra partida, outro desafio e outro capítulo para escrever."

Angel...

Mais uma jornada...

A regra mudou de uma jornada para a outra!!!

Vitória com mérito


"Nesta edição da BNews, destaque para o triunfo do Benfica, por 3-0, frente ao Tondela.

1. Objetivo cumprido
Na opinião de Bruno Lage, "a equipa teve um comportamento muito bom". "Fomos muito fortes juntos. Muito mais importante é valorizar aquilo que fizemos em termos coletivos, quer aqueles que iniciaram, quer aqueles que entraram. E, depois, o objetivo do jogo, que era vencer, garantir os 3 pontos", afirmou.

2. Prioridade ao coletivo
Considerado o homem do jogo (Man of the Match), Dedic sublinha que está "muito feliz com o prémio, mas, primeiro que tudo, com a vitória, com a equipa". "Ganhámos, isso é o mais importante", realçou.

3. Ângulo diferente
Veja, de outro ângulo, os três golos do Benfica marcados frente ao Tondela.

4. Supertaça conquistada
O Benfica é o vencedor da Supertaça de andebol no feminino. No embate com o Madeira SAD, triunfo benfiquista por 26-18. Na mensagem de felicitações, o Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, destaca "a final em que demonstrámos toda a nossa ambição".

5. Medalhas no Mundial
Canoístas do Benfica em destaque no Mundial de canoagem. João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha (juntamente com Gustavo Gonçalves) sagraram-se campeões do mundo em K4 500 metros. João Ribeiro e Messias Baptista conquistaram a medalha de prata na prova de K2 500 metros. Fernando Pimenta foi 3.º classificado em K1 1000 metros.

6. Jogos de preparação
Em futebol no feminino, o Benfica foi derrotado pelo Atlético de Madrid no desempate por pontapés da marca de grande penalidade (2-2 no tempo regulamentar). No futsal masculino o Benfica ganhou ao Barcelona nos penáltis após empatar 3-3.

7. Jogos do dia
Os Juniores do Benfica visitam a União de Leiria às 17h00. Em futsal, o Benfica defronta o Palma, às 14h00, em Portimão no International Masters Futsal.

8. B amanhã
A equipa B do Benfica visita o Lusitânia de Lourosa na segunda-feira às 18h00.

9. Chamadas internacionais
O Benfica tem três basquetebolistas convocados para o Campeonato da Europa: Daniel Relvão e Diogo Gameiro por Portugal, e Aleksander Dziewa pela Polónia."

Zero: Mercado - Harder marca e Milan aperta o cerco

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...