Últimas indefectivações

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

A Lage o que é de Lage


"O Benfica vive de títulos. Sem eles, nada faz sentido. E só a conquista (ou não) de títulos permitirá avaliar cabalmente o trabalho de Bruno Lage neste seu regresso ao Clube.
A sua primeira passagem teve uma fase fantástica, com grandes jogos, muitos golos, conquistas do Campeonato de 2018-19 e da Supertaça (5-0 ao Sporting), seguidas de 18 vitórias em 19 jornadas a abrir a Liga 2019-20. Terminou com uma estranhíssima sequência de apenas 2 triunfos em 13 partidas, que ditou o seu despedimento - quiçá precipitado, ficando pouco claro que a causa do descalabro fosse o treinador.
O que estamos agora a ver parece replicado daqueles primeiros meses de muito sucesso.
Na liga portuguesa, um pleno de 7 triunfos, entre eles uma goleada histórica ao FC Porto, com uma média de 3,5 golos por jogo; na Taça de Portugal, 2 eliminatórias ultrapassadas tranquilamente, a última das quais com volumosos 7-0 ao E. Amadora; na Taça da Liga, apuramento para a final four diante de um adversário que acaba de vencer em Alvalade; e na Champions, 3 vitórias em 5 rondas, 2 delas, fora de casa, a outra na Luz por 4-0 face ao poderoso Atlético de Madrid. Tendo em conta que uma derrota tangencial em Munique não deslustra ninguém, o único mau resultado verificou-se frente ao Feyenoord, numa noite francamente infeliz, mas que configura a exceção no meio da regra vencedora.
No acumulado, Bruno Lage é já o segundo treinador da história do Benfica com maior percentagem de triunfos no Campeonato (81,8%), ultrapassado apenas por Jimmy Hagan (82,1%).
Como comecei por dizer, é cedo para afirmações conclusivas. Contudo, já se vai percebendo que Lage resgatou uma dinâmica ganhadora, condição necessária para o final feliz. E a cada semana que passa, mais se reforça a ideia de se tratar do homem certo na hora certa."

Luís Fialho, in O Benfica

Quebrar barreiras


"Mais que saltar, é preciso quebrar todas as barreiras que impedem e excluem do desporto precisamente aqueles que, porventura, mais beneficiaram dele. Mas, se quebrar barreiras, é, e tem de ser, tarefa coletiva, porque é desafio e obra da sociedade no seu todo, aprender a saltar-lhe por cima e aceder, ainda que a custo, à prática física e desportiva é desafio individual, árduo, mas ao alcance no imediato.
E são muitas as barreiras físicas, psicológicas e sociais. Tão importante ou mais que as condições materiais e preconceitos e o estigma ainda alimentam atitudes discriminatórias, diminuem o incentivo à prática e acentuam o isolamento social. Tudo isto acentua a falta de motivação e autoconfiança, levando as pessoas com deficiência, e famílias, à autoexclusão. Esta atitude pode contrariar-se se houver, e tem de haver, consciência dos benefícios da prática desportiva para a saúde físico e mental das pessoas com deficiências.
Tantas barreiras e tão difíceis de saltar, mas não completamente intransponíveis. Para isso é preciso sobretudo informação para conhecer as atividades mais adequadas ou acessíveis para pessoas com deficiência, as instituições mais disponíveis e capacitadas para garantir atividades seguras, eficazes e adaptadas às necessidades individuais. As famílias têm de ser motivadas para o valor da prática desportiva adaptada nos planos físico e psíquico, aprender a lidar com a exposição individual a aceitar as suas fragilidades sem preconceitos ou complexos, antes estabelecendo um forte compromisso com a prática desportiva e incluindo a atividade física na rotina das pessoas com deficiência.
Em suma, superar todas estas barreiras exige da sociedade no seu todo a criação dum ambiente inclusivo, acessível e motivador, que permita a plena participação das pessoas com deficiência em atividades físicas e desportivas, levando em conta a suas necessidades específicas e dignificando o seu potencial. Até lá, sempre que persistam barreiras, é preciso trabalhar incessantemente para o seu derrube e, entretanto, saltar-lhe por cima ainda hoje se possível!"

Jorge Miranda, in O Benfica

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"9
Di Maria juntou-se a Akturkoglu no topo dos goleadores benfiquistas em jogos oficiais na presente temporada (9 cada). O argentino é quem tem mais participações diretas em golos (soma ainda mais 6 assistências), seguindo-se o turco com 13 (4 assistências). Pavlidis (6+2) e Kokçu (4+4) têm ambos 8;

10
O Benfica leva 10 jogos consecutivos (todos desde que Bruno Lage assumiu o comando da equipa) a vencer em competições nacionais. A última temporada em que conseguiu uma sequência igual ou superior foi em 2015/16;

11
Otamendi passou a ser, a par de Samaris, o 10.º estrangeiro com mais jogos oficiais pelo Benfica (já incluiu o Nacional-Benfica, do qual ainda só 8 minutos foram disputados e será retomado no dia de 19 de Dezembro;

50
Tomás Araújo atingiu o meia centena de jogos, incluindo particulares, ao serviço da equipa de honra do Benfica;

4400
Betinho Gomes é o 13.º a superar os 4400 pontos marcados (soma 4413 em 383 jogos, média de 11,52 pontos por jogo) na história do basquetebol benfiquista (na estatística apurada até ao momento, com pontuação individual registada em 97,91% das partidas da primeira equipa, é o 12.º mais concretizador, tendo ultrapassado Armando Simões - mas falta apurar os pontos de cada jogador em 7 encontros das temporadas em que esta glória do Benfica representou o Clube: 1962/63 e 1964/65 e 1972/73);

70000
De acordo com o anunciado pelo presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, o Estádio da Luz terá a lotação  aumentada para 70 000 lugares."

João Tomaz, in O Benfica

16 anos de BTV

Zero: Tema do Dia - Quem é José Boto, o futuro diretor desportivo do Flamengo?

BolaTV: Este Futebol Não é Para Velhos #15 - Quem deve vencer o prémio The Best para melhor jogador?

BolaTV: Mãe África #1

BolaTV: Rivalidades #12 - Celtic vs. Rangers

Zero: Afunda - S05E23 - Com Brito Reis: Os novos Bucks, Dallas e os portugueses na NCAA

O mundo mudou (e tem a sua piada)


"Estranhas voltas que a vida dá.
Em poucas semanas, o mundo mudou como há muito não acontecia. E tem tido a sua piada. Parece que foi ontem que ouvi a direção do Sporting, pela voz do presidente Frederico Varandas, anunciar que o clube tinha escolhido para novo treinador uma pessoa que, daqui a 4 ou 5 anos, iria estar num grande clube da Europa, chegando ao ponto de excluir a possibilidade de esse grande clube da Europa ser o Sporting. Em circunstâncias normais, tal afirmação faria parte da família de irritações leoninas ao estilo de «Não é Sporting Lisbon! É Sporting Clube de Portugal!» de cada vez que há um sorteio de competições europeias ou um jogador do Sporting é vendido. A frase foi proferida para explicar que a triste sina que se dera com Ruben Amorim seria, também, o fatídico destino de João Pereira.
Frederico Varandas quis explicar aos sportinguistas que eles tinham aquilo a que na gíria se chama um bom problema. Seriam mais uma vez vítimas do sucesso das escolhas do presidente, não obstante algumas — ou grande parte — dessas escolhas se terem revelado desastrosas. Acontece que o bom problema se tornou um problemaço dos grandes.
Tendo já passado por momentos muito sofríveis na vida do meu clube, não vou fingir que este problema é um exclusivo dos outros. Também eu já sofri com treinadores condenados ao insucesso quase desde o primeiro momento e sobrevivi para contar a história, conseguindo hoje rir desta. Por isso, permitam-me saborear aquilo que se vive por estes dias com uma certa simplicidade de processos. Nenhum benfiquista nasce propriamente para celebrar as derrotas dos outros, mas decidi abrir uma exceção a essa regra para assistir à proverbial queda do Sporting por alturas do Natal. É como se uma velha história que julgávamos finalmente esquecida aparecesse agora num remake da Netflix sem qualquer pré-aviso. Um certo dia, liguei a app de streaming e, sem que nada o fizesse prever tão repentinamente, o Sporting estava de volta.
Tenho perguntado isto a alguns amigos sportinguistas, os poucos que se disponibilizam para conversar comigo, mas nenhum me consegue esclarecer: alguém se lembra de ver uma equipa cair tão abruptamente, literalmente de um dia para o outro, como esta do Sporting? Dada a minha pontaria nem sempre afinada nestas coisas, é possível que, após a publicação deste texto, os jogadores e o treinador do Sporting arranquem para uma nova série de vitórias consecutivas, mas, depois de ter visto as recentes exibições, parece-me pouco provável.
Há casos particularmente engraçados, como o de Conrad Harder, outrora um promissor avançado com queda para as alas e um remate potente, transformado agora num indivíduo nórdico com ar de quem invadiu o relvado mas é demasiado pesado para ser retirado de lá.
O responsável por esse truque de magia jamais o admitirá em público, mas nada deve orgulhar mais Ruben Amorim do que ver a importância quase milagrosa do seu trabalho no Sporting ser confirmada pelo desastre que lhe sucedeu.
Como tenho dito a quem me quer ouvir, Ruben Amorim fez muito bem em não perder o tal comboio que só passa uma vez, mesmo que o comboio de Manchester pareça uma locomotiva a vapor a descer rumo ao coração das trevas.
A vida prega partidas danadas. Um dia estamos a treinar um Geny Catamo e um touro sueco que fazem tudo o que se lhes pede, no outro estamos a tentar lidar com Maguire e Zirkzee perante a expectativa de milhões de adeptos acometidos por um caso agudo de dissonância cognitiva entre o conceito de Manchester United e aquilo que o clube efetivamente vale hoje.
É, no entanto, um comboio que paga extraordinariamente bem, algo que não deve ser desprezado, mesmo quando circulamos numa locomotiva a vapor. Em suma: talvez o leitor considere prematuro termos esta conversa, mas, aqui que ninguém nos ouve, esta decisão de carreira pode muito bem ser o caminho mais curto entre Ruben Amorim e o seu destino inevitável.
Como se as derrotas consecutivas e as explicações de João Pereira não bastassem, os sportinguistas sofreram ainda um novo desaire nas redes sociais. Ruben Amorim decidiu dar uma entrevista à BBC, da qual ninguém ouviu uma coisa que fosse a não ser uma declaração de amor ao Benfica, rapidamente cortada para inundar as redes sociais, que celebraram o regresso de Amorim a casa, pelo menos em espírito. Questionado acerca da sua saída do Benfica, Ruben admitiu que foi muito difícil porque, explicou, «era e ainda é o meu clube.» Bem escreveu Eugénio de Andrade:
«São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.»
Quanta crueldade! Assim, sem mais nem quê? O Mundo Sabe Que isto não se faz, Ruben. São demasiadas derrotas para os sportinguistas em tão pouco tempo. Ainda assim, chamou-me a atenção que ele tenha sentido esta necessidade de explicar, nomeadamente a quem estivesse equivocado, qual continua a ser o seu clube do coração.
Pode parecer que nada o justificaria nesta fase, mas, depois de pensar um pouco no assunto, lá percebi o que se passou. Afinal, bastou a Ruben Amorim ver algumas exibições do bom velho Sporting para rapidamente voltar a si e sentir-se obrigado a esclarecer. Parecia matematicamente impossível até Ruben o conseguir. Se o mundo voltar a mudar e o Sporting se reencontrar, quem sabe ganhando a liga, Amorim pode dar um salto ao Marquês que ninguém na antiga entidade patronal lhe recusará a entrada.
E, apesar de estas últimas semanas me terem divertido bastante, uma retoma do Sporting é perfeitamente possível. Por outro lado, se a vitória sorrir ao Benfica, o mesmo Ruben será recebido pelos adeptos do seu clube como se nunca tivesse saído daqui.
Estranhas voltas que a vida pode vir a dar."

O declínio do Sporting e a nova solidez do Benfica


"O futebol, mais do que números ou tácticas, é feito de equilíbrios subtis. Quando um triângulo virtuoso se desfaz, as consequências são inevitáveis. O Sporting, de Ruben Amorim, Hugo Viana e Frederico Varandas foi, durante anos, um exemplo de coesão estratégica e liderança concertada. Mas a erosão desse triângulo revelou uma realidade preocupante: o Sporting perdeu a sua bússola.
A saída de Amorim para o Manchester United foi a primeira peça do dominó a cair, a que se seguirá, a breve trecho, a saída de Hugo Viana para o Manchester City, desestabilizou o Sporting que, após a entrada de João Pereira, venceu apenas um jogo para a Taça de Portugal, somando duas derrotas para o Campeonato e uma goleada, ante o Arsenal, na Liga dos Campeões.
A verdade é que sob a liderança de Rúben Amorim, o Sporting era um organismo vivo e coerente, onde treinador, estrutura directiva e jogadores se alimentavam mutuamente de uma visão clara. Sem ele, o Sporting parece, agora, estar a remar contra uma maré de decisões desarticuladas. A sucessão de resultados menos conseguidos não é apenas uma consequência táctica; é o reflexo de um desnorte estrutural. A equipa, outrora segura e resiliente, vê-se agora entregue a um futebol hesitante e desinspirado, enquanto os adeptos, sempre exigentes, questionam o futuro.
Do outro lado da barricada, o Benfica emergiu, nos últimos meses, como a equipa a jogar melhor futebol em Portugal. Com a entrada de Bruno Lage, o Benfica ganhou estabilidade, confiança, estrutura e estratégia, voltou a ser uma equipa que sabe e sente que pode alcançar tudo aquilo a que se propõe. O Benfica abandonou o brilhantismo ocasional e, até, algum desespero recorrente para se afirmar como uma equipa extremamente sólida e bem oleada. Mais do que o regresso às vitórias, o Benfica exibe consistência e, mais importante, uma identidade.
Com Bruno Lage o que mais impressiona é a maturidade emocional, a consistência dos processos, construído sobre uma base de rigor táctico e grande espírito colectivo. A sucessão de vitórias não é, hoje, casual, mas o produto de uma estrutura que soube corrigir os seus erros do passado recente.
Neste contraste de trajectórias, emerge uma reflexão mais ampla sobre a importância da coesão directiva e da liderança visionária. O Sporting é o exemplo do que acontece quando o elo mais forte de uma cadeia se parte; o Benfica, por sua vez, prova que a mudança corajosa e clara pode, muitas vezes, ser o caminho para a glória.
No futebol, espaço onde as narrativas mudam ao sabor do vento, a lição mais relevante talvez seja esta: o sucesso no futebol português não é apenas uma questão de talento, mas de estruturas sólidas, lideranças claras e uma visão.
Quem ignora esta tríade arrisca-se a transformar glórias efémeras em memórias longínquas."

O Benfica de todos nós


"O Benfica - Vitória de Guimarães de dia 07/12/2024 foi um jogo marcante. Não foi marcante pelo resultado positivo, pela exibição num nível abaixo do esperado ou por termos aproveitado os deslizes dos nossos rivais. Foi marcante, sim, por ter visto o que queria ver há muito tempo, mas já lá chego.
Um típico Sábado de inverno português: soalheiro, com muito vento e frio à mistura, mas que não demoveu muitos Benfiquistas de marcar presença no jogo. As roulotes no Alto dos Moinhos foram ficando cada vez mais compostas e, à medida que o pontapé de saída se aproximava, a noite rendia o dia e as roulotes encontravam-se a rebentar pelas costuras. Após o jogo, alguns "resistentes" ainda foram às roulotes, de novo, para arrefecer as gargantas de tanto gritar e/ou cantar e encher os estômagos vazios.
No final de contas, posso dizer que o que assisti nas roulotes, antes e depois do jogo, é uma grande mostra do que torna o Benfica de todos nós. O Benfica não são os jogadores, os treinadores ou as opiniões militantes divergentes que existem no seio do Universo Benfiquista. O Benfica de todos é o Benfica dos amigos que se reúnem, semana após semana, para passar um bom bocado (com cerveja e comida pelo meio), das famílias que vão dar os mais novos a conhecerem o Benfica, de estranhos a conversar entre si sobre futebol e muitos outros assuntos ou simplesmente ir ver o clube que amam. O Benfica tem a mística que une milhões e essa mística é o que move "garotões", "vieiristas", "costistas" e "exigentes", é o que move miúdos e graúdos e é o que move o povo. Todos nós contamos para ver o retorno do "Velho Clube Campeão" ao lugar onde pertence.
Em suma, o Benfica é alegria, é convívio, é entreajuda, é a criação de todos nós e o que nos move ao mesmo tempo. Irónico, não é?"

Menos um


"Não pense o leitor que estou tão otimista ao ponto de tirar um aos dois pontos que distamos do líder do campeonato e, muito menos, a referir-me às equipas que o Benfica tem pela frente. Nada disso, o “menos um” com que intitulo este artigo refere-se ao número de jogos que o Benfica terá até ao final do difícil mês de dezembro, até porque o primeiro lugar só é importante lá para maio de 2025.
Escrevi na semana passada que “neste mês de dezembro, com sete jogos, o que mais interessará será a capacidade para ganhá-los, com mais ou menos dificuldades, maior ou menor folga, mas com a consistência que normalmente acompanha os campeões”. Pois bem, os jogadores do Benfica levaram “à letra” este meu conselho/desejo e perante um fortíssimo Vitória, que só espanta como, apesar da excelente campanha europeia, a jogar assim não esteja mais perto dos primeiros, o Benfica soube sofrer como o jogo pedia.
Que o diga o capitão Otamendi, a quem ainda deve doer o corpo em resultado do corte que valeu como um golo, garantindo a arte e o engenho com que, na melhor jogada do desafio, o “suspeito do costume” concretizou uma das três oportunidades de golo que o jogo permitiu. Como o fim de semana demonstrou, as vitórias, e os pontos, estão” caras” e a capacidade para aguentar resultados também entra nas contas finais.
Com mais um golo, o décimo, que só o “Grande Jonas” tão rapidamente alcançou, Akturkoglu mostrou que do “desastrado” mercado de verão que muitos apregoavam só resta o seu silêncio...…Domingo há mais e é preciso encher as Aves depois de o fazer na Luz com o Bolonha."

No Princípio Era a Bola: Em Portugal, João Pereira parece desnaturalizado. No Brasil, um Artur Jorge de tração à frente resgatou o Botafogo dos seus fantasmas

Segundo Poste: S04E19 - “Sporting, Porto e Benfica: qual é o menos mau?"

Terceiro Anel: Diário...

Observador: Três Toques - Nani deixa os relvados após 19 anos nas 4 linhas

Partidazo: “É o pior momento do Barcelona e Real Madrid?”

E o Rascord calou-se...!!!


"🚨 Três jogadores nucleares do Sporting, Gyökeres, Marcus Edwards e St. Juste, decidiram trocar a preparação para o jogo com o Moreirense por uma noitada até às 4h da manhã. Um episódio que simboliza o estado atual do Sporting: falta de disciplina, ausência de autoridade e uma liderança incapaz de controlar o balneário.
💣 O Sporting caminha para o caos. É uma bomba-relógio prestes a explodir."

Os caminhos dos campeões


"O trajeto de Artur Jorge valoriza ainda mais o estatuto atual de rei do Brasil e da América do Sul. Como Nani e Telma Monteiro eram campeões antes mesmo de o serem

Com liderança sólida e serena, Artur Jorge conduziu o Botafogo à semana mais gloriosa da sua história, com a conquista da Taça Libertadores e do Brasileirão. Se é verdade que estes títulos refletem o investimento de John Textor, é justo lembrar que o empresário norte-americano não tem andado propriamente em festa nos outros clubes que controla. Não há como beliscar o mérito de Artur Jorge, que agarrou uma equipa que tinha de ultrapassar o trauma de 2023, e que agora juntou título nacional e continental, tal como o Santos de Pelé e o Flamengo de Jorge Jesus.
Esses títulos de JJ (2019) abriram portas a muitos compatriotas, e o sucesso posterior de Abel — dois campeonatos e duas Libertadores com o Palmeiras — veio cimentar a ideia de que ter um treinador português é meio caminho para ter sucesso no Brasil. O palco é agora de Artur Jorge, outro técnico português com ligação ao SC Braga. Pese embora a digníssima carreira de jogador, quase exclusivamente no emblema arsenalista, o antigo defesa teve de encontrar um caminho alternativo para singrar como treinador. Há sete anos estava a ser despromovido no Campeonato de Portugal com a Associação Desportiva Os Limianos, e só na segunda passagem pela equipa principal do SC Braga teve oportunidade de ficar.
A maior conquista de Artur Jorge foi o trajeto que o trouxe até aqui. O mesmo se aplica a Nani, que agora pendura as chuteiras. O menino que em tempos fintou ratazanas e a fome, no Bairro Casal de Santa Filomena (Amadora), e depois disso foi ídolo no Sporting, no Manchester United e até nos Estados Unidos e na Austrália. Um craque que mostrou que há valor nos bairros que muitos querem marginalizar, campeão europeu de clubes e de seleções, que fez questão de fechar o ciclo ao pé de casa.
Ponto final na carreira colocou também Telma Monteiro, que um dia disse que era mais difícil atirá-la ao chão na vida do que no judo. A miúda do Bairro Branco (Monte da Caparica) que conquistou bronze olímpico, seis títulos europeus e quatro de vice-campeã mundial. Que em tempos não tinha dinheiro para comprar ténis de marca, mas que foi porta-estandarte de Portugal em três olimpíadas. Que viveu de perto a morte de um treinador e superou inúmeras lesões com garra interminável.
Cada campeão tem a sua história, e quase sempre o maior feito está no caminho percorrido. Daí que existam muito mais campeões do que medalhas."

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

A despedida da gigante Telma Monteiro


A nossa grande Campeã vai deixar de competir, mas vai continuar ligada ao Clube, coordenando a seção de Judo.


A baixinha Telma, é somente, uma das melhores atletas Portuguesas de todos os tempos, em todas as modalidades! Medalhada Olímpica, múltipla Campeão Europeia, e várias vezes medalhada a nível Mundial (as amigas Japonesas não a 'deixaram' ganhar o título Mundial!), sempre na luta...

Excelente vitória...

Benfica 38 - 24 Sporting
14-16

Borrego morto! Depois de uma série de derrotas com o Sporting, finalmente uma vitória!
Num jogo, onde até começamos mal, mas ao contrário do jogo com os Corruptos, conseguimos recuperar e no momento decisivo, conseguimos mesmo passar para a frente...
Ter o plantel todo apto (1.ª vez na época contra o Sporting) também ajudou, pois com menos opções no banco, é importante estarem todos disponíveis, pois os jogos de Andebol muitas vezes decidem-se na frescura nas pernas nos últimos minutos! Ter um excelente treinador, também ajuda!!!

Internamente, não acredito que o Benfica consiga aproximar-se da luta pelo título, mas esta vitória, tal como a vitória sobre os Corruptos no início da época, prova que o Benfica está melhor. As nossas exibições na Europa, também o têm provado. E até a forma 'fácil' como temos vencido no Campeonato contra adversários acessíveis, prova que estamos mesmo melhores...
Talvez, o melhor Benfica, desde da nossa vitória Europeia!

Agora, seria importante construir em cima deste sucesso. Com um excelente treinador, com alguns jovens de qualidade, em vez de iniciar 'novo' projeto, o mais importante é reforçar esta equipa no final da época...

Visão: S06E14 - Fim de semana em grande! | Vitória SC

Catedral...

Merecido...

❤️ O sonho do Rodrigo!

Royale: Guimarães...

As dores de ser independente


"Esta foi uma semana atribulada.
Estive ausente do país e com acesso muito limitado a redes sociais e notícias em geral, pelo que fiquei surpreendido quando me apercebi que um texto publicado no site Benfica Independente estava a causar imensa polémica e muitas criticas. Criticas ao autor do texto e também ao nosso projeto.
Começo pelo Benfica Independente e pela diferença entre aquilo que é o nosso propósito e aquilo que querem, exigem, que façamos. Este projeto tem vários anos de vida e por esta altura já se sabe quais são as nossas virtudes e os nossos defeitos, por isso vou poupar o caro leitor a um resumo exaustivo de tudo o que temos feito em prol do nosso clube e do benfiquismo. Uns gostam de nós, outros nem por isso. Faz parte e aceitamos as regras deste jogo. Existimos para dar voz aos benfiquistas e tentar preencher as lacunas crónicas de uma entidade cada vez mais corporate e menos ligada aos seus valores base. E é de valores base que vou falar para explicar a publicação do texto "Luís Filipe Vieira e o rumo do Benfica", da autoria do benfiquista Pedro Pereira.
Acho que posso falar por todos no BI quando digo que não concordamos com grande parte do que está ali escrito. Da minha parte, fui, sou e sempre serei anti Vieira e vieirismo no Benfica. Sem qualquer hesitação, dúvida ou reserva. Tudo o que Vieira trouxe de bom a nível de infraestrutura, formação e estabilidade financeira, foi completamente anulado pelo que fez à alma deste clube que, espero, um dia possa ser recuperada com uma liderança e rumo diferentes. Vai demorar muito tempo a anular o que o vieirismo fez a este clube, mas cá estaremos para essa luta. Estou a falar do "excesso de democracia", da recusa em fazer debates para as eleições, de falsear o número de sócio, da paternidade de uma alteração de estatutos vergonhosa, de ter matado a militância em nome de um unanimismo que levou a que personagens absolutamente execráveis tenham entrado no Benfica com os resultados que se conhece, e alguns ainda lá andam. Sujaram o nome do nosso clube e isso nunca perdoarei. Nunca!
Mas isto levanta um problema quando recebemos textos de benfiquistas que discordam desta ideia e acham que o que falta ao Benfica é precisamente mais vieirismo. Percebemos imediatamente que seríamos alvo da fúria de muitos e o mais fácil seria fingir que não recebemos nada ou simplesmente recusar publicar. Só que uma pessoa ou tem valores ou não tem, não há meio termo. Censurar aquele artigo, que muito nos custou publicar, seria cair no mesmo erro da tal ideia de "excesso de democracia" que tanto criticamos. Os critérios para publicação neste site estavam preenchidos pelo que não havia motivo para censura. É tão simples como isso. Quando dizemos que temos o site aberto a benfiquistas para expressarem as suas opiniões não estamos a dizer que temos o site aberto a benfiquistas que pensam como nós. Se não entendem isto, não entendem nada e, provavelmente, estão muito mais afetados pelo tal vieirismo do que imaginam.
É que não basta exigir mudança, subir a um muro e bater no peito. É preciso percorrer o caminho dessa mudança e dialogar com quem ainda não está irremediavelmente enfiado numa trincheira de ideais e puxar essas pessoas para o nosso lado. E isto implica fazer as coisas de acordo com os nossos valores, por muito que nos custe. Abertura, diálogo, liberdade, verdade. Não concordamos com o Pedro e o tom foi tudo menos simpático (até achámos que se dirigia aos membros deste projeto), mas defendemos o direito dele de transmitir a sua opinião e agora aqui estou eu para partilhar que estou em absoluto desacordo com quase tudo o que escreveu e reafirmar que a única coisa que o Benfica precisa de Vieira é de distância. Mas a opinião do Pedro é isso mesmo, é apenas uma opinião e vale o que vale. Por muito imbecil que seja.
Viva o Benfica.

NOTA: não se pense que por termos o site aberto somos parvinhos e vamos permitir que o nosso projeto caia nas mãos de manipuladores e agentes de propaganda. Nem tentem, não vale a pena."

Onde andam as viúvas do Neres?

O Sporting é uma casa a arder. 🔥

1, 2, 3 acção...!!!

Até parece o Benfica?!

Falsos Lentos - S05E15 - Manuel está com meia casa

Chuveirinho #106

Quezada: Semanada...

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - O fim de Nani: cinco momentos de glória do «príncipe» de Manchester

Observador: E o Campeão é... - Há “Lei de Murphy” no Sporting?

Observador: Três Toques - Artur Jorge vence Brasileirão

Zero: Ataque Rápido - S06E19 - Quais os melhores treinadores no mercado para um grande?

Tailors - Final Cut - S03E32 - João Mota...

SportTV - O Futebol é Momento - S03E18 - Engripados

The Premier Pub - Para ganhar a Premier temos de ser cães enraivecidos

TNT: Melhor Futebol do Mundo - Quem vence LaLiga?; Abel Ferreira e Artur Jorge na Europa?

ESPN: Futebol no Mundo #405 - Chelsea, Atlético de Madrid e Atalanta na briga pelos títulos

Artur Jorge entronizado no Botafogo


"O 'portuga' não fez apenas história no Botafogo, fez história no futebol brasileiro, como Jorge Jesus, no Flamengo, também tinha conseguido antes dele

Um portuga de 52 anos transformou-se, numa semana, no maior treinador da história do Botafogo. Sim, no maior, com uma vénia ao grande Mário Zagallo. É verdade que o Campeonato Brasileiro tem uma história relativamente recente (a partir de 1959), e no início não tinha o peso dos estaduais, nem sequer se chamava campeonato brasileiro. Mas juntar o Brasileirão, que o Botafogo só tinha vencido duas vezes (e na primeira houve dois campeonatos no mesmo ano), à Libertadores, que o clube da estrela solitária nunca tinha conquistado, deixa Artur Jorge com um lugar único na história. Talvez daqui a dez anos, vinte, possa alguém vir reclamar o trono, depois de conquistas seguidas. Seja como for, ao ex-treinador do SC Braga ninguém poderá tirar o mérito de ter sido o primeiro. A vencer a Libertadores mas, mais ainda, a conseguir a dobradinha.
O investimento de John Textor, dono do Botafogo, já fazia adivinhar um salto para a elite — o título de campeão nacional parecia bem encaminhado na época passada, antes de Luís Castro sair para o Al Nassr, mas veio a ser perdido na reta final. Mas o dinheiro não garante tudo — o Atlético Mineiro, derrotado pelo Fogão na final da Libertadores, há uma semana, teve nos últimos anos um investimento similar e só ontem evitou a descida de divisão, ao vencer o Athletico Paranaense. E depois do Santos de Pelé (1962 e 1963), só dois clubes conseguiram, no meio do calendário terrível do futebol brasileiro (Artur Jorge chegou em abril e já vai em 54 jogos, tendo mais um, dois ou três até final do ano, da Taça Intercontinental), vencer Brasileirão e Libertadores no mesmo ano: Flamengo de Jorge Jesus e agora o Fogão. E já agora, só um, neste século, venceu a Liberta em anos consecutivos: o Palmeiras de Abel Ferreira.
Um atestado de competência dos treinadores portugueses? Sim e não. A competência maior é deles, dos próprios treinadores, individualmente. Como outros clubes sentiram na pele, a contratação dum portuga não é sinónimo de sucesso — esta época, Álvaro Pacheco (Vasco da Gama), António Oliveira (Corinthians), Petit (Cuiabá) e Pedro Caixinha (Bragantino) não resistiram aos maus resultados. Mas há uma mistura de preparação técnica (que falta no Brasil) com pragmatismo e capacidade de lidar com adversidades que confere à maior parte dos treinadores portugueses um perfil certo para triunfar num sítio louco como o nosso país irmão.
Mesmo sendo esse o caso, e mesmo com o investimento de Textor, nos últimos 60 anos só Jorge Jesus tinha feito o que o Rei Artur Jorge conseguiu agora. Também ele foi entronizado no Flamengo."

Um apelo global pela Integridade


"Apoie a SIGA na luta contra a corrupção no desporto

Genebra, 9 de dezembro de 2024
A corrupção não é apenas uma ameaça — é uma força corrosiva que mina as fundações da sociedade. No Desporto, compromete a confiança, a integridade e os valores que inspiram biliões de pessoas em todo o mundo. Ao celebrarmos o Dia Internacional Contra a Corrupção e a SIGA Anti-Corruption Week, o apelo à ação é mais urgente do que nunca: é necessário unir esforços para proteger o Desporto da crescente ameaça da corrupção e da infiltração criminosa.
No início deste ano, em 13 de junho, o SIGA FITS Forum, organizado pela Winston and Strawn LLP, em Nova Iorque, marcou um momento histórico: pela primeira vez, 80 líderes globais, representando algumas das mais influentes entidades públicas e privadas na área de anticorrupção, alinharam suas visões para produzir a Declaração de Nova Iorque sobre Integridade Financeira e Transparência no Desporto. Desde então, indivíduos e organizações com valores alinhados têm adicionado as suas assinaturas ao documento. Esses defensores da integridade no Desporto estão demonstrando o compromisso com ações concretas, declarando ao mundo que chegou a hora de mais ação e menos conversa!
A Declaração de Nova Iorque é um documento emblemático que estabelece uma agenda ambiciosa, mas essencial, para a reforma. Afirma que a integridade financeira é a base da Boa Governança no Desporto e é absolutamente indispensável para sua credibilidade. Identifica as áreas mais vulneráveis e as fragilidades sistémicas que facilitam a corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fiscal, muitas vezes envolvendo o crime organizado transnacional. Em seguida, propõe soluções práticas que exigem colaboração global, incluindo:
— Implementação dos Standards Universais da SIGA sobre Integridade no Desporto.
— Criação de uma Clearing House para garantir transparência e supervisão das transações financeiras no Desporto.
— Estabelecimento de um Fundo de Integridade no Desporto financiado por receitas de direitos de transmissão, patrocínios e apostas desportivas.
— Supervisão rigorosa de Grandes Eventos Desportivos para promover transparência e responsabilidade na concessão de direitos de hospedagem e acordos de patrocínio.
Apesar dos avanços nos últimos anos, reconhece-se amplamente que o Desporto continua a enfrentar desafios significativos, como governança fraca, regulamentações inadequadas, falta de colaboração direcionada e resultados concretos, bem como supervisão e escrutínio independentes insuficientes. Essas deficiências criam um ambiente permissivo que favorece a corrupção, a lavagem de dinheiro, a evasão fiscal e a ameaça crescente do crime organizado transnacional.
Devemos lembrar que o crime organizado não segue as regras, não tira folgas e não tem escrúpulos. A corrupção é uma ameaça global que exige ação imediata e coordenada. Um lembrete disso foi-nos servido em 2015, quando uma grande investigação expôs décadas de corrupção sistémica na FIFA, envolvendo subornos e fraudes. Este escândalo não apenas manchou a reputação de uma das organizações mais influentes no Desporto, mas também destacou os profundos riscos de falta de transparência e responsabilidade.
A SIGA faz hoje um convite aberto a todos os indivíduos e organizações com valores alinhados para se juntarem a este movimento. Ao co-assinar a Declaração de Nova Iorque, indivíduos e organizações assumem uma posição pela Integridade no Desporto. Não se trata apenas de palavras, mas de ações significativas que promovem mudanças tangíveis.
Esta semana, ao celebrarmos a SIGA Anti-Corruption Week, reflitamos sobre o papel que cada um de nós desempenha no futuro do Desporto. Visite o site da SIGA, assine a Declaração de Nova Iorque e incentive outras pessoas a fazerem o mesmo. Compartilhe, faça a sua voz ser ouvida e exija as mudanças de que o Desporto tanto necessita.
O momento para agir é agora. Se não for agora, quando? Se não formos nós, quem será?
Só juntos podemos garantir que o Desporto permaneça um espaço de virtude, livre de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão fiscal e influência criminosa — um farol de esperança e inspiração para as gerações futuras. Contamos consigo. Pode contar com a SIGA!


segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Em frente...

Amora 0 - 3 Benfica


3.ª eliminatória da Taça de Portugal a 1.ª com equipas da I Liga, resolvida pelo Benfica resolvida cedo...

Vitória clara...


Benfica 11 - 2 Murches

Goleada, com 3 hat-tricks!!!


Despedida...

Vojvodina 13 - 11 Benfica
3-2, 3-3, 5-2, 2-4

Lousa(4), Nunes(3), MacLeod(2), Hazell(1), Jardim(1)

Despedida, com nova derrota. Foi pena, os resultados foram apertados, ganhámos experiência, mas ainda é curto para este nível na Europa!

Natal Campus!!!

Trubin...

8 em 13 !!!

El Mítico #115 - Álvaro, el Grande

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #3

O Benfica Somos Nós - S04E24 - Guimarães...

Águia: Diário...

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Atypical: Building a Life Abroad as a Pro Hooper and Pilates Instructor | Trey's Slice of Life Ep 3

Triunfo justo


"Perante 58 839 espectadores, o Benfica conseguiu a oitava vitória consecutiva no Campeonato Nacional no encontro, na Luz, com o Vitória SC. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Competência
O treinador do Benfica, Bruno Lage, refere: "Neste momento, temos de nos preocupar em ganhar e, se possível, que a equipa jogue bem e que marque muitos golos. Ganhámos por 1-0, vale os mesmos três pontos. Quando olho para o jogo da equipa, vejo um jogo muito competente. Conseguimos controlar o jogo. Quer defensivamente, na forma como pressionámos, quer também com bola. O mais importante é estarmos todos juntos."

2. Objetivo cumprido
Leandro Barreiro destaca a obtenção do triunfo: "Fizemos um bom jogo, e hoje sabíamos que ia ser um bocado mais complicado, mas mesmo assim conseguimos ganhar o jogo, que era muito importante."

3. Man of The Match
Veja as melhores jogadas de Álvaro Carreras, considerado o Homem do Jogo.

4. Ângulo diferente
Veja o golo do Benfica frente ao Vitória SC, de outro ângulo.

5. Bilhetes esgotados
Os bilhetes para o jogo da meia-final da Taça da Liga entre Benfica e SC Braga, a disputar no dia 8 de janeiro de 2025, estão esgotados.

6. Regresso à competição
As Inspiradoras voltam à ação após paragem das competições devido a compromissos das seleções. O jogo é no reduto do Amora, às 14h00, a contar para a Taça de Portugal.

7. Resultados
A equipa B do Benfica foi derrotada, por 0-5, pelo União de Leiria; os Sub-23 perderam, por 1-0, em Mafra; os Sub-19, já apurados para a fase seguinte, empataram 2-2 na visita ao Tondela; os Sub-15 ganharam, por 4-1, ante o Marítimo. Nesta manhã, os Sub-17 empataram (1-1), frente ao Vitória FC.
Em basquetebol, o Benfica venceu, por 77-98, no pavilhão da Ovarense; em futsal, na Luz, goleada imposta ao Dínamo Sanjoanense (10-0); em voleibol, triunfo, por 3-0, ante o SC Espinho; em polo aquático no feminino, derrota, por 15-10, ante o Blau-Weiss Bochum, na 2.ª ronda de apuramento da LEN Challenger Cup Women.

8. Outros jogos do dia
Em hóquei em patins, a equipa masculina recebe o Murches (14h30) e a feminina atua no reduto da Física (15h00). Há mais partidas de equipas femininas: no basquetebol, visita ao Imortal (18h30); em futsal, na Luz, embate com o Leões Porto Salvo (16h30); em voleibol, visita ao Castêlo da Maia (16h00); em râguebi, receção, no Estádio Universitário, ao MRC Bairrada/RC Tondela (15h15).

9. História Agora
Veja a habitual rubrica das manhãs de quinta-feira da BTV."

Apreendido material contrafeito


"O Sport Lisboa e Benfica agradece às autoridades responsáveis pela ação e vinca e apela à importância de comprar produtos oficiais.

Numa ação de combate à contrafação, feita no Cais do Ribeira no Porto, realizada no final desta semana, pelo Comando Metropolitano do Porto da PSP, através da 1.ª Divisão Policial, em operação conjunta com a Polícia Municipal do Porto, foram apreendidos centenas de artigos contrafeitos de algumas marcas, nomeadamente da marca Benfica.
Importa reforçar que a contrafação e toda a atividade ilícita envolvida prejudica de forma direta e indireta Clube com perdas de milhões de euros.
O Sport Lisboa e Benfica agradece o empenho e a colaboração de todas as entidades fiscais e policiais que atuaram nesta operação e em todas as outras centenas que são realizadas durante o ano nas várias regiões continentais e insulares de Portugal.
O Sport Lisboa e Benfica, na permanente defesa das suas marcas e ativos, está total e inequivocamente empenhado em promover todo o trabalho e prestar todo o apoio no combate à contrafação, imitações e uso ilegal de marcas.
O Sport Lisboa e Benfica vinca e apela à importância de comprar produtos oficiais."

Terceiro Anel: O Benfica no Mundial de Clubes...

ESPN: Futebol no Mundo #404 - Análise dos grupos do Mundial de Clubes

BolaTV: Lado B #17 - Festa do Botafogo, alegria do pequeno Gui e Akturkoglu ídolo da 'pequenada'

Benfica-V. Guimarães, 1-0 Contra Vitória sem medos, vitória arrancada a ferros


"Muito trabalho, pela qualidade do seu jogo e atitude descomplexada com que se apresentou na Luz, deu a equipa vimaranense ao Benfica, que teve banco e treinador para garantir os três pontos

Depois da derrota do Sporting em Moreira de Cónegos, as contas do Benfica, de olhos postos no título, tinham de passar, inevitavelmente, por vencer o V. Guimarães. Acabou por consegui-lo, com partes iguais de mérito, pragmatismo e ansiedade. Mérito porque nunca se deslumbrou com a vantagem e procurou manter o equilíbrio; pragmatismo porque em muitos momentos preferiu esquecer a nota artística, para evitar riscos desnecessários; e ansiedade, porque, até ao fim, teve pela frente um adversário que nunca desistiu e lutou bravamente pelo menos por um ponto.
Antes de irmos à história do jogo e correspondentes nuances táticas, foquemo-nos em dois momentos transcendentes, intimamente ligados ao resultado final: no primeiro aos 64 minutos, Florentino foi lento na cabeça da área, perdeu a bola numa zona de tolerância zero e, já com Trubin batido, teve de ser Otamendi a evitar, com a coragem dos grandes líderes, aquele que seria o golo do empate vitoriano; no segundo, aos 77 minutos, depois de um contra-ataque do Benfica pela esquerda, Pavlidis perdeu um golo cantado, fazendo a bola passar por cima do travessão da baliza de Varela, e mantendo assim o estádio da Luz a roer as unhas até ao apito final.

Poucas oportunidades
Bruno Lage e Rui Borges apresentaram as suas equipas com sistemas semelhantes, os vitorianos com um 4x2x3x1 que se transformava em 4x4x2, com a junção de Samu a Nélson Oliveira, na fase defensiva, e o Benfica, com uma base de 4x3x3, que também virava em 4x4x2 na pressão ao adversário, com Aurnes perto de Pavlidis. Mas cedo se viu que a equipa de Guimarães estava na Luz para discutir a vitória, descomplexada e ágil, muito bem organizada especialmente a meio-campo, onde a falta de Kokçu retirou fluidez ao jogo encarnado e intranquilizou Florentino (quiçá pelo posicionamento, muito semelhante ao seu, de Leandro Barreiro). O que é certo é que a primeira metade foi fechada, sem grandes oportunidades, e apenas com dois remates enquadrados, o que deu o golo de Arkturkoglu ao Benfica (29), na sequência da melhor jogada dos encarnados no encontro, e um canto direto que Trubin defendeu, de recurso, com uma palmada (14). É certo que a intensidade foi sempre alta, de lado a lado, mas faltou uma melhor definição, na hora da verdade, às duas equipas.

O jogo dos bancos
O Vitória entrou melhor que o Benfica na segunda parte, e a equipa da Luz intranquilizou-se quer com a pressão ainda mais alta dos forasteiros, quer com a qualidade das suas saídas de bola. Foram mais de 20 minutos em que o empate rondou as redes encarnadas, Leandro Barreiro passou a ser, definitivamente, um Florentino II, e a ligação entre setores deixou de existir. Bruno Lage viu o que toda a gente estava a ver, o Benfica em dificuldades, e fez aquilo que, embora começasse por suscitar dúvidas, melhorou a sua equipa. Para defender melhor – e repare-se como é o futebol – aos 67 minutos tirou um médio defensivo (Leandro Barreiro) e mandou a jogo um médio de ataque, Amdouni, fez recuar Aursnes para o duplo-pivot com Florentino e com isso, não só passou a dificultar mais as saídas de bola do Vitória, como criou maior consistência a meio-campo. Do outro lado, Rui Borges foi refrescando a equipa, lugar por lugar, para manter a intensidade alta, mas o que é certo é que o Benfica, onde Carreras, depois de uma primeira parte sofrida, subiu de rendimento, reequilibrou as operações. Perante a vantagem tangencial, Lage (78) deu mais oxigénio à frente (Pavlidis por Arthur Cabral) e maior capacidade defensiva à esquerda (Arkturkoglu por Beste). O elo mais fraco defensivo do Benfica, na reta final, passou a ser Di María, bem compensado por Florentino e Bah, que deixou de subir no terreno, e as entradas dos vitorianos Arcanjo e João Mendes (86), já não trouxeram nada de novo a um jogo em que o Benfica, que tinha goleado com alguma regularidade na Luz, mostrou uma faceta madura, capaz de arrefecer o jogo, e teve cabeça para segurar os três pontos.
Em conclusão, sem ter sido um espetáculo de nota artística elevada, estiveram em campo duas equipas altamente competitivas, que mantiveram a frequência cardíaca dos adeptos sempre elevada. Prevaleceu, perante a boa organização de ambos os conjuntos, aquele que tem jogadores de melhor qualidade, e foi capaz de pintar os melhores momentos do jogo, com o lance que deu a vitória ao Benfica no topo do ‘ranking’."

Uffff, Que Foi Difícil! Mas Estes Três Pontos Valem Ouro!!


"Benfica 1 Guimarães 0 Bruno Lage teve uma semana de trabalho completa com a equipa - uma raridade desde que regressou ao comando da equipa no início de setembro. Desejamos que isso se possa refletir na produção da equipa para um jogo que se adivinha de elevado grau de dificuldade.
"Nada vale os nossos adversários perderem pontos se nós não conquistarmos os nossos", afirmou Bruno Lage na conferência de imprensa de antevisão ao jogo. Nada mais certo. Carrega Benfica!
ASSIM SE VÊ O JOGO DA BANCADA DA CATEDRAL
00' Casa cheia, grande ambiente, mais de 60 mil na Catedral? Já saberemos mais daqui a pouco. LA-LA-LA-LA-1904!
06' E vão quatro tentativas de centro do Bah contra os defesas deles. Assim é mais difícil criar lances de perigo.
14' Aktürkoglu a mostrar como se joga na raça. Que jogada, nunca dando a bola como perdida.
16' Grande dobra do Barreiro no contra ataque deles com os nossos subidos. Este joga sempre com o intensómetro a 100. Jogador de equipa!
25' Vitória de Guimarães é até ao momento a melhor equipa da liga que se apresentou esta época na Luz.
28' Fdx, que grande jogada!!! Tudo à primeira, assistência de Pavlidis, Aktürkoglu lá para dentro. Lindoooo!
31' Como é que isto é amarelo para o Pavlidis, se chega primeiro à bola e ela é dividida?
38' O tribunal impaciente com as demoras de Trubin a jogar com os pés. Lage manda ter calma, são provavelmente instruções para atrai-los.
42' Mais uma grande jogada coletiva que merecia acabar em golo.
42' Carreras não está nos seus melhores dias. O que foi esta perda de bola a criar perigo na nossa baliza?
43' Pavlidis em vários jogadas de frisson. Bom jogo, só lhe falta marcar.
45' Jogo muito tático. Benfica melhor. Seguro a construir, mas justificou a vantagem, porventura maior. Dizem-me aqui no intervalo que houve um penálti para nós que não foi assinalado na primeiraparte.
50' Porra, que eles entraram bem na segunda parte. Vamos lá pegar no jogo, Benfica! 60' Isto está longe de estar resolvido. E os amarelos para as entradas deles? Nada?
63' Esta pensei que ia lá para dentro. Vá que é só canto. Mas o Otamendi ficou mal... pode já não ser o central que foi, mas dá sempre tudo!
70' Muitos cantos para o Guimarães, não gosto disto... E mais um lance de perigo deles: remate ao lado. Precisamos de ter bola.
75' As arrancadas do Carreras a levarem-nos para a frente. E o espanhol a fazer agora dois cortes preciosos também.
77' Ó Pavlidis... acabavas com o meu sofrimento, crl! Para as nuvens?
80' E o tempo não passa...
85' Mas esta entrada do Amdouni é falta onde? Só aqui nesta liga. Ui, o perigo do livre!
90' Perdi a conta aos cortes e bolas recuperadas pelo Tino.
90+4' Acabou!!! E o Benfica ganhou! Os campeões também se fazem com jogos assim."

Jaime Cancella de Abreu, in Facebook