Últimas indefectivações

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Início atribulado

Mauro Xavier, in Record

Se amas o futebol, pões o Neres a titular

Vasco Mendonça, in A Bola

Manita...

Portimonense 0 - 5 Benfica


Manhã animada no Algarve, com uma goleada, apesar do desperdício e de pelo menos 2 penalty's por marcar!!!

Chamados para as seleções


"Esta edição da BNews é dedicada a vários assunto da atualidade benfiquista.

1. Convocatórias internacionais
Já são conhecidas cinco chamadas para as seleções com vista aos próximos compromissos internacionais. A saber, Otamendi, Di María, Trubin, Musa e Morato.

2. Ingressos disponíveis
Estão à venda os bilhetes para o próximo embate dos comandados de Roger Schmidt (frente ao Gil Vicente, em Barcelos, sábado às 20h30).

3. Plantel à lupa
Conheça em detalhe, nesta peça de O Benfica, o plantel da equipa masculina de voleibol.

4. Triunfo na estreia da competição
Em entrevista à BTV, Rui Passo, vice-presidente do SL Benfica, destaca a importância, para o Clube, da vitória na primeira edição da Taça Intercontinental Sub-20.

5. Ano de ouro da formação
O diretor-geral do Benfica Campus, Pedro Mil-Homens, reforça a relevância das conquistas da UEFA Youth League e da Taça Intercontinental no mesmo ano.

6. Prossegue a pré-temporada
As inspiradoras continuam a preparar o ataque ao tetra. Andrea Falcón, reforço para 2023/24, fala da adaptação ao Clube e ao grupo de trabalho, bem como das novas condições de treino à disposição do plantel.

7. Início dos trabalhos
A equipa feminina de basquetebol do Benfica já se prepara para uma temporada em que pretende regressar ao topo da modalidade.

8. Triunfo em torneio especial
Os Sub-17 do Benfica venceram a In Memoriam Miklós Fehér ETO Cup, disputada em Gyor, Hungria.

9. Assinalável crescimento nas redes sociais
Depois de, em 2022/23, o Benfica ter obtido um incremento de 23% da audiência nas seis principais redes sociais, é agora atingido um novo marco, ao tornar-se no primeiro clube português a atingir os dois milhões de seguidores no TikTok."

A Verdade do Tadeia #2024/12 - O novo FC Porto e o investimento no Boavista

Terceiro Anel: Diário...

A entrar nos eixos


"Depois de um começo em que tudo o que podia ter corrido mal aconteceu, o Benfica regressou a casa com a obrigação de entrar nos eixos contra um recém-regressado Estrela da Amadora. Com algumas alterações no onze e uma surpresa, a utilização do jovem Samuel Soares. Presumindo-se que na origem desta alteração esteve um motivo disciplinar, a alteração torna-se não só compreensível, como incontornável.
O Benfica bem podia reivindicar o velho slogan revolucionário e afirmar que “a vitória foi difícil, mas foi nossa!”. E foi justa. Durante toda a primeira parte as águias dominaram, circularam a bola, mas faltou acerto final e finalização. O que se manteve na segunda parte, adivinhando-se um pressing final que para os otimistas, como eu, resultaria seguramente em golo.
Foi então que entrou em cena David Neres e em pouco tempo jogou, mexeu com a partida, assistiu por duas vezes e resolveu o encontro. Fica a ideia de que o virtuoso brasileiro devia ser titular, mas também não é mau que seja a arma decisiva para resolver jogos, quando estes se vão complicando. Com destaque igualmente para Rafa (sempre bem) e para a estreia de Tengstedt a entrar e a marcar.
Num campeonato que parece começar renhido, em que o Sporting, com este golo escandaloso em fora de jogo tem, pelo menos, quatro pontos a mais; em que os jogos do Porto só terminam quando o Porto marca, o Benfica parece estar ainda à procura das melhores soluções. Roger Schmidt, ao contrário da época passada, até pelo excesso de oferta, parece não ter definido ainda o onze ideal, mas tem matéria prima para jogar muito e bom futebol."

Sensibilidade Futebol Clube


"Uma dose de sensibilidade com uma leve pitada de egocentrismo não faz mal a ninguém. O problema é que no futebol, seja dentro ou fora das quatro linhas, a receita quase sempre desanda. Passa do ponto.
Jogadores, ex-jogadores, treinadores, dirigentes, jornalistas, comentaristas e até mesmo torcedores têm - e gostam de ter - um senhor rei na barriga. Uma prepotência difícil de controlar, especialmente quando a contestação é pública.
Roger Schmidt criticou Odisseas Vlachodimos por ter falhado e fizemos disso quase uma versão futebolística da terceira guerra mundial. Faltou autocrítica ao alemão, é verdade, mas as palavras sobre o grego tomaram proporções surreais.
Sim, há formas e formas de tratar preferências e insatisfações, de gerir um grupo de atletas, mas me custa aceitar calado a revolta armada criada por causa de uma avaliação individual, que, no fundo, praticamente todos concordaram.
Quem vive da bola trabalha pesado e abre mão de muitas coisas. É indiscutível. Porém, há o outro lado da moeda. Os jogadores, sobretudo dos grandes clubes, têm do bom e do melhor. Salário, estrutura, idolatria, proteção, mordomias, entre outros. São mimados.
Alguns lidam bem com o mimo e não se deixam levar. Outros nem por isso. Se acham mesmo acima de qualquer crítica, muito por conta da bolha altamente blindada em que estão inseridos desde muito cedo. Intocáveis.
O futebol de alto nível é feito de incontáveis bônus, mas também de diversos ônus. É lidar. Nem tudo são flores."

Zero: Mercado...

Alerta...


"Passaram poucos dias desde que Sérgio Conceição colocou o futebol português na lama (mais uma vez!!). Para além da recusa em sair do terreno de jogo, após receber ordem de expulsão, ainda se deslocou ao balneário, no jogo seguinte (estava suspenso), num claro desrespeito pelos regulamentos disciplinares, arranjando subterfúgios na Lei para o fazer, com o consentimento da Liga e FPF.
Lembrar que no jogo da Supertaça, o treinador do FC Porto, só esteve no banco porque uma decisão do TAD o permitiu.
A comunicação social, rapidamente encontrou novos temas para encher programas. As falsas "birras" do Vlachodimos, do Neres, do Morato, do Schmidt, etc. A juntar a isso, os últimos dias têm sido uma roda viva no que a transferências imaginárias dizem respeito.
O desastroso negócio do Otávio, não serve de tema. A falta de interessados num Taremi cada vez mais infeliz, não são conversa. A falta de interessados em Diogo Costa, já não importam a ninguém. Não há quem questione a FPF por permitir a inscrição de Alan Varela e depois não jogar por ter documentos retidos. Ninguém se interroga porque carga de água, um determinado canal de televisão, faz a contagem regressiva para informar quantas jornadas faltam para ter um Sporting campeão. Não é debate às constantes benesses da arbitragem, que permitem ter um Sporting líder do campeonato.
Tudo temas sem o mínimo interesse para a comunicação social...
Alguns adeptos do Benfica (até nas televisões) ajudam à festa. Passaram a semana a apontar o dedo ao grego por falhar no jogo do Bessa ou ao treinador por ter dito que Vlachodimos falhou nesse jogo, numa conferência de imprensa.
Este é um assunto sensível. Mas só o é em Portugal. Toda gente se recorda, da quantidade de vezes que José Mourinho condenou publicamente jogadores seus. Assim rapidamente, lembrar do Ricardo Carvalho no Chelsea:
«(...) depois de quatro anos de trabalho em conjunto, (...) provavelmente será necessário fazer um teste ao QI».
Ou a Cristiano Ronaldo:
«(...) o melhor futebolista que vi jogar foi... Ronaldo, o antigo avançado brasileiro a quem chamavam de Fenómeno».
Não veio mal ao mundo...
O Benfica necessita de estar unido. A uma só voz, com adeptos ferverosos, no apoio incondicional ao clube. Este será um ano dos mais difíceis que veremos o Benfica passar, até pelas circunstâncias atuais do futebol português. E se não somos nós a fazer a defesa do nosso clube, então quem será!?
Deixem-se de críticas aos nossos jogadores. Deixem-se de críticas ao nosso treinador.
O Benfica ganhou, sem Odisseias, sem Neres a titular, com Aursnes a defesa esquerdo, sem sofrer golos. Que mais podíamos pedir!?
Mas mais importante que isso é não esquecer que o FC Porto ganhou aos 90'+10', com um golo marcado por Marcano que, aos 36 anos, após 100 minutos de jogo, fez um sprint de fazer inveja a qualquer jovem. Ou o Sporting, que venceu com um golo irregular que o CD da FPF, considerou publicamente (inédito!!) ser um erro do árbitro.
Gastemos as nossas energias na defesa intransigente do SL Benfica e deixemos os ressabiado a falar sozinhos.
Carrega Benfica...
Unidos somos mais fortes!🔴⚪🦅"

Elixir...!!!


"O FC Porto o Farense venceu aos 90+10', com um golo do capitão Marcano.
O que ele correu o jogo todo.
Aquele sprint final foi qualquer coisa!!
Nem parece que tem 36 anos, pois não...!?😏"

Vamos a contas!

O Estado, os cortes da Santa Casa e os feitos desportivos excecionais


"É de questionar se, perante a desresponsabilização social e desportiva, se devem manter os privilégios da Santa Casa nas concessões públicas de jogos de sorte e azar.

De supetão a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, detentora de concessões exclusivas de jogos de sorte e azar e fiel depositária de competências da segurança social no concelho de Lisboa, comunicou a diversas federações desportivas e aos comités olímpicos e paraolímpicos o fim dos apoios financeiros. A repentina interrupção dos compromissos com o desporto português, fundada nas dificuldades da instituição, depois de sucessivos desmandos de gestão, em Portugal e no exterior, a coberto da rédea larga do poder político, é reveladora da relação nacional com a prática desportiva. Exultamos com os feitos desportivos, logo clonados pela presença de protagonista político qualquer, por rasgados elogios sobre a conquista ou por uma reação de afago do Presidente da República a partir de Belém ou de outra latitude, mas achamos coletivamente que tudo cai do céu. Aliás, o facto mais espantoso no plano corrente do desenvolvimento das atividades desportivas de competição, é o de algumas federações terem de contrair empréstimos bancários ou negociarem descobertos para boa parte dos primeiros meses de cada ano, porque o dinheiro do Estado só chega lá para junho. Ou termos atletas de seleções nacionais a conduzirem e a deslocarem-se de automóvel durante milhares de quilómetros, a dormirem em tendas, para depois competirem nos campeonatos da Europa da modalidade em nossa representação, como acontece, por exemplo, com o kayak Polo.
Sem um esforço integrado e sustentado, os feitos desportivos continuarão a ser acontecimentos excecionais, fruto de circunstâncias e não de uma vontade coletiva, da alocação de recursos e da previsibilidade de uma orientação política destinada à promoção da prática de estilos de vida saudáveis, à valorização do talento nacional e da afirmação de bons níveis competitivos.
Sem os apoios da Santa Casa, resultantes das contrapartidas das concessões exclusivas dos jogos de sorte e azar, perde-se ainda mais chão para a sustentabilidade da prática desportiva de competição e para as atividades de formação das diversas modalidades, a menos que o Estado se chegue à frente, disponibilizando mais recursos para o setor, como devia fazer de forma sustentada, a tempo e horas, sem cativações ou burocracias ridículas, entre o desleixo e as conta-gotas.
A degradação da saúde financeira da Santa Casa aconteceu porque a instituição sempre foi vista como uma espécie de prateleira dourada de protagonismos, com uma ampla margem de arbitrariedade na gestão, recursos infindáveis e diminuto escrutínio público e político das tutelas. O gigantesco poder de meios publicitários num contexto de empresas de media à míngua de dinheiro para as contas e a capacidade de integrar estrategicamente pessoas nos quadros para reforçar os compromissos com o perfil das gestões trataram do resto das cortinas de fumo. As dificuldades financeiras resultam da complacência do Poder Central e das suas lideranças, comprometidos com grupos de interesses partidários, e de opções de gestão desastrosas que, há muito, deveriam ter sido estancadas e devidamente sancionadas. Uma vez mais, os sinais sucederam-se, sem que houvesse ação ou escrutínio. Agora é gerir o quadro de desastre, com impactos relevantes na sociedade portuguesa. Pagam os atletas, as federações desportivas e os comités olímpicos e paraolímpicos. Resultarão em menos desporto e menos resultados para as exaltações nacionais com os feitos de mulheres e homens que são seres excecionais, não o resultado de uma aposta sustentada na atividade física e nas modalidades desportivas.
É claro que persistirão sempre umas migalhas no Orçamento de Estado, a responsabilidade social de algumas empresas e o compromisso sustentado das autarquias locais com milhares de clubes e instituições do movimento associativo que disponibilizam oferta de atividade física e apoiam o desenvolvimento de modalidades, mas é suficiente? Claro que não.
Sem uma vontade política sustentada e traduzida em previsíveis recursos, públicos e privados, os feitos continuarão a ser excecionais e Portugal continuará a ser o país da União Europeia com pior atividade física, em que 45% dos adultos portugueses fazem menos de 150 minutos de atividade física por semana, numa espiral de perda acentuada desde 2017.
Sem somar na aposta política e nos apoios, em vez de subtrair, como acontece com a deliberação da Santa Casa, não se estanca o galgar de terreno do sedentarismo, com impactos no bem-estar e nos serviços de saúde.
Acresce que os condicionamentos da pandemia na prática desportiva, sobretudo das modalidades coletivas, deveriam estar a ser alvo de uma estratégia integrada de resgate dos que se ficaram pelas consolas e de mobilização de mais crianças e jovens para a atividade desportiva sustentada, além dos sacrifícios fantásticos de muitos pais, famílias, clubes e federações para que as dinâmicas positivas se mantenham. Mas, não, a resposta do Estado, através da Santa Casa, é a do corte nos apoios, a um ano dos Jogos Olímpicos de Paris. Que belo exemplo para a realidade e para a sociedade portuguesa!
Acresce ainda que, para além da promoção do bem-estar mental e físico, a atividade física e o desporto têm uma enorme capacidade de integração social e de geração de dinâmicas positivas em contextos individuais e comunitários difíceis. Também por isso, deveriam ser um importante pilar das políticas de saúde, integração social, segurança social e administração interna. Mas, não, está remetida a impulsos excecionais do Poder Local e de algumas sensibilidades isoladas mais apuradas, sem meios de sustentabilidade e generalização do virtuosismo do desporto na integração e realização individual.
Em suma, a retirada de apoios ao desporto da Santa Casa é um desastre, quem gerou o quadro de dificuldades na instituição, por ação e omissão, deve ser responsabilizado e o Estado tem de suprir a perda de recursos para as federações e comités, em tempo útil e para o futuro. Também é de questionar se, perante a desresponsabilização social e desportiva, se devem manter os privilégios da Santa Casa nas concessões públicas de jogos de sorte e azar.
É preciso vontade e recursos para transformar a excecionalidade dos feitos desportivos em algo corrente, resultante de outra aposta na atividade física e nas modalidades desportivas. Olha-se e não se vislumbra essa ambição."

No Princípio Era a Bola #3 - O teste para Conceição e os problemas que Schmidt resolve depois de os criar

Jogo pelo Jogo #2

3x4x3, excerto...

Segunda Bola, excerto...

Segunda, excerto...

Benfica FM #243 - Estrela...

Visão - S05E02 - Estrela...

RND - Carrega #20

Cabral...

Sortes!!!

Omitido...

Por onde andas tu VAR?

Farinha...!!!


"Nuno Farinha, comentador da CNN Portugal - ex colaborador do Departamento de Comunicação do SL Benfica - nunca superou a sua saída dos encarnados.
Acusado e visado de "bufo", desde que foi para a estação noticiosa de televisão, empenhou-se numa campanha negativa contra a sua antiga entidade patronal. Cada oportunidade de notícia serve para tentar denegrir e criar atrito entre os adeptos do Glorioso, de modo a que a blindagem interna do balneário possa ter brechas.
Este fim de semana assistimos, na imprensa, a uma história recambolesca, envolvendo o treinador Roger Schimdt e Odisseias Vlachodimos.
Vamos a factos:
- Roger Schimdt, em conferência de imprensa, confirma o que toda gente comentou após o jogo do Bessa; Vlachodimos não esteve bem;
- Roger Schimdt, no Seixal, comunica ao grego que não será o titular no jogo com o Estrela;
- Vlachodimos não gostou de saber. Falou com o treinador (conversa normal entre treinador/jogador), por saber que Roger Schimdt dá abertura aos jogadores (devido à sua, já mais que elogiada, frontalidade) para o fazer;
- O alemão explicou as suas razões mas o guarda redes (com elevação e educação) continuou a não entender e aceitar (mal seria do Benfica se tivesse um jogador que aceitasse bem ficar fora do 11);
- Roger Schimdt retira Odisseias da convocatória e diz-lhe para descansar e aproveitar o fim de semana com família e os amigos;
- Vlachodimos acata a decisão e a conversa termina por ali (os dois capitães testemunham tudo).
Fim do tema.
Mais ninguém assiste e os restantes jogadores, no balneário do Seixal, nem se aperceberam de nada.
Naturalmente - o grego - comentou com o seu empresário, numa situação normalíssima na relação entre os dois.
E é aqui que as coisas mudam: O empresário de Vlachodimos, que tem relação profissional, de promoção da comunicação do jogador, com a empresa Sports Tailer (onde trabalha Nuno Farinha) comenta a situação com alguém.
Ora, isto é somar 1+1 e logo se percebe o que aconteceu:
✅ Nuno Farinha toma conhecimento do sucedido,
✅ Nuno Farinha trabalha para a CNN,
✅ A CNN dá, em primeira mão, a notícia, apanhando toda a restante comunicação social desprevenida,
A ideia foi sempre passar a imagem de que o guarda-redes foi incorreto e que existem problemas no trato do treinador com os jogadores.
Não admira, pois, que o próximo passo, seja criar uma novela com a possível saída do grego, com horas a fio de notícias de uma possível transferência com imenso clubes interessados.
Em momento algum o guarda redes grego foi incorreto ou levantou a voz para o treinador. Nem, tampouco, o contrário aconteceu. Foi algo tão natural que ninguém passou cartão ao sucedido, excepto - claro está - Nuno Farinha, que aproveitou o momento para criar ao seu tema semanal preferido. Atacar o SL Benfica...
Um caso, que não foi caso e até desmentido em alguns círculos mais fechados de benfiquistas.
Uma conversa banal e normalíssima que foi transformada numa novela, por alguém que continua ressabiado e com coisas mal resolvidas com o SLBenfica. O Benfica não deve nada a este senhor, mas pelos vistos ele continua a achar que tem o direito de falar o que quer sobre o clube. Não lhe bastaram os anos que foi Acessor de Imprensa, que mais não fez, se não, criar problemas internos ao Benfica.
Os Benfiquistas podem andar distraídos, mas nós não andamos. E sempre que tivermos oportunidade, iremos desmascarar Nuno Farinha.
"Um vintém será sempre um vintém"."

5 minutos: Diário...

Fever Pitch - Voltámos! E já está tudo embrulhado

O Futebol é Momento S02E03 - Enquanto não te pesas, não estás pesado

A Verdade do Tadeia 2024/11 - Grandes ganham, mas a sofrer

A Verdade do Tadeia - Flash - Porto...

Tailors #5 - Bruno Paixão...

Águia: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Chuveirinho #37 - VARandas em Rio Maior

Zero: Negócio Fechado #15 - Trezéguet...

Domingo, excerto...

Tailors #3 - Helton Leite...

Tailors #2 - Sílvio...

Nova governança para o desporto


"Desenvolver as atividades desportivas para o maior número possível de pessoas e acolher com êxito os Jogos Olímpicos e Paralímpicos em Paris, em 2024, são os dois compromissos centrais do projeto desportivo da França. Para responder a estas duas ambições e repensar a organização do desporto francês, foi pedido ao Ministro do Desporto de então que iniciasse “um processo de reforço da confiança no movimento desportivo francês, dando maior autonomia às federações desportivas e ao Comité Olímpico Nacional, bem como aos atores locais. Por outro lado, é preciso recentrar a ação do Estado nas suas missões essenciais de coordenação, regulação e controlo, nomeadamente no domínio do desporto, incluindo a ética”.
O que se pretende é uma abordagem ampla da noção de governação, concebida como o sistema produzido pelas relações entre os atores do ecossistema desportivo, as regras internas específicas de cada um deles e o quadro regulamentar em que operam. Esta é uma abordagem clássica, em que a governação corresponde à aplicação de um conjunto de mecanismos (regras, normas, protocolos, convenções, contratos, etc.) para assegurar a coordenação dos atores de uma organização, cada um detentor de uma parcela de poder, a fim de tomar decisões consensuais e lançar ações concertadas.
Vários seminários temáticos foram realizados no território francês. Estes eventos combinaram o trabalho em workshops para definir os cenários de desenvolvimento, identificar os pontos de consenso e de debate e um debate em plenário com base nos resultados alcançados.
A questão que se coloca é a seguinte: porquê um novo modelo de governança para o desporto? Embora o modelo atual de governação desportiva tenha sobrevivido durante vários períodos, mostra agora os seus limites em termos de eficácia e de eficiência e já não responde às expetativas sociais.
Em Portugal, deveríamos seguir um modelo de reflexão semelhante. As universidades poderiam propor a realização de seminários temáticos, incidindo em quatro eixos temáticos:
1) federações, clubes, práticas e organizações desportivas;
2) desporto, Europa e territórios;
3) Meios de desenvolvimento desportivos;
4) Expetativas sociais relacionadas com a prática desportiva.
Estou certo de que poderiam surgir boas conclusões e propostas concretas de ações práticas em prol do desporto português."

segunda-feira, 21 de agosto de 2023

Obrigado...

Neres...

RND - Soares: Era Só Isto - Odysseas...

Bigodes: Estrela...

O Benfica Somos Nós - S03E05 - Estrela...

5 minutos: Estrela...

Vambora: Estrela...

Águia: Neres...

Mateus: Equilíbrios, largura, simetrias e pausas...!!!

Mateus: Vlachodimos...

Sem emenda

Jaime Cancella de Abreu, in O Jogo

O desafio da transparência


"Nunca são fáceis os dias de quem escolheu o caminho da arbitragem. Em campo, em sala ou na estrutura, há sempre demasiados desafios a enfrentar, o maior dos quais assentará na enorme emocionalidade, para não dizer irracionalidade, que comanda corpo e alma da maioria dos adeptos. É terrível tentar pregar numa freguesia de ateus, onde cada palavra ou decisão jamais agradarão a gregos e troianos.
Vem a constatação a propósito do que aconteceu no último Casa Pia -Sporting. Pela primeira vez desde que tomou posse há sete anos, o Conselho de Arbitragem (CA) fez a escolha de se pronunciar, no imediato, sobre uma ocorrência técnica de jogo:
— Perante a evidência de erro comprovado tecnologicamente (por favor, não confundir com erro de interpretação em campo), teve a coragem de assumir publicamente uma falha humana.
Podia não o ter feito, escudando-se num silêncio que, já percebeu, não serve a classe; poderia ter camuflado a questão por outras vias; poderia até ter-se justificado de forma mais oficiosa e menos oficial, mas preferiu o caminho da transparência e da frontalidade. Fez bem, muito bem.
A verdade é que a equipa de vídeoarbitragem cometeu um erro de análise com relevância direta no resultado, quando tinha todas as condições operacionais para acertar.
Esta é aliás a grande diferença em relação a outras avaliações erradas que ocorrem amiúde por esses relvados fora e que até aconteceram em Rio Maior também. Esta posição do CA fez-me lembrar um momento insólito que aconteceu há uns anos na liga italiana, quando um árbitro exibiu um cartão amarelo a um jogador e assinalou pontapé-livre indireto contra a sua equipa, pelo facto dele ter levantado deliberadamente a bola dos pés para a cabeça, para poder atrasá-la ao seu guarda-redes (que por acaso não a tocou com as mãos). A regra aí é clara e o gesto em si tem que ser sancionado da forma que foi. O problema é que quase ninguém sabia. Da execução do tal pontapé nasceu, claro está, o golo que determinou o resultado final. Se é para ter drama, que seja em grande. Ao perceber a controvérsia potencial que a decisão originaria e antes que o ruído se arrastasse por semanas a fio, o então Comité de Arbitragem pediu ao juiz que fosse à sala de conferência de imprensa esclarecer toda a questão. A opção inédita teve o mérito de esvaziar por completo tudo o que se antecipava: a esmagadora maioria das pessoas elogiou a atitude, a regra passou a ser clara para todos e a polémica enorme que estaria iminente morreu à nascença.
A questão aqui é exatamente a mesma: situações de exceção merecem medidas de exceção. Claro que as reações ao comunicado de sexta-feira dividem-se entre os que ficaram agradados com a iniciativa e os que logo apontaram dedo acusador ao CA, como quem diz: agora vou ver se fazem o mesmo em todos os jogos ou a semana passada não disseram nada quando este e aquele fizeram isto e aquilo. São as tais emoções a afetarem a clareza de raciocínio que aquele momento, que todos deviam entender como absolutamente excecional, merecia.
O reconhecimento de erro não é um processo fácil para ninguém, mas serve para distinguir o quilate moral de quem manda, em momento sensível. Não atenua a gravidade da situação nem pode ressarcir desportivamente quem foi lesado, mas mostra elevação e dignidade e isso é sempre elogiável.
O que toda a gente espera agora é que a opção seja idêntica em todas as situações onde lances desta natureza (repito, desta natureza) possam acontecer.

Nota final para um mas que tem que ser aqui mencionado, por ser da mais elementar justiça para os profissionais que estiveram na Cidade do Futebol:
— Não foi boa, a opção de atirá-los para a fogueira imensa que é a duríssima opinião pública.
Decisões deste calibre têm que ter consequências para quem erra, isso é óbvio, mas a necessidade de as enunciar publicamente com tudo muito a quente, vendeu para o exterior a ideia de que a estrutura se estava a demarcar da falha cometida. Que nada tinha a ver com o que aconteceu. Mas tinha. E tem. Em última instância, aquele erro também foi da sua responsabilidade, porque é a estrutura que credencia, prepara e nomeia árbitros e videoárbitros. Na arbitragem, o erro de um é sempre o erro de todos. Caímos todos, levantamo-nos todos. E quando é preciso punir um dos nossos, quando é necessário tomar decisões difíceis, devemos tomá-las primeiro dentro de casa e só depois, se for caso disso, cá fora.
Toda a gente perceberia que aquela dupla ficaria ausente das próximas nomeações, se fosse esse o castigo escolhido. Seria, como sempre foi, um raciocínio fácil de fazer. Essa seria uma gestão muito mais justa e eficaz do que a escolha em crucificá-los publicamente. Não sendo seguramente a intenção, soou a populismo.
Quando se lançam culpas assim, corre-se sempre o risco de se causar mais dano que benefício. Os dois profissionais que ali estavam já deram muitos anos da sua vida à arbitragem, com entrega total e desmesurada. Os dois homens que ali estavam também. Não é assim que se recupera a sua moral.
Quanto ao resto... chapeau. São novos tempos, estes que agora parece respirar a arbitragem portuguesa. Ainda bem."

Sem repetições!


"Estas transmissões da BTV estão cada vez piores. Escondem lances, não mostram linhas, não mostram repetições de lances duvidosos...
Cada vez mais tendenciosos! 🤔😏"

Só falta o CD multar o Farense por esta tarja!! 😏

Azias desleais!!!


"Na semana passada era só vivas ao Boavistão.
Esta semana a competitividade é desleal e as condições não são as mesmas para todos.
O que mudou!? 🎶O BENFICA GANHOU!! 🎶"

O BENFICA GANHOU ⚪🔴🦅


"✅ Com ou sem Vlachodimos;
✅ Com ou sem Ristic.;
✅ Com Aursnes à direita, à esquerda ou ao meio.;
O que importa são os 11 que estão lá dentro. Mesmo com uma arbitragem vergonhosa.
O BENFICA GANHOU ⚪🔴🦅"

Exemplo entre vários!!!

Revoltante...


"2017. Em 2017 denunciámos o fanatismo de Inácio Pereira pelo Calor da Noite. Passaram 6 anos, e em vez deste senhor ter sido afastado da arbitragem nacional, continua a passear pela 1ªCategoria, a estar presente em jogos do Benfica e do seu Calor da Noite. E, como tal, a adulterar resultados de jogos a seu bel prazer, como hoje tentou fazer no Estádio da Luz. Inácio Pereira foi o fiscal de linha que indicou ao árbitro Gustavo Correia o suposto penalti de Florentino, quando este não faz qualquer movimento com o braço, mantem-no junto ao corpo e não ganha qualquer tipo de volumetria. Valeu um VAR atento para rectificar mais um decisão premeditada e com objectivo claro de prejudicar/beneficiar um clube, tal como ontem aconteceu em Rio Maior no jogo do Sporting Clube da Banca.
Tal como ontem, se o VAR não funcionasse hoje, teríamos tido mais um resultado mentiroso e mais um atentado à verdade desportiva.
Os nomes têm de ficar e ser relembrados todos os dias:
- Inácio Pereira
- Hugo Miguel
Da parte do Benfica, continuam-se a ouvir...grilos. Nem uma palavra. Revoltante!"

Regresso feliz a casa, com vitória difícil, mas justíssima!


"Benfica 2 - 0 Estrela Amadora

00' Matei, por fim, saudades da funzone, o meu lugar de eleição antes dos jogos. E também dos meus cúmplices vizinhos de bancada. Incrível ambiente de casa cheia.
00' Estavam à espera de Trubin ou Vlachodimos? Tomem lá o Samuel Soares! Aursnes a defesa esquerdo? Parece que é o fim de linha para o Ristic, como foi para o Gilberto. Muita curiosidade para ver o Arthur.
01' Um dos meus vizinhos diz que gosta do Arthur! "Tem caparro, vi um video no YouTube e é craque."
18' Primeiros bons apontamentos de Arthur. Intervenção de Samuel fora da área, com os pés, a Catedral está com ele.
32' Domínio do jogo é nosso - mal seria... Finalmente uma grande oportunidade, ai, ai, Arthur...
41' Di María a fazer subir o termómetro da Catedral: grande jogada, enorme defesa do guarda-redes.
45+1' Final de primeira parte em cima deles com várias jogadas perigosas. Fdx, metam lá a merda da bola na baliza do Estrela, crl!
46' Sai João Neves?!? Lesão? Venha o Florentino! E porque espera Schmidt para meter o Neres?
48' Árbitro a dar nas vistas, manhoso nas decisões, faz o que quer, sabe que o Benfica não fala...
56' Penálti??? Florentino está com o braço junto ao corpo. Nem sei se bate no braço. VAR chama e ele anula. Está doido por nos entalar. 69' Entra Neres, crl! Com 70 minutos de atraso...
74' Jogadores do Estrela vão ficando caídos no chão, vamos ver quanto tempo dá no fim.
77' Guarda-redes deles a ser o homem do jogo. Neres a levar a equipa às costas, jogadas atrás de jogadas.
79' Neres outra vez, toma lá Tengsted para marcares à primeira vez que lhe tocas: 1-0!!! Estava a ver que não...
90'' A segurar os 3 pontos.
90+3' Neres quer mais: toma lá Rafa, é só marcar: 2-0, está ganho. 58.479 almas benfiquistas felizes e aliviadas.
90+11' Já está! Próxima paragem: Barcelos. Agora vou festejar a vitória, não me interessam polémicas, deixo isso para as Cofinas da vida!"

Casper, o fantasma amigo do Benfica de um treinador com dúvidas


"Com um ‘momento Pepa’, o dinamarquês Tengstedt, que tem quase nove meses de Benfica, fez um golo ao primeiro toque que deu no seu primeiro jogo no Estádio da Luz para desbloquear a vitória (2-0) contra o Estrela. Os encarnados remataram muito, mas as oportunidades flagrantes surgiram, sobretudo, antes do intervalo. Estreando Samuel Soares a titular na baliza, Roger Schmidt deixou sinais contraditórios a partir do banco, de onde David Neres demorou a sair

Nem há um ano, o Samuel entroncado pelos ombros largos e cheios que lhe dão ar de quem vestiu uma camada de armadora por baixo da camisola, estava na cidade da Trofa, um quê aventurado fora da sua área, sem adversários a importuná-lo por perto. Um relvado do Trofense tem 105 de comprimento e Samuel olhou para lá longe, onde estava a outra baliza, vendo naturalmente o respetivo guardião fora dela, mas não fora dele, porque estava a olhar para Samuel sem realmente ver o que a cabeça do guarda-redes de 20 anos matutava fazer.
Repetir o nome de Samuel é propositado pelo que o português ousou tentar: puxou a alavanca atrás, pontapeou a bola para fora da órbita do ecrã de TV e a força foi tal que ao reaparecer com a gravidade estava já prestes a entrar na baliza do Trofense. Não se aninhou nas redes diretamente, precisou de um inglório ricochete no corpo do guardião contrário que roubou o golo a Samuel, de apelido Marques, “com que então o Samuel Marques da equipa B marcou um golo de baliza a baliza”, ter-se-ão surpreendido vários benfiquistas com o guarda-redes que nem há um ano chutou o tal brilharete e faz 84 dias que Roger Schmidt o chamou a um minuto do fim do campeonato para entrar em campo.
O alemão fez do miúdo campeão na Luz onde o devolveu, sem alaridos, à baliza, mas servindo-lhe uma tarte de tempo completa. Ao reconhecimento público do treinador de que Vlachodimos não esteve nos seus dias, na derrota do Bessa, deixando-o fora sequer do banco de suplentes onde estava o ucraniano Trubin, contratado de fresco, seguiu-se a titularidade dada a Samuel num jogo que se veio a saber tranquilo, pacato e quase inofensivo para os seus lados. O seu corpanzil viu-se a sumir da área, correndo até ao equador do meio-campo do Benfica para cortar uma tentativa do Estrela da Amadora em lançar um jogador na profundidade - e ali esteve o seu trunfo.
Descomplexado ao sair dos postes e sem encravar ao correr retângulo fora para controlar a profundidade nas costas de uma linha defensiva se planta subida, Samuel Soares despachou essa bola com o à-vontade com que agarrou outra, cruzada para a sua pequena área. Assentado o Benfica na partida após uns 10 minutos iniciais de peito feito do Estrela, a circular a bola entre o trio de centrais para atrair os anfitriões, chamá-los à pressão e tentar levar a jogada ao repentismo de Ronaldo Tavares, o miúdo Samuel assistiu, à distância, ao lento desenrolar de uma tendência.
Lá nos confins opostos do relvado, a improvisação de Aursnes a lateral esquerdo (com Ristic no banco) com João Mário à sua frente condenou o Benfica a mastigar as jogadas por esse lado. Ambos médios de toque, pausa e bola no pé forte, o português e o norueguês chamavam Kökçü para construir na meia esquerda, sem acelerações mas com triangulações. Confiando na virtude da paciência, a equipa esperava para que a pressão do Estrela ali afunilasse e alguém tivesse a bola de frente para a baliza de modo se dar o tiro de largada a diagonais área dentro, vindas do flanco oposto. O turco rasgou uma encomenda área em Bah, o norueguês curvou outra carta entregue a Di María, ambos desaproveitariam.
Pela relva, com passes rasteiros que massacraram as costas dos médios do Estrela, desnorteados na caça às esperas de Rafa no lado cego dos adversários e do argentino que lá ia espreitando, Kökçü disponibilizou uma bola de golo ao estreante Arthur Cabral, intenso a pressionar e com algodão suave a morar-lhe nos pés embora ainda não com pontaria no esquerdo. Com revienga das suas - finta de corpo, baixo o ombro para fora e engana para dentro -, Di María fez Bruno Brígido voar nos antípodas de Samuel Soares, o espetador de luvas.
O delgado argentino, com mesma mínima musculatura agarrada ao esqueleto de quando saiu do Benfica em jovem adulto, tentaria outra vez, pouco para lá da hora de jogo havia quando um passe atabalhoadamente cortado lhe deixou a bola a jeito de mais uma banana em forma de remate. Bruno Brígido reforçou a sua candidatura a parada do jogo. Antes, Samuel já se arreliara um pouco. Um contra-ataque do Estrela pela direita, onde a equipa insistia em pedir velocidade a Ronald Pereira para massacrar o quintal de trás de Aursnes, fê-lo cruzar contra o peito de Florentino, ou teria sido o braço, a dúvida terá fisgado o árbitro, que foi ao VAR confirmar que nada de ilegal houve.
Puxa-se o momento de arbitragem resolvido num não-penálti para se mencionar o guardião do golo de área a área que nem ficou com esse golo no currículo porque, de outra forma, a novidade de Samuel Soares não visitaria estas linhas - usaria as luvas só para agarrar um par de cruzamentos inofensivos e um remate rasteiro e frouxo. Mas, entre as coisas novas, o guarda-redes terminaria como a mais certa, a única isenta de espinhas. As restantes não tanta, sem que isso seja por culpa própria.
O Benfica ganharia o jogo, mas, na segunda parte, um Estrela que encostou os médios à linha defensiva para encurtarem o bloco e fecharam os espaços entre linhas, previsivelmente atuando no problema que lá tivera antes do descanso, teve de Roger Schmidt a resposta de tirar João Neves para ter Florentino. Quiçá preocupado em ter os tentáculos de reação à perda do seu ‘6’ mais ‘6’ do plantel, o treinador retirou à equipa as diagonais curtas e passe certeiro de João Neves, apostando na dependência inevitável em Kökçü para fazer chegar passes aos corpos que se mexiam à frente da linha da bola. Durante muito tempo, só ele e Di María ameaçaram de fora da área. Até aos 70 minutos, parecia ser a única maneira possível.
Depois, um certo ar ensonado teve ordem de soltura.
Os olhos semicerrados de David Neres constratam com as janelas que o brasileiro escancarou no jogo ofensivo do Benfica, ainda mais tendo a versão de lateral, do seu lado, que Aursnes oferece. Ficando o norueguês refém de receções para dentro, à procura do seu pé direito, sem procurar a linha, é estranha a não convivência de ambos desde o início para haver quem peça passes na largura e de lá acelere o jogo. Neres trouxe variabilidade ao lado esquerdo do ataque, cortou no previsível e o seu pé esquerdo já dera uma chance a Arthur Cabral quando a ginga do seu corpo curvado enganou um adversário para furar a área, cruzar rasteiro e uma espécie de reminiscência acontecer.
Como Pepa há tantos anos, desencantou um golo (79’) na sua estreia com os primeiros toques na bola, Casper Tengstedt atacou a frente do marcador para desviar a bola de David Neres com o seu toque de estreia no jogo e no Estádio da Luz. Loiro e quase transparente de pele, o fantasma dinamarquês concretizou a ameaça do brasileiro e deixou toques simples e certos no campo onde Schmidt preferiu ter um avançado chegado há uma semana ao invés dele, comprado em janeiro. O faro de área do dinamarquês e a agitação de Neres nos constantes 1vs1 que força relaxaram o Benfica, que depois desfrutou da qualidade per capita da equipa.
O golo em formato descarado de Rafa, nos descontos (90’+3), servido pelo brasileiro cheio de ideias e levando a bola quase contra o guarda-redes, na pequena área, já surgiu com a equipa a navegar num flow de técnica, com pequenos passes, toques e tabelas entre jogadores relaxados na sintonia por fim alcançada. Mas, ao certo, essa sinfonia chegou com dúvidas nos bolsos.
E as interrogações ficam: se Roger Schmidt valoriza o polvo que é Florentino na pressão e reação à perda, não o tem de início para libertar Kökçü num jogo que seria feito contra um bloco baixo? Dando sinais em não confiar em Ristic, se improvisa um Aursnes a lateral que não ataca a linha, nem procura a largura ou arrisca no drible, porquê retardar no banco quem oferece o oposto? Se Di María é um vagabundo que espreita sem cerimónias em zonas centrais, haverá receio em coincidi-lo com David Neres em campo? E ter o gerador irrequieto de João Neves da dupla de médios dá imprevisibilidade à construção de jogadas do Benfica, ou Kökçü melhora se o peso estiver todo nele?
Parece que o treinador alemão ainda é amigo destas dúvidas."

Cadomblé do Vata


"SL Benfica 2x0 CF Estrela da Amadora

1. Lamentável a atitude de muitos Benfiquistas antes do jogo... já levamos 12 meses de Aursnes e ainda duvidaram que ele ia brilhar a lateral esquerdo.

2. Actualizemos portanto o Bingo do Frederick... trinco, 8, 10, ala direito, ala esquerdo, defesa direito e agora defesa esquerdo.

3. Boa exibição de Samuel, a revelar contudo alguns problemas de entrosamento com os centrais... porque António e Otamendi não estão habituados a um guarda redes que não precisa da sombra dos postes para sobreviver.

4. Segundo escândalo do VAR em dois dias... depois do Caso Paulinho ontem, hoje impede Samuel Soares de se estrear a titular com um penalty defendido.

5. Foi bonita a forma como Neres homenageou o aniversariante JVPinto... transformando todos os defesas do Estrela em Vujacic's."

Benfica 2 - 0 Estrela


"Jogo dentro do que estava à espera, sofrimento, guarda-redes de “engate”, falhas de discernimento, passes sem nexo e falta de objetividade.
Como é óbvio o Estrela veio fazer o jogo que encanta os europeus, contra ataque, 11 atrás da bola e perdas de tempo atrás de perdas de tempo…acho que só isto explica o porquê da nossa liga ter sido cancelada em termos televisivos em Inglaterra, França, Países Baixos entre outros…mas é a mentalidade que temos, nem catennaccio é, é apenas e só mentalidade futebolísticas ultrapassadas que não se veem em mais nenhum campeonato da Europa…e vocês pagam para ver este futebol???
Na segunda parte tentamos de tudo, pra direita, esquerda, meio, terra e ar, mas o saca rolhas estava no banco e quando entrou detonou a defesa do Estrela, abençoado Neres que partiu tudo e serviu de bandeja Tengstedt para o primeiro golo em jogos oficiais e seguidamente Rafa!
E estava despachado o assunto…como observaram, a partir daí já não doía nada aos atletas do Estrela que estavam repletos de cãibras até ao 1-0.
Enfim…que venha o próximo jogo.
Já agora, é a segunda partida em que somos salvos pelo VAR, foi assim contra o Porto e foi assim hoje, em que o VAR reverteu as decisões erradas do árbitro de serviço!
Muito a melhorar, árbitros estrangeiros o quanto antes nesta liga corrupta!"

Estamos esclarecidos?

Regresso a casa vitorioso


"84 dias depois, o Benfica voltou a atuar no Estádio da Luz. Ante o Estrela da Amadora, triunfo por 2-0, num jogo completamente dominado pelos encarnados. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Boa exibição e vitória justa
Roger Schmidt elogia a exibição e considera que o Benfica foi um justo vencedor: "Jogámos muito bem, mas podíamos ter facilitado o jogo. Criámos momentos muito bons, com combinações, bons remates. Não há dúvidas de que merecemos ganhar. Podíamos ter marcado mais alguns golos, mas estamos felizes por termos vencido."

2. Estreia a marcar 
Foram três os estreantes no Estádio da Luz: Kökcü, Arthur Cabral e Tengstedt, o autor do primeiro golo benfiquista. O avançado dinamarquês realça a capacidade que a equipa do Benfica teve para lidar com um adversário de pendor marcadamente defensivo: "Eles estavam muito fechados, compactos, foi preciso tempo e paciência, mas foi uma boa vitória para nós, criámos muitas oportunidades para marcar."

3. Benfiquistas
Veja, de um ângulo diferente, como foi o magnífico apoio dos benfiquistas e os golos de Tengstedt e Rafa, ambos servidos por Neres.

4. Equipa B e formação
A equipa B visitou a União de Leiria e, apesar do jogo dividido, com boas oportunidades para ambos os lados, foi derrotada por 3-1. Os Sub-19 iniciaram o Campeonato com uma vitória, por 0-4, no Estoril.

5. Jogos de preparação
Prosseguem as pré-épocas de várias equipas do Benfica.

6. Treino aberto
Veja como foi o treino aberto ao público das hexacampeãs nacionais de futsal.

7. Protagonista
Medalha de bronze nos Europeus de Sub-20 nos 110 metros barreiras e recordista nacional nesse escalão, Sisínio Ambriz é o protagonista da semana. Uma entrevista para ver na BTV ou ler no Jornal O Benfica."

A Verdade do Tadeia - Flash - Benfica...

A Verdade do Tadeia - Flash - Braga...

Vinte e Um - Como eu vi - Estrela...

Nené: Estrela...

Águia: Estrela...

Terceiro Anel: Estrela...

Terceiro Anel: Diário...

BI: Estrela...

Rita...

BTV, pós-jogo, excerto...

Sábado, excerto...

RTP, excerto...