Últimas indefectivações

quinta-feira, 13 de junho de 2024

Hurley evitou LeBron?


"Os Lakers têm tido dificuldade em atrair técnicos de renome apesar de LeBron James lá estar há seis temporadas.

Dan Hurley, treinador da Universidade de Connecticut, de 51 anos, terá declinado a irrecusável proposta de 70 milhões de dólares (65,1 milhões de euros) por seis temporadas dos Lakers para a vaga deixada pelo dispensado Darvin Ham. Contrato que o tornaria no quinto mais bem pago da NBA.
Hurley, que em 2023 renovou com UConn, onde está desde 2020/21, por 32,1 milhões (29,84 milhões) por seis épocas, preferiu permanecer na NCAA em vez de testar as revoltas águas da Liga onde raros técnicos vindos do campeonato universitário tiveram êxito nas últimas décadas. Após as conquistas em 2022/23 e 2023/24 mantém a ambição de levar os Huskies ao tri na NCAA e chegar perto dos registos de Mike Krzyzewski (Duke), cinco títulos, e John Wooden (UCLA) com 10(!) em 12 temporadas, sete deles consecutivos e único a vencer três torneios seguidos nos 85 anos do evento.
Curioso, Krzyzewski, que liderou os Blue Devils 41 épocas, tendo-os levado à Final Four em 12 ocasiões, também recusara os Lakers em 2004.
Para quem não esteja familiarizado com o desporto universitário americano, ser treinador de uma universidade, sobretudo de topo, está longe de ocupar uma posição menor, quer a nível salarial como profissional. A pressão existe, mas a volatilidade do cargo não é tão grande e os principais técnicos são deuses nos campus. Diz-se que um treinador de basquetebol ou futebol americano numa universidade é mais importante do que o reitor e que isso é comprovado quando morrem e se vê o funeral de um e outro. Os êxitos desportivos trazem centenas de milhões de dólares em apoios e contratos comerciais e televisivos à universidade.
E por mais que digam o contrário, é mais fácil comandar jovens do que homens, alguns milionários, e a maior parte a ganhar mais do que o treinador como acontece na NBA.
Isto leva a duas questões. A primeira, a ideia de que os Lakers desejam um técnico de topo, experiente e com provas dadas, ainda que a nível da NCAA, o que tem sido difícil garantir desde que Phil Jackson por lá passou a segunda vez entre 2005/06 e 2010/11, com a conquista de dois campeonatos (2008/09, 2008/10) em três Finals (2007/08).
Desde então, ninguém resistiu mais do que três épocas. Nem Frank Vogel que ganhou o 17.º e último titulo em 2019/20.
Mesmo com Jeanie Buss à frente do clube e o ambiente pacificado, os Lakers têm tido dificuldade em atrair técnicos de renome apesar de LeBron James lá estar há seis temporadas. E esta leva-me à duvida que tenho há anos: apesar de ter chegado a 10 Finals em 21 épocas, nas quais se sagrou campeão quatro vezes, LeBron raramente contou com treinadores de renome, provavelmente salvo Erik Spoelstra. Mas esse já estava (e está) nos Heat.
Durante anos nos Cavaliers o patrão Dan Gilbert nunca esteve com grande disposição de gastar com treinadores. Mas será que foi só isso ou os nomes mais sonantes evitaram King James — apesar do inequívoco valor — porque, às vezes, é ele quem quer decidir parte do plantel e o que se vai fazer em campo em momentos chave? Será que Hurley, apesar dos milhões e de LeBron estar em fim de carreira, também não desejou ser adjunto ou quis mesmo ficar nos Huskies?"

Zero: PlayBook #104 - A bela (equipa) e o monstro

quarta-feira, 12 de junho de 2024

Incrível Prata!!!


Recorde Nacional, 18,04 metros, e somente Prata nos Europeus! O Pichardo como Cubano já saltou mais, mas como Português nunca o tinha feito, e com tão poucos atletas a saltarem 18m, fechar um concurso com 18,04 e ficar em 2.º lugar é 'estranho'!!! O salto do Diaz foi o 3.º melhor de sempre!!!

Por outro lado, o facto do Pichardo ter regressado à competição com uma marca tão boa, após uma longa ausência por lesão (quase 1 ano parado), dá esperanças para Paris... onde muito provavelmente, vai voltar a competir com o Diaz pelo Ouro!

Apesar de todos os 'problemas' pessoais com a Ana Oliveira e a sua ex-esposa, e com o Benfica, o Pichardo continua a ser atleta do Benfica, e por isso a referência aqui...

Vários títulos


"O destaque desta edição da BNews é a conquista de títulos no basquetebol, futebol de formação e polo aquático.

1. Tricampeões
O Benfica é tricampeão nacional de basquetebol. Na final dos play-offs frente ao FC Porto, a equipa do Benfica precisou apenas de três jogos para ganhar o 30.º título nacional do seu palmarés.
Norberto Alves refere: "Esta equipa está viciada em ganhar, mas sabe o que é preciso sofrer para ganhar. O que eles provaram foi que o desejo de conquista vence muitas vezes."
Na mensagem de felicitações, o Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, enaltece o "trabalho, humildade e espírito de grupo" e o "extraordinário apoio aos nossos campeões".

2. Bicampeões a dobrar
Depois dos Iniciados, no domingo, foi a vez de os Juvenis revalidarem o título nacional no dia seguinte. Ao vencerem na antepenúltima jornada, frente ao FC Porto (3-2), os Sub-17 benfiquistas já asseguraram o título.

3. Triplete no polo aquático
As pentacampeãs nacionais e vencedoras da Supertaça ganharam a Taça de Portugal. O pleno foi conseguido, mais uma vez, pela equipa feminina de polo aquático do Benfica..

4. Jogo marcado para a Luz
Está agendada uma partida de preparação com o Brentford, da Premier League, para 25 de julho no Estádio da Luz. Este jogo antecede a Eusébio Cup, também na Luz, no dia 28 de julho.

5. Contributos internacionais
Di María foi o autor do golo solitário que deu a vitória à Argentina no desafio com o Equador. Kökcü foi titular pela Turquia frente à Polónia, e Jurásek foi utilizado no jogo da Chéquia com a Macedónia do Norte.

6. Campeonatos da Europa de atletismo 
companhe o desempenho dos atletas do Benfica nos Europeus de atletismo. Ontem, Isaac Nader qualificou-se para a final dos 1500 metros. Fatoumata Diallo estabeleceu o novo recorde nacional dos 400 metros barreiras e apurou-se para a final da prova.

7. Título no triatlo
O Benfica sagrou-se campeão nacional de estafetas mistas."

1 minuto

- Minuto...

Terceiro Anel: Euro24 - Croácia...

Terceiro Anel: Euro24 - Albânia...

Terceiro Anel: Euro24 - Espanha...

5 minutos: Diário...

Zero: Mercado - Debast, Pavlidis, Šeško

Benfica – a urgência de reflexões estratégicas ou de eleições?


"Cismava eu sobre o que escrever a propósito da Assembleia Geral de aprovação do Orçamento do SLB para 2024/25, em que constato números que suscitam elevadíssima preocupação, quando rebenta hoje a "bronca de Verão" no meu Clube: segundo o Record, há riscos de rutura na Luz, ou seja, andam de "candeias às avessas", Luis Mendes e outros administradores da SAD, com Fonseca Santos (Presidente do Conselho Fiscal) pelo meio.
Fiquei siderado! Não tendo acesso a informações privilegiadas, fico a pensar se porventura as minhas preocupações quando analiso um Orçamento em que os FSE’s atingem 27,4 M euros (previsão para 2023/24 de 30,9 M euros – inclui o futebol feminino que para o ano sai para a SAD) e as amadoras atingem o custo de 28,7 M euros (cerca de 32,9 M euros como "previsão 2023/24", com futebol feminino) estarão na origem de tais divergências, sobretudo quando leio que está metido ao barulho o Conselho Fiscal?
Sem respostas para saber o que se passa no interior do meu Clube, pergunto-me se a perda do campeonato nacional precipitou divergências latentes. Entrando pela SAD, as Contas publicadas no 1º semestre de 2023/24 demonstram que, excluindo transações de atletas, temos receitas de 106 M euros para gastos de 139 M euros – ou seja, um défice de cerca de 33 M euros, o qual, anualizado, será de uns 66 M euros! Um problema crónico que se arrasta desde há vários anos e que tem enormes reflexos na competitividade do nosso futebol profissional – obrigado a vender os melhores para equilibrar as Contas, tipo "pescadinha de rabo na boca"…
Esta realidade tem de causar mossa no dia-a-dia do Clube. Se depois vemos o Clube igualmente com FSE’s elevados e custos com Pessoal na casa dos 20 M euros, temos forçosamente de concluir que o "barco tem excesso de peso" e qualquer gestor que se preze há muito que teria alijado custos para aguentar o "barco à tona de água". Assim, será de facto surpresa existir um conflito entre a Gestão e o Conselho Fiscal (com um elemento comum entre o Clube e SAD), ainda por cima quando o Presidente Rui Costa promete reforçar apostas nas modalidades para tudo ganhar em 2024/25?
Sinceramente, o que eu esperava era ouvir o Presidente Rui Costa vir propor aos Sócios uma profunda reflexão sobre a continuidade das modalidades amadoras, dada a sua frágil sustentação económica. Se olharmos para a origem das receitas que totalizam apenas 5,9 M euros, vemos que a quotização dos Sócios é apenas de 2,1 M euros [10% das quotas totais (que estimo em 1,8-2 M euros), mais a parte diretamente afeta e que resulta de uma proposta que fiz há muito anos numa Assembleia Geral de se pagarem 60 euros anuais – 0,1 a 0,3 M euros].
Não tendo acesso a números reais, deduzo por aqui que seguramente nem 5 mil Sócios pagam as quotas das amadoras. Se a esta realidade somar a visão habitual do pavilhão meio cheio (ou meio vazio) na esmagadora maioria dos jogos das amadoras, a pergunta a fazer é: os Sócios querem mesmo ter as amadoras? Porque, ao invés desta realidade, as assistências ao futebol tiveram uma média de 56 mil espetadores e a lista de espera dos cativos supera, ao que consta, os 14 mil interessados. Parece claro que os Sócios querem é bola e acham graça às amadoras!
Sinceramente, acho absolutamente premente esta discussão, porque a realidade dos números assim o exige e não me venham dizer que é um escândalo ousar suscitar o tema quando no emblema temos uma roda de bicicleta e ninguém exige ter o ciclismo como modalidade! Veja-se lá fora: o Real Madrid só tem basquetebol e não se dispersa a despender energias (€€€) inúteis. Relembremos os números: para 2024/25, as amadoras irão custar (líquido de receitas imputadas) 22,7 M euros e em 2023/24 a previsão é de 24,3 M euros. Quem financia? O futebol, pois claro.
Claro que ser campeão no basquetebol e no voleibol (masculinos) como formos este ano é importante (o hóquei também está na luta). Como os sucessos do desporto feminino em que este ano fomos campeões no futebol, basquetebol, andebol e futsal. Indiscutível que os Sócios gostam e afogam com estes sucessos as mágoas da bola. Mas enquanto com os insucessos do futebol discutem até à exaustão durante semanas e meses, quantas vezes com insultos soezes, confessem lá quanto tempo os Sócios "choram" pelos inêxitos no andebol e futsal (masculinos)?
Resumindo, o Benfica (Clube/SAD) precisa de enorme reflexão estratégica nas diversas vertentes (i) futebol profissional, (ii) modalidades e (iii) estruturas. Uma coisa eu sei que agora não deveria ter: esta guerra interna como a que veio para os jornais em vésperas de uma nova época desportiva do futebol. Mas como a realidade é a que é, perante estas disputas internas, se calhar o que Clube/SAD precisa mesmo é de uma clarificação urgente que só a antecipação de eleições pode proporcionar."

Manuel Boto, in Record

Jogo Pelo Jogo #43 - com Joana Marques

Betting: Euro2024

Overlap: Euro2024

The Give N Go: Copa América 2024

Vizak: Copa América 2024

Rabona: Euro2024

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - TAD dá razão ao Nacional: o que muda na II Liga?

Percam à vontade, mas tragam o prémio do público


"Vou rezar para que não ganhemos nada a não ser o prémio de favoritos do público, quais estetas injustamente derrotados por uma das tradicionais máquinas de ganhar

Há uns dias conversava com amigos sobre o próximo europeu de futebol quando demos por nós a recordar a vitória em 2016. Foi uma noite extraordinária, em Paris e em Lisboa, onde celebrei com centenas de milhares de pessoas. Não me lembro da noite toda, por razões que não vêm agora ao caso, mas havia uma crença algo estúpida naquela equipa que nem jogava assim tão bem. O futebol nunca deslumbrou, mas a equipa foi levando a água ao moinho e aquela improvável dupla técnica dos últimos minutos - Fernando Santos e Cristiano Ronaldo - encarregou-se do resto. Foi bonito confirmar que o nosso país podia vencer uma coisa tão grande quanto um campeonato europeu, especialmente depois das várias desilusões desde 1996, sempre com um futebol bonito cronicamente destinado ao insucesso. Quis o destino que uma seleção pior do que algumas dessas anteriores acabasse por vencer a prova, um pouco como a Grécia nos tinha feito em 2004.
Não sei onde pára o adepto da seleção que assistiu a tudo isto em 2016. Eis aquilo a que fui assistindo: desde 2016, a seleção retomou a sua trajetória mais lógica, falhando em todas as competições internacionais disputadas, exceto numa competição - Liga das Nações - inventada por portugueses. Lembro-me de uma derrota sem espinhas no Euro seguinte, lembro-me de perdermos justamente com Uruguai, e, mais recentemente, depois de uma goleada à Suíça que fez de nós os favoritos nas casas de apostas, aquela lição da seleção marroquina que nos pôs mais uma vez no lugar. Ao longo de todo este processo, a seleção raramente produziu o futebol vistoso a que as convocatórias obrigavam, preferindo antes entreter-se com o teste de outras hipóteses, por exemplo, quantos cruzamentos inconsequentes é possível fazer para a cabeça de Cristiano Ronaldo durante 90 minutos, ou quantos livres frontais vamos deixar o Cristiano marcar até percebermos que isso é um erro.
Ao longo deste caminho penoso, a seleção foi comandada por um treinador com uma espécie de contrato vitalício que, segundo os tribunais, não era afinal de treinador mas sim de gestor de empresas, o que talvez explique a inaptidão para a liderança tática. A ideia de jogo da seleção foi sendo esquecida em prol da atividade de uma empresa de brindes. Lembro-me que esta saga de mau futebol terminou quando eu já pouco ou nada queria saber acerca da seleção. Em todos estes momentos, várias figuras foram perdurando até se tornarem uma presença inexplicável, e Fernando Santos não foi a única. Lembro-me por exemplo da claque da seleção chefiada por Fernando Madureira em múltiplas provas internacionais. Lembro-me das convocatórias dúbias em que a coisa mais parece escolhida por um empresário do que pela pessoa contratada para o fazer. O problema de me lembrar de todas estas coisas é que a seleção passou a ser muito mais isto do que qualquer outra construção romântica.
Entretanto veio Roberto Martinez. Tal como os restantes interessados na modalidade, fui acompanhando aqui e ali as vitórias gordas de uma fase de apuramento jogada contra amadores. Depois de muitos anos a fazer contas ao apuramento, Portugal descobriu que tinha condições para se apurar para competições internacionais sem ter que se chatear demasiado com isso. Ainda esbocei um olhar para a televisão em busca de uma nova ideia de jogo que me entusiasmasse, mas rapidamente percebi que o desinteresse se mantinha - e é mais profundo do que eu gostaria. Não consigo explicar tudo o que aconteceu entre 1996 e 2004, mas sinto que nunca mais vou ver seleções que se divirtam tanto em campo e nos divirtam tanto como as desse período. Hoje, esse carrossel viu-se substituído por um sem número de animais competitivos que estão proibidos de fintar 5 jogadores da equipa adversária e que só arriscam fazer dois passes consecutivos com o calcanhar se a sua equipa tiver uma vantagem superior a 4 golos e já passarmos do minuto 90.
Em suma, a seleção não tem vida fácil comigo. Ao cinismo cuja origem descrevo nos parágrafos anteriores, junta-se este saudosismo meio tolo (admito) que me leva a preferir seleções que jogaram muito bem e perderam como sempre, a sonhar com uma seleção que joga assim assim, mas que é muito competitiva e séria e talvez, só talvez consiga ganhar qualquer coisa. É um pouco estranho gostar tanto de futebol e ter tão pouco apetite pela seleção do próprio país, mas é aqui que estou. Sempre achei o cântico «pouca importa se jogamos bem ou mal / queremos é levar a taça para o nosso Portugal» uma idiotice. É uma tentativa de sujeitar um país à ideia de que só a vitória importa, ignorando aquele que deve ser o desígnio de qualquer seleção portuguesa: jogar bonito, fazer as coisas que não é suposto fazer-se no relvado, ser uma espécie de Brasil europeu, não se levar excessivamente a sério, e, como tal, só muito raramente satisfazer a expectativa criada por um povo demasiado otimista no que aos seus futebolistas concerne - mas pelo menos chegamos ao fim com a barriga cheia de futebol. Foi mais ou menos isto que sempre me fez gostar do futebol de seleções, tanto na equipa portuguesa como naquelas surpresas que aparecem de rompante numa competição e levam tudo à frente até embaterem na realidade de uns quartos de final resolvidos nos penáltis. Vai tudo para casa sem medalhas, mas recebem o prémio do público. Já não é nada mau.
Há poucos dias, imbuído do espírito pré-europeu, lá fui espreitar o jogo frente à Croácia, um coletivo de futebolistas profissionais que nos pôs no devido lugar. Frente à primeira seleção de nível mais elevado em sei lá quantos meses, vi muito pouco da habilidade natural dos jogadores portugueses e quase nenhuma capacidade de competir contra uma equipa croata que tem o dom de fazer o futebol parecer contabilidade, e ganha mais vezes do que perde. Aguardei pelo show de bola da fase de apuramento, e nada. Mas não desisto. Não sei bem como se resolve a descrença, mas lá voltarei a dar uma oportunidade à seleção, até porque não há mais futebol para ver. Já tenho tudo planeado. Em primeiro lugar, se a agenda me permitir, juntar-me-ei em espírito à claque da seleção nacional, agora sem a liderança decisiva dos Super Dragões que tantos motivos de orgulho nos deu nos últimos anos. Depois, vou evitar as conferências de imprensa ou as entrevistas de Roberto Martinez em que este fala sobre jogadores do Benfica como se fosse um comissionista de Jorge Mendes. Finalmente, vou rezar para que não ganhemos nada a não ser o prémio de favoritos do público, quais estetas injustamente derrotados por uma das tradicionais máquinas de ganhar. Não me chateava nada."

Vasco Mendonça, in A Bola

Gyokeres tinha todos os trunfos, Arthur Cabral não


"Comparado com sueco, Cabral não terá sido 1.ª opção ou sequer escolha do seu técnico, e falhava no encaixe no modelo inegociável de Schmidt

Os adeptos gostam de rótulos e têm dificuldades em distinguir tons. É quase sempre preto ou branco. Craque ou flop. Por isso, quando quem lidera é tão ou ainda mais adepto do que os que quer ver a encher as bancadas do estádio onde joga a sua equipa há sempre riscos de que corra mal. No entanto, quando o futebol é visto e analisado desde dentro, o contexto começa ou deveria começar a ganhar contornos decisivos. Porque pode ser fundamental no sucesso ou insucesso de um jogador.
Não há jogadores iguais e Arthur Cabral e Viktor Gyokeres são muito diferentes. O primeiro ainda sobreviveu ao rótulo de flop que no início lhe parecia destinado, porém os 11 golos e 3 assistências em 43 encontros não chegaram para qualificar a época de bem-sucedida ou sequer garantir ao brasileiro uma segunda oportunidade na Luz. Precisamente ao contrário do sueco, que chegou, viu, convenceu de imediato e manteve o rendimento, fazendo da escolha para melhor jogador da temporada uma mera formalidade. 43 golos e 15 assistências em 50 partidas não deixaram margem para dúvida. No seu caso, a dificuldade será amarrá-lo a curto, médio prazo a uma liga tão periférica quanto a portuguesa.
Houve, no entanto, um caminho a percorrer até os dois avançados poderem colocar em campo o seu talento individual e as suas competências. Gyokeres foi aposta clara do Sporting. Desde cedo, ficou evidente que era o alvo principal e Rúben Amorim envolveu-se pessoalmente ao ligar-lhe. Explicou-lhe onde se enquadrava e convidou-o a vir. Deu-lhe moral. Ao fim dos primeiros treinos e jogos, o técnico percebeu o real impacto do nórdico e todo o processo de mutação na direção de um ataque mais posicional, iniciado na temporada anterior, ficou em suspenso. Amorim adaptou-se sim ao que lhe tinha caído nos braços porque percebeu o que valia, que era muito no panorama português.
Arthur Cabral foi solução de recurso e nunca muito bem aceite por Roger Schmidt. Antes, falara-se em Santiago Giménez, Pavlidis e Lucas Beltrán. O argentino estaria ainda com uma proposta dos encarnados em cima da mesa, quando se inclinou definitivamente para Florença, de onde partiu o brasileiro para Lisboa. O investimento foi alto, de 20 milhões de euros. Só que o alemão nunca o considerou um dos seus e, provavelmente, sempre sentiu que lhe faltava algo para que pudesse jogar o seu jogo. Schmidt desistiu dele, até quando estava a marcar golos. Nunca lhe deu importância suficiente para ajustar o modelo à sua volta, ele é que teria de adaptar-se. A equipa nunca o aproveitou e, assim, fracassou. Não querendo aqui medir talento, é certo que até o contexto favoreceu Gyokeres. Na Luz, desta vez, Pavlidis, parece ser alvo bem mais transversal. E esse é sempre um ponto de partida mais favorável.

P.S. Bastou a derrota com a Croácia para ler que Roberto Martínez deveria voltar à verdadeira identidade da Seleção Nacional, com bloco defensivo sólido e contra-ataques rápidos (!). No fundo, voltarmos a ser pequeninos outra vez. Humm... Até Trump tinha melhores slogans!"

Luís Mateus, in A Bola

Chuveirinho #78

terça-feira, 11 de junho de 2024

A semana em revisão


"O desporto (o mundo) tem gente demasiadamente doente para partilhar do mesmo oxigénio que todos nós

A final do Campeonato de Portugal entre V. Setúbal e Amarante foi dirigida por uma equipa de arbitragem totalmente feminina: à árbitra principal Sara Diana Alves (AF Viana do Castelo) juntaram-se as assistentes Andreia Sousa e Cátia Tavares. A quarto árbitro foi Sara Moreira Alves.
O feito, inédito, aconteceu em 2024 mas poderia ter acontecido mais cedo. Há muito que Portugal tem várias árbitras com qualidade e experiência suficientes para atuarem em jogos/competições desta exigência e mediatismo. A nomeação para o Jamor foi um prémio merecido para o quarteto e para todas as mulheres que em boa hora tiveram a coragem de abraçar uma carreira difícil, historicamente associada ao género masculino. Felizmente, o tempo tem sabido desmontar esses e outros preconceitos e hoje o que se exige em alta competição são agentes desportivos (homens ou mulheres) competentes, capazes de estar à altura dos desafios que têm em mãos. Parabéns à equipa de arbitragem e ao Conselho de Arbitragem pela escolha corajosa.
Aos 54 anos de idade, Fernando Rocha (AB Porto), um dos nomes grandes do basquetebol português, encerrou a sua longa carreira como árbitro. Depois de uma experiência enquanto atleta nos escalões de formação (na modalidade e também no futebol), o ex-internacional portuense esteve 38 épocas consecutivas na arbitragem da modalidade, realizando um total de 981 (!) jogos oficiais. Só para que se perceba o nível galáctico que Fernando Rocha atingiu: foi árbitro internacional de 1995 até 2019 (24 épocas seguidas), arbitrou jogos das principais ligas europeias (Eurocup e Euroliga), tendo nesta última marcado presença em várias Final Four. Foi nomeado para dirigir jogos nas finais da EuroBasket e Eurocup, além de ter sido árbitro da VTB League. Garantiu presença num Campeonato do Mundo, sendo então o primeiro árbitro português a consegui-lo. Mais tarde participou noutro, como árbitro neutro, de masculinos de sub-19. Pelo meios muitas outras partidas além-fronteiras. No passado mês de maio esteve noutra Final Four, no caso em Berlim. Despediu-se no passado dia 10 num sempre acalorado Benfica-FC Porto, onde saiu cumprimentado por todos os agentes desportivos.
Uma carreira assim merece o respeito não apenas do mundo do basquetebol, mas também do universo desportivo e, em boa verdade, de todos nós. O Fernando é um exemplo para todos e a prova viva que maturidade e experiência são quase sempre os melhores aliados da competência. Chapeau.
Aconteceu de novo e desta vez com a expressão máxima que o tribalismo pode ter: num dos jogos dos quartos de final da Taça do Congo (entre FC Tanganyka e OC Renaissance de Kinshasa), o árbitro da partida foi violentamente agredido por alguns adeptos da equipa forasteira, ainda que procurando fugir para junto de proteção policial. A selvajaria foi de tal forma que há notícias locais que apontam para a morte confirmada do juiz congolês (inicialmente foi dito que estaria nos Cuidados Intensivos a lutar pela vida). Uma das imagens mais fortes desta barbaridade foi gravada junto aos balneários das duas equipas: o árbitro caído no chão, totalmente inconsciente e mesmo ao seu lado, a cerca de metro, metro e meio, vários jogadores da equipa da casa a festejarem, aos saltos e gritos, a passagem à eliminatória seguinte. O desdém, a indiferença são difíceis de esquecer. Confesso que são raros os momentos em que tenho dificuldade em expressar o que me vai na alma. Este é um deles. O desporto (o mundo) tem gente demasiadamente doente para partilhar do mesmo oxigénio que todos nós, pessoas de bem. Uma vergonha inqualificável que tem que levar à intervenção urgente da FIFA. Prisão para todos os responsáveis banimento para quem for desportivamente culpado. Ontem já era tarde.
Dois jogos particulares de Portugal até à data, duas arbitragens com estilo e abordagens totalmente distintas: a primeira algo permissiva, deixando vários cartões por exibir por entradas negligentes; a segunda excessivamente rigorosa, mostrando cartões em situações que não o justificavam. Como em tudo na vida, o difícil é agir da forma mais fácil: equilibrada e com moderação."

Duarte Gomes, in A Bola

ESPN FC: Bernardo Silva...

Cromos - Bernardo Silva...

O Rally Sede do Benfica


"Uma importante jornada a favor dos valores do cicloturismo que culminou em glória para os encarnados

O cicloturismo é um desporto que tem como fim a prática de passeios ou corridas em bicicleta e que, graças à figura de António Duarte Laureano, começou a ganhar alguma expressão no nosso país a partir dos inícios da década de 1940.
Em Outubro de 1943, os ventos destruidores da II Guerra Mundial continuaram a sentir-se um pouco por toda a Europa, porém tal facto não demoveu uma comissão de sócios do Benfica de promover uma prova de cicloturismo. O denominado Rally Sede do Sport Lisboa e Benfica pretendia incrementar esta jovem modalidade, que entre nós estava ainda a dar os seus primeiros passos.
Os participantes foram distribuídos por duas categorias, nas quais eram admitidas médias de 15 e 20 quilómetros, consoante a sua forma física e habilidade para o pedal, havendo penalizações de 1 ponto por cada segundo de atraso ou de avanço. O trajeto escolhido para a prova levava os concorrentes a desfrutar das belezas e do colorido campestre da região saloia, num percurso que se iniciativa no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, passando por Telheiras, Luz, Carnide, Benfica, Amadora, Queluz, Cacém, Massamá, Queluz e Amadora, terminando na sede do Clube, na Avenida Gomes Pereira. Pela primeira vez, neste tipo de provas, foi permitida a utilização de conta-quilômetros nas bicicletas, assim como a de um verificador mecânico no posto de fiscalização das Portas de Benfica.
A prova suscitou grande interesse, tendo-se registado um avultado número de inscrições. No dia 24, apresentavam-se na linha de partida cerca de 40 concorrentes, compostos na sua grande maioria por ciclistas do Benfica, nos quais se juntaram cicloturistas representando os clubes Lusitano, Os 15 e o Desportivo Clube de Arroios. O benfiquista José Manuel Loureiro e Delfim de Carvalho do Arroios foram os grandes protagonistas desde rally, encabeçando ao longo de 26 quilómetros uma animada disputa pela primeira posição no pódio. Marçal Loureiro, que havia conquistado no ano anterior o campeonato distrital de regularidade, levou a melhor sobre os adversários e foi o grande vencedor, somando um total de 49 pontos na categoria dos 20 quilómetros. Miguel Semedo, outro dos cliclistas encarnados em prova, venceu na categoria de 15 quilómetros, enquanto por equipas triunfou o Arroios.
Com a organização deste rally, o Benfica mais uma vez soube elevar os valores do seu ecletismo, dando um contributo decisivo para a dinamização a viabilidade da modalidades menos conhecidas, como foi o caso do cicloturismo, que viria a tornar-se numa modalidade com tradição.
Para saber mais sobre esta e outras modalidades histórias do Sport Lisboa e Benfica, visite a área 3 - Orgulho Eclético, do Museu Benfica - Cosme Damião."

Ricardo Ferreira, in O Benfica

Euro 2024: somar é ganhar


"Falta uma semana para começar o Europeu, e Portugal leva expectativas elevadas para a competição. Depois de uma qualificação imaculada como não se via desde o Euro 2004 - quando entrámos diretamente por sermos o país organizador -, a maior surpresa na convocatória de Roberto Martinez não foi a chamada de Pedro Neto ou Francisco Conceição, nem a dispensa de Pedro Gonçalves ou Francisco Trincão. A grande novidade foi a ausência da calculadora. Segundo os critérios do seleccionador nacional, não tendo feito parte dos estágios anteriores, é assim natural que a calculadora tenha continuado excluída do lote de convocados.
Por um lado, é estranho, porque nenhum português está habituado a vibrar com competições internacionais sem recorrer a funções e equações de terceiro grau. Uma calculadora não é uma bússola, mas eu sei que me vou sentir desorientado. Por outro lado, Roberto Martinez, talvez por ter estado muito ocupado e empenhado nas aulas de português, parece ter encontrado desde o primeiro dia uma estratégia bastante eficaz para ser dispensado das aulas de matemática ganhar.
Não foi propriamente este inusitado método que nos conduziu à glória em 2016, quando vencemos apenas um jogo dentro dos 90 minutos, em sete realizados. No entanto, este plano também parece promissor, e menos arriscado. Não me dei ao trabalho de confirmar esta teoria através de uma regra de três simples, mas, assim de cabeça, diria que, se ganharmos os jogos todos como aconteceu na qualificação, em princípio a taça vem para Portugal. Há várias opiniões em relação ao onze mais forte para atacarmos o Europeu, e calculo que a conta do leitor tenha a mesma solução que a minha: João Neves e mais dez."

Pedro Soares, in O Benfica

Crédito a Schmidt


"Não há treinadores perfeitos. E os que se aproximam as perfeição (Guardiola? Ancelotti?) não estão no alcance dos cofres do Benfica.
Roger Schmidt não é um treinador perfeito. Tem virtudes e defeitos, como tantos outros que representaram o Clube no passado, como maior ou menor sucesso. Quando campeão, há apenas um ano, todos lhe reconheciam o mérito de uma época fantástica - em que chegámos a sonhar com a final da Champions. Depois de uma temporada má (e o técnico alemão não foi feliz ao afirmar o contrário), apontou-se-lhe o dedo como único culpado.
Fazendo o balanço aos resultados, temos, pois, um campeonato ganho e outro perdido. Ora, ganhar metade dos campeonatos não me parece assim tão mau.
Há quem não goste das substituições. Outros queixam-se das conferências de imprensa. Eu próprio, por vezes, não entendo Schmidt em alguns desses momentos. Não acho, porém, que o trabalho de um treinador se resuma a substituições e declarações. Nem sequer não essas as suas componentes mais importantes. E há outras em que o alemão se tem destacado, como por exemplo a condição física da equipa, ou o lançamento de jovens como António Silva e João Neves.
Diz-se que mantê-lo é um risco. Todas as opções na vida têm uma dose de risco. Até, simplesmente, sair de casa. Risco maior seria começar tudo de novo, com outro treinador (quem?). E se corresse mal, despedia-se também?
Entre 1994 e 2004 tivemos mais de uma dezenas de treinadores, alguns deles conceituados. Quase todos saíram pela porta dos fundos sob intensa contestação. Não ganhámos nada nesse período.
Entrar num ciclo como esse não é, de todo, o melhor caminho. Há que perceber o que Roger Schmidt ainda pode dar ao Benfica, e se é possível resgatar o espírito de 2022-23.
Que chegue rapidamente a próxima época para responder a essas questões."

Luís Fialho, in O Benfica

Não poder ser criança


"É o pior que podemos imaginar para a vida dos nossos filhos, mas está a acontecer pelo mundo.
Passaram-se décadas desde a Declaração Universal dos Direitos da Criança. Passaram-se ainda mais décadas desde a Declaração Universal dos Direitos do Homem. Nem uma nem outra são respeitadas como deviam. Pior: dantes as democracias ocidentais achavam que estes desrespeitos aconteciam apenas no Terceiro Mundo, nas ditaduras dos países em vias de desenvolvimento ou nos sistemas totalitários.
Hoje o que vemos são as maiores atrocidades envolvendo crianças, e famílias, de que dependem, vitimizadas em países desenvolvidos e até em plena Europa.
Talvez por isso, hoje como nunca, seja importante comemorar convenientemente o Dia Mundial da Criança. Porque em primeiro lugar as crianças que nele se divertem não têm nenhuma culpa das males do mundo, e o direito a brincar é um dos seus direitos fundamentais.
Mas sobretudo porque é preciso alertar as consciências dos adultos para o que andam a fazer com a geração dos seus filhos e dos seus netos, e para o mundo que estão a criar para o nosso futuro coletivo.
Há muito a fazer por tudo isto e pelo próprio planeta, senão talvez esse futuro coletivo não aconteça como gostaríamos que fosse para os nossos vindouros.
Há, pois, muito a fazer, e esse trabalho é responsabilidade de todos, dos poderes públicos e da sociedade civil, mas é sobretudo eficaz quando feito pelos grandes do futebol, porque esses, como o Benfica, galvanizam a vontade de milhões e, como tal, podem ter uma palavra decisiva!
Essa é a razão de ser mais profunda para a Fundação Benfica comemorar o Dia Mundial da Criança. E melhorar o mundo em que vivemos é o mandato que o Benfica nos deu, e é isso que os benfiquistas querem que se faça!"

Jorge Miranda, in O Benfica

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"1
Terminadas as principais 7 ligas europeias e a Liga dos Campeões, Trubin foi o melhor guarda-redes sub-23 nos seguintes dados estatísticos: golos evitados (também o melhor em Portugal independentemente da idade), golos expectáveis defendidos e defesas eficazes;

3.30,84
Isaac Nader estabeleceu nova marca pessoal nos 1500 metros (3.30,84 minutos), a 3ª melhor de sempre portuguesa e a apenas 0,77 segundos do recorde nacional;

5
O Benfica é pentacampeão nacional de polo aquático no feminino;

7
A equipa feminina de futsal do Benfica sagrou-se heptacampeã nacional, numa temporada em que também venceu a Supertaça, a Taça de Portugal e o Women's European Champions;

15
Estão duas assembleias-gerais do Sport Lisboa e Benfica agendadas para o próximo dia 15. De manhã, com vista à apresentação, discussão e votação da proposta de metodologia para discussão e votação das propostas de alteração dos Estatutos, bem como à admissão de propostas de alteração; à tarde, acerca do orçamento do clube para 2023/24;

20
São 20 os atletas do Benfica em representação de Portugal no Campeonato da Europa de atletismo;

36
Janice Silva, com 36 golos, foi a melhor marcadora do Campeonato Nacional de futsal no feminino;

86
Madalena Lousa, com 86 golos, foi a melhor marcadora do Campeonato Nacional de polo aquático no feminino;

1000
Mais de 1000 crianças participaram na iniciativa da Fundação Benfica e do Sport Lisboa e Benfica para assinalar o Dia Mundial da Criança."

João Tomaz, in O Benfica

30.º Campeões Nacionais


Benfica 83 - 76 Corruptos
20-25, 21-10, 15-24, 27-17

Drechsel(23), Broussard(21), Carter(15), Betinho(11), Douglas(10), Almeida(2), Relvão(1), Makram, Barbosa, Gameiro(dnp), S. Silva(dnp), Edu(dnp)

Não jogámos bem, mas deu para ganhar, tal a diferença de qualidade! É verdade que os Corruptos, nestas Finais, tiveram algumas lesões, mas nós também não tivemos o Zé Silva disponível! E se hoje a arbitragem não esteve tão mal como nos primeiros dois jogos, também é verdade, que debaixo do cesto valeu tudo...!!!

Limámos as Finais, e não limpámos todos os troféus internos, porque a equipa é veterana, e com os jogos Europeus, pelo meio, não consegue manter o nível! Aliás, o futuro próximo da secção é 'perigoso'! O Betinho e o Ivan, dificilmente tem substitutos como Formados Localmente, o Makram também já caminha 'quase' para os 40!!! E os Americanos, são como os Melões... o Drechsel por exemplo, foi para mim, o MVP destas Finais (o Carter não desmereceu o prêmio!), não pelos números, mas pelos momentos onde marcou a maioria dos seus pontos: quando a equipa estava a jogar pior, mantendo o Benfica dentro dos 'jogos'!!!

21.º Campeões Nacionais

Benfica 3 - 2 Corruptos

D. Ferreira; Duarte, Mdembi, Furtado, Capucho; Quintas(Santo, 76'), Vakulyuk, Stevan(Pastel, 62'); Juvenal(Neto, 88'), Afonso(Dudu, 46'); Souza(Anísio, 62')

O empate chegava, mas a vencer por 3-0, era desnecessário os tremeliques na parte final... as substituições não resultaram, e a equipa assustou-se!!!

Campeões, com total mérito, temos uma equipa muito melhor, e se os adversários 'subiram' alguns jovens aos Juniores, nós também o fizemos!

O Diogo na baliza, os Centrais, o Capucho (incrível como não foi ao Europeu), o Quintas e o Vakulyuk, o Dudu, o Pastel e o Souza, na minha opinião são certezas! Vamos ver como o Duarte, o Stevan, o Juvenal e o Anísio vão crescer...

Terceiro Anel: Bar do Cosme #12 - Estatutos e a sua Revisão estatutária nas AGE's!

RND - Tamos Juntos

5 minutos: Diário...

Zero: Mercado - Fábio Vieira, Chiquinho, Gareth Bale

Terceiro Anel: Diário...

Tailors - Final Cut - S03E05 - Tozé Marreco

Falsos Lentos - S04E40

ESPN: Futebol no Mundo #346 - Real Madrid desmente Ancelotti sobre Mundial, Endrick decide para o Brasil

Retrato - Rúben Dias...

Cromos - Nélson Semedo...

Terceiro Anel: Euro24 - Escócia...

Terceiro Anel: Euro24 - Alemanha...

Terceiro Anel: Euro24 - Suíça...

Terceiro Anel: Euro24 - Hungria

Olheiro 11 - João Neves e Palhinha

Zero: Tema do Dia - Vai arrancar o Euro 2024: as principais curiosidades

Zero: PlayBook #103 - You can't handle the Jrue!

COP: Glória - Messias Baptista

segunda-feira, 10 de junho de 2024

12.ª Campeões Nacionais

Marítimo 1 - 2 Benfica

T. Ferreira; Magalhães(H. Gomes, 55'), Vieira, Tomás F., F. Santos; Galinho, Constantino(Wang, 23), T. Rodrigues; Nunes, Almeida(Souza, 48'); Ferreirinha(M. Gomes, 55')

Bicampeoanto Nacional de Iniciados, depois do adiamento da festa na jornada anterior, hoje voltou a não ser fácil, com o Marítimo a marcar cedo e com a remontada só a acontecer a 10 minutos do final!!! Com alguma ausências nos convocados, fomos obrigados a recorrer a jogadores ainda mais jovens, mas no final fizemos a festa...!!!

6.ª Taça de Portugal

Benfica 13 - 10 Fluvial Portuense

Mais uma tripleta, contra um adversário que se reforçou exclusivamente para esta ponta final da época, mas mesmo assim o Benfica voltou a vencer!

Vamos à negra...

Oliveirense 2 - 1 Benfica

Isto pouco tem de desporto, é um espectáculo de confusão, provocação, raiva, protestos, simulações, gente completamente manipulada por um discurso de ódio, que o treinador adversário é bem representativo!

O Benfica até manteve a cabeça fria no 1.º tempo, mas a péssima entrada no 2.º tempo, colocou-nos em desvantagem, e hoje o Nicolía, não foi eficaz nas Bolas Paradas e isso fez a diferença!
Inacreditável como o guarda-redes da Oliveirense continua a fazer falta em todas as bolas paradas e nada lhe acontece!!!

A negra na Luz é perigosa, mas temos tudo para vencer...

Bicampeões


"Esta edição da BNews é dedicada a vários temas da atualidade benfiquista.

1. Campeões nacionais
Os Sub-15 do Benfica sagraram-se, nesta manhã, bicampeões nacionais. Na visita ao Marítimo, o Benfica venceu por 1-2.

2. Em destaque
João Neves integra o Onze do Ano da Liga Betclic, eleito pelos treinadores e capitães de equipa dos clubes participantes na competição.

3. Contributos internacionais
Trubin (Ucrânia) e Kökcü (Turquia) estão convocados para o Campeonato da Europa. Bah alinhou pela Dinamarca na vitória frente à Noruega. E Jurásek jogou e marcou pela Chéquia frente a Malta.

4. Uma vitória para o tri com casa cheia
O basquetebol benfiquista está a um triunfo do terceiro título nacional consecutivo. O próximo jogo é amanhã, na Luz, às 15h00. Os bilhetes estão esgotados.

5. Jogos do dia
A equipa masculina de hóquei em patins pode carimbar a passagem à final do Campeonato Nacional no 4.º jogo das meias-finais, hoje, às 18h00, frente à Oliveirense em Oliveira de Azeméis. A equipa feminina de hóquei em patins procura garantir o apuramento para as meias-finais do Campeonato Nacional, hoje, às 18h00, no reduto do CENAP. A equipa feminina de polo aquático disputa a final da Taça de Portugal com o Fluvial Portuense, na Guarda (14h00). As pentacampeãs nacionais e vencedoras da Supertaça pretendem o pleno na temporada.

6. Contratos renovados
Andreia Faria e Carole Costa prolongaram a ligação ao Benfica.

7. Em busca do título
Os Sub-17 do Benfica revalidam o título nacional no escalão caso pontuem na receção, amanhã às 11h00, ao FC Porto, inserida na antepenúltima jornada da prova. No âmbito da formação, nota ainda para a utilização de oito jogadores do Benfica na vitória da Seleção Nacional Sub-18 ante a Eslováquia, no primeiro jogo do Torneio Internacional de Lisboa.

8. Europeus de atletismo
Acompanhe a prestação dos atletas do Benfica nos Campeonatos da Europa de atletismo.

9. Protagonista
Angélica Alves, futsalista do Benfica, é a entrevistada da semana. Uma entrevista para ver na BTV ou ler no jornal O Benfica.

10. História
Veja a rubrica habitual das manhãs de quinta-feira na BTV.

11. Casa Benfica Mortágua
A BTV acompanhou as comemorações do 23.º aniversário desta embaixada do benfiquismo."

O que está por trás das letras de Fernando Póvoas?


"De quem é que partiu a iniciativa de passar as letras? Da Porto SAD ou do credor Fernando Póvoas?

Ninguém esperava que o início da nova era do FC Porto fosse fácil. Depois de anos e anos a ser comandado pelas mesmas pessoas, muitos são os vícios que estão instalados. Em apenas 11 dias a equipa de André Villas-Boas já percebeu que vai ter de lidar com muitas surpresas desagradáveis. Depois de, desportivamente, ter conseguido resolver a (difícil) questão da rescisão de Sérgio Conceição, financeiramente a nova administração tem-se deparado com surpresas inesperadas. Esta semana soube-se que, nos últimos dias de Pinto da Costa e sua equipa na SAD, foram tomadas medidas que condicionam a atual administração e que podem indiciar algo mais!

Definição de letra
Tornou-se público que, nos últimos dias de Pinto da Costa na SAD, foram passadas duas letras a Fernando Póvoas, um conhecido adepto portista, que terá efetuado um empréstimo de um montante considerável ao clube. De uma forma simples, uma letra é um título de dívida que permite àquele que faz um empréstimo ter a garantia e executar a dívida na data assinalada na respetiva letra.
A forma como todo este processo foi tratado, e a necessidade em passar duas letras como forma de garantia a Fernando Póvoas, deixou bastantes interrogações. Para podermos perceber o que pode estar em causa, devemos analisar quatro pontos distintos, mas que se encaixam entre si.

1. Qual a data e valor do empréstimo?
A notícia que surgiu esta semana apontava para €2 milhões de empréstimo concedido por Fernando Póvoas, contudo, em entrevistas recentes, o famoso médico referiu que o valor concedido é muito superior, ressalvando que não cobrou quaisquer juros pelo empréstimo concedido. Outro ponto importante, para perceber este processo, é quando é que efetivamente este empréstimo foi concretizado - no início do ano? em março? em abril? em maio?

2. O que está por trás do empréstimo?
Depois de percebermos a dimensão do empréstimo em causa, a questão que deveríamos colocar é a seguinte: será que esta dívida estava contabilizada ou devidamente registada nos balanços da Porto SAD? Neste caso, é importante realçar que, contabilisticamente, todos os movimentos têm de ser registados. Isto significa que um empréstimo (entrada de dinheiro) teria sempre de ser contabilizado. Tendo em conta a dimensão do empréstimo, catalogado como superior a €2 M por Fernando Póvoas, será que existe um contrato que suporta esta dívida? Será que existem prazos de pagamentos associados e definidos? Ou será que o empréstimo foi concretizado sem nenhum suporte contratual? Em simultâneo, se assim foi, para que contas foi enviado o dinheiro? Para uma conta da Porto SAD ou para uma conta fora da instituição?
Nas últimas eleições, 80% dos associados do FC Porto demonstraram a sua vontade de mudança. Com toda a certeza que o fizeram para que o clube possa tomar outra trajetória e para poderem perceber quais os motivos que levaram a que o FC Porto tenha tantos problemas a nível financeiro.

3. Quem tomou a iniciativa?
A estranheza com que estas letras foram passadas a dois dias do fim do mandato, levantam outras questões muito pertinentes. Assim, de quem é que partiu a iniciativa de passar as letras? Da Porto SAD ou do credor Fernando Póvoas? Analisando cada um dos lados, podemos retirar conclusões distintas. Partindo do pressuposto de que esta dívida está devidamente contabilizada, qual a lógica da antiga administração da SAD de passar duas letras que vencem em junho e julho, respetivamente? Só vejo um objetivo e que passa por criar mais dificuldades à atual administração, obrigando-a a assumir mais um compromisso financeiro num curto espaço de tempo.
Contudo, se olharmos para o lado do credor Fernando Póvoas, a análise é diferente. O facto de possuir duas letras em sua mão faz com que o médico suba na qualidade creditícia. O que é que isto significa? Significa que com estas letras o credor Fernando Póvoas passa a ter uma garantia que os outros credores não têm. Mais, passa a ter duas datas para executar as suas dívidas! Foi precisamente neste ponto que Fernando Póvoas mostrou alguma incoerência esta semana. Ora, numa entrevista à TVI referiu que está sempre disponível para dilatar os prazos de pagamento do crédito que tem e que nunca questionou o momento em que lhe pagaram os muitos empréstimos que concedeu ao FC Porto. Se assim foi, e se assim é, por que motivo não recusou as letras que lhe foram passadas? Se já estava caracterizado como credor, e para ele a questão do prazo nunca foi um problema, então porque aceitou estas letras a dois dias do fim do mandato da administração anterior?

4. Existirão mais ‘Fernandos Póvoas’?
Ao longo da semana Fernando Póvoas referiu que tem vindo a efetuar inúmeros empréstimos desta dimensão e que lhe têm vindo a ser pagos com maior ou menor dificuldade. Mais uma vez, neste enquadramento surge mais uma questão: será que existem mais investidores que tenham emprestado dinheiro ao FC Porto nestas condições? Será que estão todos devidamente registados? Será que a nova administração irá ser surpreendida com mais situações desagradáveis?
Como última nota, não deixa de ser incrível que uma administração que, de uma forma regular, pedia empréstimos individuais a cidadãos e adeptos do FC Porto, foi a mesma que pagou a si própria €1,6 M em prémios pela equipa de futebol ter tido sucesso desportivo. Toda a situação financeira que o FC Porto está a atravessar é um exemplo da falta de exigência e escrutínio que existiu por parte dos associados ao longo dos últimos anos. A retórica das vitórias desportivas conseguiu iludir muita gente.
Por fim, também fica provado que ter uma longevidade muito grande à frente de uma instituição, pode não ser o melhor caminho, já que se instalam vícios e falta de mecanismos de controlo que são essenciais e fundamentais na boa governança, sendo que esta questão não é exclusiva do futebol, como pudemos verificar, por exemplo, no caso do BES.

A valorizar
Fábio Silva.
De uma forma sincera, honesta e frontal falou sobre a sua saída do FC Porto. Através das suas palavras, percebemos a forma como os grandes intervenientes (jogadores) acabam por ser colocados de lado no momento das decisões, para beneficiarem muita gente que gravita à volta do futebol sem nenhuma contribuição positiva…

A desvalorizar
Roberto Martínez.
Frente à Croácia, adversário com outra qualidade e com maturidade competitiva, a Seleção demonstrou muitas dificuldades. Defensivamente, Portugal esteve desequilibrado. Nos últimos quatro jogos, sofreu dois golos por jogo. O positivo é que os erros estão a acontecer quando podem acontecer, ou seja, antes da competição a sério!"

Nem tudo será falso alarme


"Derrota com a Croácia pesa pouco, mas há um lugar a justificar alguma apreensão

NA primeira vez em que defrontou um adversário da primeira divisão do futebol europeu, a Seleção de Roberto Martínez perdeu. Evitem partir já o vidro para puxar o alarme, que o jogo foi de preparação e a utilização dos jogadores tem sido gerida ao minuto. Em alguns casos o cronómetro está ainda está a zeros, pelo que este é o tempo certo para errar. Só vem drama ao mundo lusitano se os desafios colocados pela Croácia não forem analisados ao pormenor, sobretudo a pensar em fases mais adiantadas do Campeonato da Europa.
Enquanto persistem as dúvidas relativamente à condição de Pepe, Roberto Martínez parece tentado a abdicar dos três centrais, mas apenas num sentido mais rígido, tendo em conta que Palhinha recua muitas vezes na fase de construção. A opção facilita a incontornável titularidade de Vitinha, mas requer um ajuste na reação à perda, já que Palhinha é apanhado muitas vezes fora da zona onde costuma limpar tudo. Em várias ocasiões a Seleção ficou partida a meio, na transição defensiva, também devido a uma tentativa de pressionar alto que se revelou pouco eficaz. Reagir rapidamente à perda de bola não é o mesmo que subir linhas para condicionar a construção do adversário, sobretudo se pensarmos num ataque com Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva ou João Félix, por exemplo.
A gestão de Roberto Martínez demonstra uma intenção de acelerar a dinâmica entre Palhinha, Vitinha e Bruno Fernandes, mas até em ataque posicional a equipa das quinas revelou mais limitações do que tem sido habitual. Abdicar de um central não limita a projeção ofensiva dos laterais, mas até com bola houve pouca agressividade. Só conseguindo incomodar o adversário em largura e em profundidade é que a Seleção conseguirá abrir espaços para tirar proveito de jogadores como Vitinha, Bruno Fernandes, Bernardo Silva ou João Félix em zonas interiores.
A melhoria na segunda parte ficou, de resto, muito associada à verticalidade incutida por Nélson Semedo e Rafael Leão nos corredores, e também à capacidade, dada por Diogo Jota, de ameaçar o espaço nas costas da defesa croata.
Os acertos a fazer são mais coletivos do que individuais, naturalmente, mas o jogo do Jamor reforçou também a ideia de que o lugar mais problemático do onze, nesta altura, é o lado esquerdo do ataque. Em vez de deixar sinais animadores para quem aguarda pacientemente que faça jus ao talento que tem, João Félix gastou mais um crédito. Rafael Leão entrou bem, mas na fase de grupos do Europeu dificilmente terá o espaço de que tanto gosta para preparar o um-contra-um. Pedro Neto até tem o perfil certo, mas não chega ao torneio no esplendor do seu potencial. Não será descabido pensar em Francisco Conceição para aquele lugar, mas Diogo Jota parece, de momento, a opção mais fiável para uma função que bem conhece. Pode ser mais útil como complemento a Cristiano Ronaldo do que alternativa ao mesmo."

'Hat Trick': Ici c'est Madrid, Mbappé


"Avançado francês no Real Madrid, de Carlo Ancelotti, que ganhou com Ronaldo, mas também com Joselu; Vítor Bruno sem as armas de outros adjuntos que tiveram sucesso no FC Porto; VAR e Maradona...

1
Florentino Pérez quer, o Real Madrid sonha, a contratação de mais um galático nasce. Kylian Mbappé comunicou ao PSG que não pretendia renovar e, desta vez, após avanços e recuos à velocidade que os parisienses abriam os cordões à bolsa para segurá-lo, o avançado — melhor jogador do mundo, digo eu — aquece para tomar posse na casa blanca na próxima época. Os petrodólares de Al Khelaifi não conseguiram derrubar o peso do colosso da capital espanhola e esta é uma vitória do líder do Real com significado político.
É o fim da era galática do PSG — há duas temporadas contava ainda com Neymar e Messi — e o regresso do Real Madrid às apostas faraónicas que marcaram, sobretudo, os anos iniciais do consulado de Florentino. Com o novo Santiago Bernabéu concluído — inesgotável fonte de receitas a valer cada euro dos mais de mil milhões investidos na remodelação — e a chegada de Mbappé, os merengues dispõem de argumentos luxuosos dentro e fora de campo. O francês tem 25 anos, Valverde 25, Militão 26, Tchouaméni e Brahim Díaz 24, Vinícius e Rodrygo 23, Camavinga 21, Bellingham 20, Arda Guler 19, Endrick 17…
Mesmo a custo zero, o Real teve de abrir os cordões à bolsa para convencer Mbappé a dizer não às Arábias, por exemplo, ciente de que precisará mais do clube madridista para ter sucesso do que o contrário, agora que concretiza sonho de infância. Desde 2017, quando se transferiu do Mónaco para a cidade luz, o PSG esteve numa final da Champions e o Real ganhou três, seis se recuarmos aos últimos dez anos — além disso, jogadores seus ganharam 12 Bolas de Ouro, a par do Barça um recorde.
Ao longo da época, Luis Enrique, figura histórica dos culés, campeão na estreia no comando técnico do PSG, até facilitou a tarefa futura de Carlo Ancelotti, ao apostar várias vezes em Mbappé no centro do ataque. O italiano terá de conciliar o talento e as vontades do sonante reforço, de Vinícius, de Rodrygo, de Bellingham… Mas quem melhor que D. Carletto, mestre em gestão de egos, para lidar com tantas estrelas? Ici, c’est Madrid!, assim deverá deixar claro a Mbappé logo no primeiro dia, antes de lhe lembrar que o Real ganhou a orelhuda com Ronaldo e Benzema, mas também com Joselu.

2
Não se deu mal o FC Porto com a aposta em treinadores que pouco tempo antes ainda eram adjuntos. A começar pelo atual presidente, André Villas-Boas, que após passagem pela Académica na primeira experiência fora do manto protetor de José Mourinho conduziu o FC Porto à glória. Seguiu-se Vítor Pereira, número dois de AVB, bicampeão nacional apenas com uma derrota nesse trajeto.
Não há duas sem três, agora com Vítor Bruno? O futuro dirá. Convém é lembrar, em defesa do sucessor de Sérgio Conceição, que o plantel que se desenha — ao invés daqueles que tiveram AVB e VP — não terá clones de Álvaro Pereira, Danilo, Alex Sandro, Moutinho, Lucho, James, Hulk, Falcao, Jackson...

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O Wolverhampton propôs a abolição do VAR na Premier League, proposta chumbada pelos restantes 19 clubes. A videoarbitragem não reduz o erro a zero, mas o caminho deve ser no sentido de alargar o raio de ação do VAR sem que o jogo perca ritmo. Nunca o contrário.
Prefiro recordar Diego Maradona a fintar toda a seleção inglesa, no México-1986, o golo dos golos, do que lembrar a célebre mão de Deus que iludiu o guarda-redes inglês Shilton e o árbitro tunisino Ali Ben Nasser."

BI: Picado Jersey!!!

El Mítico #91 - La evolución de los porteros: de Manuel Bento a Jan Oblak

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Mercado - Juan Miranda, Pavlidis e Palhinha

Terceiro Anel: Seleção...

Simples: Croácia...

Cromos - João Félix...

Atypical: My Last Off-Day As A Pro Basketball Player in Lisbon, Portugal