Últimas indefectivações

domingo, 14 de maio de 2023

Vermelhão: Mais 3 para o 38 !!!


Portimonense 1 - 5 Benfica


Faltam 3 pontos, que de facto são 2, porque os Corruptos não nos vão ultrapassar na diferença de golos!


Muita ansiedade no pré-jogo, mas a partir do momento que a bola começou a rolar, só uma equipa podia ter vencido este jogo! Diferença brutal, e enorme foco, concentração e vontade por parte dos nossos jogadores, em ir ao Marquês... ainda este mês!!!

Aliás em alguns momentos da partida, onde até houve um excesso de vontade em pressionar alto e recuperar a bola rápido, desiquilibrando a equipa no lado 'contrário'! Mas mesmo assim o Ody acabou mais um jogo, sem trabalho, com o golo do adversário, a surgir num ressalto, duma bola parada, completamente contra a corrente do jogo...

O único momento que fiquei 'quase' preocupado, foi quando o Gonçalo, desperdiçou o 1-3, imediatamente após o golo do Portimonense... mas pouco depois, ainda antes do intervalo, o mesmo Gonçalo, repôs a 'margem de segurança, nos dois golos!!!


As bolas nos ferros, em condições normais deixavam-me ansioso, mas hoje acreditei sempre, só foi as bolas terem batido no poste e na barra, porque teriam sido grandes golos...!!!

No 2.º tempo, com a entrada do Tino, basicamente 'fechámos' o meio-campo... Apesar do nosso domínio no 1.º tempo, o Portimonense acabou por fazer alguns ataques semi-perigosos, algo que com o Tino, 'acabou'!!!

João Neves eleito o MVP, com toda a justiça, mais um grande jogo... a par do Neres! O João Mário pareceu-me melhor fisicamente, mas na definição voltou a estar muito mal... Até o Roger, se irritou!!!

A arbitragem não foi tão má, como nós estávamos à espera, mas mesmo assim, ficou um penalty claro por marcar sobre o Ramos! No 1.º golo, parece-me que o Fiscal de linha, decidiu bem, não existe nenhum ângulo definitivo, mas tendo em conta a posição do corpo do guarda-redes Japonês, parece-me que a bola está mesmo dentro...


O VAR aqui, bem tentou reverter, mas não encontrou a imagem que queria!!! Se calhar, aquela notícia que a UEFA está a pensar no Pasteleiro para uma das Finais secundárias das competições europeias, evitou que houvesse escândalo!!!


Agora, vai ser uma semana inteira a falar num potencial festejo do título no Alvalixo! Estou-me marimbando para o local do festejo, só quero é acabar com esta espera pelo 38...


Mesmo assim, não posso de destacar o facto inacreditável do treinador do Sporting, ter 'poupado' jogadores (novamente) a pensar no derby do próximo Domingo!!! Inacreditável...


Nota final para a romaria vermelha a Portimão... inacreditável como havia bancadas com lugares vazios! Existem clubes em Portugal a 'viver' muito bem, que não precisam de dinheiro, só assim se compreende, uma Clube que tem a época feita, sem qualquer objetivo por cumprir, não queira vender mais bilhetes... E nem coloco em causa, a possibilidade do jogo ter sido jogado num Estádio maior!!!

9.ª Campeonato Nacional

Gaia 31 - 52 Benfica
(12-26)

Cabazada, na confirmação matemática do Bicampeonato de Andebol feminino...
Não foi uma época perfeita, podíamos ter ido mais longe na Europa, perdemos a Taça, mas ganhámos o título mais importante...

Manutenção assegurada...

Feirense 1 - 2 Benfica
Neto, Henrique


Mais uma vitória fora, em mais um bom jogo, contra um adversário de qualidade, mas que não meteu o autocarro... e neste tipo de jogos, já demonstrámos que sabemos jogar!

Nas meias-finais...

Braga 4 - 9 Benfica

Entrada demolidora, o Braga ainda se aproximou (nunca mais que 2 golos de diferença), mas voltámos a não dar hipóteses...

2-0 na eliminatória, e Quartos ultrapassados. Agora nas meias-finais, muito provavelmente com os Corruptos, vai ser muito mais complicado...

Vitória...

Lombos 2 - 4 Benfica

Entrámos fortes, chegámos ao 0-4, mas depois gerimos, e em duas situações de 4x5, acabámos por sofrer dois golos (o 1.º um auto-golo), que deu alguma emoção aos últimos minutos, totalmente desnecessária...
A equipa não deu sinais de ter ficado afectada com a derrota em Espanha...

Vitória no 1.º jogo do play-off, agora é fechar a ronda na Luz...

PS1: Na 1.ª Taça do Mundo de Canoagem da nova época, duas medalhas, para o Pimenta (para já...), Ouro no K1 500m, e Prata no K1 1000m.

PS2: Excelente Bronze do Vasco Vilaça, na 2.º etapa do Mundial de Triatlo em Yokohama, no Japão, que lhe dá a liderança no ranking Mundial...

Em frente...

Póvoa 72 - 93 Benfica
18-32, 17-17, 16-24, 21-20

Estamos nas Meias-finais, com a segunda vitória (esta série, era só à maior de 3!), com mais um 'quase' capote...
O nosso próximo adversário vai sair da eliminatória entre a Ovarense e a Oliveirense, que vai à negra!

Grandes...

Belenenses 21 - 28 Benfica

Grande vitória, nos Quartos-de-final do play-off do Campeonato Nacional de Rugby! Recordo que o Belenenses é o detentor do título nacional!
Durante a época, tivemos perto de vencer alguns 'grandes' jogos que nos escaparam nos últimos instantes, com algumas desconcentrações, e também algumas arbitragens duvidosas... Ganhámos alguns jogos com equipas teoricamente superiores, mas houve sempre o alibi de alguns jogadores estarem ao serviço da Seleção...
Mas hoje, creio que as dúvidas desapareceram!!! Temos equipa... Agora, nas Meias, vamos defrontar o Direito... tudo é possível!

Final de época doloroso...

Benfica 32 - 32 Belenenses
(17-16)

Já com a cabeça nas férias...

Juniores - 12.ª jornada - Fase Final

Braga 0 - 0 Benfica


A duas jornadas do fim, dependemos só de nós, ganhando os nossos jogos, somos Campeões (Corruptos no Seixal, e Famalicão fora, o nosso principal adversário), mas hoje, jogámos claramente para o empate, arriscámos pouco e o jogo foi mesmo enfadonho... apesar disso, a melhor oportunidade foi nosso, com uma bola a bater nos dois postes!!!

Objetivo: Três pontos


"O embate em Portimão frente ao Portimonense, um jogo que pode ser de título para a nossa equipa feminina de andebol e o sucesso na Taça do Mundo de canoagem são os temas em destaque nesta edição da News Benfica.

1
Faltam três jornadas para o término do Campeonato, e Roger Schmidt lembra que "a nossa abordagem durante toda a época foi preparar a equipa da melhor forma possível para o jogo seguinte". E deixa uma garantia: "Vamos dar tudo para vencer a partida. Estamos completamente focados no nosso jogo."
O nosso treinador conta com o apoio dos Benfiquistas, hoje (18h00), em Portimão: "Sei que estarão muitos Benfiquistas no estádio a alavancar-nos e a apoiar-nos da melhor forma possível, tal como fizeram no nosso Estádio e em muitos jogos fora, ao longo de toda a temporada. Temos de colocar energia máxima para tentarmos ganhar o jogo."
Veja a conferência de Imprensa de Roger Schmidt.

2
Decorre desde quinta-feira, na Hungria, a Taça do Mundo de canoagem. Fernando Pimenta já conquistou duas medalhas – uma de ouro (K1 500) e outra de prata (K1 1000) –, e há mais três canoístas do Benfica na competição: João Ribeiro, Messias Baptista e Teresa Portela.

3
A nossa equipa feminina de andebol está a um triunfo de revalidar o título nacional, quando faltam duas jornadas para o fim da competição. Uma vitória nesta tarde, na visita ao Colégio de Gaia, é sinónimo de bicampeonato. Mihaela Minciuna releva a importância de ter os adeptos junto da equipa: "Têm sido fundamentais, sem dúvida o nosso 8.º jogador, quando vamos jogar ao Norte."

4
São muitos os restantes jogos marcados para hoje.
Relativamente às equipas masculinas, às 13h00 recebemos o Belenenses em andebol. Passada uma hora, desafio fora de portas também com o Belenenses, mas em râguebi. Às 15h00, visitamos o Póvoa em basquetebol. Às 20h30, jogamos em futsal no reduto do Quinta dos Lombos. E, às 21h00, encontro na casa do HC Braga em hóquei em patins.
Quanto às equipas femininas, no hóquei em patins temos a deslocação ao Stuart Massamá (16h00) e, no futsal, ao Santa Luzia (16h30).
No futebol de formação, a equipa B visita o Feirense (14h00).

5
Rapha, tetracampeão nacional de voleibol, é o protagonista da semana. Uma entrevista que pode ver na BTV ou ler na edição desta semana do jornal O Benfica.

6
As tricampeãs nacionais de futebol entregaram a taça do Campeonato a Rui Costa. Veja as melhores imagens no Instagram oficial do futebol feminino do Benfica.

7
Estão entregues os prémios "Para Ti Se Não Faltares" referentes ao 2.º período do ano letivo. O evento decorreu nas Escolas de Marvila e Damião de Góis. O diretor da Fundação Benfica, Jorge Miranda, revela que "já passaram por este projeto 5000 jovens e, ultimamente, os resultados têm ultrapassado os 90% de aproveitamento".
Veja a reportagem da BTV."

Malvado: Eu Amo o Benfica!

Porco (II) !!!


"Temos lido nas redes sociais que muitos adeptos, simpatizantes e, principalmente, cartilheiros ao serviço da comunicação do FC Porto, ficaram indignados com uma pivot da CNN Portugal pelo facto de ter trocado o nome "Porto" por "porco".
Ficamos na dúvida se só se insurgiram por ser a CNN, ou se também o fazem ou fizeram quando outros canais de televisão, cometeram o mesmo engano!?... 😏"

Porco (I) !!!

Efab⚽lação (28) O verdadeiro benfiquista


"Há um debate em crescendo que mede a força do benfiquismo pela bitola da verdade, uma dimensão metafísica onde não entra qualquer um sem antes ultrapassar os limites da insanidade nos testes à paixão.
“Verdadeiro Benfiquista” é já uma categoria patenteada quer nas redes sociais, onde se medem tamanhos, quer em canecas, t-shirts, flyers, bonés e cachecóis, que distinguem a classe dos legitimados da dos meros aspirantes, outrora “simpatizantes”.
Hoje, Rui Costa, o jogador-presidente, é o comandante desse estado maior em que se acotovelam os pretendentes ao reconhecimento. Começou como apanha-bolas como aqueles serventes de pedreiro que chegam a construtores de arranha-céus e senta-se agora no trono dos deuses encarnados, tentando viver como dirigente o que perdeu como jogador.
À beira de conquistar o seu primeiro titulo ao fim de quase quatro anos de fastio, Rui Costa tem-se destacado pela recuperação de figuras desportivas do clube, talvez o maior rasgo da sua gestão ultraconservadora, a par da escolha cirúrgica do treinador Roger Schmidt. Ele desenvolveu, com sabedoria empírica, o padrão métrico que diferencia os “verdadeiros” dos outros, com o mesmo rigor taxativo com que me disse uma vez “você não é do Benfica!”
Na tribuna da Luz, por onde há pouco tempo circulavam ministros, juizes, amanuenses e outras figurinhas e figurões, vemos hoje os cabelos brancos e o sereno orgulho dos ídolos de outras décadas, segundo o princípio da gratidão pelo que fizeram pelo clube e não do interesse pelo que o clube pode fazer por eles. A demanda pelo “verdadeiro benfiquismo”, visceral e acrítico, está latente na entrevista a A Bola de ontem de António Pacheco, um dos “traidores” do verão quente de 1993 que marcou a derrocada de quarenta anos de hegemonia, na qual se queixa amargurado pelo anátema de ter saído do clube, sentindo injustiça na comparação com tantos outros que foram e voltaram, depois dele, como o próprio Rui Costa.
“Não há um dia que não me apareça alguém a lembrar a minha decisão de trocar o Benfica pelo Sporting”, diz Pacheco, para quem essa teria sido uma mera decisão profissional tão legítima como a de quem trocou o histórico clube mundial pela modesta Fiorentina. Apesar da indulgência do atual presidente e antigo colega de balneário, o algarvio que se consola com os esporádicos convites para a Luz nunca será um “verdadeiro benfiquista” aos olhos dos que, neste louco ensaio sobre a cegueira vermelha, vêem Rui Costa como o paradigma dos seis milhões. Pacheco não mereceu o regresso a tempo de uma reforma dourada que transformou o príncipe de Luís Filipe Vieira, esse falso benfiquista, num herdeiro predestinado da arte mágica de tocar virtualmente com o seu mítico bordão no ombro dos que merecem passar de adeptos anónimos a insignes cavaleiros da ordem SLB.
Uma enorme diferença, uma soberba transformação, uma fantástica ilusão! Mas o que distinguiu o verdadeiro benfiquismo deste insano revivalismo existencial dos nossos dias foram os anos em que o desvario dos dirigentes e o acórdão Bosman ditaram a incapacidade de o Benfica continuar a reter os melhores jogadores nos seus melhores anos, o real segredo da mística de “verdade”, dos Eusébios e Simões, dos Tonis e Nenés - porque não há Terceiro Anel em Florença, nem em Milão, nem em Barcelona, nem em Manchester.
É este o “verdadeiro” desafio que se coloca ao líder benfiquista, o de transformar uma conjuntura favorável numa estrutura estável: manter no plantel os jogadores que fazem a diferença, desportiva e emocional, com a mesma convicção e espírito identitário com que vai preenchendo, magnânimo até para os Pachecos arrependidos, as poltronas da sua corte."

Terceiro Anel: Intenções...

Terceiro Anel: Diário...

Uma Semana do Melhor, excerto...

Sexta, excerto...

A Verdade do Tadeia #805 - O título passa por Portimão

Lanças...


sábado, 13 de maio de 2023

Antevisão...

MÍSTICA... Graças a Deus que o Sr. Mário Silva a descobriu. 🙏🏽

BI: Antevisão...

5 minutos: Antevisão...

Terceiro Anel: Diário...

Onda de migração!!!


"Porque parece que ainda ninguém percebeu bem a gravidade das nomeações deste fim de semana para os jogos de Benfica e FC Penalti, com árbitros AF Porto (e simultaneamente adeptos do FC Penalti - fanáticos em alguns casos) quer em campo quer em VAR´s, nós fazemos o que o Benfica devia fazer e denunciamos o escândalo.
Isto não é mais que o culminar de um processo de multiplicação de árbitros da AF Porto no consulado de Fontelas Gomes, Bertino Miranda e Paulo Costa, para citar apenas os mais "importantes".
Os quadros C1 e C2 foram inundados de árbitros que são afectos ao FC Penalti. A vergonha foi tal, que até se viram na obrigação de fazer com que alguns deles fossem registados em AF´s diferentes para não parecer tão escandaloso e embaraçoso o número de árbitros da AF Porto, em comparação com todas as outras AF´s. E a diferença não é por 1 ou 2...estamos a falar de mais de meia dúzia de árbitros AF Porto comparando com a AF Lisboa nos quadros C1 e C2, mais concretamente 7 árbitros a mais! Um absurdo autêntico!
Promovam o Catão e o Madureira e metam-nos a árbitro e VAR em Alvalade, já que não vos assiste vergonha nenhuma em roubarem um campeonato a uma equipa que joga futebol e darem-no a um bando de piscineiros e arruaceiros que andam a ganhar há 13 jogos seguidos por diferença de 1 golo e com penaltis em todos os jogos mais recentes, com excepção de Arouca onde nem precisaram porque alegadamente o jogo estava "controlado"...investiguem!
É contra esta ONDA AZUL imparável que lutamos!

Nota IMPORTANTE: convoca-se todos os adeptos e claques do Benfica que não tenham possibilidade de ir a Portimão a concentrarem-se na hora do jogo na Cidade do Futebol onde Cláudio Pereira e Sérgio Jesus (dois indefectíveis adeptos do FC Penalti) vão exercer as funções de VAR do jogo do Portomonense com o Benfica e a irem munidos de todas as ferramentas que permitam fiscalizar o comportamento de ambos. Pede-se igualmente o mesmo comportamento a quem for ao Estádio em Portimão, ou ganha o Benfica OU NÃO GANHA NINGUÉM! ESTÁ NA HORA DE DEIXARMOS DE SER BONZINHOS!"

Aquecimento, excerto...

Quinta, excerto...

Curioso...

"Desde as pessoas a mostrarem-nos pistolas...


"... desde bruxarias espalhadas pelos corredores, desde ácidos nos balneários, desde não nos permitirem fazer o aquecimento no estádio principal e obrigarem-nos a ir para o campo secundário, passando estrategicamente pelo meio de centenas de adeptos a cuspirem-nos, desde adeptos e motorizadas sem escape a noite inteira à porta dos hotéis onde estávamos a dormir... tudo o que se pode imaginar foi feito." E permitido, acrescento eu.
O testemunho é de António Pacheco e as referências são às visitas do Benfica ao estádio das Antas. Hoje no jornal A Bola. Um dia a história do futebol português dos anos 80 e 90, e não só, há-de ser feita."

Vinte e Um - Como eu vi - Braga...

Encontrem os erros. 😅

Dawn of the Dead


"“A única forma de construir uma equipa é reunir jogadores que falem a mesma língua e que saibam jogar em equipa. Não se consegue atingir nada sozinho e, se o fizer, isso não dura muito tempo. Costumo citar o que Michelangelo disse: ‘O espírito guia a mão’.”
(Arrigo Sacchi)

Tal como o filme Dawn of the Dead de 1978 foi alvo de um remake por Zack Snyder em 2004, hoje assistimos no Futebol a um remake do método defensivo individual. E tal como nos filmes, estamos perante um fenómeno “morto-vivo” e os momentos de “terror” vão-se acumulando dentro do campo.

“Quem marca ao homem corre por onde o adversário quer. Essa caçada tem por fim capturar o inimigo, mas o meio usado converte o caçador em prisioneiro.”
(Jorge Valdano, 2002)

Vários treinadores e analistas defendem o regresso da defesa individual com argumentos que favorecem uma maior agressividade e capacidade pressionante das equipas e de pressão sobre jogadores considerados fundamentais na Construção e Criação adversária. Este último também ele um argumento clássico, como a responsabilização individual de quem defende, entre outros mais. Ora, jogadores e equipas que individual e colectivamente tenham essa predisposição e maior agressividade no momento defensivo podem esconder em alguns jogos ou momentos as razões para a falência da ideia. Tal como sucedeu no passado. Na actualidade, a recuperação do método também apresenta sucesso, a espaços, por ser algo diferente e inovador do que se tornou norma. Consequentemente muitas equipas não se apresentam preparadas para defrontar adversários que defendam dessa forma.
Seja na preparação de uma equipa de Rendimento, mas também em debilidades identificadas do processo formativo dos jogadores, que julgando a Defesa Individual totalmente ineficaz e mesmo, morta, determinadas decisões técnicas não confrontam os jogadores com esse género de problemas. Mas evidentemente, de forma mais basilar, este fenómeno também revela lacunas ofensivas no processo formativo não só nos princípios específicos da Mobilidade e Espaço, mas também na própria Progressão / Penetração. Por outro lado há que reconhecer que tudo o que é novidade e pensamento divergente (neste caso apenas aparentemente), trará problemas e desafios. Mesmo algo que se considerava menos eficiente e mesmo em vias de extinção.
Hoje, determinados Modelos, assentes numa Ideia de jogo posicional muito rígida e cristalizada, gerando pouca mobilidade e permutas entre jogadores apresentam natural dificuldade contra equipas que defendam individualmente adversários directos, cortando assim todas as soluções de passe, ou pelo menos as mais próximas e seguras. Naturalmente nos casos onde, individualmente, a qualidade dos jogadores é similar. Nos outros casos, potenciar duelos de 1×1, será natural que o jogador de maior qualidade impere. Um dos melhores jogadores de todos os tempos, Diego Armando Maradona citado por (Tobar, 2010), vai ao encontro desta ideia e explica que “com os anos, compreendi que eu gostava mais que me marcassem homem a homem porque me livrava facilmente deles e ficava livre. Ao contrário da marcação a zona que era muito mais complicado”. É muito provável que estivesse aí a incluir o AC Milan de Arrigo Sacchi, equipa que defrontou em Itália. Noutro exemplo, porém colectivo, a Holanda de 74, de Rinus Michels, fez verdadeiramente diferente da norma naquele momento da evolução do jogo, e entre outras qualidades, e uma das razões para o seu reconhecido sucesso, perante a enorme mobilidade com que os seus jogadores actuavam, acabou por criar grandes problemas e mesmo colocar em causa o método individual.
Segundo o autor (Jorge D., 2011) e reforçado pelas situações retratadas do AC Milan actual, quem defende com referências individuais, “em vez de se preocupar em cortar espaço ao portador da bola, condicionando assim a sua decisão e roubar a profundidade da desmarcação, decide acompanhar as desmarcações que se aproximam da baliza, pelas quais foram arrastados, originando assim o alargamento do espaço entre linhas assim como dos indivíduos da própria linha (Defesas-Centrais e Defesas-Laterais)”. Também de acordo com (Pedro Bouças, 2010), “equipa que marca homem a homem, torna-se na presa, quando o adversário abusa do princípio da mobilidade. Move-se por onde o adversário quer”.
Porém, apesar de casos de pontual sucesso, isso não quer dizer, numa visão macro do fenómeno, que métodos individuais tragam igual ou mais rendimento que métodos colectivos. Existe por vezes a tendência de afirmar que não há coisas melhores nem piores no Futebol. Tal como na vida. Mas se a realidade é complexa e não linear, e tudo tem pelo menos um limiar mínimo de diferença, então, coisas, acontecimentos, fenómenos, decisões, etc… diferentes, irão produzir resultados… diferentes. Por vezes até, e trazendo o clássico exemplo da borboleta da Teoria do Caos, produzindo resultados muito díspares perante acontecimentos aparentemente apenas ligeiramente diferentes. Se reconhecidamente estamos no âmbito de um sistema complexo e dinâmico, então estamos perante extrema sensibilidade às condições iniciais. Portanto, nos Desportos… Colectivos, tal qual vemos a sociedade em geral, um método de jogo, seja defensivo ou ofensivo, Individual e não… Colectivo, irá trazer problemas, ineficiência e ineficácia, dado o desfasamento das necessidades da realidade em causa. Tal como na sociedade. Até podemos ter sucesso pontual individual, mas não iremos subsistir a prazo enquanto espécie. Deixamos também a questão no âmbito da Ciência Militar. Será que algum General alguma vez definiu uma estratégia para um confronto assente no individualismo? Mesmo ao nível mais elementar dos exércitos, do ponto de vista estratégico ou táctico, se possível, o pensamento é no mínimo, grupal…
Nesta linha de pensamento, recuperando ideias ainda actuais, na opinião de (Pedro Bouças, 2011), “DEFENDER O QUÊ? deve ser a primeira pergunta que se deve colocar, quando se pretende definir o método defensivo. Se não há certo ou errado, garantidamente que há melhor e pior”. O autor sustenta que “a melhor resposta é seguramente, a que afirmar que se deve defender a baliza. Não o adversário. A baliza. O posicionamento defensivo que se centra no tapar o caminho para a sua baliza, é francamente melhor que aquele que pretende defender os adversários”. Johan Cruyff reconhecido pelas suas ideias ofensivas, torna expressa a interdependência dos momentos ofensivos e defensivos, ao defender que a qualidade defensiva é directamente influenciada pela quantidade de espaço que um jogador tem que defender. Deste modo, o lendário jogador e treinador holandês descreve que se um jogador tem de defender o campo todo, será potencialmente um terrível defensor, porém se defender um espaço reduzido poderá ser um bom defensor, sustando assim ser “tudo uma questão de espaço!” Também o treinador português (Carlos Carvalhal, 2010) reforça a ideia através da sua experiência como jogador: “fui defesa central e percebo muito bem esta posição! Mais importante que perseguir adversários e fazer carrinhos nas laterais do campo, é absolutamente necessário saber guardar o seu espaço e não permitir que qualquer adversário (não só os avançados) possa entrar nesse espaço para fazer golo”.

“No segundo ano de iniciado no Braga, começámos a experimentar esta nova solução porque, tanto eu como o meu novo colega de equipa (Boticas), não éramos o protótipo do libero e possuíamos características idênticas. As vantagens eram muitas porque dividíamos o espaço: se o avançado viesse para a esquerda, eu marcava e ele fazia cobertura; se fosse para a direita, ele marcava e eu fazia cobertura. Sentíamo-nos confortáveis a jogar assim, corríamos menos e tínhamos a convicção de que era mais complicado para o avançado contrário, porque tinha os espaços bloqueados. No fundo, a grande diferença era que não andávamos atrás do avançado, ele vinha ter connosco. Começámos também a entender que, embora exigisse mais concentração no fechar dos espaços, criava muitas dificuldades às equipas que pretendiam que outros jogadores fizessem desmarcações de rutura em função da mobilidade do avançado. Era o início do entendimento do que era “Jogar à zona”. Nessa altura, comecei a perceber a importância de “fechar espaço” para quem está a defender e “criar espaço” para quem está a atacar. A relação com os laterais era também importante para fechar os espaços. Pelo facto de sofrermos alguns golos, porque o defesa do lado contrário marcava em cima o adversário e existia um grande espaço entre o defesa central e este, fui tentando ajudar a organizar as minhas defesas. (A preocupação dos treinadores com a defesa não era uma prioridade, na altura! Se cada um marcasse o seu, a defesa estava organizada — não estava ainda desenvolvido o conceito de zona). Assim, ia sugerindo aos defesas laterais que fechassem o espaço interior, quando a bola estava do lado contrário, e tentava explicar as vantagens de fechar esse espaço. Umas vezes, era entendido. Mas, muitas vezes, o receio de deixar o extremo sozinho sem marcação era tal que esta tarefa era impossível. Até porque, na altura, existia muita responsabilização individual por falta de marcação ao adversário direto. Recordo-me, uma vez, de insistir com o defesa esquerdo para fechar o espaço entre mim e ele, quando a bola estava no lado contrário. Ele ia-me dizendo, “Carlos eu fecho e, depois, o extremo fica sozinho! Se ele marca golo ou cruza, o treinador vai-me dar cabo da cabeça!” Eu lá lhe ia explicando que era mais importante fechar os espaços interiores, porque tinha sempre tempo para pressionar o seu adversário direto enquanto a bola viajava de um lado para o outro.”
(Carlos Carvalhal, 2014)

O relato de Carlos Carvalhal torna-se precioso, mas não novidade. Se nos recordarmos do Futebol que jogávamos na “rua”, sem treinadores, em regime de auto-descoberta, na interacção que estabelecíamos com os nossos companheiros e adversários, o próprio jogo ensináva-nos que o melhor caminho para defender era de forma… colectiva. E dificilmente nos ensinava outro. Havia sempre alguém que tinha assistido, ao vivo ou na televisão, a um grande desempenho de um jogador em marcação individual, ou ouvido adultos a comentar algo desse género, e como bom imitador de ídolos tal qual todos éramos, informava… “hoje marco o João que é o melhor jogador deles!”. Perante a falta de liberdade, desgaste, e condicionamento que a missão lhe proporcionava nos seus momentos ofensivos, ao fim de 5 minutos de jogo, desistia do “João” e empenhava-se em realmente… jogar. O jogo ensinava-nos então, aquando da bola na posse do adversário, que as prioridades deviam ser a nossa baliza, a bola, os espaços, as linhas de passe mais próximas, a posição dos nossos companheiros e finalmente a dos nossos adversários. Jogando sem fora-de-jogo como usualmente sucedia na “rua” e no Futsal, a única excepção seria o adversário esperto que se colocava entre o nosso último defensor e o nosso Guarda-Redes. Nesse caso esse precisava de maior vigilância.
Analisando o Futebol de uma perspectiva macro, e mesmo a evolução científica e filosófica em geral, somos levados a acreditar, que na sociedade dos adultos, impregnada pelo pensamento cartesiano, analítico, mecânico, e pelo reducionismo e atomismo clássicos, tal qual muitas outras ideias como também se torna exemplo a evolução dos métodos de treino, a defesa individual foi algo que o treinador trouxe para o jogo, numa tentativa de simplificar o complexo, de dividir o indivisível, de controlar o incontrolável, de reduzir empobrecendo… Neste enquadramento, ao contrário do que o próprio jogo nos ensinava, o treinador passou a última prioridade: os adversários, para o topo da lista. Indo mais longe, influenciado também pela clássica visão egocêntrica da realidade, na qual o homem tem que estar sempre no centro de tudo.
Mas na verdadeira realidade, a… complexa, temos como consequência a também não linearidade da evolução. Deste modo, também num contexto de esquecimento de uma história assim não tão antiga, mas fundamentalmente como vimos atrás, pela renovidade que a ideia traz ao jogo e sucesso pontual que promove, também não é de espantar estarmos, na nossa opinião, a dar um passo atrás. Esperando sempre que, à boa imagem do que tem sido até agora a história evolutiva da nossa espécie, seja para posteriormente darmos dois à frente.
O autor (Nuno Amieiro, 2004), na sua tese e livro sobre a Defesa Zona, expunha que “no seu livro, Jorge Valdano falava apaixonadamente sobre a «zona», parafraseava Menotti (“A zona é liberdade”), Maturana (“A zona faz da defesa a arte de atacar”) e deliciava-me com as descrições da «zona» inteligente, agressiva e harmoniosa do Milan de Sacchi. A «zona» de que Valdano falava aproxima-se da «zona» com que tive, pela primeira vez, contacto, aquela a que, superficial e esporadicamente, o professor Vitor Frade fazia referência nas aulas”. Neste sentido, trazemos outra ideia. A Defesa Zona, induz muitas vezes as pessoas em erro, pela interpretação literal que dela fazem. Defender Zona não implica defender só zonas ou espaços, como vimos atrás. Implica uma preocupação até maior com outras referências do jogo como a nossa baliza e a bola, e ainda outras como as linhas de passe mais próximas, companheiros e adversários. Mas acima de tudo uma preocupação pelo sistema dinâmico que o jogo representa, e dessa forma pela implicitude da interacção. Como Vítor Frade sustentou no seu projecto de Doutoramento em 1990: A interacção, invariante estrutural da estrutura do rendimento do Futebol. A Defesa Zona implica então um pensamento… colectivo. Logo, também em contra-ponto à Defesa Individual, não será mais apropriado lhe chamarmos… Defesa Colectiva?
Novamente (Nuno Amieiro, 2004), parece concordar e apresentar argumentos reforçando essa ideia ao descrever que “são três pressupostos tácticos fundamentais desta forma de organização defensiva. São estas referências defensivas colectivas que, quando correctamente perspectivadas, nos permitem obter superioridade posicional, temporal e numérica na defesa. No fundo, ao manifestar-se, a «zona» expressa:
- Um «padrão defensivo colectivo»;
- Complexo, é verdade;
- Mas também dinâmico e adaptativo;
- Compacto, homogéneo e solidário.

Serão estas «propriedades», emergentes da coordenação colectiva, a dar verdadeira coesão defensiva à equipa. Esta forma de organização defensiva revela-se, como tal, não só a mais eficaz defensivamente, mas também a que, de longe, melhor responde à «inteireza inquebrantável do jogo». Revela-se, assim, uma necessidade face à «inteireza inquebrantável» que o «jogar» deve manifestar. Não é de estranhar, portanto, que este seja o «padrão defensivo» das equipas de top”.


Arrigo Sacchi, a propósito do seu AC Milan, relata que conseguiu “convencer Gullit e Van Basten dizendo-lhes que cinco jogadores organizados seriam capaz de vencer dez jogadores desorganizados. E eu também consegui provar isto. Peguei em cinco jogadores, Galli na baliza e depois Tassoti, Maldini, Costacurta e Baresi. Do outro lado, coloquei 10, Gullit, Van Basten, Rijkaard, Virdis, Evani, Ancelotti, Colombo, Donadoni, Lantignotti e Massaro. O grupo composto por 10 elementos tinha 15 minutos para marcar contra os meus organizados. Só havia uma única regra, se nós recuperamos a bola, a outra equipa tinha de começar desde trás novamente, 10 metros antes do meio campo. Continuei a fazer. A equipa com 10 elementos nunca conseguiu marcar, nem uma vez”. Não queremos imaginar Sacchi, e mesmo Capello, a assistirem à “organização defensiva” do actual AC Milan…

“Apesar de estarmos na II Divisão, fomos o primeiro clube alemão a jogar em 4x4x2 sem libero. Vimos um vídeo muito chato, mais de 500 vezes, com o Sacchi a treinar a defesa, sem bola, com o Maldini, Baresi e Albertini. Pensávamos que se os outros fossem melhores tínhamos de perder. Depois aprendemos que tudo é possível, podemos bater os melhores usando táticas.”
(Jürgen Klopp, 2013) sobre a influência de Wolfgang Frank, que treinou Klopp no Mainz e era um admirador dos métodos de Arrigo Sacchi no AC Milan"

sexta-feira, 12 de maio de 2023

Modalidades #126 - Semanada...

Águia: Diário...

Tributo às Tricampeãs


"A enorme afluência à sessão de autógrafos das Inspiradoras e o bom começo dos play-offs de basquetebol e hóquei em patins são os temas em destaque nesta edição da News Benfica.

1
Impressionante! Mais de mil Benfiquistas fizeram questão de marcar presença na sessão de autógrafos da nossa equipa feminina de futebol, que no domingo se sagrou tricampeã nacional, depois de já ter ganho a Supertaça e a Taça da Liga.
É um sinal inequívoco da atenção e do carinho crescentes dos Benfiquistas em relação à vertente feminina do futebol, em particular do magnífico plantel que defende as nossas cores e emblema.
Veja a reportagem da BTV, aqui.

2
Entrámos com o pé direito nos play-offs do Campeonato Nacional de basquetebol. No jogo 1 dos quartos de final, vencemos o Póvoa por 97-46. Um triunfo no próximo jogo (na Póvoa de Varzim) garante a qualificação para as meias-finais.
Norberto Alves lembra que a eliminatória não está decidida: "Ganhar por um ou por 20 só dá uma vitória. Não podemos desconcentrar-nos, porque iremos jogar num pavilhão difícil. Há que ir lá com excelente atitude."

3
No hóquei em patins, 5-1 ao HC Braga na primeira partida dos quartos de final do Campeonato. Estamos a uma vitória de seguir em frente na prova.
Nuno Resende elogia a equipa e os Benfiquistas: "Fomos intensos defensivamente e as situações de golo refletem o que tinha sido trabalhado durante a semana. Uma palavra para os adeptos. Após terem estado em massa na Champions League, eles apareceram novamente, apoiaram-nos de forma intensa e temos de continuar a levar para a pista a admiração que temos por eles."

4
Ao vencer no reduto do Gil Vicente, por 2-3, os Sub-23 asseguraram a participação nas meias-finais da Taça Revelação. Falta ainda uma jornada no grupo B, na qual Benfica e Braga decidem a liderança. A partida está agendada para dia 16, no Benfica Campus.

5
Ana Beatriz Jardim e Madalena Lousa, tetracampeãs nacionais de polo aquático, estiveram na BTV e abordaram o quarto título nacional conquistado e as expetativas em relação à Taça de Portugal.

6
Após muitos anos desde a última conquista, o Benfica sagrou-se campeão distrital de ténis de mesa no feminino.

7
São muitos os embates agendados para o fim de semana, com destaque para as visitas ao Portimonense em futebol (sábado, às 18h00) e ao Colégio de Gaia no andebol feminino (sábado, 17h00), no qual uma vitória benfiquista proporciona o bicampeonato. Nota também para as partidas, em casa, de andebol com o Belenenses (sábado, 13h00) e de futebol feminino frente ao Torreense (domingo, 16h00, no Benfica Campus).
Consulte a agenda para ficar a par de todos os jogos. Apoie as nossas equipas."

Despedida!!!

Em voo picado


"Com a vitória do passado sábado sobre o Sporting de Braga, o Benfica entrou na reta final que o pode levar ao tão ambicionado 38.º título de campeão nacional.

A partir daqui, a águia entrou num voo picado que, com paragens em Portimão e em Alvalade, a podem levar a festejar na última jornada em casa contra o Santa Clara, infelizmente, já praticamente condenado à descida.
Disse-o e repito, este era "o jogo" porque dá uma margem importante de pontos e de confiança para as últimas jornadas, porque era contra um potencial candidato ao título e, sobretudo, porque o Benfica defrontava o adversário que lhe infligiu a derrota mais pesada, na presente temporada.
A resposta foi fantástica e o resultado, pela margem mínima, no jogo da Luz só pecou por escasso. A equipa parece ter-se reerguido completamente e fez uma exibição de campeões, particularmente importante, pois, como também tenho dito, embora sem grandes exibições o Porto lá vai ganhando os jogos, mantendo-se assim na corrida.
Sendo que todo o coletivo esteve bem, o grande destaque tem de ir para Rafa Silva, que deu mais uma resposta positiva aos críticos e adversários. Rafa demonstrou toda a utilidade, o compromisso com a equipa e que é um jogador decisivo. Jogador de jogos grandes, como foi este extraordinário Benfica-Braga. Para além dele, merecem, mais uma vez, destaque o miúdo João Neves e o adaptado Frederick Aursnes, até porque teve pela frente Bruma, numa forma incrível.

A subir
Rafa, pelo golo decisivo que marcou.

A descer
A inqualificável atitude do presidente do Braga, na tribuna da Luz."

O fim da macacada!


"Isto anda mesmo a pedir uma revista à Parque Mayer sobre o futebol e seus dislates, tal como eu, a Céu Guerra, o João Perry, o Paco Bandeira e outros, fizemos no Teatro ABC, muito antes do 25 de Abril.

Chamava-se "O fim da macacada". Hoje, adorava interpretar o personagem Sérgio Conceição. Tem pano para mangas. Este treinador já tem 23 expulsões de campo (recorde mundial?). Na semana passada almoçava eu com um velho amigo de há muitos anos, por acaso, psiquiatra, e perguntei-lhe: Ouve lá, existe alguma explicação médica para classificar o teu treinador? (Ele é adepto do F. C. Porto). Responde-me: "Trata-se de uma pessoa caracterizada por alternância entre estados depressivos e estados de excitação eufórica!". Percebi, mais ou menos, a razão de todas aquelas "touradas" em campo e, por outro lado, nas entrevistas, muito calmo, ajeitando o microfone de dez em dez segundos. Em revista seria um personagem do caraças. Topem só os exemplos de assuntos para o texto! Um jogador argentino chama macaco ao Pepe. Diz o brasileiro que ele lhe chamou "mono". E "mono" é macaco? Como Colombatto fala espanhol, fui ao dicionário ver o significado. Mono, em espanhol, é pão. Portanto, o argentino quis dizer: "Pepe, és um pão". Em português, mono é um elemento de composição, ex: monocárpico, monocelular, etc.. Portanto, a não ser que no Brasil chamem mono a um macaco, fiquei sem perceber nada! Mas vi Pepe de dedo em riste, quase enfiado no nariz do árbitro. Não vi o jogo Benfica-Braga. Mas nas notícias vi o Rui Costa, na tribuna, que mais parecia o chefe das claques do No Name Boys. E vi o presidente do Braga, na tribuna para onde foi convidado, fazer um gesto que só mostra o seu alto nível de educação! Gente fina é outra coisa. O fim da macacada.

A subir
Nuno Santos: Mais um para o Puskas. Ruben, nunca te esqueças de o substituir.

A descer
As "touradas" nos campos de futebol. Obrigado. Rir faz-me muita falta."

Salvar a dor

Gonçalo Guimarães, in A Bola

All in...


"Como ontem aqui dissemos, a afronta e o all in é de tal ordem que nem nos VAR´s o Fontelas perdoou. E para Portimão vai Cláudio Pereira. E como em Fevereiro de 2020 já denunciámos aqui quem era/é Cláudio Pereira, vamos limitar-nos a transcrever o que escrevemos na altura num post de 16 de Fevereiro de 2020 (podem ir lá confirmar para saber que estamos a dizer a verdade). Aqui fica:
"Da mesma forma que denunciámos factual e antecipadamente os árbitros assistentes Sérgio Jesus, Inácio Pereira, os árbitros Artur Super Dragão, Super Dragão Sousa, Rui Oliveira, Vasco Santos, Luís Ferreira e Manuel Oliveira (o Chalina de Gondomar com cativo no Dragão), hoje vamos denunciar mais um Andrade em ascensão para a 1ªLiga.
Cláudio Pereira, da AF Aveiro, mas nascido no Porto e colocado nessa mesma Associação para por aí conseguir ascender à 1ªLiga.
Hoje brindou os telespectadores da Sporttv com este penalti anedótico que marcou a favor do Calor da Noite B. Estes nem com a equipa B perdoam, imaginem na Equipa A!
Ninguém pára esta vergonha?"
Dois anos depois, aí está ele. Confirmando TUDO o que tínhamos escrito em 2020. Só faltou dizer que essa era a 21ªjornada e se o FC Penalti B não ganhasse ficaria em 15ºlugar, à beirinha da zona da descida. Faltou apenas esse pormenor. De resto, as imagens são suficientemente elucidativas da corrupção que tem acontecido na arbitragem nos últimos anos, ao promover autênticos fanáticos lagartos e andrades ao quadro de árbitros da 1ªLiga.
O Benfica tem sido completamente enrabado por todos os lados nos últimos 4 anos em relação à arbitragem, iríamos precisar de mais de uma dezena de anos para limpar os andrades e lagartos todos que Fontelas, Bertino e Paulo Costa andaram a meter nos quadros estes anos todos. Mas nem que quissessemos tal seria possível, porque ao que parece Nuno Lobo pretende ter Artur Soares Dias a liderar o seu Conselho de Arbitragem.
É preferível fechar o nosso clube porque, nas condições actuais acrescentando a centralização dos direitos desportivos, o nosso futuro só vai ser tolerado por masoquistas ou tolinhos."

República das Bananas!!!


"Vítor Pinto: «Sejam quais forem as malas que entreguem ao Portimonense, o Benfica é sempre mais forte»
Portanto, se as malas forem azuis, toca a relativizar a coisa até porque o Benfica é mais forte e tem obrigação de ganhar.
Chegámos ao ponto em que se assume publicamente em televisão que há corrupção desportiva (sim, pagar para ganhar é agora também crime), pela boca de um dos principais, se não mesmo o principal e mais importante, cartilheiros do Putedo, e não se passa nada. Importante é abrir processos e investigar coisas fantasiadas por estes criminosos, não é PJ do Porto e MP?
Que República das Bananas está este País."

Cada vez mais os números, a matemática e a estatística fazem parte do futebol


"A escolha do árbitro para a jornada que decide o Campeonato tornou-se ainda mais óbvia com recurso ao quadro.
Artur Soares Dias, fiel a si mesmo, vai fazer o que puder e o que não puder para prejudicar o Sport Lisboa e Benfica."

Algumas curiosidades:


"Árbitros AF Porto
SLB - 34%
FCP - 34%
SCP - 28%

VAR AF Porto
SLB - 34%
FCP - 41%
SCP - 16%

Nos últimos 10 jogos, cerca de 50% dos árbitros nomeados para jogos do SLB foram da AF Porto."


PS: Estes números pecam por 'escasso', já que existem vários árbitros do distrito do Porto, que resolveram inscrever-se noutras Associações: Aveiro, Viana, Braga e até Bragança! Já para não falar dos Fiscais de linha que fazem o mesmo...!!!

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

A Verdade do Tadeia #804 - As novas provas da UEFA

Quarta, excerto...