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quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Lixívia (24/25) 13 (-1 jogo)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.......31 (-2) = 33 (-1 jogo)
Sporting..--... 33 (0) = 33
Braga............24 (-4) = 28
Corruptos..31 (+10) = 21

Jornada sem grandes erros, mas com muito barulho! Os nossos adversários quando não são beneficiados, consideram-se prejudicados!!! Parecem aqueles ladrões, que tentam roubar, e não lhes deixam levar as coisas que queriam roubar!!!

A jornada começou na Quinta, em Moreira de Cónegos: o penalty a favor do Sporting, para mim é bem marcado. Existe uma luta de braços, antes da rasteira, os dois jogadores agarram, mas isso não justifica a rasteira. Alguns defendem que o avançado do Sporting foi o primeiro a agarrar, mas eu acho que foi em simultâneo...
No resto da partida, mais um show em como perdoar Amarelos aos Lagartos!!!

Na Sexta em Braga, dois lances caricatos:
- erro no penalty a favor do Braga: o defesa do Estoril corta a bola, toca com o pé na cabeça, mas o avançado do Braga, na minha opinião, baixou a cabeça...
- mas o lance mais caricato, foi o penalty a favor do Estoril: o mesmo defesa do Braga, fez 2 penalty's em poucos segundos e o árbitro não marcou nenhum!!! Teve que ser o Manuel Oliveira (imagine-se!), como VAR a chamar a atenção... e mesmo assim, em vez de mostrar as imagens do primeiro lance, mostrou somente o 2.º!!!

No Sábado à noite, um lance pouco visto: golo dos Corruptos, e primeiro o VAR Tiago Martins, e depois o árbitro Godinho tiveram a coragem de anular o golo, e marcar penalty contra os Corruptos!!! Algo raramente visto!!!
Admito, que o Moedinhas, ao longo da sua carreira, como VAR em jogos dos Corruptos, tem tomado algumas decisões corajosas. Corretas, mas corajosas, porque poucos as tomam...!!!

Na Luz, mais um jogo onde os nossos adversários, tiveram total impunidade para dar porrada! Muita da pressão do Guimarães foi feita, com recurso a faltas, várias que mereciam Amarelo!
Para comparação, recordem o jogo em Guimarães com os Corruptos, onde os jogadores do Guimarães nem sequer se aproximavam do adversários, com medo de fazerem faltas!!!

Nos lances capitais, as decisões foram corretas:
- no lance do Tomás Araújo, o nosso Central corta a bola, e esta ressalta no pé do avançado fazendo-o cair... sem falta.
- no lance na área do Guimarães, no remate do Akturkoglu, a bola bate na perna do defesa, vai à relva, e depois bate no braço! Para mim não é penalty... Eu sei que a favor dos Lagartos e dos Corruptos seria marcado, mas não existe falta...

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), D(2-0), Veríssimo(Malheiro, H. Coimbra), Prejudicados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Casa Pia(c), V(3-0), Vasilica(L. Ferreira, N. Cunha), Nada a assinalar
3.ª-Estrela(c), V(1-0), Malheiro(Esteves, Felisberto), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Moreirense(f), E(1-1), Narciso(V. Santos, N. Manso), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
5.ª-Santa Clara(c), V(4-1), C. Pereira(Rui Costa, H. Santos), Beneficiados, (3-1), Impossível contabilizar
6.ª-Boavista(f), V(0-3), Pinheiro(Martins, H. Ribeiro), Prejudicados, (0-5), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(5-1), Nogueira(Rui Oliveira, F. Silva), Nada a assinalar
9.ª-Rio Ave(c), V(5-0)Martins(V. Santos, A. Dias), Prejudicados, (6-0), Sem influência
10.ª-Farense(f), V(1-2), C. Pereira(Correia, I. Pereira), Prejudicados, (1-3), Sem influência
11.ª-Corruptos(c), V(4-1), Pinheiro(Martins, P. Martins), Prejudicados, Sem influência
12.ª-Arouca(f), V(0-2), Godinho(Rui Oliveira, C. Campos), Nada a assinalar
13.ª-Guimarães(c), V(1-0), Nogueira(Correia, I. Pereira), Nada a assinalar

Sporting
1.ª-Rio Ave(c), V(3-1), Gonçalves(Nobre, N. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Nacional(f), V(1-6), Godinho(Esteves, N. Pires), Nada a assinalar
3.ª-Farense(f), V(0-5), Martins(Veríssimo, Vaz Freire), Beneficiados, (0-4), Sem influência
4.ª-Corruptos(c), V(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
5.º-Arouca(f), V(0-3), Pinheiro(Gonçalves, Carneiro), Beneficiados, (0-2), Impossível contabilizar
6.ª-AFS(c), V(3-0), Baixinho(Rui Costa, J. Bessa Silva), Prejudicados, Sem influência
7.ª-Estoril(f), V(0-3), J. Gonçalves(Esteves, G. Vaz Freire), Nada a assinalar
8.ª-Casa Pia(c), V(2-0), Nogueira(C. Pereira, H. Santos), Beneficiados, Sem influência
9.ª-Famalicão(f), V(0-3), Veríssimo(Malheiro, G. Vaz Freire), Beneficiados, (1-3), Impossível contabilizar
10.ª-Estrela(c), V(5-1), B. Vieira(J. Gonçalves, A. Carneiro), Beneficiados, (5-4), Impossível contabilizar
11.ª-Braga(f), V(2-4), Godinho(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
12.ª-Santa Clara(c), D(0-1), C. Pereira(H. Carvalho, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Moreirense(f), D(2-1), Nobre(Malheiro, G. Vaz Freire), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), C. Pereira(V. Santos, J. Bessa Silva), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
2.ª-Santa Clara(f), V(0-2), Veríssimo(Rui Oliveira, C. Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
3.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Vasilica(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
4.ª-Sporting(f), D(2-0), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
5.ª-Farense(c), V(2-1), Almeida(B. Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
6.ª-Guimarães(f), V(0-3), Veríssimo(Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
7.ª-Arouca(c), V(4.0), Narciso(Martins, B. Jesus), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
8.ª-Braga(c), V(2-1), Pinheiro(Narciso, V. Marques), Beneficiados, (1-2), (+3 pontos)
9.ª-AVS(f), V(0-5), Nogueira(Rui Costa, N. Manso), Nada a assinalar
10.ª-Estoril(c), V(4-0), David Silva(H. Carvalho, F. Pereira), Nada a assinalar
11.ª-Benfica(f), D(4-1), Pinheiro(Martins, P. Martins), Beneficiados, Sem influência
12.ª-Casa Pia(c), V(2-0), Malheiro(Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
13.ª-Famalicão(f), E(1-1), Godinho(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar

Braga
1.ª-Estrela(c), E(1-1), Baixinho(Rui Costa, H. Santos), Nada a assinalar
2.ª-Boavista(f), V(0-1), Nobre(Pinheiro, L. Maia), Nada a assinalar
3.ª-Moreirense(c), V(3-1), Almeida(M. Oliveira, J. Bessa Silva), Nada a assinalar
4.ª-Gil Vicente(f), E(0-0), Veríssimo(Rui Costa, H. Santos), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
5.ª-Guimarães(c), D(0-2), Godinho(M. Oliveira, J. Bessa Silva), Beneficiados, Sem influência
6.ª-Nacional(f), V(0-3), Malheiro(C. Pereira, T. Costa), Nada a assinalar
7.º-Rio Ave(c), V(4-0), C. Pereira(Rui Costa, A. Dias), Beneficiados, Impossível contabilizar
8.ª-Corruptos(f), D(2-1), Pinheiro(Narciso, V. Marques), Prejudicados, (1-2), (-3 pontos)
9.ª-Farense(c), V(2-0), J. Gonçalves(Godinho, R. Teixeira), Nada a assinalar
10.ª-Arouca(f), V(1-2), Baixinho(Melo, A. Dias), Beneficiados, Prejudicados, Sem influência
11.ª-Sporting(c), D(2-4), Godinho(Narciso, P. Brás), Nada a assinalar
12.ª-AFS(f), V(0-1), Nobre(Nogueira, P. Brás), Beneficiados, Sem influência
13.ª-Estoril(c), E(2-2), B. Vieira(M. Oliveira, V. Marques), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
3/0

Sporting
7/0

Corruptos
5/4

Braga
3/2

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
0/0
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=0

Sporting
0/0
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=0

Corruptos
4/0
Minutos:
18+34+55+0+0+0+52+0+0+0+0+0+0-0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0=159 (superioridade)

Braga
1/1
Minutos:
0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+0+20+0-0+0+0+0+41+0+0+0+0+0+0+0+0=-21 (inferioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
24(14) / 117- 137 / 29(12)

Sporting
14(7) / 139 - 179 / 40(25)

Corruptos
32(13) / 190 - 178 / 32(20)

Braga
26(11) / 192 - 156 / 41(21)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Narciso - -2
V. Santos - -2

Sporting
-

Corruptos
Narciso - +5
Almeida - +3
B. Costa - +3
Pinheiro - +3
C. Pereira - +2
V. Santos - +2
Martins - +2

Braga
Veríssimo - -2
Rui Costa - -2
Pinheiro - -3
Narciso - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
C. Pereira - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (1/1)
Nogueira - 2 (2/0)
Veríssimo - 1 - (0/1)
Vasilica - 1 - (1/0)
Malheiro - 1 - (1/0)
Narciso - 1 (0/1)
Martins - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)

Sporting
Godinho - 3 - (1/2)
J. Gonçalves - 2 - (1/1)
Martins - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (0/1)
Baixinho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
B. Vieira - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Nobre - 1 (0/1)

Corruptos
Veríssimo - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
C. Pereira - 1 - (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Almeida - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
David Silva - 1 (1/0)
Malheiro - 1 (1/0)

Braga
Baixinho - 2 - (1/1)
Godinho - 2 (2/0)
Nobre - 2 (0/2)
Almeida - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (0/1)
C. Pereira - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
B. Vieira - 1 (1/0)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
V. Santos - 2 (1/1)
Martins - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (1/1)
Correia - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (1/0)

Sporting
Esteves - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Malheiro - 2 (0/2)
Nobre - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Martins - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)

Corruptos
Martins - 4 (1/3)
Narciso - 3 (3/0)
V. Santos - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
B. Costa - 1 1/0)
Melo - 1 (0/1)
R. Costa - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)

Braga
Rui Costa - 3 (2/1)
M. Oliveira - 3 (3/0)
Narciso - 2 (1/1)
Pinheiro - 1 (0/1)
C. Pereira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
Melo - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
I. Pereira - 2
H. Coimbra - 1
N. Cunha - 1
Felisberto - 1
N. Manso - 1
H. Santos - 1
H. Ribeiro - 1
F. Silva - 1
A. Dias - 1
P. Martins - 1
C. Campos - 1

Sporting
G. Vaz Freire - 4
A. Carneiro - 2
N. Pereira - 1
N. Pires - 1
H. Ribeiro - 1
J. Bessa Silva - 1
H. Santos - 1
P. Brás - 1
P. Felisberto - 1

Corruptos
V. Marques - 2
H. Ribeiro - 2
J. Bessa Silva - 1
C. Campos - 1
P. Brás - 1
J. Fernandes - 1
S. Jesus - 1
B. Jesus - 1
N. Manso - 1
F. Pereira - 1
P. Martins - 1

Braga
H. Santos - 2
J. Bessa Silva - 2
A. Dias - 2
P. Brás - 2
V. Marques - 2
L. Maia - 1
T. Costa - 1
R. Teixeira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 1 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro - 0 + 2 = 2
Martins - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1

Corruptos
Martins - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Braga
Nobre - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Malheiro - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
C. Pereira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Nogueira - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Martins - 1 + 2 = 3
C. Pereira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Correia - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Martins - 0 + 3 = 3
Godinho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Sporting
J. Gonçalves - 2 + 2 = 4
Godinho - 3 + 0 = 3
Martins - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 1 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro - 0 + 2 = 2
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
B. Vieira - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
H. Carvalho - 0 + 1 = 1

Corruptos
Narciso - 1 + 3 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Almeida -  1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
David Silva - 1 + 0 = 1
Malheiro - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
B. Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
H. Carvalho - 0 + 1 = 1

Braga
Godinho - 2 + 1 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Baixinho - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Malheiro - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
B. Vieira - 1 + 0 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Nogueira - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 8  (-1 jogo)
Jornada 9  (-1 jogo)
Jornada 10 (-1 jogo)
Jornada 11 (-1 jogo)
Jornada 12 (-1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

BI: Antevisão - Bolonha...

Terceiro Anel: Bola ao Centro #83 - Passo a passo rumo ao 39!

Falar Benfica #187

O Cantinho Benfiquista #193 - Dependemos só de nós

5 minutos: Diário...

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Autogolo para Trubin

Jogo Pelo Jogo - S02E18

Observador: E o Campeão é... - “O grande adversário do Sporting é o Sporting”

Águia: Passeio...

Portugal ensina futebol ao Brasil

"John Textor tentou desembarcar no Benfica antes de chegar ao Brasil e comprar 90% das ações do Botafogo, glória desportiva dos anos 1960, que colecionou três descidas no século 21 e iniciou sua retomada sob o comando de Luís Castro.
Como boa parte dos brasileiros, desgostosos com os resultados e desempenhos dos treinadores nascidos do lado de lá do Oceano Atlântico, Textor foi buscar outro português: Artur Jorge.
O nome nada tem a ver com o do velho atacante benfiquista e treinador campeão da Europa pelo FC Porto, em 1987. A qualidade, sim. Artur tornou-se no último domingo o terceiro treinador português a conquistar o Campeonato Brasileiro, completando uma trinca iniciada com Jorge Jesus (Flamengo 2019) e seguida por Abel Ferreira (Palmeiras 2022 e 2023). Soma-se a isto as conquistas de Libertadores da América também de Jorge Jesus, Abel e Artur. Significa que das últimas seis edições de Brasileirões e de Libertadores, quatro de cada competição foram
vencidas por portugueses.
Podes escolher os nomes das caravelas. Se eram Santa Maria, Pinta e Niña as de Cristóvão Colombo, também foram São Gabriel, São Rafael e Bérrio três das embarcações com que Cabral desceu em Porto Seguro, em 1500. Não são mais caravelas, mas a mesma ideia moderna de exportar conhecimento veste-se com a bandeira portuguesa, representada nas comemorações de Abel Ferreira, Jorge Jesus e Artur Jorge. Sim, todos se envolveram pelas cores verde e encarnada com as cinco quinas para festejarem suas conquistas. A de Artur é mais emblemática, por representar o primeiro ano de vitórias nacionais ou continentais de um clube Glorioso – leva o mesmo apelido do Benfica – o único dos gigantes do Brasil apenas com títulos estaduais desde a virada do século 21.
O Flamengo não conquistava o Brasileirão havia dez anos, mas tinha o dinheiro, os adeptos e a proximidade com os troféus mais importantes. O Palmeiras, antes de Abel, conquistou os campeonatos nas épocas de 2016 e 2018, esta última com Scolari. O Botafogo não ganhava o principal troféu nacional desde 1995 e nenhuma taça continental desde a Copa Conmebol de 1993 similar à atual Copa Sul-Americana, espécie de Liga Europa.
Artur fala sério, treina com seriedade, tratou de espantar o estigma carregado pelos botafoguenses de perder na hora decisiva, como se tudo acontecesse como no golo de Kelvin, antes do Benfica de Jorge Jesus começar a ser vencedor. Curioso como ao enfatizar seus comentários, Artur Jorge levanta a sobrancelha esquerda, sempre a esquerda, exatamente como Carlo Ancelotti, o mais vitorioso treinador da Europa. Abel e Artur podem não ter a visibilidade que José Mourinho deu aos treinadores portugueses pelo resto do mundo. Não há dúvidas de que Mourinho é o princípio desta abertura das fronteiras internacionais. Mas são eles que fazem aumentar a lista de conquistas.
Sempre bom lembrar que, até 2006, o campeonato português havia sido vencido por técnicos estrangeiros, brasileiros incluídos, em 60,5% das épocas. Desde então, houve 18 torneios e 17 deles foram vencidos por portugueses, só um pelo Benfica ao comando do alemão Roger Schmidt, em 2023.
Enquanto isso, já chega a 80 o número de troféus conquistados por portugueses ao redor do planeta neste século 21. De Manuel José, no Al Ahly, do Egito, Pedro Martins, no Olympiacos, na Grécia, Paulo Fonseca, no Shakhtar, Ucrânia, Leonardo Jardim, no Monaco, em França, José Mourinho, por Chelsea, Inter, Real Madrid, Manchester United e Roma.
Somam-se o bicampeonato do Al Hilal, com Jorge Jesus, a Taça dos Campeões do Al Nassr, de Luís Castro, e os inúmeros troféus. No Brasil, dos últimos seis campeonatos, 66% foram conquistados pelos portugueses Jorge Jesus, Abel Ferreira e Artur Jorge. O mesmo número de Libertadores. Portugal conquista o futebol na Ásia, África, Europa e América."

Falar pouco e jogar muito


"1. Tomem nota porque o que vem aí promete ser inspirador: Benfica - Vitória Sport Clube, Benfica - Bolonha, AVS - Benfica, Nacional - Benfica, Benfica - Estoril, Sporting - Benfica. Três jogos em casa e três jogos fora de casa. Campeonato Nacional e Liga dos Campeões. É este o programa do Benfica no último mês de 2024. Parece muito? Sim, parece e é. Vamos a isso a sem hesitações.

2. O primeiro jogo do Benfica neste mês de dezembro já ficou para trás. Saldou-se por uma vitória sem grandes lampejos, mas obtida com a eficácia necessária para a ocasião. Acontece em Arouca por 0-2 e não teve discussão. O primeiro golo nasceu de um lance infeliz de um jogador adversário e o segundo golo teve a assinatura de Ángel Di Maria na transformação de uma grande penalidade. No fim, os adeptos que estiveram em Arouca a apoiar o Benfica regressaram a casa contentes.

3. Nos últimos 4 jogos do Benfica, o nosso argentino marcou por 6 vezes. Todos os golos que o Benfica marque, seja onde for e seja através de quem for, serão sempre um momento de alegria.

4. Aos golos de Di Maria acresce à alegria de ver a bola no fundo da baliza adversária o bónus de uma mensagem muito especial e urgente que o jogador tem porfiado em representar de forma explicita. 'Juntos!' Abrindo a fechando os braços, abraçando a multidão, foi assim que Ángel Di Maria, logo no arranque da era Bruno Lage, iniciou as suas comemorações pedagógicas, e é assim que El Fídeo aponta aos benfiquistas o caminho para o sucesso.

5. Arouca já lá vai. Faltam agora ao Benfica 6 jogos até ao fim do ano. Bruno Lage, falou aos jornalistas em Arouca mal o jogo acabou, e não podia ter sido mais direto e sucinto ao expressar o que lhe vai na alma: 'O nosso objetivo é continuar a vencer os jogos até ao fim do ano. O 1.º classificado perdeu pontos, podemos alcança-los. Disse lá dentro à equipa. Vitória de Guimarães. 'Falar pouco e jogar muito, em resumo.

6. Porque o Sporting perdeu pontos - e apenas por essa razão - soltou-se a campanha leonina de ataque aos malditos dos árbitros que 'roubaram' 3 pontos ao líder da tabela da Liga. O Sporting não perdia há 32 jogos para o Campeonato e os árbitros foram sempre extraordinários, tão bons como os melhores juízes estrangeiros, gente seríssima em quem se podia confiar. Agora voltaram a ser péssimos e têm nas suas agendas o objetivo de 'roubar' o apregoado e entregue bicampeonato do Sporting. O que dizer sobre isto? Nada, rigorosamente. Falar pouco e jogar muito continua a ser a receita.

7. Vamos, então, ao que nos importa. Estádio da Luz, sábado, 18:00, pontapé de saída do jogo Benfica - Vitória Sport Clube. Noventa minutos pela frente para chegarmos aonde queremos. E queremos, não queremos?"

Leonor Pinhão, in O Benfica

Desporto e (ou?) cultura


"Há quase 70 anos, o Benfica já expunha uma clivagem entre estes dois planos, juntando-os e dignificando os valores do Clube

Em 1955, nascia a Secção Cultural do Benfica, preenchendo a lacuna criada pelos Estatutos de 1948, que previam que o Clube, além de 'agremiação desportiva', fosse também 'recreativa e cultural'. Desde a aquisição da sede da Avenida Gomes Pereira que a componente recreativa era explorada, sobretudo com a realização de saraus de baile ou demonstração de teatro, concertos musicados ou divulgação de cinema sonoro, a partir de 1934.
No tocante à cultura, ou seja, o conjunto de conhecimentos, artísticos e intelectuais, adquiridos por uma pessoa, o Benfica esforçou-se por colocar à disposição dos seus sócios diversas vertentes culturais, com a criação de uma biblioteca, de orfeão, de um grupo de teatro e outro de filatelia, organizando exposições e conferências de temáticas abrangentes.
O afastamento entre os valores da cultura e do desporto era uma das maiores preocupações. Menos de um mês depois da federação da Secção Cultural, foi lançado o suplemento Cultura e Desporto. Foi publicado entre 1955 e 1971, com um total de 164 números, integrado no jornal em página única a partir de 1966.
Com base na máxima 'o saber não ocupa lugar', ao longo de 16 anos, o Benfica abriu portas à colaboração de reputados nomes das artes e letras, como José Saramago, Barata-Moura ou Orlando Ribeiro, suscitando a colaboração dos sócios e leitores em matérias tão distintas como poesia, história, geografia, astronomia ou biologia.
No último número do suplemento, denunciou-se o afastamento notório entre os 'vultos notáveis no campo de pensamento', que tinham 'sentimentos de desprezo pelas práticas do desporto', e os que prezaram o 'valor do músculo apenas' e ignoravam 'o cultivo das artes', do pensamento e da ciência pura'.
Este alerta destinava-se aos sócios, em especial aos que não praticavam desporto. Entre os apreciadores do desportismo, nomeadamente os atletas, encontravam-se apaixonados pela cultura, como a mesatenista Teresa Montoya, que se deleitava com música clássica. Como não recordar também Germano e as páginas de filosofia que virava no Lar do Jogador?
A cultura e o desporto foram defendidos como 'gémeos na sua missão'. O Benfica, baluarte destas duas manifestações, exibiu-se como pilares estruturantes e substanciais no desenvolvimento e no carácter humanos, que se devem procurar como uma expressão unitária, como bem comum que são, e por darem sentido à vida.
Outras iniciativas culturais na história do Benfica estão expostas na área 16 - Outros Voos, no Museu Benfica - Cosme Damião."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

O Doutor explica


"Nesta semana, andei a fazer uma pesquisa em sites especializados na área da saúde. Procurei pela condição 'azia', na esperança de descobrir a duração do problema e a forma de o curar. Encontrei alguns dados curiosos e precisos. Por exemplo, o saudeeebemestar.com diz-nos que 'a azia tem uma duração que pode ir desde alguns minutos a várias horas', e o tuasaude.com garante que 'algumas formas para aliviar a azia (...) são tomar água fria, comer uma maçã, beber chã de gengibre ou tentar relaxar um pouco'. Vem isto a propósito de uma refeição de carne açoriana que terá caído mal a alguns comensais que se juntaram, na semana passada, ali para os lados da estação de metro do Campo Grande.
Não sei se o chã de gengibre ou a água fria resultaram, mas as mezinhas habituais parecem já estar a fazer efeito. Basta ver a forma coordenada como comentadores e alguns comunicação social deu palco à azia mal disfarçada dos sportinguistas. È certo que nem o novo treinador nem os dirigentes do clube vieram a público atacar a arbitragem do Sporting 0-1 Santa Clara, mas nem seria preciso: têm outras ferramentas para passar a mensagem. Ou, então, não o fizeram porque têm noção dos vários momentos em que foram levados ao colo e agora têm vergonha de falar no assunto. Têm dúvidas? Cá estão alguns exemplos: vitória com penálti-fantasma em Arouca e em Faro ou as grandes penalidades por assinalar a favor de Famalicão e Vitória SC. Já para não falar das expulsões perdoadas dos jogadores da coletividade lisboeta, outrora equiparados às sete novas maravilhas do mundo.
Ainda há muito campeonato pela frente, é preciso ter calma. A azia pode ter efeitos ainda mais devastadores. É esperar para ver."

Ricardo Santos, in O Benfica

A Lage o que é de Lage


"O Benfica vive de títulos. Sem eles, nada faz sentido. E só a conquista (ou não) de títulos permitirá avaliar cabalmente o trabalho de Bruno Lage neste seu regresso ao Clube.
A sua primeira passagem teve uma fase fantástica, com grandes jogos, muitos golos, conquistas do Campeonato de 2018-19 e da Supertaça (5-0 ao Sporting), seguidas de 18 vitórias em 19 jornadas a abrir a Liga 2019-20. Terminou com uma estranhíssima sequência de apenas 2 triunfos em 13 partidas, que ditou o seu despedimento - quiçá precipitado, ficando pouco claro que a causa do descalabro fosse o treinador.
O que estamos agora a ver parece replicado daqueles primeiros meses de muito sucesso.
Na liga portuguesa, um pleno de 7 triunfos, entre eles uma goleada histórica ao FC Porto, com uma média de 3,5 golos por jogo; na Taça de Portugal, 2 eliminatórias ultrapassadas tranquilamente, a última das quais com volumosos 7-0 ao E. Amadora; na Taça da Liga, apuramento para a final four diante de um adversário que acaba de vencer em Alvalade; e na Champions, 3 vitórias em 5 rondas, 2 delas, fora de casa, a outra na Luz por 4-0 face ao poderoso Atlético de Madrid. Tendo em conta que uma derrota tangencial em Munique não deslustra ninguém, o único mau resultado verificou-se frente ao Feyenoord, numa noite francamente infeliz, mas que configura a exceção no meio da regra vencedora.
No acumulado, Bruno Lage é já o segundo treinador da história do Benfica com maior percentagem de triunfos no Campeonato (81,8%), ultrapassado apenas por Jimmy Hagan (82,1%).
Como comecei por dizer, é cedo para afirmações conclusivas. Contudo, já se vai percebendo que Lage resgatou uma dinâmica ganhadora, condição necessária para o final feliz. E a cada semana que passa, mais se reforça a ideia de se tratar do homem certo na hora certa."

Luís Fialho, in O Benfica

Quebrar barreiras


"Mais que saltar, é preciso quebrar todas as barreiras que impedem e excluem do desporto precisamente aqueles que, porventura, mais beneficiaram dele. Mas, se quebrar barreiras, é, e tem de ser, tarefa coletiva, porque é desafio e obra da sociedade no seu todo, aprender a saltar-lhe por cima e aceder, ainda que a custo, à prática física e desportiva é desafio individual, árduo, mas ao alcance no imediato.
E são muitas as barreiras físicas, psicológicas e sociais. Tão importante ou mais que as condições materiais e preconceitos e o estigma ainda alimentam atitudes discriminatórias, diminuem o incentivo à prática e acentuam o isolamento social. Tudo isto acentua a falta de motivação e autoconfiança, levando as pessoas com deficiência, e famílias, à autoexclusão. Esta atitude pode contrariar-se se houver, e tem de haver, consciência dos benefícios da prática desportiva para a saúde físico e mental das pessoas com deficiências.
Tantas barreiras e tão difíceis de saltar, mas não completamente intransponíveis. Para isso é preciso sobretudo informação para conhecer as atividades mais adequadas ou acessíveis para pessoas com deficiência, as instituições mais disponíveis e capacitadas para garantir atividades seguras, eficazes e adaptadas às necessidades individuais. As famílias têm de ser motivadas para o valor da prática desportiva adaptada nos planos físico e psíquico, aprender a lidar com a exposição individual a aceitar as suas fragilidades sem preconceitos ou complexos, antes estabelecendo um forte compromisso com a prática desportiva e incluindo a atividade física na rotina das pessoas com deficiência.
Em suma, superar todas estas barreiras exige da sociedade no seu todo a criação dum ambiente inclusivo, acessível e motivador, que permita a plena participação das pessoas com deficiência em atividades físicas e desportivas, levando em conta a suas necessidades específicas e dignificando o seu potencial. Até lá, sempre que persistam barreiras, é preciso trabalhar incessantemente para o seu derrube e, entretanto, saltar-lhe por cima ainda hoje se possível!"

Jorge Miranda, in O Benfica

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"9
Di Maria juntou-se a Akturkoglu no topo dos goleadores benfiquistas em jogos oficiais na presente temporada (9 cada). O argentino é quem tem mais participações diretas em golos (soma ainda mais 6 assistências), seguindo-se o turco com 13 (4 assistências). Pavlidis (6+2) e Kokçu (4+4) têm ambos 8;

10
O Benfica leva 10 jogos consecutivos (todos desde que Bruno Lage assumiu o comando da equipa) a vencer em competições nacionais. A última temporada em que conseguiu uma sequência igual ou superior foi em 2015/16;

11
Otamendi passou a ser, a par de Samaris, o 10.º estrangeiro com mais jogos oficiais pelo Benfica (já incluiu o Nacional-Benfica, do qual ainda só 8 minutos foram disputados e será retomado no dia de 19 de Dezembro;

50
Tomás Araújo atingiu o meia centena de jogos, incluindo particulares, ao serviço da equipa de honra do Benfica;

4400
Betinho Gomes é o 13.º a superar os 4400 pontos marcados (soma 4413 em 383 jogos, média de 11,52 pontos por jogo) na história do basquetebol benfiquista (na estatística apurada até ao momento, com pontuação individual registada em 97,91% das partidas da primeira equipa, é o 12.º mais concretizador, tendo ultrapassado Armando Simões - mas falta apurar os pontos de cada jogador em 7 encontros das temporadas em que esta glória do Benfica representou o Clube: 1962/63 e 1964/65 e 1972/73);

70000
De acordo com o anunciado pelo presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, o Estádio da Luz terá a lotação  aumentada para 70 000 lugares."

João Tomaz, in O Benfica

16 anos de BTV

Zero: Tema do Dia - Quem é José Boto, o futuro diretor desportivo do Flamengo?

BolaTV: Este Futebol Não é Para Velhos #15 - Quem deve vencer o prémio The Best para melhor jogador?

BolaTV: Mãe África #1

BolaTV: Rivalidades #12 - Celtic vs. Rangers

Zero: Afunda - S05E23 - Com Brito Reis: Os novos Bucks, Dallas e os portugueses na NCAA

O mundo mudou (e tem a sua piada)


"Estranhas voltas que a vida dá.
Em poucas semanas, o mundo mudou como há muito não acontecia. E tem tido a sua piada. Parece que foi ontem que ouvi a direção do Sporting, pela voz do presidente Frederico Varandas, anunciar que o clube tinha escolhido para novo treinador uma pessoa que, daqui a 4 ou 5 anos, iria estar num grande clube da Europa, chegando ao ponto de excluir a possibilidade de esse grande clube da Europa ser o Sporting. Em circunstâncias normais, tal afirmação faria parte da família de irritações leoninas ao estilo de «Não é Sporting Lisbon! É Sporting Clube de Portugal!» de cada vez que há um sorteio de competições europeias ou um jogador do Sporting é vendido. A frase foi proferida para explicar que a triste sina que se dera com Ruben Amorim seria, também, o fatídico destino de João Pereira.
Frederico Varandas quis explicar aos sportinguistas que eles tinham aquilo a que na gíria se chama um bom problema. Seriam mais uma vez vítimas do sucesso das escolhas do presidente, não obstante algumas — ou grande parte — dessas escolhas se terem revelado desastrosas. Acontece que o bom problema se tornou um problemaço dos grandes.
Tendo já passado por momentos muito sofríveis na vida do meu clube, não vou fingir que este problema é um exclusivo dos outros. Também eu já sofri com treinadores condenados ao insucesso quase desde o primeiro momento e sobrevivi para contar a história, conseguindo hoje rir desta. Por isso, permitam-me saborear aquilo que se vive por estes dias com uma certa simplicidade de processos. Nenhum benfiquista nasce propriamente para celebrar as derrotas dos outros, mas decidi abrir uma exceção a essa regra para assistir à proverbial queda do Sporting por alturas do Natal. É como se uma velha história que julgávamos finalmente esquecida aparecesse agora num remake da Netflix sem qualquer pré-aviso. Um certo dia, liguei a app de streaming e, sem que nada o fizesse prever tão repentinamente, o Sporting estava de volta.
Tenho perguntado isto a alguns amigos sportinguistas, os poucos que se disponibilizam para conversar comigo, mas nenhum me consegue esclarecer: alguém se lembra de ver uma equipa cair tão abruptamente, literalmente de um dia para o outro, como esta do Sporting? Dada a minha pontaria nem sempre afinada nestas coisas, é possível que, após a publicação deste texto, os jogadores e o treinador do Sporting arranquem para uma nova série de vitórias consecutivas, mas, depois de ter visto as recentes exibições, parece-me pouco provável.
Há casos particularmente engraçados, como o de Conrad Harder, outrora um promissor avançado com queda para as alas e um remate potente, transformado agora num indivíduo nórdico com ar de quem invadiu o relvado mas é demasiado pesado para ser retirado de lá.
O responsável por esse truque de magia jamais o admitirá em público, mas nada deve orgulhar mais Ruben Amorim do que ver a importância quase milagrosa do seu trabalho no Sporting ser confirmada pelo desastre que lhe sucedeu.
Como tenho dito a quem me quer ouvir, Ruben Amorim fez muito bem em não perder o tal comboio que só passa uma vez, mesmo que o comboio de Manchester pareça uma locomotiva a vapor a descer rumo ao coração das trevas.
A vida prega partidas danadas. Um dia estamos a treinar um Geny Catamo e um touro sueco que fazem tudo o que se lhes pede, no outro estamos a tentar lidar com Maguire e Zirkzee perante a expectativa de milhões de adeptos acometidos por um caso agudo de dissonância cognitiva entre o conceito de Manchester United e aquilo que o clube efetivamente vale hoje.
É, no entanto, um comboio que paga extraordinariamente bem, algo que não deve ser desprezado, mesmo quando circulamos numa locomotiva a vapor. Em suma: talvez o leitor considere prematuro termos esta conversa, mas, aqui que ninguém nos ouve, esta decisão de carreira pode muito bem ser o caminho mais curto entre Ruben Amorim e o seu destino inevitável.
Como se as derrotas consecutivas e as explicações de João Pereira não bastassem, os sportinguistas sofreram ainda um novo desaire nas redes sociais. Ruben Amorim decidiu dar uma entrevista à BBC, da qual ninguém ouviu uma coisa que fosse a não ser uma declaração de amor ao Benfica, rapidamente cortada para inundar as redes sociais, que celebraram o regresso de Amorim a casa, pelo menos em espírito. Questionado acerca da sua saída do Benfica, Ruben admitiu que foi muito difícil porque, explicou, «era e ainda é o meu clube.» Bem escreveu Eugénio de Andrade:
«São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.»
Quanta crueldade! Assim, sem mais nem quê? O Mundo Sabe Que isto não se faz, Ruben. São demasiadas derrotas para os sportinguistas em tão pouco tempo. Ainda assim, chamou-me a atenção que ele tenha sentido esta necessidade de explicar, nomeadamente a quem estivesse equivocado, qual continua a ser o seu clube do coração.
Pode parecer que nada o justificaria nesta fase, mas, depois de pensar um pouco no assunto, lá percebi o que se passou. Afinal, bastou a Ruben Amorim ver algumas exibições do bom velho Sporting para rapidamente voltar a si e sentir-se obrigado a esclarecer. Parecia matematicamente impossível até Ruben o conseguir. Se o mundo voltar a mudar e o Sporting se reencontrar, quem sabe ganhando a liga, Amorim pode dar um salto ao Marquês que ninguém na antiga entidade patronal lhe recusará a entrada.
E, apesar de estas últimas semanas me terem divertido bastante, uma retoma do Sporting é perfeitamente possível. Por outro lado, se a vitória sorrir ao Benfica, o mesmo Ruben será recebido pelos adeptos do seu clube como se nunca tivesse saído daqui.
Estranhas voltas que a vida pode vir a dar."

O declínio do Sporting e a nova solidez do Benfica


"O futebol, mais do que números ou tácticas, é feito de equilíbrios subtis. Quando um triângulo virtuoso se desfaz, as consequências são inevitáveis. O Sporting, de Ruben Amorim, Hugo Viana e Frederico Varandas foi, durante anos, um exemplo de coesão estratégica e liderança concertada. Mas a erosão desse triângulo revelou uma realidade preocupante: o Sporting perdeu a sua bússola.
A saída de Amorim para o Manchester United foi a primeira peça do dominó a cair, a que se seguirá, a breve trecho, a saída de Hugo Viana para o Manchester City, desestabilizou o Sporting que, após a entrada de João Pereira, venceu apenas um jogo para a Taça de Portugal, somando duas derrotas para o Campeonato e uma goleada, ante o Arsenal, na Liga dos Campeões.
A verdade é que sob a liderança de Rúben Amorim, o Sporting era um organismo vivo e coerente, onde treinador, estrutura directiva e jogadores se alimentavam mutuamente de uma visão clara. Sem ele, o Sporting parece, agora, estar a remar contra uma maré de decisões desarticuladas. A sucessão de resultados menos conseguidos não é apenas uma consequência táctica; é o reflexo de um desnorte estrutural. A equipa, outrora segura e resiliente, vê-se agora entregue a um futebol hesitante e desinspirado, enquanto os adeptos, sempre exigentes, questionam o futuro.
Do outro lado da barricada, o Benfica emergiu, nos últimos meses, como a equipa a jogar melhor futebol em Portugal. Com a entrada de Bruno Lage, o Benfica ganhou estabilidade, confiança, estrutura e estratégia, voltou a ser uma equipa que sabe e sente que pode alcançar tudo aquilo a que se propõe. O Benfica abandonou o brilhantismo ocasional e, até, algum desespero recorrente para se afirmar como uma equipa extremamente sólida e bem oleada. Mais do que o regresso às vitórias, o Benfica exibe consistência e, mais importante, uma identidade.
Com Bruno Lage o que mais impressiona é a maturidade emocional, a consistência dos processos, construído sobre uma base de rigor táctico e grande espírito colectivo. A sucessão de vitórias não é, hoje, casual, mas o produto de uma estrutura que soube corrigir os seus erros do passado recente.
Neste contraste de trajectórias, emerge uma reflexão mais ampla sobre a importância da coesão directiva e da liderança visionária. O Sporting é o exemplo do que acontece quando o elo mais forte de uma cadeia se parte; o Benfica, por sua vez, prova que a mudança corajosa e clara pode, muitas vezes, ser o caminho para a glória.
No futebol, espaço onde as narrativas mudam ao sabor do vento, a lição mais relevante talvez seja esta: o sucesso no futebol português não é apenas uma questão de talento, mas de estruturas sólidas, lideranças claras e uma visão.
Quem ignora esta tríade arrisca-se a transformar glórias efémeras em memórias longínquas."

O Benfica de todos nós


"O Benfica - Vitória de Guimarães de dia 07/12/2024 foi um jogo marcante. Não foi marcante pelo resultado positivo, pela exibição num nível abaixo do esperado ou por termos aproveitado os deslizes dos nossos rivais. Foi marcante, sim, por ter visto o que queria ver há muito tempo, mas já lá chego.
Um típico Sábado de inverno português: soalheiro, com muito vento e frio à mistura, mas que não demoveu muitos Benfiquistas de marcar presença no jogo. As roulotes no Alto dos Moinhos foram ficando cada vez mais compostas e, à medida que o pontapé de saída se aproximava, a noite rendia o dia e as roulotes encontravam-se a rebentar pelas costuras. Após o jogo, alguns "resistentes" ainda foram às roulotes, de novo, para arrefecer as gargantas de tanto gritar e/ou cantar e encher os estômagos vazios.
No final de contas, posso dizer que o que assisti nas roulotes, antes e depois do jogo, é uma grande mostra do que torna o Benfica de todos nós. O Benfica não são os jogadores, os treinadores ou as opiniões militantes divergentes que existem no seio do Universo Benfiquista. O Benfica de todos é o Benfica dos amigos que se reúnem, semana após semana, para passar um bom bocado (com cerveja e comida pelo meio), das famílias que vão dar os mais novos a conhecerem o Benfica, de estranhos a conversar entre si sobre futebol e muitos outros assuntos ou simplesmente ir ver o clube que amam. O Benfica tem a mística que une milhões e essa mística é o que move "garotões", "vieiristas", "costistas" e "exigentes", é o que move miúdos e graúdos e é o que move o povo. Todos nós contamos para ver o retorno do "Velho Clube Campeão" ao lugar onde pertence.
Em suma, o Benfica é alegria, é convívio, é entreajuda, é a criação de todos nós e o que nos move ao mesmo tempo. Irónico, não é?"

Menos um


"Não pense o leitor que estou tão otimista ao ponto de tirar um aos dois pontos que distamos do líder do campeonato e, muito menos, a referir-me às equipas que o Benfica tem pela frente. Nada disso, o “menos um” com que intitulo este artigo refere-se ao número de jogos que o Benfica terá até ao final do difícil mês de dezembro, até porque o primeiro lugar só é importante lá para maio de 2025.
Escrevi na semana passada que “neste mês de dezembro, com sete jogos, o que mais interessará será a capacidade para ganhá-los, com mais ou menos dificuldades, maior ou menor folga, mas com a consistência que normalmente acompanha os campeões”. Pois bem, os jogadores do Benfica levaram “à letra” este meu conselho/desejo e perante um fortíssimo Vitória, que só espanta como, apesar da excelente campanha europeia, a jogar assim não esteja mais perto dos primeiros, o Benfica soube sofrer como o jogo pedia.
Que o diga o capitão Otamendi, a quem ainda deve doer o corpo em resultado do corte que valeu como um golo, garantindo a arte e o engenho com que, na melhor jogada do desafio, o “suspeito do costume” concretizou uma das três oportunidades de golo que o jogo permitiu. Como o fim de semana demonstrou, as vitórias, e os pontos, estão” caras” e a capacidade para aguentar resultados também entra nas contas finais.
Com mais um golo, o décimo, que só o “Grande Jonas” tão rapidamente alcançou, Akturkoglu mostrou que do “desastrado” mercado de verão que muitos apregoavam só resta o seu silêncio...…Domingo há mais e é preciso encher as Aves depois de o fazer na Luz com o Bolonha."

No Princípio Era a Bola: Em Portugal, João Pereira parece desnaturalizado. No Brasil, um Artur Jorge de tração à frente resgatou o Botafogo dos seus fantasmas

Segundo Poste: S04E19 - “Sporting, Porto e Benfica: qual é o menos mau?"

Terceiro Anel: Diário...

Observador: Três Toques - Nani deixa os relvados após 19 anos nas 4 linhas

Partidazo: “É o pior momento do Barcelona e Real Madrid?”

E o Rascord calou-se...!!!


"🚨 Três jogadores nucleares do Sporting, Gyökeres, Marcus Edwards e St. Juste, decidiram trocar a preparação para o jogo com o Moreirense por uma noitada até às 4h da manhã. Um episódio que simboliza o estado atual do Sporting: falta de disciplina, ausência de autoridade e uma liderança incapaz de controlar o balneário.
💣 O Sporting caminha para o caos. É uma bomba-relógio prestes a explodir."

Os caminhos dos campeões


"O trajeto de Artur Jorge valoriza ainda mais o estatuto atual de rei do Brasil e da América do Sul. Como Nani e Telma Monteiro eram campeões antes mesmo de o serem

Com liderança sólida e serena, Artur Jorge conduziu o Botafogo à semana mais gloriosa da sua história, com a conquista da Taça Libertadores e do Brasileirão. Se é verdade que estes títulos refletem o investimento de John Textor, é justo lembrar que o empresário norte-americano não tem andado propriamente em festa nos outros clubes que controla. Não há como beliscar o mérito de Artur Jorge, que agarrou uma equipa que tinha de ultrapassar o trauma de 2023, e que agora juntou título nacional e continental, tal como o Santos de Pelé e o Flamengo de Jorge Jesus.
Esses títulos de JJ (2019) abriram portas a muitos compatriotas, e o sucesso posterior de Abel — dois campeonatos e duas Libertadores com o Palmeiras — veio cimentar a ideia de que ter um treinador português é meio caminho para ter sucesso no Brasil. O palco é agora de Artur Jorge, outro técnico português com ligação ao SC Braga. Pese embora a digníssima carreira de jogador, quase exclusivamente no emblema arsenalista, o antigo defesa teve de encontrar um caminho alternativo para singrar como treinador. Há sete anos estava a ser despromovido no Campeonato de Portugal com a Associação Desportiva Os Limianos, e só na segunda passagem pela equipa principal do SC Braga teve oportunidade de ficar.
A maior conquista de Artur Jorge foi o trajeto que o trouxe até aqui. O mesmo se aplica a Nani, que agora pendura as chuteiras. O menino que em tempos fintou ratazanas e a fome, no Bairro Casal de Santa Filomena (Amadora), e depois disso foi ídolo no Sporting, no Manchester United e até nos Estados Unidos e na Austrália. Um craque que mostrou que há valor nos bairros que muitos querem marginalizar, campeão europeu de clubes e de seleções, que fez questão de fechar o ciclo ao pé de casa.
Ponto final na carreira colocou também Telma Monteiro, que um dia disse que era mais difícil atirá-la ao chão na vida do que no judo. A miúda do Bairro Branco (Monte da Caparica) que conquistou bronze olímpico, seis títulos europeus e quatro de vice-campeã mundial. Que em tempos não tinha dinheiro para comprar ténis de marca, mas que foi porta-estandarte de Portugal em três olimpíadas. Que viveu de perto a morte de um treinador e superou inúmeras lesões com garra interminável.
Cada campeão tem a sua história, e quase sempre o maior feito está no caminho percorrido. Daí que existam muito mais campeões do que medalhas."