Últimas indefectivações

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Eduardo

Será provavelmente a contratação mais 'polémica' da época. Pessoalmente considero o Roberto superior, mas como já afirmei anteriormente o Espanhol não tem 'ambiente' na Luz. Curiosamente os defeitos de ambos são parecidos: Cruzamentos e 'brancas'!!! Espero que a paciência dos Benfiquistas seja superior neste caso...

O Artur tem correspondido nesta pré-época demonstrando acima de tudo, calma e confiança, espero que a pressão dos 'mérdias' que vai acontecer para que o Eduardo seja titular ('senão perde a titularidade na Selecção!!!' Este vai ser o slogan...!!!), não perturbe o Jesus...

Parece que os Corruptos tentaram desviar o Eduardo(!!!), e foi só o coração Benfiquista do jogador (e da família) que impediu a 'mudança', só por isso merece um voto de confiança. O talento existe, as exibições no Mundial da África do Sul, são disso prova...


Emerson

Estreou-se hoje o novo defesa esquerdo do Benfica. Não vai ter tarefa fácil, provavelmente vai ter concorrência de 'peso' e ainda por cima vai ter que carregar o 'fantasma' Coentrão!!!

Fez uma exibição positiva (apesar de um erro na parte final do jogo), o intervalo serviu para o Jesus rectificar os movimentos, melhorando bastante na segunda parte. Não é um driblador, mas sobe com determinação, defende com competência, tem força e velocidade, com o Maxi no outro lado a subir 'à maluca' (como é habitual e desejável) temos aqui um bom contra-peso...

Vi alguns jogos do Lille nas últimas épocas, já conhecia o Emerson, acho que ele vai produzir ainda mais do que fez esta noite. Hoje notou-se algum medo em arriscar ofensivamente, normal, com os treinos e os jogos, o entrosamento e a confiança vão melhorar concerteza...


Renascer das cinzas

"É uma história de tenacidade e heroísmo pouco comum neste Mundo global, cada vez menos solidário e mais desumanizado, em que cada um vai tratando da vidinha e da auto-promoção. Está a acontecer no Japão, mas tem significado e valor universal.

A equipa de futebol do Vegalta Sendai, com sede numa cidade que esteve no coração da tragédia causada pelo terramoto-tsunami de 11 de Março passado, em vez de cruzar os braços e de se enrodilhar na resignação e na lamúria, decidiu ir à luta e bater-se por resultados capazes de mobilizarem a população da cidade e da região. É um caso exemplar e comovente por tudo aquilo que revela da força anímica de um povo tantas vezes martirizado por catástrofes naturais e não só.

Quando em finais de Abril, com o país ainda em busca da normalidade, recomeçaram os jogos da Liga Japonesa de Futebol, a equipa do Vegalta Sendai,lutando pela recuperação do seu estádio e dando apoio psicológico a jogadores com famílias atingidas pelo cataclismo, desceram ao relvado e obtiveram, com o apoio incondicional do público, uma vitória a que outras se seguiram, numa sequência surpreendente para quem sabe até que ponto os problemas do foro psicológico se reflectem nos resultados desportivos. Essa sequência traduziu-se em mais de uma dezena de jogos vitoriosos, feito invulgar numa equipa mediana, ou mesmo em qualquer outra equipa no âmbito de uma temporada de alta competição. O Vegalta renascera dos escombros e das cinzas.

Para que tal aconteça, é preciso haver alma, vontade individual e colectiva e uma forma de heroísmo que permita transformar a desgraça em energia e o desânimo em coragem.

Estamos em presença e um excelente e mobilizador exemplo para países em crise, como é o caso do nosso, mas também para clubes e equipas de futebol com grandes responsabilidades que, deste modo, podem sentir-se tocados pela 'boa estrela' da solidariedade activa e da combatividade estóica. Estamos sempre a aprender."


José Jorge Letria, in O Benfica

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ponham os capuzes! Vamos ao assalto!

"Ah! Foi um regalo vê-los naquele desfilar ridículo de fardas novas! Um deslizar de pobres tontos, agarrados aos seus títulos de pacotilha, orgulhosos de vitórias obtidas à custa dos serviços prestáveis de mulheres da vida, como no tempo da Babilónia, de repastos de frutos do mar, e de tardias visitas de circunstância dos empregados do senhor de cócoras a casa do antigo vendedor de frigoríficos. Umas das fardas, imagine-se, era negra. Talvez para que quem tanto esforço faz para os trazer ao colo não se sinta desfazado no tom e haja assim uma equipa de 14 mais homogénea.

Havia risos e galhofa. Terá havido, seguramente, no meio da tranquibérnia, graçolas ordinárias dirigidas àqueles que não fazem parte da pandilha, como é hábito da casa e vício bacoco do insuportável senhorio. «Gentinha sem nível», murmurará quem faz o favor de me ler. Pior do que isso, paciente leitor: gentalha bárbara e sem princípios, viciada na trampolinice sem a qual não sobrevive, tal e qual é fundamental para nós o oxigénio que respiramos. Já ninguém estranha. Quanto muito ainda há quem se ofenda de, neste alguidar manhoso onde a Europa lava os pés, haver ainda tanto descaramento, tanto descoco, tanta impudícia. Enfim, é próprio de quem desconhece o significado da palavra probidade e ignora os sinónimos de honradez. Por mim, confesso: resta-nos rir. Mesmo que seja um riso triste...

A certa altura, eis que se apresentam, na «passerelle», uns moços de capuz escondendo as caras, as identidades. E, então, percebemos que depois da fraude a que fomos obrigados a assistir recentemente, se prepara novo assalto. Encapuzados, à boa maneira de bandoleiros de outros tempos, eles estão prontos! Provavelmente a cavalo de quem tão docilmente se põe de cócoras, ei-los que aí vêm. Por onde passarem não crescerá relva, como sucedia com Átila, o Flagelo de Deus, e seremos sujeitos aos roubos, aos esbulhos, às afrontas e às vergonhas que desde há mais de 25 anos se cozinham nos subterrâneos esconsos deste Mundo podre que parece não ter fim."


Afonso de Melo, in O Benfica

Aguardemos

1. Já estava com saudades dos nossos jogos. Sábado foi um 'fartote' de golos; no domingo, um 'fartote' de falhas. Mas nem um nem outro jogo permitem conclusões. O adversário de sábado não contou. O Benfica de domingo foi um Benfica preso de movimentos (natural nesta altura da preparação), face a um Servette em fase mais adiantada. Aguarde-mos pelos jogos a sério...


2. Já o disse e repito: o Benfica está muito mal servido de cronistas nos jornais desportivos (com uma ou outra honrosa excepção, como é o caso de Miguel Góis no 'Record'). Há os que não adiantem nem atrasam e há aqueles que até prejudicam, como é o caso de Marta Rebelo, também no 'Record'. Deve ser daquelas que, em vez de apoiarem a equipa, assobiam os seus ódios de estimação. Agora, depois dos quatro golos de Cardozo, vem lamentar a sua continuação, afirmando (imagine-se!) que 'era só o que nos faltava, mais uma época sem avançado'. Pois é: realmente, marcar 50 golos em dois anos é muito pouco...


3. Foram alteradas (e bem) algumas normas que regulam o comportamento das chamadas claques, sendo previstos jogos à porta fechada quando os distúrbios são mais graves e implicam interrupções de jogo superiores a cinco minutos. O que se passou nas últimas épocas, nomeadamente com a chuva de bolas de golfe atiradas para o campo ('invenção' da claque do FC Porto, muito bem seguida em Braga e, infelizmente, com sequência, embora em ponto mais reduzido, o nosso estádio), não pode continuar. Acontece que serão os órgãos disciplinares da Liga a decidir dos castigos e eu tenho pouca confiança neles. Mais uma razão para que os nossos adeptos (em especial os 'No Name Boys' e os 'Diabos Vermelhos') se comportarem de forma exemplar, não dando oportunidade a que o Benfica seja punido. Só por motivo de força maior falho um jogo do Benfica no nosso Estádio. Não quero ser obrigado a falhar por mau comportamento de alguns. Nem quero mudar a minha opinião quanto à utilidade e benfiquismo da grande maioria dos jovens dos No Name e dos Diabos, que muito puxam pela equipa..."


Arons de Carvalho, in O Benfica

Entrega

"O plantel está a trabalhar e o principal da carga de trabalhos é estruturar uma equipa com tanta e tão boa matéria-prima. Deu para ver sinais do grande potencial disponível - e o plantel nem sequer está completo, sem fechado -, nos dois primeiros jogos-treino na Suíça. Mas deu, sobretudo, para avaliar o muito que há para fazer: reforçar fisicamente todo o elenco, ainda fraco de pernas com uma semana de trabalho, ganhar serenidade, concentração e consistência, definir um fio de jogo e entrosar melhor a manobra, estabelecer a táctica e fixar um modelo de equipa, com os seus protagonistas e intérpretes.

Depois, tudo o mais que há para apurar e pôr em prática vem com a rotina de treinar e o ritmo de jogar e com o calo que cada um e todos vão ganhando. Calculo que será um quebra-cabeças formar um plantel de 27 ou 28 jogadores com tantos meios humanos disponíveis. Mas é para isso que os benfiquistas confiam nos dirigentes e na equipa técnica do seu glorioso emblema. Os homens escolhidos para dirigir e constituir o plantel vão ser ao longo de uma época os depositários da esperança dos benfiquistas. E isto é uma questão de enorme responsabilidade de que cada atleta tem que se mostrar merecedor, começando por merecer a escolha para integrar o plantel.

O amor ao emblema é factor determinante para essa escolha, porque estará subjacente a todos os outros. Porque é aí que reside o fundamento de quase tudo o que os atletas vão fazer ao longo do ano. Devem ter talento, técnica, garra e forma física. Mas haverão de ter, igualmente, amor, dedicação, respeito e entrega ao emblema. Tanta ou mais entrega como a dos milhões de adeptos que os apoiam."


João Paulo Guerra, in O Benfica

Linguagem do sucesso

"Os mais saudosistas referem-se, amiúde, àquele Benfica que apenas admitia jogadores de nacionalidade portuguesa nas suas fileiras. Entre outras, essa era uma bandeira de honra, tantas vezes levantada com orgulho incontido. Ademais, nesses tempos, as vitórias era mais do que muitas, a hegemonia no Futebol indígena foi uma realidade incontestável. Só que muita coisa mudou, independentemente da vontade e da honra benfiquista.

Contratar atletas oriundos de outras paragens tornou-se mesmo uma fatalidade, sob pena do Clube ficar secundarizado em termos competitivos. Nos últimos anos, a tendência recrudesceu, dir-se-ia até de forma impiedosa. Culpa do Benfica? Nem pouco mais ou menos. Culpa de um sistema que não protege os nacionais. Só em Portugal? Também noutras latitudes, de resto bem mais poderosas no plano financeiro. Exemplos? Quantos jogadores espanhóis tem o Real Madrid? Quantos jogadores ingleses tem o Chelsea? Quantos jogadores italianos tem o Inter?...

Esta temporada, as duas maiores referências, considerando a longevidade no Clube, mudaram de ares. Por ironia, ambos portugueses. Nuno Gomes e Moreira, sem que suscite crítica a decisão técnica, ficam no canto esquerdo do peito de milhões de benfiquistas. Outra saída? Também portuguesa? A de Fábio Coentrão, num processo irreversível, mas que machucou o alicerce anímico do universo vermelho.

E agora? Importante é olhar em frente, apoiando sem reservas no presente. Os que servem o Benfica são os nossos, só esses. Têm que ser credores de confiança. Os jogadores, os técnicos, os responsáveis. Que linguagem vai falar o Benfica? Será que isso importa se for a universal (logo, também lusitana) linguagem da vitória?"


João Malheiro, in O Benfica

Considerações (pré-época)

"A pré-época do SLB tem dado azo às mais diversas opiniões, todas elas discordantes quanto à forma e à quantidade dos jogadores que integram o plantel do nosso Clube. Como estamos num País livre, qualquer pessoa tem direito à sua opinião, desde que depois aguente o contraditório se as suas certezas se tornarem uma autêntica falácia.

Como sou um cidadão europeu e independente sem estar ao serviço de quem quer que seja, continuarei a apelar ao bom senso dos benfiquistas para se unirem em torno do nosso clube, para assim nos tornarmos cada vez maiores e mais fortes. Fala-se muito que temos jogadores a mais no plantel, já houve tempo que se falava que tínhamos falta de jogadores. A tese é a mesma, embora com contornos diferentes. Ou seja, preso por ter cão e preso por não ter.

Pela 1.ª vez em muitos anos começamos com o mesmo treinador pela terceira época consecutiva. É assim que estamos no caminho certo, pois a estabilidade será sempre maior do que a aventura. É claro que o nosso Clube tem uma estrutura que fará a avaliação de tudo o que se passar durante a época, para no fim da mesma se tomar as devidas ilações. Mas uma coisa quero afirmar:

Um treinador não é bom ou mau, conforme ganhar ou perca Campeonatos. Conheço muitos que já foram campeões e são bem fraquinhos. Há outros que quase nada, ou nada ganharam, e nunca tiveram uma verdadeira chance de mostrar a sua valia. Mas eu estou sereno. Não sei o que vamos ganhar ou se vamos ganhar algo. Dentro do campo sei que vamos ser muito fortes. Que nunca falte o apoio que vem de fora."


José Alberto Pinheiro, in O Benfica

...'a subir' no Guadiana!!!





Benfica 2 - 2 Anderlecht
Saviola, Urreta


Desta vez além dos conhecidos problemas defensivos, demos um festival de como falhar golos, principalmente na 1ª parte!!! Com o decorrer do jogo, o poder físico dos Belgas equilibrou o jogo, e obrigou o Artur a trabalhar, a saída do Miguel Vítor por lesão acabou por abalar (ainda mais) a consistência defensiva da equipa...



PS: Pois é, 14 milhões de Benfiquistas a fazerem 'figas' para o Brasil ser eliminado, deu em 4 penalty's falhados, quem mandou o Seleccionador Brasileiro convocar o Luisão?!!!

domingo, 17 de julho de 2011

Garay

"Defesa central argentino
Garay assina pelo Sport Lisboa e Benfica

O defesa central Ezequiel Garay assinou, este sábado, em Santa Fé, Argentina o contrato que oficializa a sua transferência do Real Madrid para o Clube “encarnado”.
Recorde-se que Garay está ao serviço da selecção argentina na Copa América e defronta na noite deste sábado a congénere do Uruguai numa partida a contar para os quartos-de-final da competição."


in Site do SL Benfica


Este é o nosso Benfica

"Há expressões a que, pela recorrência da repetição, deixamos de prestar a atenção devida. Recorrentemente, e fazendo uso de uma legítima indignação e de um legítimo sentido crítico, oiço consócios e adeptos do nosso Benfica dizerem que “este não é o meu Benfica”.
Sendo nós benfiquistas, somos do Benfica e somos Benfica. Logo, negar este Benfica como meu seria quase negar uma parte do que sou. Dizia o saudoso Manuel Bento, enquanto olhava, como adepto, para um jogo mal conseguido do nosso Benfica, que o Benfica não são os que estão dentro do campo – e ele que tantas e tantas vezes lá esteve – mas sim os adeptos, os que estão em partilha de crença, sofrimento e entrega ao Benfica. Talvez devido a este sentimento, ainda hoje me arrepio e emociono quando oiço os adeptos gritar em uníssono “O Benfica é nosso”. Sabendo que nessa afirmação mais do que um sentimento de posse está um sentimento de pertença ou, quando muito, uma afirmação da pertença pela posse.
Como é que a voz que grita “O Benfica é nosso” pode também dizer “este não é o meu Benfica”? Não sei, entendo-o apenas como um desabafo. Posso dizer, e já o disse em diferentes momentos destas quase quatro décadas que levo de adepto benfiquista, que “este não é o treinador que eu queria no meu Benfica” ou que “este não é o presidente que queria no meu Benfica” ou que “estes não são os valores que gostaria de ver no meu Benfica”. Mas espero que isto não me conduza ao desabafo de dizer que “este não é o meu Benfica”. O meu Benfica é este, porque não há outro que não este e porque quem vive o Benfica vive-o apaixonada e criticamente, mas nunca fazendo depender essa vivência da concordância ou discordância dada ao rumo do Clube.
O meu Benfica é o que foi, em 1983, ganhar ao FCP e buscar a Taça de Portugal às Antas, com um golo do Carlos Manuel, da mesma forma que é o que viu o FCP festejar o campeonato na nossa casa, em 2011. É o do sexto lugar em 2001 da mesma forma que é o do primeiro lugar em 2010…
Aliás, diz-nos a nossa gloriosa história que, nos momentos críticos em que urgia mudar o rumo, foi essencial que nenhum de nós se demitisse e todos nós fôssemos Benfica. Para isso, é necessário que todos percebamos que “este é o nosso Benfica” e é “nosso” porque lhe pertencemos."

Pedro F. Ferreira, in O Benfica

sexta-feira, 15 de julho de 2011

...a subir



Benfica 3 (4) - (3) 1 PSG

Cardozo, Jara, Saviola

(Saviola, Urreta, Javi Garcia, Nolito)

Melhorias evidentes, até fisicamente a equipa esteve mais solta, ainda longe do ideal como seria de esperar, mas a subir... As ausências na defesa continuam a condicionar (e muito) o jogo da equipa...



PS1: Trabzonspor. Não nos calhou a equipa mais difícil no Sorteio, mas calhou a segunda mais difícil!!! Uma equipa com poucas estrelas, mas que sofre poucos golos, e com um treinador experiente, e matreiro... não vai ser nada fácil.

PS2: Penalty à Javi !!!

Benfica TV, pioneira mais uma vez...

"Até Dezembro
Benfica TV assegura transmissão de 180 jogos

Manchester United, Barcelona, Chelsea, Milão, Inter Milão, Valência, Bayern Munique, Liverpool, Flamengo, São Paulo, Vasco da Gama, Palmeiras, Estudiantes e Vélez Sarsfield são alguns dos clubes que vão poder ser vistos na Benfica TV até Dezembro.
A Benfica TV acaba de alargar a sua oferta de conteúdos, garantindo os direitos de transmissão - em directo ou diferido - de um total de 180 jogos envolvendo clubes e selecções mundiais de topo.
As transmissões incluem alguns jogos de torneios de prestígio da pré-época como a Audi Cup 2011 (Bayern Munique, FC Barcelona, AC Milan e Internacional de Porto Alegre), a Dublin Super Cup 2011 (Celtic, Manchester City e Inter Milão); jogos particulares de pré-época do Manchester United (inclui o jogo com o Barcelona nos Estados Unidos, numa reedição da final da Liga dos Campeões), Chelsea ou Liverpool; jogos de qualificação para o Mundial de 2014, envolvendo diversas selecções nacionais (Brasil, por exemplo)."


"Sobre transmissão de 180 jogos
Ricardo Palacin: "É um dia histórico para a Benfica TV"
O director da Benfica TV, Ricardo Palacin, salientou esta sexta-feira a enorme grandeza dos encontros que o canal de televisão do Clube vai passar a transmitir já a partir deste sábado, dia 16 de Julho.
“É de facto um dia histórico para a Benfica TV e para todos os benfiquistas, pois vamos assegurar a transmissão de 180 jogos até ao final do ano”, começou por afirmar Ricardo Palacin ao canal de televisão dos "encarnados".
O director da Benfica TV sublinhou o facto de a estação ir começar a transmitir conteúdos que só podiam ser vistos até agora noutros canais. “A verdade é que até aqui eram jogos de uma grandeza só capazes de ser transmitidos em canais generalistas ou canais fechados. A Benfica TV vai exibir orgulhosamente jogos de selecções e de equipas de renome internacional”, destacou.
Ricardo Palacin adiantou ainda os moldes como vão decorrer as respectivas transmissões na Benfica TV. “Acho que é muito importante para um canal de clube garantir este tipo de transmissões. Há jogos transmitidos em directo e outros em diferido, tudo dependerá da nossa capacidade de resposta, sendo que há jogos que não vamos deixar de dar, uma vez que o Benfica está em primeiro lugar.”
O director do canal de televisão do Clube da Luz espera que tudo corra pelo melhor. “Estamos todos satisfeitos e espero que consigamos prestar um serviço altamente satisfatório às pessoas. É muito importante conquistar outro tipo de público”, afirmou.
Ricardo Palacin esclareceu ainda que os telespectadores da Benfica TV não terão de pagar nenhum montante adicional para ver estes 180 encontros. “Não se vai pagar mais para se poder assistir a estes jogos, o que é uma novidade e que alegra os telespectadores”, considerou.
O primeiro jogo a ser transmitido pela Benfica TV vai ser o particular entre o Chelsea e o Portsmouth. A partida entre os dois emblemas ingleses tem início marcado para as 14 horas deste sábado, dia 16 de Julho."


in Site do SL Benfica

Confio muito em Jorge Jesus

"Aparentemente o estágio do Benfica baixou a notação do ranking de confiança dos adeptos numa boa época. Sou sensível a alguns argumentos, mas não vejo razões para pânico. O rating da República parece bem mais frágil.

Com um lateral esquerdo bem comprado, com o regresso de Luisão, Garay e Maxi, teremos todas as condições para fazer uma excelente época.

Desde que o objectivo não seja ser campeão em Agosto, nem bater o recorde de camisolas vendidas, e seja o construir uma equipa competitiva, tudo estará a correr os seus termos.

Eu confio muito na capacidade de Jorge Jesus. Haverá seguramente uma opção ou outra de que vou discordar, uma dispensa que não faria ou uma contratação que poderia evitar.

Mas no essencial, sei que Jesus fará uma equipa para lutar por todos os títulos que vamos disputar.

O que falta a Jesus, neste momento é tempo e o que sobra são palpites.

Tempo para apresentar uma equipa que vença e convença já na pré-eliminatória da Liga dos Campeões dia 26 ou 27 de Julho.

A compra deste médio belga, de cabelo fashion e discurso malandro foi acertada e tapou um dos últimos buracos que o plantel ainda tinha.

A recuperação de Ruben Amorim e um lateral de qualidade para a esquerda resolvem os outros. Temos quase dois jogadores por posição, com tempo e Jesus, isto chegará lá.

Como dizia um amigo portista com quem almoçava na quarta-feira, «estou com medo deste Benfica humilde e preocupado» normalmente acaba a vencer. Gosto mais quando «vos vejo fanfarrões e campeões antes de começar a época porque normalmente não chegam a Dezembro».

Que seja como ele diz, porque o Porto parece estar muito forte e Sporting mais perto da frente.

Até 31 de Agosto poderá mudar muita coisa ou quase nada. Hoje, no sorteio, queria o Odense ou o Zurique."


Sílvio Cervan, in A Bola

Prata

O Marcos Chuva conquistou esta tarde a medalha de prata nos Campeonatos da Europa de sub-23, no salto em comprimento com 7,94m, que se estão a realizar em Ostrava na República Checa.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Que bom, não vamos ser os grandes campeões do defeso

"São já muitas as pré-temporadas do Benfica que prometem maravilhas que se desvanecem ao primeiro contacto com a realidade


repararam, com certeza, que a pré-temporada do Benfica está a deixar eufóricos os nossos adversários. Compreende-se e não lhes pode levar a mal. Sentiríamos exactamente o mesmo no lugar deles.

Do meu ponto de vista, o que me desagradou mais nesta semana suíça não foi o empate com o Servette, nem a derrota com o Dijon, nem a lamentável linha defensiva de recurso, nem a atabalhoada linha média em concurso, nem a ineficiente linha atacante sem discurso.

Estes são apenas pormenores que o tempo, se houver bons ventos, se encarregará de corrigir e de pôr na ordem. O que mais me desagradou foi o facto de não se ter visto um sorriso de um jogador do Benfica ou de um responsável do Benfica ao longo dos 90 minutos vezes 3 jogos na Suíça.

Também não me afundo em pessimismos como alguns adeptos do Benfica que já deitaram a toalha ao chão e ainda Agosto vem longe.

-Bruno César conseguiu aparecer ainda mais gordo no terceiro jogo do que no primeiro jogo! - disse-me ainda ontem um amigo benfiquista, com muita amargura.

-Com Nuno Gomes não tínhamos perdidos com o Dijon - disse logo outro que ia a passar furibundo.

Com o devido respeito pelas opiniões em contrário, julgo que estão a analisar mal a questão. Tudo isto é pensado, científico.

Este ano o Benfica apostou fortemente em começar bem a época, ao contrário do que sucedeu na época passada e em muitas, mas mesmo muitas épocas anteriores. E para começar bem a época a sério, muito provavelmente, tem de começar mal na pré-temporada. É que também são já muitas as grandes pré-temporadas do Benfica que prometem maravilhas que se desvanecem ao primeiro contacto com a realidade.

Portanto, esta época a sério só pode nos pode correr muito bem.

É com grande alívio que devemos constatar que este ano, finalmente, não vamos ser os campeões do defeso.




NA imprensa, a semana arrancou com notícias do interesse do Benfica em Alex Sandro. Portanto, foi sem grande surpresa que os benfiquistas leram ontem na primeira página deste jornal que Alex Sandro assinou um contrato com o FC Porto. Como é público, o FC Porto tem um espião infiltrado na estrutura da Luz e sabe sempre antecipar-se ao Benfica nestas jogadas.

Também não se percebe bem porque razão há-de o Pinto da Costa estar a gastar dinheiro com um espião na Luz quando lhe basta, todas as manhãs, ao sair de casa deitar uma espreitadela aos quiosques e ler nas primeiras páginas dos jornais os nomes de todos os jogadores que interessam e não interessam ao Benfica.

Voltemos a Alex Sandro. Trata-se de um defesa-esquerdo brasileiro que é o habitual suplente de Léo no Santos. Léo está feliz em São Paulo e recentemente afirmou que depois de deixar de jogar o seu maior desejo é chegar a presidente do Santos. Léo cumpriu umas épocas de excelente nível na Luz e deixou saudades.

Só com a expulsão Coentrão na Luz, há dois anos, é que os adeptos do Benfica deixaram de chorar por Léo que se foi embora quase sem ter tempo para se despedir depois de se ter incompatibilizado com Quique Flores. Foi assim, registe-se porque não vá haver outras teorias, que os jornais da especialidade nos contaram a história.

Mas, na verdade, nunca há nada a lamentar nestes enredos. Se Léo não se tivesse desagradado com Quique Flores o mais provável é que Fábio Coentrão nunca tivesse vingado na Luz e estivesse hoje emprestado ao FC Badajoz, ou pior. Benditas sejam, portanto, estas voltas do futebol. E que o FC Porto leve o Alex Sandro à vontade.



ANDRÉ VILLAS BOAS nasceu com uma boa estrelinha. Tem sorte, enfim. Começou a treinar em Inglaterra no preciso momento em que um dos mais temidos e execráveis tablóides inglesses chega ao fim da linha. O News of the World não resisitiu a um escândalo que envolveu escutas telefónicas ilegais, fechou as portas e, certamente, não irá incomodar Villas Boas como tanto incomodou Mourinho num passado recente.

Não há nada que não acabe, é verdade. O News of the World era um jornal centenário, fundado em 1843, cinquenta anos antes da fundação do FC Porto. Ou 63 anos antes, como gostarem mais.

Mas mesmo no seu estertor, ou seja, na sua última edição, o News of the World ainda conseguiu entrar no balneário do Chelsea para publicar o código Villas Boas, um documento interno que vai reger os comportamentos e os horários de trabalho dos jogadores dos blues de Stamford Bridge. Como é possível que uma coisa destas aconteça num clube tão bem organizado como é o Chelsea?

Só pode significar que Pinto da Costa deslocou o apregoado espião que tinha na Luz para Londres de modo a saber tudo o que se passa no Chelsea, como sabia tudo o que se passava no Benfica, e a poder desacreditar o seu ex-treinador junto da exigentíssima imprensa britânica. Isto é muito verosímil.




DIEGO MARADONA veio em socorro de Lionel Messi e fez muito bem. A Argentina em peso não perdoa ao melhor jogador do mundo que não seja, ao serviço da Pátria, o melhor jogador do mundo igualzinho àquele que joga no Barcelona.

A situação faz lembrar muito o que se passa com Portugal em peso e com Cristiano Ronaldo sempre que este melhor jogador do mundo defende as cores da Selecção Nacional. Joga invariavelmente debaixo de um coro de assobios e de 'ohs!' de decepção porque este nosso melhor jogador do mundo é, francamente, muito melhor jogador do mundo quando joga com a camisola do Real Madrid.

Maradona não se limitou a consolar Messi face à incompreensão dos adeptos argentinos como resolveu dar uma aula pública sobre o assunto. «Na Argentina, onde estão o Iniesta, o Piqué o Xavi?», perguntou Diego Armando aos jornalistas seus compatriotas. Sem querer dar razão à força a Maradona, não haja dúvida que se passa um bocado mesmo a coisa com Cristiano Ronaldo quando joga na selecção portuguesa. Onde é que está um Casillas, um Alonso ou um Sérgio Ramos na equipa nacional?

Um Pepe e um Fábio Coentrão ainda se arranjam...




CÉSAR PEIXOTO tem vindo a ser notícia porque quer sair do Benfica onde apenas é solicitado para jogar como defesa-esquerdo, posição que não é a sua e que lhe desagrada.

Maior do que o seu desagrado com o trabalho que lhe confiam na Luz é o desagrado dos adeptos do Benfica sempre que César Peixoto toca na bola. Já ouvi dizer a muitos benfiquistas que a saída de César Peixoto é uma coisa boa para o Benfica. Estão profundamente enganados. É uma coisa péssima porque agora não há quem assobiar no Estádio da Luz. Também é verdade que, pelo que se viu na Suíça, não vai ser difícil aos adeptos do Benfica elegerem rapidamente um qualquer substituto para Peixoto."


Leonor Pinhão, in A Bola

Comentário sobre comentários

"Como em quase tudo na vida, o resultado condiciona a apreciação do que a ele conduz. No fundo, exprime uma consonância não polémica e evita o trabalho de justificar o seu contrário.

No desporto, esta regra é quase levada à categoria de universal. Os comentários sobre um jogo acabam sempre por dar razão ao resultado. À falta de melhor conclusão, há sempre a velha frase «não obstante, o resultado acaba por justificar-se». Como se vê pelo uso do verbo reflexivo, o dito resultado contém em si a justificação.

Para se perceber como esta regra, quase pavloviana, nem sempre condiz com o jogo, seria interessante fazer um teste. Imaginemos que um comentador não vê os últimos cinco minutos da final da Liga Europa e que nesses derradeiros momentos o Braga marcaria e acabaria por ser vitorioso. Ora, sem os minutos finais e com o resultado favorável ao Porto, a sua análise seria a esperada: «O Porto foi um justo vencedor. Teve mais bola, foi inteligente na ocupação do espaço, o Braga esteve quase sempre manietado por uma defesa alta dos portistas, e não teve antídoto sempre que o Porto acelerava e flanqueava o seu jogo. Uma vitória do colectivo alicerçada em valores individuais de classe.»

O mesmíssimo comentador, caso tivesse assistido à reviravolta do resultado nos últimos minutos, já remataria o seu comentário de maneira bem diversa: «Jogando com paciência e cinismo, o Braga acabou por ver premiada a sua inteligência táctica e o rigor posicional. Foi cirurgicamente venenoso nos seus rápidos contra-ataques que abalaram a defesa portista. Uma vitória do carácter, da persisitência e da ousadia.»

Que me perdoem os bons profissionais, mas percebe-se por que razão o som da minha TV vai ficando imperceptível quando vejo um jogo..."

Bagão Félix, in A Bola

Witsel



Um bom jogador, que vai acrescentar qualidade ao plantel. É claramente um '8', muito parecido com o 'nosso' ex-Ramires.

Na época anterior as transições defensivas foram o nosso principal problema, este é o tipo de jogador que ajuda a equilibrar o equipa, marca golos, mas mais importante, pressiona, recupera, usa o físico, e faz as faltas 'necessárias' (prevejo uma campanha anti-Witsel por parte dos nossos inimigos, estilo David Luíz)...

O Jesus 'encaixou' o Ramires na ala direita no seu esquema habitual, não sei se vai fazer o mesmo com o Witsel, mas prevejo algumas experiências nos próximos jogos!!! Na Suíça, o Jesus exprimentou um 'Plano B' durante alguns minutos, o 4-2-3-1. Creio que nos jogos de grau de dificuldade mais elevado, esta será a melhor opção, o sucesso deste esquema na minha opinião vai depender de qual o jogador escolhido para jogar à frente da dupla Javi/Witsel e atrás do Cardozo: Parece-me que o Jara, Gaitán ou Bruno César são os jogadores com melhores caracteristicas para esta posição, em sentido contrário acho que o Martins, o Aimar e o Saviola 'encaixam' mal neste esquema...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Provavelmente a exibição mais conseguida, com o pior resultado nesta passagem pela Suiça!!!


szólj hozzá: Dijon 2-1 Benfica

Dijon 2 - 1 Benfica



Ainda não foi desta que consegui ver os 90 minutos, mas já vi o suficiente para uma curta analise:
Nos primeiros jogos houve demasiadas e desnecessárias adaptações, principalmente no trio de médios ofensivos, hoje os jogadores jogaram no seu devido lugar (excepto no início da segunda parte, na fase das substituições sucessivas, mas no final estavam todos no sítio!!!)...
Não houve massacre, mas criámos oportunidades suficientes para marcar vários golos, com as substituições, perdemos fluidez, sem o Aimar e sem o Carlos Martins falta 'liderança' no controle do jogo... com o 11 inicial (sem substituições), não tínhamos perdido o jogo...
Considero a aposta na dupla Javi/Matic no meio, muito interessante. A equipa ainda não está rotinada, mas este esquema pode ser o Plano B (foi assim que jogámos no Dragay para a Taça, e resultou...), que tantas vezes temos criticado não existir no Benfica de Jesus.
Apesar dos poucos minutos, gostei do Mora.
A ausência dos provavelmente 4 titulares na defesa, é um facto. A marcação da Copa América para Julho é uma das ideias mais absurdas do Mundo do futebol, dos últimos anos... quem acha que os resultados do Benfica nesta pré-época, podiam (ou deviam) ficar imunes à ausência do Luisão e do Maxi, ainda deve acreditar no Pai Natal... a questão do defesa-esquerdo já devia estar resolvida...
Com estes 3 jogos em 4 dias, com adversários de nível diferente, parece-me que o entrosamento ofensivo melhorou (não podemos esquecer que hoje, o 11 que terminou o jogo era praticamente composto por jogadores novos). Notou-se como seria de esperar dificuldades defensivas, se nos primeiros jogos houve falhas individuais, hoje falhou o posicionamento perante os contra-ataques adversários... conclusão: espero a eliminação rápida do Uruguai, do Brasil, e da Argentina!!! Numa pré-época normal haveria muito tempo para melhorar as rotinas, mas enquanto a Liga só começa daqui a 1 mês, a pré-eliminatória da Liga dos Campeões está quase à 'porta'. Cada vez estou mais convencido que é imperioso evitar no Sorteio, equipas que neste momento estejam a meio das suas épocas...!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Campeões

"Estou a 'folhear', no site do Benfica, as capas do nosso Jornal, de 2007 para cá, e espero bem que se realizem os sonhos de Luisão e tantos atletas que esperam voltar a ser campeões no Benfica, justificando, assim, o orgulho de Aimar em representar este Clube. Para isso precisamos de voltar a jogar o dobro, propósito de Jorge Jesus, de ter, como à entrada da época 2009/10, o rosto da equipa, com a determinação e a máscara do esforço de Luisão, e de sentir a Mística, como tantos a sentiram logo à chegada.

Mas este clube não é só futebol, e temos os nossos meninos e meninas de ouro - Évora, Vanessa, Telma -, e mais um Basquetebol Bicampeão, um Futsal e um Hóquei em Patins vencedores na Europa.

Mas o Benfica 'não é só um Clube'. E lá vêm os testemunhos na capa do Jornal: A Fundação Benfica, a nova Luz e as centenas de Casas que alimentam por todo o País a 'chama imensa', o Caixa Futebol Campus, o canal de televisão, o Centro de Documentação e o Museu que aí vem, a Democracia, que nas eleições mais participadas de todo o Futebol em Portugal reelegeu Luís Filipe Vieira, mais essa realidade que, no Jornal em Outubro de 2009, se cifrava em 200 mil Sócios, mas onde isso já vai.

O combate contra o Sistema e a mentira desportiva é uma constante deste Jornal e deste Clube 'Xistrado', espoliado pela 'impunidade' e a 'pouca vergonha', títulos abertos sobre fronhas de figuras sinistras, no estado 'siciliano' do Futebol português, palavra do presidente de 25 de Julho de 2008.

Um Jornal que vai fazendo a crónica de um Clube com história e memória - 'Eusébio é património de todos', 'Obrigado José (Torres)', 50 Anos e 'Estávamos a fazer história'.

Um Clube de Campeões, manchete tantas vezes conquistada. A mais recente foi na semana passada."


João Paulo Guerra, in O Benfica