Últimas indefectivações

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Benfica: tempo de mudança


"O começo do Benfica, já se sabe, não foi o ideal, e deu-se a anunciada saída de Roger Schmidt. O presidente preencheu bem as saídas mas os adeptos são mais do que nunca essenciais

Uma nova época iniciada e poucas jornadas depois, já tanto se passou. O Benfica perder no início, porque sempre inesperado, fez desde logo soar os sinos, muito pela enorme dimensão da família, com o respetivo efeito provocado a estender-se, inevitavelmente, aos encontros seguintes.
Um início vitorioso era, como se sabia, considerado obrigatório face à contestação herdada da época anterior. Confirmando-se a já anunciada saída de Schmidt, procura-se agora um novo líder, que enfim devolva a paz e o bom futebol ao Benfica.
Tarefa tão importante quanto difícil, numa altura em que ninguém parece querer ninguém... As tréguas à volta da equipa assumem como nunca importância acrescida, para quem continua, mas mais ainda para quem chega, seja jogador ou treinador. Não há tempo para gastar nem para adaptar. O papel dos bons adeptos é mais fundamental do que nunca neste crítico reinício.

Reforços
Ante o evidente espaço deixado pelas saídas de jogadores importantes, entretanto vendidos, o clube respondeu com aquisições criteriosas e, pelo que têm evidenciado, de provável sucesso.
O Benfica integrou desde logo no onze inicial as três contratações conseguidas até ao início da liga, que vêm justificando a aposta do clube. Dois deles ainda sem deslumbrar, mas creditados pelo seu rendimento num campeonato alemão claramente mais competitivo que o nosso: Beste, agora lesionado, e Barreiro. Outro, Pavlidis, que chegou logo embalado e que brilha pelos golos que vai colecionando, mas também pelo muito que joga e corre.
A posição de comandante do ataque, tão importante quanto mal gerida nas duas épocas passadas, ganha agora, e finalmente, um novo fôlego.
Fui um confesso admirador do já reformado Jonas, que o Benfica milagrosamente contratou a custo zero, e suspirei quando acabou. Desde o fim da sua carreira que não via chegar ao Benfica um ponta de lança que me entusiasmasse tanto como Pavlidis. À qualidade fundamental na finalização junta a capacidade de recetor do jogo dos médios, que lhe vai até agora, aos soluços, chegando. A sua disponibilidade física e mental para o trabalho coletivo é outra das suas importantes marcas.
Na reta final do mercado, mas ainda a tempo, o clube consegue preencher as faltas identificadas, com oportunidade e critério apurado nas escolhas. Acredito que o tempo o confirmará. Jovens, mas com a maturidade e experiência que os respetivos trajetos confirmam, condição ótima para o rendimento imediato. Posições em défice a serem com clareza bem preenchidas. Veremos no campo a confirmação destas expectativas.
A lesão inoportuna de Beste reabriu o acesso a Carreras e também ele revela argumentos para ser escolha. Já Renato Sanches amplia o coração da equipa.

Factos
A última apresentação do Benfica, em Moreira de Cónegos, confirmou uma equipa sem chama e pouco convicta, desconfiando de si própria. O ambiente que vinha rodeando o plantel, tendo como alvo principal o treinador, contagiava claramente o grupo.
O tempo é sempre curto e exigente para um treinador a chegar. Selecionados e lesionados, jogadores saindo e outros entrando...
As aquisições efetuadas pelo Benfica, confirmarão no campo, estou certo, como pode fazer diferença um presidente com o passado de Rui Costa. As características e qualidades dos contratados casam com as carências identificadas.
Ter um presidente que jogou e percebe tudo de futebol também dá jeito...

Arquivo
Aprender com os erros sim, mas arquivar o que já passou será o mais saudável, porque os novos desafios já significam dificuldades e obstáculos suficientes. Jogadores partiram, outros chegaram e novos confrontos se avizinham. Está aberto um novo e independente capítulo.
Quanto ao novo mister, português ou estrangeiro, mais novo ou mais velho, é um tema obrigatoriamente e cuidadosamente ponderado, sabendo que haverá sempre alguém para discordar. Afinal, as oposições existem para opor. Ou não fariam sentido... nem teriam graça..."

Benfica: contratar para esquecer


"Os reforços que vão ficar no banco custam tanto ou mais que o PSG pagou por João Neves. São muitos os sinais reveladores de uma casa desarrumada

Contratar um jogador (Akturkoglu) sem haver ainda treinador - nem sinais de que tenha sido uma escolha do sucessor de Roger Schmidt - foi a cereja no topo do bolo de um dos defesos mais surreais dos últimos anos do Benfica. Chegados a meio de setembro, o plantel e o onze base será substancialmente diferente, do meio-campo para a frente, daquele que foi idealizado no arranque oficial da temporada, o que vai contra os princípios básicos da estabilidade das grandes equipas.
O excesso de opções para o ataque e alguma míngua do meio-campo para trás não augura o equilíbrio que se pede a um candidato ao título. Acreditando, pelas palavras de Rui Costa, que o substituto do treinador alemão deverá manter-se fiel ao esquema tático, as águias têm neste momento nove jogadores para três posições do ataque. Dito de outra forma, por cada três que atuam, seis ficarão de fora. Haverá Aursnes, Tiago Gouveia e Schjelderup na esquerda, Amdouni, Kokçu e Prestianni para segundo avançado, Di María, Arturkoglu e Rollheiser na direita.
Por outro lado, o ponta de lança Pavlidis terá apenas como concorrente direto um avançado desmotivado (Arthur Cabral) que só não saiu porque ninguém quis pagar o que o clube pede; e no setor defensivo, em particular nas laterais, persistem as dúvidas: o concorrente de Alexander Bah chegou no último dia (quando há mais de um ano que a lacuna estava identificada, embora, tal como recordou o presidente, Aursnes era «o melhor lateral-direito do campeonato») e na esquerda Álvaro Carreras tarda em justificar a contratação – quanto a Beste, é preciso dar-lhe tempo. Não esquecer, ainda, a baliza: as águias tentaram contratar, quase em cima da hora, um guarda-redes para número 2, quando há muito que se sabe haver ali uma lacuna.
Torna-se difícil entender o timing de decisões tão estruturantes: o Benfica foi rápido a contratar Pavlidis e Beste no início do verão, mas perdeu-se no caminho, mostrando falta de rumo e planeamento, tomando decisões em função dos acontecimentos ao invés de impor a própria agenda.
A gestão de expectativas de Neres, João Mário e Marcos Leonardo foi em sentido contrário do que vem nos livros, com a agravante de mexer com as sensibilidades no balneário (hoje eles, amanhã eu), à semelhança do que acontecera com Vlachodimos há cerca de um ano.
A solução (e não é de agora) tem sido, caricaturalmente falando, contratar para esquecer, numa embriaguez mercantilista sem freio. Voltando aos tais três lugares da frente: imaginemos que o Benfica jogue com Di María na direita, Amdouni no meio e Aursnes na esquerda: os tais seis que ficam de fora custaram 63 milhões de euros (mais do que os encarnados receberam do PSG por João Neves) em apenas um ano e meio.
São demasiados sinais que se juntam a outros menos mediáticos mas reveladores de uma casa com evidentes problemas: mexidas na comissão executiva da SAD, na área financeira, jurídica, scouting e até o diretor-geral do Benfica Campus, no Seixal, está de saída - e nem a propósito: a academia (outrora joia da coroa) não está a produzir talento em qualidade e quantidade para a equipa principal como nos anos anteriores. Só assim se explica a quantidade de contratações, muitas delas para reforçar o banco de suplentes."

Benfica Podcast #534 - A Late Ending

Jogo Pelo Jogo - S02E04 - Sporting x Porto, Novo Treinador Benfica

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Portugal começa a Liga das Nações: é possível vencer de novo?

Observador: Três Toques - Jogar na Arábia: uma questão de amor ou interesse?

Observador: E o Campeão é... - Marco Silva, o eterno quase-treinador do Benfica

Zero: Ponto Final - Fábio Faria

Bem-vindo, Rui Águas!


"O mercado fechou, venha o jogo; Benfica em busca de treinador e sobretudo de golos; Ronaldo marca posição na Seleção; FC Porto brilhante na promoção do futebol feminino; e Rui Águas por aqui

1
Fechou o mercado, começa a competição justa e séria. Os candidatos ao título mexeram-se, aparentemente bem, nas últimas horas de capitalismo. É hora de testarem as soluções e ver como chegam as coisas a janeiro, altura em que o dinheiro entrará de novo em campo.

2
O Benfica está mais exposto na linha de fogo, porque já perdeu cinco pontos e acaba de despedir um treinador. O anúncio do novo estará prestes a acontecer. A expectativa é grande, as certezas poucas, embora cada vez se entreveja mais Bruno Lage no banco encarnado. Uns veem o copo meio cheio — campeão após recuperar grande atraso pontual — outros meio vazio — título perdido após grande avanço pontual. Os resultados ditarão a justiça da escolha, mais do que as palavras de circunstância ou o estilo de jogo, essa entidade que se esfuma entre comentários assim que começamos a contabilizar bolas que entram ou não entram. Poupem-nos, pelo menos, ao conceito de projeto, o bom senso agradece.

3
A Seleção Nacional está reunida para tentar chegar à fase final da Liga das Nações. O entusiasmo é morno, mas Cristiano Ronaldo já animou as hostes ao falar publicamente no primeiro dia e ao mostrar que não está na Cidade do futebol para ser mais um. Para o bem e para o mal, o capitão alcançou um estatuto que lhe permite sentir-se ele e mais dez. Umas vezes isso é ouro, noutras nem por isso. Mas é o que é, e não parece haver forma de vir a ser de outra maneira.

4
Enorme festa no Dragão para a estreia absoluta do futebol feminino do FC Porto. Mesmo com derrota em Alvalade, no masculino, poucas horas antes. Nunca é de mais repetir: o futuro está em marcha e passa pela igualdade de género. No futebol como em toda a sociedade. Se o desporto ajudar, tanto melhor, estará a cumprir parte do seu desígnio. A propósito: no próximo fim de semana decorre a III edição do Ética Summit. É exclusivamente online e com inscrições gratuitas. Temos muito a aprender nestas matérias. Terceira edição do Ética Summit decorre entre 6 e 8 de setembro, exclusivamente online

5
Damos, nesta quarta-feira, as boas-vindas a Rui Águas. Na página 31 do jornal, online, e a partir de agora sempre à quarta-feira, teremos a opinião de uma das grandes figuras do futebol português. Avançado de excelência (tecnicamente, de cabeça, nem Jardel ou João Pinto...) e treinador com provas dadas, é mais um motivo para os nossos leitores se ligarem a nós."

Preço máximo dos bilhetes


"A UEFA decidiu reduzir o preço máximo dos bilhetes que os clubes visitados podem cobrar aos adeptos dos clubes visitantes nas suas três competições masculinas de clubes, ou seja, na Liga dos Campeões, na Liga Europa e na Liga da Conferência. A decisão do organismo foi tomada após acordo da Associação Europeia de Clubes (ECA) e a Football Supporters Europe (FSE).
Em comunicado, a UEFA destaca «o papel crucial que os adeptos desempenham na criação da atmosfera emocionante que define a Liga dos Campeões da UEFA, a UEFA Europa League e a UEFA Conference League, e reconhece o apoio apaixonado que os adeptos prestam às suas equipas durante jogos cruciais fora de casa. Ao tornar os jogos fora de casa mais acessíveis aos adeptos, a UEFA pretende preservar este aspeto único da cultura do futebol europeu». 
Assim, a partir desta época, o preço máximo dos bilhetes para os adeptos visitantes será de 60 euros na Liga dos Campeões, 40 na Liga Europa e 20 na Conference League. Estes preços serão reduzidos na época desportiva seguinte de 2025/26, para 50, 35 e 20.
Este tipo de política desportiva tem em vista manter o futebol como um desporto inclusivo, no qual os adeptos que viajam por toda a Europa para acompanhar a modalidade são valorizados e reconhecidos.
É papel das entidades reguladoras introduzir os ajustes necessários — designadamente através da imposição de regras de caráter normativo — quando se verificam desequilíbrios ou desigualdades no acesso ao desporto; seja enquanto dirigente, enquanto jogador ou enquanto adepto."

Do Pódio ao Mercado de Trabalho: A Empregabilidade dos Atletas no Pós-Carreira


"Conhecem algum atleta que esteja a entrar no mercado de trabalho e a iniciar a próxima fase da carreira, da sua vida profissional? Falem connosco! "Este deveria ser o mote de qualquer empresa que reconhece o impacto que os atletas têm no ambiente de trabalho. É claro que não é garantido que todos os atletas terão sucesso no mundo dos negócios e, por cada um que consegue, haverá outros que terão mais dificuldade em fazer esta mudança. Mas aqueles que o fazem possuem competências e traços de personalidade tão valiosos para as empresas, demonstrando uma série de características específicas, e uma capacidade invulgar para enfrentar situações de grande pressão.
Agora que começam a desvanecer as ondas do grande espectáculo que são os Jogos Olímpicos de Paris 2024, torna-se crucial que dentro de um plano estratégico para o desporto nacional, uma estratégia de pós-carreira bem definida consolidada, com uma legislação que não seja apenas bondosa, mas que tenha aplicabilidade, efeito prático e seja mensurável, ajudaria em primeiro lugar os nossos atletas a não desistirem e, por outro lado, a terem confiança no cada vez mais longo e absorvente processo que é a sua carreira desportiva. Com confiança e segurança transmitidas por quem de direito sobre o seu futuro profissional, o impacto positivo refletir-se-á no presente, mas também e muito na sua performance desportiva no futuro.
Enquanto sociedade que está sempre pronta para glorificar os nossos heróis, temos o dever de começar a refletir nesta componente deste caminho duro e desafiante que é o alto rendimento. As empresas, que muitas vezes utilizam, e bem, os atletas, com a sua aura de heróis nacionais, como imagem e também veículos para campanhas promocionais dos seus produtos, deveriam também considerá-los como potenciais candidatos a vagas de trabalho sabendo que, com a sua capacidade de envolvimento, e postura como role models, cada um deles pode oferecer vantagens adicionais, tornando-se um excelente investimento, quer do ponto de vista da rentabilidade, quer da responsabilidade social.
Também se torna evidente que existe um conjunto de competências transferíveis para o mundo laboral que, se forem bem aproveitadas pelas empresas, podem rapidamente transformar os atletas em ativos de extraordinária importância para as organizações. Ora vejamos, no que respeita à preparação — cada detalhe requer precisão, a atenção que os atletas colocam nos pequenos detalhes, resulta sempre em resultados maiores. São flexíveis, são ensinados a serem adaptáveis, o que pode trazer inúmeros benefícios no mercado de trabalho. Sabem lidar com o inesperado, é para isso que treinam. Sabem que pode sempre surgir algo inesperado que atrapalhe o plano estabelecido, mas isso não os impede de encontrar soluções e contornar os obstáculos. Recebem e aplicam o "feedback" como ninguém; desde muito cedo aprendem a aceitar a rejeição e a frustração e, sobretudo, a ouvir e a pôr em prática os ensinamentos ministrados. Sabem trabalhar com metas em direção aos objetivos, parte indissociável da sua preparação. Os atletas são excelentes a construir relacionamentos, habituados que estão a interagir e aprender com todos os que o rodeiam no mundo do desporto, sinónimo de empatia e liderança, mas também sabem como ninguém motivar as pessoas — pois fazem-no desde sempre!
Numa perspetiva de pós-carreira, as entidades competentes deveriam estabelecer formalmente um eixo de contacto com as empresas com foco na empregabilidade e formação, provando que esta é uma via importante para garantir uma maior adaptabilidade ao mercado de trabalho. Não cabe apenas ao Estado promover estas políticas, mas também às empresas, desde que saibamos apresentar uma proposta valor, compreensível e prática, com resultados palpáveis, numa lógica de "win-win".
São algumas as empresas e outras instituições que já entenderam as vantagens de percorrer este caminho, quer na formação, quer na empregabilidade, integrando estas ações e dinâmicas nas suas estratégias de responsabilidade social, exemplos disso a Fundação Ageas, os Jogos Santa Casa o ISEG, a BP a Intelcia, a Angelini, a Nestlé, a Egor, a Yunit, entre outras.
Para todas as empresas que têm na sua agenda estas preocupações de sustentabilidade, sendo estes, no nosso entender, motivos mais que suficientes para darem este passo, fica aqui o apelo.... Abram esta janela de oportunidade para os nossos heróis e dêem corpo a este mote "Conhecem algum atleta que esteja a entrar no mercado de trabalho e a iniciar a próxima fase da carreira, na sua vida profissional? Falem connosco! ".
Afinal são principalmente os atletas que inspiram e podem despertar uma nação!

P.S A legislação já atribui alguns benefícios às empresas (Lei n.º 13/2024, de 19 de janeiro, no seu Artigo 12.º Apoio às empresas considerado o contrato estabelecido com o atleta de alto rendimento, como contrato de trabalho celebrado com jovem à procura de primeiro emprego.)."

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Lixívia (24/25) - 4


Tabela Anti-Lixívia
Sporting.... 12 (0) = 12
Braga...........8 (-2) = 10
Benfica.........7 (-2) = 9
Corruptos..9 (+2) = 7

Continua a existir muita desinformação sobre as Mãos na Bola! A Regra nunca foi alterada, continua a ter que existir um acto deliberado, aquilo que mudou foi a definição daquilo que é considerado deliberado!
Basicamente, as 'paredes' passaram a ser consideradas falta, quando um jogador aumenta a 'área' do seu corpo para impedir a bola passar (num remate, num cruzamento, ou num passe), ou para controlar a bola, deve ser assinalada falta!
Nas últimas épocas, tem existido algumas tentativas de tornar esta análise mais objetiva, como por exemplo, considerar ilegal quando os braços se levantam acima do nível dos ombros...!!!
Mas muitos analistas e árbitros, basicamente adoptaram um critério: 'Braços numa posição não natural'!!! Algo absurdo, porque existem movimentos naturais, onde os braços são usados como alavanca... os jogadores, não se deslocam com os braços colados ao corpo!!!
E dentro desta subjetividade, vamos tendo análises e decisões, consoante as cores das camisolas...

Em Moreira de Cónegos, tivemos dois lances, dentro das áreas, e por exemplo na PorkosTV o 'expert' Leirós achou que o Benfica foi beneficiado!!! Dá para tudo...

- Alguns Benfiquistas erradamente compararam o lance do Fabiano em Moreira, com o lance da jornada anterior em Faro que beneficiou o Sporting! São lances diferentes: em Faro, a bola ressalta do jogador do Sporting para o braço do defesa do Farense, que não está a fazer 'parede' (como os guarda-redes de andebol), está a lutar pela posição com o adversário...; Em Moreira, o cruzamento é efectuado a mais de 20 metros, o defesa está completamente sozinho, e quando percebe que a bola vai bater na relva, não cola os braços ao corpo, mas faz a tal 'parede' para tentar controlar a bola... aliás, quando percebe que a bola desviou ligeiramente a trajetória, ajusta o braço, antes do contacto... Penalty, claro, dos livros! O ressalto da relva, pode ser usado como alibi para não marcar falta, normalmente em casos 'à queima', nunca em cruzamentos de 20 metros!!!
- Em relação ao lance do penalty do Benfica: começando pelo fim, o toque joelho com joelho é claro... a dúvida, é na disputa de bola do Marcos Leonardo segundos antes. O nosso 'ex-avançado' tentou um pontapé de moinho, saltando, e rodando o corpo, e estando a ser ligeiramente agarrado pelo defesa, a bola bateu-lhe no braço, sem qualquer intencionalidade... Não fez qualquer aumento da volumetria! O Benfica acabou por beneficiar do ressalto, mas isso não é critério para ser falta... E aquela indicação, que diz que não pode existir Mão na Bola, deliberadamente ou não, antes dos golos, é só para os golos... sendo que esta ano, até voltou a ser 'retocada', sendo agora, falta somente se for imediatamente antes do golo, para evitar o VAR andar com a 'cassete' para trás... como por exemplo, aconteceu com o Benfica na última época, num lance om o João Mário!!!

Portanto, em Moreira, o grande erro, foi a não marcação do penalty a favor do Benfica...
Sendo que para mim, o critério disciplinar, e as faltas sucessivas inventadas contra o Benfica, tiveram o condão de obrigar os jogadores do Benfica, a reduzir a pressão... como tem sido habitual em todas as jornadas!!!
O golo anulado ao Moreirense, é claro. Pisadela, óbvia... e não sei se ainda haveria fora-de-jogo! Nem sei se o VAR o analisou!


Em Alvalixo, finalmente um jogo com Amarelos para os Corruptos!!!
No lance que decidiu a partida, o árbitro acabou por decidir bem, existe um toque sobre o Sueco... apesar da queda ser totalmente teatral, o contacto existe!
Agora, na 1.ª mão da Meia-final da Taça de Portugal, na Luz, na última época, num lance muito parecido, o Coates derrubou o Rafa... e nada foi marcado, e muitos Lagartos juraram que o Rafa se atirou para o chão!!!


Em Barcelos, erro incompreensível: empurrão descarado do Félix Correia, sobre o Roger! Não existe qualquer luta pela posição, é um empurrão nas costas: Verdíssimo até podia ser enganado, agora o VAR Rui Costa, devia estar a bater uma soneca!!!


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), D(2-0), Veríssimo(Malheiro, H. Coimbra), Prejudicados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Casa Pia(c), V(3-0), Vasilica(L. Ferreira, N. Cunha), Nada a assinalar
3.ª-Estrela(c), V(1-0), Malheiro(Esteves, Felisberto), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Moreirense(f), E(1-1), Narciso(V. Santos, N. Manso), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)

Sporting
1.ª-Rio Ave(c), V(3-1), Gonçalves(Nobre, N. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Nacional(f), V(1-6), Godinho(Esteves, N. Pires), Nada a assinalar
3.ª-Farense(f), V(0-5), Martins(Veríssimo, Vaz Freire), Beneficiados, (0-4), Sem influência
4.ª-Corruptos(c), V(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), C. Pereira(V. Santos, J. Bessa Silva), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
2.ª-Santa Clara(f), V(0-2), Veríssimo(Rui Oliveira, C. Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
3.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Vasilica(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
4.ª-Sporting(f), D(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar

Braga
1.ª-Estrela(c), E(1-1), Baixinho(Rui Costa, H. Santos), Nada a assinalar
2.ª-Boavista(f), V(0-1), Nobre(Pinheiro, L. Maia), Nada a assinalar
3.ª-Moreirense(c), V(3-1), Almeida(M. Oliveira, Bessa Silva), Nada a assinalar
4.ª-Gil Vicente(f), E(0-0), Veríssimo(Rui Costa, H. Santos), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
1/0

Sporting
3/0

Corruptos
3/1

Braga
0/0

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
-
Minutos:
0+0+0+0-0+0+0+0=0

Sporting
-
Minutos:
0+0+0+0-0+0+0+0=0

Corruptos
3/0
Minutos:
18+34+55+0-0+0+0+0=107 (superioridade)

Braga
-
Minutos:
0+0+0+0-0+0+0+0=0

B) Amarelos
Contra (antes dos 60m) - Adversários (antes dos 60m)
Benfica
13(8) - 11(2)

Sporting
5(3) - 12(8)

Corruptos
8(4) - 7(6)

Braga
5(1) - 15(4)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Narciso - -2
V. Santos - -2

Sporting
-

Corruptos
C. Pereira - +2
V. Santos - +2

Braga
Veríssimo - -2
Rui Costa - -2

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
Veríssimo - 1 - (0/1)
Vasilica - 1 - (1/0)
Malheiro - 1 - (1/0)
Narciso - 1 (0/1)

Sporting
Godinho - 2 - (1/1)
J. Gonçalves - 1 - (1/0)
Martins - 1 (0/1)

Corruptos
C. Pereira - 1 - (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)

Braga
Baixinho - 1 - (1/0)
Nobre - 1 (0/1)
Almeida - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Malheiro - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)

Sporting
Nobre - 1 (1/0)
Esteves - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
Martins - 1 (1/0)

Corruptos
V. Santos - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)

Braga
Rui Costa - 2 (1/1)
Pinheiro - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
H. Coimbra - 1
N. Cunha - 1
Felisberto - 1
N. Manso - 1

Sporting
N. Pereira - 1
N. Pires - 1
Vaz Freire - 1
H. Ribeiro - 1

Corruptos
J. Bessa Silva - 1
C. Campos - 1
P. Brás - 1
H. Ribeiro - 1

Braga
H. Santos - 2
L. Maia - 1
J. Bessa Silva - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Veríssimo - 1+0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0+1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 1 + 0 = 1
Martins - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Veríssimo - 0 + 1 = 1

Corruptos
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1

Braga
Nobre - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Malheiro - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 2 + 0 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Veríssimo - 0 + 1 = 1

Corruptos
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1

Braga
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Terceiro Anel: Akturkoglu...

Águia: Diário...

Zero: Senhoras - S05E01 - Liga BPI, Champions e FC Porto: estamos de volta!

Falsos Lentos - S05E01 - O Carlos está com um Pau!

Em nome do Benfica


"1. Não foi propriamente um choque a morte de Sven-Goran Eriksson. O nosso antigo treinador tornou pública a gravidade da sua doença em janeiro deste ano e anunciou que 'na melhor das hipóteses' não teria mais de um ano de vida.

2. E não teve mais de um ano de vida o treinador sueco que deu três títulos de campeão ao Benfica. 'Adormeceu' na sua casa, como queria, com família e amigos por perto. E ainda deixou uma mensagem final para todos os que o estimavam pelas qualidades que fizeram dele um sujeito à parte: 'Foi fantástico. Cuidem de vocês e das vossas vidas'. Classe pura.

3. Eriksson deixou uma legião de admiradores por vários países e continentes. O legado que deixou no Benfica - para lá dos títulos e das grandes aventuras europeias - é impressionante. Trouxe-nos a modernidade no início da década de 80 do século passado. E trouxe-nos um futebol que era uma festa, uma ambição que era a nossa e um grau de responsabilidade que nunca devemos desrespeitar.

4. Sexta-feira, às 20:15, em Moreira de Cónegos. É este o desafio do Benfica na 4.ª jornada do campeonato. Não se trata de um jogo de maior ou de menor importância do que os outros que o Benfica vai ter pela frente, mas é o desafio desta semana, e, por essa razão, é para o Moreirense que se dirige a atenção dos adeptos. E que se concentrará naturalmente, a atenção dos responsáveis técnicos e dos jogadores do Benfica.

5. Uma partida em falso, como a que aconteceu em Famalicão na 1.ª jornada da prova das provas nacionais, obriga a todos a uma concentração extrema nos passos seguintes. Não em nome da serenidade que se reclama nem da exigência que é um dever. Em nome do Benfica e mais nada, o resto são redundâncias.

6. O episódio da piscina em grupo e da visita em grupo ao jardim zoológico privativo de Fernando Póvoas terá precipitado ou não, o anúncio do abandono da carreira do árbitro Artur Soares Dias. Para colmatar a vaga deixada em aberto, subiu ao escalão principal o árbitro portuense Miguel Fonseca, da Associação de Futebol do Porto. Miguel Fonseca tem 28 anos, é uma esperança da arbitragem, dizem. Que tenham razão.

7. Aparentemente, o Benfica não anda à procura de treinador para a equipa principal. E também não andará à procura de treinadores para os demais escalões do seu futebol. E, ainda que andasse, não menos se estranhariam as afirmações do antigo jogador Ricardo Sá Pinto que atualmente exerce a profissão de treinador de futebol. 'O Benfica é o único clube que nunca irei treinar'. Tem toda a razão. Ricardo Sá Pinto, estamos de acordo. E acrescentou: 'Não o irei fazer, tenha a oferta ou a oportunidade'. Nem uma coisa, nem outra, pode ter a certeza Sá Pinto."

Leonor Pinhão, in O Benfica

A Rainha, o Rei e o Duque


"O que é que o Jazz e o futebol têm em comum? Uma pantera!

Em 23 de Janeiro de 1966, um avião aterrou no aeroporto de Lisboa. Para lá dos portões de desembarque, os jornalistas esperavam, ansiosos, com os braços cheios de bouquets, ajeitando os lápis por trás das orelhas. Os indicadores dos fotógrafos tremiam no botão, como cowboys ao meio-dia, prontos a premir o gatilho, mas, neste caso, o 'tiro' não ia deixar o outro forasteiro caído no chão às 12:01. O premir do gatilho ativou o flash, e de luz saiu: Ella Fitzgerald, a 'Rainha do Jazz', e Duke Ellington, uma figura tão brilhante como decisiva, sendo que alguns críticos não consideravam que Ellington tocava jazz 'a sério', devido à ausência de improvisação enquanto tocava.
No dia 24 de Janeiro, no camarote do Cineteatro Monumental, durante o intervalo, Fitzgerald e Ellington assinaram panfletos, guardanapos, qualquer tipo de papel que os fás conseguiram encontrar. Um deles destacou-se da maré de fãs: Eusébio da Silva Ferreira, o Pantera Negra, o Rei do futebol.
A música fazia tanto parte da alma dele como o desporto. Ecoava nos corredores da casa muito depois de o gira-discos ter sido desligado, tendo declarado que 'se não tivesse sido futebolista, tinha sido o maior bailarino do mundo'. O craque tinha um amor especial pelo jazz, visto que, quando estagiou em Vale de Lobos, gravava as últimas novidades em fita magnética. Este amor era nutrido com a mulher, Flora Bruheim, que o acompanhou ao concerto.
Tendo em conta esta  apreciação, não é de esperar que Eusébio não tenha perdido a oportunidade de conhecer dois músicos que marcaram o género do jazz, Ellington, que nos transportava para uma montanha onde um amor perdido nos esperava com braços abertos, e Fitzgerald, com o canto que ouvimos nos nossos sonhos, mesmo antes de acordarmos.
No camarote, com um sorriso rasgado, dirigiu-se primeiro a Duke Ellington, que já o tinha visto jogar. Conversaram com alguém a traduzir por Eusébio. Ellington saudou Eusébio como o 'melhor futebolista da Europa', e Eusébio admitiu que era um grande admirador do pianista, apelidando-o de 'o famoso Duke Ellington'. A conversa dos dois terminou com a promessa de Ellington de enviar a Eusébio uma coleção das suas composições. De seguida, encontrou Ella Fitzgerald, resplandecente no seu vestido preto e pérolas. Eusébio posou com ela, Fitzgerald aconselhando o craque para fazer tudo para ser o melhor do mundo, já que era o melhor da Europa. Eusébio perguntou se gostava de futebol, e ela admitiu que só tinha tempo para se dedicar à música.
A admiração mútua transpareceu no conselho de Fitzgerald. Embora os astros não tivessem muito em comum, é inegável que este foi um momento significativo na cultura pop portuguesa, quando a música internacional e o futebol nacional se conheceram.
Para saber mais sobre a figura monumental que era Eusébio, convidamo-lo a explorar a área 24 - O 'Pantera Negra' e Outras Lendas, no Museu Benfica - Cosme Damião."

Ana Catarina Rodrigues, in O Benfica

Exercício de ironia


"Vamos recuar até maio de 2023, mês da mais recente conquista do campeonato nacional masculino de futebol pelo SL Benfica. Desde esse momento, saíram do plantel profissional orientado por Roger Schmidt cerca de 20 jogadores que vestiram com alguma ou muita regularidade a camisola do Glorioso. Primeiro, foi Grimaldo. Viajou para Leverkusen em fim de contrato. Hoje, é visto como uma grande perda. Nos meses e anos anteriores, o lateral espanhol era constantemente acusado pelo Tribunal da Luz de não saber defender.
O alemão Julien Weigl mudou-se para Monchengladbach para gáudio dos seus críticos. 'Só faz passes para trás', gritavam os entendidos da bancada. O suíço Haris Seferovic foi para o Al Wasl, do Dubai, depois de ter marcado 74 golos em 57 jogos pelo Glorioso - 'Fraquinho', escreviam nas redes sociais os 'verdadeiros' benfiquistas.
O brasileiro Gilberto, lateral com mais alma do que todos os assobiadores de João Mário juntos, foi para o Bahia, e não se voltou a ver entrega igual. Henrique Araújo foi para Famalicão, Lucas Veríssimo voltou ao Brasil, e Odysseas Vlachodimos foi para Inglaterra. O primeiro ainda tinha de crescer, o segundo estava acabado por causa de uma lesão, o terceiro não era guarda-redes para o SL Benfica, defendiam os peritos na plateia e nas televisões.
Paulo Bernardo foi para o Celtic. João Vítor, para o Vasco da Gama. Gabriel, para o Fluninense, e Gonçalo Guedes regressou aos Wolves - 'a culpa é do treinador, que não lhes dá oportunidades', sentenciaram os experts sem fazer as contas aos minutos de utilização e graus de aproveitamento. Chiquinho e Rafa (já depois de Pizzi ter sido enxovalhado) também seguiram os seus caminhos para Grécia e Turquia, 'Não prestavam', apesar de terem dado tudo pelo Clube e terem sido fundamentais nas conquistas recentes. Quem presta, ficamos a saber pelas reações, por exemplo, ao que se passa com João Mário, é quem ataca os nossos jogadores desde a bancada e nas redes sociais. Esses, sim, amam verdadeiramente o Clube."

Ricardo Santos, in O Benfica

"Uma palavra em português? Benfica"


"Nasci em 1994, o que significa que nunca teve a oportunidade de ver Sven-Goran Eriksson sentado no banco de suplentes do Estádio da Luz - à excepção de 2004, quando o treinador sueco liderou a Inglaterra num europeu onde disputou quatro jogos, sendo que três deles, se dúvidas houvesse quanto à força do vínculo de Eriksson com a Luz, jogaram-se na Catedral. O último, naquele duelo mítico com Portugal, decidido nas grandes penalidades. Dois anos depois, o então seleccionador voltava a ser eliminado pelos portugueses, novamente na lotaria dos penáltis, no Mundial 2026. Se recuarmos a 2002, quando a Inglaterra de Sven-Goran Eriksson caiu diante do Brasil nos quartos-de-final do Mundial, encontramos um dado curioso na sua passagem pela seleção inglesa, Eriksson foi sempre eliminado pela língua portuguesa na fase final das três competições onde participou, e sempre por Luiz Felipe Scolari.
Ninguém diria, em 5 de Fevereiro de 1948, quando Sunne, pequena cidade na Suécia, viu o menino Eriksson nascer, que um dia Portugal iria marcar tão significativamente a sua vida. Devidamente homenageada enquanto era tempo, porque é seguramente mais bonito enaltecermos alguém antes de partir do que depois. Não significa que os tributos não se mantenham e prolonguem depois da morte, e é por isso que este é apenas mais um pequeno texto sobre Eriksson, como tantos outros por estes dias escritos e lidos. Falavam-me em Sven-Goran Eriksson desde pequeno no mesmo tom em que falavam de outras lendas que foram construindo a mística, bem presente na resposta imediata de Eriksson a Rui Miguel Tovar em 2017, quando logo no início da entrevista lhe perguntara que palavras portuguesas sabia: ' Benfica'"

Pedro Soares, in O Benfica

O sonho do Francisco


"Nenhuma criança devia passar pelo que o Francisco passou, mas a vitória é como é, e não há volta  a dar a não ser convocar a amizade e a solidariedade de todos e apoiá-lo da melhor forma possível, acolhê-lo calorosamente. E isso o Benfica sabe fazer como ninguém, encontrando sempre espaço para acolher um dos seus e dar-lhe carinho, amizade e força nas horas mais difíceis. Por isso, como sempre, o futebol profissional abriu todas as excepções possíveis para receber o Francisco no seio do plantel e transformar os seus ídolos em amigos reais, de carne e osso, capazes de abraçar, rir e confrontar. Não lhe deram nada que não recebessem também da parte dele nesta experiência de grande riqueza e calor humano que nos recorda a todos uma frase tão cara aos benfiquistas: 'Só nós sentimos assim...'
Sabemos que este foi apenas um doa na vida desta criança, mas foi um dia maravilhoso recheado de carinho e alegria que culminou numa calorosa recepção no Estádio da Luz, a Benfica, colorida, vermelha e quente. Uma experiência que recordou ao Francisco que, mesmo nos dias mais difíceis, não está nem ficará sozinho no mundo. Além da família que ainda lhe resta e que está a dar tudo por ele, tem os amigos, a comunidade onde vive, e pertence a um colosso do futebol e da alma portuguesa: o Benfica. É um de nós e pode contar conosco, no sonho e na vida!"

Jorge Miranda, in O Benfica

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"3
O triatleta Vasco Vilaça foi 3.º no Supertri de Chicago;

6
Os canoístas do Benfica alcançaram medalhas em 6 provas do Campeonato do Mundo de canoagem de velocidade. Teresa Portela e Messias Baptista conseguiram o ouro em K2 500 metros mistos. Messias Baptista ganhou também a prova de K1 200 metros. Fernando Pimenta assegurou a prata em K1 500 metros e K1 5000 metros. Teresa Portela levou a prata em K2 200 metros. Fernando Pimenta, Messias Baptista e Teresa Portela foram bronze em K4 500 metros;

10
Otamendi passou a ser, a par de Toni, o 10.º futebolísta que mais vezes envergou a braçadeira de capitão de equipa de honra do Benfica (incluindo particulares);

15
Tiago Gouveia integra agora o trio, com Jota e André Gomes, que ocupa a 15.ª posição dos jogadores formados no Benfica Campus com mais jogos oficiais (19) pela equipa A no Estádio da Luz. Este ranking é liderado por Rúben Dias, seguido por Florentino;

50
Bah atingiu a marca dos 50 jogos de águia ao peito no Campeonato Nacional;
Arthur Cabral completou 50 jogos pelo Benfica incluindo particulares;

76
Sven-Goran Eriksson faleceu aos 76 anos. O treinador sueco ajudou o Benfica, em 5 temporadas, a vencer 3 Campeonatos Nacionais, 1 Taça de Portugal, 1 Supertaça e 1 Taça de Honra da AFL. Atingiu 2 finais europeias, a da Taça UEFA em 1982/83 e a da Taça dos Clubes Campeões Europeus em 1989/90;

100
Aursnes chegou aos 100 jogos pelo Benfica em competições oficiais;

59490
Espectadores no jogo com o Estrela da Amadora na Luz. A média, nesta época, em jogos na Luz para o Campeonato Nacional é 59208 (na época passada, foram 56248 por jogo, a 2.ª média mais alta de sempre no atual estádio do Benfica)."

João Tomaz, in O Benfica

Terceiro Anel: Bola ao Centro #61 - O fim da Schmidtologia!

Falar Benfica #174

Zero: Ataque Rápido - S06E05 - O estado atual do Benfica e o estado de graça do Sporting

Plantel reforçado


"O destaque desta edição da BNews recai nas operações de mercado no último dia de inscrições em Portugal.

1. Reforço
Kerem Aktürkoglu, internacional turco, chega ao Benfica proveniente do Galatasaray. "Prometo aos adeptos que vou dar sempre 100% dentro do campo", afirma.

2. Reconhecimento
Pavlidis recebeu o prémio de Melhor Marcador do Campeonato neerlandês na pretérita temporada.

3. Convocado
Bajrami integra a mais recente convocatória da seleção albanesa.

4. Transferência
Marcos Leonardo passa a representar o Al-Hilal, da Arábia Saudita.

5. Empréstimo
Martim Neto é cedido ao Rio Ave por uma temporada.

6. Missão Champions
Em futebol no feminino, o Benfica procura voltar a disputar a fase de grupos da Liga dos Campeões. O adversário na meia-final da 1.ª eliminatória é o campeão dinamarquês, FC Nordsjaelland. "Não esperamos facilidades, mas estamos preparadas para o embate", assume Filipa Patão.

7. Distinções
Três futsalistas do Benfica distinguidas na Liga Placard 2023/24: Ana Catarina – Melhor Guarda-redes; Janice Silva – Melhor Jogadora; Inês Fernandes – Prémio Fair Play.

8. Renovações e reforços
Rita Batista chega do Turquel para a equipa feminina de hóquei em patins do Benfica.

9. Jogos de preparação em agenda
Foram anunciadas partidas de pré-época da equipa masculina de hóquei em patins e da equipa feminina de basquetebol do Benfica.

10. Casa Benfica Figueira da Foz
Esta embaixada do benfiquismo celebrou o 30.º aniversário."

Preço Benfica!

Sem stress...

5 minutos: Diário...

Zero: Tema do Dia - O «caso Galeno»: passo a passo, a história de uma saída falhada

Atypical: Revenge Game Against One of the Best Teams In Spain ! Pro Basketball Game Day vs Unicaja Malaga

Atypical: If I Don't Pass These Tests, Then I Don't Play Pro Basketball...

Akturkoglu


Surpresa de última hora (a 10 minutos do fecho do mercado!), vinda da Turquia! Jogador de inegável qualidade, internacional pelo seu país, ídolo do seu Clube (o maior da Turquia...), com caraterísticas que misturam um pouco do Rafa e do Neres, que vem claramente preencher uma necessidade: velocidade no 1x1, algo que o plantel precisava...



A grande questão será mesmo a adaptação. Historicamente jogadores Turcos, quando saem do seu país, têm dificuldade em demonstrar as suas qualidades nos principais campeonatos Europeus. No Benfica terá o Kokçu e até o Amdouni para 'ajudar' a transição, mas vai depender muito da aposta do treinador...


Visão: Akturkoglu

Plantel...

SL Benfica

Infalíveis...!!!