Últimas indefectivações

sexta-feira, 27 de outubro de 2023

Dúzia...

Galati 0 - 12 Benfica

Depois do empate da véspera, goleada, contra os Romenos, com uma entrada a 'matar' e só não foi maior, primeiro porque uma quantidade enorme de carambolas não entraram na baliza do Galati e porque no 2.º tempo, os nossos adversários, resolveram fazer anti-jogo, com um 5x4 defensivo, para evitarem sofrer mais golos!!!

Os Franceses venceram por 4-0 os Eslovenos, e assim vamos para a última ronda, com vantagem na diferença de golos, e vamos jogar após saber o resultado do Etoile com o Galati, portanto saberemos quantos golos vamos precisar para garantir o 1.º lugar no grupo, e assim assegurar o estatuto de cabeça de série para o sorteio da Ronda de Elite...

Ouro


Vitória da Rochele Nunes, na Taça do Mundo de Abu Dhabi... Grande resultado, neste regresso após lesão, num momento que já cheira a Jogos Olímpicos!

Missão Renovada #2

Bernardo Silva e Cardozo !!!

Definição de Votação!!!


"Alguém, por favor, explique a este senhor que decorreu uma votação no site do clube em que os sócios elegeram 20 jogadores para aparecerem no mural, e que esta foi democrática e esteve disponível e visível para todos verem.
É lamentável este tipo de insinuações. Que vergonha!"

20 anos...

Mural dos Campeões


"No âmbito da comemoração dos 20 anos do Estádio da Luz, os Benfiquistas tiveram a oportunidade de escolher os seus 20 jogadores preferidos entre aqueles que representaram o Benfica neste estádio. Este é o tema em destaque na BNews.

1. 20 craques imortalizados no Mural
Os Benfiquistas votaram nos seus jogadores favoritos e eis os eleitos para o Mural dos Campeões, situado na área da Porta 18 do Estádio da Luz. De Nuno Gomes, o autor do golo inaugural, a João Félix, o mais novo entre os escolhidos, são 20 os futebolistas eleitos entre os mais de 200 que defenderam o Clube no maior palco do país. Otamendi, Di María e Rafa são os membros do atual plantel homenageados pelos sócios.

2. 20 anos do Estádio da Luz
No Chão Sagrado: memórias da Nova Luz (20), Nuno Gomes partilha as suas memórias dos vários anos que representou o Benfica no atual Estádio.

3. Nova exposição
Está patente, no Museu Benfica – Cosme Damião, a nova exposição "Chão Sagrado: 20 Anos da Catedral", que retrata este período da vida do Benfica, desde a construção do Estádio aos títulos conquistados, sem esquecer grandes jogos e notáveis jogadores.

4. Memórias da Nova Luz
Veja a reportagem da BTV sobre os 20 anos do Estádio da Luz.

5. Ronda Principal
O Benfica empatou, 2-2, com o Etoile Lavalloise na 1.ª jornada da Ronda Principal da Liga dos Campeões de futsal.

6. Sorteio realizado
Já são conhecidos os adversários do Benfica, em época de estreia nas competições europeias, na fase final da Challenger Cup de polo aquático no feminino.

7. Agenda desportiva
No futsal, prossegue, na Eslovénia, a Ronda Principal da Liga dos Campeões. O Benfica defronta o United Galati, hoje, às 16h30. Amanhã há desafio de hóquei em patins na Luz, com o Benfica a receber o Murches (20h00), e os Sub-19 de futebol jogam em Alverca, às 15h30.
Consulte a agenda para ficar a par de todos os jogos do fim de semana. Sábado, na Luz, há futebol (18h00), basquetebol (15h00) e andebol no feminino (17h00)."

A estranha queda da águia


"O Benfica substituiu cirurgicamente quem saiu. O problema é que a cirurgia correu mal

Roger Schmidt no rescaldo do traumático jogo do Benfica com a Real Sociedad percebeu que era preciso dar uma explicação. Não tinha sido, apenas, uma questão de noite de azar em que tudo corre mal. Adeptos do clube e gente em geral que aprecia futebol e viu o jogo percebeu, sem precisar de qualquer curso de treinador, que há um problema estrutural nesta equipa. E o que menos entende é como se tornou possível que a um Benfica demolidor, pressionante, a jogar um futebol moderno e eficaz tenha sucedido, com o mesmo treinador, numa equipa vazia, mole, desgarrada, não conseguindo arrumar os seus jogadores nos espaços convenientes, parecendo, por vezes, um bando de miúdos à solta a jogar à bola.
Pressionado a dar explicações públicas, Schmidt optou pelo argumento mais fácil e mais desculpabilizante. Disse ele que o Benfica está longe de atingir o patamar competitivo da época passada porque perdeu jogadores nucleares. Qualquer adepto de bancada lhe diria que, sim, é verdade, mas por isso gastou um dinheirão para contratar novos jogadores, que dariam todas as garantias de qualidade.
Prevendo essa inevitável resposta, o treinador alemão juntou uma nova justificação: os jogadores novos ainda não se adaptaram.
Vejamos, então, o problema do Benfica pela ótica de Roger Schmidt. Que jogadores influentes perdeu o Benfica da época passada para esta. Perdeu Vlachodimos, mas manda a verdade que se diga que só faltou um funcionário do clube ajudá-lo a entrar no avião. Schmidt estava ciente de que com Trubin a baliza ficava melhor guardada. E é bem possível que tenha razão. Daí para a frente, tudo se complica. O Benfica fez sair o seu habitual lateral direito, Gilberto, e deixou cair André Almeida. Tinha melhor: Bah e, se fosse preciso, recorreria a Aursnes, um todo o terreno polivalente. Na esquerda, foi tudo raso. Saíram Grimaldo (era inevitável) e Ristic. Entraram, cirurgicamente, Jurásek e Bernat. A cirurgia correu mal e o doente não melhorou. No meio campo saíram Draxler e Weigl. Entraram Aursnes e Kokçu, além da confirmação de João Neves. No ataque saiu o goleador, Gonçalo Ramos, mas entrou Arthur Cabral para ser alternativa a Musa. Além destas contratações, entrou ainda uma estrela: Di Maria. Afinal, quem falhou? Schmidt diz que é preciso esperar. Esperemos."

Ataque organizado!

Zero: Tema do Dia - Benfica a zeros na Champions: como é que se explica?

5 minutos: Diário...

Águia: Diário...

Mata Mata: Especial - 3ª Jornada da UCL (Com Carlos Vinicius, que ficou a saber que nos deve um jantar!)

Visão: Que Benfica é este?

Terceiro Anel: Diário...

Rabona: It's Bad !!!

Vinte e Um - Como eu vi - Real Sociedad...

A Verdade do Tadeia - Flash - FC Porto...

A Verdade do Tadeia #2024/59 - As substituições e a inovação

«Podemos conviver com o Sporting», diz responsável máximo pela formação do Benfica


"Pedro Mil-Homens explica a A BOLA como os encarnados beneficiam da mudança da iniciação para o Estádio Universitário; e como estar lado a lado com o rival também pode ser oportunidade

—  Como nasce esta ideia de concentrar a iniciação do Benfica no Estádio Universitário e como foi depois executada?
— O Benfica sabia, há algum tempo, que a sua instalação-base em Lisboa, onde tem a iniciação, requeria expansão. Avaliámos as condições de expansão nos Pupilos do Exército e chegámos à conclusão de não seria a melhor opção. O Benfica procurava uma alternativa. A Universidade de Lisboa, na pessoa do seu reitor, desafiou-nos a pensar nessa alternativa e perguntou-nos se o Benfica estaria interessado, a exemplo do que se passa com o Sporting, em fazer uma parceria em termos idênticos.

— Isso significa o quê?
— Contribuir fazendo uma reabilitação de um conjunto de instalações desportivas e, em contrapartida, ter um conjunto de horas de utilização, que se iriam amortizando ao longo do tempo em função do investimento feito. O contacto talvez tenha acontecido em novembro ou dezembro e em janeiro tínhamos uma proposta de recuperação e de reabilitação das infraestruturas que entendíamos que faziam sentido. A decisão da Universidade de Lisboa foi rápida e o presidente do Benfica estava a assinar, em fevereiro, este contrato que tem uma validade para 10 anos. Idealmente as obras deveriam estar prontas a 1 de setembro, mas sabemos bem que há sempre razões de ordem vária e motivos que aparecem no percurso. Isso significou este arranque faseado que estamos a fazer.

«O Benfica ganha, sobretudo, espaço e um horizonte temporal grande.»

— Em termos práticos, o que ganha o Benfica, que tem dois polos em Lisboa, os Pupilos do Exército e Casa Pia?
— O futebol de iniciação do Benfica vai deixar esses polos, mas isso não quer dizer que outras modalidades deixem de usufruir desses espaços. No Estádio Universitário, o Benfica ganha melhores condições. Nos Pupilos do Exército trabalhava num campo, aqui vai poder trabalhar em três campos, com outras condições, melhores acessos para as famílias dos atletas, com um Estádio de Honra renovado. O Benfica ganha, sobretudo, espaço e um horizonte temporal grande. Não tínhamos condições de expansão nos Pupilos do Exército. Dispersávamo-nos pelos Pupilos, UrbanSoccer [Monsanto], Casa Pia e relvaod sintético da Luz. Neste momento concentramos toda a operação do futebol de iniciação de Lisboa em instalações renovadas, amplas e com perspetiva de, eventualmente, expansão, se as condições o permitirem. Ganhamos, sobretudo, espaço e concentramos a atividade num único polo.

— Tomou seguramente conhecimento, quando foi assinado o contrato, das críticas e sugestões de que o Benfica poderia estar a atirar o Sporting para fora do Estádio Universitário. Qual o comentário que isso lhe merece?
— É muito fácil de explicar. O Benfica foi convidado pelo reitor da Universidade de Lisboa para estudar a possibilidade de ter aqui uma parceria. E a mais óbvia era, naturalmente, no domínio do futebol de iniciação. Fui o primeiro a dizer ao reitor da Universidade de Lisboa que conviveríamos com o Sporting com a maior das facilidades. Também tive ocasião de dizer isso, pessoalmente, ao presidente do Sporting. É uma prova de que nós, Benfica e Sporting, somos capazes, nestes escalões etários, que classifico de futebol das crianças, de conviver de forma saudável. Tenho a certeza de que assim será e nós, ao longo dos anos, temos dado provas de que somos capazes de fazer isso. Não haverá qualquer dificuldade nesta convivência com o Sporting. O Sporting vai manter-se no Estádio Universitário. Não passaria pela cabeça de alguém, primeiro, que o Benfica colocasse essa questão, segundo, que a Universidade de Lisboa aceitasse isso. Se passou foi, certamente, nalguma rede social mal informada. Quando aqui estivermos instalados em pleno, estou convencido de que podemos, daqui a um tempo, voltar a conversar para lhe dar nota de como Benfica e Sporting foram capazes de conviver de forma saudável no futebol das crianças. Se não formos capazes, neste contexto, de ter essa convivência, não sei em que escalão etário é que a teremos. Estou seguro de que isso vai acontecer e de que não haverá qualquer dificuldade.

— Há alguma ideia de quando se poderá o Benfica tirar proveito concreto desta mudança para o Estádio Universitário ou é difícil pensar numa situação dessas?
— É muito difícil. Não temos uma perspetiva de rentabilização dentro de um espaço temporal. Com o enquadramento que temos, o número de equipas e jogadores que, temos uma perspetiva de dar melhores condições e, sobretudo, longevidade a este projeto. O futebol de iniciação do Benfica em Lisboa significa, dos sub-13 para baixo, cerca de 180 jogadores. Nesta atividade, quanto mais baixamos o escalão etário, mais alargamos o número de jogadores. Não há alguém que olhe para um miúdo com 6, 7 ou 8 anos e possa dizer: ‘Este sim, aquele não.’ Podemos dizer, isso sim, que estes têm condições. É uma atividade na qual a margem de erro é maior e precisamos de ter paciência e de dar tempo e espaço àqueles que apresentam sinais e condições de ter habilidade e depois condições naturais para o desenvolvimento das suas competências no futebol."