Últimas indefectivações

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Vogando pelo passado sob a brisa da tarde


"Absolutamente revolucionária a revista Stadium, sobretudo no aspecto gráfico, que estava muitos anos adiantado no tempo. É um consolo poder abrir as suas páginas e ler toda uma prosa respeitadora da ortografia e da sintaxe sobre a tarde de um Benfica - Sporting de 1942.

Folhear jornais antigos é um prazer imenso para mim, que gosto do papel e me entristece perceber que as edições impressas vão num caminho sem retorno. Pego nas páginas amarelecidas e perco-me no tempo. No tempo em que a linguagem jornalística obedecia a um requinte de elegância irrecusável, no tempo em que não era apenas o espectáculo desportivo que monopolizava o interesse do repórter, no tempo em que quem redigia se preocupava com tudo o que rodeava os artistas e os espectadores. O tempo mudou. Cada vez mais os relatos de um jogo registados a letra de imprensa são mais pobres, mais vulgares, mais repetitivos, sem excitação e sem vida. Uma espécie de funcionalismo público tomou de assalto os nossos cronistas e reduziu-lhes a prosa à banalidade. Por isso, que satisfação ter, neste momento, à minha frente, por exemplo, a edição de 9 de Dezembro de 1942 de Stadium, uma publicação graficamente tão revolucionária, que ainda hoje seria rainha das bancas graças às suas primeiras páginas espectaculares.
Reparem. Toda a capa desta Stadium se resume a um lance. A foto abre-se num esplendor emocionante. E, em letras pequenas, a legenda: '... Foi assim que se marcou o 2.º tempo do Sporting. Mourão, num esforço de grande beleza atlética, parece empurrar levemente a bola que, afinal, foi rematada em conclusão de uma avançada veloz... Francisco Ferreira não consegue deter o extremo adversário'.
Benfica - Sporting, claro está!

Por aí fora...
Numa página interior, aconselha-se o leitor: 'Assine a revista Stadium, o mais fiel depositário do movimento desportivo do país. Preço de assinatura: 3 meses - 19$50; 6 meses - 39$00; 12 meses - 78$00'. Não tenho dúvidas de que valia a pena. Até porque, felizmente, tenho um acervo muito razoável delas. Depois, vem a crónica do dérbi, desenhada em letras que respeitam profundamente a ortografia e a sintaxe: 'O Benfica-Sporting, o cartaz berrante que atrai multidões, o embate que faz vibrar e prende as atenções do público desportivo do país inteiro, revestia-se desta dum interesse especial. Integrado, por capricho do destino, na penúltima jornada do campeonato lisboeta - à qual chegaram em igualdade de pontuação e de esperanças os três maiores -, este encontro destinava-se a ter influência quási decisiva para a adjudicação do ambicionado título e era, para um dos protagonistas, o Sporting, um caso de vida ou de morte'.
Três maiores porque o Belenenses se contava entre eles, claro está. De resto, no seu estilo com algo de gongórico, reconheça-se, o repórter Rui de Lisboa explicava logo a abrir o que estava em disputa. E ia por aí fora. 'Aos leões só servia a vitória para continuarem na prova, restando-lhes depois, para a conservação do título da sua predilecção, precaverem-se contra o Atlético no dia de fecho da competição. Um simples empate daria ao Belenenses - Benfica do domingo imediato foros e categoria de uma final'.
O Sporting venceu o Benfica por 3-2 e, depois, o Atlético por 6-0. O Belenenses bateu o Benfica por 4-1. Título para os de Alvalade com dois pontos de vantagem sobre os encarnados. Assim se escreve a história dos grandes clubes, e o Benfica não é excepção. Não há que menorizar o momento de derrotas que foram vividas e lutadas como vitória. Oram vejam: 'O Benfica só se convenceu quando soou o apito final. Durante a hora e meia da luta, batalhou enérgica e decididamente pelo empate que já lhe bastava, ainda que não fosse o resultado ideal. Encontros como este, em que os jogadores gastam generosamente as suas e energias e em que o público aficionado vive e se mantém interessado até ao último minuto, constituem sempre excelente propaganda do belo jogo inglês - viril, másculo, aliciante - que não dispensa, além da habilidade natural, a preparação física cuidada, o gosto e a inteligência dos seus praticantes'.
O Benfica foi o primeiro a marcar ao quarto de hora, por Manuel da Costa a passe de Teixeira. No minuto seguinte, Mourão, bem desmarcado por um lançamento de Daniel, estabeleceu o empate. Dez minutos mais tarde, Mourão repetia a proeza. A meio da segunda parte, os leões aumentaram a vantagem, Pedro Pireza foi autor de um pontapé supimpa que Martins não conseguiu defender. Brito bateu Azevedo com o shot rasteiro e certeiro para fechar o resultado final. 'Portanto, e de uma maneira geral, os rapazes de vermelho não desmereceram a confiança dos seus simpatizantes. Foram ligeiramente inferiores sob o aspecto técnico aos seus vencedores - o bastante para justificar o resultado - mas o seu comportamento, aliás de aplaudir, teve ainda o mérito de mais valorizar o resultado alcançado pelos actuais campeões de Lisboa'.
Fecho a revista como se tivesse acabado de ler o periódico doa dia. Sinto um consolo por ter existido gente que escrevia assim e poder recuperar as suas prosas. Arrumo-a na pilha de papel erguida cuidadosamente por ordem cronológica. A tarde correu-me bem..."

Afonso de Melo, in O Benfica

Coluna com amnésia?


"Na final da Taça dos Campeões Europeus 1960/61, Coluna deixou todo o estádio em suspenso após levar uma pancada na cabeça.

A primeira vez que o Benfica defrontou o Barcelona foi em Setembro de 1921 para dois jogos particulares, em terras espanholas. A equipa rubra, na altura orientada por Cosme Damião, perdeu os dois encontros, o primeiro por 5-0 e o segundo por 2-5. A explicação é bastante simples: havia um claro desnível entre as duas equipas, aliás, entre o futebol dos dois países. Era natural, em Portugal o desporto-rei ainda não o era, estava a dar os primeiros passos. Avancemos agora cerca de 40 anos no tempo, para 31 de Maio de 1961. Encontramos um Benfica, novamente, à beira de um frente a frente com a equipa dos 'culés', mas, desta vez, com tudo aquilo que faltava à turma de Cosme: preparação técnica cuidada, um grupo coeso e melhores condições de trabalho. As duas equipas encontravam-se, agora, em igualdade de circunstâncias. Dois campeões ibéricos com a mesma maturidade.
Os representantes do Benfica bateram-se como os seus antecessores. 'Dentes cerrados (...), sem desfalecimentos, com todo o entusiasmo, com toda a energia, com toda a bravura, pensamento posto na bandeira do clube que era preciso glorificar'. Tudo corria bem, até que a certa altura, ainda durante a 1.ª parte, Coluna sofreu uma forte pancada na cabeça, ficou estendido no chão e foi levado para os balneários pela equipa médica. No relvado e nas bancadas do estádio Wankdorf todos perderam a esperança de voltar a ver o capitão jogar. Já ninguém acreditava que o 'Monstro Sagrado' voltasse ao campo. No balneário, rodeado por médicos, Coluna, finalmente, acordou de cada do nariz fracturada e confuso. Não sabia onde estava nem o que tinha acontecido. A equipa médica explicou-lhe que estava na Suíça, a jogar a final da Taça dos Clubes Campeões Europeus. O jogador pareceu surpreendido! Médicos e jornalistas que, entretanto, também acorreram ao balneário, não queriam acreditar no que estavam a ver. Coluna com amnésia?
Felizmente, a perda de memória foi temporária. Momentos depois voltou para o campo onde fez um monumental golo que resultou no 3-1, dando maior vantagem ao Benfica, que acabou por conquistar o mais difícil e valioso troféu do futebol europeu. Questionada acerca do jogo, Coluna afirmou que não se lembrava sequer de ter jogado na 1.ª parte: 'Nem sei como é que se marcaram os golos nem quem os marcou'. Felizmente, da incrível 2.ª parte lembrava-se! 'Lembro-me e nunca mais a esquecerei, em especial do meu golo'.
Pode saber mais sobre esta competição na área 12 - Honrar o País, no Museu Benfica - Cosme Damião."

Marisa Furtado, in O Benfica

“O nosso país é excelente na formação de futebolistas e mostrará o potencial do futebol feminino”


"Fico grata por ter este espaço para partilhar um pouco sobre a minha modalidade.
Neste momento, em Portugal, existem as seguintes competições femininas de futebol: Liga BPI, Taça de Portugal e Taça da Liga, Supertaça, Campeonato Nacional II e III Divisão, Taça Nacional de Promoção, fora as competições dos escalões sub-19, 15 e 13. Quis listar todas estas competições, porque são prova do crescimento vertiginoso do futebol feminino em Portugal.
Veio 2020 e a incontornável Covid-19 força uma alteração de formato no campeonato, ficando a primeira divisão com 20 equipas. O campeonato será dividido em duas séries, sul e norte, as quatro primeiras equipas de cada série irão disputar o apuramento de campeão e as restantes irão lutar pela manutenção na liga.
No ano passado estive em Inglaterra, e pude viver de perto a realidade do futebol inglês. Lá, a paixão e o apoio dados à modalidade são de domínio público e, o futebol feminino não é exceção. Não tendo a projeção, nem o desenvolvimento do masculino, a aposta deu frutos, e neste momento a liga inglesa caminha para ser a grande protagonista europeia, quiçá mundial, no futuro próximo.
Mais do que comparar as duas realidades, acredito que devemos olhar para a liga inglesa como um exemplo daquilo que o crescente investimento pode trazer, sem desprezar o muito que já foi feito.
Nos últimos 8 anos, o número de jogadoras federadas mais que dobrou, duas equipas portuguesas conseguiram ultrapassar o play-off e seguir para a Liga dos Campeões. A seleção portuguesa feminina qualificou-se para três fases finais de campeonatos europeus, nas categorias sub-17, sub-19 e sénior. Talvez estas ainda sejam marcas modestas para se fazer gala, mas são um reflexo de todo este processo evolutivo que se saúda.
Em 2010, com apenas 15 anos, comecei a jogar futebol, ingressando numa equipa sénior, porque, à semelhança da maioria, o clube não tinha escalões de formação femininos. Além disso, havia apenas a primeira divisão, a segunda e a Taça de Portugal.
Passaram 10 anos, e felizmente existe uma forte aposta na formação — a chave para o “negócio”! A entrada dos clubes ditos grandes em cena, a criação de novas competições e o regresso de muitas jogadoras que tinham ido à procura de mais competitividade para o exterior são excelentes indicadores. 
No ano em que ingresso no meu clube do coração, tenho de assinalar a qualidade que já noto nas jovens que sonham alcançar o patamar sénior no Benfica. O futuro será por aqui. O nosso país é excelente na formação de futebolistas e mostrará, acredito, com impacto semelhante ao masculino, todo o potencial que o futebol feminino também tem!"

[FR] After Match Journée 2 vs Moreirense - Bye Ruben Dias

Estranhas formas de vida


"(...)
Notas Finais:
Desesperados da bola
As contas foram aprovadas, a equipa joga e ganha e os extraídos dos cargos, em modo de pré-candidatos ao Benfica, continuam o bota-abaixo, sempre com preocupações de olhar ao espelho para questionarem a partir do passado e do presente “há alguém mais benfiquista do que eu?”, com o foco em Luís Filipe Vieira e os argumentos dos outros. Para eles, o Benfica tem três momentos fundacionais: quando foi fundado, quando saíram dos cargos e se voltassem a ter cargos. Pelo meio há um hiato de existência, apesar dos títulos, do património e da consolidação financeira.

Desesperados dos Média
Sem olhar a meios e ao que faz na sua casa, o grupo Cofina continua a procurar recuperar as vendas e as audiências à conta da distorção e predação do que outros grupos fazem ou das histórias que inventam, em conluio prático com o grupo Impresa.

Desesperados da Justiça
Enquanto prossegue o esforço de branqueamento do criminoso digital Rui Pinto, evidencia-se a solidez do pacto com a justiça. Afinal, a PJ não tem acesso aos discos, não tem as passwords de acesso, mas só acende quando o artista entende e, quiçá, para o que entende. A desculpabilização esboçada dos crimes digitais é só para proteger a correspondência da Procuradoria-Geral da República e de outros alvos do sistema de justiça?"

Entrada sobre rodas


"As emoções do melhor campeonato de hóquei em patins do mundo estão de volta e o Benfica abriu logo com um triunfo, por 7-3, frente ao FC Porto, no Pavilhão Fidelidade. A lamentar apenas a ausência de público nas bancadas, as quais, caso fosse possível, por certo que teriam estado repletas de fervorosos benfiquistas a apoiar a nossa equipa e a vibrar, por exemplo, com a obra-prima de Lucas Ordoñez.
Na época anterior, liderávamos a competição quando tudo foi cancelado por causa da pandemia, mas isso só teve o impacto natural face às circunstâncias nesse imediato. Não houve a hipótese, infelizmente, de terminar a temporada e houve que seguir em frente, não se descurando nunca a parte física de cada um dos atletas durante esse período muito complicado.
O regresso ao ativo foi finalmente uma realidade e consequentemente bastante intenso, com a exigência que é bem característica do treinador Alejandro Domínguez. Nos treinos, os jogadores são sempre desafiados a ultrapassar os seus limites para chegarem bem aos jogos, e esta pré-época não fugiu à regra. Afastados da pista por um período muito prolongado, os atletas voltaram para desfrutar de cada momento vivido nas sessões de trabalho numa primeira instância e posteriormente em alguns jogos-treino. Os indicadores da nossa equipa foram positivos para a época que já começou da melhor maneira.
Para lutar mais uma vez por todas as frentes, o plantel orientado por Alejandro Domínguez apresenta ajustes muito ligeiros. Albert Casanovas colocou um ponto final na sua carreira e Jordi Adroher rumou ao Liceo da Corunha, mas essas saídas foram colmatadas com o sangue novo de Danilo Rampulla e Sergi Aragonès, ambos com qualidade inequívoca e que querem mostrar serviço.
No grupo de trabalho do hóquei em patins é preciso não esquecer a participação de jovens da formação nos respetivos treinos. Rodrigo Vieira (guarda-redes), José Miranda (defesa/médio), Bernardo Ramalho (avançado) e Lucas Santos (avançado) foram quem iniciaram a pré-época, mas mais trabalharam ao longo destas últimas semanas e continuarão a fazer o seu processo de evolução, sempre sob o olhar atento da equipa técnica dos seniores.
Destaque também para a equipa multidisciplinar que está ao dispor da secção no ataque a mais uma temporada muito exigente, em que o Sport Lisboa e Benfica conta com a colaboração do prestigiado treinador espanhol de guarda-redes, Paco González.
O objetivo passa por vencer todas as competições. É para cumprir esse desiderato que os nossos hoquistas trabalham diariamente."

Ronaldo, o talento


"Por várias vezes falei sobre Ronaldo Camará com diferentes colegas. É impressionante como o reconhecimento entre pares é sempre tão certeiro. “Ele é muito inteligente”. Entre tantos, a sua capacidade para pensar o jogo é referida por todos quanto têm o prazer de pisar o mesmo relvado do menino que entrega sempre a bola limpa. Esta temporada estreia-se na Liga Pro, e mesmo passando ainda por uma fase em que passa algum tempo de fora a ver outros mais robustos fisicamente preencherem-lhe o lugar, sempre que tem oportunidade não perde para demonstrar como cativa o seu jogo. Entrou a 20 minutos do término do jogo no campo do Casa Pia, e só abriu o enorme livro de truques e ideias sobre futebol que o caracteriza, ora entregando bolas sempre bem redondinhas ora criando. Não admira que todos queiram estar na sua equipa."

P.S. – O texto estava nos rascunhos há algum tempo. De lá para cá, Camará voltou a exibir-se num plano muito elevado, voltando a marcar um belo golo no Derby de Sub23."

Benfica FM #129 - Moreirense...

Visão Vermelha S02E04 - Moreirense...

Os Encarnados #2 - Moreirense...

Fever Pitch - João & Markus... Alemanha!

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Lixívia 2


Tabela Anti-Lixívia
Benfica................. 6 (0) = 6
Corruptos............ 6 (0) = 6
Sporting. 3 (0) = 3 (-1 jogo)

Segunda jornada, estreia Lagarta, com a habitual caridade para os 'coitadinhos'!!! Se a decisão do Veríssimo marcar penalty, numa bola rematada, com força, com dois ressaltos!!! Então o que dizer da coragem ou falta dela, do VAR, Bruno Esteves, ao ficar calado!!!!!
Escandaloso...

Já agora, o Sporting continua com vários jogadores 'positivos', o Paços de Ferreira antes do jogo começar teve dois positivos, por acaso titulares, que ficaram de fora, mas o jogo não foi adiado!!!
Continuo sem perceber qual é o critério...!!!

Nos jogos do Benfica e dos Corruptos não houve nada de significativo a nível arbitral...

PS: Como destaquei num post anterior, o que se passou em Mafra, com a nossa equipa B, também deveria merecer destaque! Carlos Macedo é o nome a recordar, da AF de Braga...

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), V(1-5), Godinho (Malheiro), Nada a assinalar
2.ª-Moreirense(c), V(2-0), Almeida (R. Oliveira), Nada a assinalar

Sporting
2.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2), Veríssimo (Esteves), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar

Corruptos
1.ª-Braga(c), V(3-1), Pinheiro (Martins), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Boavista(f), V(0-5), Godinho (Hugo), Nada a assinalar

Anexos (II):
Árbitros:
Benfica
Godinho - 1
Almeida - 1

Sporting
Veríssimo - 1

Corruptos
Pinheiro - 1
Godinho - 1

VAR's:
Benfica
Malheiro - 1
R. Oliveira - 1

Sporting
Esteves - 1

Corruptos
Martins - 1
Hugo - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Godinho - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1

Sporting
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 1 + 0 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Godinho - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1

Sporting
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Corruptos
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1

Jornadas anteriores:

Épocas anteriores:

Injusto...

Marítimo 1 - 1 Benfica


No vendaval do Machico, empate amargo, contra um Marítimo que nada fez para chegar ao golo... e que acabou por empatar num lance onde o Samuel esteve mal, mas também me pareceu existir jogadores em fora-de-jogo (vários) que se 'fizeram' à bola, mas as imagens não são esclarecedoras!

Uma nota: o Benfica está a disputar esta categoria de sub-23, praticamente com uma equipa sub-19! Quase todos os jogadores são Juniores...

Este vai longe...!!!


"Não costumamos abordar jogos de equipas de formação do Sport Lisboa e Benfica, mas o que se passou, ontem, em Mafra foi muito grave e merece ser exposto.
Carlos Macedo, da AF Braga, protagonizou, ontem, um triste espetáculo, estragando um jogo que teria todas as condições para ser um belo jogo de futebol.
Depois desta exibição temos a convicção que a sua promoção ao escalão principal está mais próxima."

Modalidades...

Parabéns (pela farsa), FC Porto!


"Faz hoje 127 anos que a cidade antiga e mui nobre, sempre leal e invicta, viu nascer um clube chamado Futebol Clube do Porto. Ou será que não?
Para entendermos a história do FC Porto e os seus fundadores, precisamos de entrar numa cápsula do tempo e recuar até ao período da monarquia portuguesa, onde um grupo de rapazes que tinha como missão divertir-se após as horas de trabalho, decide criar um grupo. Este grupo, denominado por “Grupo do Destino”, era um grupo cheio de alegria e entusiasmo e tinha como seu presidente o famoso José Monteiro da Costa. Este, em conjunto com o seu pai, decide visitar Espanha, Inglaterra e França entre 1904 e 1905 e, quando volta ao Porto, descreve aos amigos com muito entusiasmo um jogo de bola a que tinha assistido em Inglaterra.
Assim, surgiu a ideia de José Monteiro da Costa organizar com o seu “Grupo do Destino”, cuja divisa era «um por todos e todos por um», um grupo de futebol.
António Martins, sócio n°3, pertencente ao grupo de sócios fundadores e amigo pessoal de Monteiro da Costa, assim relatou no extinto semanário "O Tripeiro", em 1 de Março de 1926, e ainda afirmou que, na altura, «apareceram de entrada dois óbices a resolver: o desconhecimento completo, por parte de todos os sócios, de tal jogo, e a falta de capital».
Como a história do FC Porto está muito bem documentada, sabemos ainda quais os primeiros jogadores a jogarem pelo clube: Elisabeth de Mesquita, António Pinheiro, Mendes Correia, Catulo Gadda, Boada, António Martins, Freitas, Monteiro da Costa, Hardy, Araujo e José Bastos. Além dos seus primeiros 12 sócios, também sabemos quem foram os primeiros 100 sócios do clube.
Todas as figuras ligadas à fundação do clube e que conviveram com José Monteiro da Costa, inclusive Camilo Monis (um dos primeiros associados do FC Porto), são unânimes em indicar o mês de agosto de 1906 como o mês de nascimento indiscutível do clube (sim, leram bem, agosto de 1906, portanto pedimos que nos acompanhem a desmistificar a farsa).
Camilo relatou ainda, num Boletim do FC Porto, a origem do nome do clube, a qual citamos: «O futuro Clube, dizia José Monteiro da Costa, devia chamar-se "Futebol Clube do Porto", por os seus fundadores serem na sua quase totalidade tripeiros natos, a sua sede na cidade do Porto e o principal desporto a que se ia dedicar - o futebol».
Monteiro da Costa foi um bom homem, incansável, honesto, recto e cujas horas livres do seu trabalho profissional eram dedicadas ao clube. Era o primeiro a chegar e o último a partir, e deu vida e alma ao clube, embora tenha falecido muito novo, em 1911. Em sua honra e memória foi criada a Taça Monteiro da Costa, tendo o seu túmulo sido alvo de inúmeras romarias ao longo dos anos.
Com esta breve descrição detalhada e com os relatos de associados do FC Porto contemporâneos de José Monteiro Costa, os nossos leitores perguntar-se-ão de onde vem, afinal, a data de 28 de setembro de 1893 e o nome António Nicolau d'Almeida.
É que nenhum sócio fundador se referiu a ele, sendo que nem mesmo António Nicolau d'Almeida, o próprio, se manifestou relativamente ao “facto” de ser ele o verdadeiro fundador do clube.
Pois bem, a data de 28 de setembro de 1893 é, nada mais nada menos, que a data em que saiu uma notícia num jornal de Lisboa.
Como se justifica que, da cidade do Porto, se funda um clube e, exatamente no mesmo dia, se informe um jornal da cidade de Lisboa para que imprimam uma peça completa e se publique nas bancas a fundação do clube, isto em 1893? Terá sido através de uma troca de emails, via pombo correio, com a ajuda do bisavô de Rui Pinto? Esta data não faz qualquer sentido.
Ademais, perguntam os nossos leitores, porque é que um jornal de Lisboa haveria de publicar uma notícia de um clube que era da cidade do Porto? A razão é, na verdade, muito simples.
Nicolau d’Almeida teve a intenção de lançar um repto a jogadores/grupos de Lisboa para se disputar um jogo de futebol que, como todos sabemos, veio a realizar-se em 1894 entre uma equipa da CIDADE de Lisboa composta por jogadores de VÁRIOS CLUBES, dos quais faziam parte o Club Lisbonense, Carcavellos Club, Real Ginásio Club e Lisbon Cricket Club, além de jogadores provenientes de CLUBES da CIDADE do Porto, como o Real Velo Club e Oporto Cricket Club (compostos maioritariamente por ingleses).
Essa mesma Taça tinha a inscrição «Taça Foot-ball Championship das cidades de Portugal» e o assunto está bem documentado nas crónicas da altura.
É também um facto que, como tivemos oportunidade de descrever, o sócio n°3 do FC Porto relatou o «desconhecimento completo, por parte de todos os sócios, de tal jogo» e, como tal:
1- Se o FC Porto foi realmente fundado em 1893, porque é que um dos seus fundadores demonstrou total desconhecimento sobre tal jogo, por parte de todos os sócios?
2- Se o FC Porto foi realmente fundado em 1893, como se explica ter sido necessário fazer uma viagem ao estrangeiro por Monteiro da Costa, entre 1904 e 1905, para o “Grupo do Destino” fundar o clube?
3- Se o FC Porto foi realmente fundado em 1893, porque razão foi necessário esperar por 1987 para adulterar a data de fundação do clube, tendo como sustentação a data em que uma notícia foi publicada num jornal lisboeta?
A verdade é que o clube de Pinto da Costa apenas precisou de criar dúvidas e espalhar alguns mitos através de Rui Guedes - ou mesmo António Simões - para criar a ilusão de que o verdadeiro fundador do clube não era José Monteiro da Costa, nem o ano de fundação era 1906, mas meramente o ano da «reactivação».
Deste modo, foi necessário criar uma embelezada mentira para fazer acreditar os sócios do FC Porto de que, afinal, nos últimos 81 anos andaram todos enganados. Infelizmente, é muito mais fácil acreditar numa mentira repetida muitas vezes do que na verdade. Assim, a mentira ainda perdura até aos dias de hoje e há-de continuar, até esta começar a ser desmistificada de uma vez por todas. É precisamente para desmascarar farsas como esta que a equipa do Polvo das Antas existe.
Sabemos perfeitamente que o Football Club do Porto, de António Nicolau d'Almeida, não foi descoberto em 1987 e que sempre se soube da sua existência. O “Mundo Desportivo”, em 20 de Outubro de 1954, relatou a data de 1906 como a fundação do Futebol Clube do Porto, por José Monteiro da Costa, e 1893 a data de fundação do Foot-Ball Club do Porto, por Nicolau d’Almeida.
De 1954 a 1987, a única diferença é que Pinto da Costa não era ainda Presidente do FC Porto. De lá para cá, tudo foi inventado e feito para criar dúvidas e confusões.
O Polvo das Antas recorda que tudo o que foi descrito tem as devidas fontes registadas, tal como os relatos de fundadores e sócios, assim como jornais da época. Não é «segundo reza a lenda», nem são citações de blogues nem meras teorias, muito menos simples raciocínios escritos para cimentar uma ideologia desportista e social portista.
Podemos afirmar, sem quaisquer receios, que nem o famoso mote do FC Porto «A vencer desde 1893» é verdadeiro. Basta perguntarem a qualquer portista pela data da primeira vitória do seu clube. A verdade é que temos assistido a pura propaganda, uma mentira repetida muitas vezes, relegando para segundo plano homens excepcionais como José Monteiro e Costa e outros fundadores.
Terminamos, recordando Ponciano Serrano - prezado antigo Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Porto - que afirmou «recordar José Monteiro da Costa, seu genial Fundador e primeiro Presidente, e um imperativo de consciência»."

Futebol empolgante


"No sábado passado, ante o Moreirense na Luz, assistimos a uma excelente exibição do Benfica, entusiasmante ao longo dos 90 minutos, com a nossa equipa permanentemente focada no ataque à baliza e a sufocar o adversário, praticamente não lhe concedendo espaço para colocar à prova Odysseas. O resultado pecou por escasso face a tantas e tão boas oportunidades de golo criadas.
As estatísticas corroboram a sensação que tivemos, durante a partida, de enorme superioridade benfiquista: 25 remates, nove deles enquadrados à baliza, que contrastaram com os cinco do adversário, sendo que apenas um resultou numa defesa do nosso guarda-redes.
A comparação com o desafio inaugural, em que fizemos uma grande exibição e vencemos por 1-5 em Famalicão, oferece uma perspetiva clarificadora quanto ao mérito da nossa equipa frente ao Moreirense: no final da primeira parte o Benfica já havia rematado mais e criado a mesma quantidade de oportunidades de golo que em todo o jogo anterior.
Jorge Jesus não teve pejo em manifestar o seu agrado com a exibição da equipa: "Foi uma demonstração de grande qualidade, e só não foi de nota artística porque este jogo tinha de ser 6-0 ou 7-0." Faltaram mais golos e o público, cuja presença habitual acima dos 50 mil espectadores teria certamente lustrado ainda mais um final de tarde de excelente futebol.
Os golos foram da autoria de Rúben Dias e Seferovic. O nosso defesa inaugurou o marcador através de um cabeceamento perfeito a finalizar um pontapé de canto superiormente executado por Everton. Enquanto o nosso avançado, assistido por Darwin, passou a ser o 50.º melhor marcador de sempre do Benfica em competições oficiais (44 golos).
O mais importante, conquistar os três pontos, foi conseguido. Será com o mesmo objetivo em mente que a nossa equipa trabalhará afincadamente ao longo da semana. O próximo jogo será frente ao Farense, na Luz, dia 4 às 18h30.

P.S.: Parabéns a Joana Vasconcelos e Fernando Pimenta pelo excelente desempenho e conquistas na Taça do Mundo de canoagem realizada este fim de semana na Hungria. Joana Vasconcelos venceu a prova de K1 500 e foi bronze em K1 200. Fernando Pimenta alcançou o ouro em K1 1000 e K1 5000, além da prata em K1 500. São já 100 as medalhas internacionais do nosso brilhante canoísta."

“Obrigado por tudo, Benfica”. Obrigado nós, Fejsa!


"Ljubomir Fejsa chega a Lisboa em 2013, com 25 anos e 10 títulos na bagagem conquistados na Sérvia e na Grécia, e viaja em 2020 para a Arábia Saudita com 32 anos e 24 troféus. Nas sete temporadas em que esteve contratualmente ligado ao SL Benfica, o médio defensivo sérvio conquistou cinco Ligas, duas Taças de Portugal, quatro Supertaças e três Taças da Liga.
Fejsa vai agora conhecer o sexto clube da sua titulada e respeitada carreira, que teve início no FK Hajduk Rodic MB Kula. Após duas épocas, Fejsa viu o clube sérvio ser extinto e deu o salto para o FK Partizan, sendo campeão por três vezes em três temporadas e vencendo ainda duas Taças da Sérvia. 
Seguiram-se duas épocas e um jogo no PAE Olympiacos Syndesmos Filathlon Piraeus com o mesmo resultado: três campeonatos (o terceiro foi-lhe atribuído por ter participado num jogo da Liga Grega antes de assinar pelo SL Benfica naquela que seria a sua terceira época na Grécia) e duas taças arrecadadas.
Nas águias deixou a sua marca até começar a perder espaço, o que levou a que na segunda metade da temporada transata tivesse sido emprestado pela primeira vez na carreira, ao Deportivo Alavés. Rescinde agora o contrato que o ligava aos encarnados por mais uma temporada e segue para o Al-Ahli Jeddah SC, fugindo do espectro europeu do futebol, mas, com toda a certeza, assinando o contrato de uma vida.
Não podia ser de outra forma, tendo em conta a falta de espaço que o sérvio teria no SL Benfica de Jorge Jesus, no qual nem Florentino Luís vislumbrou oportunidades para ter minutos regularmente. Com Weigl, Gabriel e até Samaris na frente da hierarquia, as águias acordaram com Ljubomir Fejsa que o respeito que mutuamente nutrem deveria facilitar a situação.
Assim, o SL Benfica aceita perder um verdadeiro campeão sem contrapartidas financeiras, abrindo espaço no plantel e na folha salarial, e o médio sérvio aceita abandonar a Europa do futebol e rumar a um panorama secundário ou terciário para assinar um contrato financeiramente vantajoso.
No momento da despedida e em lacrimosa entrevista à BTV, Fejsa confessa: “O SL Benfica vai ficar para sempre no meu coração” e deseja ao clube da Luz “muita sorte para o futuro”. Tirou-me as palavras das teclas: muita sorte para o futuro, campeão!"

Florentino Luís | Uma saída (há muito) anunciada


"É oficial: Florentino Luís será jogador do AS Mónaco por empréstimo do SL Benfica, sem opção de compra, durante uma temporada. O jovem luso-angolano parte, assim, para a sua primeira aventura fora do país, em busca de minutos de jogo, perspetivando-se, no entanto, o seu regresso à Luz no final da época.
Após ter conquistado a titularidade a meio da época 2018/2019, onde, fazendo dupla com Samaris, foi uma peça importante para a reconquista do campeonato, Florentino tem vindo a perder espaço no plantel das “águias”, sendo que a contratação de Julian Weigl, em janeiro, parece ter dado a machadada final nas aspirações de Florentino em ter um lugar no onze inicial.
O jovem de 20 anos demonstra uma capacidade de leitura de jogo notável, que lhe permite antecipar as jogadas dos adversários e lançar contra-ataques fulminantes que apanham as defesas contrárias desprevenidas. Além disso, mostra uma grande capacidade no que ao passe e à construção de jogo diz respeito, tornando-o num exemplar perfeito de um número 6 moderno.
Atualmente na sétima posição da Ligue 1, com uma derrota, duas vitórias e um empate, a chegada de Florentino poderá ajudar a estabilizar a equipa do principado, que conta já com cinco golos sofridos em apenas quatro partidas.
Além disso, o luso-angolano terá como colega de setor Cesc Fábregas, que, sem dúvida alguma, poderá ajudar Florentino a evoluir em certos aspetos do jogo, em particular no que à construção diz respeito. 
Passado os primeiros tempos, onde terá que haver adaptação a uma nova realidade, penso que Florentino assumirá, muito em breve, a titularidade no emblema monegasco.
De resto, Jorge Jesus já afirmou publicamente, na conferência de imprensa de antevisão ao jogo frente ao Moreirense FC, que exigiu a Luís Filipe Vieira que Florentino regressasse à Luz, pelo que, em princípio, ainda deveremos ver o luso-angolano com a camisola do glorioso.
No entanto, conhecendo o histórico de Luís Filipe Vieira, assim como o valor de Florentino Luís, será muito difícil segurar o trinco, especialmente se ele demonstrar em França aquilo que tem vindo a demonstrar no Benfica.
Resta apenas desejar a melhor sorte do mundo a Florentino, que é um de nós, e esperar que ele ainda volte ao Sport Lisboa e Benfica para continuar a ajudar os benfiquistas a conquistar títulos."

Verdíssimo II...


"Se um árbitro não sabe as regras não pode ser árbitro. No caso do penalti do Cashball hoje em Paços de Ferreira, à luz das novas regras, nem interessa se foi ao braço ao não. Não é penalti. Nunca seria penalti. São dois ressaltos que a bola sofre, o primeiro num jogador, o segundo no corpo do próprio jogador a quem a bola vai à mão. Nunca seria penalti portanto, a não ser que o árbitro fosse Fábio Verdíssimo. Já perdemos todo o nosso latim para falar do fanatismo de Fábio Verdíssimo pelo seu clube de coração. Já não se trata de corrupção, isto é apenas doença fanática por um clube, o que é intolerável num árbitro de futebol, ainda por cima elevado a Árbitro Internacional pela trupe de Fontelas Gomes. Fontelas, o tal que diz que esta época vai haver menos penaltis e em apenas duas jornadas Calor da Noite e Cashball já beneficiaram cada um de penaltis verdadeiramente anedóticos e sem mínima razão de serem assinalados.
Mas nem só de penaltis se viveu hoje em Paços de Ferreira. Foram todos os lances, sem excepção, que Fábio Verdíssimo decidiu sempre, mas sempre a favor do seu clube de merda. Para ilustrar, deixamos apenas um lance, não nos vamos dar ao trabalho de deixar aqui todos os lances porque não teríamos tempo para tal. Neste lance de falta dupla à entrada da área, Fábio Verdíssimo nem falta assinalou. Se isto não é premeditado, é o quê?
A questão de Fábio Verdíssimo é que ele sabe as regras, esquece-se é delas mediante o que lhe dá jeito. Verdíssimo conseguiu como VAR não validar um golo limpo ao Benfica, tentou anular um golo ao Benfica por uma pretensa mão do Seferovic, chamando o árbitro ao monitor, e não chamou o árbitro ao monitor para invalidar um golo ao Calor da Noite por falta ofensiva no Grimaldo, isto tudo em 45 minutos.
Depois disso, ele não só devia ter sido afastado definitivamente como devia responder criminalmente pelo que fez e continua a fazer. Por isso, aquilo que aconteceu hoje foi apenas mais um "day at the office" para Fábio Verdíssimo.
Já nem falamos do pormenor de ter tirado um golo ao Vinícius no ano passado escrevendo no relatório que tinha sido autogolo. É um anti-benfiquismo primário. Transversal a todos os adeptos do Cashball, aliás.
O que teme um clube como o Benfica para não denunciar este senhor? Por que motivo Luis Vieira falou no próprio dia mas nunca mais falou sobre este senhor desde aquela Meia-Final da Taça da Liga em Braga que contou com este senhor como VAR? Se isso tivesse acontecido com o Calor da Noite conseguem imaginar onde andaria hoje Fábio Verdíssimo? A direcção do Benfica há muito deixou de defender o Benfica e exigir a responsabilização dos agentes do futebol que tanto nos prejudicam. Depois de uma noite daquelas, Fábio Verdíssimo jamais poderia voltar a apitar um jogo na Primeira Liga."

Verdíssimo...


"Romeu e Julieta. Pedro e Inês. Ver(d)íssimo e Sporting. Qual a mais bonita história de amor?
As diretrizes da FPF e do International Board são claras:
"– O facto de a bola ao bater em algo e sofrer um desvio, deve ser associado à distância a que esta ação ocorre relativamente ao jogador.
– Ou seja, um desvio ou ressalto poderão causar uma situação inesperada para o jogador, sendo que este não terá capacidade de reação perante o novo movimento da bola.
– É comum que a bola mude de trajetória e até apareça nas costas do jogador e este, ao virar-se, sem sequer saber a posição da bola, lhe toque involuntariamente.
– Nesses casos, sendo um ato involuntário, não deve ser considerada infração.”
Ver(d)íssimo, como sempre, criou as suas próprias regras."

domingo, 27 de setembro de 2020

Vitória na Quinta da Boneca!

A-dos-Francos 0 - 5 Benfica
Mesquita(a.g.), Cloé(2), Darlene, Jolina


Começou hoje nas Caldas da Rainha, a caminhada para o título que 'escapou' na época anterior... Com algumas caras novas (e algumas de 'fora'), vamos esperar para verificar se as soluções chegam para os objectivos!

PS: Novos parabéns ao Fernando Pimenta e à Joana Vasconcelos, pelos triunfos de hoje na Taça do Mundo, que se disputou este fim-de-semana na Hungria. Mais dois Ouros... algo que para a Joana foi de facto muito bom... para o Fernando, já é 'normal'!!!

Derrota nos descontos...

Mafra 2 - 1 Benfica B
Morato


Um penalty contra, já no período de compensação, acabou por ditar a segunda derrota consecutiva da nossa equipa B, contra o líder isolado da II Liga, que assim segue invencível!
O jogo ficou marcado pelo muito vento, e pela pontaria aos postes do Gonçalo Ramos neste jogo!!! Não conseguimos aproveitar a vantagem madrugadora...


Rúben: vivemos tempos bons, maus, alguns estúpidos e houve o episódio com a bandolete, mas jogaste para tornar o Benfica maior


"Vlachodimos
Um outro tipo de profissional teria virado a cara ao desafio, mas não Vlachodimos, que se entregou de imediato a tarefa de tirar fotografias do último jogo de Rúben para mais tarde atualizar as suas redes sociais. Desengane-se quem pensa que o corpo arrefece enquanto se procura a melhor foto. São momentos de grande tensão à procura do melhor momento para o tiktok.

André Almeida
não lhe via cruzamentos teleguiados como os de ontem desde os seus tempos da parceria com o Jonas. Ou muito me engano ou vamos ver o Darwin engraxar aquelas botinhas.

Rúben Dias
Grande Rúben: vivemos tempos bons, tempos maus, alguns tempos estúpidos e houve ainda aquele episódio com a bandolete, que felizmente já esquecemos. Para mim foste sempre alguém que percebeu o que estava em jogo. Mais do que jogar para estar à altura do Benfica, jogaste para tornar o Benfica maior. Não é uma tarefa fácil, porque o Benfica já é a enormidade que ambos conhecemos. Fizeste também o que estava ao teu alcance para ser o seu capitão. É uma tarefa ainda mais difícil, porque o Almeidinhos não sai do onze nem que a vaca tussa. É um dia triste que todos sabíamos que acabaria por chegar. Só não esperávamos que fosse hoje. Enfim. Espero que o City jogue contra o PAOK na Champions e que os gregos sejam passados a ferro. Se por acaso marcares, corre na direção da câmara e vem celebrar a vingança com os teus.

Vertonghen
À medida que o rolo compressor vai sendo afinado, Vertonghen vai percebendo que a sua responsabilidade será essencialmente a de um caseiro que vai podando as plantas, mantendo a piscina limpa e colocando a bola entre linhas enquanto os proprietários passam a semana na cidade a dizimar adversários. Fez uma exibição segura, digna do caseiro mais bem pago do mundo.

Grimaldo
Pão na mesa, algumas poupanças para quando a moratória se acabar, um central ao seu lado que não treme que nem varas verdes, um colega de flanco que recupera quase tantas bolas como ele e o acompanha nas danças de salão lá na frente. Grimaldo parece ter encontrado a sua versão do amor e uma cabana. E nós também.

Gabriel
Gosto muito desta versão trabalhadora do Gabriel. Ontem houve momentos brilhantes de talento e abnegação a fazer lembrar o empregado de restaurante que leva todos os pratos e bandejas empilhados num braço enquanto aceita o pedido da mesa ao lado. Todos sabemos que vai deixar um prato ou um copo pelo caminho, mas enquanto for assim ninguém lhe vai levar a mal.

Pizzi
Participação ativa no festival de golos falhados. Nem todos lidariam bem com a transição de protagonista para ator com 3 falas, mas Pizzi parece estar confortável. Isso ou está a caminho do Wolves.

Rafa
Ontem quando vi aquela barba devidamente aparada, pensei logo que teria sido Jorge Jesus a fazê-la à chapada. E ainda bem. Perdeu-se um hipster, ganhou-se um futebolista frenético capaz de fazer mais piscinas do que o Michael Phelps.

Everton
Ontem li um texto do Valdano (Deus) sobre o Odegaard em que este explica: “a bola, que percebe muito de futebol” vai ter com o norueguês onde este estiver. É precisamente o que acontece com o Everton. A bola entrou no relvado, olhou para todos os indivíduos e fez a sua escolha. Decidiu que quer estar aninhada junto aos pés do Everton. É aproveitar enquanto podemos.

Waldschmidt
A clássica tepidez alemã na cara do golo. Estou a meter-me contigo, Waldcenas. Deixa-os pousar. Vai correr tudo bem.

Darwin
A nossa capacidade enquanto adeptos de vivermos tudo outra vez e voltarmos a acreditar é uma coisa extraordinária, para lá de qualquer domínio da racionalidade. Imaginem que amanhã o Seferovic entrava em campo com um carrapito inexplicável, desatava a correr e falhava golo atrás de golo. Mesmo com o estádio vazio, arranjaríamos forma de lhe fazer chegar o insulto. Já com Darwin, que ainda agora chegou, cada falhanço é celebrado como a promessa de um dia melhor, mero formalismo antes do êxtase, antecâmara de um hat-trick contra o Farense e de um inevitável poker contra o Rio Ave. Ainda não estou preparado para aceitar que fizemos bem em gastar 24 milhões num avançado da 2ª divisão espanhola, mas, lá está, quero muito que esse dia chegue.

Seferovic
A minha esposa
- Que música é essa?
Eu
- Qual?
- Essa que estás a assobiar.
- Nenhuma, porquê?
- Eu conheço isso.
- Deixa-me ver o jogo.
- Já sei!
É aquela da Alanis Morrisette.
(silêncio)
- Porque é que estás a assobiar Alanis Morrisette enquanto vês o Benfica?
- Posso continuar a ver o jogo? Já te expliquei que estou a trabalhar…

Chiquinho
Competente no papel de suplente de luxo.

Nuno Tavares
Parece ser o único jogador da formação em condições de ter alguns minutos em campo. Será que o Jesus se enganou e acha que ele veio do Corinthians Alagoano?

Pedrinho
Está a 3 jogos como suplente utilizado de pedir ao empresário para dar umas entrevistas a questionar as ideias do treinador. Que Deus o proteja.

Weigl
Sim, ok, mas, e o Florentino?"

Everton à solta em noite de Pasinato


"Se a qualidade das exibições se mede pela capacidade para criar ocasiões – Os resultados resultarão da eficácia nessa criação – o Benfica voltou a rubricar uma exibição de elevado quilate na Liga NOS. 
Mesmo perante um Moreirense bastante baixo e concentrado, a equipa de Jorge Jesus encontrou com grande facilidade os caminhos até à baliza adversária e desperdiçou, desperdiçou, desperdiçou.
Uma vez mais com uma grande preponderância defensiva no seu método ofensivo – Só Everton interceptou duas bolas na pressão que deram oportunidades claras de golo – o quarteto da frente do Benfica não deixou jogar e partiu de forma rápida em direcção à baliza adversária pós cada recuperação.

Posicionamentos entre linhas; Almeida e dois médios de frente para linha média adversária, preparando perda

Everton que voltou uma vez mais a demonstrar que joga duas velocidades acima dos demais. Um portento do ponto de vista físico, que sabe valorizar a posse e enquadrar correctamente os momentos para partir para o desequilíbrio. Foi o melhor em zona de criação e só dos seus pés perdeu-se a conta ao número de lances de grande perigo – Pecou na finalização – Com outra eficácia o resultado teria crescido para números mais consentâneos com a exibição do Benfica.

Darwin – Contra linhas altas, tira sempre vantagem

Darwin mostrou toda a sua capacidade para os movimentos em diagonal na direcção da baliza adversária – A potência e passada larga permitem-lhe chegar sempre primeiro ao espaço onde a bola é endossada – No golo que oferece a Seferovic, com mais espaço para “galgar”, mas também em espaços curtos já na grande área – É um avançado muito complicado de suster e voltou a prometer deixar uma marca bem vincada na Liga NOS.
Rafa Silva demonstrou estar mais dentro do conceito de Equipa do que antes – Deu-se aos momentos sem bola, e só assim poderá continuar a contar para o novo Benfica – Com a qualidade que os encarnados agora reúnem ao seu redor, sem ter a responsabilidade de “carregar” ofensivamente a equipa – Do outro lado, Everton é incrível e assumiu e assume as despesas – mostra-se mais pronto para “na sombra” elevar o seu rendimento.

Procura da zona “morta” para finalizar – Rafa desperdiçou mais um lance clamoroso

Com Gabriel menos errático – Jogar simples é uma virtude! Não querer fazer o que é para outros, aumentará rendimento – e mantendo a capacidade para recuperar bolas e preencher os equilíbrios táticos necessários, o Benfica poucas vezes permitiu que a equipa de Moreira de Cónegos saísse com potencial perigoso, mesmo tendo em Pizzi um elemento que apesar do evidente esforço para recuperar a posição não é propriamente um jogador capaz de assumir o duelo pelo roubo da bola.

Gabriel – Quando não aproxima para recuperar, ocupa e equilibra equipa quando lance segue fora do seu raio de acção

Faltaram mais golos num jogo em que a criação ofensiva do Benfica foi assombrosa e o brasileiro Pasinato rubricou uma exibição tremenda em qualidade.

Nota final para a entrada de Chiquinho – A fluidez que dá ao jogo é notável – Faz tudo rápido e de forma eficiente, alimentando as zonas altas com grande categoria. Da forma como for capaz de se impor defensivamente dependerá maior ou menor utilização."

SL Benfica 2-0 Moreirense FC: Capitão Ruben marca na hora da despedida


"A Crónica: Show de Oportunidades Desperdiçadas Dá, Ao Menos, Uma Vitória
Foi com um Estádio da Luz completamente vazio, devido às contingências da COVID-19, que, provavelmente, Rúben Dias se despediu com a camisola do SL Benfica. A braçadeira de capitão que levava no seu braço indicava que seria um fim de ciclo, mas ainda faltavam 90 minutos para se jogar e para se perceber se a transferência ia mesmo acontecer.
O Moreirense FC queria voltar a ser um pesadelo para os encarnados na caminhada da Liga no Estádio da Luz. Porém, as poucas opções no plantel deram-nos uma equipa mais na expetativa – fechados na sua área – e na tentativa de um contra-ataque para chegar ao golo. Foram 21 minutos de puro sufoco do SL Benfica e foi no mesmo minuto que Rúben Dias marcou o primeiro da partida. A subida ao 4.º andar sem elevador deixou os restantes jogadores pregados ao chão e nem Pasinato foi suficiente para travar o cabeceamento.
Remates? «E não são poucos, não é? Bastantes!». Era este o cenário nos primeiros 45 minutos. Remates, remates e remates. Eficácia? Quase nula, não fosse o golo dos encarnados. Chegávamos, assim, ao intervalo com apenas 1-0 a favor do SL Benfica. Jorge Jesus tinha muito para dizer no balneário, sobretudo, dizer aos seus jogadores para acertarem na baliza, porque oportunidades eram muitas.
Na segunda parte manteve-se tudo igual, os encarnados continuavam no domínio do jogo e os cónegos estavam recolhidos na sua metade do campo. Os remates eram muitos, mas a pontaria tinha ficado no balneário na mesma. Waldschmidt ainda teve a baliza à espera que a bola embatesse nas suas redes, mas um corte na linha disse “não” ao segundo golo.
Foi preciso entrar Seferovic – sim… Seferovic – para vermos novo golo do SL Benfica. Grande trabalho de Darwin Nunez na direita para depois só ter de fazer um passe que tinha como destino o pé do suíço. O jogo acabou mesmo com a vitória por 2-0 do SL Benfica e não houve muito mais para contar, naquele que foi um autêntico show de oportunidades falhadas. O SL Benfica vence, faz seis pontos na Primeira Liga e despede-se de Rúben Dias, que está de saída para o Manchester City FC.

A Figura
RafaSem grandes destaques ao longo da partida, foi o jogador mais ativo durante todo o jogo. Foi a atacar e a defender, mas houve sempre presença do jogador português na partida. O lado direito era todo seu e conseguia encontrar, normalmente, Waldschmidt para que este, numa posição mais favorável conseguisse rematar mais solto. Pasinato, guarda-redes do Moreirense FC, esteve também muito bem e também merece um destaque.

O Fora de Jogo
Eficácia do SL Benfica Foram apenas dois golos, mas podia ser muito mais. Um resultado que só não foi avolumado, porque os jogadores encarnados estavam com a pontaria completamente desafinada. Na primeira parte, esta lacuna foi muito mais notória visto que a equipa criava muitas oportunidades, mas na hora da verdade a bola não seguia nem sequer para um remate enquadrado.

Análise Táctica – SL Benfica
No esquema apresentado por a Liga dava conta de um 4-3-3, contudo, os encarnados apresentaram-se mais uma vez o 4-4-2 habitual com Pizzi no meio, Rafa e Everton a extremos, Waldschmidt no apoio ao ponta de lança, que é Darwin. A única alteração a ter em conta foi a entrada direta de Pizzi para o lugar do lesionado Adel Taarabt. Os restantes jogadores a terem a confiança de Jorge Jesus, que o impressionaram em Famalicão com uma vitória por 5-1.
A aposta pela profundidade foi um grande fator nesta partida. Mesmo com o bloco muito baixo do Moreirense, os jogadores encarnados estavam a aproveitar bem o espaço esse espaço, principalmente, Darwin, Waldschmidt e Everton. Havia também uma boa harmonia de Rafa, que ia dando qualidade à faixa direita. Chiquinho, como Jesus já tinha dito, ocupou o lugar no meio campo e até se deu muito bem a jogar nestas zonas. A entrada de Seferovic permitiu que Darwin jogasse mais solto e permitiu haver presença na área

11 Inicial e Pontuações
Odysseas Vlachodimos (5)
Grimaldo (5)
Vertonghen (5)
Rúben Dias (7)
André Almeida (5)
Gabriel (6)
Pizzi (6)
Rafa (7)
Everton (6)
Waldschmidt (6)
Darwin (6)
Subs Utilizados
Seferovic (6)
Chiquinho (5)
Pedrinho (-)
Weigl (-)
Nuno Tavares (-)

Análise Táctica – Moreirense FC
Equipa que mexer não ganha e Ricardo Soares veio a jogo com os mesmos onze que venceram na jornada passada o SC Farense. Num 4-4-2 a equipa de Moreira de Cónegos vinha à Luz com a intenção de querer roubar pontos – como já tinha acontecido nos últimos dois encontros entre águias e cónegos -, mas de manter uma identidade própria e «sem pôr o autocarro à frente da baliza». Contudo, uma equipa muito limitada devido às lesões dos seus jogadores e apenas com seis suplentes.
A defender apenas Fábio Abreu ficava em zona mais avançada e a restante equipa toda recolhida no seu meio campo, fazendo uma espécie de 5-1-3-1. A tentativa de conseguir sair em contra-ataque rápido estava a ser completamente anulada pelo meio campo do SL Benfica e as oportunidades que a equipa ia tendo não estavam a sair. A criatividade dos cónegos era inexistente. 

11 Inicial e Pontuações
Pasinato (7)
D’Alberto (5)
Rosic (6)
Steven Vitória (6)
Pedro Amador (6)
Filipe Soares (6)
Fábio Pacheco (5)
Pedro Nuno (5)
Lucas Silva (5)
Alex Soares (5)
Fábio Abreu (5)
Subs Utilizados
Pires (5)
Matheus Silva (5)
Ibrahima (-)
Franco (-)"

Cadomblé do Vata (rescaldo...)


"1. O SL Benfica tem que ser um exemplo para a sociedade e deve acatar as regras dos órgãos decisores mesmo que não concorde com elas... espero pois, um pedido de desculpas à DGS por termos deixado o Vlachodimos assistir ao jogo.
2. Apenas dois golos de diferença num jogo em que tivemos tantas oportunidades, quase sabe a empate... tive até que consultar a tabela classificativa no site da Liga para confirmar que tínhamos ganho 3 pontos. 
3. Não inventem noticias onde elas não existem... Rúben não chorou por estar de saída do Glorioso, mas sim por o Otamendi ir vestir o Manto Sagrado.
4. "Ruben Dias vai ser o futuro capitão do SL Benfica"... foi preciso esperar pelo último jogo, mas LFV cumpriu a promessa.
5. Vertonghen acabou o jogo com um olho negro depois de ter cabeceado a nuca de um adversário na primeira parte... finalmente, temos substituto para o Jardel."

Rescaldo...

Benfica After 90 - Moreirense...

Vermelhão: Vitória no reino do desperdício...!!!

Benfica 2 - 0 Moreirense


Mais uma exibição convincente que merecia uma resultado mais expressivo... Bem na pressão alta, bem na intensidade, bem fisicamente nos 90 minutos, bem na recuperação ainda no meio-campo adversário (só alguns minutos após o 1-0 estivemos menos bem...), bem nos ataque rápidos, quase sempre bem nas transições defensivas (com o Rafa em destaque!!!), melhores no ataque posicional, mas com ainda detalhes por resolver...

Apesar do domínio, acabou por ser de Canto que chegámos ao golo... logo pelo capitão em jeito de despedida!!!

Continuo a pensar que a nossa principal lacuna é um '8' que seja forte em posse de bola, mas que seja dominador nas transições defensivas... A equipa em posse de bola, continua a jogar demasiado 'junta', prevenindo a perda de bola, acabando por dar pouca largura aos nossos ataques... e com o Everton a 'inclinar' o jogo para o meio, falta-nos espaço muitas vezes!

O melhor em campo, para mim, foi o Gabriel! Subiu muito de forma, poucos passes errados, hoje com menos passes loucos, mais eficácia, e muitissimo bem nas recuperações 'altas'... Neste momento, a este nível, dá mais à equipa do que o Weigl!!! Não estou preocupado com esta situação, porque com a Liga Europa e a Taça da Liga, vamos jogar 2 jogos por semana, na maior parte da época, portanto haverá rotação, seguramente...

A notícia do dia, era a saída iminente do Rúben... Emocionalmente é duro de engolir, mas depois da eliminação da Champions, sabia-se que o Benfica teria que vender (bem) para compensar as perdas! E num mercado que se está a mexer pouco, muito provavelmente só uma venda 'grande' (ou duas vendas 'grandes') é que poderão ter impacto nas 'contas'!!! O investimento deste ano foi grande, mas temos contas a pagar, e com a pandemia sem fim à vista, as fontes de receita são mais curtas!
Desportivamente, muito sinceramente, e com a potencial contratação/troca do Otamendi, parece-me que vamos perder pouco (no imediato) e se esse dinheiro ainda possibilitar a contratação de um 'terceiro' Central (Semedo ou Veríssimo...), até podemos ficar mais equilibrados na posição... O meu receio com o argentino, são as lesões, devido à idade... O facto de ter sido jogador dos Corruptos, não me parece ser 'importante' até porque não me recordo de comportamentos 'radicais', estilo James... foi sempre um jogo duro, mas isso foi nos Corruptos, e em todos os outros clubes que representou...