Últimas indefectivações

domingo, 10 de março de 2019

Vitória... no fecho da fase regular

Benfica 98 - 75 Illiabum
18-27, 28-12, 24-12, 28-24

Início horrível, parecia a continuação do jogo de Sexta em Ovar... mas no 2.º período acordámos, e começamos a meter a bola no cesto...
O entrosamento do Gladness com o resto da equipa está a melhorar... principalmente com o Miguel Maria!

Foi a última jornada da fase regular, as posições estão definidas... 'cenário' parecido com o ano passado! Vamos jogar com o CAB nos Quartos do Play-off e depois, muito provavelmente os Corruptos nas Meias...

Agora, no próximo fim-de-semana temos a Final 8 da Taça de Portugal. Se tudo correr bem, teremos 3 jogos em 3 dias, vai ser preciso todos contribuírem... O jogo dos Quartos-de-final é com a Ovarense.

Estamos nas Meias-finais...

Benfica 16 - 0 Ouriense


Mais uma goleada, desta vez para a Taça de Portugal, contra uma equipa da I Divisão...

Final de loucos...!!!

Braga 1 - 1 Benfica
Pinto


Foi o melhor jogo desta 2.ª fase, a entrada do Bernardo Silva para o meio-campo deu-nos mais equilíbrio...
Marcámos cedo, o Braga foi à procura do empate, mas o Kokubo esteve sempre bem, e em contra-ataque tivemos oportunidades para chegar ao segundo golo que 'mataria' o jogo...
Até que chegámos aos completamente malucos minutos finais: penalty falhado pelo Diogo Pinto (daria o 0-2); erro do Tiago Gouveia dá 1-1 ao Braga; paragem cerebral do Kokubo (tem estado muito bem), dá penalty e expulsão...; com as substituições esgotadas o Nóbrega vai para a baliza; e o jogador do Braga atira a bola por cima da barra; até ao fim com muita falta de jeito, mas com muita vontade o Nóbrega conseguiu manter a baliza do Benfica 'fechada'!!! De loucos...!!!

Jogámos com 9 sub-19 no onze inicial... e ainda jogaram mais dois!!! Quase todos Juniores de 1.ª ano! Os resultados não tem sido agradáveis, as exibições fraquinhas, mas estamos a dar minutos de jogo, a jogadores que sem equipa de sub-23, estariam no banco dos Juniores...
Não é acaso, as equipas, com equipa B, e sub-23, estarem neste momento, em 'dificuldades', nesta Liga Revelação...


A prioridade

"A prioridade tem de ser a reconquista da Liga. E, aqui, a sintonia entre Luís Filipe Vieira e Bruno Lage será total

1. Faltam dez jornadas para o final desta Liga. Para aqueles que jogaram na sexta ou já ontem faltarão, tão só, nove jogos, ou seja, vinte e sete pontos. E a conquista da Liga significa o acesso directo à Liga dos Campeões e, por excelência, a muitos, largos, milhões de euros. Seja para o Benfica seja para o Futebol Clube do Porto que alcançou, com muito mérito, o acesso muito bem recompensado, aos quartos de final da milionária Liga. Importa delimitar então as prioridades. O Benfica, este Benfica, nas suas actuais e concretas circunstâncias, tem de se concentrar na reconquista da nossa Liga. O foco terá de ser, tão só, a Liga NOS. É indiscutível que com a vitória no Dragão o Benfica alcançou a liderança da Liga e suplantou a equipa de Sérgio Conceição. Assumindo Bruno Lage que é treino a treino e jogo a jogo o Benfica, este concreto Benfica e nas actuais circunstâncias, sabe bem que o seu foco, a sua prioridade deve ser esta Liga. A Liga nossa e não, assumo-o com ousadia e frontalidade, a Liga Europa. A Liga NOS, digo-o e não, digo-o também a Taça de Portugal. É inequívoco que tudo devemos fazer para suplantar o Dínamo de Zagreb - uma equipa competente e sagaz - e para ultrapassar, em Alvalade, o Sporting na segunda mão da meia final da Taça de Portugal em que estamos em vantagem no marcador. Mas o que sei é que essência é a Liga. Para já, amanhã, a primeira de dez finais frente ao subtil Belenenses, que nos venceu na primeira volta no seu estádio emprestado, o Jamor. Depois no próximo domingo - e antes da pausa para as selecções - a segunda final face ao Moreirense que nos tirou três pontos no Estádio da Luz numa noite que foi bem dolorosa para muitos de nós que assistimos, ao vivo, a uma vitória clara da equipa bem orientada pelo Ivo Vieira. O que assumimos é a prioridade da conquista da Liga. Sabendo nós desde Maquiavel - ou seja desde o século dezasseis - que «há três classes de pessoas: as que sabem; as que não sabem, mas sabem que não sabem; e as que não sabem mas acham que sabem. Estas últimas são as mais perigosas». Pela minha parte sei bem que não sei. Mas pressinto que o foco do Benfica deve ser a Liga NOS. Alguns poderão dizer que não sei mas acho que sei. Mas admito, concedendo, que ser perigoso, aqui, é um sentimento de reconquista. Sabendo nós, desde Carl Sagan, que «o primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida»! Mas, insisto, e perante aqueles que duvidem, que a prioridade tem de ser a reconquista da Liga. E, aqui, a sintonia ente Luís Filipe Vieira e Bruno Lage será total. E aqui estamos nós, militantes conscientes, para o assumir em pleno. Com este concreto Benfica e nas suas actuais circunstâncias.

2. A Liga Europa é importante, diga-se, mas tem de ser encarada nas suas especificidades. Bem sabemos que na Liga dos Campeões estão as grandes equipas da Europa. Com a singularidade do Ajax - que não foi campeão - ter eliminado um Real Madrid que precisa, com urgência, de uma efectiva reconstrução. Como, em outra perspectiva, o PSG ameaçado, de verdade, com as regras do fair play financeiro e as particularidades, bem pessoais, de Neymar. Mas na Liga Europa só três equipas envolvidas nesta fase da competição lideram as respectivas ligas: Benfica, Zenit e Dínamo Zagreb. E este último, em razão da singularidade do futebol croata, lidera com larga vantagem a competição interna e prepara-se para conquistar, uma vez mais, a sua Liga. Mas se analisarmos o ranking da UEFA, e antes dos quatro últimos jogos dos oitavos de final da Liga dos Campeões e dos derradeiros oito da Liga Europa, constamos a reiterada preponderância as grandes Ligas - inglesa, espanhola, alemã e italiana - mas com a intromissão, por ora, de Ajax e Futebol Clube do Porto nos quartos de final da competição que proporciona largas alegrias às diferentes tesourarias... mesmo que àquelas das grandes marcas. E na fase seguinte da Liga Europa parecem já estar Nápoles e Chelsea, ambos já sem hipóteses de conquistarem a respectiva liga interna! Ou seja, para estes clubes - como para o Inter de Milão, o Rennes, o Arsenal, o Valência ou o Sevilha, por exemplo - a Liga Europa será a salvação da época. O que implica que, nas suas concretas e específicas circunstâncias, a Liga Europa é prioridade para aqueles clubes que já não podem acreditar na Liga interna. E; por vezes, já nem acreditando no acesso directo à próxima Liga dos Campeões. Também nesta sede são verdadeiras as palavras do explorador americano Vilhjalmur Stefansson: «A aventura é um sinal de incompetência».
E; na vida e também no futebol, importa limitar a aventura. Ou as aventuras. Importa, sim, concretizar as prioridades!
(...)"

Fernando Seara, in A Bola

O VAR não deixa acabar a polémica

"Quando apareceu o VAR, alguns temiam que acabassem as polémicas da arbitragem nos jogos de futebol e, a acontecer, isso seria um desastre para o jogo e para o negócio.
Recordo-me, aliás, que tanto João Havelange como Joseph Blatter eram desalmadamente contra a entrada da tecnologia no futebol (como se fosse possível parar o vento com as mãos) porque acabavam as discussões que mais animavam o futebol e que prolongavam o jogo, nas casas, nos cafés, nos escritórios, durante uma ou mais semanas. Veio o VAR e, assinala-se, com notável contribuição dos árbitros portugueses, a discussão está mais acesa do que nunca.
Veja-se o jogo de ontem, no Bessa. Um penálti polémico assinalado ao minuto 91, que decidiu a vitória do Sporting, continuará certamente a ser falado durante toda a semana. E com razão, porque se o árbitro errou ao ver uma chapada com Rafinha, o videoárbitro confirmou o erro, talvez porque não tivesse sido cem por cento evidente que Rafinha não levou, mesmo, uma chapada.
Claro que olhando as repetições com atenção chegar-se-á à conclusão factual de que não houve nem mão nem braço na cara de Rafinha. Porém, poderá ter havido mão ou braço no ombro e o facto de Rafinha ter reagido como se tivesse levado uma chapada na cara, pode não anular a hipótese de ter sofrido falta na grande área e, por isso, ter sido mesmo penálti.
Não tiramos, aqui, conclusões finais sobre a justiça ou injustiça da decisão do árbitro, o que caberá noutras análises desta edição. Apenas nos interessa confirmar que nem Havelange nem Baltter tinham razão."

Vítor Serpa, in A Bola


"Líderes"...!!!

"Ontem o que se passou no Bessa deveria ser muito bem discutido. Há uma grande penalidade a favor do Boavista e o VAR prefere deixar passar para depois aos 90 a equipa de arbitragem assinalar uma grande penalidade para o Sporting que é no mínimo discutível.
O Sporting é o quarto classificado e muito pode agradecer a vários erros de arbitragem. A quantidade de grandes penalidades assinaladas a seu favor se não é recorde anda lá perto. E o pior é que não foram todas bem assinaladas, algumas são erros grosseiros do árbitro ou até mesmo do VAR.
Vitorias do Sporting com penalti:
Moreirense 1-3 Sporting
G.P.: 74m, resultado (1-1)

Sporting 2-0 Marítimo
G.P.: 12m, resultado (0-0)

S.Clara 1-2 Sporting
G.P.: 62m, resultado (1-0)

Sporting 2-1 Chaves
G.P.: 86m, resultado (1-1)

Sporting 4-1 D. Aves
G.P.: 40m, resultado (0-1)

Sporting 5-2 Nacional
G.P.: 35m, resultado (0-2)
G.P.: 87m, resultado (3-2)

Sporting 3-0 Braga
G.P.: 50m, resultado (1-0)

Sporting 3-1 Portimonense
G.P.: 90m, resultado (2-1)

Boavista 1-2 Sporting
G.P.: 93m, resultado (1-1)

Empate do Sporting com penalti:
Benfica 1-1 Sporting
G.P.: 64m, resultado (0-0)

Derrota do Sporting com penalti:
Sporting 2-4 Benfica
G.P.: 89m, resultado (1-4)"

A água e a sede

"O olheiro vê bem; vê, aliás, magnificamente. O problema é que quando seleccionou os jogadores estava escuro

Sombras e luz das velas
1. Plutarco, historiador grego, autor de Vidas Paralelas, livro de biografias de homens ilustres, escreveu, com maldade, que no escuro todos os humanos são belos.
Poderemos acrescentar, num pequeno desvio, que no escuro absoluto todos parecem ser extremamente competentes em qualquer tarefa. No escuro, por exemplo, todos jogam brilhantemente futebol.
E, de facto, por vezes, a escolha de certos jogadores para alguns clubes parece ter sido feita assim: sem o mínimo de luz natural e sem electricidade alguma. Escolher jogadores à luz das velas, método antiquado que deveria ser erradicado no século XXI - poderia dizer alguém que usasse a ironia.
Concluir, por exemplo, pela desenvoltura atlética das sombras: nunca olhar directamente para o corpo. Uma adaptação da alegoria da caverna de Platão. Escolher pelo movimento das sombras, como método possível, então, para explicar os fiascos de atletas contratados do outro lado do mundo para desempenharem de forma incompetentíssima, mas cara, actividades para as quais decididamente não têm apetência mínima.
O olheiro vê bem; vê, aliás, magnificamente. O problema é que quando seleccionou os jogadores estava escuro.
Também para as recusas de jogadores que, mais tarde, se tornam craques noutros clubes. É sempre a melhor desculpa: eu não sou cego, estava era muito escuro.

Sobre a liderança - entre a torre do palácio e um simples T1
2. As lideranças, desportivas ou no vasto mundo político, não se vêem, claro, pelo tamanho da estátua do chefe-máximo. Um líder não é uma estátua - deve mexer-se; nem deve estar lá em cima - mas som a uma altura capaz de escutar os outros.
Lá em cima, a visão pode ser melhor, mas não se escuta o som dos humanos. E, apesar de tudo, um comandante comanda humanos e não animais trabalhadores de tamanho mínimo.
Em suma: descer da torre imperial e reservar o rés-do-chão de um bairro popular, eis uma hipótese para um tipo de líder do século XXI.
Nem numa cave, nem uma torre: no mesmo piso do exército. Nem mais abaixo, nem mais acima.
Um comandante ao nível do mar, eis um lema possível para este século.

A promessa será cumprida
3. Quando um líder desportivo promete vitórias devemos desconfiar. Vejamos o maior dos exemplos: uma das grandes referências de liderança, Winston Churchill. Em 10 de Maio de 1940 foi nomeado primeiro-ministro após a demissão de Neville Chamberlain. No seu discurso inicial, na Câmara dos Comuns, preparando a nação inglesa para essa terrível Guerra contra a Alemanha nazi, Churchill fez um dos discursos mais famosos da História. Churchill disse mais ou menos isto: a única coisa que vos posse prometer é sangue, suor e lágrimas. Uma das frases mais conhecidas da História da Motivação dos Homens.
Churchill só garante e promete sofrimento e esforço; não promete glória, nem vitória. Teve uma nação inteira atrás de si, confiando nele. O melhor dos exemplos.

Outro exemplo
4. Ainda Plutarco (46 d.c. - 120 d.c.) e uma história sobre Alexandre, o Grande. Ele narra que Alexandre tinha atravessado um deserto com o seu exército e todos estavam com sede. Um soldado aproximou-se dele com um capacete cheio de água. Queria dar água ao grande comandante. Alexandre perguntou-lhe se havia água suficiente para os diz mil homens e quando o soldado fez um sinal negativo, Alexandre despejou a água no chão.
Assim é a liderança. Se os dez mil homens não têm água, Alexandre, o Grande, continuará com sede.
(...)"

Gonçalo M. Tavares, in A Bola

Corrupção no Desporto

"A Comissão Europeia publicou na passada semana um estudo sobre a corrupção no Desporto nos Estados-Membros da União Europeia (UE).
Para além do match-fixing e da dopagem - casos típicos de corrupção no fenómeno desportivo -, o estudo levado a cabo revelou que há outros tipos de corrupção no desporto na UE. Refere o estudo que a falta de transparência no âmbito desportivo leva a que esta indústria seja um campo fértil para que actividades corruptas como a lavagem de dinheiro ou a evasão fiscal ocorram.
Uma análise aos sistemas dos vários Estados-Membros revelou algumas formas de lidar com este problema, incluindo: legislação adequada ao fenómeno; novas políticas; regulamentação mais apertada; multas mais pesadas; reorganização estrutural das entidades; programas educativos; plataformas de cooperação e troca de informação entre vários agentes; iniciativas que facilitem a denúncia de casos de corrupção.
Com base em alguns casos de estudo, o grupo de trabalho conseguiu chegar às seguintes conclusões: existem provas de que a introdução de punições mais pesadas reduz os casos de match-fixing; Existe a necessidade de foco nas medidas preventivas, bem como repressivas; Envolver os vários agentes na prevenção da corrupção no desporto é essencial; As práticas de boa governança nas federações desportivas devem ser incrementadas; A criação de mecanismos de cooperação e de partilha de informação é algo em que a UE pode ajudar; O incremento do conhecimento sobre a matéria deve ser encorajado; A partilha de boas práticas pode ser potenciado pela UE; O papel dos Estados-Membros enquanto líderes do combate ao fenómeno da corrupção é valorizado."

Marta Vieira da Cruz, in A Bola

Benfiquismo (MCXVII)

Conversas!

Grande vitória...

Benfica 26 - 25 Sporting
(14-14)

Admito, não acreditava... perdão, pela desconfiança!!!
Já tinha 'proclamado' que íamos terminar a 1.ª fase, com 6 (ou 4) pontos de desvantagem... assim, com esta vitória, se vencermos em Belém, vamos começar a 2.ª fase, a 1 ponto dos líderes, deixando tudo em aberto...

Sem o Pesqueira, sem o Grilo, sem o Terzic, só com um bocadinho do Vidrago... e com o Seabra a regressar hoje, após meses de ausência, ainda sem o ritmo normal (só entrou para marcar os 7 metros), e com o Cavalcanti a fazer um jogo com pouca inspiração... esta vitória acabou por ser épica!!! Ainda por cima com mais uma arbitragem manhosa, com resquícios do Cashball... Metade das exclusões de jogadores do Benfica, foram inventadas... apareceram só para 'compensar' as exclusões do outro lado!!! E ainda, a falhar 4 Livres de 7 Metros!!!

O Nyokas hoje estava com a 'pica toda', mesmo cometendo alguns erros evitáveis, acabou por ser decisivo... tal como o Ristovsky lá atrás!!

Vitória 'rodando' !!!

Benfica 3 - 0 Fonte do Bastardo
25-22, 25-18, 25-18

Com a rotação praticamente total, com o Flip, o Pinheiro, o Gaspar e o Bernardo, sem o Rapha, sem o Honoré, sem o Théo, sem o Wolfhi e sem o Violas (só entrou após a lesão do Pinheiro) dominámos aquela que é provavelmente a 3.ª melhor equipa nacional!!!

No próximo fim-de-semana vamos ter a Final 4 da Taça de Portugal, onde vamos defrontar a Ac. São Mamede nas Meias-finais.

Vitória na última jornada...

Benfica 10 - 2 Montreux

Jogo para cumprir calendário...

Vamos defrontar a Oliveirense nos Oitavos-de-final.

sábado, 9 de março de 2019

Derrota injusta...

Benfica B 0 - 1 Paços de Ferreira


Voltámos a perder, mas fizemos um bom jogo, contra a melhor equipa da II Liga, que vai seguramente subir de divisão! Entre as muitas ausências, quem está mesmo a fazer muita falta a esta equipa é o Florentino, que não tem substituído, pois o Vukotic é um jogador de características diferentes...

A 1.ª parte foi repartida, com oportunidades para os dois lados, mas no 2.º tempo só o Benfica tentou o golo! Uma desatenção numa bola parada, acabou por 'dar' o golo ao Paços!

Fixem o nome: Fábio Melo, foi o apitador! Mais um que vai seguramente ter uma 'grande' carreira! Inacreditável como inventou faltas ofensivas ao Benfica, em jogadas de perigo dentro da área do Paços!!!

Posso estar a ser polémico, mas neste momento, acho que o Taarabt tem lugar nos 18 do Benfica, pode ser a melhor opção para o lugar do Rafa ou até do Félix!!! Está fisicamente apto, está motivado, fez dois excelentes jogos na B... e o talento nunca lhe faltou!!!
O Willock também, mas esse já não é uma novidade...

Os nossos três avançados da B (Saponjic, Henrique, Zé Gomes), estiveram na ficha de jogo. Sem o Seferovic com o Belenenses, com a titularidade do Jonas, acho que um dos avançados da B deveria ir para o banco... Nenhum dos outros jogadores do plantel principal tem as características de ponta-de-lança, nem sequer temos Centrais no banco para 'adaptar'... Com o Chaves, na primeira vez que o Jonas tocou na bola, foi imediatamente e premeditadamente, agredido nas costas... se acontecer alguma coisa ao Jonas durante o jogo, é preciso alguém no banco!

Juniores - 4.ª jornada - Fase Final

Tondela 1 - 5 Benfica
Araújo, Loureiro, Umaro(2), Dantas


Goleada, mesmo com algumas alterações...

Manual para totós que pensam que o Rui Pinto é a Madre Teresa de Calcutá

"Tendo em conta a recente campanha de beatificação do Rui Pinto, parece que urge desmontar toda esta teia com uma linguagem simples com perguntas e respostas para que todos percebam:

P : Alguma vez o Rui Pinto foi ladrão ?
R : Sim, o Rui Pinto roubou 264.000€ do Caledonien Bank

P: E foi condenado ?
R: Não, chegou a um acordo mas no final ficou com 18.000€ que nunca foram devolvidos

P: E quem foi o advogado que o defendeu ?
R: Foi o conhecido comentador Aníbal Pinto que recebeu 16.000€ pelo trabalho

P: Alguma vez o Rui Pinto extorquiu alguém sem ser vigaristas ?
R: Sim, a principal actividade do Rui Pinto é extorquir gente honesta e desonesta sem critério.

P: E exemplos ?
R: Temos o caso da doyen em que o Rui Pinto chantageou com 500.000€ para não mostrar contratos de jogadores, alguns do Sporting.

P: E não seria de interesse público publicar esses contratos ?
R: Você como pessoa honesta também gostaria de ver o seu contrato de trabalho e o seu extracto bancário publicado pelo Rui Pinto ?

P: O que é um whistleblowers ?
R: É um delator ou denunciante às autoridades competentes de práticas ilegais

P: O Rui Pinto é um whistleblower ?
R:  Não é. Temos o exemplo do Edward Snowden que não roubava dinheiro dos bancos

P: O Rui Pinto denunciou os e-mails do Benfica às autoridades ?
R: Não, só mais tarde após terem sido apresentados na Porto TV e na comunicação social e blogs é que a PJ resolveu actuar.

P: Seria moralmente correcto denunciar os emails do Benfica?
R: Não porque não conseguiram encontrar nenhum acto de corrupção desportiva, o que fizeram foi devassa da privacidade de um clube, neste caso o Benfica.

P : O Rui Pinto conhecia e/ou negociou com alguém do Sporting ou do Porto?
R: Se conhecia ou não , não sei, mas sabe-se que foi colega de curso de um dos escritores/comentadores desportivo ligado aos assuntos do Porto. Para além disso foi visto na mesma discoteca que o Bruno de Carvalho e o Nuno Saraiva em Budapeste à mesma hora na mesma noite.

P: O Benfica está na origem do pedido de extradição do Rui Pinto ?
R: Não, o Benfica não tem nada a ver com esse assunto

P: O Rui Pinto também tem informações sobre o Sporting e Porto ou só tem do Benfica ?
R: Tem de todos, mas só publicou do Benfica

P: O Rui Pinto é adepto de algum clube ?
R: Sim, é adepto ferrenho do Porto. Parece-me que com isto ficamos esclarecidos sobre a sua santidade"

Salvar o Sporting tem de ser um desígnio nacional

"O Sporting Clube de Portugal vive a maior e mais grave crise financeira da sua história e o risco de perder o controlo maioritário da SAD é uma realidade. Coloquemos os clubismos de lado, esqueçamos as cores defendidas por cada um e concentremo-nos apenas no essencial: o que é o Sporting Clube de Portugal? Em termos absolutos é muito mais do que um clube. É, na sua génese, uma das maiores forças motrizes do desporto nacional. Uma instituição de utilidade pública que teve ao longo dos anos uma tremenda influência social e cultural não só em Lisboa mas em todo o país. Uma escola de formação de atletas, de futebolistas, de cidadãos. Uma fonte de virtudes e valores morais, um veículo para a saúde através da prática desportiva, um aglutinador de massas e um berço de paixões sem limites. Mas por força dos tempos em que vivemos é também uma empresa, um negócio que movimenta milhões, uma Sociedade Anónima Desportiva cotada em bolsa. E também por isso as exigências de quem assume os seus destinos são enormes e não podem ser desvalorizadas: ser presidente do Sporting é liderar uma das mais históricas, marcantes, mediáticas e poderosas instituições que Portugal alguma vez conheceu, e o desempenho desse cargo tem de ser obrigatoriamente levado a cabo com uma tremenda noção de responsabilidade.
Nos últimos anos, infelizmente, isso não aconteceu. Não houve quaisquer limites para os erros crassos que foram sendo cometidos, não houve liderança séria, não houve consciência das consequências dramáticas que teria uma gestão «completamente irresponsável», nas palavras do próprio Francisco Salgado Zenha, atual administrador da SAD leonina. Consequências essas que agora se fazem sentir de forma tremenda, como se estivéssemos perante um amanhecer violento que se abate sobre os sócios e adeptos do clube. Não há outra forma de dizer as coisas para que se perceba de uma vez por todas aquilo que está em causa: o Sporting Clube de Portugal vive a maior e mais grave crise financeira da sua história e o risco de perder o controlo maioritário da SAD é uma realidade cada vez mais próxima e inevitável. Não que essa perda de maioria seja necessariamente negativa, mas deixemos esse tema para um texto futuro.
Falemos de coisas concretas: o Sporting celebrou em dezembro de 2015 um contrato de cedência de direitos televisivos – mais a exploração de publicidade no estádio, mais o patrocínio da camisola da equipa principal, mais uma série de cedências que não importa agora elencar mas que hipotecaram sobremaneira as receitas futuras – válido até 2028, por valores na ordem dos 515 milhões de euros. O contrato, válido por 10 temporadas e cuja primeira foi esta que agora se aproxima do fim, significaria um encaixe teórico superior a 51 milhões por época, não fosse o facto de a anterior direcção ter já antecipado (e gasto!) mais de 205 milhões do respectivo contrato, ou seja, cerca de 40% do montante total. Tudo isto ainda antes de começar a primeira das 10 épocas às quais se refere o valor do acordo em causa! Isto significa que, para as 9 épocas que restam, sobram ‘apenas’ 309,6 milhões, com a agravante de o Sporting já só ter a receber 3,3 milhões em 2018/19 e cerca de 11 milhões em 2019/20. Dinheiro a sério, encaixe significativo proveniente deste contrato, agora só mesmo em 2020/21, já que até lá está tudo antecipado e gasto. E não sou eu quem o diz, é mesmo a SAD do Sporting em prospecto enviado à CMVM no final de Fevereiro.
Dito desta forma e após uma primeira análise mais ou menos superficial, o assunto nem parece particularmente grave. Afinal o Sporting ainda tem mais de 300 milhões a receber só desse contrato e manda a lógica que os mais de 200 milhões antecipados pela anterior direcção tenham sido aplicados em amortização de passivo, liquidação de dívidas, construção de um plantel competitivo... Certo? Errado! Comecemos pelo Empréstimo Obrigacionista de 30 milhões (outra forma comum de financiamento além da antecipação de receitas futuras de contratos celebrados) cujo pagamento vencia em maio de 2018 mas que viu o seu prazo de liquidação prorrogado para Novembro de 2018. A anterior direcção gastou esses 30 milhões – a somar às centenas que referimos anteriormente no que concerne ao contrato de direitos televisivos – mas deixou mais essa factura para a direcção seguinte, privando-a de poder financiar-se através de novo Empréstimo Obrigacionista, já que a operação levada a cabo em Novembro não chegou sequer para fazer frente ao pagamento em falta desde maio. Mas há mais! Além de ter privado a direcção seguinte de poder antecipar verbas do contrato de direitos televisivos ou de recorrer a emissões obrigacionistas – só por si uma herança pesadíssima em termos de limitação operacional –, a direcção anterior ainda deixou mais um presente para quem viesse a seguir: nada mais nada menos do que 29,8 milhões em dívidas a clubes e 24,3 milhões em comissões por pagar, num total superior a 54 milhões de dívidas de curto prazo de acordo com o último Relatório e Contas do Sporting. Nada mau para quem tanto apregoava o seu «milagre financeiro» e a sua «gestão exemplar».
Haverá algo mais a acrescentar aos 30 milhões de incumprimento obrigacionista, aos 205 milhões de verbas antecipadas do contrato da NOS e aos 54 milhões de dívidas a clubes e empresários? Pois, infelizmente parece que sim, pelo menos a julgar pelos processos que constam desde 7 de Fevereiro no portal do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa e que ascendem a cerca de 5 milhões de euros. E a que se referem? A alegadas dívidas e incumprimentos no pagamento do Pavilhão João Rocha, o tal que estava integralmente pago e com verbas excedentes já aprovisionadas para esse efeito caso o Sporting perdesse o processo contra a Doyen. O tal que era impossível o clube perder... mas perdeu. E é nesse mesmo portal que podemos também consultar o processo que mais se temia mas que começava a adivinhar-se como inevitável: o pedido de insolvência da SAD leonina por parte da SAD do Vitória Sport Clube, que reclama uma dívida imediata superior a 4 milhões referentes ao incumprimento de pagamentos pelo brasileiro Raphinha.
O quadro é negro e a descrição da situação actual do Sporting podia continuar por várias páginas como esta, repletas de episódios gravíssimos e cujas consequências estão ainda por descobrir. Para onde foram as receitas antecipadas ninguém sabe, já que o clube está mais endividado do que nunca. Neste momento isso nem é o mais importante, já que é um passado impossível de apagar ou corrigir. O importante é o presente e o futuro. O importante é que se crie um ‘desígnio nacional’ para salvar o Sporting Clube de Portugal. Poderá ser à custa de perdões de dívida? De extensão de prazos de pagamento a clubes que estão, também eles, dependentes dessas mesmas verbas? Dificilmente. Cada SAD é responsável pela sua gestão e tem de arcar com as consequências dos actos dos seus gestores. Mas não estamos perante um caso qualquer, estamos perante uma situação dramática de um clube que deu e dá tanto a este país. Uma crise que urge uma solução à altura. Frederico Varandas e a sua direcção estão a fazer o que podem, descobrindo formas alternativas de financiamento cujos custos ainda estão por conhecer, mas que poderão permitir que o clube sobreviva para tentar levantar-se uma vez mais com a pujança de outrora. Merece – por isso e pela coragem de assumir a hercúlea tarefa de presidir os destinos do Sporting em tempos tão conturbados – a confiança e o apoio de todos os sportinguistas sem excepção. Não é hora de virar costas e debandar de Alvalade. Porque um clube que não consegue que os da sua própria cor se unam na sua intransigente defesa, não pode exigir complacência por parte de terceiros. E sem isso não há ‘desígnio nacional’ que se consiga criar e mobilizar no sentido de ajudar o Sporting Clube de Portugal a sair da profunda crise em que se encontra."


PS: O Brás afinal é um trol !!!

Senta-te aqui, benfiquista, vamos conversar

"Lembras-te daquele tempo em que o céu brilhava, o Benfica ganhava a jogar como nunca e o Bruno Lage era o Rei disto tudo? É normal que te lembres, foi há menos de uma semana!
Não me entendam mal, entendo perfeitamente o desespero e preocupação de assistir a uma não-vitória benfiquista. É algo contranatura, um sentimento de impotência que nos deixa angustiados e com a garantia de uma noite mal dormida.
A derrota na Croácia pôs a nu o carácter bipolar de muitos benfiquistas que passam do 8 ao 80 em poucos dias. Não me entendam mal, entendo perfeitamente o desespero e preocupação de assistir a uma não-vitória benfiquista. É algo contranatura, um sentimento de impotência que nos deixa angustiados e com a garantia de uma noite mal dormida. Basicamente é como ser do Sporting por breves horas e isso não é uma experiência nada agradável.
A lesão do único ponta-de-lança disponível (já lá vamos) mudou o rumo do jogo e não nos conseguimos adaptar porque alguns jogadores estiveram muitos furos abaixo do esperado.
Mas depois de passar a fase da neura temos de voltar rapidamente à realidade e enfrentar os factos com objectividade:
- O Benfica perdeu a primeira mão da eliminatória
Certo, mas temos ainda um jogo em casa e este adversário está perfeitamente ao nosso alcance. Alguém acredita que não somos capazes de dar a volta? A equipa que ganhou 2 vezes ao Guimarães, venceu pela primeira vez na Turquia, goleou em Alvalade, superou o trauma do Dragão e deu 10 ao Nacional não é capaz? Claro que é.
- A equipa não jogou bem
Correcto, mas se há coisa que não nos podemos queixar deste Benfica de Lage é da falta de exibições convicentes. A lesão do único ponta-de-lança disponível (já lá vamos) mudou o rumo do jogo e não nos conseguimos adaptar porque alguns jogadores estiveram muitos furos abaixo do esperado. Krovinovic andou sempre perdido e o Cervi fez o que tem feito ultimamente: absolutamente nada. Mas também isto tem solução num futuro imediato, Pizzi e Rafa serão titulares no próximo jogo e o problema deverá ficar resolvido.
Afinal em que ficamos? Poupamos os titulares ou jogam os mesmos até rebentar? Lage não pode ser culpado de 2 pecados antagónicos.
- A lesão de Seferovic
OK, aqui sim há motivos para arrancar um ou dois cabelos porque aparentemente não temos alternativas para a posição. Ninguém sabe bem o que se passa com Jonas e ainda não existem informações oficiais acerca da extensão da lesão do suíço, mas acredito que não seja nada de grave e que seja recuperável durante a pausa das selecções. Se não houver Jonas haverá outro qualquer... talvez um certo marroquino que aparentemente se tem empenhado nos treinos.
- A equipa parece cansada
Quanto a isto não há nada a fazer, é o preço do sucesso e da dinâmica infernal implementada pelo nosso treinador e também por isso tem havido uma gestão cuidada dos elementos que apresentam mais desgaste, como Pizzi, Rafa ou André Almeida. Felizmente os seus substitutos têm sabido dar conta do recado e ainda falta aparecer Jota na rotação, por isso mais uma vez não me parece que este seja um problema de especial relevância. Afinal em que ficamos? Poupamos os titulares ou jogam os mesmos até rebentar? Lage não pode ser culpado de 2 pecados antagónicos.
Resumindo, o Benfica encontra-se neste momento numa posição invejável: estamos a jogar bem, na liderança do campeonato com 2 pontos (na prática são 3) de vantagem sobre o maior rival e com claras hipóteses de seguir em frente na Liga Europa. Não existem motivos para entrar em pânico, temos sim de marcar presença de forma massiva em todos os jogos que o Benfica fizer para ajudar a equipa a cumprir os seus objectivos.
Segunda-feira tudo à Luz!"

Alterações na lei que regula as sociedades desportivas

"As regras de integridade financeira, incluindo o licenciamento e o controlo das finanças das Sociedades Desportivas, são básicas e não as protegem da má gestão.

A lei regula as Sociedades Desportivas em termos que não são adequados. Passados seis anos da sua entrada em vigor, há que alterar o seu regime, bem como as regras sobre defesa da transparência e da integridade.
O DL 10/2013 de 25 de Janeiro aprovou o regime legal das Sociedades Desportivas (SD). É uma lei com muitas obrigações, mas que não sanciona o seu incumprimento, nem prevê a possibilidade de o Clube recuperar a SD. Apesar da boa intenção do legislador, esta lei deixou por responder questões--chave para a actividade das SD como: o que acontece à firma caso o clube deixe de ser accionista? O capital social deve ser definido em função da prova em que a SD participe ou de acordo com o seu objecto? O que acontece se a SD não respeitar os direitos do administrador nomeado pelo clube? E se o clube não puder acompanhar um aumento de capital, como manter os 10% de participação mínima? O que acontece se a SD não aprovar as contas? Pode o clube vender a totalidade das suas acções? O que é uma "adequada contrapartida" para utilização do estádio do clube?
Mas não ficamos por aqui, persistem outras dúvidas como as relativas à marca, ao respeito pelos símbolos do clube, ao que deve constar do protocolo entre o clube e a SD, à possibilidade de reverter a transmissão da maioria em caso de incumprimento ou, por fim, saber se um clube pode personalizar uma nova SD. Na formação de futebol, verifica-se a ausência de regras claras que permitam evitar que as equipas do clube fundador possam vir a defrontar equipas da formação da SD. Por fim, as limitações ao exercício de direitos sociais não fazem sentido. Um investidor pode ter 90% de uma SAD e 10% de todas as demais. Ou pode deter 49,9% de todas as SAD! Numa e noutra situação, será que não existe conflito de interesses?
Também a propriedade dos clubes é uma matéria que parece não gerar consenso. Note-se que transformação do futebol numa indústria à escala global atraiu grandes investimentos, sendo que uma parte provém de fontes desconhecidas. Nesse contexto, a questão da propriedade dos "clubes" tornou-se crucial para fins jurídicos, financeiros e de integridade das competições. Desde que a FIFA baniu a partilha de direitos económicos com terceiros, os investidores mudaram os investimentos para a propriedade de clubes (ou SD). Em Portugal, não houve uma evolução a nível de implementação de regras de "good governance" e regras de integridade financeira, com reflexo no modelo societário obrigatório. As SD funcionam da mesma forma que funcionavam os departamentos de futebol dos clubes que lhes deram origem. Continuamos a ter um associativismo desportivo com um modelo dos anos 60 e uma lei das SD que não responde aos problemas.
As regras de integridade financeira, incluindo o licenciamento e o controlo das finanças das SD são básicas e não as protegem da má gestão. Há muito a fazer em sede de "good governance", como seja adoptar regras de democracia, de transparência, de prestação de contas e de representação dos diversos "stakeholders". Os problemas estão identificados e prendem-se com: a falta de transparência na aquisição de SD; a aquisição por indivíduos falidos, desonestos ou criminosos; a lavagem de dinheiro; a corrupção; e o investimentos para apostas ilegais.
Em Portugal, a lei 101/2017 de 28 de Agosto, passou a obrigar a comunicação das entidades que adquiram SD e as respectivas participações. A lei das SD foi alterada, mas de uma forma insuficiente uma vez que não está prevista a revelação pública do "último beneficiário efectivo". No imediato seria importante: criar regras de controlo prévio das compras e vendas de participações em SD incluindo um teste sobre a capacidade financeira; a revelação pública dos detentores de SD até ao último beneficiário efectivo; testes de probidade e capacidade para os membros dos conselhos de administração; e criar regras adequadas de boa governança, transparência e verificação de conflitos de interesses.
Temos uma legislação das SD insuficiente que não protege os clubes, nem a integridade das competições, e que urge alterar."

Eclético #10

Benfiquismo (MCXVI)

Quase pronto...!!!