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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Lixívia (25/26) 23


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 55 (-8) = 65
Corruptos...62 (+11) = 51
Sporting...... 58 (+9) = 49
Braga............42 (+1) = 41

Mais uma jornada, onde ficámos a conhecer mais um novo-corrupto vindo da da escola da AF Porto! Parece uma linha de montagem, estão sempre a sair novos elementos, os nomes são parecidos, mas a capacidade para roubar é igual!!!

Inacreditável arbitragem na Luz, onde com agressões, penalty's, e uma quantidade absurda de agarrões e faltas cínicas, táticas, conseguiu não mostrar um único Amarelo!!!! Chama-se Miguel Fonseca, e tem o futuro assegurado!!!


O jogo começou com um empurrão sobre o Schjelderup... Mão no corpo do Andreas no momento do cruzamento, desequilibrando o nosso mini-bacalhau! O Ríos em Braga, sem tocar no corpo, foi falta... aqui, existe um empurrão claro, sem qualquer tentativa de jogar a bola, e nada...
Logo a seguir, o mesmo jogador, agride com um cotovelada o mesmo Schjelderup: agressão pura! O mais incrível é que neste lance nem foi considerado um Caso, para a maioria dos Expert's!!!
Destaque ainda para o penalty não assinalado no remate do Sidny! Ao contrário do que alguns escreveram a bola não toca na anca do jogador do AFS, a bola vai diretamente ao braço... é verdade que o Sidny faz um remate enrolado, com a bola a bater na relva, mas comparando com outros lances parecidos, apesar do remate ser à queima, o braço está ligeiramente aberto! Mais um herói cego no VAR!

Não vi o jogo dos Lagartos, nem vi resumos! Mas nas crónicas, parece que não houve Casos.
Agora, uma nota para os jogos terem sido jogados à mesma hora: a PorkosTV faz o que quer, com os horários dos jogos! Para retirar audiências à BTV e à TVI, Benfica e Sporting jogaram à mesma hora! Se um dos jogos fosse transmitido pela PorkosTV, tudo seria diferente...

Os Corruptos, queixaram-se dum penalty, mas as imagens são claras, o defesa toca ligeiramente na bola, e depois é o avançado Corrupto que acaba por chutar na perna do defesa, que já está no chão...
Nota para a vergonhosa gestão dos últimos minutos do jogo, por parte dos Corruptos. Vale tudo. Não se jogou futebol durante os últimos 5 minutos. Não têm vegonha nenhuma...
Uma nota ainda, para a impunidade total do Bednerek, que continua a fazer o que quer... e ainda vê os árbitros marcar faltas aos avançados adversários, quando sofrem faltas deste caceteiro!

Em Braga, merece destaque as vergonhosas atitudes da PSP. Sim, a Polícia, conseguiu estar pior, do que os adeptos minhotos, que normalmente são sempre os piores actores destes espectáculos! Primeiro proibiram uma faixa, que não tinha nada de provocativo e depois ainda agrediram uma cidadã, idosa, e pior ainda, negaram ajuda médica, foram os outros adeptos presentes, que chamaram o 112! Uma vergonha, para quem veste a farda.

O jogo, foi durinho, com um penalty bem marcado, mas sem grandes Casos.

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-3 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
9/2

Sporting
4/1

Corruptos
7/1

Braga
11/2

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
5/2
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)

Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)

Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)

Braga
1/2
Minutos:
81 - 31 = 50 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
44(22) / 252 - 364 / 63(31)

Sporting
52(24) / 295 - 312 / 64(29)

Corruptos
49(22) / 308 - 290 / 57(28)

Braga
43(13) / 264 - 275 / 57(30)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2

Sporting
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
R. Moreira - +2
L. Ferreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +5
J. Gonçalves - +5
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Martins - +2

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - +1
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 3 (1/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Fonseca - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
D. R. Silva - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (0/2)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)

Corruptos
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Godinho - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Nobre - 2 (2/0)
Bessa - 2 (0/2)
Baixinho - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
B. Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)

Braga
C. Pereira - 4 (1/3)
Nogueira - 3 (1/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Bessa - 1 (1/0)
Nobre - 1 (0/1)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
D. R. Silva - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Rui Costa - 3 (2/1)
P. Ferreira - 3 (1/2)
L. Ferreira - 2 (1/1)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Barradas - 2 (2/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)
Mota - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)

Sporting
Martins - 3 (0/3)
Rui Costa - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 3 (2/1)
Rui Costa - 3 (0/3)
Martins - 3 (2/1)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (2/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)

Braga
Martins - 3 (1/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 5
P. Felisberto - 4
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
C. Campos - 1
D. Pereira - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
P. Miranda - 1
M. Vieira - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
Eiras - 2
P. Brás - 2
P. Miranda - 2
T. Costa -2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
Rui Cidade - 1
V. Maia - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1

Corruptos
P. Felisberto - 4
P. Brás - 2
Eiras - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
V. Maia -1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
J. Fernandes - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1

Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
P. Miranda - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Á. Mesquita - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Esteves - 0 + 2 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
R. Costa - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Pinheiro - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Barradas - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Sporting
Nobre - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3  = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 =2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 4 + 0 = 4
Nogueira - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0  = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Vantagem mínima ao 'intervalo'... com uma equipa que não desiste!!!

Benfica 4 - 3 Sporting

Novo dérbi, desta vez, a 1.ª mão dos Quartos-de-final da Champions!

Num jogo que até correu mal, na maior parte do tempo, contra uma equipa que aproveitou as bolas paradas para marcar, inclusive com remates 'falhados'... Foi preciso um Benfica, com muita qualidade, muita garra, muito crer, para recuperar as constantes desvantagens, seguidas de novas desvantagens, imerecidas, sem deixar de acreditar nem perder a cabeça, para praticamente no último segundo, finalmente, chegar à vantagem mais do que merecida!!!


Tudo isto, com mais uma arbitragem surreal, desta vez com árbitros estrangeiros, que assinalaram somente 1 em 4 faltas cometidas pela Lagartada! Permitindo por exemplo o 2.º golo do Sporting, após uma falta descarada não assinalada a favor do Benfica... Nem com estrangeiros!!!


E mesmo assim, ainda fomos premiados, com a azia do animal do outro lado no final do jogo, queixando-se da arbitragem!!! Inacreditável!!!


A vantagem é curta, mas com os jogos muito equilibrados, e com a equipa a acreditar, somos obrigados a acreditar também... Fundamental ter o Gugiel disponível na 2.ª mão!!!



Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica foi informado pela UEFA do arquivamento da queixa apresentada pelo Clube relativamente ao lance envolvendo o jogador do Real Madrid, Federico Valverde.
O Benfica lamenta que, perante a evidência das imagens que demonstram a agressão ao jogador do Benfica, Samuel Dahl, a UEFA tenha decidido não avançar com qualquer sanção disciplinar.
Trata-se, sem margem para dúvidas, de uma situação de cartão vermelho não sancionada durante a partida nem, com este arquivamento, merecedora de punição posterior."

Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica tomou conhecimento da decisão da UEFA de aplicar uma suspensão provisória de um jogo ao seu jogador Gianluca Prestianni, no âmbito da averiguação em curso relativamente ao incidente ocorrido no jogo frente ao Real Madrid.
O Clube lamenta ficar privado do jogador enquanto o processo está ainda em investigação e irá apelar desta decisão da UEFA, mesmo se dificilmente os prazos em causa terão qualquer efeito prático para o jogo da segunda mão do play-off da Liga dos Campeões.
O Sport Lisboa e Benfica reafirma igualmente o seu compromisso inabalável no combate a qualquer forma de racismo ou discriminação, valores que fazem parte da sua identidade histórica e que se refletem na sua ação quotidiana, na sua comunidade global, no trabalho da Fundação Benfica e em figuras maiores da história do Clube, como Eusébio."

Ser culpado até prova em contrário e ter sanção preventiva num organismo oficial...

Causa demasiado séria para tanta leviandade…


"A luta contra o racismo é a mais nobre de todas as causas. Mas só será eficaz se estiver ancorada em quadros legais - ninguém é obrigado a provar a sua inocência -, sem se fundamentar em turbas ululantes que apenas querem fazer justiça (?) na praça pública.

Caso pretenda sancionar Prestianni, incumbirá à UEFA provar, para lá de qualquer dúvida, que este terá dirigido a Vinícius palavras de índole racista. Até ao presente, a controvérsia nos foros públicos tem girado em torno de conjeturas, animosidades e especulações. O episódio ocorrido entre Prestianni e Vinícius, no embate entre Benfica e Real Madrid, rapidamente se transformou em tema de ampla repercussão. Tratava-se de uma partida revestida de grande notoriedade, e um dos protagonistas — justamente aquele que se queixou — figura entre os mais notáveis futebolistas do mundo. O incidente, que trouxe à tona a delicada questão do racismo, incendiou debates em todos os quadrantes, servindo de palco a uma multiplicidade de atores: desde os zelosos guardiões do politicamente correto aos mais grosseiros, dos oportunistas aos patrioteiros, passando por aqueles que alimentam rancores antigos e aproveitaram para acertar contas, ou que, investidos de autoridade oficial, deveriam, por decoro e dever institucional, manter-se silenciosos até que o advérbio “alegadamente” fosse retirado definitivamente da equação.
A maioria dos comentadores, ávidos dos seus fugazes quinze minutos de fama, olvidou um princípio fundamental do Direito: ninguém tem o dever de provar a sua inocência; incumbe à acusação demonstrar a culpa do acusado. Neste episódio, contudo, tudo foi permitido, como se estivéssemos entre Kafka e Mel Brooks. Repare-se, por exemplo, no escândalo hipócrita criado em torno do facto de Prestianni tapar a boca ao falar: desde que certos meios de comunicação começaram a expor conversas privadas, recorrendo a microfones sofisticados e peritos em leitura labial, tornou-se hábito — especialmente para quem suspeita estar sob a mira de câmaras indiscretas — encobrir os lábios, resguardando o que deveria permanecer íntimo. Este costume generalizou-se tanto no desporto, em todas as modalidades, como na política, independentemente da cor ideológica (vi uma imagem, que não posso reproduzir por questões de direitos, que retrata uma conversa entre Merkl e Macron, ambos de mão na boca...), e até no dirigismo desportivo, não poupando aqueles que agora se dizem ultrajados. Exemplos multiplicam-se sem esforço. O que se tem presenciado até ao momento, por conseguinte, mais se assemelha a um exercício inquisitorial do que a uma verdadeira busca pela justiça ou ao rigor analítico que o tema exigiria. Passemos, pois, a considerações de maior importância.
O desporto, e o futebol em particular, tem vindo a desempenhar um papel de grande relevo no combate à discriminação, missão que deve prosseguir sem hesitações, pois em matérias de princípios não há margem para complacências. Quem for apanhado a infringir tais preceitos deverá ser exemplarmente sancionado, mas apenas após se apresentar prova cabal e concluído o devido processo legal — nunca antes, sob o impiedoso julgamento das turbas ululantes, que de justiça nada tem.
No caso vertente, ninguém viu, de facto, o que saiu da boca de Prestianni para os ouvidos de Vinícius; e, ainda que haja quem afirme tê-lo escutado, restará sempre a análise minuciosa dos registos vídeo, capazes de aferir a plausibilidade física do ocorrido e, sendo o caso, que valor atribuir a um testemunho manifestamente parcial. Estas são matérias para apreciação das instâncias disciplinares e judiciais. O que não pode, por imperativos de decência, é permitir-se o proferimento de sentenças antecipadas.
Será razoável supor que Prestianni, naquele contexto, ocultasse a boca com a camisola para insultar Vinícius? É altamente provável. No entanto, se todos os insultos podem parecer equivalentes, a verdade é que alguns se revestem, face à lei, de gravidade superior. A discriminação com base na raça ou na orientação sexual é punida com maior severidade, por exemplo, do que insultos dirigidos à mãe ou ao comportamento do cônjuge do visado. Considerando que a língua castelhana alberga, segundo o CoPilot, «centenas de insultos reconhecidos e um potencial infinito de criatividade insultuosa», como garantir o que Prestianni terá dito, exatamente, a Vinícius?
Provem, e muito justamente, punam, porque o racismo não tem perdão; ou não prejudiquem uma causa tão nobre com elementos que só a enfraquecem.
Relativamente a quem estava no estádio da Luz e teve gestos e verbalizações racistas, resta ao Benfica apenas um caminho: identificá-los e entregar às autoridades competentes o que apurou; e expulsar de sócio quem estiver nesse lote e tiver essa qualidade. Só dessa forma o clube honrará os seus pergaminhos e respeitará o espírito de 1949 quando, na Madeira, os responsáveis do hotel onde os encarnados estavam instalados queriam que os dois negros da equipa, Guilherme Espírito Santo e Alfredo Melão, pernoitassem no anexo dos criados e a resposta que recebeu foi, «acha que cabemos todos nesse anexo?» E a equipa ficou toda junta no corpo principal do hotel.
A terminar, uma nota pessoal, destinada a todos aqueles que se estão a aproveitar do que sucedeu na Luz para diabolizar o futebol:
Fui profissional de futebol durante 15 anos e nunca vi um dirigente deixar de contratar um jogador por razões de raça, nem vi qualquer treinador escolher para o onze, ou deixar no banco, alguém em função da sua cor de pele. Se há setor da sociedade onde a meritocracia é realmente aplicada é no futebol. Quando a poeira do caso Prestianni-Vinícius assentar, prometo que voltarei a este tema.

A BATALHA DO CAMPO GRANDE
A batalha campal que precedeu o embate de futsal entre Sporting e Benfica, na noite da última quinta-feira junto ao pavilhão João Rocha, insere-se num movimento de âmbito europeu, no qual, sob a capa de um evento desportivo, ‘gangs’ que se mascaram de adeptos de clubes marcam encontros para que, em cenário previamente combinado, possam travar batalhas.
Ficámos a saber, através do relato de autoridades policiais, que a maioria dos detidos são figuras já bem conhecidas das forças da ordem, muitos dos quais se encontram, inclusive, sob restrições de acesso a recintos desportivos.
De modo algum se poderá enquadrar este sucedido como expressão de violência desportiva, salvo se tal modalidade (uma espécie de ‘wrestling’ com esteróides) constar do regulamento funcional de alguma Federação. Estamos, sim, perante um caso de polícia, sem artifícios nem eufemismos, que merece ser tratado pela magistratura com o rigor e a gravidade compatíveis com a sensação de insegurança que infunde na sociedade. Não se trata de uma mera altercação entre adeptos motivada por um penálti ou uma expulsão, mas antes de uma confrontação entre delinquentes, cuja predileção é a violência erigida em passatempo.
Poderão os clubes fazer mais do que têm feito até ao presente?
Desde há muitos anos que respondo afirmativamente a tal questão. Impõe-se separar o trigo do joio, distinguir quem pretende celebrar com exuberância a festa desportiva daqueles que apenas buscam a dissensão. Reconheço que alguma evolução positiva tem sido empreendida nos tempos recentes, mas não posso deixar de notar que tais iniciativas se revelam manifestamente insuficientes. Basta recordar a coragem demonstrada em Barcelona e Madrid ao extinguir os Boixos Nois e os Ultra Sur, para concluir pela escassez de medidas eficazes entre nós. E, inevitavelmente, surge a questão do exemplo, que não deve jamais ser descurada: Se aquilo que os adeptos — e refiro-me aqui aos adeptos comuns, à esmagadora maioria, que nada partilha com os energúmenos que fomentam tumultos e comprometem a reputação e as finanças dos clubes — percebem proveniente dos seus dirigentes, é um ambiente de permanente confronto e hostilidade, como será possível devolver aos estádios o clima saudável que se testemunha, por exemplo, nos jogos da Seleção Nacional? É certo que os dirigentes são sancionados e multados, mas, francamente, tais punições têm lhes sido indiferentes.
Se não forem guiados por convicções sólidas, praticando uma rivalidade que não transforme adversários em inimigos, não haverá fundamento para alimentar qualquer otimismo.

JAMES MILNER
O médio do Brighton, que decidiu jogar nesta época, muito provavelmente a última da sua carreira, com o número 20, para homenagear o antigo companheiro de Liverpool, Diogo Jota, tornou-se, em casa do Brentford, onde alinham dois dos maiores amigos de Jota, Henderson e Kelleher, no jogador com mais jogos disputados na Premier League, 654. Conheci Milner fora do contexto do jornalismo, e fiquei com uma excelente impressão do homem e do profissional. Parabéns, pois, a um mito do futebol inglês, MBO por decisão de Isabel II, «a lad from Leeds.»"

Prestianni a jogo, claro!


"Assumindo que a presunção de inocência e o ónus da prova ainda funcionam a favor dos réus, Prestianni poderá jogar em Madrid. E Mourinho faz muito bem em apostar nele

O chorrilho de disparates que se têm lido e ouvido na sequência do famoso caso Vinícius-Prestianni torna inconsequente qualquer tentativa de olhar para os factos, as suposições e as opiniões com alguma lucidez. Decididamente, boa parte dos adeptos do Benfica defende o jogador argentino e ataca Vinícius porque um é jogador do Benfica e o outro não; os restantes dividem-se, mas os adversários diretos tendem a defender Vinícius e atacar Prestianni porque um não é jogador do Benfica e outro sim.
É lamentável que um caso muito sério como este seja interpretado à luz do poucochinho que é a mentalidade média do adepto português quando toldada pelo clubismo (ou seja quase sempre), mas é o que temos e dificilmente poderemos almejar a mais.
Pelo meio — espero que tenhamos noção disto independentemente de acharmos que Prestianni foi ou não racista — está um discurso que vai fazendo o seu perverso caminho rumo à normalização, quando até há poucos anos, pelo menos, havia alguma vergonha: um discurso racista, sim. E muito. Como o da xenofobia, da homofobia e de várias outras intolerâncias que têm expressão cada vez maior no voto dos portugueses. Não somos nem nunca fomos um povo de brandos costumes, chega de tentarem enganar-nos com essa narrativa bolorenta e salazarenta (desculpem a rima, mas faz tanto sentido...).
Dito isto, e sendo certo que para o caso e para o mundo nada importa se acredito na tese do racismo ou não de Gianluca Prestianni, podemos olhar um pouco para o futebolista. Vinícius precisa menos dessa atenção, até porque já provou ser um adulto que aguenta bem alguma provações, como aquelas que ainda anteontem lhe desejavam a morte em Pamplona.
Quanto ao jovem argentino, julgo que José Mourinho vai muitíssimo bem em apostar nele para a segunda mão do play off da UEFA Champions League, em Madrid. Isto antevendo, como me parece lógico, que a UEFA nunca conseguirá provar a acusação de que é alvo e assumindo que coisas básicas como a presunção de inocência e o ónus da prova ainda funcionam a favor dos réus, pelo que Prestianni estará disponível.
Encontrando-se à disposição (algo que infelizmente para ele não sucedeu no jogo da Liga deste fim de semana), faz todo o sentido que vá a jogo. Se o Benfica e o jogador acreditam na inocência, não há por que escondê-lo no Bernabéu, isto pensando (como se tem visto) que o treinador o considera importante. Pode ser uma noite dura para Prestianni, mas também pode significar o fim da novela. E todos ganhariam com isso."

Ser o Canadá, ser Vinícius Júnior


"Canadianos acusados de batota em vídeo foram à final e ganharam...

O Canadá andava nas nuvens desde que o cantor porto-riquenho Bad Bunny incluiu o país na lista de todos os países da América, como continente, por si considerados no final da atuação no intervalo do Super Bowl. O frio ‘Cânada’ adorou ser chamado de Canadá e sucederam-se os vídeos que ligava, como irmão, a nação do topo norte da América às Caraíbas.
Os canadianos sempre foram vistos como os ingénuos, os bonzinhos cujos polícias andam de casaco vermelho a cavalo, e um país onde nada acontece, exceto quando o ator Ryan Reynolds faz um filme de Deadpool. O Canadá estava por cima, sobretudo porque também é dos poucos países a fazer frente a Donald Trump, o vizinho mal-educado do sul. Mas divago.
Tudo se pareceu desvanecer quando, nos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina, a equipa de curling do Canadá foi apanhada, alegadamente, a fazer batota, acusada pela Suécia. Numa modalidade em que não há árbitro com interferência ativa, e os jogadores se controlam uns aos outros seguindo regras de etiqueta e autoregulação por todos aceites, Marc Kennedy foi acusado de tocar na pedra duas vezes. Mais: os suecos tinham colocado uma câmara ao longo da pista, para apanhar os adversários em flagrante. Antes de chegar a Milão, já tinha a fama, e por isso montada a armadilha.
Houve discussão acesa, palavrões trocados - talvez pela primeira nesta modalidade que até as avós italianas adoram - e a revelação do sueco: está tudo em vídeo. A equipa feminina foi acusada do mesmo e, no entanto, não houve castigos, mesmo com tudo às claras, e o Canadá avançou até à final, que ganhou no sábado. «Quando algumas coisas aconteceram esta semana e foram usadas palavras ultrajantes - como batota - agora associadas à nossa equipa, garanto-vos que isso apenas nos motivou ainda mais a sair e provar a toda a gente que também somos uma das melhores equipas e que agora estamos no topo e, diria mesmo, a melhor equipa do mundo. Para quem nos chamou batoteiros, espero que a imagem de nós no topo do pódio, fique gravada no vosso cérebro para sempre», disse o capitão canadiano, que não vestiu a pele do bonzinho.
No futebol não impera a etiqueta nem a autoregulação e antes desta prosa toda, eu já tinha outro texto na cabeça. Mas depois os doze (12!) minutos de vida que ganhei a ver a conferência de Vincent Kompany, treinador do Bayern Munique, a analisar o que se passou no Benfica-Real Madrid, as bocas tapadas das câmaras e as justificações que foram dadas, apaguei tudo. Pode-se dizer que José Mourinho teve apenas alguns minutos para pensar no que dizer sobre o caso entre Vinícius Júnior e Prestianni, e que o belga teve dois dias, mas não há dúvidas de que aproveitou muito bem o seu tempo. O mais relevante para mim foi colocar-se no lugar de um negro nos anos 60, quando Eusébio foi usado como escudo. O que sabemos nós sobre isso? Sobre o que Vinícius sente? Importante também o espaço para pedir desculpa. Coisa que o Canadá não parece disposto a fazer."

BolaTV: Pedro, Pedro, Pedro #6 - O resumo da jornada e a sétima vitória do FC Porto por 1-0 nesta época

BF: E agora?!

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Cinco respostas de análise à jornada

Observador: E o Campeão é... - FC Porto fica-se pelos mínimos?

Observador: Três Toques - O "best of" dos Jogos Olímpicos de Inverno

SportTV: Primeira Mão - 🔥 Tudo em Jogo! Benfica e Real Madrid Decidem a Champions

Voleibol Feminino: 3-2

Só pode ser doença mental !!!

Levanta o pézinho !!!

O líder do Tugão !!!

Ficámos todos assim, Bah 🫨

Golos...

Atualidade benfiquista


"São vários os temas abordados nesta edição da BNews.

1. Estreia a titular
José Neto partilhou a emoção de jogar pela primeira vez no onze inicial da equipa A do Benfica: "É sempre um sonho jogar por este clube e neste estádio. É algo que sempre procurei."

2. O sonho do Rodrigo
Veja os melhores momentos do dia especial de Rodrigo, uma iniciativa conjunta do Futebol Profissional e da Fundação Benfica.

3. Dérbi na Luz
Benfica e Sporting encontram-se nesta noite no Pavilhão Fidelidade, às 20h00, para disputarem a 1.ª mão dos quartos de final da UEFA Futsal Champions League.

4. Distância pontual preservada
Em futebol, no feminino, o Benfica ganhou, por 0-4, na visita ao Damaiense.

5. Outros resultados
Houve várias equipas femininas do Benfica em ação: em futsal, empate a um golo na deslocação ao Nun’Álvares e vantagem casa nos play-offs assegurada; em voleibol, vitória, por 3-2, na receção ao Sporting; em andebol, triunfo, por 34-14, ante a Juve Lis; em hóquei em patins, goleada no rinque do CENAP (1-9).
No futebol de formação, os Juvenis empataram 1-1 no campo do Real SC."

Voando...

Paulo Fonseca: o treinador português que reinventou o Lyon


"Aos 52 anos, Paulo Fonseca vive um dos momentos simbólicos da sua carreira. No comando do Lyon, o treinador português transformou uma equipa desacreditada numa das formações mais competitivas do futebol francês, somando 13 vitórias consecutivas em todas as competições, uma sequência impressionante que recolocou o histórico clube no centro da discussão desportiva da Ligue 1 e mudou radicalmente a perceção em torno do projeto.

Chegado a Lyon em janeiro de 2025, Paulo Fonseca encontrou um plantel curto, fragilizado financeiramente e mergulhado numa época marcada pela instabilidade. Em poucos meses, construiu uma equipa reconhecível, fiel às suas ideias e altamente competitiva. Hoje, o Lyon ocupa o terceiro lugar do campeonato e está firmemente envolvido na luta pelo apuramento para a Liga dos Campeões, um cenário que, há bem pouco tempo, parecia impensável.
Mais do que a sequência de triunfos, é a forma como a equipa compete que impressiona. O Lyon passou a destacar-se pela solidez defensiva, uma das melhores da liga, e pela qualidade na construção desde trás, aspeto amplamente elogiado pela imprensa francesa. A famosa jogada contra o Toulouse, culminada num golo após sucessivas combinações curtas ao primeiro toque, foi um verdadeiro exercício de laboratório reproduzido em contexto real. «A intenção é clara: encontrar o homem livre», explicou Fonseca, resumindo a sua filosofia.
Mas o crescimento não é apenas ofensivo. Para o técnico português, defender é um compromisso coletivo. «Todos os jogadores têm de defender, e isso não é negociável.» Não há estatutos que isentem ninguém. A primeira linha de pressão começa nos avançados, o bloco mantém-se compacto e a reação à perda tornou-se coordenada e agressiva. A equipa ganhou equilíbrio, intensidade e maturidade competitiva.
Com recursos limitados, Fonseca voltou a evidenciar uma das suas maiores virtudes: extrair o máximo do mínimo. Os centrais assumiram-se como dos mais fiáveis do campeonato, o meio-campo ganhou critério e inteligência posicional, e o ataque tornou-se mais eficiente mesmo sem uma referência ofensiva dominante — Endrick chegou por empréstimo do Real Madrid apenas no final de dezembro de 2025. A valorização individual tem sido notória e estratégica.
O treinador não hesita em elogiar publicamente o trabalho do departamento de scouting do clube, destacando o responsável Benjamin Charier, que considerou «provavelmente o melhor olheiro» com quem já trabalhou. De Pavel Sulc a Ruben Kluivert, passando por Tyler Morton ou Afonso Moreira, a estrutura de scouting do Lyon conseguiu reforçar o plantel com meios limitados, beneficiando também das redes internacionais de Mathieu Louis-Jean e Michaël Gerlinger.
O impacto pode ir além do plano desportivo. Ruben Kluivert, por exemplo, despertou forte interesse do Crystal Palace, disposto a avançar com uma proposta entre 20 e 30 milhões de euros nas últimas horas do mercado de inverno, sinal claro da valorização criada.
Este momento alto em França surge como continuação de um percurso marcado por resiliência. Nascido em Nampula, em 1973, e criado no Barreiro, Fonseca foi um defesa-central discreto, mas inteligente, somando 111 jogos na Primeira Liga por clubes como Belenenses, Marítimo ou Vitória de Guimarães. Nunca teve protagonismo mediático como jogador, mas revelou desde cedo uma leitura de jogo acima da média.
Como treinador, construiu a carreira passo a passo. Da formação às realidades mais modestas, afirmou-se no Paços de Ferreira, onde assinou um histórico terceiro lugar em 2012/13 e levou o clube, pela primeira vez, à Liga dos Campeões. Seguiram-se experiências contrastantes no FC Porto e no SC Braga onde venceu a Taça de Portugal e um período dourado no Shakhtar Donetsk, com três campeonatos ucranianos consecutivos e afirmação europeia.
Depois de passagens pela Roma, Lille e uma curta e turbulenta experiência no Milan, Fonseca reencontrou em Lyon o contexto ideal para relançar a carreira ao mais alto nível. Nem mesmo um episódio polémico com a arbitragem, que culminou numa suspensão prolongada, considerada por muitos injusta e excessiva, conseguiu travar a dinâmica da equipa. Pelo contrário, acabou por reforçar ainda mais a ligação entre treinador e jogadores. Nos jogos seguintes, vários atletas fizeram questão de tornar pública essa união: ao marcarem, apontavam para a bancada onde Fonseca assistia aos encontros, dedicando-lhe os golos num gesto claro de confiança e solidariedade. A equipa continuou a vencer, prova inequívoca da coesão do grupo e da solidez estrutural do trabalho desenvolvido ao longo das semanas.
Inspirado por treinadores como Pep Guardiola e Maurizio Sarri, sem esquecer a influência histórica de José Mourinho, Paulo Fonseca mantém-se fiel às suas ideias: futebol positivo, coragem competitiva e identidade coletiva. Mas há também um lado carismático e irreverente que marcou o seu percurso internacional. Em 2017, ao serviço do Shakhtar Donetsk, prometeu que surgiria vestido de Zorro numa conferência de imprensa caso a equipa se qualificasse para os oitavos de final da Liga dos Campeões frente ao poderoso Manchester City. O Shakhtar venceu por 2-1, garantiu o apuramento e Fonseca cumpriu a palavra, aparecendo mascarado perante os jornalistas. O episódio tornou-se viral e ajudou a consolidar a sua imagem de treinador confiante, capaz de unir o grupo em torno de um propósito comum.
Hoje, em Lyon, a ligação é igualmente forte, mas ainda mais emotiva. Na última jornada, após a vitória por 2-0 frente ao Nice, que consolidou o terceiro lugar e prolongou a impressionante série de triunfos, o Groupama Stadium viveu um momento emocionante. Os adeptos entoaram cânticos dirigidos ao treinador português e exibiram uma enorme tarja com a inscrição «Bravo Fonseca». O técnico, visivelmente comovido, agradeceu, num gesto que revelou o impacto profundo do seu trabalho no clube.
A verdade é que num espaço de poucos meses, Paulo Fonseca passou de solução de emergência a figura central de um projeto renascido. O Lyon voltou a acreditar. O estádio voltou a vibrar. E o treinador português voltou a sentir que está exatamente onde deve estar.
Hoje, poucas equipas em França respiram tanta confiança como este Lyon. E aquilo que parecia impossível há poucos meses é hoje uma realidade: o Lyon voltou a olhar para a Champions como destino e não como ilusão.
Parabéns ao Paulo Fonseca e à sua equipa técnica pelo excelente trabalho desenvolvido e por dignificarem o nosso país além-fronteiras."

Transforma: Passa a Bola #214 - “O ARAUTO DA LUTA CONTRA O RACISMO, CONSEGUIU FAZER ESQUECER A VERDADE DESPORTIVA DO JOGO“

Zero: Ataque Rápido - S07E30 - Centralização: problemas e soluções

Renascença: Bola Branca - Tertúlia - Caso Prestianni-Vinicius e os defesas de outros tempos

Segundo Poste - S05E30

Tailors - Final Cut - S05E09 - Carlos Bruno

DAZN: F1 - Quem sai melhor da pré-temporada?

O feitiço dos Jogos


"Os grandes eventos desportivos têm a incrível capacidade de, sendo de duração relativamente curta, parecerem parte fundamental da nossa rotina, um momento que sempre lá esteve, que está, que estará. Enquanto se disputa um Mundial de futebol, achamos que acordar e ver um Uruguai-Gana é o pão nosso de cada dia, por muito que o pão só venha parar à mesa um mês a cada quatro anos.
A magia destes acontecimentos é esta: sendo esporádicos, invadem-nos de tal forma que nos convencemos que são parceiros quotidianos de lavar os dentes ou dormir. Hábitos. Há dois mil anos que se sabe que os Jogos — o circo — têm este potencial, daí serem um instrumento tão apelativo para os poderosos.
Conjuram um feitiço, criam uma bolha, fazem-se passar por nossos vizinhos. Mas não são hábitos, não são o normal.
Porque não é normal acordar e ter Jogos Olímpicos de inverno. O festim é quadrienal e, nestes que agora terminaram em Itália, assistimos a uma edição extraordinária de gelo e neve, com paisagens que nos reconciliam com a ideia desta cimeira de florestas, de bosques, de montanhas, de natureza, longe das imagens pós-apocalípticas de Pequim 2022, com fábricas abandonadas reinando no horizonte, centrais nucleares inutilizadas como pano de fundo de acrobacias e saltos de esqui.
Na verdade, a trilogia Euro 2024 na Alemanha, Jogos 2024 em Paris e Jogos 2026 em Milão-Cortina foi um ganhar fôlego, um respirar para recuperar de onde se vinha e ganhar forças para o que aí vem. Depois do infame trio de Rússia 2018-Pequim 2022-Catar 2022, que se assemelhou a uma guerra por descobrir o pior regime possível para ser anfitrião, os recentes Europeu de futebol e Jogos de verão e inverno suavizaram essa sensação.
Milão-Cortina, obviamente, não foi alheio à controvérsia e à discussão política porque os Jogos são política e política é controvérsia e discussão. Houve o caso do capacete ucraniano, JD Vance assobiado, a noção clara que um regresso da bandeira russa aos Jogos está próximos. Mas, produzindo o seu feito, a montanha italiana encantou-nos com os seus cenários de pequenas vilas alpinas, onde poderíamos imaginar uma Heidi cantando. Ganhou-se fôlego para o que se segue: o Mundial MAGA 2026.
Foram os Jogos de Johannes Høsflot Klæbo, o admirável homem das neves, rei de ouros; do golpe de teatro de Ilia Malinin, tão sobrehumano, tão humano; do reaparecer e morte dos fantasmas de Mikaela Shiffrin; do grito de dor de Lindsey Vonn; do skimo, a novidade, arte em que, além do físico, importa ser rápido na lida doméstica, como se estivessemos atrasados para o trabalho e tivéssemos de nos arranjar velozmente.
Aprendemos que o pénis pode criar casos na busca pela aerodinâmica; que no hóquei no gelo não vale tudo; que a patinagem continua a dar histórias extraordinárias; que há quem traia e decida confessar logo após vencer uma medalha; que é possível roubar uma colega e, meses depois, ganhar o ouro na mesma competição da lesada.
O medalheiro tem, novamente, a Noruega no topo. A tabela permite-nos comprovar que estes Jogos são, sejamos honestos, coisa de ricos: entre os 10 países com mais medalhas, todos estão no top 30 dos territórios com maior PIB per capita do planeta.
A Noruega brilhou, é certo, mas, como o New York Times especificou, há rankings para todos os gostos. A Alemanha reinou nas competições por equipas e em pistas a descer (com o bobsleigh e o luge), os EUA foram os mais fortes nas provas femininas, os Países Baixos dominaram quando se corria em pistas de gelo (olá, patinagem de velocidade). Entre os países cujos territórios ficam entre os 45º norte e os 45º sul de latitude, isto é, longe das zonas mais frias, os melhores foram a Coreia do Sul.
O desfile de glória teve os suspeitos do costume, a tradição e elitismo mantêm-se fortes nos Jogos de inverno, mas houve assomos de novidade. Espanha ganhou o primeiro ouro desde 1972, o Cazaquistão subiu ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez desde 1994, o Brasil e a Geórgia lograram inéditas medalhas.
E acabou. Adeus à rotina que não era rotina porque uma rotina não é rotina se dura duas semanas. Mas todos nos convencemos que era rotina porque é esse o feitiço envolvente do grande desporto.
Até 2030, quando todos voltarmos a acordar para o curling, seguir com o esqui alpino, dar um salto ao biatlo e terminar com a patinagem.

O que se passou
O infeliz caso da semana deu-se no Estádio da Luz: Vinícius acusou Prestianni de insultos racistas, proferidos logo após o golo do brasileiro no 1-0 do Real contra o Benfica. Cumpriu-se o protocolo? Que sanção poderá ter o brasileiro? As reações foram de Mourinho a Infantino, passando pelo governo brasileiro.
No campeonato, as águias bateram sem problemas o AFS, à mesma hora e pelo mesmo resultado do triunfo do Sporting em Moreira de Cónegos. No dia seguinte, o FC Porto respondeu e deixou tudo na mesma.
Lembram-se de quando o Rio Ave perdeu quase todos os seus golos no fim do mercado? O Estrela da Amadora ameaça ir para tribunal contestar a venda de André Luiz ao Olympiacos, clube também detido por Marinakis.
Antes do dérbi de Lisboa em futsal, a PSP deteve 124 adeptos na sequência de uma rixa. Toda a informação, pelo Hugo Franco.
Houve estreia para Miguel Oliveira no Mundial de Superbikes.
João Almeida foi terceiro na Volta ao Algarve, vencida por Ayuso e onde o fenómeno Seixas se estreou a ganhar em elites."

Três medidas, um compromisso: mais inclusão, mais conhecimento e melhores condições para o Desporto


"O desporto mudou. Hoje, já não chega contar medalhas ou somar praticantes. Um sistema desportivo só é verdadeiramente moderno quando garante que ninguém fica de fora por causa de uma barreira arquitetónica, da falta de conhecimento ou da ausência de oportunidades reais para o praticar.
O desporto tem o poder de unir, de capacitar e de transformar vidas. Esse poder só é plenamente cumprido quando existem condições reais para que todas as pessoas possam participar, aprender e evoluir. É a partir desta convicção que o Comité Paralímpico de Portugal reforça o seu compromisso com um sistema desportivo mais inclusivo, sustentável e preparado para o futuro, através do contrato-programa de Desenvolvimento Desportivo formalizado em dezembro de 2024. Este contrato, que assegura o financiamento público através do Instituto Português do Desporto e Juventude e foi celebrado também com o Comité Olímpico de Portugal, estrutura esse compromisso em cinco medidas, concretizando-o, no contexto que abordamos, em três eixos complementares de intervenção: o espaço, o conhecimento e a própria prática desportiva.
A primeira medida parte de uma ideia simples, mas decisiva: a inclusão começa na porta de entrada de uma arena de competição, no balneário acessível, na rampa que permite chegar à bancada. Apesar da crescente abertura à inclusão desportiva, as infraestruturas, na grande maioria dos casos, não asseguram condições adequadas para a prática desportiva de pessoas com deficiência. Esta medida apoia a requalificação, reabilitação e modernização de instalações desportivas, priorizando acessibilidade, segurança, mobilidade interna, sinalética inclusiva e eficiência energética ligada ao desporto para pessoas com deficiência. Tudo isto com equilíbrio entre rigor orçamental e capacidade de transformação. Não queremos requalificar apenas por requalificar. Queremos contribuir para a transformação de espaços que hoje excluem em lugares que acolhem, que promovem a autonomia e a dignidade.
Mas não basta transformar paredes e equipamentos. É preciso mudar também o modo como pensamos, organizamos e desenvolvemos o desporto. A segunda medida foi desenhada precisamente para isso. Pressupõe o financiamento de investigação aplicada ao desenvolvimento desportivo. Através de um programa de bolsas, atribuído pelo Comité Paralímpico de Portugal e pelo Comité Olímpico de Portugal, apoiam-se projetos científicos com aplicação direta ao terreno, em áreas diversas como o financiamento sustentável, a qualificação de recursos humanos, a participação, a inovação tecnológica, a integridade e, no caso particular do desporto paralímpico, a classificação funcional desportiva, pilar estruturante das competições paralímpicas. Queremos que universidades, centros de investigação e estruturas desportivas trabalhem lado a lado, para que o conhecimento produzido responda aos desafios concretos de quem dirige um clube, treina uma equipa ou gere um projeto de base.
A terceira peça deste compromisso dirige-se diretamente aos clubes e associações que, todos os dias, procuram fazer a diferença na vida das pessoas. O objetivo é apoiar até 400 projetos de inclusão de pessoas com deficiência na prática desportiva qualificada, sustentada e acessível. Falamos de programas de treino continuado, formação específica de treinadores e equipas técnicas, capacitação de parceiros de competição e assistentes, bem como apetrechamento com material adaptado e tecnologias de apoio, incluindo viaturas e outros equipamentos de mobilidade. Privilegiam-se territórios de baixa densidade populacional, contextos com pouca oferta de desporto inclusivo, projetos com forte impacto no número e diversidade de praticantes e iniciativas que contribuam para identificar e desenvolver talentos paralímpicos e surdolímpicos. Cada projeto apoiado representa mais do que um conjunto de atividades: é uma nova porta aberta a quem, tantas vezes, só encontrou o caminho da exclusão.
Estas três medidas não são iniciativas isoladas — integram a estratégia para o sistema desportivo desenhado no Plano Nacional de Desenvolvimento Desportivo, recentemente aprovado pelo Governo e apresentado publicamente. Melhoram, em termos de acessibilidade, as infraestruturas desportivas. potenciam a investigação e conhecimento relevantes e multiplicam oportunidades de prática desportiva. O Comité Paralímpico de Portugal assume, assim, a responsabilidade de liderar, mas também de convocar: clubes, associações, autarquias, escolas, instituições de ensino superior e parceiros da sociedade civil são chamados a juntar-se a este esforço coletivo.
Este tem de ser um momento de viragem. Temos vontade política e um programa financeiro sem precedentes, temos regulamentos claros e, sobretudo, a urgência de responder às expectativas de milhares de pessoas com deficiência que querem, simplesmente, aquilo que a Constituição consagra: o direito ao desporto. O que está em causa não é apenas executar programas. É transformar mentalidades, corrigir desigualdades que persistem e afirmar, na prática, que a inclusão não pode ser retórica. É ação.
Esta oportunidade é, acima de tudo, uma escolha sobre o tipo de País que queremos ser. Um País onde ninguém fica à porta por falta de condições. Um País onde o talento não se perde por ausência de oportunidades. Um País em que o desporto é um direito efetivo e não apenas uma promessa raras vezes cumprida.
É esse o caminho que estamos a construir. E queremos fazê-lo com todos, para que, no futuro, possamos olhar para o nosso sistema desportivo e dizer: aqui, ninguém ficou para trás."

Infantino e Ceferin: Piores que Blatter e Platini


"A denúncia apresentada ao Tribunal Penal Internacional contra Gianni Infantino e Aleksander Ceferin marca um ponto de ruptura, e veremos no futuro, se sem retorno. O futebol deixa de poder refugiar-se na ficção da neutralidade política.
A acusação de 120 páginas que imputam aos líderes da FIFA e da UEFA cumplicidade em crimes de guerra e contra a humanidade, sustenta que, ao integrar clubes israelitas sediados em colonatos ilegais nas competições oficiais e ao financiá-los, estas organizações normalizam a colonização e legitimam a transferência de população civil israelitas para os territórios ilegalmente ocupados na Cisjordânia.
O paradoxo é gritante: o futebol que se proclama escola de tolerância promove, na prática, uma exclusão estrutural. Os palestinianos não podem assistir, jogar ou treinar nesses clubes sediados em terras que são suas e que à luz do direito internacional vêm sendo ilegalmente ocupadas por colonatos israelitas. Ignorar esta realidade não é neutralidade, é colaboração!
Apesar dos apelos da Amnistia Internacional para suspender a Federação Israelita até à remoção dos clubes dos colonatos das suas competições internas, Infantino classificou o eventual afastamento destes clubes como uma “derrota” e defendeu até mudar os estatutos da FIFA para blindar Israel, revelando escandalosamente um duplo padrão ético. A FIFA que baniu rapidamente a Rússia, teme, no caso de Israel, confrontar a injustiça quando o custo político e financeiro ameaça ser maior.
A UEFA seguiu o mesmo caminho, recuou perante pressões diplomáticas e reafirmou, pelos factos consumados, que os seus princípios éticos são condicionados pela força dos interesses das grandes corporações.
É inaudita esta vassalagem das lideranças dos dois principais organismos do futebol mundial e europeu a interesses políticos doméstico e a beligerantes em conflitos territoriais.
Ao levar os dirigentes máximos do futebol ao Tribunal de Haia, que julga indivíduos, não instituições, o processo inaugura um precedente: as decisões sobre onde e sob que legitimidade territorial jogam determinadas equipas e clubes podem configurar cooperação em crimes de guerra.
Mesmo que Infantino e Ceferin jamais sejam condenados, o que se afigura provável, o escudo moral do futebol desapareceu por conta do seu posicionamento politico!
Se o desporto global quer continuar a invocar os direitos humanos contra o racismo e a exclusão, terá agora de aceitar que a partir de agora se jogará, também no Tribunal de Haia para os Direitos Humanos, o compromisso do futebol com a justiça e a humanidade.
Se Blatter e Platini encheram os bolsos por conta do futebol, parecem agora uns anjinhos por comparação com quem é actualmente conivente com o sofrimento humano."

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Domingo Alvarvio...

Damaiense 0 - 4 Benfica

Thais: Amado(Neide, 69'), Carole, Diana C., Lund; Pauleta(Cameirão, 63'), Gasper; Chandra, Moller(Tristão, 69'), Lúcia(Engesvik, 75'); Diana S.(Prieto, 75')

Com a Damaia a 'mudar-se' para o Algarve, vitória tranquila, em mais um jogo feio...!!!
Grande golo da Rakel...

Juvenis - 4.ª Jornada - Fase Final

Real Massamá 1 - 1 Benfica
Ferrerinha


Dois pontos perdidos, numa jornada pós-seleções (vários jogadores viajaram aos EUA para um Torneio), com muitos jogadores de 1.º ano, num jogo que não vi, mas onde o número absurdo de cartões Amarelos (10 amarelos no total!!!), indica ou muita porrada, ou mais um apitador incompetente! Voltámos a sofrer um golo de penalty!!!

Rodrigo, o 'pequeno' Herói | SL Benfica x AFS

Sorriso...

O Benfica Somos Nós - S05E45 - AFS

Rola a Bola #57 - Resumos FCP-SCP & SLB-Real Madrid) Caos no futebol!

Benfica tem silêncio como pior aliado


"Tentei encontrar um tema diferente para esta crónica, mas o que aconteceu no Benfica-Real Madrid, jogo da Liga dos Campeões, tornou‑se impossível de colocar em segundo plano.
O caso entre Prestianni e Vinícius Júnior assumiu proporções gigantescas e graves, expondo mais uma vez o problema do racismo no futebol. Fingir que nada se passou, ou que o que se passou não é sério, seria enterrar a cabeça na areia. Infelizmente, casos de racismo continuam a acontecer com frequência não só no desporto, mas em todos os setores da sociedade. Concordo inteiramente com Pep Guardiola, treinador do Manchester City, que defende uma transformação que comece na educação e na empatia. «Paguem mais aos professores», disse ele — e com razão.
Mas voltemos ao centro da polémica: este é um caso grave que, também pela dimensão dos envolvidos — Vinícius Júnior, a UEFA, e o Benfica de José Mourinho —, tem repercussões globais. A verdade é que alguém está a mentir ou houve um enorme equívoco. Ou Vinícius ouviu mal o que Prestianni disse, ou Prestianni proferiu realmente um insulto racista. De qualquer forma, não há alternativa clara para os clubes: o Real Madrid defenderá o seu jogador até ao fim, e o Benfica fará o mesmo. Cabe à UEFA garantir uma investigação rigorosa e consequente, como exige um tema desta gravidade. Independentemente do desfecho, o gesto de Prestianni — tapar a boca com a camisola para esconder o que disse — é lamentável. Quando é que acabará este hábito ridículo de jogadores e treinadores taparem a boca, como se não estivéssemos a falar de adultos capazes de assumir o que fazem e dizem?
Há um atleta que se diz vítima de racismo, e isso basta para que o debate mude de patamar. Ninguém conhece a fundo a história pessoal de Vinícius; por isso, não devemos nunca desvalorizar o que aconteceu. Não conheço Prestianni, mas não acredito que seja racista. No entanto, um ato racista, mesmo isolado, merece punição. E se se comprovar que as palavras foram mal‑interpretadas, também isso precisa de ser explicado com transparência e humanidade. A forma como o Benfica geriu o tema foi, na minha opinião, pouco sensível — tanto em relação à gravidade do assunto como ao jovem Prestianni, de apenas 20 anos e com uma carreira inteira pela frente.
As declarações de José Mourinho e o comunicado oficial das águias ficaram aquém do momento. O Benfica deve humanizar mais a abordagem. Uma intervenção clara de Rui Costa, o presidente do Benfica, poderia ter mostrado de forma mais inequívoca que o clube não tolera, nem permitirá, qualquer forma de racismo.
Caso o erro tenha sido de Prestianni, o caminho correto é evidente: assumir, pedir desculpa e aprender. O futebol profissional é exemplo — e quando se trata de racismo, não há espaço para ambiguidades. Para Vinícius, para Prestianni, e para todos os que ainda hoje sentem esta ferida aberta no desporto mundial (e não só), este episódio deve servir de lição e mudança."

Calhou bem a Benfica e Sporting: rivais pressionam Dragão


"Leões e águias venceram e convenceram, que é mesmo aquilo de que o FC Porto está a precisar... Pode ser injusto, mas parece que nesta altura quem vai à frente tem mais a provar

Sporting e Benfica venceram ontem os respetivos jogos mas, mais do que a aproximação pontual ao líder do campeonato (que joga hoje), ficou um sério aviso por via dos resultados avolumados (3-0 em ambos os casos) e pelo domínio total das partidas.
Numa Liga historicamente muito desigual entre os três primeiros e todos os outros, nem sempre os grandes têm conseguido impor-se do primeiro ao último minuto de jogo, como aconteceu ontem na Luz e em Moreira de Cónegos. O grau de exigência não era, à partida, o mesmo, uma vez que o Benfica recebia o último da tabela e o Sporting viajou até uma das sensações do Minho, mas à medida que o campeonato avança é certo e sabido (e repetido à exaustão, desculpem) que todos os pontos ficam mais difíceis de conquistar. Se havia dúvidas sobre as exibições e os resultados inconstantes dos encarnados, ou sobre os muitos golos decisivos dos leões apenas nos últimos minutos, a 23.ª jornada veio pelo menos acalmá-las, para não dizer dissipá-las.
Calhou bem ao Benfica, que daqui a uns dias vai a Madrid menos escondido atrás da camisola, e calhou bem ao Sporting, cujos adeptos gritaram «tricampeões» com plena convicção de que estão destinados a isso, ainda com tanta jornada por jogar.
A Norte, tem a palavra o FC Porto, que recebe esta noite um frágil Rio Ave no Estádio do Dragão, mas que também terá de superar as próprias dificuldades, seja através de lesões ou da qualidade de jogo. Na conferência de imprensa de antevisão, Francesco Farioli revelou que esteve a rever com a equipa 33 momentos dos quatro últimos jogos em que o que podia ter sido uma grande oportunidade não deu golo. Por muito que o italiano desdramatize, são mesmo muitos momentos que demonstram a atual fragilidade ofensiva dos dragões, ainda por cima agora sem Samu.
E nesta Liga, que repito ser muito desigual entre os três grandes e os outros, dá muito jeito marcar golos para vencer tanto as partidas mais difíceis como estas que teoricamente não o são. Pode ser injusto, mas por vezes acontece: quem vai à frente parece que tem nesta altura mais a provar. O FC Porto de Farioli chegou até aqui por ser o melhor, mas também especialmente por sofrer muito pouco. Só que essa prioridade abanou com o Casa Pia e o Sporting e o jogo seguinte, com o Nacional, só veio mostrar que os azuis e brancos não desejam (ou conseguem) muito mais do que um 1-0. E claro que se pode ser campeão com muitos 1-0, mas a convicção dos que ganham por três e a jogar muito bem é outra..."

BF: Zé Neto...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Bah como uma fénix, o génio Catamo e um FC Porto "meio coxo"

Tony: Narrativa...

CBS: Rafa Leão...

Bonamici: Seixas...