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quarta-feira, 1 de maio de 2024

Lixívia (23/24) 31


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.........76 (-8) = 84
Sporting.... 81 (+20) = 61
Braga...........62 (+9) = 53
Corruptos..63 (+20) = 43

Mais uma ronda, onde foi notória, mais uma vez, a proteção à Lagartada: mais uma vez, o treinador do Sporting teve a oportunidade de substituir um jogador que devia ter sido expulso! Parece ser uma regra nova!!! E neste caso no antro da Corrupção, na despedida do Corrupto-mor, o que é ainda mais excepcional!!! No mesmo estádio, onde o Otamendi foi expulso, numa situação idêntica, com o Benfica na altura a perder por 2-0, tal como o Sporting estava a perder, quando o St. Juste devia ter ido para a Rua!!! O Benfica acabou goleado, o Sporting empatou!!!

No sábado na Luz, mais um lição de como lixar o Benfica do Pinheiro: dualidade de critérios gritante, principalmente no aspecto técnico... a forma como marcava faltas sobre o Banza, e como em situações iguais, sobre o Cabral nada marcava, foi evidente!!!
Complacente também com o anti-jogo do Braga...
Em relação ao Vermelho do Vítor Gomes, chegou 'atrasado' pois o Moutinho já devia ter sido expulso na falta sobre o Tino...
No golo do Braga, a linha do VAR, deu 6cm em jogo, e mais uma vez, tenho muitas dúvidas sobre o Frame escolhido!

Como é habitual, no rescaldo deste jogo, só se falou dum lance com o Otamendi: sim, o Nico acabou por tocar no adversário, mas de forma totalmente acidental, nunca um lances destes é para Vermelho direto, até pode ser para falta, mas nunca para Vermelho... só gente com a espinha muito torta pode defender um Vermelho neste lance. Alguns são os mesmos, que na 1.ª volta, no Benfica-Sporting, defenderam que o Morita não fez penalty sobre o Otamendi, em lance muito mais descarado!!!


No clássico, houve muitos erros, muitas simulações, e muitas faltas úteis, mas o grande erro é mesmo o 2.º Amarelo ao St. Juste...
Inacreditável, como mais uma vez o Hjmuland só leva um Amarelo nos descontos e o Nico González acabou o jogo sem um único Amarelo!!!


Ontem, na televisão (CMTV) deu-se destaque às nomeações dos jogos do Sporting. Sim, existem critérios muito estranhos de nomeações do CA:
- O Veríssimo por exemplo, na reta final foi nomeado para vários jogos do Sporting (Taça incluído), depois da primeira metade da época, não ter apitado um único jogo do Sporting! Primeira nomeação foi na 22.ª jornada!
- Almeida e o Godinho fizeram 7 jogos fora do Sporting, quase 50%!!! O mesmo Godinho que foi 'bloqueado' para os jogos dos Corruptos, após a Supertaça!!!
- C. Pereira e o Nobre fizeram 8 jogos dos Lagartos em Alvalade: praticamente 50%!!! E não arbitraram um único jogo fora do Sporting!!!

Uma nota final: o penalty sobre o Otamendi não assinalado no Sporting-Benfica, por volta dos 81 minutos, quando o jogo estava 1-1, e que podia ter dado uma vantagem de 1-2 para o Benfica, neste momento está a 'decidir' o Campeonato!!! Se o Benfica tivesse ganho esse jogo, estaria neste momento na liderança do Campeonato por 1 ponto: 79 pontos contra 78!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Boavista(f), D(3-2), Nobre, (Narciso, A. Campos), Prejudicados, (-3 pontos)
2.ª-Estrela(c), V(2-0), Correia, (Rui Costa, Rui Silva), Nada a assinalar
3.ª-Gil Vicente(f), V(2-3), Pinheiro, (C. Pereira, P. Ribeiro), Prejudicados, (2-4), Sem influência
4.ª-Guimarães(c), V(4-0), Almeida, (Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
5.ª-Vizela(f), V(1-2), Godinho, (Rui Costa, Bessa Silva), Prejudicados, (0-2), Sem influência
6.ª-Portimonense(f), V(1-3), Malheiro, (Martins, A. Campos), Prejudicados, (1-4), Sem influência
7.ª-Corruptos(c), V(1-0), Pinheiro, (Soares Dias, P. Soares), Prejudicados, Sem influência
8.ª-Estoril(f), V(0-1), Narciso, (Rui Costa, C. Martins), Prejudicados, (0-2), Sem influência
9.ª-Casa Pia(c), E(1-1), C. Pereira, (Pinheiro, L. Maia), Prejudicados, (3-1), (-2 pontos)
10.ª-Chaves(f), V(0-2), Malheiro, (Esteves, Cidade), Nada a assinalar
11.ª-Sporting(c), V(2-1), Soares Dias, (Martins, Godinho), Prejudicados, (4-1), Sem influência
12.ª-Moreirense(f), E(1-1), Veríssimo, (Melo, N. Manso), Prejudicados, Impossível contabilizar
13.ª-Farense(c), E(1-1), Nogueira, (Martins, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Braga(f), V(0-1), Godinho, (Soares Dias, P. Soares), Nada a assinalar
15.ª-Famalicão(c), V(3-0), Narciso, (Melo, S. Jesus), Prejudicados, Beneficiados, (5-1), Sem influência
16.ª-Arouca(f), V(0-3), Veríssimo, (Martins, H. Ribeiro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
17.ª-Rio Ave(c), V(4-1), Vasillica, (Nobre, B. Jesus), Beneficiados, Prejudicados, (1-1), (+2 pontos)
18.ª-Boavista(c), V(2-0), Correia, (Esteves, Felisberto), Prejudicados, (5-0), Sem influência
19.ª-Estrela(f), V(1-4), Malheiro, (L. Ferreira, Manso), Nada a assinalar
20.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Martins, (Correia, I. Pereira), Nada a assinalar
21.ª-Guimarães(f), E(2-2), Godinho, (Hugo, V. Marques), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
22.ª-Vizela(c), V(6-1), J. Gonçalves, (Esteves, A. Campos), Nada a assinalar
23.ª-Portimonense(c), V(4-0), Nogueira, (C. Pereira, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Corruptos(f), D(5-0), Pinheiro, (Martins, A. Campos), Prejudicados, (4-0), Sem influência 
25.ª-Estoril(c), V(3-1), M. Oliveira, (L. Ferreira, N. Manso), Prejudicados, (4-1), Sem influência
26.ª-Casa Pia(f), V(0-1), C. Pereira, (Rui Oliveira, C. Campos), Prejudicados, (0-2), Sem influência
27.ª-Chaves(c), V(1-0), Malheiro, (L. Ferreira, L. Costa), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência
28.ª-Sporting(f), D(2-1), Soares Dias, (Godinho, Rui Teixeira), Prejudicados, (1-2), (-3 pontos)
29.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho, (Rui Costa, S. Jesus), Beneficiados, (2-0), Sem influência
30.ª-Farense(f), V(1-3), Correia, (Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
31.ª-Braga(c), V(3-1), Pinheiro, (Hugo, A. Campos), Prejudicados, Sem influência

Sporting
1.ª-Vizela(c), V(3-2), Melo, (Narciso, V. Marques), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
2.ª-Casa Pia(f), V(1-2), Almeida, (Hugo, R. Soares), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso, (Nobre, N. Pereira), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
4.ª-Braga(f), E(1-1), Godinho, (Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
5.ª-Moreirense(c), V(3-0), M. Oliveira, (Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
6.ª-Rio Ave(c), V(2-0), C. Pereira, (Almeida, B. Jesus), Nada a assinalar
7.ª-Farense(f), V(2-3), Godinho, (Mota, J. Fernandes), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
8.ª-Arouca(c), V(2-1), Nobre, (Esteves, Felisberto), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência
9.ª-Boavista(f), V(0-2), Almeida, (Rui Costa, Bessa Silva), Beneficiados, (+2 pontos)
10.ª-Estrela(c), V(3-2), Narciso, (Melo, S. Jesus), Beneficiados, Impossível contabilizar
11.ª-Benfica(f), D(2-1), Soares Dias, (Martins, Godinho), Beneficiados, (4-1), Sem influência
12.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), C. Pereira, (L. Ferreira, J. Fernandes), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
13.ª-Guimarães(f), D(3-2), Pinheiro, (Hugo, A. Campos), Beneficiados, Prejudicados, (3-0), Sem influência
14.ª-Corruptos(c), V(2-0), Almeida, (Martins, B. Jesus), Prejudicados, (4-0), Sem influência
15.ª-Portimonense(f), V(1-2), M. Oliveira, (L. Ferreira, P. Ribeiro), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
16.ª-Estoril(c), V(5-1), C. Pereira, (Nobre, N. Pereira), Beneficiados, Impossível contabilizar
17.ª-Chaves(f), V(0-3), Godinho, (Esteves, Felisberto), Nada a assinalar
18.ª-Vizela(f), V(2-5), Narciso, (Rui Costa, Manso), Beneficiados, Prejudicados, Sem influência
19.ª-Casa Pia(c), V(8-0), H. Carvalho, (Esteves, P. Martins), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Braga(c), V(5-0), Nobre, (Soares Dias, Bessa Silva), Nada a assinalar
22.ª-Moreirense(f), V(0-2), Veríssimo, (Melo, L. Costa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(f), E(3-3), Narciso, (Nobre, N. Pereira), Nada a assinalar
24.ª-Farense(c), V(3-2), C. Pereira, (Esteves, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
25.ª-Arouca(f), V(0-3), Almeida, (Martins, Vaz Freire), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
26.ª-Boavista(c), V(6-1), Nobre, (Godinho, P. Mota), Beneficiados, (5-1), Sem influência
27.ª-Estrela(f), V(1-2), Veríssimo, (Rui Costa, N. Manso), Beneficiados, Prejudicados, (1-3), Sem influência
28.ª-Benfica(c), V(2-1), Soares Dias, (Godinho, Rui Teixeira), Beneficiados, (1-2), (+3 pontos)
29.ª-Gil Vicente(f), V(0-4), M. Oliveira, (Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
20.ª-Famalicão(f), V(0-1), Veríssimo, (Hugo, Vaz Freire), Beneficiados, Impossível contabilizar
30.ª-Guimarães(c), V(3-0), C. Pereira, (Rui Costa, C. Martins), Beneficiados, (3-1), Sem influência
31.ª-Corruptos(f), E(2-2), Almeida, (Soares Dias, Bessa Silva), Beneficiados, (2-0), (+1 ponto)

Corruptos
1.ª-Moreirense(f), V(1-2), Malheiro, (Rui Costa, C. Martins), Nada a assinalar
2.ª-Farense(c), V(2-1), C. Pereira, (Martins, A. Campos), Beneficiados, (1-2), (+3 pontos)
3.ª-Rio Ave(f), V(1-2), Veríssimo, (Correia, J. P. Afonso), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
4.ª-Arouca(c), E(1-1), Nogueira, (Rui Oliveira, P. Ribeiro), Beneficiados, (0-2), (+1 ponto)
5.ª-Estrela(f), V(0-1), Pinheiro, (Melo, S. Jesus), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
6.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), Nobre, (Narciso, Felisberto), Nada a assinalar
7.ª-Benfica(f), D(1-0), Pinheiro, (Soares Dias, P. Soares), Beneficiados, Sem influência
8.ª-Portimonense(c), V(1-0), Almeida, (C. Pereira, L. Costa), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Vizela(f), V(0-2), M. Oliveira, (Narciso, V. Marques), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
10.ª-Estoril(c), D(0-1), Martins, (Almeida, A. Campos), Beneficiados, Sem influência
11.ª-Guimarães(f), V(1-2), Almeida, (Nobre, P. Brás), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
12.ª-Famalicão(f), V(0-3), Nobre, (Rui Costa, Bessa Silva), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
13.ª-Casa Pia(c), V(3-1), J. Gonçalves, (Correia, I. Pereira), Beneficiados, Impossível contabilizar
14.ª-Sporting(f), D(2-0), Almeida, (Martins, B. Jesus), Beneficiados, (4-0), Sem influência
15.ª-Chaves(c), V(1-0), Correia, (Malheiro, Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
16.ª-Boavista(f), E(1-1), M. Oliveira, (Rui Costa, S. Jesus), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
17.ª-Braga(c), V(2-0), Malheiro, (Martins, Vaz Freire), Prejudicados, Sem influência
18.ª-Moreirense(c), V(5-0), Godinho, (Rui Oliveira, H. Marques), Beneficiados, (5-1), Sem influência
19.ª-Farense(f), V(1-3), Pinheiro, (Nobre, F. Pereira), Nada a assinalar
20.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Nobre, (Melo, S. Jesus), Beneficiados, Impossível contabilizar
21.ª-Arouca(f), D(3-2), Almeida, (L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
22.ª-Estrela(c), V(2-0), Martins, (C. Pereira, H. Santos), Nada a assinalar
23.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Veríssimo, (Malheiro, A. Campos), Nada a assinalar
24.ª-Benfica(c), V(5-0), Pinheiro, (Martins, A. Campos), Beneficiados, (4-0), Sem influência 
25.ª-Portimonense(f), V(0-3), Soares Dias, (Narciso, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
26.ª-Vizela(c), V(4-1), J. Gonçalves, (L. Ferreira, H. Santos), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Estoril(f), D(1-0), Nobre, (Martins, A. Campos), Beneficiados, Sem influência
28.ª-Guimarães(c), D(1-2), Veríssimo, (C. Pereira, H. Santos), Beneficiados, Sem influência
29.ª-Famalicão(c), E(2-2), Correia, (Esteves, B. Jesus), Prejudicados, Impossível contabilizar
30.ª-Casa Pia(f), V(1-2), M. Oliveira, (L. Ferreira, J. Pereira), Beneficiados, (3-1), (+3 pontos)
31.ª-Sporting(c), E(2-2), Almeida, (Soares Dias, Bessa Silva), Prejudicados, (2-0), (-2 pontos)

Braga
1.ª-Famalicão(c), D(1-2), Veríssimo, (Rui Costa, T. Costa), Beneficiados, Sem influência
2.ª-Chaves(f), V(2-4), J. Gonçalves, (Esteves, Felisberto), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
3.ª-Moreirense(f), V(2-3), C. Pereira, (Rui Costa, N. Manso), Nada a assinalar
4.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho, (Melo, S. Jesus), Nada a assinalar
5.ª-Farense(f), D(3-1), Nobre, (Malheiro, Felisberto), Nada a assinalar
6.ª-Boavista(c), V(4-1), Soares Dias, (Godinho, P. Mota), Beneficiados, (3-1), Impossível contabilizar
7.ª-Estrela(f), V(2-4), Almeida, (D. Silva, N. Cunha), Nada a assinalar
8.ª-Rio Ave(c), V(2-1), M. Oliveira, (V. Santos, S. Jesus), Nada a assinalar
9.ª-Gil Vicente(f), E(3-3), Malheiro, (J. Gonçalves, A. Carneiro), Nada a assinalar
10.ª-Portimonense(c), V(6-1), Godinho, (Hugo, A. Campos), Prejudicados, (7-1), Sem influência
11.ª-Arouca(f), V(0-1), J. Gonçalves, (V. Santos, C. Campos), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(3-1), B. Vieira, (Malheiro, H. Coimbra), Nada a assinalar
13.ª-Vizela(f), V(1-3), C. Pereira, (Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
14.ª-Benfica(c), D(0-1), Godinho, (Soares Dias, P. Soares), Nada assinalar
15.ª-Casa Pia(f), V(1-3), Martins, (Nobre, N. Pereira), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência
16.ª-Guimarães(c), E(1-1), Pinheiro, (Hugo, V. Marques), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
17.ª-Corruptos(f), D(2-0), Malheiro, (Martins, Vaz Freire), Beneficiados, Sem influência
18.ª-Famalicão(f), V(1-2), M. Oliveira, (Hugo, H. Ribeiro), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
19.ª-Chaves(c), E(1-1), J. Gonçalves, (Vasillica, A. Mesquita), Beneficiados, Sem influência
20.ª-Moreirense(c), V(1-0), Pinheiro, (Esteves, A. Campos), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
21.ª-Sporting(f), D(5-0), Nobre, (Soares Dias, Bessa Silva), Nada a assinalar
22.ª-Farense(c), V(2-1), Narciso, (Correia, I. Pereira), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
23.ª-Boavista(f), V(0-4), Correia, (Godinho, R. Teixeira), Nada a assinalar
24.ª-Estrela(c), V(2-0), Malheiro, (B. Vieira, Rui Cidade), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
25.ª-Rio Ave(f), E(0-0), Veríssimo, (Melo, S. Jesus), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
26.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), Vasilica, (Narciso, V. Marques), Nada a assinalar
27.ª-Portimonense(f), V(3-5), C. Pereira, (Rui Oliveira, C. Martins), Nada a assinalar
28.ª-Arouca(c), D(0-3), J. Gonçalves, (Rui Costa, F. Silva), Prejudicados, (1-3), Impossível contabilizar
29.ª-Estoril(f), V(0-1), Veríssimo, (B. Vieira, Rui Cidade), Nada a assinalar
30.ª-Vizela(c), V(2-1), Narciso, (H. Carvalho, F. Pereira), Prejudicados, (4-1), Sem influência
31.ª-Benfica(f), D(3-1), Pinheiro, (Hugo, A. Campos), Beneficiados, Sem influência

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
4 / 6

Sporting
4 / 3

Corruptos
/ 6

Braga
7 / 5

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
8 / 3
Minutos:
326 (9+85+84+47+38+22+32+9) - 89 (57+31+1) = 237m (superioridade)

Sporting
6 / 3
Minutos:
155 (9+86+9+46+4+1) - 107 (55+47+5) = 48m (superioridade)

Corruptos
/ 7
Minutos:
130 (16+13+5+32+45+10+9) - 238 (9+84+15+46+3+50+27+4) = -108m (inferioridade)

Braga
3 / 2
Minutos:
95 (24+67+4) - 51 (42+9) = 44m (superioridade)

B) Amarelos
Contra (antes dos 60m) / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
60 (26) / 89 (44)

Sporting
73 (33) / 84 (36)

Corruptos
86 (34) / 108 (41)

Braga
69 (27) / 71 (31)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Vasillica - +2
Nobre - -1
C. Pereira - -2
Pinheiro - -2
Hugo - -2
Narciso - -3
Soares Dias - -3
Godinho - -5

Sporting
Almeida - +7
Godinho - +5
Narciso - +4
L. Ferreira - +4
Soares Dias - +4
Melo - +2
Hugo - +2
Nobre - +2
Mota - +2
Rui Costa - +2
C. Pereira - +2
M. Oliveira - +2
Martins - +2

Corruptos
Nobre - +6
C. Pereira - +5
Correia - +5
Almeida - +3
Veríssimo - +3
Martins - +3
Rui Costa - +3
M. Oliveira - +3
L. Ferreira - +3
Pinheiro - +2
Melo - +2
Malheiro - +2
Nogueira - +1
Rui Oliveira - +1
Soares Dias - -2

Braga
Esteves - +4
Hugo - +3
Pinheiro - +3
J. Gonçalves - +2
M. Oliveira - +2
Narciso - +2
Correia - +2
Malheiro - +2
B. Vieira - +2
Verísismo - -2
Melo - -2

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
Malheiro - 4 - (1/3)
Pinheiro - 4 - (2/2)
Godinho - 3 - (0/3)
Correia - 3 - (2/1)
Narciso - 2 - (1/1)
Veríssimo - 2 - (0/2)
Nogueira - 2 - (2/0)
C. Pereira - 2 - (1/1)
Soares Dias - 2 - (1/1)
Nobre - 1 - (0/1)
Almeida - 1 - (1/0)
Vasillica - 1 - (1/0)
Martins - 1 - (1/0)
J. Gonçalves - 1 - (1/0)
M. Oliveira - 1 - (1/0)
H. Carvalho - 1 - (1/0)

Sporting
C. Pereira - 5 - (5/0)
Almeida - 5 - (1/4)
Narciso - 4 - (2/2)
Godinho - 3 - (0/3)
Nobre - 3 - (3/0)
M. Oliveira - 3 - (1/2)
Veríssimo - 3 - (0/3)
Soares Dias - 2 - (1/1)
Melo - 1 - (1/0)
Pinheiro - 1 - (0/1)
H. Carvalho - 1 - (1/0)

Corruptos
Almeida - 5 - (2/3)
Pinheiro - 4 - (1/3)
Nobre - 4 - (2/2)
Veríssimo - 3 - (1/2)
M. Oliveira - 3 - (0/3)
Malheiro - 2 - (1/1)
Martins - 2 - (2/0)
J. Gonçalves - 2 - (2/0)
Correia - 2 - (2/0)
C. Pereira - 1 - (1/0)
Nogueira - 1 - (1/0)
Godinho - 1 - (1/0)
Soares Dias - 1 - (0/1)

Braga
J. Gonçalves - 4 - (2/2)
Godinho - 3 - (3/0)
Malheiro - 3 - (1/2)
C. Pereira - 3 - (0/3)
Veríssimo - 3 - (1/2)
Pinheiro - 3 - (2/1)
M. Oliveira -2 - (1/1)
Nobre - 2 - (0/2)
Narciso - 2 - (2/0)
Soares Dias - 1 - (1/0)
Almeida - 1 - (0/1)
B. Vieira - 1 - (1/0)
Martins - 1 - (0/1)
Correia - 1 - (0/1)
Vasilica - 1 - (1/0)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Martins - 5 - (2/3)
Rui Costa - 4 - (2/2)
Esteves - 3 - (2/1)
L. Ferreira - 3 - (2/1)
Narciso - 3 - (1/2)
Soares Dias - 2 - (1/1)
Melo - 2 - (1/1)
C. Pereira - 2 - (1/1)
Hugo - 2 - (1/1)
Pinheiro - 1 - (1/0)
Nobre - 1 - (1/0)
Correia - 1 - (1/0)
Rui Oliveira - 1 - (0/1)
Godinho - 1 - (0/1)

Sporting
Esteves - 4 - (3/1)
Martins - 4 - (2/2)
Rui Costa - 4 - (1/3)
Melo - 3 - (1/2)
Nobre - 3 - (2/1)
Hugo - 3 - (0/3)
L. Ferreira - 2 - (1/1)
Godinho - 2 - (2/0)
Narciso - 2 - (1/1)
Soares Dias - 2 (1/1)
Almeida - 1 - (1/0)
Mota - 1 - (0/1)

Corruptos
Martins - 5 - (3/2)
Rui Costa - 3 - (0/3)
Narciso - 3 - (1/2)
C. Pereira - 3 - (3/0)
L. Ferreira - 3 - (1/2)
Correia - 2 - (1/1)
Rui Oliveira - 2 - (2/0)
Nobre - 2 - (0/2)
Melo - 2 - (1/1)
Malheiro - 2 - (1/1)
Soares Dias - 2 - (1/1)
Almeida - 1 - (1/0)
Esteves - 1 - (1/0)

Braga
Hugo - 4 - (2/2)
Rui Costa - 3 - (2/1)
V. Santos - 2 - (1/1)
Malheiro - 2 - (1/1)
Esteves - 2 - (1/1)
Soares Dias - 2 - (1/1)
Godinho - 2 - (1/1)
Melo - 2 - (1/1)
B. Vieira - 2 - (1/1)
David Silva - 1 - (0/1)
J. Gonçalves - 1 - (0/1)
Narciso - 1 - (0/1)
Nobre - 1 - (0/1)
Martins - 1 - (0/1)
Vasillica - 1 - (1/0)
Correia - 1 - (1/0)
Narciso - 1 - (0/1)
Rui Oliveira - 1 - (0/1)
H. Carvalho - 1 - (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
A. Campos - 5
N. Manso - 3
V. Marques - 3
P. Soares - 2
S. Jesus - 2
Rui Silva - 1
P. Ribeiro - 1
Bessa Silva - 1
C. Martins - 1
L. Maia - 1
Cidade - 1
Godinho - 1
P. Brás - 1
H. Ribeiro - 1
B. Jesus - 1
Felisberto - 1
I. Pereira - 1
T. Costa - 1
C. Campos - 1
L. Costa - 1
Rui Teixeira - 1

Sporting
N. Pereira - 3
Bessa Silva - 3
S. Jesus - 2
B. Jesus - 2
Felisberto - 2
H. Ribeiro - 2
N. Manso - 2
V. Marques - 2
Vaz Freire - 2
Rui Soares - 1
J. Fernandes - 1
Godinho - 1
J. Fernandes - 1
A. Campos - 1
P. Ribeiro - 1
P. Martins - 1
L. Costa - 1
P. Mota - 1
Rui Teixeira - 1
C. Martins - 1

Corruptos
A. Campos - 5
S. Jesus - 3
H. Santos - 3
Felisberto - 2
I. Pereira - 2
B. Jesus - 2
Bessa Silva - 2
C. Martins - 1
J. P. Afonso -1
P. Ribeiro - 1
P. Soares - 1
L. Costa - 1
V. Marques - 1
P. Brás - 1
Vaz Freire - 1
H. Marques - 1
F. Pereira - 1
V. Marques - 1
J. Pereira - 1

Braga
S. Jesus - 3
V. Marques - 3
A. Campos - 3
Felisberto - 2
Rui Cidade - 2
T. Costa - 1
N. Manso - 1
P. Mota -1
N. Cunha - 1
A. Carneiro - 1
C. Campos - 1
H. Coimbra - 1
P. Soares - 1
N. Pereira - 1
Vaz Freire - 1
H. Ribeiro - 1
A. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
I. Pereira - 1
R. Teixeira - 1
C. Martins - 1
F. Silva - 1
F. Pereira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Godinho - 3 + 1 = 4
Malheiro - 3 + 0 = 3
Narciso - 1 + 2 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 1 + 1 = 2
Soares Dias - 1 + 1 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Luís Ferreira - 0 + 1 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1

Sporting
Almeida - 4 + 0 = 4
Godinho - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Narciso - 2 + 1 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Hugo - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 2 + 0 = 2
Soares Dias - 1 + 1 = 2
Melo - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1

Corruptos
Nobre - 2 + 2 = 4
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Almeida - 3 + 0 = 3
M. Oliveira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Soares Dias - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Correia - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 2 + 1 = 3
Malheiro - 2 + 1 = 3
Nobre - 2 + 1 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
David Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1
Godinho - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
B. Vieira - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Martins - 1 + 5 = 6
Pinheiro - 4 + 1 = 5
Narciso - 2 + 3 = 5
Malheiro - 4 + 0 = 4
Godinho - 3 + 1 = 4
Correia - 3 + 1 = 4
C. Pereira - 2 + 2 = 4
Soares Dias - 2 + 2 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Esteves - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Nobre - 1 + 1 = 2
Melo - 0 + 2 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
Vasillica - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1

Sporting
Almeida - 4 + 1 = 6
Nobre - 3 + 3 = 6
Narciso - 4 + 1 = 5
Godinho - 3 + 2 = 5
C. Pereira - 4 + 0 = 4
Soares Dias - 2 + 2 = 4
Melo - 1 + 3 = 4
Esteves - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Veríssimo - 3 + 0 = 3
M. Oliveira - 3 + 0 = 3
Hugo - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1

Corruptos
Martins - 2 + 5 = 7
Almeida - 5 + 1 = 6
Nobre - 4 + 2 = 6
Pinheiro - 4 + 0 = 4
Malheiro - 2 + 2 = 4
Correia - 2 + 2 = 4
C. Pereira - 1 + 3 = 4
Veríssimo - 3 + 0 = 3
M. Oliveira - 3 + 0 = 3
Soares Dias - 1 + 2 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Narciso - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Melo - 0 + 2 = 2
Nogueira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Braga
J. Gonçalves - 4 + 1 = 5
Godinho - 3 + 2 = 5
Malheiro - 3 + 2 = 5
Narciso - 2 + 2 = 4
Hugo - 0 + 4 = 4
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Nobre - 2 + 1 = 3
Soares Dias - 1 + 2 = 3
B. Vieira - 1 + 2 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 2 + 0 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Correia - 1 + 1 = 2
Vasillica - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Melo - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
David Silva - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
H. Carvalho - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 20 (-1 jogo)
Jornada 21 (-1 jogo)
Jornada 22 (-1 jogo)
Jornada 23 (-1 jogo)
Jornada 24 (-1 jogo)
Jornada 25 (-1 jogo)
Jornada 26 (-1 jogo)
Jornada 27 (-1 jogo)
Jornada 28 (+1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

À la Carte...

Fever Pitch - Domingo Desportivo - O fim de Pinto da Costa e o que fica para o final de época

O Benfica Somos Nós - S03E54 - Braga...

Falar Benfica #161

Querer e poder


"O minuto 85 do jogo de sábado é um postal ilustrado da paixão que temos pelo “the game”, o jogo, como os ingleses lhe chamam. Recuperação de bola de Carreras, passe em progressão de João Mário, abertura de Kokçu, cruzamento milimétrico de Di María, cabeçada convicta de Neres e um estádio inteiro a festejar, numa comunhão entre adeptos e jogadores. O futebol é simples, básico até, daí o seu sucesso, e é isto - pertença, solidariedade e talento.
De dentro para fora, a equipa do Benfica deu a maior resposta que podia dar a alguns, repito alguns, que teimam em fazer do futebol algo de muito diferente e que motivou uma interrupção de vários minutos de um jogo em que o Benfica precisava de tempo, e apoio, para recuperar de uma desvantagem injusta. E teve-o, a reação da maioria, repito da maioria, foi “à Benfica”. Condenando o que faz com que o Benfica pague centenas de milhares de euros por ano em multas, ver-se impedido de jogar na presença dos seus adeptos nos jogos europeus e, lá chegaremos num dia não muito longínquo pelo caminho que levamos, de jogar “à porta fechada”, aí, nessa reação da maioria que estava silenciosa, o Benfica começou a ganhar um bom jogo de futebol que, também por mérito do adversário, estava complicado.
Com justiça poética, foi do banco que apareceu a solução e com crença, mas também com muito talento, que o Benfica demonstrou que querer é poder, que juntos podemos partir para uma época que nos traga os títulos que todos desejamos.

P.S: Depois daquele cruzamento sublime, espero não mais ouvir que Di María é um problema. Um génio nunca o é..."

Isaías!!!

5 minutos: Diário...

Jogo Pelo Jogo #38 - Sporting, André Villas Boas eleito

Zero: Reactzz - #3 - Também temos eleições!!

Pre-Bet Show - S02E40 - Laterais foram o problema do SLB? Trincão ou Conceição?

Chuveirinho #72

Zero: Senhoras - S04E28 - Profissionalismo encapotado e as decisões

A Verdade do Tadeia - Flash - Clássico!

Terceiro Anel: Champions...

6, excerto...

FanZone, excerto...

Hora, excerto...

Central, excerto...

Jamor, onde Portugal começou a namorar a liberdade


"As batalhas que deflagram em 120X90m de relva têm nos seus simbólicos tiros momentos de consolação. Entre os limites do retângulo verde deixam-se suor e lágrimas. Não sangue. Nunca sangue. Um avançado não tem balas nas pontas das botas – na pior das hipóteses, tem pés de chumbo – e, quando resiste às forças que o retraem, a explosão é de alegria, esse sentimento semeado pelo golo como um cravo que brota.
A causa vem antes do conflito no dicionário do futebol e na revolução. Sem precisar de infligir dor, mas logrando pacificamente o objetivo de chegar à final da Taça de Portugal, o FC Porto derrubou o Vitória SC e apurou-se para o jogo que pode servir de consolo à inconstante época azul e branca. No Jamor, perfilado ao lado dos dragões vai estar o Sporting que, se as contas baterem certo, será já campeão nessa altura. Este ano, a final da Taça de Portugal vai-se jogar só em maio, mas há mais Abril nela do que se possa pensar.
Em 1969, o Jamor foi o raio de sol que antecedeu a madrugada que Sophia de Mello Breyner esperava. A Académica e o Benfica disputavam o troféu em pleno Estádio Nacional. Diga-se que para o regime ditatorial até então vigente foi um grande problema que a Briosa tivesse chegado à final. Estava em curso a crise estudantil espoletada quando foi rejeitado o pedido de Alberto Martins, presidente da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra, para expor as reivindicações dos estudantes junto de Américo Thomaz, Presidente da República, durante a inauguração do Edifício das Matemáticas da Universidade.
“Viva a liberdade!”. Os estudantes levaram para a final da Taça de Portugal palavras de ordem escritas em tarjas que fizeram circular pelas bancadas para que não fossem apreendidas. Dentro dos tais 120X90m, um lendário Benfica encabeçado por Eusébio venceu no prolongamento (2-1). Venceu o jogo. Fora do campo, foi a Académica e a sua massa adepta que deu um abanão no regime forçado a impedir que a RTP transmitisse o encontro.
A Académica pode ter vencido noutros aspetos, mas ficou sem troféu. No entanto, este sábado, a história agradeceu 1974 à Briosa. No jogo da fase de subida da Liga 3, os estudantes, que se vestem com um cravo na camisola, receberam o Lusitânia de Lourosa no Estádio Cidade de Coimbra e, no intervalo do festim futebolístico, eles que até têm na sua posse os troféus de 1939 e 2012, puderam aplaudir uma taça que mora num museu alheio. O Benfica emprestou àqueles 15 minutos de interrupção a relíquia de 1969 para que esta fosse contemplada como um símbolo da liberdade mesmo antes da semana em que se comemoram as bodas de ouro da efetivação da mesma.
As histórias da Revolução multiplicam-se. Por exemplo, Acácio Casimiro tem muitas (mesmo muitas) para contar, quer dos seus tempos de jogador, quer como treinador. Hoje com 75 anos, foi o primeiro a marcar dois golos depois do 25 de Abril de 1974. Fê-lo já num país desvinculado da ditadura em que o futebol se assumiu como bastião da liberdade, esse doce sentimento que nos deixa decidir se chutar do meio-campo é uma boa ideia ou não. Só podendo escolher, como aconteceu com Acácio, nascem grandes golos. Há 50 anos que marcámos o melhor de todos."

Um nome, Tiago Gouveia


"1. Há cerca de um ano, todos vimos Tiago Gouveia como um adepto comum festejando com milhares de outros adeptos o 38.º título de campeão nacional de futebol conquistado pelo Benfica. Vimo-lo, primeiro, festejar nas bancadas do nosso estádio mal acabou o jogo com o Santa Clara e vimo-lo, horas mais tarde, no Marquês de Pombal no meio da multidão em delírio. Tiago Gouveia é um de nós.

2. Foi esse mesmo Tiago Gouveia que vimos na noite da última segunda-feira em Faro a ser, outra vez, um de nós num dos momentos mais fraturantes da história recente do nosso clube, porque não pode deixar de ser assim interpretado o seu sucedeu no Estádio de São Luís mal o árbitro apitou para o fim do jogo entre Farense e o Benfica. A superioridade do Benfica nunca esteve em causa, nem a justiça do resultado, nem o empenho da equipa. Fora apenas uma vitória normal num fim de temporada triste.

3. Nada faria prever, principalmente aos menos previdentes, o que se passou quando os jogadores e a equipa técnica se encaminhavam para o balneário.. Insultos e agressões descambaram sobre a equipa ainda campeã nacional num episódio de violência moral e física cometido por adeptos do Benfica.

4. Inadmissível? Sim. Previsível? Talvez não, talvez sim. Mas para Tiago Gouveia não há 'talvez'. Avançou, deu a cara, deu o peito e exigiu o respeito decido. Parecia estar sozinho, mas não estava. Tinha com ele todos os benfiquistas que, por muito amargurados que estejam, não se identificam com aqueles comportamentos e repudiam estruturalmente qualquer tentativa de 'alcochetização' do nosso clube.

5. No dia seguinte, terça-feira, o presidente do Benfica viu-se obrigado pelas circunstâncias a falar aos benfiquistas através do nosso canal de televisão: 'Pela segunda vez ultrapassámos os limites. O apelo que faço, não apelando a que não haja crítica, mas apelo a que essas críticas tenham certos limites. É o que peço, e que no sábado possamos dentro e fora do campo, dar uma boa imagem daquilo que é o Benfica'.

6. No sábado é dia de jogo na Luz. O Benfica recebe o SC Braga, e o presidente do Clube apelou ao bom comportamento da multidão: 'Todos temos de estar preparados para estas quatro jornadas, procurando o melhor que podemos fazer. É nossa responsabilidade acabar o campeonato com a máxima dignidade.' Será escutado Rui Costa?

7. No sábado, poderá Tiago Gouveia limitar-se a fazer em campo aquilo que são as suas obrigações profissionais - jogar futebol -, ou terá de puxar, novamente, do seu brio inato de ser benfiquista para voltar a defender o Benfica das explosões isentas da frustração?"

Leonor Pinhão, in O Benfica

De volta à ribalta


"José Lisboa provou que, apesar da idade, o seu talento se mantinha intacto

A última imagem é a que fica na memória. Sendo a carreira no desporto tão curta, com o passar dos anos, os jogadores vão-se debatendo com o momento de a terminar. Os últimos anos são passados numa luta entre a cabeça e o corpo, que fisicamente já não responde tão rápido quanto antigamente. Mas como se pode abandonar algo que se faz desde criança e em que se foi tão feliz? Os jogadores mais talentosos, habituados a exibirem-se em grande nível semana após semana, têm o peso adicional da imprensa, que se apressa a decretar o final da carreira assim que o seu rendimento tenha um decréscimo.
No final da década de 1950, José Lisboa deparou-se com uma contestação que o surpreendeu. Estava habituado aos holofotes desde muito cedo: 'Aos 7 anos, já se notabilizava entre os seus camaradas pelo virtuosismo que evidenciava no manejo do seu improvisado stick'. O hoquista revelava talento inato para a modalidade, despertando o interesse do Benfica. Em 1943, foi convidado a participar num treino de captação dos encarnados agradando de imediato. Ingressou no Clube e foi queimando etapas à mesma velocidade que patinava.
Em 5 de Maio de 1947, realizou a sua primeira partida pela equipa de honra, frente ao Dramático de Cascais. Contudo, a estreia oficial seria apenas no início do ano seguinte. Na 1.ª jornada da Taça de Honra, Lisboa apontou o único golo dos benfiquistas frente a Académica da Amadora. Com uma excelente exibição, ganhou um lugar no cinco dos encarnados: 'Teve uma ascensão rápida. Era uma autêntica promessa, mais do que isso, era uma certeza. Deu nas vistas'.
Com o hóquei em patins do Benfica arredado dos títulos há algumas épocas, os dirigentes resolveram apostar na formação. A aposta resultou, com José Lisboa, Cruzeiro e Perdigão e revelarem-se jogadores de elevava qualidade: 'Estava-se na época doirada do hóquei patinado, a Lisboa era uma autêntica coqueluche'. A conquista de troféus não tardou. Em 1951, os benfiquistas venceram o Campeonato de Lisboa e sagraram-se campeões nacionais, pela primeira vez. Ao longo dessa década, viriam a ganhar, ainda, 3 Taças de Honra, mais 3 Campeonatos de Lisboa e mais 3 Campeonatos Nacionais.
Apesar dos títulos, subitamente as suas exibições começaram a ser contestadas: 'Teve um eclipse. O tempo continuava a sua marcha avassaladora. Estava dado como velho'. Em 1960, perante as críticas, José Lisboa não baixou os braços e iniciou a época em grande forma, 'sendo um dos obreiros' da vitória no Campeonato de Lisboa. Já no Campeonato Nacional, o hoquista manteve a toada e liderou os benfiquistas rumo à conquista do título, em que se 'assinalaram extraordinárias exibições'. Terminada a temporada, a sua resiliência motivou elogios: 'Exemplo de reconquista duma posição perdida, é um precioso estímulo para todos aqueles que se deixam enlevar pelo desânimo'.
Saiba mais sobre as várias conquistas de José Lisboa na área 3 - Orgulho Eclético, do Museu Benfica - Cosme Damião."

António Pinto, in O Benfica

Vocês é que são uma vergonha


"Inacreditável. Desprezível. Lamentável. Deplorável. Abominável. Triste. O que se passou no final da vitória do SL Benfica em Faro nunca deveria ter acontecido na história do Glorioso. Não há adjetivos suficientes para caracterizar o comportamento de um punhado de frustração para quem Sigmund Freud teria uma boa explicação comportamental.
As agressões e os insultos a jogadores, equipa técnica e dirigentes do Benfica por parte destes 'iluminados' é uma vergonha. Lamento ter de escrever esta crónica no jornal oficial do Sport Lisboa e Benfica, mas não posso ficar calado, olhar para o lado ou ter cuidado com as palavras. Não é a minha forma de viver nem de estar. Vocês, que o fizeram, é que são uma vergonha para o Sport Lisboa e Benfica.
Batem no peito a dizer que o Clube é vosso, mas são vocês, poucos de vocês, quem mais o prejudica. Já não bastavam as punições por mau comportamento na bancada, utilização de pirotecnia ilegal, agressões e rixas de rua, agora decidiram também - depois de uma vitória categórica e de uma exibição de qualidade - mostrar o que realmente são: arruaceiros. Há razões para críticas pelos objetivos não alcançados? Sim, claro, mas acreditarem que a violência física e verbal é o caminho só mostra o tipo de gente que são. Estas atitudes estão a mais no futebol português, em especial no SL Benfica. Aceitá-las ou defendê-las em nome de um autoproclamada cultura de exigência é apenas ridículo. Não me surpreende o que se passou, só em entristece. Esse comportamento tem vindo a afastar cada vez mais gente dos estádios. O tema é melindroso para as direções dos principais clubes, mas, sem uma posição clara de força, arriscamos a perder-nos num labirinto de paninhos quentes e impunidade. Cresçam e respeitem o Sport Lisboa e Benfica."

Ricardo Santos, in O Benfica

Falta muito para julho?


"Jamais imaginei, em agosto, quando abandonei o Estádio Municipal de Aveiro depois de ver o Otamendi a levantar o primeiro caneco da temporada, que oito meses depois não teria muitos mais motivos para sorrir para além daquele. Não esperava este desenrolar de época quando vi aquela bola do Di Maria a ultrapassar o Diogo Costa, muito menos depois de ver o Musa a deixar a conquista da Supertaça ainda mais encaminhada. Deixámos fugir a Taça da Liga, deixámos fugir a Taça de Portugal, perdemos o voo da visita que tanto queríamos fazer a Dublin, e parece que, neste ano, o bonito convívio de Maio no Marquês de Pombal vai ter uma péssima decoração e uma adesão bem menor.
A realidade é confrangedora, não há como disfarçar ou negar. Qualquer temporada em que o Benfica, não vença, pelo menos, cinco troféus é uma temporada estanha. Esta parece ter uma espécie de estranheza também ela própria estranha. Temos um onze titular talentoso, um plantel com qualidade, uma equipa técnica competente e os melhores adeptos do mundo. O que pode ter acontecido, então, para este desfecho negativo nas várias competições? Lamento desiludir o leitor, mas, ao contrário da maioria da população, eu não tenho resposta a essa pergunta. Porém, tenho acompanhado as teorias apresentadas.
Há quem questione a utilidade do Di Maria, há quem questione a capacidade do míster Roger Schmidt. Mas até que ponto é assim tão questionável a utilidade de um jogador que contribuiu diretamente para 28 golos em 45 jogos? E a capacidade de um treinador campeão no ano de estreia, que esteve 13 jogos consecutivos sem perder na Liga dos Campeões? Nunca gostei muito de atirar pedras, talvez por já ter visto muito gente constrangida a ter de se curvar para as voltar a apanhar no chão."

Pedro Soares, in O Benfica

Ensaio sobre a estupidez


"Depois de uma vitória tranquila e de uma exibição, a espaços, agradável, seria suposto vermos regressar alguma serenidade ao seio da família benfiquista - independentemente de toda a análise crítica que, com legitimidade, possa e deva fazer-se à temporada da equipa.
Um grupo de quinze ou vinte indivíduos não o permitiu, protagonizando um espectáculo indecoroso que apenas serviu para acrescentar instabilidade e ruído, alimentar a avidez de comunicação social sensacionalista, e dar azo à galhofa dos rivais A mim, como, acredito, à larga maioria dos verdadeiros adeptos, aquilo entristeceu, envergonhou e revoltou.
Lamentavelmente, há quem queira transportar Alcochete para o Benfica. Não foi o primeiro episódio. Temo que não seja o último. Recordo que já tivemos um autocarro apedrejado, jogadores feridos, um banco de suplentes atingido com objectos vindos da bancada, e agora isto. Depois, fala-se à boca cheia de exigência - palavra que essa gente nem sabe o que significa.
Não entro em questões geracionais, pois seria injusto e até disparatado generalizar. Mas há hoje, na sociedade portuguesa (não apenas no futebol), um conjunto de criaturas que exige perfeição absoluta a tudo e a todos, excepto a eles próprios. E entende poder manifestar-se com insultos e violência. Isto preocupa-me, não só como benfiquista, mas também enquanto cidadão.
É importante lembrar que existem 6 milhões de benfiquistas, e 5999980 delas são totalmente alheios e este tipo de comportamento. Mas são precisamente estes comportamentos que aparece nas televisões e fazem capa de jornais, confundindo-se o pequeno ramo de uma árvore com a floresta inteira.
Não sei se eles são do Benfica. Mas sei que o Benfica não deles. É dos 300 mil sócios e dos 6 milhões de adeptos que o vivem com paixão e carinho."

Luís Fialho, in O Benfica

Mais que futebol!


"Só por si o futebol já bastava para justificar a sua existência e relevância na vida de todos nós. Está do lado da alegria, quando as notícias do mundo nos enchem de tristeza. Está do lado da união e da identidade, quando a discórdia e o alheamento parecem lavrar em campo fértil. Seja qual for o ponto de vista, o futebol aparece sempre do lado certo da vida, por isso tem tanto valor para além de si próprio, e por isso, também, é cada vez mais campo de ação para a luta incessante pelo desenvolvimento humano e pela justiça social.
Uma das razões de ser disto é a matriz que faz dele um farol para crianças, jovens e famílias em situação de exclusão e pobreza. É que o mundo do futebol demonstra todos os dias que tem a capacidade de ver todos e cada um e de acreditar no valor das pessoas independentemente de tudo. Claro que o estrelato é para os Messis e Ronaldos desta vida, mas o caminho é de todos, e as oportunidades sucedem-se para serem aproveitadas por quem trabalhar duro em cima do talento. Nisto o futebol é um ecossistema ímpar pela capacidade que tem de nivelar pessoas e pela sua transversalidade geossocial. Quer dizer, o futebol está em toda a parte e não distingue, antes une e constrói pontes, entre diferentes cores, orientações sexuais, condições financeiras, estatutos sociais, opções políticas ou idades. A humanidade precisa de ação urgente, ampla, incisiva e regeneradora em todos estes campos, convocando por isso os grandes (e os pequenos) do futebol a dar o seu contributo. Falando de grandes, o Benfica está bem ciente disso e já o faz e fará, através da Fundação, porque tem a capacidade de dar ao mundo futebol de excelência e muito mais!"

Jorge Miranda, in O Benfica

terça-feira, 30 de abril de 2024

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"2
O Benfica tem de superar uma diferença de 2 golos para chegar à final da EHF European Cup Women de andebol;

3
Na Taça de Portugal de regatas em linha, foram 3 as vitórias de canoístas do Benfica. Messias Baptista triunfou em K1 200 metros e K1 500 metros, e Fernando Pimenta ganhou em K1 1000 metros;

15
Com o golo apontado no desafio com o Farense, Kökcü foi o 4º, na presente temporada em competições oficiais, a atingir as 15 participações diretas na finalização de golos. Soma 5 golos e 10 assistências. A lista é encabeçada por Rafa (34; 20+14), seguido por Di María (29; 16+13) e Aursnes (15; 4+11). Perto de atingirem este marco estão Neres (14; 4+10), Arthur Cabral (13; 11+2) e João Mário (12; 9+3);

18
Excluindo autogolos, a lista de marcadores do Benfica na presente época em jogos oficiais ascende a 18 membros com a entrada, no desafio com o Farense, de Carreras;

44
Otamendi passou a integrar o top-30 dos futebolistas do Benfica com mais jogos nas competições europeias organizadas pela UEFA. Soma 44, tantos quanto Carlos Manuel, Chalana, João Pinto e José Henrique (quinteto na 28ª posição);

50
Com a procura a exceder a oferta em cerca de 35%, foi totalmente realizada a emissão do empréstimo obrigacionista pela Benfica SAD num montante de 50 milhões de euros. São 3542 os investidores neste instrumento financeiro, que remunera, em 5,1%, o investimento, representando o prémio de risco (diferença entre taxa de juro praticada e a taxa swap a três anos, que serve de referência ao cálculo do prémio de risco) mais baixo de sempre nas 15 ofertas de subscrição pública de obrigações colocadas no mercado pela Benfica SAD."

João Tomaz, in O Benfica

História, memória e futuro

Mauro Xavier, in Record

Este Di Maria tem mesmo a mania que é vedeta!


"Já estou a imaginar o que vão dizer aqueles comentadores extremamente isentos da CNN.
Vai se bonito escutar o Diogo Luís , o Luís Vilar, o Farinha e mais uns quantos, a falarem daquele balneário blindado do Sporting."

Limites à (p)residência


"A propósito das eleições do FC Porto, até a gratidão desmesurada tem limites

Têm vindo a existir várias imposições de limites no futebol nacional. O último ato eleitoral do FC Porto é disso exemplo com 80,28% de votantes a traçar um ponto final na exagerada (p)residência de 42 anos. Até a gratidão desmesurada tem limites, tais foram as lágrimas e soluçar do candidato com o menor número de votos nestas eleições apesar de ter concorrido pela segunda vez para substituir quem, aparentemente, muito admira.
Já a Sporting SAD, na pessoa do seu presidente e restante corpo diretivo, também deve ter manifestado a sua (mais que) justificada insatisfação pela falta de respeito causada por uma viagem mal engendrada por Rúben Amorim e o seu empresário no papel. Depois de lhe terem renovado o contrato até 30 de junho de 2026 no seguimento de trocas de galhardetes públicos em outubro de 2022 e sem ainda ter ganho qualquer título na presente época (ainda que bem encaminhado), Amorim meteu-se a jeito ao se ter deixado fotografar a caminhar para o jato privado pago por David Sullivan, presidente do West Ham.
Asseguram, por terras de sua Majestade, que Amorim sairá de Lisboa se o Chelsea bater o salário que pretende bem como a cláusula liberatória (de rescisão) exigida pela sua atual entidade patronal. Por breves momentos, fez lembrar o seu ex-colega Grimaldo (coincidiram em 2015/16 e 2016/17, mas o português foi emprestado a um clube estrangeiro na primeira e não jogou na segunda) e a gestão do timing da saída deste do Benfica, porém, com uma enorme diferença: apesar de ter sido uma falta de respeito a apresentação na Alemanha com a Liga portuguesa ainda a decorrer, o lateral podia negociar livremente, enquanto Amorim não.
Pelo que o seu pedido de desculpas deve ser analisado criticamente pelos sócios e adeptos dado que toda a estratégia desportiva e comunicacional do Sporting está exageradamente assente e dependente da sua própria figura. O desrespeito é, portanto, superlativo se considerarmos o poder que lhe foi atribuído (irrelevante, se direta ou indiretamente) desde que chegou a Alvalade. Posto isto, a tentativa pífia de lhe fazerem aumentar o salário não resultou.
No futebol, não faltam pessoas inteligentes a praticar atos com pouca habilidade. Só piora quando lhes falta transparência e verticalidade para tentar demandar o que entendem que é seu por direito e mérito. Deve ser do ar que respiram. O que nos leva para os lados do Benfica. Muito tempo se tem dedicado no debate sobre limites que devem existir para os lados da Luz. Ainda que tarde e fora de horas, Rui Costa pegou na tristeza, num primeiro plano, para identificá-la como sendo igual para si, sua equipa técnica e jogadores para, depois, comentar o óbvio de que ninguém está imune à crítica quando as coisas correm mal. Porém, optou por lamentar que foram ultrapassados limites com base no comportamento de sócios e adeptos, sobretudo numa altura em que não atira a toalha ao chão e ainda há jogos por lutar.
Ora, percebe-se a limitação dos milionários treinadores e jogadores direcionada só para resultados desportivos. Foram para isso contratados e não sabem (nem querem saber) mais. Mas não é tolerável, e verá o seu limite, a notória indiferença de Rui Costa em relação à análise global que os seus consócios fazem do seu terceiro ano de mandato. Não percebe o porquê de ganhar e ser contestado? É que o primeiro não invalida o segundo. Já cansa relembrar as suas principais promessas eleitorais para a renovação do Benfica: auditoria e estatutos.
A primeira levou Rui Costa a confrontar em tom agressivo na Madeira um adepto benfiquista ansioso com o resultado sobre os seus ex-colegas de administração. Já a não aprovação dos Estatutos permite hoje a Rui Costa beneficiar de tempo no poder que não vai ser contabilizado para a intencionada limitação de mandatos que os sócios exigem. Ao final do dia, a estratégia passa por centrar foco no comportamento errático dos adeptos por garrafas de plástico arremessadas (na Luz e no São Luís) contra o treinador e os impropérios próprios e típicos de bancada.
Contra excessos, há regulamento disciplinar e Leis. Entretanto, o adjunto Yann-Benjamin Kugel já se desculpou por ter cuspido na direção dos adeptos em Faro?"

Sobre Amorim e Conceição: o desconforto é opcional


"Rúben e Sérgio com opções censuráveis nos últimos dias, sobretudo fora do banco

Em seis jogos contra rivais, esta época, só uma vez é que o Sporting entrou em campo com Nuno Santos no onze. Anteontem, frente ao FC Porto, o esquerdino voltou a ficar no banco, e no final do clássico Rúben Amorim explicou que não gosta de colocar nenhum jogador num papel «completamente desconfortável».
Para Nuno Santos haverá poucos lugares mais desconfortáveis do que o banco de suplentes, mas comodidade faltou sobretudo a Gonçalo Inácio na ala, e com efeito de contágio, tendo em conta as limitações de Diomande a construir pela esquerda. Os leões perderam capacidade tanto para jogar por fora como para meter passes verticais para o tridente ofensivo, e quando se viram forçados a jogar direto até devem ter equacionado colocar a bola na direção do banco para ver se Gyokeres de lá saltava.
Com Zé Pedro muito sólido e Martim Fernandes a revelar uma personalidade fortíssima, o FC Porto foi melhor a fazer pressão e também a sair dela, até porque poucos guarda-redes do mundo têm o jogo de pés de Diogo Costa (entre outras virtudes). Gyokeres entrou logo ao intervalo, mas os golos só apareceram nos minutos finais, já com Nuno Santos na ala, insistentemente lançado por Inácio da posição adequada.
O ponto conquistado alimenta a caminhada leonina para o título, ainda que o Benfica esteja agora mais próximo, e ameniza uma semana atribulada para Rúben Amorim, que se colocou em posição desconfortável sem necessidade. Estranhamente, na era do teletrabalho e das reuniões à distância, o técnico decidiu aproveitar duas folgas dadas ao plantel para ir a Londres falar do futuro durante um par de horas, sabendo a probabilidade de ser apanhado. Correu o risco de passar a mensagem de que o título está garantido, e ainda conseguiu, de caminho, chatear o Liverpool. O erro foi assumido em conferência de imprensa, mas faltou um travão à honestidade quando Amorim reconheceu estar mais perdido do que os jornalistas relativamente ao seu futuro.
Tão ou mais incerta está a situação de Sérgio Conceição, mesmo com um acordo de renovação de contrato, derradeiro esforço pela liderança de Pinto da Costa que não evitou uma derrota pesada. Nunca terá sido tão desconfortável assistir a um clássico na principal cadeira do Dragão, ainda que Pinto da Costa tenha recebido uma ovação de agradecimento dos adeptos portistas, incluindo de Villas-Boas — que evitou um certo desconforto protocolar ao despedir-se do lugar anual — e do próprio Sérgio Conceição. Um sinal de gratidão do técnico que em nada colide com os superiores interesses do clube, ao contrário do abraço na apresentação da candidatura de Pinto da Costa, depois de ter dito que não interferia na escolha do presidente, e da renovação de contrato a apenas dois dias do ato eleitoral, e três meses depois de ter dito que não era em final de mandato que se assinavam novos contratos.
A maior dívida de gratidão de Conceição é com o FC Porto, mas personificou-a em Pinto da Costa. Compreensível mas criticável, até porque condiciona a relação com o novo presidente. Em campanha Villas-Boas só podia dizer que contava com o técnico, mas depois da eleição o discurso já mudou ligeiramente. Sérgio mostra-se disponível para conversar com André, mas colocou-se no papel de membro da oposição que tem lugar na estrutura por inerência. Estão anunciadas conversações de paz, mas fica difícil imaginar Conceição a trabalhar com Villas-Boas, Andoni Zubizarreta e Jorge Costa. Desconfortável, no mínimo."

Simples: Jornada 31

Zero: Ataque Rápido - S04E37 - FC Porto de Pinto da Costa e FC Porto de Villas-Boas

Águia: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

3x4x3

Segunda Bola

ESPN: Futebol no Mundo #333 - PSG campeão e briga ponto a ponto entre Arsenal e City

3x4x3, excerto...

Total, excerto...

Titulares, excerto...

Benfica FM #273 - Braga...

Visão - S05E34 - Braga...

RND - Carrega...

Águia: Diário...

Jornal de Negócios: Direitos televisivos...

Golo de Abril: Marcos Leonardo...

Vote...

Centralização?!

Líderes!!!

Interplanetário


"Roger Schmidt, eleições no FC Porto e um machista despedido

De vez em quando Roger Schmidt sai do planeta onde mora – alvitrei aqui há semanas dois bons exoplanetas, Kepler-186F ou 51-Pegasi b – e fala das coisas como toda a gente viu. Posso aplaudir a forma como se defendeu, e à equipa, da reação quente dos adeptos do Benfica em Faro. «A minha relação com pessoas que atiram coisas aos jogadores ou lhes cospem em cima? Não, não quero trabalhar nessa relação, nunca vou aceitar, nunca vou perdoar essas coisas. Não preciso de relação com nenhuma dessas dez pessoas», disse. E tem razão. Mas por outro lado podemos compreender milhares que perdem a paciência quando o alemão tira da equipa, como aconteceu agora entre o jogo com o Farense e o SC Braga, jogadores que tiveram boas atuações, como Carreras ou Kokçu. Que tipo de confiança têm? Que tipo de confiança têm os adeptos no treinador? Os que jogam mal, normalmente saem; aqui os que jogam bem, também. Este sábado, algures entre o final de um jogo que foi interrompido por tochas no relvado e a sala de imprensa, voltou a colocar-se a anos luz da Terra: «Pessoas que conhecem o clube há mais tempo que eu dizem-me que isto que acontece não é por nossa causa, é algo que acontece várias vezes no Benfica.»
Aceitei o desafio do Alexandre Pereira: sou sub-49 e não sei como se chamava o antecessor de Pinto da Costa na presidência do FC Porto. O homem e o cargo de presidente eram sinónimos desde que me lembro, por isso a noite de sábado foi decididamente histórica com a eleição de André Villas-Boas. Os primeiros relatos de 60 por cento dos votos já eram difíceis de acreditar. Os 80 finais são ainda mais surpreendentes. Agora que os três grandes têm presidentes a rondar os 50 anos (Rui Costa, 52, Frederico Varandas, 44 anos e Villas-Boas 46) espera-se que tudo seja um pouco mais moderno.
E pronto, o argentino Ramón Díaz foi despedido do Vasco da Gama. Chegou em julho do ano passado com o filho, impediu a equipa de descer, mas o início de época não foi bom. Depois de várias derrotas, deu uma absoluta demonstração de machismo ao dizer que era complicado ter uma mulher no VAR. Mas foi mais uma derrota, 0-4 com o Criciúma, que o despachou.
Ah, o antecessor de Pinto da Costa foi Américo de Sá."

Eleição histórica


"Não imagino Jorge Nuno Pinto da Costa como um apreciador de histórias de super-heróis, mas a frase que, quanto a mim, melhor define a sua extraordinária queda a 27 de abril, acontece em The Dark Knight, filme de 2008 realizado por Christopher Nolan que perdura como um dos melhores do género. Em português: Ou morres como um herói ou vives tempo suficiente para te tornares o vilão. A frase é usada no filme em referência a Júlio César, que viveu demasiado tempo agarrado ao poder e morreu nesse mesmo lugar. A moral da história é que a concentração de poder corrompe. E foi mesmo muito poder, e muito tempo. Pinto da Costa tornou-se herói para os portistas há 40 anos, quando praticamente inventou um clube e o tornou vencedor, não olhando a meios para atingir esse fim. Afirmo que PdC inventou um clube porque, sejamos realistas, pouco se sabe acerca do FC Porto antes de Pinto da Costa.
De resto, poderia dizer muita coisa acerca do expediente a que o ex-presidente do FCP recorreu, mas fico-me por esta: ninguém lhe poderá retirar o estatuto de maior manobrador e influenciador do futebol português nos últimos 40 anos. Em certa medida, Pinto da Costa não se limitou a inventar um clube à medida da sua ambição. Contaminou todo o futebol português com esse espírito. Podia optar pela cortesia para com o presidente cessante e dizer que fez tudo isso para o bem e para o mal, mas estaria a mentir. Fê-lo, no essencial, na defesa pouco escrupulosa dos interesses do seu clube. Curiosamente, ao longo de 40 anos, não vi ninguém queixar-se. Reparem, nada tenho contra a vontade esmagadora de mudança manifestada pelos adeptos portistas. Mas tenho algo contra esta ideia de que a ideologia é uma coisa férrea quando estamos sentados à espera de ver uma bola entrar na baliza.
É por isso que ver tanta gente a falar dos resultados de sábado como uma espécie de dia inicial inteiro e limpo, depois de terem assinado por baixo de 40 anos bastante sujos, acaba por ter a sua piada. No final de contas, a suposta ditadura que caiu no sábado foi do agrado de muita gente durante muito tempo. Aliás, houve até quem, para gáudio de milhares de portistas, nos momentos de conquistas desportivas dos últimos anos, tenha falado na obra de Pinto da Costa como o 25 de Abril do futebol português. Torna-se confuso. Assim, admitamos que a dita ditadura não é mais do que uma construção social que só ganhou alicerces desta vez porque o FC Porto começou a perder mais vezes do que os adeptos gostariam. Até prova em contrário, aliás, esta parece mesmo ser a única forma de alguém chegar à presidência de um clube de futebol de maior dimensão em Portugal. É um facto que esse contexto foi agravado pelos acontecimentos de uma Assembleia Geral em que Pinto da Costa escolheu cair com os seus cúmplices, mas continuarei a teimar. Se o FC Porto estivesse na frente do campeonato e deslumbrasse os adeptos com a qualidade e eficácia do seu futebol, até esses episódios teriam sido relativizados. Basta olhar para os 40 anos que vieram antes.
Aqui chegado, o novo presidente, André Villas-Boas, tem alguns desafios que vão para lá do desastre financeiro. Por um lado, ser bom a fazer campanhas não torna alguém bom presidente seja do que for. André Villas-Boas tem o clubismo apaixonado e uma vida profissional longa no futebol, mas não seria o primeiro com esse currículo a falhar. Por outro lado, a salvação do FC Porto a que AVB se propõe, eventualmente tornando o clube algo um pouco mais à sua imagem, pode até ter o melhor business plan e conter as palavras mais bonitas, mas o sucesso desse plano vai depender essencialmente de uma coisa: quantas vezes a bola entra na baliza do adversário. Agora é fácil. Há esperança, as flores voltam a crescer, a primavera chegou. Se os resultados não aparecerem à medida que o tempo for passando, Villas-Boas, a quem gabo genuinamente a coragem, será assombrado pelo seu antecessor e pelo clube que este inventou, um clube que deu aos adeptos aquilo que não conheciam até então: o gosto de uma vitória que não querem perder, custe o que custar, contra tudo e contra todos. Na dúvida, tendo a pensar que AVB corre sério risco de se tornar sub-produto da cultura formada nas últimas décadas, mais do que o representante de nova forma de estar.
Como outros dias históricos, este também suscitou muitas reflexões, paralelismos vários e algumas recordações, em particular no universo Benfiquista. Acho que vale a pena abordar algumas.

A transparência do ato eleitoral
Este é o maior elogio que posso fazer às eleições de sábado passado. Ao nível procedimental, o FC Porto soube tratar com seriedade e dignidade um ato eleitoral que se antevia de grande importância. Tendo estado ativamente envolvido numa ocasião de igual magnitude no Benfica, digo apenas que muita gente, incluindo pessoas que hoje permanecem no clube, deveria sentir-se envergonhada por ter fechado os olhos ao modo como decorreu a eleição de 2020, que opôs Luís Filipe Vieira a João Noronha Lopes. O que se viu foi um ato eleitoral cuja integridade foi repetidamente comprometida, até pouco sobrar para lá da desconfiança e da forma pouco honrada como os intervenientes se comportaram. Já lá vão quase quatro anos e, ainda hoje, ouço muita gente pouco dada a teorias de conspiração questionar a veracidade do resultado eleitoral. Já não é possível recuar no tempo e exigir um ato eleitoral íntegro, mas aquilo que aconteceu em 2020 não vai voltar a repetir-se. Os benfiquistas não deixarão.

O problema para o Benfica
Vi algumas pessoas assustadas com a ascensão de um novo FC Porto, como se viesse aí uma espécie de gigante adormecido. Não deixando de reconhecer a valia do adversário e algumas qualidades discerníveis de André Villas-Boas, permitam-me corrigir. O único gigante que tem parecido adormecido nas mais diversas matérias é mesmo o Benfica. Nenhuma instituição em Portugal se compara a este gigante, e parece cada vez mais claro que essa grande está a ser desperdiçada no plano desportivo, com consequências potencialmente sérias no plano financeiro, que por sua vez entrarão pelo plano desportivo adentro. É um loop que os adeptos conhecem bem, infelizmente. Em suma, falar do novo presidente do FC Porto como um problema para o Benfica ignora o essencial: os problemas do Benfica não têm começado na casa dos outros. Têm acontecido na sua própria casa e estão cada vez mais à vista de todos. A competência dos outros Por enquanto estamos num plano teórico, mas o Linkedin dá boas pistas. É bastante seguro afirmar que a equipa apresentada por André Villas-Boas para a direção e para a SAD reúne uma experiência acumulada rara num clube de futebol em Portugal. Só o futuro dirá se estes profissionais, alguns dos melhores a trabalhar nas respetivas áreas em Portugal, terão capacidade para lidar com um Titanic financeiro, mas dá que pensar quando vemos os currículos de quem se apresenta ao serviço no FC Porto, numa situação tão delicada como a atual, e os comparamos com os órgãos sociais e a administração da SAD do Benfica. Será incapacidade de recrutar os melhores? Neste caso, já abandonámos o plano teórico. Podiam até ter os melhores currículos do mercado, mas a qualidade prática demonstrada ao longo deste mandato por quem está no clube é curta. Falta governança, falta comunicação, falta inovação, falta rasgo, falta modernização na relação com os sócios, falta respeito por iniciativas importantes para o futuro do clube (revisão dos estatutos, por ex.) e falta renovação.
Se o Benfica não tivesse ganho a liga da época passada, o maior feito deste mandato teria sido a colocação de LEDs no estádio. Tudo somado, é difícil lembrar-me de muita coisa que tenha confirmado a ambição transformadora que esta direção anunciou à chegada.

A nova geração
Nos últimos dias, ganhou força uma espécie de kumbaya com os meninos dirigentes à volta da fogueira, prontos para regenerar o futebol português. Tenho as maiores dúvidas em relação a essa possibilidade, mas cá estarei para reconhecer quando isso acontecer. Até ver, não passa de uma leitura sociológica baseada mais na faixa etária que três dirigentes desportivos partilham, do que em qualquer mudança que os três tenham protagonizado efetivamente. De resto, não querendo ser um daqueles chatos que faz a verificação dos factos, tenho dificuldade em ver o atual presidente do Benfica como o representante de uma nova geração. Rui Costa assume cargos de primeira linha no Benfica desde 2008, sempre em reporte direto ou articulação com Luís Filipe Vieira. Antes de ser presidente, foi administrador da SAD. Mesmo que assim não fosse, a nova geração poderia ser medida na composição dos órgãos do clube. Mas é aí que a coisa piora: 66,6% dos membros da Direção e do Conselho Fiscal são as mesmas que estavam lá quando Vieira era presidente. Não sei se chamaria a isto uma nova geração.

A mudança necessária
Já aqui disse que vejo com alguma ironia este frémito pela mudança no FCP, um clube em que ao longo de 40 anos (quarenta) se fechou os olhos a tudo. Ainda assim, a máxima mantém-se. Mais vale tarde do que nunca, e aplaudo os adeptos do FC Porto por terem feito esta mudança acontecer.
Quanto ao meu clube: a mudança já era necessária no Benfica em 2020. Era necessária, aliás, muito antes disso, mas nunca chegou. Em 2024, os sócios do FC Porto, tardiamente, escolheram outro presidente. O facto é que, no Benfica, isso só aconteceu após a intervenção do Ministério Público. Essas novas circunstâncias deram a uma nova direção absoluta legitimidade, conquistada por via eleitoral, para que uma nova era se iniciasse pautada pela ação em nome do melhor interesse do clube. Desde então, pouca coisa mudou. As pessoas são essencialmente as mesmas, os problemas não são muito diferentes, e o Benfica continua longe de cumprir o seu desígnio: vencer, vencer, vencer, vencer muitas vezes. A hegemonia interna a que o clube pode e deve aspirar tornou-se uma visão longínqua, muitas vezes alvo de críticas por parte de adeptos que criticam a exigência. Ao contrário do que parece, o diagnóstico que faço nesta página não resulta das eleições de outro clube: resulta de acordar e adormecer a pensar nisto, como todos os Benfiquistas que conheço. E é por isso que lanço aqui um repto, a todos, para que pensem cada vez mais no clube que querem, e respondam à pergunta: aquilo que temos hoje é suficiente?
Bem sei. Manda a cartilha que qualquer reflexão publicada deste tipo seja imediatamente atacada como um assalto ao poder ou simplesmente como inoportuna. É uma coisa dos diabos. Nunca nada é oportuno, como se vê pelos sucessivos adiamentos da revisão estatutária. Fica a sensação de que nada é oportuno para quem convive mal com a crítica. Mas uma coisa é certa: haverá uma eleição em 2025 e é importante que o clube saia muito mais forte desse ato eleitoral."

1 Minuto

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No Princípio Era a Bola - Um Clássico em que Rúben Amorim tentou adaptar-se ao FC Porto (e correu-lhe mal) e primeiro dia do resto da vida do Dragão

Mata Mata: E num minuto... Gyokeres 'sentenciou' a Liga, AVB Presidente, SCP quase campeão.

O Futebol é Momento - S02E38 - Gyökeres e Luís André

A Verdade do Tadeia #2024/155 - Dois dias de emoção no Dragão

Falsos Lentos - S04E34 - Especial Pinto da Costa

Vitórias importantes


"Esta edição da BNews é dedicada à atividade desportiva do Benfica no domingo.

1. A um triunfo do penta
Após um set inicial muito disputado que caiu nas vantagens para o Sporting, o Benfica foi mais forte que o adversário e venceu a 3.ª partida da final do Campeonato Nacional por 3-1, ficando, agora, a uma vitória do pentacampeonato. O embate seguinte é na quarta-feira, dia 1, no Pavilhão João Rocha.
Marcel Matz considera que foi "uma vitória indiscutível, em casa, jogando bem, com o apoio do público". O treinador do Benfica elogia os Benfiquistas: "Agora temos um jogo fora, vamos tentar ganhar, mas se não conseguirmos ganhar lá, temos mais um aqui com o apoio dos nossos adeptos. Quando jogamos aqui o ambiente é sensacional para nós."

2. A um passo da reconquista
Disputado até aos últimos segundos, o primeiro desafio da final dos play-offs do Campeonato Nacional de basquetebol no feminino foi ganho pelo Benfica, por 51-53, frente ao União Sportiva. Novo triunfo benfiquista significa o regresso ao topo da modalidade. O próximo jogo é dia 1 de maio, na Luz, às 15h00. 
 Eugénio Rodrigues refere: "A única atitude responsável de uma equipa que quer ganhar coisas é partir do zero e esquecer este jogo. Encarar o jogo do dia 1 como se fosse o primeiro jogo do play-off."
Marta Martins apela à presença dos Benfiquistas: "Estamos a uma vitória do título e o próximo jogo é na nossa casa. Estamos muito felizes. Mas falta ainda muito. Esperamos um pavilhão cheio e estar a festejar todas juntas no final do próximo jogo."

3. Excelente percurso
A equipa feminina de andebol do Benfica lutou até ao derradeiro apito pelo apuramento para a final da EHF European Cup Women, mas não conseguiu acrescentar mais um capítulo ao percurso histórico já efetuado. O resultado da 2.ª mão, na Luz, frente ao Iuventa Michalovce foi 30-30, insuficiente para as pretensões benfiquistas em função do 30-28 favorável às eslovacas verificado no primeiro encontro.
João Alexandre Florêncio elogia a equipa: "Sinto um grande orgulho no percurso que estas atletas fizeram, estivemos a um passo da final. Esta equipa, em três anos, começou a ganhar títulos nacionais, em oito possíveis ganhámos sete, e na segunda participação europeia ficámos à porta de uma final… Não há nada a apontar! Faltou um bocadinho de experiência, de maturidade, de saber jogar em casa com o nosso público, que é uma grande responsabilidade, e acusámos isso no início do jogo."

4. Empate injusto
A equipa B do Benfica empatou a um golo na visita ao Tondela. Nélson Veríssimo salienta a injustiça do resultado: "Fizemos uma segunda parte fantástica. Obviamente que estamos tristes por não termos conquistado os três pontos, criámos oportunidades suficientes para vencer o jogo."

5. Outros resultados
A equipa feminina de hóquei em patins do Benfica ganhou, por 1-9, na deslocação à Sanjoanense. Os Sub-15 venceram, por 0-1, em Tondela. E a equipa feminina de polo aquático começou os play-offs com uma vitória na visita ao CA Pacense (5-17)."

BolaTV: Sofia !!!

Daizer: Braga...

Royale: Braga...

BenfiquistadeGaia: Braga...

Zero: Tema do Dia - Os cinco desafios para André Villas-Boas

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Segundo Poste...

Segunda Bola, excerto...

Rola, excerto...

6, excerto...

6, excerto...

FanZone, excerto...

Central, excerto...

Trio, excerto...