Últimas indefectivações

sábado, 18 de novembro de 2023

Religiosamente, João Neves!


"Não tem o talento de Félix ou a explosão de Renato Sanches.Tem mais do que isso!

Numa observação rápida, o que distingue João Neves de todos os outros jogadores do Benfica? Claramente, a energia, a presença de espírito, como diria o meu querido pai, a alma contagiante, a resistência e disponibilidade física e a determinação com que compete. Tem ainda uma especial ligação ao clube que defende desde pequeno e reflete essa paixão numa plateia de adeptos que o segue religiosamente.
Em qualquer clube, é normal que os jogadores da casa sejam especialmente admirados pelos adeptos. Mas o que João Neves representa hoje para os adeptos do Benfica talvez seja apenas comparável, obviamente nos tempos mais recentes, com o que também viveram na Luz joias como João Félix ou Renato Sanches.
Em termos de estilo e do que dá ao jogo, no momento de se analisar o futebolista João Neves, há os que o comparam a João Moutinho e outros a Renato Sanches e à igualmente vibrante energia que o médio, hoje na Roma, começou logo por revelar assim que atingiu o onze principal dos encarnados.
Tal como Renato, e tal como também João Félix, ou mesmo António Silva, por exemplo, para citar casos recentes de grande impacto na equipa das águias, também João Neves teve, enfim, o privilégio de ser campeão nacional na primeira época em que vestiu a camisola da primeira equipa, e esse é um privilégio que qualquer miúdo de 19 anos não esperaria nem nos melhores sonhos.
Volto, porém, às nem sempre justas comparações (mas sempre com o bem intencionado propósito de dar mais cor ao debate sobre o excecional médio benfiquista), para acrescentar que, a mim, mais até do que João Moutinho, quem João Neves me faz lembrar é a pedalada, a rotação, o andamento, a generosidade, determinação e solidariedade de Maniche, médio igualmente formado no Benfica, que chegou a afirmar-se na equipa principal da Luz pela mão de José Mourinho e que pela mão de José Mourinho indiscutivelmente se tornou num dos grande médios do futebol europeu, primeiro num FC Porto que venceu tudo em Portugal e na Europa, depois na Seleção e no palco do futebol internacional, alinhando pelo Chelsea, Atl. Madrid ou Inter de Milão…
Não está João Neves ainda a esse nível, naturalmente, porque esse nível não se consegue num ou dois anos, mas em quatro ou cinco, mas mostra João Neves capacidade, expressão futebolística, sentido coletivo do jogo e inesgotável energia (como cansa vê-lo jogar!) para vir a tornar-se num dos maiores fenómenos entre as jovens revelações do futebol europeu, precisamente pela rara forma como assume o seu lugar numa equipa, pela impressionante condição física e capacidade atlética, pelo espírito com que ajuda todos os companheiros ou enfrenta qualquer adversário, lutando pela bola no chão ou no ar, tenha, ou não, o adversário mais 15 ou 20 centímetros de altura ou seja mais corpulento e mais forte do que ele.
O que mais distingue também João Neves logo às primeiras impressões? O modo de estar, o sorriso, a empatia que cria em quem o vê. Sublinho o que aqui já deixei escrito: não é só pelo que joga, pelo modo como luta, pelo notável e raro espírito com que se entrega ao jogo e à equipa que João Neves faz bem ao futebol; ele fez bem ao futebol muito pelo modo como está nesta sua vida desportiva e profissional, pelo sorriso, pela ética, pela correção em campo, pelo respeito ao jogo, aos companheiros e aos adversários, até pelo detalhe (simples e, porventura, sem importância) com que veste o equipamento, sempre com a camisola por dentro dos calções, um bocadinho à moda antiga, como se, transportado por uma qualquer máquina do tempo, João Neves fosse um jovem trazido das distantes décadas de 40 ou 50, quando o benfiquista e notável Rogério Lantres de Carvalho (para dar exemplo de um dos grandes campeões pelas águias) parecia não entrar em campo sem estar devidamente penteado e aprumadamente equipado, ao ponto de os admiradores lhe acrescentarem precisamente o apropriado nome de… Pipi!
Honra seja feita ao treinador alemão Roger Schmidt, reconhecidamente o responsável pela ascensão de João Neves e, sobretudo, pela perceção ou intuição sobre a capacidade de um jovem jogador que, até merecer a oportunidade que amplamente mereceu de ser titular das águias, pela primeira vez, em abril do último campeonato, num jogo com o Estoril, ainda não tinha tido a oportunidade de mostrar verdadeiramente sinais de poder vir a tornar-se o fenómeno que hoje já ninguém se atreve a pôr em dúvida. Mas, pelos vistos, muito antes de chegar aquele primeiro jogo a titular, já Roger Schmidt parecia ter a convicta intuição de estar diante de um jovem verdadeiramente diferenciado. «É uma feliz mistura de alegria, confiança e qualidade», assim o definiu o treinador do Benfica.
Pessoas muito responsáveis nas águias desabafavam, aliás, ainda em dezembro de 2022 (já com o caso Enzo Fernández em efervescência…) que Roger Schmidt se apaixonara por um miúdo da formação das águias que mantinha, sem qualquer hesitação, a treinar-se com a equipa principal, impressionado, sobretudo, com o andamento e rotação do jovem jogador, que Schmidt costumava já definir, por curiosos gestos com as mãos, como um jogador que pisava todos os espaços do campo. E pisa, realmente!
João Neves impressiona ainda pela maturidade com que vive cada desafio, cada jogada, cada jogo por mais dimensionado e impactante que seja, sob o olhar e o entusiasmo por vezes frenético, para o bem e para o mal, de mais de 60 mil pessoas como as que testemunharam, na Luz, domingo passado, o último, escaldante, dramático e épico dérbi com o mais histórico dos rivais dos encarnados.
Não é, aliás, muito vulgar, devo lembrar, que o homem que hoje conduz a Seleção Nacional, o espanhol Roberto Martínez, não tenha sentido a mínima reserva em dirigir, numa entrevista recente a um meio de comunicação espanhol, surpreendentes elogios a João Neves, pelas observações feitas ao jogador, mas sobretudo após conviver com o jovem a meia dúzia de dias do primeiro estágio em que Roberto Martínez o integrou.
Se o selecionador o fez, o mais certo é João Neves ser, na verdade, o miúdo especial que a todos nos parece. Simpático e empático, simples, naturalmente cativante e amável, gentil e ao mesmo tempo arrebatador, predisposto a contribuir, acrescentar, ambientar e participar, e devemos-lhe, todos, o reconhecimento, obviamente não por ter sido a estrela desse último dérbi, mas pelo bem que faz, na realidade, ao futebol e pelo jogador apaixonante, vibrante, impressionante e admirável que é, no que de mais sério, íntegro e entusiasmante se exige, ao mais alto nível, de um jogador de futebol.
Pode não jogar sempre bem — e bem sabemos como nenhum jogador jogará, seguramente, sempre bem —, mas deve dar sempre tudo o que tem. Como João, o maravilhoso jovem das Neves!..."

Os homens medem-se às palmas


"No futebol, como na vida, a fronteira entre a vitória e a derrota é tão ténue que nada pode ser dado como adquirido. Três minutos são uma eternidade e podem mudar um destino. Uma viagem entre o inferno ao céu. E quatro centímetros a distância entre o purgatório e o paraíso. Como muito bem provou o Benfica e sentiu na pele o Sporting, num dérbi que nos disse mais da vida do que possamos imaginar.
No futebol, como na vida, os homens não se medem aos palmos. Palmas para João Neves, o menino com cara de menino, o sorriso permanente de quem está a brincar finalmente no parque de diversões favorito. João Neves não joga futebol, joga à bola. Não é um futebolista, é um miúdo encantado com tudo. E palmas para Gyokeres, que nos devolve ao desassossego, em permanente estado febril, destemido, a jogar tudo a cada lance. João Neves e Gyokeres, tão diferentes e tão iguais no esplendor da condição humana.
No futebol, como na vida, a sorte e o azar são as fronteiras que traçamos para demarcar a incapacidade de compreender ou, pior, de aceitar as razões do insucesso. O escritor norte americano Michel Levine retratou-o numa reflexão irónica: «Os vencedores são pessoas com muita sorte. Se não acredita, pergunte a um fracassado.». Usamos a sorte e o azar para preencher espaços vazios. A sorte e o azar são maus conselheiros: a sorte ofusca o mérito; o azar desresponsabiliza o erro.
No futebol, como na vida, três minutos e quatro centímetros chegam para se vencer ou perder. Mas um jogo dura mais do que 90 minutos. Ainda se joga na Luz e em Alvalade, na gestão emocional e na aprendizagem. Schmidt sabe que esteve melhor do que Amorim na gestão feita durante o jogo, mesmo que em vantagem numérica; cavalga no potencial anímico pela forma como a equipa venceu; comprovou que os jogadores têm alma; mas sabe também que apenas ganhou tempo e um estado de espírito mais favorável para o que tem ainda de fazer para o Benfica se parecer sequer com a última época. Já Amorim tem de garantir que os jogadores entendem que se é verdade que a qualidade do processo é importante para a vitória, nem sempre coincidem. Amorim sabe que, a jogar como jogou na Luz até à expulsão, estará mais perto do sucesso. E Amorim sabe o que correu mal, da escusada expulsão de Gonçalo Inácio às próprias substituições que fez, ao desequilíbrio emocional revelado nos minutos após a expulsão e após o golo de João Neves.
No futebol como na vida, o sucesso e o insucesso são impostores. Apenas indicam onde estamos. Nada dizem de quem somos, que caminho trilhámos e para onde queremos ir. Vitória ou derrota são uma fotografias ao momento, mas a vida não é um instantâneo capturado num frame, é um filme com argumento a ser escrito. É por isso que continuo a achar que tendo o Benfica vencido com mérito, o Sporting está num estádio de evolução e maturação superior, logo, mais perto, neste momento, de ser campeão. Repito: neste momento.
No futebol, como na vida, festejar antes de tempo não é aconselhável e pode ter um efeito boomerang. Os olés dos adeptos do Sporting ao minuto 90 foram devolvidos pelo Benfica com dois socos implacáveis. Os olés, confesso, é o que mais me incomoda num estádio. Mal por péssimo, prefiro o vernáculo. Porque os olés são vontade de humilhar. E no futebol, como na vida, humilhar é indigno e, às vezes, feitiço que se vira contra o feiticeiro.
No futebol como na vida, também é preciso saber ganhar. Schmidt estava a três minutos de entrar na sala de imprensa com ar constrangido, ensaiando as melhores justificações que conseguisse. Três minutos bastaram para que o sorriso se rasgasse, enchesse o peito e tivesse até atirado um olé, passe a expressão, a um jornalista. Fica mal a sobranceria dos vencedores. às vezes acho que a culpa é dos jornalistas: mimamos as pessoas, em especial quem chega de fora. Já assisti a conferências em muitas dezenas de países e os jornalistas portugueses, regra geral, são dos mais compreensivos do mundo. Basta atravessar a fronteira para se perceber a diferença. Se um dia Roger Schmidt treinar em Espanha, aprende logo duas coisas: que não tem mais do que um mês para falar espanhol nas conferências de imprensa e que vai sentir saudades dos jornalistas portugueses. No mais, remeto para o meu vizinho de página, Hugo Vasconcelos, assinando tudo o que escreve na coluna ao lado.
Finalmente, no futebol como na vida, «o que as vitórias têm de mau é que não são definitivas; e o que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas…». E quando Saramago fala eu não tenho mais nada a acrescentar.

Violência não é força, é medo
As pessoas não se mobilizam em massa, na política como nas assembleias dos clubes, para dizer amém, do género «vim aqui só para dizer que concordo com tudo, está tudo bem, continuem assim». A mobilização em massa é indicador de desejos de mudança ou, numa versão mais conservadora, correções de rota. E a notável mobilização dos sócios portistas, que apanhou se surpresa os próprios órgãos sociais na lamentável Assembleia Geral de segunda-feira, prenunciam ventos de mudança. Mas não totalmente novos. Os surpreendentes 26 por cento de José Fernando Rio nas últimas eleições foram um aviso. Colocando o dedo no barro que pode fazer ruir a estátua. Os adeptos estão disponíveis para tudo, para comprar todas as guerras, mas não toleram que o FC Porto se torne num clube burguês a engordar uns quantos. Não entendem que se vendam pérolas por bom dinheiro, prejudicando o sucesso desportivo, e, ainda assim, se mantenham os prejuízos. Por isso, a gestão financeira e o combate à nova burguesia será tema central da oposição.
Será cedo para medir com exatidão os efeitos dessa Assembleia. Para já, Villas-Boas capitalizou. E foi incisivo ao denunciar a passividade dos dirigentes na AG. Naquele pavilhão estava quem, com um único gesto, conseguiria restabelecer a ordem. Sei que Pinto da Costa passará sempre incólume ao julgamento que os sócios fizerem. Mesmo os que não votarem nele, terão sempre uma palavra de gratidão. A culpa será sempre daqueles que o rodeiam. Mas pela primeira vez não dou como garantida a vitória tranquila de Pinto da Costa nas eleições. Não dou eu e não dá quem o apoia a avaliar pela forma como reprimiu outros sócios que se limitaram a não bater palmas… Porque a violência nunca foi um sinal de força, mas de medo."

O Porto e o exemplo Barcelona


"Não podemos confundir. Uma coisa é o Hamas, outra coisa são os palestinianos. Tal como uma coisa são os extremistas que integram o núcleo duro da claque dos Super Dragões e outra coisa são os portistas. E é verdade que os portistas do Porto e seus arredores têm uma identidade própria, que se reflete numa personalidade vincada, numa paixão sem brechas pelo seu clube, num raro sentido de comunidade, numa afirmação desse seu clube e da sua cidade contra o centralismo de Lisboa e, como muitas vezes dizia José Maria Pedroto, acima de tudo, contra os provincianos que vão trabalhar e viver para Lisboa e que são bem piores do que aqueles que por lá nasceram.
Porém, o FC Porto vive, desde há muitos anos, numa encruzilhada ainda por resolver. Como ganhar dimensão nacional, uma porta que se abriu de par em par, depois de ter conseguido muitas vitórias e títulos que despertaram atração, sobretudo nas gerações mais novas de todo o país, e, ao mesmo tempo, não perder uma identidade nortenha, uma relação íntima com a sua cidade e a sua região? Julgo que o exemplo mais aplicável, apesar das naturais diferenças sociológicas e políticas, é o Barcelona. Como diz o seu lema, mais do que um clube, porque representa, de facto, as aspirações de glória e de conquista de toda a Catalunha. Por isso, o Espanhol foi, muitos e muitos anos, na era franquista, o clube do regime, e o Barcelona o clube que se afirmou como uma bandeira autonómica em oposição a Madrid e ao poder centralista de Castela.
No entanto, ninguém terá dúvidas de que o Barcelona, apesar de algumas administrações erráticas, se tornou num dos maiores clubes do mundo e tem adeptos, não apenas espalhados por toda a Espanha, mas pelos cinco continentes.
Não seria, sequer, inteligente pensar que na viragem obrigatória da era de Pinto da Costa, o FC Porto tivesse de perder a sua identidade e o essencial da sua personalidade coletiva para dar o salto de um regionalismo que o limita e o oprime para uma versão moderna e internacional. Mas é inevitável que, sem perverter os seus valores e a sua alma, o F C Porto tenha, definitivamente, de se libertar da ideia de que só ganha em estado de guerra e que por isso não pode prescindir de uma guarda pretoriana que vive acima da lei, ameaça, agride e vive nas cavernas."

Vítor Serpa, in A Bola

Portização


"A zona das Antas deu palco esta semana a uma mistura explosiva de choque entre mentalidades, coação e agressões. Escreve-se zona das Antas pois, logo no início daquela tentativa de Assembleia Geral (AG), ter-se mudado do local devidamente convocado para o efeito para outro sem qualquer votação prévia que validasse a deslocação. Existiu uma violação formal que nem merece ser impugnada tal foi a vergonha de atos que se sucederam.
Assistiu-se a um dos arguidos mais ativos do universo portista referir que o clube tinha três locais preparados para aquela AG. Não lhe explicaram que, estando marcada para aquele local específico, é ali que a mesma terá que ocorrer. Como se os associados se deslocassem a um local prontos para o debate e votação mas tendo que ter a mente aberta e disponível para a eventualidade de terem que passear pela zona das Antas até que alguma ilustre cabeça com poder decisório definisse o espaço mais adequado.
Só mesmo um beato devoto da atual igreja portista para classificar de «benfiquização» o sucedido nos dois locais distintos para uma AG cujo desfecho se adivinhava. Ao contrário da verborreia proferida pelo desconhecedor, o que existiu durante muito tempo foi uma portização do Sport Lisboa e Benfica, com um presidente que exerceu uma liderança não-benfiquista durante 18 anos por várias razões. Entre elas, à cabeça, por também ter sido sócio dos dois rivais diretos e tendo destruído a cultura democrática de um Clube que tinha como condão o pluralismo e a união. Basta ler a sua divisa plasmada no símbolo. Mas aceita-se que o beato daquela igreja (cujo sacerdócio caminha a passo rápido para o seu fim) não saiba ler latim.
Um outro indício claro de que a coação a que agora se assistiu in loco numa AG da zona das Antas tem origem na portização resulta, ainda, do facto do antigo presidente do SLB (e, já agora, dos dois rivais) ter chamado para junto de si, em determinados momentos passados, alguns membros da claque superior do FC_Porto e do Boavista. Para quê, pergunta o leitor? Para que a mente iluminada que declarou publicamente que «no Benfica há democracia a mais» pudesse ameaçar, em privado, algumas mentes que se insurgiam contra ele nas AG."

Um país indeciso e adiado


"O DCIAP decidiu arquivar o caso dos ‘vouchers’ do Benfica. Levou oito anos porquê?

A justiça portuguesa anda em maré azarada. Depois de ver quase totalmente esvaziado o balão de indícios de crimes graves que levaram à estrondosa queda do Governo e à decisão do Presidente da República em dissolver o Parlamento, convocando eleições para 10 de março, tem, agora, de se conformar com o arquivamento do processo dos vouchers do Benfica, que assentava numa denúncia, já com oito anos, do ex-presidente do Sporting, Bruno de Carvalho. O DCIAP (Departamento Central de Investigação e Ação Penal) entendeu não haver crimes de corrupção imputáveis a quem quer que fosse, porque era impossível determinar previamente os valores de cada refeição, desconhecida a identidade dos apenas dez por cento que terão usado os vouchers oferecidos, além de que o crime de recebimento de vantagem no desporto nem sequer estava ainda consagrado em lei. A argumentação parece sólida e aparentemente inatacável, mas, inevitavelmente, levanta uma questão: oito anos para se chegar a conclusões aparentemente óbvias, porquê? Que tipo de complexidade tinha este caso que levasse a um procedimento tão demorado? Que complexas diligências tiveram de ser feitas e que enigmático uso de meios humanos foi necessário para se chegar à conclusão de que o caso devia ser arquivado por não ser possível avançar nem com o crime, nem com os supostos criminosos?
Regressa, assim, à ordem do dia a necessidade urgente de haver um acordo de regime, pelo menos com o apoio dos principais partidos com assento parlamentar, no sentido de se reorganizar e reestruturar todo o sistema judiciário. Portugal não pode aspirar ao desenvolvimento e à modernidade com uma justiça entorpecida, demorada, errática. Não é um problema fácil de resolver? Em Portugal, quando se trata de resolver, nada é fácil e por isso tudo se adia. O exemplo mais evidente é o do escândalo de (in)decisão sobre o novo aeroporto de Lisboa, que ainda estará longe de ser resolvido e onde é possível prever que se peçam mais estudos para comparar com dezenas de anos de estudos, todos eles generosamente pagos.
Desgraçadamente, continuamos a ser um país de indecisos e que entende que a melhor solução dos problemas é adiá-los. É sempre dramático, mas quando se trata de casos de justiça chega a ser trágico."

Aquecimento, excerto...

Hora, excerto...

O Futebol é Momento, excerto...

RTP, excerto...

Total, excerto...

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Lixívia (23/24) 11


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.........28 (-5) = 33
Braga..........23 (+2) = 21
Sporting......28 (+10) = 18
Corruptos....25 (+14) = 11

Na alegria dos festejos, após a vitória do Benfica, nunca imaginaria aquilo que ouviria poucos minutos depois nos rescaldos das rádios, e na conferência de imprensa do Bombarin!!!
Parecia que o Sporting tinha ganho... e o Benfica, tinha perdido, tal a forma hostil como o Roger continuava a ser tratado!!! Aparentemente todas as jogadas de ataque do Sporting foram mérito do Sporting, e todas as chegadas à área do Benfica, foram consequência de ressaltos, ou de 'ofertas' do adversário!!!
Mas pouco depois, comecei a receber informações sobre o 'choro' dos maluquinhos Lagartos, a culparem o Soares Dias pela derrota!!! Esta gente, vive mesmo numa realidade alternativa...!!!

Em relação aos apitadeiros, tivemos a repetição da 'equipa' da última época! E recordo, que o ano passado, foi assinalado um penalty contra o Benfica, após mergulho do Paulinho; e nada foi assinalado numa jogada sobre o Rafa, agarrado e puxado, no momento do remate!

Esta época, tivemos 7 lances de passível discussão na área do Sporting... e aparentemente, nenhum foi suficientemente claro, para o árbitro e o VAR nada assinalarem...!
- Pisadela sobre o Musa: o facto do Musa não se ter atirado para o chão, não invalida que tivesse existido falta;
- Empurrão ao Tino: após o chapéu do João Mário, Matheus Reis, coloca claramente as mãos nas costas do Tino, que tinha ganho posição, e estava no ar... sem qualquer intenção de disputar a bola...
- Empurrão sobre o João Mário: os benfiquistas passaram o jogo todo zangados com a pouca produção do João Mário, mas isso não é desculpa, para o defesa meter o braço no peito do avançado, quando este o tenta fintar...
- Obstrução Matheus Reis ao Rafa: é daqueles lances, que fora da área, é quase sempre falta, mas dentro da área, deixam passar... sendo que o defesa do Sporting, faz uma obstrução sem bola, e nem sequer tenta 'aproximar-se' da bola, bem pelo contrário...
- Rafa ao colo do Diomandé: centro para área, com o Rafa a adiantar-se em relação à bola, e quando trava, acaba por ser agarrado pelo defesa do Sporting... a jogada termina, com um Amarelo ao João Mário!
- Rafa e Coates: mais um cruzamento, com o Rafa a mergulhar, e com o Coates, sem qualquer intenção de jogar a bola, a empurrar o Rafa... O facto do Rafa não chegar a tempo de jogar a bola, deve ser irrelevante para analisar o lance...
- Cotovelada do Morita ao Nico: lance muito parecido com o penalty cometido pelo Aursnes, contra o Lusitânia...
Foram 7, e nenhum mereceu penalty... e ninguém ficou escandalizado! Imaginem que fosse ao contrário?!!!
Pessoalmente, 2 são penalty's claros: Empurrão ao Tino; e Cotovelada ao Otamendi!

Mas curiosamente, para mim, o maior erro da noite, foi a não expulsão do Inácio, no momento da pisadela ao Neves:
- Pisou, e calcou os pitõns em cima do João! Chegou atrasado, não tocou na bola, colocou em causa a integridade do adversário! Inacreditável, como até agora, só o Musa foi expulso, numa jogada deste tipo...

Nota ainda para a impunidade do Diomandé e do Hujulmand! O Central, fez falta em praticamente todas as disputas de bola que esteve envolvido, ou com atropelamentos, ou empurrões, ou agarrões... não recuperou, uma única bola de forma limpa! O Médio, travou pelo menos 3 ataques rápidos do Benfica, com entradas cínicas, por trás, e não levou um único Amarelo!!!

No meio disto tudo, tenho que admitir, um pouquinho contrariado, que até 'gostei' do critério largo, com a não marcação de faltas, aos mergulhos do Edwards, do Pote e do Di Maria (sim do Di Maria também...)!
Em sentido contrário, fez tudo para não assinalar faltas a favor do Benfica, nos 'últimos' 30 metros! Marcou 3 ou 4, sendo aquela que antecedeu o 1.º golo do Benfica, a mais próxima da área, aos 93 minutos (falta óbvia, pisão do Trincão sobre o Guedes)!!!

Se não fosse, a remontada épica do Benfica, Soares Dias e Martins teriam mais uma vez, roubado 3 pontos ao Benfica, com a não marcação de penalty's a favor do Benfica (algo consistente nas suas carreiras) e a expulsão atrasada do Inácio!

Na véspera, em Guimarães mais um serviçinho do Nuno Almeida, a favor dos seus patronos!
O Guimarães só não chegou ao intervalo a golear, por incompetência dos seus jogadores, mas o árbitro também ajudou... faltas e faltinhas sempre a favor dos mesmos, e o erro Maior: a não expulsão do mini-Cão, com uma pisadela violenta: praticamente igual à expulsão do Rashford na Champions, no Copenhaga-Man United; igual ao do Bah, na última época, na Taça em Braga; pior que a pisadela do Musa no Bessa... Curiosamente, o VAR neste jogo, foi António Nobre! O árbitro de campo, no Boavista-Benfica, que expulsou, sem ajuda do VAR, o Musa no Bessa!!!

A sequência no 1.º golo dos Corruptos, é um hino, às roubalheiras:
- possível penalty na área dos Corruptos, com a bola a bater no braço do Pepe. A PorkosTV não mostrou uma única repetição! Mais uma vez...
- Segundos depois, falta inexistente a favor dos Corruptos...
- Imediatamente a seguir, o jogador que já devia estar Expulso, com Vermelho direto, cruza...
- Ao 2.º poste, parece que Zaidu, coloca o braço nas costas do defesa, antes de cabecear!
Ainda esta semana, na Premier League, a tal Liga onde os árbitros têm um critério mais largo, vimos o VAR a anular um golo, numa jogada parecida ao Arsenal...

No início da 2.ª parte, os Corruptos pediram penalty, em mais uma pirueta artística do caceteiro... O Mangas e o Pepe, parece que tem as mãos dadas... sinceramente não sei quem é que está a agarrar, e quem está a ser agarrado, mas independentemente disso, a queda e o 'espectáculo', é totalmente teatralizado!

Não vi o jogo do Braga, pelo resumo, o relvado estava um autêntico batatal (normal em Arouca!), portanto até deve ter existido algumas jogadas mais duras, mas sou obrigado a aceitar as análises jornalísticas, e nesse caso, parece que não houve erros graves de arbitragem...

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Boavista(f), D(3-2), Nobre, (Narciso, A. Campos), Prejudicados, (-3 pontos)
2.ª-Estrela(c), V(2-0), Correia, (Rui Costa, Rui Silva), Nada a assinalar
3.ª-Gil Vicente(f), V(2-3), Pinheiro, (C. Pereira, P. Ribeiro), Prejudicados, (2-4), Sem influência
4.ª-Guimarães(c), V(4-0), Almeida, (Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
5.ª-Vizela(f), V(1-2), Godinho, (Rui Costa, Bessa Silva), Prejudicados, (0-2), Sem influência
6.ª-Portimonense(f), V(1-3), Malheiro, (Martins, A. Campos), Prejudicados, (1-4), Sem influência
7.ª-Corruptos(c), V(1-0), Pinheiro, (Soares Dias, P. Soares), Prejudicados, Sem influência
8.ª-Estoril(f), V(0-1), Narciso, (Rui Costa, C. Martins), Prejudicados, (0-2), Sem influência
9.ª-Casa Pia(c), E(1-1), C. Pereira, (Pinheiro, L. Maia), Prejudicados, (3-1), (-2 pontos)
10.ª-Chaves(f), V(0-2), Malheiro, (Esteves, Cidade), Nada a assinalar
11.ª-Sporting(c), V(2-1), Soares Dias, (Martins, Godinho), Prejudicados, (4-1), Sem influência

Sporting
1.ª-Vizela(c), V(3-2), Melo, (Narciso, V. Marques), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
2.ª-Casa Pia(f), V(1-2), Almeida, (Hugo, R. Soares), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso, (Nobre, N. Pereira), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
4.ª-Braga(f), E(1-1), Godinho, (Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
5.ª-Moreirense(c), V(3-0), M. Oliveira, (Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
6.ª-Rio Ave(c), V(2-0), C. Pereira, (Almeida, B. Jesus), Nada a assinalar
7.ª-Farense(f), V(2-3), Godinho, (Mota, J. Fernandes), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
8.ª-Arouca(c), V(2-1), Nobre, (Esteves, Felisberto), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência
9.ª-Boavista(f), V(0-2), Almeida, (Rui Costa, Bessa Silva), Beneficiados, (+2 pontos)
10.ª-Estrela(c), V(3-2), Narciso, (Melo, S. Jesus), Beneficiados, Impossível contabilizar
11.ª-Benfica(f), D(2-1), Soares Dias, (Martins, Godinho), Beneficiados, (4-1), Sem influência

Corruptos
1.ª-Moreirense(f), V(1-2), Malheiro, (Rui Costa, C. Martins), Nada a assinalar
2.ª-Farense(c), V(2-1), C. Pereira, (Martins, A. Campos), Beneficiados, (1-2), (+3 pontos)
3.ª-Rio Ave(f), V(1-2), Veríssimo, (Correia, J. P. Afonso), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
4.ª-Arouca(c), E(1-1), Nogueira, (Rui Oliveira, P. Ribeiro), Beneficiados, (0-2), (+1 ponto)
5.ª-Estrela(f), V(0-1), Pinheiro, (Melo, S. Jesus), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
6.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), Nobre, (Narciso, Felisberto), Nada a assinalar
7.ª-Benfica(f), D(1-0), Pinheiro, (Soares Dias, P. Soares), Beneficiados, Sem influência
8.ª-Portimonense(c), V(1-0), Almeida, (C. Pereira, L. Costa), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Vizela(f), V(0-2), M. Oliveira, (Narciso, V. Marques), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
10.ª-Estoril(c), D(0-1), Martins, (Almeida, A. Campos), Beneficiados, Sem influência
11.ª-Guimarães(f), V(1-2), Almeida, (Nobre, P. Brás), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)

Braga
1.ª-Famalicão(c), D(1-2), Veríssimo, (Rui Costa, T. Costa), Beneficiados, Sem influência
2.ª-Chaves(f), V(2-4), J. Gonçalves, (Esteves, Felisberto), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
3.ª-Moreirense(f), V(2-3), C. Pereira, (Rui Costa, N. Manso), Nada a assinalar
4.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho, (Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
5.ª-Farense(f), D(3-1), Nobre, (Malheiro, Felisberto), Nada a assinalar
6.ª-Boavista(c), V(4-1), Soares Dias, (Godinho, P. Mota), Beneficiados, (3-1), Impossível contabilizar
7.ª-Estrela(f), V(2-4), Almeida, (D. Silva, N. Cunha), Nada a assinalar
8.ª-Rio Ave(c), V(2-1), M. Oliveira, (V. Santos, S. Jesus), Nada a assinalar
9.ª-Gil Vicente(f), E(3-3), Malheiro, (J. Gonçalves, A. Carneiro), Nada a assinalar
10.ª-Portimonense(c), V(6-1), Godinho, (Hugo, A. Campos), Prejudicados, (7-1), Sem influência
11.ª-Arouca(f), V(0-1), J. Gonçalves, (V. Santos, C. Campos), Nada a assinalar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
2 / 4

Sporting
2 / 0

Corruptos
/ 2

Braga
3 / 1

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
4 / 1
Minutos:
225 (9+85+84+47) - 57 = 168m (superioridade)

Sporting
3 / 2
Minutos:
104 (9+86+9) - 102 (55+47) = 2m (superioridade)

Corruptos
0 / 3
Minutos:
0 - 108 (9+84+15) = -108m (inferioridade)

Braga
2 / 1
Minutos:
91 (24+67) - 42 = 49m (superioridade)

B) Amarelos
Contra (depois dos 60m) / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
24 (15) / 41 (21)

Sporting
36 (22) / 32 (14)

Corruptos
41 (23) / 44 (15)

Braga
28 (17) / 30 (13)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Nobre - -3
Narciso - -3
C. Pereira - -2
Pinheiro - -2

Sporting
Narciso - +4
Almeida - +4
Melo - +2
Godinho - +2
Hugo - +2
Nobre - +2
Mota - +2
Rui Costa - +2

Corruptos
C. Pereira - +5
Almeida - +5
Veríssimo - +3
Martins - +3
Correia - +3
Nobre - +3
Pinheiro - +2
Melo - +2
Nogueira - +1
Rui Oliveira - +1

Braga
J. Gonçalves - +2
Esteves - +2

Anexos(V):
Árbitros:
Benfica
Pinheiro - 2
Malheiro - 2
Nobre - 1
Correia - 1
Almeida - 1
Godinho - 1
Narciso - 1
C. Pereira - 1
Soares Dias - 1

Sporting
Godinho - 2
Almeida - 2
Narciso - 2
Melo - 1
M. Oliveira - 1
C. Pereira - 1
Nobre - 1
Soares Dias - 1

Corruptos
Pinheiro - 2
Almeida - 2
Malheiro - 1
C. Pereira - 1
Veríssimo - 1
Nogueira - 1
Nobre - 1
M. Oliveira - 1
Martins - 1

Braga
Godinho - 2
J. Gonçalves - 2
Veríssimo - 1
C. Pereira - 1
Nobre - 1
Soares Dias - 1
Almeida - 1
M. Oliveira -1
Malheiro - 1

Anexos(VI):
VAR's:
Benfica
Rui Costa - 3
Narciso - 2
Martins - 2
C. Pereira - 1
Soares Dias - 1
Pinheiro - 1
Esteves - 1

Sporting
Melo - 2
Martins - 2
Narciso - 1
Hugo - 1
Nobre - 1
Almeida - 1
Mota - 1
Esteves - 1
Rui Costa - 1

Corruptos
Narciso - 2
Rui Costa - 1
Martins - 1
Correia -1
Rui Oliveira -1
Melo - 1
Soares Dias - 1
C. Pereira - 1
Almeida - 1
Nobre - 1

Braga
Rui Costa - 2
V. Santos - 2
Esteves - 1
Melo -1
Malheiro -1
Godinho - 1
David Silva - 1
J. Gonçalves - 1
Hugo - 1

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
A. Campos - 2
Rui Silva - 1
P. Ribeiro - 1
V. Marques - 1
Bessa Silva - 1
P. Soares - 1
C. Martins - 1
L. Maia - 1
Cidade - 1
Godinho - 1

Sporting
S. Jesus - 2
V. Marques - 1
Rui Soares - 1
N. Pereira - 1
H. Ribeiro - 1
B. Jesus - 1
J. Fernandes - 1
Felisberto - 1
Bessa Silva - 1
Godinho - 1

Corruptos
A. Campos - 2
C. Martins - 1
J. P. Afonso -1
P. Ribeiro - 1
S. Jesus - 1
Felisberto - 1
P. Soares - 1
L. Costa - 1
V. Marques - 1
P. Brás - 1

Braga
Felisberto - 2
S. Jesus - 2
T. Costa - 1
N. Manso - 1
P. Mota -1
N. Cunha - 1
A. Carneiro - 1
A. Campos - 1
C. Campos - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Malheiro - 2 + 0 = 2
Narciso - 1 + 1 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 2 + 0 = 2
Almeida - 2 + 0 = 2
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1

Corruptos
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1

Braga
J. Gonçalves - 2 + 1 = 3
Malheiro - 1 + 1 = 2
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
David Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 2 + 1 = 3
Narciso - 1 + 2 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Malheiro - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Soares Dias - 1 + 1 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Sporting
Almeida - 2 + 1 = 3
Melo - 1 + 2 = 3
Godinho - 2 + 0 = 2
Narciso - 2 + 0 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Corruptos
Almeida - 2 + 1 = 3
Pinheiro - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1

Braga
Godinho - 2 + 1 = 3
J. Gonçalves - 2 + 1 = 3
Malheiro - 1 + 1 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
David Silva - 0 + 1 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Terceiro Anel: Bola ao Centro #17 - Rescaldo da vitória no Derby frente ao Sporting com Reviravolta ÉPICA!!

5 minutos: Diário...

Lanças...


- Lanças...

3x4x3...


Segunda Bola...


Terceiro Anel: Diário...

A Verdade do Tadeia #2024/73 - O estilo da seleção e os investidores

Zero: Tema do Dia - Novos estatutos do FC Porto: porquê tanta polémica?

Benfica em Inglês...

Roger...

Zero: Saudade S02E11 - O tango de Maradona e o Luquinha da 'Vereda Tropical'

Outro Olhar...

Uma relação contratualizada


"De acordo com o artigo 28.º do Regime Jurídico das Federações Desportivas, o relacionamento entre a federação desportiva e a respetiva liga profissional é regulado por contrato, válido para quatro épocas desportivas, a celebrar entre essas entidades.
Neste contrato deve acordar-se, entre outras matérias, o número de clubes que participam na competição desportiva profissional, o regime de acesso entre as competições desportivas não profissionais e profissionais, a organização da atividade das seleções nacionais e o apoio à atividade desportiva não profissional. É ainda estipulado que, na falta de acordo entre a federação desportiva e a respetiva liga profissional para a celebração ou renovação deste contrato, compete ao Conselho Nacional do Desporto regular, provisoriamente e até que seja obtido consenso entre as partes, as matérias referidas.
Este contrato tem, também, muitas consequências disciplinares.
Desde logo, ao nível da determinação do regime disciplinar aplicável a clubes, dirigentes e outros agentes desportivos inseridos nas competições profissionais (organizadas pela LPFP) mas que participem em competições não profissionais (organizadas pela FPF), bem como da Secção do Conselho de Disciplina competente para julgar as infrações praticadas.
É aí que vamos encontrar, em conjugação com o que dispõem os respetivos regulamentos disciplinares, por exemplo, o regime de cumprimento de sanções disciplinares, designadamente, do modo de cumprir com as sanções de suspensão aplicadas a agentes desportivos, que pode ser diferente consoante a sua qualidade."

Marta Vieira da Cruz, in A Bola

ESPN: Futebol no Mundo #286 - Entrevista com Sylvinho, técnico da Albânia, e as eliminatórias da Euro

Lanças, excerto...

Central, excerto...

Hora, excerto...

Total, excerto...

El Mítico #63 - João Neves: El chaval que no sabe jugar mal

Heróis: Nuno Gomes...

Heróis: Luisão...

Heróis: Jonas...