Últimas indefectivações

terça-feira, 19 de abril de 2022

Lixívia 30


Tabela Anti-Lixívia
Benfica............67 (-11) = 78
Sporting...........73 (+4) = 69
Corruptos.......82 (+20) = 62

A farsa em imagens:



São três expulsões claras, com Vermelho Directo: Saraiba, Paulinho e Nuno Santos! A do Coates, se fosse o Taarabt era Vermelho directo, sem discussão... e depois, por acumulação de Amarelos, temos o Paulinho, o Nuno Santos (repetiam a dose!!!), Porro, Matheus Nunes, Palhinha... e até o Esgaio nos poucos minutos que teve em campo!!!


No Dragay, mais um jogo comprado, com o maior investidor privado dos Corruptos, a oferecer os três pontos, através da equipa de qual é dono!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Moreirense(f), V(1-2), V. Ferreira(Godinho), Prejudicados, Sem influência
2.ª-Arouca(c), V(2-0), Mota(Malheiro), Prejudicados, (3-0), Sem influência
3.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida(Nobre), Prejudicados, (0-3), Sem influência
4.ª-Tondela(c), V(2-1), Martins(Hugo), Prejudicados, (4-1), Sem influência
5.ª-Santa Clara(f), V(0-5), Rui Costa(Soares Dias), Beneficiados, (1-5), Impossível contabilizar
6.ª-Boavista(c), V(3-1), Hugo(Vasco Santos), Prejudicados, Beneficiados, (3-2), Impossível contabilizar
7.ª-Guimarães(f), V(1-3), Godinho(Narciso), Prejudicados, (1-4), Sem influência
8.ª-Portimonense(c), D(0-1), Veríssimo(L. Ferreira), Nada a assinalar
9.ª-Vizela(f), V(0-1), Godinho(L. Ferreira), Prejudicados, (0-2), Sem influência
10.ª-Estoril(f), E(1-1), Pinheiro(Esteves), Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
11.ª-Braga(c), V(6-1), Soares Dias(Hugo), Nada a assinalar
12-ª-B Sad(f), V(0-7), Mota(V. Santos), Nada a assinalar
13.ª-Sporting(c), D(1-3), Soares Dias(Hugo), Prejudicados, (2-3), Impossível contabilizar
14.ª-Famalicão(f), V(1-4), Hugo(Narciso), Prejudicados, Sem influência
15.ª-Marítimo(c), V(7-1), Nobre(Hugo), Nada a assinalar
16.ª-Corruptos(f), D(3-1), Hugo(Martins), Prejudicados, (2-2), (-1 ponto)
17.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), V. Ferreira(Godinho), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
18.ª-Moreirense(c), E(1-1), Rui Costa(Esteves), Prejudicados, (1-0), (-2 pontos)
19.ª-Arouca(f), V(0-2), Almeida(Narciso), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Soares Dias(Hugo), Prejudicados, (4-2), (-3 pontos)
21.ª-Tondela(f), V(1-3), Pinheiro(Nobre), Nada a assinalar
22-ª-Santa Clara(c), V(2-1), Malheiro(Melo), Nada a assinalar
23.ª-Boavista(f), E(2-2), Rui Costa(Correia), Prejudicados, Sem influência
24.ª-Guimarães(c), V(3-0), Narciso(Hugo), Nada a assinalar
25.ª-Portimonense(f), V(1-2), Veríssimo(Martins), Prejudicados, (1-3), Sem influência
26.ª-Vizela(c), E(1-1), M. Oliveira(Narciso), Prejudicados, (3-1), (-2 pontos)
27.ª-Estoril(c), V(2-1), Almeida(Hugo), Prejudicados, (3-1), Sem influência
28.ª-Braga(f), D(3-2), Godinho(Hugo), Prejudicados, (2-2), (-1 ponto)
29.ª-B Sad(c), V(3-1), Correia(V. Santos), Prejudicados, (4-1), Sem influência
30.ª-Sporting(f), V(0-2), Veríssimo(Hugo), Prejudicados, Sem influência

Sporting
1.ª-Vizela(c), V(3-0), Nobre(Almeida), Beneficiados, Sem influência
2.ª-Braga(f), V(1-2), Godinho(Hugo), Nada a assinalar
3.ª-B Sad(c), V(2-0), M. Oliveira(V. Santos), Nada a assinalar
4.ª-Famalicão(f), E(1-1), Veríssimo(Godinho), Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)
5.ª-Corruptos(c), E(1-1), Almeida(Pinheiro), Prejudicados, Beneficiados, (3-1), (-2 pontos)
6.ª-Estoril(f), V(0-1), Martins(Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
7.ª-Marítimo(c), V(1-0), Pinheiro(Hugo), Nada a assinalar
8.ª-Arouca(f), V(1-2), Rui Costa(M. Oliveira), Nada a assinalar
9.ª-Moreirense(c), V(1-0), V. Ferreira(L. Ferreira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(c), V(1-0), Rui Costa(V. Santos), Nada a assinalar
11.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2), Godinho(V. Santos), Nada a assinalar
12.ª-Tondela(c), V(2-0), Hugo(L. Ferreira), Beneficiados, (1-0), Impossível contabilizar
13.ª-Benfica(f), V(1-3), Soares Dias(Hugo), Beneficiados, (2-3), Impossível contabilizar
14.ª-Boavista(c), V(2-0), Almeida(V. Ferreira), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
15.ª-Gil Vicente(f), V(0-3), Martins(Pinheiro), Beneficiados, (1-3), Impossível contabilizar
16.ª-Portimonense(c), V(3-2), Nobre(Malheiro), Beneficiados, (0-2), (+3 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), D(3-2), Rui Costa(L. Ferreira), Beneficiados, (4-2), Sem influência
18.ª-Vizela(f), V(0-2), Veríssimo(Nobre), Beneficiados, Impossível contabilizar
19.ª-Braga(c), D(1-2), Hugo(Pinheiro), Beneficiados, Sem influência
20.ª-B Sad(f), V(1-4), Correia(Malheiro), Prejudicados, Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
21.ª-Famalicão(c), V(2-0), Narciso(Esteves), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
22.ª-Corruptos(f), E(2-2), Pinheiro(Godinho), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
23.ª-Estoril(c), V(3-0), Malheiro(Hugo), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
24.ª-Marítimo(f), E(1-1), M. Oliveira(Esteves), Nada a assinalar
25.ª-Arouca(c), V(2-0), Nobre(Melo), Beneficiados, Impossível contabilizar
26.ª-Moreirense(f), V(0-2), Pinheiro(V. Ferreira), Nada a assinalar
27.ª-Guimarães(f), V(1-3), Veríssimo(Esteves), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
28.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), V. Ferreira(Rui Oliveira), Beneficiados, Prejudicados, (1-0), Impossível contabilizar
29.ª-Tondela(f), V(1-3), Godinho(Esteves), Beneficiados, Impossível contabilizar
30.ª-Benfica(c), D(0-2), Veríssimo(Hugo), Beneficiados, Sem influência

Corruptos
1.ª-B Sad(c), V(2-0), Correia(Mota), Nada a assinalar
2ª-Famalicão(f), V(1-2), Almeida(Narciso), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
3.ª-Marítimo(f), E(1-1), Pinheiro(Rui Costa), Nada a assinalar
4.ª-Arouca(c), V(3-0), Malheiro(L. Ferreira), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
5.ª-Sporting(f), E(1-1), Almeida(Pinheiro), Beneficiados, Prejudicados, (3-1), (+1 ponto)
6.ª-Moreirense(c), V(5-0), Nobre(L. Ferreira), Beneficiados, Prejudicados, (6-1), Impossível contabilizar
7.ª-Gil Vicente(f), (V1-2), Soares Dias(Malheiro), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
8.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-1), Mota(Martins), Nada a assinalar
9.ª-Tondela(f), V(1-3), Veríssimo(Rui Costa), Beneficiados, (2-3), Impossível contabilizar
10.ª-Boavista(c), V(4-1), Martins(Almeida), Prejudicados, Beneficiados, (6-1), Sem influência
11.ª-Santa Clara(f), V(0-3), Rui Costa(Narciso), Beneficiados, Sem influência
12.ª-Guimarães(c), V(2-1), Godinho(Soares Dias), Prejudicados, Sem influência
13.ª-Portimonense(f), V(0-3), M. Oliveira(V. Ferreira), Nada a assinalar
14.ª-Braga(c), V(1-0), Nobre(Esteves), Nada a assinalar
15.ª-Vizela(f), V(0-4), Malheiro(L. Ferreira), Prejudicados, Beneficiados, (0-5), Sem influência
16.ª-Benfica(c), V(3-1), Hugo(Martins), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
17.ª-Estoril(f), V(2-3), Nobre(Soares Dias), Beneficiados, (3-3), (+2 pontos)
18.ª-B Sad(f), V(1-4), Mota(Martins), Nada a assinalar
19.ª-Famalicão(c), V(3-1), Rui Costa(Correia), Nada a assinalar
20.ª-Marítimo(c), V(2-1), Melo(Esteves), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
21.ª-Arouca(f), V(0-2), Malheiro(Hugo), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Sporting(c), E(2-2), Pinheiro(Godinho), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
23.ª-Moreirense(f), V(0-1), Godinho(V. Ferreira), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
24.ª-Gil Vicente(c), E(1-1), Mota(Rui Costa), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
25.ª-Paços de Ferreira(f), V(2-4), Pinheiro(Esteves), Nada a assinalar
26.ª-Tondela(c), V(4-0), Correia(Hugo), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Boavista(f), V(0-1), Soares Dias(Pinheiro), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
28.ª-Santa Clara(c), V(3-0), Nobre(Melo), Nada a assinalar
29.ª-Corruptos(f), V(0-1), Pinheiro(Rui Costa), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
30.ª-Portimonense(c), V(7-0), Martins(V. Ferreira), Nada a assinalar

Anexos (II):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Martins - -1
Godinho - -1
M. Oliveira - -2
Narciso - -2
Pinheiro - -2
Rui Costa - -2
Soares Dias - -3
Esteves - -4
Hugo - -5

Sporting
Esteves - +4
Nobre - +3
Malheiro - +3
Martins - +2
Narciso + 2
Veríssimo - +1
Godinho - -1
Almeida - -2
Pinheiro - -4

Corruptos
Pinheiro - +7
Soares Dias - +6
Rui Costa - +4
Almeida - +3
Godinho - +3
Narciso - +2
Malheiro - +2
Hugo - +2
Martins - +2
Nobre - +2
Melo - + 2
Esteves - +2
V. Ferreira - +2
Mota - +1

Anexos(III):
Árbitros:
Benfica
Hugo - 3
Soares Dias - 3
Rui Costa - 3
Almeida - 3
Godinho - 3
Veríssimo - 3
Mota - 2
Pinheiro - 2
V. Ferreira - 1
Martins - 1
Nobre - 1
V. Ferreira - 1
Malheiro - 1
Narciso - 1
M. Oliveira - 1
Correia - 1

Sporting
Veríssimo - 4
Rui Costa - 3
Nobre - 3
Pinheiro - 3
Godinho - 3
Almeida - 2
Martins - 2
Hugo - 2
M. Oliveira - 2
V. Ferreira - 2
Soares Dias - 1
Correia - 1
Narciso - 1
Malheiro - 1

Corruptos
Nobre - 4
Pinheiro - 4
Malheiro - 3
Mota - 3
Almeida - 2
Rui Costa - 2
Godinho - 2
Correia - 2
Soares Dias - 2
Martins - 2
Veríssimo - 1
M. Oliveira - 1
Hugo - 1
Melo - 1

VAR's:
Benfica
Hugo - 9
Narciso - 4
V. Santos - 3
L. Ferreira - 2
Godinho - 2
Esteves - 2
Nobre - 2
Martins - 2
Malheiro - 1
Soares Dias - 1
Melo - 1
Correia - 1

Sporting
Esteves - 5
Hugo - 5
V. Santos - 3
L. Ferreira - 3
Pinheiro - 3
Malheiro - 2
Godinho - 2
V. Ferreira - 2
Almeida - 1
M. Oliveira - 1
Nobre - 1
Melo - 1
Rui Oliveira - 1

Corruptos
Rui Costa - 4
L. Ferreira - 3
Martins - 3
Esteves - 3
V. Ferreira - 3
Narciso - 2
Soares Dias - 2
Hugo - 2
Pinheiro - 2
Mota - 1
Malheiro - 1
Almeida - 1
Correia - 1
Godinho - 1
Melo - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Godinho - 3 + 1 = 4
Hugo - 2 + 2 = 4
Narciso - 0 + 3 = 3
Almeida - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nobre - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
V. Ferreira - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Correia - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 3 + 2 = 5
Esteves - 0 + 4 = 4
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 2 + 1 = 3
Martins - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 1 + 1 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1
V. Ferreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Pinheiro - 3 + 2 = 5
Rui Costa - 1 + 3 = 4
Malheiro - 2 + 1 = 3
Soares Dias - 2 + 1 = 3
Almeida - 2 + 0 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
V. Ferreira - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Hugo - 3 + 9 = 12
Godinho - 3 + 2 = 5
Narciso - 1 + 4 = 5
Soares Dias - 3 + 1 = 4
Rui Costa - 3 + 0 = 3
Almeida - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Nobre - 1 + 2 = 3
Martins - 1 + 2 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
V. Ferreira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Correia - 1 + 1 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Melo - 0 + 1 = 1

Sporting
Hugo - 2 + 5 = 7
Pinheiro - 3 + 3 = 6
Godinho - 3 + 2 = 5
Esteves - 0 + 5 = 5
Veríssimo - 4 + 0 = 4
Nobre - 3 + 1 = 4
V. Ferreira - 2 + 2 = 4
Rui Costa - 3 + 0 = 3
Almeida - 2 + 1 = 3
M. Oliveira - 2 + 1 = 3
Malheiro - 1 + 2 = 3
V. Santos - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Martins - 2 + 0 = 2
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Pinheiro - 4 + 2 = 6
Rui Costa - 2 + 4 = 6
Martins - 2 + 3 = 5
Nobre - 4 + 0 = 4
Malheiro - 3 + 1 = 4
Mota - 3 + 1 = 4
Soares Dias - 2 + 2 = 4
Almeida - 2 + 1 = 3
Godinho - 2 + 1 = 3
Correia - 2 + 1 = 3
Hugo - 1 + 2 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
V. Ferreira - 0 + 3 = 3
Melo - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1

Anexos(IV):
Jornadas anteriores:

Anexos(V):
Épocas anteriores:

Benfica FM #197 - Liverpool, Sporting...

Fairplay financeiro


"Foram publicadas, esta semana, as novas regras do fairplay financeiro da UEFA. Ainda não tive tempo de ler o documento em pormenor, mas há uma disposição, completamente ignorada pela comunicação social, que me saltou à vista numa primeira leitura.
Todas as peças jornalísticas têm versado sobre a impossibilidade de se gastar mais do que 90% das receitas, uma percentagem que baixará aos 70% nos próximos anos. Tal não significa que seja obrigatório haver lucro, pois há um conjunto de despesas que não são consideradas para este efeito. São exemplos os custos com o futebol feminino – cujo investimento na promoção do mesmo, incluindo ter uma equipa em competição (pode ser na formação), passa a obrigatório; os custos com a formação; os custos de amortização de ativos tangíveis (caso das infra-estruturas), entre outros.
Mas, até ao momento em que escrevo (terça-feira, dia 12, à tarde), ainda não dei por qualquer órgão de comunicação referir o explanado no artigo 69º, o qual incide sobre a situação líquida.
Diz este artigo que, no âmbito do licenciamento de clubes nas provas da UEFA, a situação líquida tem de ser positiva ou, caso contrário, tem de apresentar uma melhoria de pelo menos 10% relativamente ao exercício anterior.
Por outras palavras, os ativos têm de ser superiores aos passivos, o que, em Portugal, só ocorre na Benfica, SAD, a qual, após o 1º semestre da época em curso, apresentava um saldo positivo de 112 milhões de euros, contrastando com as situações de falência técnica da Sporting, SAD (-32 M€) e da FC Porto, SAD (-143 M€).
Ou seja, caso não haja excepções a esta regra que ainda não descortinei, tanto o Porto como o Sporting estarão obrigados a apresentar lucros que, no mínimo, a cada ano, melhorem os capitais próprios em 10%. Resta saber que sanções serão aplicadas em caso de incumprimento, mas sendo este quase crónico naquelas sociedades, presume-se que mais tarde ou mais cedo, mantendo-se esta prática, sejam severamente penalizadas.
Outra regra interessante tem a ver com a impossibilidade de dívidas vencidas a outros clubes, empregados ou Estado a 31 de março, o que me faz antever, tendo em conta o que vai sendo noticiado com alguma frequência, a prática sistemática de antecipação de receitas no trimestre que antecede essa data por parte da Porto, SAD e da Sporting, SAD.
E fico preocupado. Talvez assim se explique o silêncio ensurdecedor do Sporting face às arbitragens simpáticas para o Porto, e não só por, feitas as contas, também o Sporting, além do Porto, beneficiar de erros com uma frequência assinalável. Desde que a entrada directa na Liga dos Campeões esteja assegurada, o título parece ser uma questão menor – e até se gasta menos em prémios de desempenho…"

João Tomaz, in O Benfica

Contas à medida


"Ainda a época futebolística não terminou, e as contas parecem todas feitas. O campeão nacional já está escolhido por jornalistas, comentadores, dirigentes da Liga e árbitros de futebol. Imaginem que até se fala de invencibilidade, quando todos sabemos como é tão mais fácil jogar contra dez e ter mais grandes penalidades assinaladas a favor do que qualquer outra equipa na Europa. Para uma equipa falida, regional, sem uma massa associativa de monta e com uma prestação mediana a nível europeu, é mais um milagre à moda dos anos 80.
Para o segundo classificado, o que não faltam também são elogios, seja ao treinador, seja aos jovens jogadores. Enchem a boca a falar da qualidade do futebol e do espectáculo, mas os números não mentem - nem 60 golos têm marcados nos 29 jogos do campeonato. Quem elogia só se esquece de dar uma palmadinha nas costas das instituições bancárias que permitem concorrência desleal com perdões de dívidas, no mínimo, invulgares.
Mas é do SL Benfica que eles gostam todos de falar. Uma miséria, dizem uns. Uma vergonha, dizem outros. Como é possível esta equipa estar em terceiro no campeonato português, perguntam, fingindo uma inocência há muito perdida. Sim, como é possível isto? Passo a explicar. Culpa nossa, claro - não vale a pena esconder isso, mas não apenas. Sempre que foi preciso, houve um fora de jogo mal marcado, uma grande penalidade por assinalar, um VAR que estava a dormir, uma agressão que ninguém viu ou um adversário em posição ilegal com influência direta no resultado. E de que serviu isso? De nada, porque o SL Benfica tinha obrigação de fazer melhor, é o velho argumento de quem se diz imparcial. Tivessem FC Porto e Sporting CP sido tratados da mesma forma que o Glorioso foi durante esta temporada, e os defensores da verdade desportiva já estariam deitados no chão a fazer uma birra, como criancinhas minadas que são. Mas como é o SL Benfica, deixa estar."

Ricardo Santos, in O Benfica

Darwin, bebe mais um copo


"Não sou xenófobo, mas também não preciso de explicar ao leitor o porquê de ter muito pouco apreço por cidadãos nascidos no Uruguai. Especialmente, aqueles que têm alcunhas de vegetal ou apelidos de nome de árvore. Porém, como sou uma pessoa extremamente nacional e aprendo sempre com os erros, permiti que o meu coração ganhasse mais afeição por mais um indivíduo nascido no Uruguai do que aquela que nutro até por alguns portugueses. Mesmo em comparação com um que mora cá em casa. Bom, não vou dizer que gosto mais do Darwin Núñez do que do meu pai, até porque o leitor poderia ficar com uma imagem negativa e meu respeito, mas quantos hat-tricks já fez o meu pai pelo Benfica? Pois.
Já tive a sorte de ver avançados de grande qualidade no Benfica. A energia do João Vieira Pinto. A mística do Nuno Gomes. A ratice do Miccoli. O pé esquerdo do Cardozo. A classe do Saviola. A raça do Lima. A magia do Jonas. A arte do Félix. Nunca, até hoje, tinha visto um furacão como o Darwin. Agora, quando vou ao Estádio da Luz, já tenho o cuidado de me despedir da minha família antes do jogo, pois nunca sei se o tornado lá em baixo no relvado se vai arrastar também para as bancadas. Já tem arrastado, mas por enquanto apenas vénias e aplausos. É impossível não ficarmos rendidos à qualidade do homem.
A mim, já me fez ultrapassar memórias passadas por aquilo que tem feito no presente e pelo potencial daquilo que pode fazer no futuro. Se tudo correr bem, o Darwin será um dos grandes avançados do futebol mundial nos próximos anos. Se tudo correr muito bem, vai sê-lo ainda com a camisola do Benfica."

Pedro Soares, in O Benfica

Bancadolância


"Nunca falhava. No balneário, naquele tempo em que os pelados realizavam sonhos de adolescentes nos Distritais, o 'ritual' era verbalizado pelo treinador antes de se iniciar o primeiro treino de cada semana, na palestra de projeção do embate seguinte: 'Eles têm 11 bons jogadores, mas nós temos 23 magníficos'. O sorriso malandro que arqueia sobrancelhas dominava-nos quando intuíamos a chegada da ladainha. Era um momento de inexplicável cumplicidade, sim. Apesar da previsibilidade, havia ali um qualquer fator mental. As palavras ligavam-nos, mas, na verdade, não nos garantiam os desfechos que todos queríamos, mesmo que então vivêssemos um futebol 'faz de conta'.
Hoje, quando avaliamos e debatemos futebol a sério, de alto nível, partimos da premissa de que é impensável perspectivar sucessos negligenciando a exigência. Entre outras variáveis, a dita revela-se na competência, sim, nas mensagens galvanizadoras, também, e na intensidade, indiscutivelmente. O futebol topo de gama é cada vez mais um mundo de atletas, um universo de perfeccionistas. E ainda bem, a modalidade e o espectáculo só têm de lucrar.
Uma das cosias que mais nos afligem e irritam enquanto adeptos e quando diagnosticamos que os nossos, aqueles que queremos ver como vencedores, não correm o que devem, ou então correm mal ou a uma velocidade inferior aos mínimos exigíveis a quem tem sobre os ombros a obrigação de honrar uma história feita de competividade, de vitórias e de luta. É desesperante e frustrante. A exigência de que tanto falamos tem de ser austera, porque normalmente atrás dela vêm as (boas) escolhas, as (boas) decisões, as (boas) concretizações e o (bom) trabalho.
A intensidade, individual e coletiva, que admiramos nomeadamente nos jogos da Liga dos Campeões, molda-se, mas não é fácil no nosso futebol. Nesse processo de 'aculturação' emergem fatores essenciais como a visão e a capacidade de arquitetar e consolidar projetos, de saber e de confiar no que se aposta racionalmente, de ser consequente. Estruturar e desenvolver para depois colher, sejam quais forem as adversidades. Se há coisa que os mais ricos nos 'ensinam' (e refiro-me aos de Inglaterra, França, Espanha, Alemanha e Itália) é que o sucesso consistente não se compra (embora eles tentem...), antes da muito trabalho. È por aí."

João Sanches, in O Benfica

Dérbi é dérbi


"Independentemente da modalidade ou da classificação, um jogo com o Sporting é sempre para ganhar, e tem sempre um paladar especial. É assim há mais de cem anos, e a partida de domingo não fugirá à regra.
Os clássicos desta temporada não nos correram bem. Disputaram-se quatro, e perdemo-los todos. Dois deles representaram eliminação ou perda de troféus (Taça de Portugal e Taça da Liga), e os outros, marcaram uma distância no Campeonato que não mais conseguimos reverter. Esses jogos simbolizam, no fundo, muito do que falhou no Benfica 2021-22, e que terá de ser corrigido para a próxima época.
No duplo confronto contra o FC Porto não conseguimos lidar com a extrema agressividade competitiva do adversário - o que aliás tem sido uma matriz, sobretudo em jogos no Estádio do Dragão. Contra o Sporting vimo-nos taticamente bloqueados pelo rigor defensivo e pela pressão alta imposta por Rúben Amorim. Em nenhum dos casos podemos afirmar que as derrotas tenham sido injustas. E se as arbitragens têm tido um papel preponderante no desenrolar da temporada, nesses jogos não foram elas o principal factor de construção do resultado.
Mesmo com a tabela classificativa mais ou menos definida, temos ainda duas oportunidades para provar o doce sabor do triunfo. Não nos irão valer qualquer título, mas, pelo menos, que nos sirvam de consolação num final de Campeonato sem a chama da glória, e permitam mostrar que, afinal, tínhamos equipa para muito mais do que um 3.º lugar.
No domingo, em Alvalade, jogamos pela honra e pelo orgulho. E só isso é suficiente para deixar tudo em campo até à vitória."

Luís Fialho, in O Benfica

Um só povo


"Quando, como está a acontecer nesta guerra incompreensível, a tragédia gratuita e sem sentido atinge famílias, velhos e crianças indiscriminadamente, dizimando aldeias, vilas e cidades, toca-nos e dói-nos particularmente. É certo que, desde há muito, a violência nos entra diariamente pela televisão e pelos smartphones adentro, vulgarizando imagens de horror e sofrimento, mas quando a tragédia se dá na Europa e se agiganta desta forma, revemo-nos nela de uma forma mais impactante e desenterramos os fantasmas do passado como se os velhos livros de história reganhassem vida. Subitamente, os radicalismos deixaram de abrir sorrisos condescendentes para cerrarem os nossos semblantes com genuína preocupação. Afetam-nos o custo de vida galopante, a incerteza no futuro e o medo de que a guerra escale, a violência alastre e se repitam os horrores que pensávamos ultrapassados e perdidos no tempo. Abanam os pilares das democracias, e os povos tocam a reunir em defesa dos valores da civilização da liberdade, da igualdade e da fraternidade entre os povos que pensávamos garantidos desde a revolução francesa e que os tiranos hoje ameaçam. Ameaçam, mas não vencem, porque a história já demonstrou sem margem para dúvida que a Europa defende os seus valores e sabe ser um só povo mesmo quando falamos línguas tão diferentes. E os benfiquistas têm demonstrado isso exemplarmente na sua ação solidária e na sua recepção calorosa aos ucranianos que visitam o Estádio da Luz."

Jorge Miranda, in O Benfica

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"4
O Benfica está pela 4ª vez nas meias-finais da UEFA Youth League. A goleada em Alcochete, por 0-4, refletiu a superioridade benfiquista ao longo da partida, confirmando o favoritismo tendo em conta o que ambas as equipas têm feito ao longo da época;

6
Darwin marcou 6 golos nesta edição da Liga dos Campeões, é o 13º melhor de sempre do Benfica na prova. Nas competições europeias soma 11, sendo também o 13º de águia ao peito;

8
O Benfica caiu nos quartos-de-final da Liga dos Campeões frente a um dos principais candidatos, deixando uma boa imagem, com 6 vitórias, 5 empates e 3 derrotas;

29
André Almeida chegou aos 305 jogos em competições oficiais ao serviço do Benfica e passou a ser, a par de Gaspar Pinto, o 29º com mais “jogos oficiais” pelo clube;

46
Frente ao B Sad, Darwin conseguiu o 4º hat trick ao serviço do Benfica e voltou a marcar em Liverpool. Chegou aos 46 golos em “jogos oficiais” de águia ao peito, é o 51º, igualando Rodrigo, mas em menos 37 jogos. Soma 30 no Campeonato desde que chegou à Luz, figurando já no top 50 dos goleadores benfiquistas na competição (é o 47º). Na presente temporada leva 32 golos, um total que nenhum jogador alcançou numa temporada desde Jonas, em 2017/18;

85
José Augusto, uma das maiores glórias do Benfica, bicampeão europeu, um de três jogadores a marcarem presença nas cinco finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus na década de 60, 8 vezes campeão nacional, 8º melhor marcador de sempre do Benfica em competições oficiais, completou 85 anos de vida;

100
Fez 100 anos, no passado dia 9, que o Benfica jogou pela primeira vez na Madeira, o primeiro clube de Portugal continental a fazê-lo."

João Tomaz, in O Benfica

Bastidores: Sporting...

Coesão e talento


"A News Benfica de hoje é dedicada à vitória no dérbi, numa partida em que a melhor equipa em campo foi premiada com os três pontos, apesar de mais uma arbitragem infeliz. Evocamos também o grande triunfo da Golden Cup de hóquei em patins e repudiamos veementemente novo episódio de racismo num estádio de futebol.

1
Foi um grande Benfica que ontem se apresentou em Alvalade, embalado, não obstante a eliminação da Liga dos Campeões, por um empate a três bolas em Liverpool demonstrativo da raça, do querer, da ambição e da competência que exigimos a nós próprios e que teve continuidade no dérbi.
Na opinião de Nélson Veríssimo, "no cômputo geral fizemos um jogo muito consistente, fomos superando as dificuldades colocadas pelo Sporting. Estamos de parabéns pelo que fizemos e pelo resultado. Tivemos sempre o jogo controlado, criámos mais situações de perigo e situações de golo".
O triunfo alcançado deixa em aberto a luta pelo segundo lugar, um facto realçado por Veríssimo: "Agora passa por chegar ao segundo lugar. Acreditámos ser possível vencer o Sporting e ganhámos o jogo. Temos de lutar pelas quatro vitórias e depois logo se vê."

2
A lamentar, neste dérbi, duas expulsões perdoadas ao Sporting numa arbitragem enviesada desde o início, protagonizada por Fábio Veríssimo e Hugo Miguel. Pelo menos 9 pontos sonegados pelo VAR neste Campeonato (Estoril, Gil Vicente, Moreirense e Vizela), mas não desistimos de nada.
Se num dos lances fica exposto pela enésima vez a absurda e gritante disparidade de critérios aplicados ao longo da prova consoante o emblema, na outra é incompreensível como se faz vista grossa a uma atitude lamentável e desprezível de Nuno Santos para com um colega de profissão.

3
Após o jogo, o diretor-geral do Futebol Profissional do Benfica, Rui Pedro Braz, expressou o inconformismo e o descontentamento quanto ao que se passou ao longo dos noventa minutos, um episódio mais a juntar aos vários ocorridos ao longo da temporada. "Queremos lutar para que haja respeito, mas quando nos faltam ao respeito semana a semana, temos de dizer basta. O Benfica tem de ser respeitado", afirmou. Veja as declarações na íntegra, aqui.

4
E a propósito de um Campeonato insistente e lamentavelmente recheado de polémicas, irá a Liga ou a Federação abrir algum inquérito quanto ao que se passou anteontem no Dragão? A promiscuidade comercial alargou-se – desta vez, de forma explícita – a um facilitismo desportivo descarado, suscetível de matar, definitivamente, a verdade e equidade desportivas deste Campeonato. Uma competição que se quer internacionalizar e ser referência não pode pactuar com este tipo de situações.

5
Quanto às nossas restantes equipas em ação ontem, no futebol tivemos duas derrotas ao cair do pano (Equipa B e Sub-19) em deslocações difíceis. Nas modalidades de pavilhão, há a destacar o triunfo da Golden Cup de hóquei em patins.
Num fim de semana de muitas vitórias, entre as quais a do emocionante dérbi no basquetebol, cujo triunfo nos últimos segundos garantiu o primeiro lugar na segunda fase e subsequente primeiro posto no emparelhamento para os play-offs, o maior feito ocorreu no hóquei em patins, com o prestigiante triunfo da Golden Cup, prova em que participaram 12 das melhores equipas europeias da atualidade. O 5-1 final ante o OC Barcelos refletiu a superioridade benfiquista ao longo do encontro, uma grande vitória que muito enriquece o nosso palmarés.
Relembramos ainda que amanhã, às 20h00, há dérbi de futsal com o Sporting na Luz. Vamos apoiar a nossa equipa! A entrada é livre para sócios do Sport Lisboa e Benfica.

6
Foram bem audíveis, no estádio e na transmissão televisiva, os insultos racistas proferidos ontem em Vila do Conde durante o jogo entre Rio Ave e Benfica B. Aquela adepta – e todos os que adotam comportamentos semelhantes – não têm lugar no Desporto. O racismo é abjeto, há muito que deveria ter sido expurgado da nossa vida em sociedade. Estamos solidários com o nosso atleta vítima desta agressão e reiteramos que o Benfica está e estará sempre muito empenhado na luta contra este flagelo da nossa sociedade."

O Benfica Somos Nós #56 - Sporting...

Visão Vermelha S3E31 - Liverpool, Sporting...

O Fura Redes: Sporting...

Benfica é o Rei de Alvalade


"O derby começou de uma forma surpreendente e surreal. Com um contacto da BBC para uma entrevista! Que iriam ter uma equipa durante o fim-de-semana em Portugal a preparar uma reportagem sobre o derby de Lisboa, para ser transmitido no seu programa "Football Focus" e queriam ter testemunhos de fãs de ambas as equipas. Explicaram que o adepto inglês tem muito acesso à La Liga ou à Serie A, mas sabe pouco sobre a Liga Portuguesa e querem mostrar-lhes algo diferente. Até porque, diziam eles, em Inglaterra acaba por não haver um derby tão intenso numa cidade como o nosso. O mais aproximado será o de Liverpool contra Man Utd, mas acaba por ser um bocado batota, porque não são da mesma cidade.
O encontro acabou por resultar em duas horas nas imediações da Luz, na véspera do jogo, a explicar-lhes que na verdade este é um derby nacional e não local. Que se joga em todo o país, porque quase dois terços da população portuguesa torce por estes dois clubes. Que são mais de 100 anos de rivalidade iniciados em 1907, quando sete jogadores "fugiram" do Benfica para o Sporting. Que os dois estádios estão tão perto um do outro, que dá para ir a pé. E que regra geral é uma rivalidade saudável, mas que há incidentes de violência, normalmente envolvendo os ultras, um conceito que só lhes é vagamente entendível.
No dia do jogo a concentração foi às 16 horas, na Praça Centenarium, bem junto à "Eusebio statue" (como eles referiam) e lá estavam eles, de câmara em punho, deliciados a filmar as "flares" e os ultras. Gargantas afinadas e o cortejo arrancou às 17h20, com uma chegada rápida às imediações de Alvalade. A progressão tinha sido feita sobre a segunda circular, sentindo-nos nós um exército imparável e poderoso a entrar em terreno inimigo...até ao início da confusão. Stop. Bloqueio. Tempo de espera. A sensação que dá é que a polícia portuguesa tanto quer controlar que mais complica do que simplifica (já para não falar da maneira prepotente com que falam connosco, com a ameaça de violência sempre presente). A estratégia foi dividir os adeptos do Benfica em mini-caixas, mas estas só avançavam dois ou três passos a cada 10 minutos. Resultado: mais de duas horas em pé, encaixotados feito gado, à espera de podermos entrar a horas para um espetáculo para o qual pagamos 31 euros. A concentração foi feita às 17h na Luz e a entrada em Alvalade só foi alcançada às 20h35. Já o jogo decorria, portanto. Para bem da imagem da "Liga com talento", pode ser que as câmaras da BBC não se tenham apercebido disto...
Mas depois lá dentro aconteceu a magia habitual. Benfica a vencer em Alvalade é uma tradição muito bonita do futebol Português e já não surpreende quando acontece. Não é por acaso que a partir de ontem o Glorioso ficou com mais vitórias no campo do rival, em jogos para o campeonato, que o próprio clube da casa. Que nas últimas quatro deslocações, o Benfica venceu lá 3 vezes. Que nos últimos 10 clássicos em Alvalade, o Sporting só venceu uma vez.
Foi um Benfica dominador? Não, claro que não. Foi um Benfica cauteloso e recuado, a apostar na competência defensiva de Otamendi e Vertonghen quando jogam em bloco baixo e na explosão de Darwin e Everton (à falta de Rafa) quando lançados em transição e contra-ataque. Nélson Veríssimo não é um predestinado, mas percebeu que esta é a melhor forma de jogar contra Ajax, Liverpool, Sporting e brevemente Porto. Não é bonito, não é o Benfica que queremos, mas é o Benfica que podemos ter neste momento.
É sempre fantástico ganhar o derby, como tinha sido valoroso empatar em Anfield e chegar aos 1/4 de final da Liga dos Campeões, mas nada disto vai apagar o que foi (mais) uma época falhada. Temporada sem títulos tem que ser sempre um drama para o Benfica, o maior clube português.
Agora é vencer os quatro jogos até final, derrotar o FC Porto na Luz, para que estes não sejam campeões invictos e preparar a próxima época. Aparentemente com Roger Schmidt, o treinador do PSV que deixou boa imagem na Luz no início da temporada. Que seja então com ele, com um Rui Costa mais interventivo (Maestro, do que estás à espera para falar das escandalosas arbitragens que se sucedem, nos jogos do Benfica e dos seus rivais? Tazonde Rui Costa?) e com os incríveis e fantásticos adeptos do Benfica (que mais uma vez tão boa impressão deixaram em Inglaterra e que ainda ontem abafaram o covil do leão).
O Benfica é o Rei de Alvalade, mas não basta. Também tem que ser o Rei na Luz quando recebe o Porto, por exemplo, ou em todos os campos nacionais que visita e tem que continuar a ser um dos Príncipes na Europa, como demonstrou este ano.
Como se cantava ontem à saída de Alvalade: "Como o Benfica nunca houve. Nem haverá!". E que para o ano celebremos o 38."

Pantanas!!!


"Pandemia. Guerra. Poeiras africanas. Combustíveis com preços loucos. Gil Dias marca um golo.
Este mundo está de pantanas!"

segunda-feira, 18 de abril de 2022

🎥 Vídeo com os principais casos do jogo.


"O SL Benfica venceu o derby em Alvalade com Fábio Verdíssimo e Hugo Miguel "Macron" (VAR) a inclinarem o campo de forma absolutamente doentia e surreal para o lado do Sporting."

Marcão!!!


"A Aliança do Altis não deixou nenhum pormenor ao acaso. O controlo de todos os órgãos desportivos é factual neste momento mas nem isso seria suficiente, pelo que para validar os crimes cometidos por esses mesmo órgãos, a Aliança do Altis avançou também com o total controlo da Comunicação Social.
E hoje deixamos apenas mais um exemplo de tal. O futuro treinador do Benfica ganhou ontem a Taça da Holanda, vencendo na final o poderoso AJAX! Quer dizer, poderoso quando goleava o BCP, e um Arouca quando eliminados por nós. Não vimos uma única notícia nas TV´s em relação a isto, muito menos um singelo resumo do jogo. Nem sequer a Sporttv+ que dá os resumos de todo o futebol internacional fez qualquer referência ao facto. As primeiras páginas dos jornais desportivos de hoje nada referem também, ao contrário do que fizeram na passada Sexta-feira quando o futuro treinador do Benfica foi eliminado da Liga Europa. Roger Schmidt, antes de chegar, é já um caso único no futebol Mundial: futuro treinador do Benfica às Sextas-feiras e treinador de ninguém aos Domingos.
É o controlo TOTAL!
Uma nota para Marco Ferreira: és um ser humano desprezível e justificas a cada letra que escreves ou cada palavra que dizes na Cofina o porquê de o Benfica tudo ter feito para que fosses banido da arbitragem. Vais pagar o mal que nos fizeste e continuas a fazer, e a foto abaixo diz tudo sobre a má-fé com que vives e acordas todas os dias. Diz tudo sobre ti. Será guardada e recordada para que toda a gente perceba que as opiniões que aí expressas visam uma linha editorial afecta a uma organização criminosa que tomou de assalto novamente o futebol em Portugal.
São estes os "especialistas" de arbitragem que os jornais desportivos têm. Uns verdadeiros especialistas em branquear o crime que se passa em Portugal. Jorge Faustino, um fanático lagarto, e Marco Ferreira no Record, os 3 Cardeais Dourados no jornal O Jogo (jornal oficial do Calor da Noite) e no jornal A BURLA vemos um Duarte Gomes a fazer tudo para agradar a esta Aliança do Altis na tentativa de se posicionar para um futuro cargo de topo na arbitragem, sabendo que apenas assim terá essa hipótese, uma vez que é a Aliança do Altis, via Papa de Vigo, que escolhe quem quer à frente da arbitragem em Portugal.
Aguardamos que o novo Secretário de Estado do Desporto actue e ponha mão nesta máfia que domina o futebol Português. A centralização dos Direitos Televisivos tem de ser imediatamente revogada, não existem condições de equidade para que uma situação dessas seja implementada."

Cadomblé do Vata



"Sandro Cruz, atleta da equipa B de futebol sênior do Sport Lisboa e Benfica foi alvo de insultos racistas no Estádio dos Arcos em Vila do Conde. O crime verbal foi audível na transmissão televisiva da Sporttv e foi ouvido pelo Sandro Cruz no relvado. Partindo do principio que o lateral esquerdo Benfiquista não era o único ser humano com ouvidos funcionais no recinto do Rio Ave, dezenas de pessoas testemunharam impávida e serenamente os impropérios, tanto em campo como na bancada. É portanto inadmissivel que o jogo tenha continuado a sua rota habitual até ao apito final sem qualquer sobressalto. Da mesma forma que não se admite que (a menos que eu não tenha ouvido ou lido e se assim for, peço desculpas) da parte do Glorioso só Nelson Verissimo tenha reagido ao mais do que lamentável evento. E isto tendo em conta que o diretor geral Rui Pedro Braz esteve uns bons minutos a falar de árbitros à imprensa.
Exijo uma tomada de posição enérgica do Benfica, reação da Liga de Clubes, responsabilização dos criminosos e que se instruam todos os desportistas afiliados ao SL Benfica que de ora em diante a resposta a acontecimentos destes seja o abandono imediato do jogo, sem hipótese de retorno, independentemente das cores clubisticas dos perpetradores ou das vítimas. Os organizadores das competições que depois resolvam o problema como bem entenderem. As bestas não podem ser presenteadas com espetáculos dos artistas que não respeitam."

BR: Liverpool...

E agora, para algo verdadeiramente surpreendente: fazer Darwin correr


"O Benfica confiou na previsibilidade, encostou a sua última linha à área, defendeu com cinco homens nessa linha e preparou-se para o Sporting tentar atacar como sempre o faz, retirando-lhe os espaços que mais gosta. Darwin marcou um golo e assistiu para outro, ambas as jogadas à sua maneira, e os encarnados ganharam (0-2) o dérbi em Alvalade, onde anularam a forma de chegar à baliza que os leões têm há muito e talvez lhes retiraram, de vez, a hipótese de revalidarem o título

Gabam-lhe muitos ‘ses’, demasiados ‘um dia’ futurologistas e a culpa, factualmente, é dele, façam ou não dele o que ainda não é. Darwin apenas controla o cabelo comprido que prende ao cocuruto, a perna e o braço pintados a tinta permanente e o resto, reforcemos o facto e redundemos um pouco mais o homem, está nas coisas do futebol que o uruguaio já faz muito bem e que são exploradas com afinco pelo Benfica, porque uma equipa que não se vire para o melhor que os seus têm merece adjetivos opostos aos que o avançado esguio, porém de costas largas, se tem feito elegível a receber esta época.
Deduzindo-o, agora, a uma descrição abusiva da sucintez, Darwin é um galgo de avançado, dos que necessitam de uma pradaria para correrem e fazerem despontar a sua capacidade de fazedura de gestos em velocidade. Não lhe conhecendo o rasto na infância e adolescência, está-lhe na cara e no corpo que terá crescido como o rapaz, de longe, mais rápido na rua, no bairro, depois da equipa e de um escalão e por aí fora, tão rápido que o uruguaio se fez a depositar toda a sua confiança nos gestos que era capaz de fazer enquanto os quilómetros por hora o elevavam sobre todos os outros jogadores.
Faz tempo, portanto, que em Portugal e já lá fora Darwin é reconhecido, sobretudo, pelo que ele dá ordem de soltura quando lhe dão espaço para correr e isto nunca escaparia a scouts, analistas de jogo, vídeos montados sobre o uruguaio e palestras tidas no Sporting para preparar o dérbi. Quando Vlachodimos tocou um pontapé de baliza para a fronteira esquerda da sua área um pontapé de baliza, aos 14’, onde o adversário até se posicionou de forma o forçá-lo a passar a bola ali — Paulinho fechava a hipótese Weigl e Pote a do outro defesa central —, Vertonghen até se deu ao luxo de a receber fora da área e logo denunciar o que iria fazer com o segundo toque e a pressão vindoura do avançado do Sporting.
Mas, tardios e lentos, só quando o belga tinha a cabeça em baixo e o pé esquerdo já puxado atrás é que Luís Neto e Sebastián Coates se colocavam de lado, com os joelhos fletidos e em posição de poderem correr para trás, já Darwin zarpara da frente do uruguaio para as costas do português. A bola longa lá caiu, Neto às aranhas e Coates em urgência para lhe fazer a dobra, sem aceleração que lhe valesse. O avançado recebeu na passada e o segundo gesto serviu-lhe para picar a bola por cima do corpo de Adán, outro socorrista que chegou tarde.
O uruguaio é um repelente ambulante para que um golo marcado assim seja descrito como surpreendente, nunca o seria, o futebol de Darwin é na pradaria e não emaranhado em arbustos de pequenos toques, passes ou tabelas, mas o Sporting não controlou esse espaço por onde ele pode galopar e, depois, viu-se a emperrar na maneira como o Benfica se precaveu nos metros de relva que a equipa de Rúben Amorim crava de cada jogo. Sem a bola, o extremo Diogo Gonçalves virava lateral para Gilberto se juntar aos centrais numa última linha com cinco jogadores.
Esse acréscimo numérico adotado pelos encarnados para tentarem controlar a largura tão querida pelos alas contrários bloqueou o manejo da bola no Sporting, que muito a teve, mas pouco a aproveitou: havendo mais jogadores a terem de cobrir menos espaço, o Benfica vigiava Pote e Sarabia sem se esticar em demasia para se acautelar contra as receções de Nuno Santos e Porro. Sem ter os tipos que acompanham Paulinho a conseguirem tocar na bola entre linhas, era no ala espanhol, à direita, onde iam parar todas as tentativas.
E em Porro o Sporting insistiu, uma vez e outra vez e mais outra, a equipa atraía os adversários no lado onde Diogo Gonçalves se vestia de mais um defesa para, rapidamente, baterem a bola rumo ao lado oposto, onde, depois, a equipa era uma repetição da previsibilidade. Cruzava a bola em loop, sem proveito ou surpresa. Em 45 minutos, as únicas bolas de remate achadas pelo leões surgiram de um par de recuperações perto da área do adversário, respetivamente pontapeadas à pressa por Paulinho (9’) e Pote (30’). Não encontrava alternativas enquanto o Benfica, menor no tempo contado com a bola, usava-a com maior intenção.
Porque alguns problemas antes vistos no Sporting, esta época, eram cortejados sem pudores pelos comportamentos de certos jogadores. Darwim puxava-se, muitas vezes, para longe dos centrais e zonas entre eles e os alas, para Gonçalo Ramos também fugir dali e espreitar nas costas de Palhinha e Matheus Nunes, preocupados em fixarem-se nos dois médios do Benfica — além de serem atraídos em demasia para Taarabt e Weigl, sofriam com o facto de o avançado do Benfica nem sempre ser acompanhado por Neto, Coates ou Inácio, que preferiam aguentar as posições.
A bola que à bruta e vinda de uma pancada seca de Everton rasou um dos postes da baliza de Adán, logo aos 48’ e no despertar de conversas no balneário, surgiu de uma tabela, com Gonçalo Ramos a servir de parede e a induzir que o Sporting talvez não tivesse a fim de corrigir coisas. E, no minuto seguinte, surgiu um paradoxo.
O Sporting reciclou uma jogada até à esquerda, onde tinha os cruzamentos que são o truque mais visto no pé esquerdo de Nuno Santos, que os produz bem e sacou um que foi ter com a cabeça de Sarabia, que desviou a bola contra a barra; na recarga, Porro ainda rematou prontamente e Vlachodimos esticou-se para segurar a bola. Ainda não o sabia, mas seria o que de mais perigoso a equipa faria e fê-lo a fazer as coisas como as faz sempre, apressando-se a atrair a pressão de um lado, circulá-la para o espaço destapado do outro e de lá, logo tentar atacar a área.
O que de melhor o Sporting criou acabaria por o condenar a tentar repeti-lo, com insistência, absorvido por hábitos enraizados nas entranhas de uma equipa que ganhou a jogar assim e, a cada minuto, a cada tentativa, se foi tornando ainda mais previsível a marrar contra um Benfica precavido para se resguardar contra uma forma de querer atacar que vem de há muito e sempre foi fácil de identificar, mas era um cargo de trabalhos para anular. Não neste dérbi, feito sinal dos tempos.
A equipa de Nélson Veríssimo manteve-se inalterada na sua última linha cinco, por vezes seis jogadores, mantida perto da área. O Benfica sofreu, nem o acerto nos primeiros passes após recuperarem bolas, com os jogadores tão espremidos uns contra os outros, fez a equipa alcançar muitas vezes Darwin, votado com o tempo às suas próprias valências que eram um convite a confiar na sua natureza. Recebida a bola, cada uma era para correr aquelas fintas de sprint, de quem acelera o instrumento de profissão e o persegue como via de ultrapassagem a outros corpos.
Quando Rúben Amorim atirou prováveis sinais para o Sporting mudar — entrou Slimani para Paulinho ser um falsíssimo extremo, depois o critério de Ugarte com bola e Edwards para ser um agitador das águas pelo meio do campo, alguém que encarasse adversários e se livrasse deles —, a equipa pareceu ver e não querer, ou visualizar e não estar na sua natureza sequer tentar jogar de outra forma quando a bola lhe pertence e um adversário bate em retirada para a sua própria área. O inglês pôs-se perto da área, ao centro, esperando e esbracejando, mas os passes raramente o procuraram; nem a Paulinho, que fazia o mesmo. Ninguém parecia estar programada para ligar jogadas no meio de corpo em vez de à volta deles.
Quanto maior foi a insistência no previsível, mais o Benfica soube como resistir e lidar com a repetição de cruzamentos e chamadas de Pedro Posso à ação, pela direita. Houve um remate frouxo de Paulinho, outro forte do mesmo, à entrada da área e mais nada de recordável do Sporting, que se foi afundando na sua previsibilidade, sem plano B, C ou V, de visto, face a esta vez em que Coates voltou a ser puxado para a área nos últimos minutos, quando já nada parecia resultar, o cansaço toldava o julgamento e a equipa pontapeava a bola com o coração.
Uma das derradeiras tentativas fê-los perderem uma bola que se parecia encaminhar para ser cruzada e Gil Dias começou um contra-ataque, a 80 metros da baliza, distância que seria percorrida, em grande parte, por Darwin Gabriel Núñez Ribeiro, o antílope mantido em campo até ao fim e a quem se apontou o terceiro passe. Era ele o destinatário de tudo e sê-lo-ia também da última das transições, o uruguaio galopou até a velocidade atrair os quatro jogadores do Sporting que se concentraram nele e vagaram todo o espaço para o uruguaio, perto da área, devolver a bola a Gil Dias. Este 0-2, aos 90’+2, seria também uma prova.
A de que enrijecer uma fórmula dadora de sucesso, títulos e superioridade prolongada sobre dezenas de adversários não é o garante de resultar sempre. O Sporting acabou como antes jogou, cruzando a bola ainda um par de vezes à área, o desespero a mimicar a calma e a fazer parecer que a urgência não mudara. Os leões perderam e ficam a 12 pontos de um FC Porto que já não deverão impedir de ser campeão, tão pouco é provável que sejam apanhados no segundo lugar, mas, pelo terceiro jogo grande desta época, não ganharam a um rival em casa (primeiro FC Porto, depois Sp. Braga, agora o Benfica) e, neste dérbi, foram controlados e, por vezes, até anulados por um adversário que se focou na fidelidade da equipa em fazer as coisas de uma certa forma.
O Benfica confiou que não haveria surpresas na vida com bola do Sporting, que tão previsível e redundado em si próprio foi que pareceu, em fases, uma equipa sem eira nem beira. Depois, quem estava do outro lado também não surpreendeu — criou condições para Darwin correr e deixou-o ir, apanhando boleia."

Sporting CP 0-2 SL Benfica: Páscoa, mas quem largou os ovos foram águias e dragões


"A Crônica: A Posse De Bola Não Ganha Jogos. O Sporting CP Que o Diga…

Em noite de dérbi pascal, os ovos caíram para o lado das águias com os dragões à espreita. O SL Benfica venceu o Sporting CP no eterno dérbi por 2-0, num jogo totalmente definido já nos minutos finais.
Na primeira parte, percebemos que a distância da 2ª circular chegou para a diferença de jogo entre as duas equipas. Com um Sporting CP a ter mais bola e um SL Benfica a apostar nas transições, a verdade é que tudo saiu melhor aos encarnados.
Apesar de uma melhor entrada da equipa de Rúben Amorim com Paulinho a criar estragos, o 1-0 dos comandados de Nélson Veríssimo surgiu logo aos 14 minutos. Vertonghen faz um passe longo, Darwin fura entre os centrais leoninos e, como um poço de força, pica sobre Adán para o 1-0.
O 2-0 poderia ter surgido aos 31 minutos por Diogo Gonçalves, mas o futebol de posse leonino também começava a dar frutos. Aos 32 minutos, Pedro Gonçalves apareceu solto entre os centrais do SL Benfica, mas valeu Vlachodimos a evitar o empate. A resposta foi travada pelo VAR. Otamendi colocou a bola dentro das redes numa recarga ao cabeceamento de Gonçalo Ramos, mas não contou.
Na segunda parte, perspetivava-se um Sporting CP a entrar mais forte, mas as transições encarnadas continuavam a ser uma dor de cabeça. Aos 48 minutos, Sarabia ficou perto do empate, mas valeu a barra da baliza de Vlachodimos.
Rúben Amorim começou a mexer na equipa, mas nem assim o rumo do encontro parecia mudar. O xeque-mate final dos encarnados surgiu já perto do final do encontro. Gil Dias, o herói improvável, surgiu na cara de Adan e ofereceu a segunda amêndoa para os encarnados.
Com este resultado, reacende a luta pelo 2º lugar e o título aproxima-se ainda mais do FC Porto.

A Figura
Darwin NúñezMais uma grande exibição do ponta de lança uruguaio a dar continuidade ao grande momento de forma. Ao longo dos 97 minutos, foi uma autêntica dor de cabeça para a defesa leonina, quer no jogo de profundidade como no um para um na zona lateral da grande área. Um jogador já para mais altos voos.

O Fora de Jogo
Passividade do Sporting CP Esta não foi a noite do Sporting CP de Rúben Amorim. Provavelmente uma das exibições mais apagadas desde que o jovem técnico começou a liderar os leões. Tanto ofensivamente como defensivamente, vimos uma equipa com uma grande passividade e adormecida na procura dos seus objetivos.

Análise Tática – Sporting CP
Os leões alinharam-se no 3-4-3 habitual, mas com Palhinha a regressar ao 11 inicial. Sarabia do lado direito e Pote do lado esquerdo no apoio a Paulinho.
Notou-se uma equipa a tomar total iniciativa de jogo, com uma maior abertura no corredor direito, visto que Porro recorria à maior parte dos cruzamentos (Everton não cobria tanto) e do lado esquerdo a procurar uma maior envolvência no jogo interior (Diogo Gonçalves já ajudava a cobrir o jogo exterior encarnado).
A nível defensivo, os leões também sofreram muito com as transições do Benfica, principalmente com os passes longos para os homens da frente de ataque.
No segundo tempo, apareceu um Sporting ainda mais controlar, mas a cometer os mesmos erros de antes.
Com as substituições de Rúben Amorim, Palhinha desceu para central e Slimani posicionou-se na frente de ataque ao lado de Paulinho após as saídas de Neto e Pedro Gonçalves.
Marcus Edwards também trouxe outra capacidade de colocar a bola na área.
Mas a entrada de Gil Dias dificultou a incursão pelo corredor direito tendo um efeito parecido à de Diogo Gonçalves, e os poucos espaços que haviam fecharam-se.

11 Inicial e Pontuações
Adán (3)
Gonçalo Inácio (4)
Luís Neto (3)
Coates (3)
Nuno Santos (3)
Palhinha (3)
Matheus Nunes (4)
Porro (5)
Sarabia (4)
Pedro Gonçalves (3)
Paulinho (3)
Subs Utilizados
Ugarte (4)
Slimani (3)
Ricardo Esgaio (3)
Marcus Edwards (4)
Daniel Bragança (-)

Análise Tática – SL Benfica
A equipa de Nélson Veríssimo apresentou-se num 4-4-2 com Diogo Gonçalves a substituir Rafa, mas a aparecer pela direita mais encostado à linha defensiva.
A equipa apareceu a jogar em contra ataque e com recursos a passes longos com Darwin a ser a principal referência quer em espaço mais lateral, quer por entre os centrais do Sporting CP. Foi assim que surgiu o primeiro golo. Vertonghen também acabava por ter um papel preponderante nesse aspeto.
Contudo, ainda se viu algumas debilidades defensivas que não se materializaram. Do lado esquerdo com Porro a causar problemas e do lado direito em espaço mais interior a dar espaço ao Sporting.
A entrada de Gil Dias ajudou sobretudo a trancar o corredor esquerdo do Benfica e ainda trouxe o golo como bónus.

11 Inicial e Pontuações
Vlachodimos (4)
Grimaldo (5)
Vertonghen (6)
Otamendi (5)
Gilberto (6)
Weigl (6)
Taarabt (6)
Everton (6)
Diogo Gonçalves (7)
Gonçalo Ramos (5)
Darwin (9)
Subs Utilizados
Gil Dias (7)
Paulo Bernardo (5)
André Almeida (-)
João Mário (-)

BnR na Conferência de Imprensa
Sporting CP
Não foram colocadas questões ao treinador do Sporting CP, Rúben Amorim.

SL Benfica
BnR: O Sporting CP é uma equipa normalmente muito forte no jogo aéreo e nas bolas paradas, e hoje o Benfica conseguiu contrariar bem isso. Depois de já termos visto esta época o Benfica a sofrer mais nesse aspeto, sente que também foi mais uma das evoluções positivas para este jogo?
Nélson Veríssimo: Acima de tudo, temos de ter consciência dos erros que temos vindo a cometer. Sabemos que a bola parada tem sido um deles, mas temos de dar mérito ao adversário. Na final do Liverpool FC x Manchester City FC, o Konaté fez um golo do mesmo sítio. Há ali também muita qualidade na batida da bola e da qualidade individual do jogador que aparece para finalizar. Ainda assim, reconhecemos que a bola parada defensiva é um dos momentos do jogo que temos a melhorar, é um processo contínuo e temos de continuar a trabalhar para não sofrer golos em bola parada ou processo de organização ofensiva e potenciar o jogo ofensivo."

Anos e anos disto...!!!


"Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel. Hugo Miguel.
ANOS E ANOS DISTO. O que está à espera o Benfica para fazer uma participação disciplinar à Federação Portuguesa de Futebol de Hugo Miguel? Estes são lances claros e objectivos. São lances que TODA a gente vê e sabe que houve intenção de Hugo Miguel em beneficiar o seu clube de coração, uma vez mais. São anos e anos deste filho da puta a roubar deliberadamente o Benfica e ninguém faz absolutamente nada?! Mas brincamos? Adeptos que conheçam Hugo Miguel? Gente que se cruza na rua com Hugo Miguel? Direcções do Benfica que têm levado anos e anos com Hugo Miguel a deturpar a verdade desportiva sempre em prejuízo do Benfica?

Isto são dois lances claros, objectivos e evidentes! Hugo Miguel não intervém, mesmo frente a um ecrã, porque iria colocar a sua equipa do coração em dificuldades. Ou seja, antes podiam dizer que "o erro é humano" e por isso o árbitro erra. Agora não há mínima desculpa para o erro continuar a acontecer sentados frente a um ecrã com acesso a todas as repetições! Isto é um escândalo sem precedentes.
Esperamos acordar amanhã com a notícia que o Benfica fez uma participação disciplinar de Hugo Miguel ao Conselho de Arbitragem e publicamente dizer que não entra em mais nenhum jogo onde Hugo Miguel seja árbitro ou VAR. E isto já devia ter sido feito em relação a André Narciso no jogo com o Vizela, Artur Soares Dias no jogo com o Gil Vicente e Rui Costa no jogo contra o Moreirense. BASTA! BASTA! BASTA! BASTA!"