Últimas indefectivações

quinta-feira, 4 de março de 2021

Dando porrada na tristeza


"José Adilson dos Santos ganhou alcunha de gorila do desenhos animados: Maguila. Doía-lhe a falta de reconhecimento. Diziam que só batia em fracos. E ele não gostava, claro. Enchia o peito e exclamava: «Sou cabra muito macho!». Deu um livro: Maguila: A Saga de um Cabra-Macho Campeão, de Carlos Alencar. Mereceu-o. José Adilson Rodrigues dos Santos não era de levar desaforo para casa, como gostam de dizer os brasileiro. Ainda criança, em Aracaju, onde nasceu no dia 12 de junho de 1958, arreava forte na miudagem que gostava de se meter com ele por causa do jeito mal formado de braços compridos, mãos batendo quase nos joelhos, peitaça de dar medo e feitio pachola como o personagem dos desenhos animados à qual foi buscar a alcunha, o Gorila Maguila de Hanna Barbera, um macacão que mora na loja de animais de Mr. Peebles e passa o tempo a ser exibido na vitrina. Volta e meia, alguém o compra e leva para casa, mas acaba por devolvê-lo pouco depois, ou porque come demais ou porque é bruto de derreter paciências, não por maldade mas por brutalidade pura e dura.
Era essa a imagem que Maguila, o não gorila, queria dar no ringue. Um bruto desalmado capaz de desfazer quem tivesse o distinto atrevimento de querer combater contra ele. A infância de José em Aracaju foi curta. A família emigrou para São Paulo em busca de trabalho remunerado. A infância de José na vida praticamente não existiu. Era um menino ainda quando arranjou emprego na construção civil, carregando baldes de cimento e vigas de aço como se fossem feitos de penas. Tamanha força deu nas vistas, como não podia deixar de ser. Não tardou a treinar-se em ginásios manhosos onde socava pneus velhos em vez de sacos de areia. Mas pobre também tem direito a ter sorte. E a sorte de Maguila foi ter conhecido Luciano do Valle Queiroz, locutor, apresentador de televisão e empresário. Luciano entregou José nas mãos mágicas de Angelo Dundee, que não satisfeito por ter sido treinador de Mohammad Ali, ensinou uma ou duas coisas a_Sugar Ray Leonard e George Foreman, entre outros. Foi como se tivessem aberto a jaula ao Cabra-Macho.
Há quem diga que Maguila foi o mais carismático de todos os pugilistas brasileiros, Eder_Joffre incluído, e há quem diga que Luciano do Valle construiu a sua carreira em cima de combates contra pugilistas menores e facilmente espancáveis. Este era um argumento que punha Maguila a fumegar pelos ouvidos. Ainda por cima quando lhe era recordado, logo a seguir, que os seus combates mais importantes tinham sido relatados na rádio, em direto, por um tal Luciano do Valle. «Ele não estava lá dentro do ringue, pois não?», perguntava furioso. «Quem estava era eu! E quem derrubou James Quebra Ossos Smith?! E quem deu um naucaute a Daniel Falconi?! Eu ou Luciano? Fui eu. Eu, o Cabra-Macho. Ele só tinha de me arranjar os combates e eu ia lá e combatia...».
Pois, era esse mesmo o problema. Quebra Ossos e Falconi não eram decididamente boxeurs para ficarem na história, nem mesmo pelo caudal de derrotas que foram colecionando. Quebra Ossos Smith foi, com certeza, o adversário mais categorizado que Maguila bateu, mas há que acrescentar que o combate decorreu numa altura em que Smith estava bem mais preocupado com os estudos do que com murros na tromba de um brasileiro façanhudo. Perdeu no ringue mas ganhou um diploma universitário que lhe permitiu vir a ser professor.
José Adilson dos Santos tanto sarrazinou a cabeça de Luciano que conseguiu uma digressão pelos Estados Unidos durante a qual defrontou George Foreman e Evander Holyfield. Apanhou forte e feio, mas saiu feliz por se ter batido com os melhores dos melhores, ultrapassando o mito de que Luciano construíra o seu ranking à custa de combinações com pugilistas de meia-tijela que fazia com que os próprios brasileiros desprezassem os seus títulos de campeão sul-americano e de latino-americano.
«A dor é minha em mim doeu
A culpa é sua o samba é meu», cantava João Gilberto. A dor de Maguila nunca passou. Ficou lá dentro, mastigando-lhe as vísceras, repisando-lhe o cérebro, torturando-o com a falta de reconhecimento a que os compatriotas do devotaram, na sua grande generalidade.
Quando perdeu por KO para Daniel Frank, a 29 de Fevereiro de 2000, decidiu que chegava de apanhar. Luciano, esse, já tinha decidido o mesmo há muito tempo, abandonando-o à sua sorte. José Adilson dedicou-se a ser comentador televisivo. Não de boxe, mas de economia. Em seguida, foi cantor e editou um álbum chamado Vida de Campeão. Não levava jeito por aí além, mas lá foi trauteando:
«Eu vou dar é porrada na tristeza
Aqui com nós não tem tristeza não
Aqui é só alegria
Dei um soco na preguiça
Pra moleza não baixei a guarda
Nocauteei a tristeza/Encarei a minha estrada...».
Depois veio o Alzheimer de esqueceu a letra."

Fever Pitch - João, Miguel & Pedro... Trio!

Fever Pitch - João & Juanjo... Itália!

quarta-feira, 3 de março de 2021

Antevisão...

Prazeres de Benfica para o mundo


"José Prazeres nasceu, casou, viveu e morreu em Benfica. Mas a presença do jogador e seleccionador de hóquei em patins foi global

Filho de lisboetas, foi em 1906 que, na Rua Direita de Benfica (hoje Estrada de Benfica), nasceu José Prazeres. Viria a morrer quase 78 anos depois, na transversal Avenida Gomes Pereira, pouco depois de a sede benfiquista ter sido transferida daí para a baixa lisboeta.
Inscreveu-se como sócio do Clube com o irmão Carlos. Verdadeiro sportsman da primeira metade do século XX, praticou várias modalidades, como atletismo e patinagem. Com a irmã Irene fez dupla no ténis e foi praticante de hóquei em campo, mas foi no hóquei em patins que se destacou.
A sua estreia como 'encarnado' deu-se frente ao Hóquei CP em 13 de Agosto de 1922. Foi o único marcador da partida, 'quando faltavam dois minutos para terminar o jogo (...), a bola desvia-se, e José Prazeres, serenamente, marca a bola que dá o triunfo ao Benfica'.
A segurar o stick, Prazeres ajudou o Clube a ser dez vezes campeão de Lisboa, garantindo sete conquistas consecutivas entre 1925 e 1931, antes da existência do Campeonato Nacional. Entretanto, escrevia para a secção de hóquei do jornal O Sport de Lisboa.
Em Maio de 1930, a Federação Portuguesa de Hóquei escolheu como sua 'primeira embaixada internacional' a equipa campeã do Benfica, para representar Portugal no 5.º Campeonato Europeu de hóquei em patins, em Herne Bay, Inglaterra.
Daí a Chandler's Ford são algumas milhas para oeste. Lá nasceu a 'súbdita inglesa' Delfina Gouveia dos Santos, com quem Prazeres casou em 1933, com as 'portas abertas e franqueadas ao público' na Rua Cláudio Nunes, em Benfica.
Ao capitão do Benfica e da selecção portuguesa a imprensa reconhecia um 'magnífico controlo de bola e esplêndida corrida'. Despediu-se dos rinques em 1939, numa bonita festa organizada pelo Clube.
Nesse ano, durante o Mundial de hóquei em patins, Portugal foi incumbido de realizar a edição de 1940, que se viu adiada devido à II Guerra Mundial. Em 1947, José Prazeres fez parte da comissão organizativa do evento. Mas, mais do que isso, foi com ele como selecionador que Portugal venceu o título de campeão mundial! Repetindo a proeza nas três edições seguintes, Portugal foi tetracampeão europeu e mundial de hóquei em patins em 1950, sob alçada de Prazeres.
No mesmo mês da sua morte, o treinador de hóquei em patins do Benfica, Torcato Ferreira, referiu: 'Trabalhar em profundidade dá-me realmente um certo prazer'. Boa ou má escolha de palavras, a verdade é que trabalhar com Prazeres deu profundidade ao hóquei nacional!
Na área 3 - Orgulho Eclético do Museu Benfica - Cosme Damião pode conhecer mais sobre a história do hóquei em patins 'encarnado'."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

Modalidades: Semanada...

O eclipse de Everton Cebolinha


"“O Jorge [Jesus] fez uma pressão fantástica por Everton”, afirmou Luís Filipe Vieira na recente entrevista à BTV. De facto, o extremo brasileiro foi um pedido expresso do técnico desde o primeiro minuto em que este aterrou em Lisboa, e custou aos cofres da Luz cerca de 20 milhões de euros. A sua qualidade é inegável, mas como têm sido os primeiros meses do ex-Grêmio FPA em Portugal? 
Os números de Everton são simples de apresentar: quatro golos e nove assistências em 33 jogos oficiais pelas “águias”. Ainda que tenha contribuído para 13 golos da equipa, os números ficam aquém daquilo que era esperado de um dos maiores craques da passada edição do Brasileirão. Este registo ainda se torna mais preocupante quando se olha para os minutos na presente temporada – 2.331 minutos, cerca de 71′ por jogo.
Por aqui percebe-se que Everton é um dos pilares do esquema de Jorge Jesus e um dos jogadores preferidos do técnico português, mas não tem apresentado a qualidade necessária e as críticas começam a cair sobre ele.
“Porque é que o Everton não está a render no SL Benfica o que rendeu no Brasil?”. Esta é a pergunta que grande parte dos adeptos encarnados faz e que, de facto, não tem uma resposta fácil. É certo que o brasileiro tem tido muitos minutos em cima das pernas e pouco descanso nos últimos meses – quando chegou à Luz já vinha de muitos meses a jogar pelo Grêmio FPA –, mas o próprio estilo de jogo não “bate certo” com aquele visto pelos olheiros do SL Benfica no Brasil.
O um para um, os sucessivos dribles, as explosões na ala esquerda ou até os golos em arco que deixaram muita gente de boca aberta do outro lado do Atlântico desapareceram quase que por completo no jogo do brasileiro.
Pode ser um jogador que precise de alguns meses de adaptação ao futebol europeu, dado que é a sua primeira experiência fora do seu país, mas a questão não parece ser essa.
Este eclipse de “Cebolinha” parece acontecer devido ao que Jorge Jesus pede do atleta: mais ações defensivas, mais calma com a bola nos pés, menos expressividade no seu jogo e manter-se mais aberto em vez de procurar sucessivos movimentos interiores. Quase tudo vai contra o futebol apresentado no Brasileirão e estes podem ser alguns dos pontos que justificam o pouco rendimento na Luz."

O desaparecimento de Odysseas Vlachodimos


"O guardião grego chegou ao SL Benfica na época 2018/2019 depois de ter terminado contrato com o Panathinaikos AO, clube que representou por três temporadas. Depois de uma época para esquecer nas balizas encarnadas, com Bruno Varela e Svilar, Vlachodimos chegou e imediatamente assumiu a titularidade, de forma quase indiscutível. Tanto com Rui Vitória, como já com Bruno Lage, o guardião grego foi-se assumindo como uma das principais figuras da equipa.
Na época passada, mesmo com o falhanço desportivo, Odysseas foi um dos melhores jogadores da equipa. O guardião grego foi, muitas vezes, quem impediu que a equipa das “águias” tivesse perdido mais partidas e somasse ainda menos pontos.
Com a chegada de Jorge Jesus, Vlachodimos não perdeu a titularidade. No entanto, ficou bem visível, ao longo do mercado de transferências, que o agora treinador do SL Benfica desejava um novo guarda redes, o que pode ser um indicativo de que Jesus não é apreciador das características do guardião formado no VB Stuttgart.
Helton Leite acabou por ser o único guardião a chegar, tendo os nomes mais sonantes sido afastados devido às boas exibições de Vlachodimos e, possivelmente, também devido ao falhanço no acesso à Liga dos Campeões.
O guardião germano-helénico foi mantendo a titularidade sem cometer grandes erros, apesar dos maus resultados e dos problemas defensivos da equipa. Pouco a pouco fomos vendo Helton Leite ganhar espaço na equipa. Atualmente, o guardião brasileiro parece ser o titularíssimo da equipa.
A que se deveu este afastamento de Vlachodimos? Se olharmos para as características do camisola 99 das “águias”, vemos que é um guardião de excelência entre os postes. A sair da baliza, apesar de termos assistido a alguns progressos nos últimos meses, continua a ser ainda muito limitado. O jogo de pés do grego também não é o melhor, mas os adeptos benfiquistas ficaram muito mal-habituados neste requisito depois de Oblak e Ederson, dois dos melhores guardiões do mundo a jogar com os pés, terem passado pela Luz.
Já Helton Leite é também um guarda redes com qualidade entre os postes, mas tem muito maior predisposição para sair da baliza e controlar a profundidade. Olhando para a forma como, muitas vezes, as equipas exploram as costas da linha defensiva encarnada e a (falta de) velocidade da dupla de centrais, poderá ter sido por isto que Jorge Jesus tomou a decisão de dar a titularidade a Helton Leite. 
 No entanto, esta visão seria olhar para todas as decisões do futebol de forma tática. Nem sempre é assim. Ninguém acompanha os treinos, logo poderá haver um rendimento fabuloso de Helton Leite, ou uma quebra de Vlachodimos, que faça merecer esta aposta. Não sabemos.
O timing desta decisão provavelmente não foi o melhor, tendo Vlachodimos vindo de uma série de dois jogos sem sofrer golos. É compreensível a suposta frustração do grego.
A baliza do SL Benfica fica bem entregue a Helton Leite? É um guardião com qualidade para cumprir, mas continuo a achar que no plano geral Odysseas Vlachodimos é superior."

Penalidades...


"Factos rápidos:
- O SL Benfica, em 1890 minutos, tem 0 grandes penalidades.
- O FC Porto tem, atualmente, 12 penáltis assinalados, sendo que três foram cometidos por ex-jogadores: Vaná, Ferraresi e Rúben Macedo.
Dos 12 concretizou 9, dos quais destacamos:
a) Otávio marcou um, frente ao Marítimo, que terminou com a vitória do Porto por 1:2.
b) Alex Telles marcou dois, frente ao Braga, que terminou com a vitória do Porto por 3:1.
c) Sérgio Oliveira marcou um, frente ao Boavista, que permitiu ao Porto empatar.
d) Sérgio Oliveira marcou um, em Braga, que acabou com um empate a 2 bolas.

Cinco grandes penalidades convertidas que se traduzem em mais 6 pontos na Liga NOS. Sem esses pontos a classificação seria: 
1- Sporting CP com 55 pontos;
2- SC Braga com 46 pontos;
3- SL Benfica com 42 pontos;
4- FC Porto com 39 pontos
Questionamos:
Se o Porto tivesse 0 penaltis assinalados e o SL Benfica 12 penaltis assinalados onde 5 se traduzissem em mais 6 pontos, teríamos especiais CM sobre《 crise no Porto 》, ou teríamos especiais sobre influência arbitral e escândalos na arbitragem com《 SL Benfica beneficiado 》?"

Proibido !!!


"Saibamos olhar para dentro, mas sem nunca esquecer o poder que nunca o deixou de ser, e que mais uma vez, tem penalizado gravemente o SL Benfica.
É proibido marcar penáltis a favor do SL Benfica?
21 Jogos | 13 Lances | 0 Penáltis
Vejam e partilhem!"

Filhos e Enteados !!!


"O Pai do VAR. O Pai do VAR que só tem filhos em Portugal, Bélgica, Rússia, Polónia e no Japão. O Pai do VAR que na sua página da Wikipédia não tem uma única referência a ser...Pai do VAR. 
https://en.wikipedia.org/wiki/David_Elleray
Pois é, meus amigos, o Pai do VAR é uma figura mitológica criada por Tiago Craveiro e difundida pelo jornal OJOGO e Record para branquear os lances de roubo premeditado a que temos assistido de forma recorrente desde 2017, sempre em favor da escumalha do Calor da Noite e que assim conseguiram ser campeões em dois destes últimos quatro anos.
Perdoa-lhes, Paulinho, que isto é uma vergonha sem fim!"

Não sei exatamente quem fez o quê ou porque o fez a Pizzi, mas peço encarecidamente ao responsável que continue. Pelo Benfica e por nós


"Helton Leite
Na teoria original uma borboleta bate as suas asas no Japão e arma um chavascal nos Estados Unidos. A teoria do caos benfiquista também é bonita: um guarda-redes brasileiro bate as asas numa baliza e impede que o Rio Ave vá para o intervalo a ganhar, e minutos depois um centrocampista de Bragança celebra enraivecido a sua vitória perante os demónios que o atormentam, a ele e a um clube inteiro. Tanto que deixou de parecer caos e pareceu, por momentos, haver alguma ordem. Até dormi melhor, amigos.

Diogo Gonçalves
Nunca se esqueçam disto. Existem registos na internet de pessoas que duvidaram do valor do Kimmich quando ele se estreou no Bayern em 2015. Não estou com isto a dizer que estamos perante um novo Kimmich, mas também não estou a negar essa possibilidade. Neste momento o mais importante é desfrutarmos desta dádiva que é termos um lateral direito que consegue ganhar a linha e fazer cruzamentos. Amanhã logo se vê.

Lucas Veríssimo
Não me parece que Jorge Jesus estivesse a pensar utilizar o novo reforço, que tremeu que nem varas verdes contra o Arsenal. Porém, a vida não é aquilo que queremos. Às vezes é preciso fazer limonada com um Lucas Verdíssimo, antes que nos calhe um Morato em sorte e a limonada azede ainda mais. 

Jardel
A Netflix já comprou os direitos de “90 minutos em campo”, o documentário que retrata o regresso de Jardel aos relvados para um jogo completo frente ao Rio Ave após 437 lesões musculares.

Grimaldo
o disse e repito: quase todas as sequências de decisões acertadas no ataque do Benfica envolvem o Grimaldo e espanta-me que algumas celebrações de golo iniciados pelo flanco esquerdo não comecem com uma vénia ao Alejandro. Que a súbita paixão pelo lateral do lado oposto não nos faça esquecer o primeiro amor e as coisas boas que este espanhol nos tem dado.

Weigl
Uma andorinha pode não fazer a primavera, mas este Julian leva-me a acreditar novamente em dias de sol, passarinhos a chilrear, a águia Vitória a planar sobre nós e as bancadas cheias ao fim da tarde, com os raios de sol a entrarem pelos topos da bancada como um remate fulminante do Seferovic a furar as redes. Agora exagerei um bocadinho.

Everton
Este homem tem que começar a gravar aqueles vídeos em que se contabiliza o número de vezes que o craque consegue acertar nos postes ou na trave. Suspeito que temos aqui um novo fenómeno mundial. Mostrou laivos de fenómeno à escala nacional com mais algumas intervenções que desbloquearam o jogo. Fez aquilo que se espera dele, sem tirar nem pôr. Os americanos têm uma expressão para estas circunstâncias: fucking finally!

Taarabt
Alguma profundidade no passe, poucas intervenções causadoras de taquicardia, e talvez demasiada fé em Seferovic na questão do último passe. A sua intenção é sempre boa, mas saiu mesmo a tempo.

Rafa
Não era a noite dele, por isso permitam-me usar este espacinho que devia ser dedicado ao Rafa para falar sobre ele e sobre os restantes. Alguém me explica poor que raio é que esta gente não tem energia e indignação para rodear o árbitro e pedir penáltis quando os nossos jogadores caem na área? Levamos amarelos semanalmente porque o Taarabt tem uma espécie de reação involuntária com os braços, mas temos medo de ser penalizados pelo árbitro porque exigimos um mísero penálti neste campeonato? Vejam lá isso, rapazes.

Waldschmidt
Que ele tem pezinhos ninguém discute, mas parece faltar-lhe aquilo a que na gíria futebolística se chama tesão. O dicionário define o termo como intensidade, força, ímpeto ou ereção do pénis. Bastam as três primeiras qualidades para ser titular do Benfica.

Seferovic
Por um lado temos que lhe agradecer porque foi ele que desbloqueou o empate. Por outro, temos que o insultar com gentileza já que o empate permaneceu enquanto ele foi falhando golos. É quase sempre assim com o nosso amigo, mas um gajo difcilmente se habitua. É que isto é o Benfica, Haris.

Pizzi
Não sei exatamente o quê, quem ou porque é que ele celebrou o golo com tamanha irritação, mas peço encarecidamente ao responsável que continue. Pelo Benfica e pelo próprio Pizzi, que precisava daquele momento como de um abraço do Rui. Não está sozinho. Andamos todos a precisar de um abraço depois do que se tem visto esta época.

Chiquinho
Entrou com ganas de aparecer na frente em zonas de decisão. No final o Rui Costa disse-lhe que gostou do que viu, mas que se quiser um abraço basta pedir.

Cervi
Desta vez jogou um quarto de hora. O mister lá reparou o relógio.

Gilberto
Cumpriu com o profissionalismo de quem sabe que está a uns meses de ver o André Almeida regressar e começar à procura de clube no Brasil. Até lá, força Gilberto!

Gabriel
Por esta altura já eu abria uma garrafa de vinho para celebrar, não ainda a vitória, mas o simples facto de termos uma vantagem de dois golos a 5 minutos do final. A vida são dois dias e o Benfica não ganha sempre. Celebremos enquanto cá estamos, se possível na frente do marcador."

O Cantinho Benfiquista #37 - Finalmente Uma Vitória

Benfica Podcast #400 - Europa No More

Benfica After 90 - Rio Ave...

Visão Vermelha S02E23 - Arsenal, Rio Ave...

A fuga de Renato para o Europeu


"O Lille é uma das grandes surpresas nos campeonatos Europeus. Lidera a Liga Francesa onde o habitual Paris SG costuma fazer prevalecer a sua lei, e embora eliminado pelo Ajax na Liga Europa, rubricou exibições bem convincentes na fase de grupos – Nomeadamente a goleada aplicada em San Ciro perante o AC Milan.
Em França, Renato Sanches voltou a encontrar um espaço onde o seu futebol ganhou sentido. A velocidade que imprime na progressão que lhe permite ser mais rápido mesmo em condução que qualquer oponente sem bola parte o jogo e possibilita que o Lille ataque contra menos. Depois de um início de temporada fulgurante, em que voltou a ver o seu nome associado e comparado aos melhores do mundo, parou por lesão, e agora procura retomar o nível anterior.
As últimas partidas parecem confirmar que Renato se prepara para um Europeu onde poderá ter impacto ainda maior que o primeiro em que muito jovem participou e venceu.
Velocidade, Drible e agora um acerto em posse tremendo como nunca antes, no renascer de um dos melhores na capacidade de enquadrar com a baliza adversária pela agilidade assombrosa com que move, e acelerar com a bola bem junto ao pé."

Palestra - Laboratório em Rede de Media Desportiva


"Os meios de comunicação social estão a mudar a forma como os atletas (profissionais ou amadores), os clubes e os fãs interagem uns com os outros. Para além de possibilitar que os fãs se envolvam mais, leva a que os desportistas sejam mais responsáveis nos seus comentários públicos e pela forma como se envolvem com os cidadãos em geral.
Tendo isto presente, no passado dia 01 de março de 2021, foi lançado, oficialmente, o site Palestra (Sports Media Lab Network - Laboratório em Rede de Media Desportiva). É um projeto exploratório do Instituto Jurídico da Universidade de Coimbra e que conta com uma ampla parceria internacional. Com esta iniciativa, pretende-se canalizar o poder da relação simbiótica entre os media e o desporto, em prol de uma agenda sustentável e de desenvolvimento social. O nome, “Sports Media Lab Network”, pretende-se internacional e abrangente de todas as atividades a desenvolver. Ele engloba o formato de rede, importante nas parcerias, e de laboratório, como local de produção de experimentação e de conhecimento. Com um objetivo de neutralidade, procura-se alavancar projetos a partir da rede e que mantenham a sua identidade bem definida.
Os investigadores e profissionais associados irão promover a troca de saberes e de experiências. Prevê-se a realização de diversos eventos científicos."

Fever Pitch - João & João... Espanha!

terça-feira, 2 de março de 2021

Lixívia 21


Tabela Anti-Lixívia
Benfica..............42 (-10) = 52
Sporting............ 55 (+4) = 51
Corruptos....... 45 (+20) = 25

Curioso, na Tabela Anti-Líxivia o Benfica ultrapassaria nesta jornada o Sporting, e passaria a liderar a Liga!!! Imagino que a postura dos Lagartos no Dragay teria sido diferente.... Pois é, a influência dos erros arbitrais nas classificações adulteradas, tem muitos impactos secundários, que muitas vezes passam despercebidos!!!

No clássico do Dragay, tivemos um festival de mergulhos, simulações, protestos, má educação e zero futebol!!! Mas no final, não houve Casos de maior... A prova disso, foram as declarações do Cãoceição, que sem nada para justificar mais um desaire, ficou 'fulo' com os minutos de compensação!!!

Na Luz, mais do mesmo... mais um penalty por assinalar a favor do Benfica, a diferença é que desta vez, não teve impacto no resultado, porque marcámos dois golos!!!
Até posso desculpar o árbitro por não marcar um penalty deste tipo, mas o VAR está obrigado a intervir neste tipo de situações: agarrão na camisola, não permitindo ao Haris chegar à bola...



Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), V(1-5), Godinho (Malheiro), Nada a assinalar
2.ª-Moreirense(c), V(2-0), Almeida (R. Oliveira), Nada a assinalar
3.ª-Farense(c), V(3-2), Martins (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência
4.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Pinheiro (Hugo), Prejudicados, (0-4), Sem influência
5.ª-B Sad(c), V(2-0), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
6.ª-Boavista(f), D(3-0), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
7.ª-Braga(c), D(2-3), Soares Dias (Esteves), Nada a assinalar
8.ª-Marítimo(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Prejudicados, (1-3), Sem influência
9.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-1), Rui Costa (Esteves), Prejudicados, Sem influência
10.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida (Nobre), Prejudicados, Beneficiados, (0-3), Sem influência
11.ª-Portimonense(c), V(2-1), Martins (Esteves), Prejudicados, Sem influência
12.ª-Santa Clara(f), E(1-1), Malheiro (Rui Costa), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(c), V(2-0), M. Oliveira (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência
14.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho (Hugo), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
15.ª-Nacional(c), E(1-1), Rui Costa (Almeida), Prejudicados, (3-1), (-2 pontos)
16.ª-Sporting(f), D(1-0), Soares Dias (Hugo), Nada a assinalar
17.ª-Guimarães(c), E(0-0), Almeida (Nobre), Prejudicados, (1-0), (-2 pontos)
18.ª-Famalicão(f), V(2-0), Hugo (Godinho), Nada a assinalar
19.ª-Moreirense(f), E(1-1), M. Oliveira (Melo), Prejudicados, (0-3), (-2 pontos)
20.ª-Farense(f), E(0-0), Hugo (V. Santos), Prejudicados, (0-2), (-2 pontos)
21.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Almeida (Nobre), Prejudicados, (3-0), Sem influência

Sporting
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), Narciso (R. Oliveira), Nada a assinalar
2.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2), Veríssimo (Esteves), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
3.ª-Portimonense(f), V(0-2), M. Oliveira (Narciso), Nada a assinalar
4.ª-Corruptos(c), E(2-2), Godinho (Martins), Prejudicados, (2-0), (-2 pontos)
5.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Nada a assinalar
6.ª-Tondela(c), V(4-0), Nobre (Esteves), Nada a assinalar
7.ª-Guimarães(f), V(0-4), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
8.ª-Moreirense(c), V(2-1), V. Ferreira (R. Oliveira), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Famalicão(f), E(2-2), Godinho (Soares Dias), Nada a assinalar
10.ª-Farense(c), V(1-0), Narciso (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
11.ª-B Sad(f), V(1-2), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
12.ª-Braga(c), V(2-0), Verríssimo (Pinheiro), Prejudicados, Beneficiados, (4-0), Sem influência
13.ª-Nacional(f), V(0-2), Mota (Nobre), Nada a assinalar
14.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Malheiro (V. Ferreira), Nada a assinalar
15.ª-Boavista(f), V(0-2), Veríssimo (Nobre), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), V(1-0), Soares Dias (Hugo), Nada a assinalar
17-ª-Maríitmo(f), V(0-2), Hugo (Narciso), Nada a assinalar
18.ª-Gil Vicente(f), V(1-2), Almeida (Nobre), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), Narciso (L. Ferreira), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
20.ª-Portimonense(c), V(2-0), Rui Costa (R. Oliveira), Beneficiados, (1-0), Sem influência
21.ª-Corruptos(f), E(0-0), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Braga(c), V(3-1), Pinheiro (Martins), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Boavista(f), V(0-5), Godinho (Hugo), Nada a assinalar
3.ª-Marítimo(c), D(2-3), Rui Costa (L. Ferreira), Beneficiados, (1-4), Sem influência
4.ª-Sporting(f), E(2-2), Godinho (Martins), Beneficiados, (2-0), (+1 ponto)
5.ª-Gil Vicente(c), V(1-0), Malheiro (Esteves), Nada a assinalar
6.ª-Paços de Ferreira(f), D(3-2), Almeida (Narciso), Beneficiados, (5-1), Sem influência
7.ª-Portimonense(c), V(3-1), Nobre (R. Oliveira), Beneficiados, (3-2), Impossível contabilizar
8.ª-Santa Clara(f), V(0-1), Pinheiro (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
9.ª-Tondela(c), V(4-3), Martins (Hugo), Beneficiados, (2-3), (+3 pontos)
10.ª-Nacional(c), V(2-0), M. Oliveira (Esteves), Beneficiados, Prejudicados, (0-1), (+3 pontos)
11.ª-Guimarães(f), V(2-3), Malheiro (Rui Costa), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
12.ª-Moreirense(c), V(3-0), Mota (V. Santos), Beneficiados, (1-0), Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-4), Rui Costa (Martins), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência
14.ª-Benfica(c), E(1-1), Godinho (Hugo), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
15.ª-Farense(f), V(0-1), Mota (Malheiro), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
16.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Almeida (Godinho), Nada a assinalar
17.ª-B Sad(f), E(0-0), Veríssimo (R. Oliveira), Nada a assinalar
18.ª-Braga(f), E(2-2), Soares Dias (Pinheiro), Nada a assinalar
19.ª-Boavista(c), E(2-2), Mota (V. Ferreira), Beneficiados, (0-3), (+1 ponto)
20.ª-Marítimo(f), V(1-2), V. Ferreira (Almeida), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
21.ª-Sporting(c), E(0-0), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar

Anexos (II):
Árbitros:
Benfica
Almeida - 4
Rui Costa - 3
Hugo - 3
Martins - 2
Godinho - 2
Soares Dias - 2
M. Oliveira - 2
Pinheiro - 1
Mota - 1
Malheiro - 1

Sporting
Veríssimo - 3
Narciso - 3
Godinho -2
Mota - 2
Hugo - 2
Rui Costa - 2
M. Oliveira - 1
Nobre - 1
V. Ferreira - 1
Malheiro - 1
Soares Dias - 1
Almeida - 1
Pinheiro - 1

Corruptos
Godinho - 3
Mota - 3
Pinheiro - 3
Malheiro - 2
Rui Costa - 2
Almeida - 2
Nobre - 1
Martins - 1
M. Oliveira - 1
Veríssimo - 1
Soares Dias - 1
V. Ferreira - 1

VAR's:
Benfica
V. Santos - 5
Esteves - 3
Hugo - 3
Nobre - 3
Malheiro - 1
R. Oliveira - 1
Narciso - 1
Rui Costa - 1
Almeida - 1
Godinho - 1
Melo - 1

Sporting
Esteves - 3
Narciso - 3
Nobre - 3
R. Oliveira - 3
V. Santos - 2
Soares Dias - 2
Martins - 1
Pinheiro - 1
V. Ferreira - 1
Hugo - 1
L. Ferreira - 1

Corruptos
Esteves - 3
Martins - 3
Hugo - 3
R. Oliveira - 2
L. Ferreira - 1
Narciso - 1
Rui Costa - 1
V. Santos - 1
Malheiro - 1
Godinho - 1
Pinheiro - 1
V. Ferreira - 1
Almeida - 1
Soares Dias - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Hugo - 2 + 3 = 5
V. Santos - 0 + 3 = 3
Godinho - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1

Sporting
Narciso - 0 + 3 = 3
Nobre - 0 + 3 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Hugo - 2 + 0 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Soares Dias - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 1 + 1 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Almeida - 1 + 1 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 1 + 0 = 1
Veríssimo 1 + 0 = 1
Soares Dias 1 + 0 = 1
V. Ferreira 1 + 0 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Hugo - 3 + 3 = 6
Almeida - 4 + 1 = 5
V. Santos - 0 + 5 = 5
Rui Costa - 3 + 1 = 4
Godinho - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Nobre - 0 + 3 = 3
Martins - 2 + 0 = 2
Soares Dias - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1

Sporting
Narciso - 3 + 3 = 6
Nobre - 1 + 3 = 4
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Hugo - 2 + 1 = 3
Soares Dias - 1 + 2 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
R. Oliveira - 0 + 3 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 2 + 0 = 2
V. Ferreira - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Malheiro - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 3 + 1 = 4
Pinheiro - 3 + 1 = 4
Martins - 1 + 3 = 4
Mota - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 2 + 1 = 3
Malheiro - 2 + 1 = 3
Almeida - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Hugo - 0 + 3 = 3
R. Oliveira - 0 + 2 = 2
V. Ferreira - 1 + 1 = 2
Soares Dias 1 + 1 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Jornadas anteriores:

Épocas anteriores:

Vitória apertada na Maia...

ISMAI 20 - 24 Benfica
(12-10)

Quase sempre a correr atrás do prejuízo, mas no 18-13, acordámos e fizemos uns minutos finais, que permitiram a reviravolta!

Regresso às vitórias


"A nossa equipa voltou ontem aos triunfos, fruto de uma boa exibição, nomeadamente na segunda parte do encontro, desta feita coroada com os golos que faltaram noutras ocasiões.
Apesar do percurso recente, em que os resultados não foram consentâneos com as aspirações da equipa, por vezes de forma injusta face às incidências das partidas, e ainda a sobrecarga competitiva, incluindo a eliminação, nos últimos minutos, da Liga Europa pelo Arsenal, o Benfica apresentou-se, ontem, frente ao Rio Ave, confiante no seu potencial, conseguindo-o materializar na almejada vitória.
Para Jorge Jesus, que alcançou o 250.º triunfo em competições oficiais ao serviço do Benfica (desde a década de oitenta, só Baroti e Mortimore perfizeram uma percentagem de vitórias superior e por uma margem na casa das décimas), a conquista dos três pontos teve início no Seixal, à saída do Benfica Campus, em que algumas dezenas de benfiquistas compareceram no local para apoiarem a equipa: "Tínhamos vários adeptos do Benfica a incentivar-nos e a acarinhar-nos. Os jogadores sentiram o carinho daquelas dezenas de adeptos. Para mim, foi ali que começámos a ganhar."
Quanto ao jogo, o nosso treinador considerou que, após o intervalo, a equipa "soube criar mais espaço, teve outro critério e mais facilidade para construir oportunidades de golo", que foram muitas, mas só duas foram aproveitadas. Para Jorge Jesus, a equipa fez uma segunda parte "diferente por mérito próprio", observando ainda, depois dos problemas que a fustigaram, que tem agora "mais pulmão". 
 Weigl, considerado o homem do jogo, salientou que a equipa necessitou, "outra vez, de diversas oportunidades para marcar", mas que a diferença residiu, face a outras partidas, no facto de ter conseguido fazer dois golos. "Merecemos a vitória e agora vamos olhar para a frente e continuar", assegurou.
Os golos foram da autoria de Seferovic e Pizzi, os mais goleadores da equipa na presente temporada até ao momento, com 13 cada. O internacional português, no dia em que se tornou no terceiro jogador com mais jogos ao serviço do Benfica neste Estádio da Luz, soma 89 golos em competições oficiais de águia ao peito e é o 24.º melhor de sempre. O suíço totaliza 56 e passou a fazer parte do restrito grupo dos 40 melhores marcadores de sempre do Benfica em jogos oficiais.
Na próxima quinta-feira volta a haver mais um desafio. O adversário será o Estoril Praia na segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal. A vantagem obtida na visita aos estorilistas (1-3) coloca-nos numa posição privilegiada para marcarmos presença na final, mas há que selar o apuramento. Vencer a Taça de Portugal, assim como somar o máximo de pontos possível na Liga NOS, para só então fazer contas, são os objetivos da equipa.
De Todos Um, o Benfica!"

Benfica FM #149 - Arsenal, Rio Ave...

Bello: Rio Ave...

Weigl, Aceleração, Recepção Aberta e Reação à perda


"O Benfica voltou a somar momentos de bom recorte técnico e tático na noite de ontem no Estádio da Luz.
A velocidade do jogo – em saída em construção ou em ataque rápido pós roubo da posse, aumenta não somente pela velocidade de deslocamento mas maioritariamente pela qualidade das acções técnico-tácticas. A tomada de decisão, a recepção para tirar da pressão, e até a disponibilidade para condicionar jogo adversário (veja-se Cervi) mesmo quando quem obterá notoriedade mais tarde seja outro colega."

Perseguição milionária


"Depois do empate no clássico, o Benfica entrou em campo com a expectativa de voltar a aproximar-se do FC Porto, encurtando também distâncias para o Sporting de Braga, e se a primeira parte começou com Everton a encontrar a barra da baliza de Kieszek, rapidamente os encarnados voltaram à letargia dos tempos recentes.
Perdidos entre a ausência de um verdadeiro homem de área que possa responder aos cruzamentos provenientes da chegada ao último terço pelos corredores laterais – Porque não joga mais Gonçalo Ramos, quando de todos é o mais capaz de finalizar em espaços mais curtos, precisamente o tipo de criação habitual num clube grande – e as dificuldades criativas para romper o espaço nas costas dos médios adversários, o Benfica viu o Rio Ave perder o temor e soltar-se para o jogo, chegado de forma mais perigosa à baliza de Hélton Leite do que a própria equipa da casa.
O intervalo chegou com a sensação de que o habitual Benfica de Jorge Jesus versão 2021 se manteria. Todavia, a entrada para a etapa complementar foi totalmente diferente, e o Benfica pressionante, recuperador da posse, e de chegada junta em ataque posicional, cercando opositores para que na perda voltasse a ganhar.
Antes do golo de Seferovic, foi Luca que por diferentes vezes prometeu diferente. A velocidade da circulação encarnada aumentou de forma exponencial, as oportunidades para marcar foram-se sucedendo, e já em vantagem a troca de Adel e Luca por Pizzi e Chiquinho trouxe um Benfica ainda mais rápido e assertivo. Sem o marroquino a prender a bola, esta passou a chegar mais vezes e mais veloz ao último terço. Cada ataque tornou-se uma possibilidade e sem surpresa Everton (mais uma vez – somou duas assistências) ofereceu o golo da tranquilidade a Pizzi.
O português em apenas trinta minutos teve três lances clamorosos para marcar e formou uma sociedade com o mais adiantado Chiquinho que trouxe vitalidade e velocidade ao ataque encarnado.
Uma segunda parte suficientemente prometedora para que se possa considerar que os encarnados têm potencial para ir atrás dum lugar na liga milionária.

Destaques:
Everton -  pelas duas assistências e lances que definindo mais rápido colocou o Benfica nas “imediações” do golo. De todos os elementos do plantel é o que denota mais capacidade para ser decisivo no último terço. Aproveitou o jogo para somar mais “números”;
Pizzi e ChiquinhoDuas entradas que mudaram o jogo encarnado. O acerto no passe de Pizzi e a sua chegada à grande área, combinada com a progressão em posse de Chiquinho permitiram explorar um Rio Ave cuja linha média começava a demonstrar dificuldades para colar ao sector defensivo;
Weigl Os 91% de acerto em posse traduzem o pêndulo ofensivo que foi ao longo de todo o jogo. Recebe sempre para o sítio certo e das suas decisões o jogo flui. Está mais agressivo do que nunca, fecha os espaços e também já recuperou bolas que permitiram ataques rápidos perigosos. É um dos jogadores que tem aproveitado os últimos tempos para provar qualidade;
Diogo Gonçalves94% de passes certos mesmo com várias decisões “arriscadas” – A forma tensa como entrega a bola dentro ou procura as zonas de finalização em cruzamento, é muito diferenciadora, sobretudo se comparada com as possibilidades de rendimento de Gilberto. Fisicamente e Tecnicamente a um nível elevadíssimo, tornou-se numa arma importante do ataque posicional encarnado. Agora o Benfica pode desequilibrar por fora."