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quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Lixívia (24/25) 15


Tabela Anti-Lixívia
Benfica...........38 (-4) = 42
Sporting....... 37 (+1) = 36
Braga............28 (-4) = 32
Corruptos..37 (+12) = 25

Semana com dois jogos do Benfica, e com consistência arbitral! Basicamente para os nossos adversários levaram Cartões, só em caso de fratura exposta, contra o Benfica, ate as correntes de ar, são alvo de acções disciplinares!!!
Mesmo assim, nos dois lances mais importantes nas duas partidas, as decisões foram corretas:
- Penalty claro na Choupana a favor do Benfica!
- VAR a anular o penalty na Luz, quando é o avançado do Estoril, que procura o contacto com o Tomás...
Agora, nos Amarelos, é inacreditável como é que o Boma, chegou ao fim do jogo: a falta sobre o Akturkoglu até podia ter levado à expulsão direta; e depois no 2.º tempo, já com Amarelo, ainda travou um contra-ataque do Benfica, numa falta cínica, e não levou o 2.º! Até o treinador do Estoril percebeu, e retirou-o!!!
Inacreditável, como no meio-campo ofensivo do Benfica, só existem faltas a favor do Benfica, encostada às Laterais, antes dos últimos 30 metros, porque nos últimos 30 metros, nem nas Laterais, e muito menos em zona Central... O Di Maria então, é cacetada de meia-noite e nada é assinalado!


A Lagartada, não ganhou e voltou a chorar! Curioso como com tanto tempo de antena, dado ao sofrimento Lagarto após a saída do Amorim, ainda ninguém tenha chegado à conclusão que o Antero (cunhado do Amorim), faz muita falta!
O Sporting, disciplinarmente continua a ser beneficiado... e no ponto de vista técnico, é verdade que as faltas perigosas, incluindo os penalty's, têm caído com menos frequência! Isso não quer dizer que todos os pedidos são penalty's, mas com o Amorim, provavelmente teriam sido todos marcados!
- Começo pelo penalty sobre o Sueco: para mim é penalty! Não é propositado, mas o defesa do Gil, dá um toque por baixo do pé do avançado Sueco, no momento que este tentava jogar a bola, com o mesmo pé...
- No lance da simulação do Debast, não posso deixar de salientar a ironia, do Sporting ter tido um potencial golo anulado (a defesa do Gil parou, portanto nunca saberemos...), porque um dos seus jogadores decidiu 'mergulhar' para a piscina!

O regresso dos Corruptos a Moreira, não foi tão fácil como o resultado pode deixar transparecer!
- Nos primeiros minutos ficou um penalty claro por marcar contra os Corruptos: empurrão claro do Otávio nas costas do avançado do Moreirense! A intensidade é irrelevante; ombro nas costas, não foi carga de ombro! Mas com o Veríssimo (aparentemente o preferido dos Corruptos esta época, para os jogos fora...), e com a besta do Vasco Santos no VAR, nada foi marcado...
- Ainda com 0-1 no marcador (que podia ter sido 1-1, com o penalty não assinalado), expulsão perdoada ao outro Central dos Corruptos, com uma Tesoura Área Frontal... Algo que era habitual nos anos 90, mas que nos dias de hoje, quase ninguém arrisca fazer...!!!

Nos Açores, expulsão estranha a favor do Braga! Nunca saberemos as palavras ditas, mas o jogador do Santa não fez gestos agressivos, e os árbitros neste tipo de lances deixam passar... mas o Moedinhas, é convencido demais!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), D(2-0), Veríssimo(Malheiro, H. Coimbra), Prejudicados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Casa Pia(c), V(3-0), Vasilica(L. Ferreira, N. Cunha), Nada a assinalar
3.ª-Estrela(c), V(1-0), Malheiro(Esteves, Felisberto), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Moreirense(f), E(1-1), Narciso(V. Santos, N. Manso), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
5.ª-Santa Clara(c), V(4-1), C. Pereira(Rui Costa, H. Santos), Beneficiados, (3-1), Impossível contabilizar
6.ª-Boavista(f), V(0-3), Pinheiro(Martins, H. Ribeiro), Prejudicados, (0-5), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(5-1), Nogueira(Rui Oliveira, F. Silva), Nada a assinalar
8.ª-Nacional(f), V(0-2), Correia(Vasilliaca, B. Jesus), Nada a assinalar
9.ª-Rio Ave(c), V(5-0)Martins(V. Santos, A. Dias), Prejudicados, (6-0), Sem influência
10.ª-Farense(f), V(1-2), C. Pereira(Correia, I. Pereira), Prejudicados, (1-3), Sem influência
11.ª-Corruptos(c), V(4-1), Pinheiro(Martins, P. Martins), Prejudicados, Sem influência
12.ª-Arouca(f), V(0-2), Godinho(Rui Oliveira, C. Campos), Nada a assinalar
13.ª-Guimarães(c), V(1-0), Nogueira(Correia, I. Pereira), Nada a assinalar
14.ª-AFS(f), E(1-1), J. Gonçalves(Rui Costa, T. Costa), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
15.ª-Estoril(c), V(3-0), Nobre(Esteves, R. Silva), Prejudicados, Sem influência

Sporting
1.ª-Rio Ave(c), V(3-1), Gonçalves(Nobre, N. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Nacional(f), V(1-6), Godinho(Esteves, N. Pires), Nada a assinalar
3.ª-Farense(f), V(0-5), Martins(Veríssimo, Vaz Freire), Beneficiados, (0-4), Sem influência
4.ª-Corruptos(c), V(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
5.º-Arouca(f), V(0-3), Pinheiro(Gonçalves, Carneiro), Beneficiados, (0-2), Impossível contabilizar
6.ª-AFS(c), V(3-0), Baixinho(Rui Costa, J. Bessa Silva), Prejudicados, Sem influência
7.ª-Estoril(f), V(0-3), J. Gonçalves(Esteves, G. Vaz Freire), Nada a assinalar
8.ª-Casa Pia(c), V(2-0), Nogueira(C. Pereira, H. Santos), Beneficiados, Sem influência
9.ª-Famalicão(f), V(0-3), Veríssimo(Malheiro, G. Vaz Freire), Beneficiados, (1-3), Impossível contabilizar
10.ª-Estrela(c), V(5-1), B. Vieira(J. Gonçalves, A. Carneiro), Beneficiados, (5-4), Impossível contabilizar
11.ª-Braga(f), V(2-4), Godinho(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
12.ª-Santa Clara(c), D(0-1), C. Pereira(H. Carvalho, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Moreirense(f), D(2-1), Nobre(Malheiro, G. Vaz Freire), Nada a assinalar
14.ª-Boavista(c), V(3-2), Veríssimo(Esteves, B. Jesus), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
15.ª-Gil Vicente(f), E(0-0), Narciso(L. Ferreira, N. Manso), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)

Corruptos
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), C. Pereira(V. Santos, J. Bessa Silva), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
2.ª-Santa Clara(f), V(0-2), Veríssimo(Rui Oliveira, C. Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
3.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Vasilica(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
4.ª-Sporting(f), D(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
5.ª-Farense(c), V(2-1), Almeida(B. Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
6.ª-Guimarães(f), V(0-3), Veríssimo(Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
7.ª-Arouca(c), V(4.0), Narciso(Martins, B. Jesus), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
8.ª-Braga(c), V(2-1), Pinheiro(Narciso, V. Marques), Beneficiados, (1-2), (+3 pontos)
9.ª-AVS(f), V(0-5), Nogueira(Rui Costa, N. Manso), Nada a assinalar
10.ª-Estoril(c), V(4-0), David Silva(H. Carvalho, F. Pereira), Nada a assinalar
11.ª-Benfica(f), D(4-1), Pinheiro(Martins, P. Martins), Beneficiados, Sem influência
12.ª-Casa Pia(c), V(2-0), Malheiro(Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
13.ª-Famalicão(f), E(1-1), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(2-0), Nogueira(L. Ferreira, J. Pereira), Beneficiados, (1-0), Sem influência
15.ª-Moreirense(f), V(0-3), Veríssimo(V. Santos, J. Bessa e Silva), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)

Braga
1.ª-Estrela(c), E(1-1), Baixinho(Rui Costa, H. Santos), Nada a assinalar
2.ª-Boavista(f), V(0-1), Nobre(Pinheiro, L. Maia), Nada a assinalar
3.ª-Moreirense(c), V(3-1), Almeida(M. Oliveira, J. Bessa Silva), Nada a assinalar
4.ª-Gil Vicente(f), E(0-0), Veríssimo(Rui Costa, H. Santos), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
5.ª-Guimarães(c), D(0-2), Godinho(M. Oliveira, J. Bessa Silva), Beneficiados, Sem influência
6.ª-Nacional(f), V(0-3), Malheiro(C. Pereira, T. Costa), Nada a assinalar
7.º-Rio Ave(c), V(4-0), C. Pereira(Rui Costa, A. Dias), Beneficiados, Impossível contabilizar
8.ª-Corruptos(f), D(2-1), Pinheiro(Narciso, V. Marques), Prejudicados, (1-2), (-3 pontos)
9.ª-Farense(c), V(2-0), J. Gonçalves(Godinho, R. Teixeira), Nada a assinalar
10.ª-Arouca(f), V(1-2), Baixinho(Melo, A. Dias), Beneficiados, Prejudicados, Sem influência
11.ª-Sporting(c), D(2-4), Godinho(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
12.ª-AFS(f), V(0-1), Nobre(Nogueira, P. Brás), Beneficiados, Sem influência
13.ª-Estoril(c), E(2-2), B. Vieira(M. Oliveira, V. Marques), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
14.ª-Famalicão(c), E(3-3), Malheiro(Rui Oliveira, A. Dias), Nada a assinalar
15.ª-Santa Clara(f), V(0-2), Martins(J. Gonçalves, C. Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
4/0

Sporting
7/0

Corruptos
5/4

Braga
4/2

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
0/0
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=0

Sporting
0/0
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=0

Corruptos
5/0
Minutos:
18+34+55+0+0+0+52+0+0+0+0+0+0+20+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=179 (superioridade)

Braga
2/1
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+20+0+0+77-0+0+0+0+41+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=-56 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
31(17) / 149- 166 / 34(15)

Sporting
18(9) / 166 - 203 / 46(27)

Corruptos
36(15) / 219 - 213 / 37(22)

Braga
31(12) / 218 - 182 / 44(22)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Narciso - -2
V. Santos - -2
J. Gonçalves - -2
Rui Costa - - 2

Sporting
Veríssimo - +3
Esteves - +3
Narciso - -2
L. Ferreira - -2

Corruptos
Narciso - +5
V. Santos - +4
Almeida - +3
B. Costa - +3
Pinheiro - +3
C. Pereira - +2
Martins - +2
Veríssimo - +2

Braga
Veríssimo - -2
Rui Costa - -2
Pinheiro - -3
Narciso - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
C. Pereira - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (1/1)
Nogueira - 2 (2/0)
Veríssimo - 1 - (0/1)
Vasilica - 1 - (1/0)
Malheiro - 1 - (1/0)
Narciso - 1 (0/1)
Martins - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Nobre - 1 (1/0)

Sporting
Godinho - 3 - (1/2)
J. Gonçalves - 2 - (1/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Martins - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (0/1)
Baixinho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (1/0)
B. Vieira - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Nobre - 1 (0/1)
Narciso - 1 (0/1)

Corruptos
Veríssimo - 3 (0/3)
Pinheiro - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (1/1)
C. Pereira - 1 - (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Almeida - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
David Silva - 1 (1/0)
Malheiro - 1 (1/0)

Braga
Baixinho - 2 - (1/1)
Godinho - 2 (2/0)
Nobre - 2 (0/2)
Malheiro - 2 (1/1)
Almeida - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
C. Pereira - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
B. Vieira - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
V. Santos - 2 (1/1)
Martins - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (1/1)
Correia - 2 (1/1)
Rui Costa - 2 (1/1)
Esteves - 2 (2/0)
Malheiro - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Vasillica - 1 (0/1)

Sporting
Esteves - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Malheiro - 2 (0/2)
Nobre - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Martins - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (0/1)

Corruptos
Martins - 4 (1/3)
Narciso - 3 (3/0)
V. Santos - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
B. Costa - 1 1/0)
Melo - 1 (0/1)
R. Costa - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (0/1)

Braga
Rui Costa - 3 (2/1)
M. Oliveira - 3 (3/0)
Narciso - 2 (1/1)
Pinheiro - 1 (0/1)
C. Pereira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
Melo - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (0/1)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
J. Gonçalves - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
I. Pereira - 2
A. Dias - 1
H. Coimbra - 1
N. Cunha - 1
Felisberto - 1
N. Manso - 1
H. Santos - 1
H. Ribeiro - 1
F. Silva - 1
P. Martins - 1
C. Campos - 1
T. Costa - 1
B. Jesus - 1
R. Silva - 1

Sporting
G. Vaz Freire - 4
A. Carneiro - 2
N. Pereira - 1
N. Pires - 1
H. Ribeiro - 1
J. Bessa Silva - 1
H. Santos - 1
P. Brás - 1
P. Felisberto - 1
B. Jesus - 1
N. Manso - 1

Corruptos
V. Marques - 2
H. Ribeiro - 2
J. Bessa Silva - 2
C. Campos - 1
P. Brás - 1
J. Fernandes - 1
S. Jesus - 1
B. Jesus - 1
N. Manso - 1
F. Pereira - 1
P. Martins - 1
J. Pereira - 1

Braga
A. Dias - 3
H. Santos - 2
J. Bessa Silva - 2
P. Brás - 2
V. Marques - 2
L. Maia - 1
T. Costa - 1
R. Teixeira - 1
C. Campos - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Correia - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Vasillica - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 1 + 1 = 2
J. Gonçalves - 1 + 1 = 2
Narciso - 1 + 1 = 2
Malheiro - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Martins - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Godinho - 2 + 0 = 2
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Braga
Nobre - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Martins - 1 + 0  = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
C. Pereira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Nogueira - 0 + 1 = 1
J. Gonçalves - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Martins - 1 + 2 = 3
Correia - 1 + 2 = 3
C. Pereira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Rui Costa - 1 + 1 = 2
Vasilica - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Sporting
J. Gonçalves - 2 + 2 = 4
Godinho - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Martins - 1 + 1 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
Narciso - 1 + 1 = 2
Malheiro - 0 + 2 = 2
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
B. Vieira - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
H. Carvalho - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Narciso - 1 + 3 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Almeida -  1 + 0 = 1
David Silva - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
B. Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
H. Carvalho - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Braga
Godinho - 2 + 1 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Baixinho - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Malheiro - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
J. Gonçalves - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
B. Vieira - 1 + 0 = 1
Martins - 1 + 0 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Nogueira - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 8  (-1 jogo)
Jornada 9  (-1 jogo)
Jornada 10 (-1 jogo)
Jornada 11 (-1 jogo)
Jornada 12 (-1 jogo)
Jornada 13 (-1 jogo)
Jornada 14 (-1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Ambições obrigatórias


"1. O Benfica deixou 2 pontos em Vila das Aves, mas não deixou em Vila das Aves as suas ambições de conquistar o título de campeão nacional que será o 39.º da nossa história. Não digo, referindo-me ao nosso clube, 'as suas ambições legítimas' porque as ambições, no Sport Lisboa e Benfica, antes de serem legítimas, são obrigatórias. O resto é e será sempre futebol.

2. Leandro Barreiro, que iniciou o jogo com o AFS na condição de titular, resumiu melhor do que ninguém a exibição da equipa do Benfica pelo final da tarde do último domingo: 'Não jogámos como campeões, mas temos de reagir como campeões'. É exactamente isto, sem tirar nem pôr. O que o Benfica fez em campo, especialmente na segunda parte, ficou bastante longe do exigível para vencer o desafio. Corre o mês de Dezembro, falta muito tempo e faltam muitos jogos para as decisões. Mas, em Vila das Aves, o que mais faltou ao Benfica foi, simplesmente, Benfica.

3. Tomás Araújo, português, 22 anos, Alexander Bah, dinamarquês, 27 anos, Fredrik Aursnes, norueguês, 29 anos, Adrien Bajrami, albanês, 22 anos, foram os quatro jogadores que prolongaram os seus contratos com o Benfica até 2029. É bom contar com eles.

4. O actual presidente da Liga, Pedro Proença, anunciou nesta última quarta-feira a sua candidatura à presidência da Federação Portuguesa de Futebol. Proença tornou oficial a sua intenção de suceder a Fernando Gomes na liderança da FPF no decorrer da Cimeira dos Presidentes que decorreu no Porto reunindo os presidentes das duas principais ligas nacionais, entre os quais se encontrava, como não podia deixar de ser, o presidente do Benfica.

5. O antigo árbitro Pedro Proença afirmou nessa mesma ocasião que não conseguiu 'ser indiferente aos apelos' que recebeu 'de todos os agentes do futebol português para abraçar este desafio'. E disse mais: 'Avanço depois de ter recebido hoje o incentivo dos clubes do futebol profissional'. Está, assim, escolhido, o próximo presidente da Federação Portuguesa de Futebol.

6. O tempo dirá o que tiver a dizer sobre a obra de Proença na Federação. O Benfica também seguiu caminho por essa maré de concórdia que elegerá Pedro Proença já no próximo mês de Fevereiro. Abre-se-nos, deste modo, em grande campo de expectativas em função do que esta nova realidade, inevitavelmente, vier a trazer quer externa quer internamente.

7. Está concluído o processo de revisão estatutária. Foram necessários dois presidentes da Mesa da Assembleia Geral e três Assembleias Gerais - 21 de Setembro, 26 de Outubro e 14 de Dezembro - para que os sócios do Benfica discutissem e votassem o novo regimento do Clube. Está feito. Viva o Benfica."

Leonor Pinhão, in O Benfica

Ensaio sobre o centenário do râguebi no Benfica


"A modalidade no Clube deu os primeiros passos entre o final de 1924 e o início de 1925, ajudando a promovê-la no país

A história não é uma 'área do conhecimento' estanque. Os seus vestígios, sobretudo escritos, revelam visões unilaterais, ou seja, quem os produziu expôs os factos como os viveu, sob o seu ponto de vista, não estando ao alcance do complexo quadro histórico em que estava inserido. Quem estuda o passado deve, por obrigação, acertar as múltiplas visões, inserindo-as num panorama geral e cronológico.
Por vezes há erros interpretativos. Serão sempre úteis novos olhares sobre os acontecimentos para outras análises ou corrigir dados. É por isso que a história não é absoluta, sendo construída à luz de novos documentos e novas perspectivas.6
Há muitas décadas que se estabeleceu que o primeiro jogo de râguebi do Benfica foi no dia 26 de Dezembro de 1924. Afirma-o o indispensável livro de Rebelo da Silva e Mário de Oliveira, lançado em dois volumes em 1954, sobre a história dos 50 anos do Benfica. A data foi repetida numerosas vezes ao longo das décadas seguintes.
No entanto, os periódicos da época são claros. O râguebi do Benfica teve o seu primeiro jogo-treino frente ao Sporting (D 0-11) no dia de Natal de 1924. Nessa quinta-feira, o primeiro plantel do Benfica teve Alberto de Freitas como capitão, um dos lusos pioneiros a monografar as regras do football rugby, em 1926. Na posição de três-quartos alinhou António Ribeiro dos Reis e, entre outros, Manuel Abril Júnior, futuro diretor do Benfica. A seção, que convocou o primeiro treino para 11 de Outubro, não cessou de apelar ao interesse dos sócios para participarem até à véspera do jogo. Mesmo com 17 jogadores previstos, apenas 12 alinharam.
Nos primeiros anos, o râguebi em Portugal resistia, apesar da falta de recursos para preencher os quinzes, o que foi sintomático do escasso número de equipas e da fraca expansão geográfica da modalidade.
O segundo jogo-treino dos encarnados decorreu no domingo, 4 de Janeiro de 1925, frente ao mesmo adversário (E 6-6), e contou com um plantel de 14 jogadores benfiquistas contra os 9 do Sporting. Os rivais uniam-se para fomentar o râguebi.
O Benfica mostrou assinaláveis progressos, com melhores mêlées, controlo de bola e boas marcações, esquivando-se bem e com placagens dignas de nota. Foi o três-quatros Pedro Gomes quem marcou os primeiros pontos no râguebi benfiquista, com dois ensaios de 'grande estilo', Ribeiro dos Reis foi o árbitro, atuando 'com critério'.
A partida foi vista como 'animada' por uns e 'parada' por outros, mas concordou-se que foi 'um grande passo para a prática do rugby em Portugal'.
Estavam dados os primeiros passos para uma secção centenária, da qual pode conhecer mais na área 3 - Orgulho Eclético, no Museu Benfica - Cosme Damião."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

Gosto cada vez menos de futebol


"Conheço já por pedir desculpa aos entusiastas do futebol, aos adeptos apaixonados da modalidade, mas há cada vez menos paciência para assistir a 90 e tal minutos de um jogo e aos dias e noites de discussões infindáveis que dele resultam. Em especial quando a jogo acontece em Portugal.
Já não são só os relvados ao melhor estilo de um batatal, as bancadas vazias e a fraca promoção dos campeonatos - é tudo o que está em seu redor. Seria de esperar que na segunda década do século XXI já não existissem arruaceiros, sarrafeiros e presidentes em túneis de acesso aos relvados a insultar jogadores e dirigentes de equipas adversárias, mas existem.
Já vimos que as promessas de novas ventos e mentalidades no FC Porto pós-Pinto da Costa foram, afinal, manifestamente exageradas. Basta que um resultado não seja do agrado dos dirigentes e adeptos portistas, e voltam as práticas de outros tempos. Voltam ou, provavelmente, nunca deixaram de existir. Foram só colocadas em banho-maria para inglês ver (ou outro qualquer potencial investidor estrangeiro que salve a SAD).
É cada vez mais difícil que as novas gerações tenham interessante no futebol português. A menos que pais, mães e restante família consigam injetar o amor por um clube nacional aos mais pequenos, não será com certeza pelo espectáculo que as novas gerações se irão render aos jogos dos clubes portugueses. O mediatismo leva-os para os PSG. Reais Madrid's e Cities da vida, mas também aí será paixão de curta duração. É que hora e meia de concentração num jogo de futebol faz cada vez menos sentido para os mais novos. Prestem atenção, da próxima vez que forem a um estádio. Olhem em redor e poderão constatar que o interesse das redes sociais nos telemóveis se sobrepõe ao aborrecimento de jogo lento e mastigado e das perdas de tempo no relvado. Valha-nos o SL Benfica, que tem muitos outros pontos de interesse, diferentes modalidades, iniciativas e aquele amor que não se explica."

Ricardo Santos, in O Benfica

O Natal chegou mais cedo


"Eu ainda nem sei onde vou estar durante a passagem de ano, mas o Aursnes, o Tomás Araújo e o Bah sabem que durante os próximos cinco anos vão estar no Benfica. Pensava que só iria abrir presentes no dia 25 de Dezembro, mas estes três foram desembrulhados mais cedo. Não sabemos quando espaço vai ser necessário libertar no Museu Cosme Damião daqui até 2029, mas de certeza que este trio de craques vai contribuir para que o departamento financeiro do Benfica tenha de adjudicar a encomenda de mais uma dúzia de vitrinas até lá.
Ter o Aursens é a garantia de que a única posição impossível de substituir é a dos adeptos na bancada, porque de resto o norueguês é capaz de fazer tudo. Aliás, e mesmo de cachecol ao pescoço seria seguramente competente - só ainda não o vimos nessas fundações porque os treinadores nunca prescindem de o incluir na ficha de jogo.
Quanto ao Tomás Araújo, penso que falo em nome de todos os benfiquistas se disser que todos percebemos que teríamos aqui um central para se assumir no nosso eixo defensivo quando foi ao Dragão fazer aquele passe a rasgar que deu origem ao golo que iniciou a reviravolta do Gil Vicente, na época 2022/23. Agora, o Tomás continua a exibir a mesma qualidade, no entanto, vibramos com os seus pés de betão a defender e de veludo a atacar todos os fins de semana.
Em relação ao Bah, diria que foi a concretização de uma promessa política que já vem do tempo de José Sócrates: a chegada do TGV a Lisboa. O nosso lateral percorre aquele corredor direito com uma pujança de fazer inveja a qualquer comboio. Quase sempre à hora certa, quase sempre sem paragens, e quase sempre a garantir um transporte eficiente e eficaz do seu principal passageiro: a bola.
Não sei o que vai trazer o Pai Natal na próxima quarta-feira, mas a fasquia está elevada."

Pedro Soares, in O Benfica

Overdose


"Real Madrid, Barcelona, Liverpool, Manchester City, Arsenal, Juventus, Milan, Bayern, Dortmund e Benfica. Nenhuma destas dez equipas, oriundas das principais ligas europeias, venceu as partidas domésticas que realizou após a jornada da Champions - que cresceu em número de clubes, em número de jogos, e tem agora mais uma fase (playoff) a ultrapassar.
Alguns dos emblemas mencionados irão estar presentes no Mundial de Clubes da FIFA, a disputar no fim da temporada. O Real Madrid jogou entretanto a Taça Intercontinental - que só recentemente eu soube que continua a existir.
Para além das tradicionais Taças, Portugal e Inglaterra têm ainda as Taças da Liga. E cinco vezes por ano há as obtusas interrupções para provas de seleções, com mais jogos e viagens.
Nenhum dos campeonatos nacionais foi redimensionado face a esta realidade. O caso português é gritante, tendo na sua 1.ª Divisão o mesmo número de clubes que a Alemanha e a França - que são países muito maiores e muito mais ricos, fazem pausa no inverno e não têm Taça da Liga.
Em tempos não muito distantes, a semana do Natal e do Ano Novo era para estar em casa com a família. Adeptos, treinadores, jogadores, árbitros. Não havia futebol. E com o bacalhau e o peru devidamente regados, ninguém sentia a sua falta.
Entre 7 de Dezembro e 4 de Janeiro, o Benfica cumpre um total de 7 jogos. Num período em que devia fazer descansar os jogadores, estes vão ser explorados até ao limite. Isso paga-se.
As televisões e os órgãos federativos - seus reféns - preferem secar tudo à sua volta, mesmo se à custa de qualidade dos espectáculos e do salutar rendimento dos atletas.
As principais equipas estão de gatas. As competições estão noveladas por baixo. Mas o que lhes interessa isso? Um dia vão matar a galinha dos ovos de ouro. Depois? Logo se vê."

Luís Fialho, in O Benfica

Benfica solidário


"É o Benfica a ser Benfica! Sempre ao lado de quem precisa, como uma luz que assinala a presença de todos os benfiquistas na ação e que leva a nossa mística a toda a parte.
E o Benfica é solidário sempre, todo o ano, e não apenas no Natal, em que todos parecem lembrar-se de que os outros existem e de que a solidariedade de cada um pode fazer toda a diferença na suas vidas. Não é assim todos os dias do ano, mas no Natal, tudo parece mais presente e mais vivo numa época de reconciliação social e de maior justiça e paz, ainda que fortuita, e, umas semanas mais tarde, repetem-se as injustiças do mundo a sobrecarregar os mais fracos.
Estamos no Natal, é verdade que crescem as solidariedades e se estendem as mãos aos que precisam, mas, ainda assim, continua a haver muitas pessoas e mesmo muitas crianças a quem o Natal teima em não chegar como devia. Por isso, se outras razões não houvesse, as crianças conquistam por si só todo o Benfica, dos atletas aos colaboradores, das modalidades ao futebol profissional, do marketing aos recursos humanos. Financeiros, juristas, Clínica, Casas do Benfica, Fundação e todos, mesmo todos os departamentos e secções desta enormidade que dá pelo nome de Sport Lisboa e Benfica.
Todos os anos se galvaniza este Benfica Solidário para apoiar as centenas de crianças institucionalizadas que nos escrevem cartas com desejos que ecoam nos nossos corações e que são apadrinhadas com muito carinho e respeito por todos nós.
Neste como em todos os anos, vamos ao encontro dessas crianças para lhes levar a incomparável, amizade benfiquista, e todos os anos somos recebidos de braços abertos e sorrisos rasgados. Sabemos que todos os esforços valem a pena para que cada Natal seja para sempre uma memória bonita e faça parte do lado feliz das suas infâncias."

Jorge Miranda, in O Benfica

Líderes


"Perante mais de 60 mil espectadores no Estádio da Luz, o Benfica venceu o Estoril, por 3-0, e assumiu a liderança da Liga Betclic à 15.ª jornada. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Vitória merecida
O treinador do Benfica, Bruno Lage, destaca a boa exibição coletiva, tanto a nível ofensivo como defensivo: "Voltámos a marcar três golos, vamos cumprindo a nossa média em termos de golos. Criámos muito boas oportunidades de golo. Voltámos a não sofrer golos e isso é trabalho da equipa. Foi uma vitória justa, três pontos mais do que merecidos para nós."
Sobre a liderança na tabela classificativa, Bruno Lage refere: "Temos de trabalhar muito para manter esta posição, porque estar em 1.º obriga a trabalhar muito, e temos de estar preparados para todos os momentos. O grande objetivo e aquilo que nos alimenta é estar em 1.º no fim do Campeonato."

2. Três pontos
Leandro Barreiro afirma que "o mais importante é que temos mais três pontos", e deixa uma garantia e um apelo: "Vamos continuar a trabalhar, e que os Benfiquistas continuem a apoiar-nos, jogo a jogo. Precisamos de todos."

3. Homem do jogo
Veja as melhores jogadas de Kökcü, eleito Man of The Match.

4. Ângulo diferente
Veja os golos do Benfica frente ao Estoril, de outro ângulo.

5. Em frente na Taça
Em futsal, o Benfica derrotou o Torreense, por 4-1, e está nos oitavos de final da Taça de Portugal.

6. Convocatória
São três os andebolistas do Benfica integrados na mais recente convocatória da seleção nacional.

7. Torneio Memorial Pedro Raimundo
O torneio de basquetebol jovem organizado pelo Benfica é disputado nos dias 27 e 28 de dezembro.

8. "70 anos de Luz"
Veja as melhores imagens de mais uma iniciativa do Museu Benfica – Cosme Damião.

9. Museum & Stadium By Night: Christmas Edition
O Estádio e o Museu puderam ser vistos à noite e contaram com cerca de 750 visitantes."

Benfica News, in SL Benfica

Esteves: Estoril...

5 minutos: Diário...

Jogo Pelo Jogo - S02E20

Rabona: Darwin...

Benfica Podcast #544 - Christmas in First

O Natal com a família que escolhemos (o Benfica)


"Que Bruno Lage continue, a cada quatro dias, a explicar que há trabalho pela frente mas aqueles três pontos já ninguém nos tira

É uma pena que nem todos os adeptos do Benfica possam visitar o Estádio da Luz na véspera do Natal. Esta segunda-feira havia uma atmosfera especial no ar. Começou logo pela manhã, diferente da que se sente no resto do ano, mas igual à de todos os outros dias. Quem lá esteve percebe. Sinceramente, até o consumismo desenfreado parece mais bonito quando as vítimas são sócios na loja do clube, entretidos a comprar coisas de que ninguém precisa realmente, mas que serão, provavelmente, os melhores presentes da época.
Vale a pena dizer que é mais do que isso. Não me apanharão num centro comercial a gabar as virtudes societais deste acontecimento anual que nos faz convergir nas últimas horas do dia 24 de dezembro em busca de presentes como se as nossas vidas dependessem disso. De resto, entrei há alguns anos numa fase da vida em que detesto a maioria dos ajuntamentos. Consigo apreciar pessoas, mas tem que ser em doses comedidas. Isso não invalida que haja uma exceção à regra, como o que se deu ontem no Estádio da Luz. Há poucas coincidências mais felizes do que jogar em casa no dia 23 de dezembro, com o estádio cheio e uma baliza escancarada para o primeiro lugar da liga, tudo isso à mesma hora em que o novo segundo classificado da liga despede o treinador que tinha acabado de lançar na alta roda do futebol europeu, assume o espetacular embaraço e vai ao mercado buscar outro treinador, para quem a tarefa não será mais fácil. Rui Borges parece um treinador interessante e tem aquilo a que se chama, na gíria, um discurso positivo consubstanciado no jogo jogado das suas equipas. Mas, diz-nos a história da modalidade, é geralmente neste momento que a realidade comunica a um treinador do Sporting que tem outros planos para ele. Perdoem-me, mas dá-se o caso de não ter sportinguistas comigo à mesa no dia de Natal, o que faz com que esta página seja o meu ponto de encontro com a...
Vá, chega de falar do sofrimento dos outros. Este é um tempo de felicidade, comunhão, paz e batatinhas do Amdouni. Entre a cor dominante da época natalícia — o mesmo encarnado das camisolas do Benfica — e uma vitória sem grande discussão, matou-se um pequeno nada daquela fome de liderança que temos atravessada há demasiado tempo. É uma liderança pífia, muito longe de poder ser dada por adquirida. Por enquanto, não serve para grande coisa, mas talvez incomode os adversários se a fizermos durar algum tempo. Quanto à fome, continua a ser mais que muita. Agora, que a liderança é merecida, não há como negar. São precisos dois para dançar o tango e, se é um facto que o Sporting desperdiçou a vantagem com a impetuosidade de um ataque do Gyökeres à área adversária, não é menos verdade que o Benfica soube ser a equipa mais regular durante esse mesmo período.
O entusiasmo do momento, que às vezes sabe bem, não deve fazer-nos perder o contacto com a realidade. Serviria de pouco fingirmos que esta desvantagem pontual foi anulada a jogar o melhor futebol das nossas vidas, mas, às vezes, sabe bem ganhar e pronto. Já aqui o disse e repito: Bruno Lage tem uma responsabilidade e um compromisso para com os benfiquistas, que é o de proporcionar, em conjunto com o plantel desta época — que, não sendo ideal em todos os aspetos, é o melhor da liga portuguesa —, um futebol mais entusiasmante do que temos visto. Mas tem um dever ainda mais importante, que é o de, na pior das hipóteses admissíveis, ir à sala de imprensa a cada quatro dias explicar que temos trabalho pela frente, mas que esses três pontos já ninguém os tira. Podia tentar convencer-me, nestes parágrafos, de que o jogo do dia 29 em Alvalade é a melhor oportunidade para fazer voltar o futebol dos primeiros jogos da era Lage, mas talvez seja pedir demasiado. Não deixo de ter essa esperança, mas vou apostar as fichas no segundo dever do treinador do Benfica: vir de lá com mais três pontos e quatro de vantagem sobre o atual segundo classificado. Lage já mostrou gostar muito destes jogos grandes e saber prepará-los, inclusive nesta época, numa goleada ao FC Porto que desposicionou um dos nossos principais adversários. Se o souber fazer no próximo domingo, frente a um Sporting que deixará tudo em campo, terá boas condições para o que resta da época.
Agora sim, chega de falar da coisa mais importante das menos importantes. Esqueçamos o futebol, esse ópio das nossas sociedades, e falemos de família — essa que se junta no Natal e nos faz apreciar o valor fundamental desta época festiva. Alguém conhece outra família no mundo, repito, no mundo, que tenha juntado sessenta mil quinhentos e setenta e dois membros numa noite fria de dezembro, num estádio de futebol que às vezes aquece, mas não é propriamente uma sala com lareira, e que por lá tenha ficado até ao fim da festa, em efusiva celebração, com outros 60.571 primos afastados que mais não são do que uma família incomparável que cada um de nós escolheu? Pode parecer uma frase feita, mas conhecem mais algum clube assim? A pergunta é meramente retórica. Se por acaso o encontrarem, escusam de me dizer. Não quero saber. Viva o Benfica, e Boas Festas a todos!"

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Rui Borges é o escolhido: tudo sobre a mudança em Alvalade

Observador: Três Toques - Quem diria que João Pereira não chega ao Natal

Chuveirinho #108

Falsos Lentos - S05E17

Dois esclarecimentos técnicos sobre o jogo de Barcelos


"A precipitação de André Narciso ao assinalar o pontapé de penálti no Gil Vicente-Sporting e a bola que bateu nas costas do árbitro

I. A maioria conhece a regra, mas nunca é demais repeti-la: os árbitros não devem aplicar a vantagem em lances passíveis de pontapé de penálti. Mas essa recomendação não anula a possibilidade de tentarem fazer um compasso de espera para verem o desfecho do lance. Uma espécie de retardar da decisão, como se o braço estivesse pesado e demorasse algum tempo a levar o apito à boca. Esse delay é sugerido porque, às vezes, acontece um golo imediatamente a seguir à infração do defesa. E assinalar um castigo máximo quando a bola entrou ou está na iminência de entrar na baliza do infrator é mau para todos. É mau para o jogo, é mau para a equipa lesada, é mau para o jogador que marcou e é mau para o próprio árbitro, que percebe que foi infeliz no tempo de intervenção. A questão é que, lá dentro, no calor do jogo e perante lance tão determinante, é muito difícil conter esse impulso, o de querer fazer justiça com celeridade. Ou seja, não é fácil evitar a decisão quando há a perceção clara (ainda que errada) que um defesa comete falta sobre um atacante na sua área. Não se trata de arranjar desculpas ou explicações. É mesmo assim. É aliás quase certo que a maioria dos árbitros mais experientes, aqueles que têm muitos jogos no currículo, já passaram por essa desagrável experiência.
Este esclarecimento surge na sequência do lance da jornada passada, entre Rúben Fernandes e Debast (Gil Vicente-Sporting CP).
Como se recordarão, o árbitro da partida assinalou erradamente um pontapé de penálti, na presunção que o capitão dos visitados tinha derrubado o adversário, de forma irregular. Confesso que, à primeira vista, fiquei exatamente com a mesma impressão. Quando apitou, André Narciso não percebeu que Francisco Trincão tinha ficado de posse de bola e com clara possibilidade de marcar para o Sporting. A boa vontade em tomar a decisão correta o mais rapidamente possível retirou-lhe o nervo necessário para aguentar só mais um bocadinho. Não se pode falar em erro, apenas em precipitação.
Há algo que importa sublinhar a este propósito: assim que o árbitro de Setúbal assinalou o penálti, vários jogadores do Gil Vicente pararam e desfocaram do seguimento do lance (em particular Gbane e Andrew, ambos na zona de ação). A bola entrou sim, mas sem qualquer esboço de reação da equipa defensora. É muito provável que, mesmo assim, a bola entrasse. Só não é certo nem garantido que isso acontecesse. Na verdade, não houve golo anulado, porque o árbitro parou o jogo antes.
Mas estes pormenores não anulam o essencial da jogada que aqui se pretende demonstrar: Debast ganhou o lance a Mutombo sem cometer carga sobre o costa-marfinense; Rúben Fernandes não derrubou o belga na sua área; e o árbitro não esteve bem ao apitar de imediato. De resto, mérito adicional para o VAR, por ter cumprido muito bem o seu papel.

II. No mesmo jogo e em momento menos mediático, bola rematada por um jogador da equipa da casa bateu nas costas do árbitro e saiu diretamente pela linha de baliza do adversário. A este propósito, convém aqui recordar que, quando a bola toca/desvia em algum elemento da equipa de arbitragem (que esteja dentro das quatro linhas) só deve haver lançamento de bola ao solo em três situações: quando, depois desse contacto, há golo numa das balizas; quando, depois desse contacto, é iniciado um ataque prometedor; e quando, depois desse contacto, a equipa que detinha a posse de bola perde-a para os opositores. Em todas as outras situações — nomeadamente nesta, em que a bola saiu do terreno de jogo —, a partida deve recomeçar em conformidade. Neste caso, com pontapé de baliza para o Sporting.
A todos os meus amigos um Santo e Feliz Natal. Boas Festas com muita saúde, amor e alegria."

Benfica-Estoril, 3-0 Águia para voar como líder ainda passou por apertos…


"O resultado é demasiado ‘gordo’ para as dificuldades que os ‘canarinhos’ fizeram o Benfica passar. Bruno Lage continua com problemas de equilíbrio da equipa, cada vez que perde a bola.

Quando, em 1623, William Shakespeare escreveu a peça «Tudo Está Bem Quando Acaba Bem», mostrou o seu génio literário, neste caso altamente pragmático, mas colocou-se na coluna dos resultadistas, que se preocupam pouco com o «como», desde que o final seja feliz. Para algumas áreas da sociedade, pode ser que esta filosofia funcione. Para o futebol, só os incautos apenas dão valor ao «quanto» e esquecem o «como», porque, cada vez que o fazem, renunciam à autocrítica e limitam os meios de evolução.
Serve este introito para lançar o Benfica-Estoril, que terminou com um triunfo folgado dos encarnados, que não traduz a angústia por que tiveram de passar em alguns momentos da partida, quando não revelaram consistência defensiva. Contra os ‘canarinhos’, com o devido respeito por quem foi à Luz sem autocarro nem antijogo, as insuficiências sem bola da equipa de Bruno Lage, foram evidentes, mas acabaram por não causar danos na ‘folha limpa’ de Trubin. Frente a adversários que não perdoem cada vez que encontram espaços a meio-campo, a história será outra, a começar já pelo dérbi agendado para o próximo domingo em Alvalade.
Contra o Estoril, num jogo que valia a liderança natalícia do Benfica na I Liga (quem diria, depois de o Sporting de Amorim vencer em Braga?), o técnico encarnado optou por ser atrevido, prescindindo de Florentino e Barreiro, e entregando o ‘duplo pivot’ a Aursnes e Kokçu, com Beste na esquerda, a ter de vir a zonas centrais ajudar os ex-jogadores da Eredivisie para evitar males maiores, e Arkturkglou nas costas de Pavlidis e Di María na direita.
Frente à equipa da Linha, com jogadores que se dão bem com a bola, e se apresentou em 3x4x3, cedo se viu que a vantagem ia para os ‘canarinhos’, que tinham mais paciência, mais bola e menos angústia que o Benfica, obrigando Trubin, logo aos dois minutos, a aplicar-se a fundo para evitar um golo de João Carvalho. Como não conseguia ligar o seu futebol, qual água mole perante a pedra dura que era a equipa de Ian Cathro, sempre com os setores muitos juntos, o Benfica apenas esteve à beira de marcar após um canto, quando Pavlidis acertou no poste. É verdade que a partir daí houve mais Benfica, graças sobretudo a uma maior velocidade de execução, aliada a mudanças de flanco com muita qualidade (Di María e Kokçu), e o Estoril teve de resguardar-se como ainda não o tinha feito. Chegou então o golo de Pavlidis (28), num bom remate de meia-distância, após assistência açucarada de ‘El Fideo’. A equipa da Linha acusou o toque e precisou do intervalo para tocar a reunir.

DO VAR À TRANQUILIDADE
A segunda parte começou como a primeira, com o Estoril a ter mais jogo e bola. E se na metade inicial foi João Carvalho a incomodar Trubin, na segunda foi Fabrício a ganhar posição sobre Tomás Araújo e a cair dentro da área de rigor, com António Nobre a apontar para os onze metros, decisão que seria revertida após visionamento do lance, a conselho do VAR, Bruno Esteves. A partir daí, Kokçu pegou na batuta e os encarnados encadearam uma série de ataque rápidos de boa qualidade, que não produziram frutos devido à má finalização no derradeiro passe.
Cathro mexeu na equipa, refrescando o ponta-de-lança, e já tardava quando Bruno Lage fez entrar Amdouni e Barreiro (71), que tornaram o Benfica mais incisivo e equilibrado. Dois minutos depois, o internacional suíço marcou, as hostes encarnadas respiraram fundo, e o destino dos três pontos ficou selado, não obstante o reforço atacante tentado por Cathro na fase final da partida. O 3-0, num canto ao segundo poste de Beste que Amdouni não perdoou, já aos 90+3, foi a cereja no topo do bolo-rei do novo líder da I Liga. Domingo há mais…"

Três Pontos Tranquilos Rumo À Liderença


"Benfica 3 Estoril 0 Eu quero é acabar em primeiro, em maio, portanto. Mas como dizem que candeia que vai à frente alumia duas vezes, vamos lá mas é ganhar ao Estoril.
Trubin, Bah, Tomás, António e Álvaro: façam aí as contas à média de idades dos nossos cinco de trás.

02' o primeiro a entrar em ação foi o Trubin.
10' boa entrada do Estoril no jogo.
17' sensação de golo no cabeceamento do Aktürkoglu, mas estava lá a merda do poste. Este turco joga bem também cabeça.
25' o senhor do apito, Nobre de seu nome, sopra a tudo e mais alguma coisa.
28' pois é: Pavlidis arriscou, chutou... e marcou! Vamos Vangelis!!!
31' o Kokcu, se não mete o pé nas bolas divididas, não pode jogar ali...
45+1' Estoril atrevido, 7 remates, tantos como nós. Poucas equipas fazem isto na Luz.
48' penálti?!? O jogador do Estoril é que promove o contacto com o Tomás Araújo. VAR chamou o Nobre. Decisão bem revertida. Ficou o aviso.
55' Kokcu veio outro para a segunda parte.
60' Carreras enche-me as medidas. Mas acho que não é só a mim... Já o Beste joga certinho, não inventa, mas também não sai dali nenhuma bola que ajude a abrir defesas muito fechadas.
65' Malta, isto não está ganho, nenhum jogo está ganho com um a zero. Estoril menos perigoso, jogo mais controlado, mas dá a sensação de que Lage precisa mexer nisto.
70' Lage mexeu, mas continuamos com meio campo a dois. Não seria melhor a três?
73' este golo começa numa receção de bola brutal do Di María, o Aktürkoglu merecia que o golo fosse seu, o guarda-redes não deixou, mas o Amdouni esteve oportuno na recarga. Está lá dentro que é o que interessa.
78' 60.572 descansadinhos com o 2-0. Carrega Benfica! 85' abrandámos a intensidade e eles já andam a aproximar-se da nossa baliza.
89' Tomás Araújo é o melhor central da Liga! Alguma dúvida?
90+4' E ainda mais uma prenda do Amdouni para fechar as contas do jogo. Maravilha, três foi a conta que Deus fez!
90+6' Feito! Somos primeiros! Boas Festas!!!"

Vangelis, Zeki e a conquista do paraíso pelo Benfica antes do Natal


"O Benfica é líder do campeonato após vitória por 3-0 frente ao Estoril no último jogo antes da consoada natalícia. Num encontro pouco inspirado coletivamente e em que os visitantes discutiram quase sempre o jogo, golos de Pavlidis e Amdouni (duas vezes) fizeram cumprir o desejo de Rui Costa

Quem acompanhou a política nacional nos anos 90 não esquecerá, nunca mais, a cavalgada épica em certos comícios, pautados pela música de certo compositor grego. Falava-nos a canção da conquista do paraíso, inspirada pelas viagens de Cristóvão Colombo em modo cinematográfico. E se o paraíso, por estes dias, for o Natal, o Benfica cumpriu-o. Com a ajuda de outro Vangelis, não o da música mas o do futebol, e de um suíço saído do banco.
Um remate de Pavlidis fora da área, bem incomum, acabou dentro da baliza do Estoril ainda na 1.ª parte e Amdouni fechou as contas já na 2.ª com um bis. O primeiro golo apareceu quando o Benfica sofria, o segundo quando o Estoril já esmorecia fisicamente e o terceiro a pedir o fim do jogo. A exibição coletiva dos encarnados dificilmente mereceria tantos presentes do Pai Natal, mas o desígnio de Rui Costa, de ser líder na noite de Consoada, aconteceu - com a ajuda das prendas que vieram do outro lado da 2.ª Circular.
E prendas também ia oferecendo o Benfica ao adversário, mal aproveitadas pelo Estoril, nada dentro do espírito da quadra. O meio-campo Kökçü-Aursnes, pouco apoiado por Aktürkoğlu, deixou amplas clareiras para o Estoril se recrear nos primeiros 10 minutos, salpicadas por pózinhos de bolas perdidas e pouca ou nenhuma ligação do ataque. João Carvalho assustou Trubin ainda nem 120 segundos havia no relógio e a qualidade da linha média do Estoril, com Zanocelo, principalmente, também em bom plano, não encontrava particular oposição de um Benfica em inferioridade naquela zona.
Só a partir dos 15 minutos o Benfica conseguiu estabilizar. Um remate ao poste de Pavlidis após canto, aos 17’, contava uma história pouco verdadeira do jogo, com o Estoril a encontrar sempre maneira de criar calafrios, ainda que não perigo, porque faltou sempre o dom das boas decisões. Fabrício, ala pela esquerda, foi um corrupio para Bah, Marqués e Wagner Pina beneficiaram, à vez, daquela velocidade, mas o último remate falhou. E quando tentou a felicidade individualmente, os remates também saíram mal a Fabrício.
Do lado do Benfica, Beste era então a principal fonte de aproximação, com cruzamentos tensos pela esquerda que não eram aproveitados pela direita, antes do alemão eclipsar-se no que restou do jogo - como fez os 90 minutos só pode ser um mistério de Natal. O golo do Benfica, numa fase em que a equipa encarnada pouco tinha feito por isso, surgiu de um erro individual, de um balão de João Carvalho que Pavlidis agradeceu para fazer o seu primeiro golo no campeonato fora dos limites da área.
O Estoril dividiu o jogo até lhe faltarem as forças e voltou a entrar bem na 1.ª parte, ainda que Trubin tenha tido, tudo colocado em cima da mesa, pouco trabalho ao longo dos 90 minutos. O Benfica procurava um meio-campo debaixo da árvore de Natal, mas continuou a oferecer espaços e oportunidades para o adversário progredir. E no ataque Pavlidis e, principalmente, Aktürkoğlu, batiam de frente com o ato de finalizar. A entrada de Zeki Amdouni, cada vez mais uma espécie de jóquer, atalharia os caminhos para a baliza. Numa fase em que fisicamente o Estoril já era mais de um amarelo desbotado, o avançado suíço foi eficaz num lance em que mais uma vez o turco não o foi - a veia goleadora parece também estar ela um pouco menos colorida do que em outros momentos da temporada para Kerem.
Uma recarga após boa jogada de entendimento pela direita, com Di Maria ao barulho, chamaram a liderança a uma Luz que quase encheu com 60 mil almas. Com nova meia oportunidade, agora num canto já para lá dos 90, Amdouni bisou, num castigo demasiado severo para o Estoril, que tem qualidade, mas a quem parece faltar o faro de baliza."

Terceiro Anel: Estoril...

Observador: A força da técnica e a técnica da força - "Foi um jogo fraquinho"

Visão: Estoril...

BI: Estoril...

5 minutos: Estoril...

Feliz Natal


terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Vermelhão: Finalmente, líderes...

Benfica 3 - 0 Estoril


Parecia impossível o Benfica chegar ao 1.º lugar, depois do início de temporada ainda com o Schmidt! E até a recente declaração do Presidente, que desejava uma liderança no Natal, na 'privacidade' da Assembleia Geral, foi aproveitada para 'gozar' após o empate nas Aves... Mas, finalmente, o Benfica está no lugar devido! Agora, vamos fazer tudo para manter e alargar a vantagem mínima... e não será fácil, as duas jornadas que se seguem, contra o Sporting e depois contra o Braga, vão ser testes de dificuldade significativa...

O Lage voltou a alterar o 'esquema', tentou adaptar a equipa aos 3 centrais do Estoril, com dois Laterais muito rápidos, mas na minha opinião: não resultou! O Beste fez um jogo horrível, e o Tino fez muita falta no meio-campo... Contra um adversário, com avançados de maior qualidade a coisa poderia ter corrido mal! Demos muito espaço na zona central... com o Trubin a ser decisivo, com uma grande defesa logo nos momentos iniciais...

O Estoril tentou pressionar alto, algo que me surpreendeu... e o Benfica voltou a demonstrar dificuldades, a sair da pressão...

Estivemos bem, no aproveitamento dos erros do adversário... e foi assim que chegámos ao golo. Quando conseguimos transições rápidas, com apoios, aproveitámos as costas dos Laterais, e criámos quase sempre perigo, mas sem concretizar...

O Lage voltou a 'complicar' nas substituições: estranha a saída do Aursnes... e na manutenção do Beste até ao fim! E mesmo nas duas últimas trocas, as dúvidas com a lesão do Bah, demoraram demasiado tempo a ser resolvidas!

O Kokçu foi votado o MVP! Acredito que os Turcos tenham votado em massa, novamente! Mas, o Kokçu fez de facto um bom jogo, com o Aursnes a correr que nem um maluco na pressão, o Kokçu jogou praticamente a '6', tal como fazia no Feyenoord, e depois dum início complicado, acabou por acertar no posicionamento e recuperou várias bolas, na garra!


Carreras, Araújo, Aursnes e Bah estiverem bem, o António regressou à titularidade e apesar de ter estado bem na maioria das intervenções, ainda cometeu alguns erros no passe nas tentativas de sair 'limpo' dos cortes! Trubin decisivo com aquela defesa inicial... Akturkoglu, continua a parecer cansado, chegando quase sempre ligeiramente atrasado, algo que não acontecia no inicio da época...


O Pavlidis matou o borrego, mas continua a executar muitas desmarcações fora de tempo... o Amdouni, voltou a entrar muito bem, e a marcar dois golos! Mesmo assim, um reparo: não sei se foi ordem do treinador, ou opção do Zeki, naqueles momentos finais, quando Benfica perdeu a bola várias vezes em zona defensiva, o Suíço tentou sempre a 'oferecer' a linha de passe, interior, baixa, quando devia procurar o espaço nas costas da defesa subida do adversário!


Mais uma arbitragem vergonhosa do Lagarto do Nobre, 'salvo' pelo Esteves (quem diria?!) no penalty revertido contra o Benfica! Inacreditável a quantidade de faltas a favor do Benfica, perto da área dos nossos adversários, que são completamente ignoradas! Hoje, foram todas! Repito todas! Faltas a favor do Benfica, só no meio-campo do Benfica!!!

Agora temos o Natal e a partir de quinta-feira, preparar o Sporting, que está em polvorosa! A depressão já passou, neste momento já estão a pensar no próximo treinador! Aparentemente mais um treinador 'roubado' a meio da época, a um adversário, contra a vontade do Clube que ele atualmente representa! Nada de novo, por aqueles lados... A questão aqui, no lado do Benfica, até é delicada, porque o Rui Borges tem um estilo de jogo bastante diferente dos 5 defesas do atual Sporting, mas chegando a poucos dias do jogo, duvido que vá alterar muita coisa... O Lage tem que se concentrar em escolher o melhor 11, que deverá passar pelos regressos do Nico e do Tino, sendo que a lesão do Bah no final deste jogo, deixou-me preocupado...