Últimas indefectivações

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

O triplo no início, o rame-rame depois


"O Benfica começou bem, muito bem até, no jogo com o Portimonense, para rapidamente cometer os mesmos erros, falhar nos mesmos momentos, mostrar as mesmas dificuldades que em jogos anteriores. A vitória por 2-1 acontece graças a 25 minutos frenéticos, mas os encarnados acabaram o último jogo de 2020 a sofrer

palavras que nos irão perseguir para sempre, frases que nos assombram porque o futuro é tramado, ninguém o conhece e a maior parte das vezes andamos aqui somente a arriscar. Para a generalidade da população, a um par de dias do fim deste ano, a frase que mais atormenta será algo deixado há precisamente 12 meses nas caixas de mensagens de amigos, nos encontros fortuitos na rua, aquele “2020 vai ser bom”, ou um “Que 2020 seja melhor que 2019”, “Ano novo, vida nova” e sucedâneos.
Hoje sabemos que os nossos desejos sairam todos ao lado.
Mas para lá dessas palavras, que há um ano nos pareciam inócuas, de circunstância, e que agora tememos, Jorge Jesus entrará em 2021 com outra frase persecutória, aquele “vamos arrasar, vamos jogar o triplo” que lançou do alto de toda a sua conhecida confiança no dia em que foi apresentado no regresso ao Benfica. Ela está aí para o assombrar em todo o seu esplendor e o jogo com o Portimonense, o último do ano, foi uma espécie de chamada de atenção para que não se festeje antes do tempo.
Porque o Benfica começou o jogo a, de facto, jogar o triplo. Sou de humanidades e por isso não grande coisa a matemática e por isso não sei se esta multiplicação será factual, mas falando de forma mais ou menos simbólica, sim, o Benfica teve 25 minutos de bom futebol, de ataque vertiginoso, que deram dois golos e mais uns quantos momentos que poderiam fazer crer que a profecia de Jesus estaria finalmente a confirmar-se.
Darwin marcou o primeiro, numa grande jogada de, como se diz agora, “futebol associativo”, que começou numa recuperação de Weigl, passou por Taarabt, depois por uma combinação entre Waldschmidt e Rafa e terminou com o uruguaio a encostar a bola para a baliza. Bonito.
Não menos bonita, ainda que com um final um pouco mais atrapalhado, a jogada do 2-0, aos 23’, uma boa combinação de Darwin com Rafa, com o internacional português a aproveitar a incapacidade de matar o lance dos centrais do Portimonense que, por essa hora, ainda parecia algures longe, talvez no Algarve.
E aqui estávamos, aos 25 minutos de jogo, com o Benfica a jogar bem e a marcar, parecia estar-se a construir um início de noite tranquilo para a equipa da casa. Só que com o 2-0 o Portimonense reagiu, apareceu, reorganizou-se e quase automaticamente o Benfica começou a sentir dificuldades na construção, a encadear a mais simples jogada de ataque.
Essa incapacidade seria transposta para a 2.ª parte, em que o nível de jogo caiu para nível correspondente ao frio dos últimos dias, mas sempre com o Portimonense com mais bola - aliás, acabaria o jogo com 55% de posse. No Estádio da Luz. Hum.
Com muitas dificuldades de pressão a meio-campo, o Benfica limitou-se praticamente a tentar o contra-ataque na 2.ª parte, sempre com muito pouco critério e com Darwin não poucas vezes completamente sozinho lá à frente. E como já tem sido hábito esta temporada, a qualidade do Benfica, que existe, como se viu na 1.ª parte, foi aparecendo apenas momentaneamente, como aos 56’, quando Waldschmidt encontrou Darwin na pequena área, com o uruguaio, com todo o espaço, a rematar ao poste.
Mesmo que bastante melhor no jogo, ao Portimonense faltavam as oportunidades de golo. Luquinhas esteve perto, aos 71’, mas foi só já nos descontos que Beto reduziu, de cabeça, após mais uma perda de bola a meio-campo do Benfica. Já não foram a tempo os algarvios, porque se têm marcado antes o Benfica iria sofrer para aguentar a vitória.
Seguramente que quando falou em jogar o triplo, Jorge Jesus não estaria a pensar em jogar o triplo apenas durante 25 minutos, para depois se ver o rame-rame habitual. 2020 provou-nos que devemos ter cuidado com o que desejamos."

SL Benfica 2-1 Portimonense SC: Primeira parte de “nota artística” encarnada, segunda para esquecer


"A Crónica: Triunfo Não Abafa Exibição Cinzenta
Depois da derrota na Supertaça, o SL Benfica queria dar uma boa resposta na despedida de 2020, e isso até aconteceu com uma vitória por 2-1 frente ao “lanterna vermelha”, o Portimonense SC.
O triunfo não abafa um exibição de duas faces: um primeiro tempo com a tal “nota artística”, algo que o técnico Jorge Jesus gosta de sempre evidenciar, mas uma segunda parte péssima em que teve de defender a vantagem mínima no tempo de compensação. Um fechar de ano de certa maneira positivo, embora a performance das águias tem de ser claramente diferente em 2021.
O desaire em Aveiro tinha feito mossa em toda a equipa encarnada e nada como reagir com um triunfo convincente para fechar o ano em beleza: os comandados de Jorge Jesus entraram determinados no jogo, a tentar desde o apito inicial criar perigo à baliza de Samuel Portugal.
A forte pressão do Benfica estava a ter o sucesso desejado, já que os visitantes não estavam a conseguir ter bola. Foi sem surpresa que o Benfica abriu o marcador aos 14’: Weigl recupera a bola a meio-campo e passa a Taarabt. O médio marroquino deixa para Rafa combinar com Darwin, que só teve de finalizar um belo lance de ataque.
Até ao momento, o Portimonense não estava a conseguir fazer uma jogada com “cabeça, tronco e membros”, e tinha de ser de meia distância que os visitantes poderiam causar algum perigo ao Benfica: Luquinha tentou ameaçar Vlachodimos num remate de longe aos 19 minutos, mas saiu fácil para o guardião.
A acutilância benfiquista ia semeando o pânico na defesa algarvia, e Rafa acabou por dilatar a vantagem caseira ao minuto 23, com um remate já dentro de área numa espécie de penálti em movimento.
Tal como aconteceu na partida de Aveiro, Grimaldo voltou a estar perto de festejar um golo após a marcação de um livre direto aos 36’, contudo o guarda-redes Samuel tinha outras pretensões e fez uma grande defesa.
A resposta dos algarvios apareceu também num livre direto ao minuto 42 de Lucas Possignolo, só que a bola foi às malhas laterais. Esse foi mesmo o último lance da primeira parte que terminou com uma vantagem justa para o Benfica.
Insatisfeito com a exibição da sua equipa na primeira parte, Paulo Sérgio fez uma dupla substituição: Anderson Oliveira e Beto foram lançados para o reinício da partida. O Portimonense entrou com a intenção de mostrar uma imagem diferente daquela apresentada nos primeiros 45 minutos.
De facto, isso até aconteceu com o conjunto visitante a jogar com maior intensidade e a pressionar o Benfica logo na sua primeira fase de construção, só que, no momento da tomada de decisão, nem sempre isso estava a acontecer.
A primeira ocasião de perigo na segunda parte para o Benfica apareceu aos 56’, em que Darwin quis desviar tanto a bola do guardião e atirou em cheio no poste, após uma recuperação de Taarabt no último terço do campo.
A equipa encarnada abdicou de ir em busca de mais golos, e deu a iniciativa de jogo aos visitantes que, dentro das suas possibilidades, ia procurando levar perigo à baliza de Vlachodimos. No minuto 71, Anzai tirou o cruzamento no lado esquerdo para Júlio César assistir Luquinha, que rematou a rasar o poste.
O tempo corria e o Benfica já estava à espera que o jogo acabasse, só que o Portimonense não baixou os braços e foi recompensado: aos 90+2’, Beto respondeu com um bom cabeceamento a um cruzamento do lado direito de Moufi e reduziu a diferença no marcador, com a bola a bater antes em Gilberto.
Os algarvios ainda foram à procura de alcançar o empate, mas o certo é que o conjunto encarnado conseguiu atingir o principal objetivo que era vencer. Em relação à exibição, essa deixou muito a desejar e espera-se (muitas) melhorias na forma de jogar para os lados da Luz quando chegar o novo ano.

A Figura
Primeira parte do SL Benfica Depois de um desaire que abalou toda a equipa e veio pôr em causa a qualidade exibicional, o Benfica precisava de vencer e convencer os seus adeptos. A mensagem foi bem captada pelos jogadores que entraram a todo o gás na partida frente ao Portimonense, e chegaram sem grandes dificuldades à vantagem. A fazer rolar a bola com grande qualidade, as águias podiam muito bem ter marcado mais golos na primeira parte e fechar logo o encontro. A segunda parte foi uma conversa totalmente à parte…

O Fora de Jogo
Fali Candé – Foi a única mudança no onze inicial visitante, contudo essa aposta correu mal: o lateral de 22 anos teve dificuldades em estancar a dinâmica ofensiva da asa esquerda encarnada. Foi sem surpresa que ficou no balneário ao intervalo, e, na segunda parte, o Portimonense jogou muito melhor e causou perigo pelo seu lado esquerdo.

Análise Tática – SL Benfica
Depois de perder a Supertaça, o Benfica queria vencer para calar os críticos e ainda ficar novamente a dois pontos do líder. Jorge Jesus apresentou o seu habitual 4-4-2, com o onze inicial a ser exatamente o mesmo que começou a partida frente ao FC Porto.
As águias entraram motivadas para o jogo, a pressionar fortemente a defesa contrária e era uma questão de tempo até se assistir ao primeiro golo: Darwin inaugurou o marcador na Luz aos 14’ e deu início a um resultado volumoso na Luz. Rafa Silva ampliou a vantagem, naquela que estava a ser até então uma boa exibição coletiva, algo que já não se via há algum tempo.
O segundo tempo trouxe um Benfica a jogar mais na expetativa e a dar a iniciativa ao Portimonense, o que veio contradizer as boas indicações dos primeiros 45 minutos. O golo sofrido perto do fim lançou algum pânico na defesa encarnada, mas o importante foi conseguido. Apesar do triunfo, foi mais uma exibição que não deixa os adeptos satisfeitos certamente…

11 Inicial e Pontuações
Odysseas Vlachodimos (5)
Gilberto (4)
Nicolás Otamendi (5)
Jan Vertonghen (6)
Grimaldo (6)
Julian Weigl (5)
Adel Taarabt (6)
Rafa (7)
Everton (5)
Luca Waldschmidt (5)
Darwin Núñez (5)
Subs Utilizados
Pedrinho (4)
Franco Cervi (5)
Nuno Tavares (5)
Ferro (-)
Samaris (-)

Análise Tática – Portimonense SC
Numa situação bastante delicada, o Portimonense apresentou-se na Luz com o objetivo de tentar causar uma surpresa. O treinador Paulo Sérgio utilizou o seu típico 4-4-3 com apenas uma alteração face à última partida: Fali Candé rendeu Anderson Oliveira no onze inicial.
A entrada avassaladora do Benfica dificultou ainda mais a tarefa dos visitantes, que sofreram o primeiro golo antes dos primeiros 15 minutos. A equipa de Portimão não conseguiu reagir ao tento sofrido e voltaria a sofrer aos 23 minutos, o que complicou ainda mais a missão de tentar levar pontos para o Algarve. Os últimos minutos do primeiro tempo ainda mostraram um Portimonense com vontade de voltar à discussão do resultado, mas sem grande sucesso.
No início da segunda parte, Anderson Oliveira e Beto foram lançados para dar maior poder de ataque. A mensagem passada por Paulo Sérgio teve o efeito desejado, já que o Portimonense conseguiu encostar o Benfica em busca de um golo que ajudasse a voltar à discussão, só que faltou maior assertividade no momento de tomar a decisão mais correta.
Beto ainda ajudou a reduzir a diferença no marcador (cabeceou contra Gilberto, que fez autogolo) perto do final da partida e toda a equipa ainda sonhou em chegar ao empate, o que não aconteceu. Fica a sensação de que se os algarvios tivessem demonstrado a mesma garra e determinação desde o apito inicial, poderiam muito bem ter levado pontos da Luz.

11 Inicial e Pontuações
Samuel Portugal (6)
Fahd Moufi (6)
Maurício Antônio (5)
Lucas Possignolo (6)
Fali Candé (3)
Willyan Rocha (5)
Luquinha (5)
Dener (5)
Koki Anzai (5)
Aylton Boa Morte (5)
Fabrício (4)
Subs Utilizados
Anderson Oliveira (5)
Beto (6)
Júlio César (5)
Ricardo Vaz Té (-)
Henrique (-)"

Espaço, o melhor amigo de Rafa – curtas do Benfica


"Foi um encontro que se dividiu literalmente em… duas partes. Não só por uma questão cronológica, mas também pela diferença da qualidade.
- Um primeiro tempo do Benfica bastante aceitável, principalmente até à meia hora de jogo. Muito espaço concedido pela equipa do Portimonense, principalmente no miolo, a possibilitar aos encarnados acelerarem na zona onde são mais perigosos: o corredor central.
- Portimonense a apresentar-se num 4-4-2 losango, procurando encaixar o seu médio ofensivo em Weigl. No entanto, o Benfica conseguiu sempre encontrar espaço, principalmente nas costas dos médios laterais, de forma a chegar à frente.
- Portimonense subia poucas vezes e com poucos elementos, sem ruturas de segunda linha. Bloco bastante afastado, sem e com bola. Também por isso, perdas pouco acauteladas na transição defensiva. 
- Na segunda parte, o Portimonense esteve bem mais junto. Isso possibilitou à equipa ter mais apoios à frente, mais tempo de posse de bola e uma recuperação mais rápida da posse.
- Em sentido inverso, o Benfica resguardou-se mais e, na transição ofensiva, procurava um Darwin Núñez que, desamparado, teve dificuldades em dar continuidade às jogadas.
- Demora dos extremos e médios do Benfica a chegar em apoio nesta fase. A equipa acabaria por ter ataques de pouca duração. O facto de este ter sido o primeiro jogo da época em que o Benfica termina com menos posse de bola que o adversário espelha bem as dificuldades que o Benfica teve em organização ofensiva neste segundo tempo.
- Ofensivamente, foram raros os lances em que o Portimonense incomodou a baliza de Vlachodimos, pese embora ter tido mais bola e domínio territorial.
- No entanto, não deixaram de assustar Jorge Jesus após terem conseguido o golo. Ferro e Samaris entraram aos 90min, num jogo frente ao último classificado do campeonato, sendo este um sinal de alguma insegurança por parte do técnico dos encarnados.

Destaques individuais
Rafa – um golo, uma assistência e muitos desequilíbrios criados na primeira parte, na qual o jogo do Benfica fluiu mais e o Portimonense concedia mais espaço. Em ambos os golos, ficaram bem patentes os estragos que pode causar quando esse espaço surge no corredor central. Indubitavelmente, o maior quebra-cabeças para os adversários das águias nesta fase da temporada.
Everton Cebolinha – continua bem longe de ser o jogador que todos esperariam. Nunca arrisca o duelo individual. Apenas se cinge a combinações curtas e, mesmo aí, falha alguns passes. Parece necessitar de frescura física e de perder o medo de errar quando tem a bola, ou então nunca “quebrará o gelo”."

Benfica Podcasat #391 - Bye 2020

Benfica FM #140 - Supertaça, Portimonense...

Benfica After 90 - Portimonense...

Fever Pitch - João & João... Espanha!

Vermelhão: Bom arranque...

Benfica 2 - 1 Portimonense


Jogo fácil de analisar: boa primeira parte, provavelmente a melhor da época, com pressão, saídas rápidas, boas combinações, remates, oportunidades e golos... Mas o final do 1.º tempo, já deu alguns indicadores de como seria a 2.ª parte, com a equipa a demonstrar algum cansaço...
Na segunda metade, a equipa entrou para 'gerir', demos a 'bola' ao adversário... é verdade que a maioria das oportunidades continuou a ser do Benfica, e que o Portimonense só marcou num anto-golo, mas podíamos ter feito a 'gestão' com mais golos no marcador! E assim evitar aqueles minutos de 'susto' no final...!!!

Com as muitas ausências com o Covid (5 para já...!!!), além das lesões do Almeidinhos e do Gabriel, é verdade que estamos com poucas opções para algumas posições, mas se os jogadores estavam cansados, por exemplo o Samaris deveria ter entrado mais cedo...

O Benfica não está de facto a jogar bem. Nota-se pouca confiança, a defender e várias más decisões em zonas de finalização... Dito isto, se o Benfica anda a ganhar os seus jogos do Campeonato à rasquinha... os 'outros' também estão na mesma situação! Sendo que nas últimas jornadas, tanto os Corruptos como os Lagartos tiveram 'super-empurrões' para chegar às respectivas vitórias, por parte dos apitadeiros, algo que não acontece nos jogos do Benfica... Mas nos rescaldos das partidas, enquanto no Benfica está tudo mal, em relação aos 'outros' está tudo bem...!!! É verdade que a equipa necessita de reforços em Janeiro, é verdade que existem jogadores em sub-rendimento, é verdade que a equipa não está a conseguir jogar como o Jesus gosta (com muita correria, muito jogo pelos flancos...), mas além das questões técnicas ou tácticas, o campeonato também se vai decidir no 'embalo' fora de campo! É preciso não entrar em depressões suicidas...

Na próxima jornada vamos a São Miguel, onde vamos encontrar um Santa Clara que apesar dos maus resultados nos últimos tempos, vai meter toda a carne no assador... e tenho a certeza que não vamos beneficiar de frangos, como acontece regularmente com os 'outros'!!! Será importante a recuperação do Pizzi...


terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Voltar às vitórias


"É já daqui a poucas horas, às 18, no Estádio da Luz, que a nossa equipa de futebol voltará a entrar em ação, desta feita ante o Portimonense, numa partida englobada na 11.ª jornada da Liga NOS.
O objetivo, como não poderia deixar de ser, passa por vencer o jogo e somar três pontos, voltando assim ao segundo lugar na tabela classificativa e continuando na peugada do líder, perspetivando o regresso à posição cimeira do Campeonato.
Não obstante as várias ausências para este desafio (André Almeida e Gabriel por questões físicas; Gonçalo Ramos, Jardel, João Ferreira, Pizzi e Seferovic por terem testado positivo nos exames de diagnóstico à COVID-19), o favoritismo é, naturalmente, atribuído às nossas cores.
Jogaremos em casa, a qualidade do plantel e os objetivos a que cada um dos clubes se propõe nas competições são diferentes, as posições na classificação são quase diametralmente opostas e o histórico é demonstrativo da tendência de triunfo benfiquista no confronto entre ambos os clubes, nomeadamente no Estádio da Luz (no Campeonato, 17 jogos, 14 vitórias e três empates, 47-9 em golos).
No entanto, é certo e sabido que os jogos não se ganham antecipadamente e que, do outro lado, estará um adversário muito apostado em contrariar os prognósticos.
E merece ser realçado o percurso recente dos algarvios na Liga NOS: uma vitória (Nacional) e um empate (Famalicão) nos últimos três jogos, sendo que a derrota se deu em Guimarães pela margem mínima. Assim como os 12 golos sofridos, um registo, à entrada da jornada, superado por apenas oito clubes.
Os dados estão lançados, caberá à nossa equipa fazê-los rolar em nosso favor. E a nós, por fora, compete-nos continuar a apoiá-la em prol do nosso clube. Fechemos da melhor forma este maldito 2020 e preparemo-nos, de seguida, para um ano novo ao nível do que todos queremos, podemos e merecemos.
De Todos Um, o Benfica!"

Espionagem...


"O julgamento do hacker Rui Pinto prossegue e, nos últimos meses, ficámos a saber que foi encontrado no seu computador uma panóplia de pastas com informação que foi publicada no blog “Mercado de Benfica”.
Neste blog foi divulgada informação interna, não só do SL Benfica, mas também da PLMJ (uma das maiores sociedades de advogados do país, e que por coincidência colaborou com o Benfica em alguns processos mediáticos), magistrados, entre outros. Segundo perícias forenses efectuadas pela Polícia Judiciária, foi também descoberto que Rui Pinto era o autor do referido blog (pasme-se!).
Este era um dos canais utilizados para publicar a informação ilegalmente obtida por Rui Pinto. Além do “Mercado de Benfica”, a informação era também difundida no Porto Canal e posteriormente distribuída e disseminada por cartilheiros do FC Porto e Sporting CP.

Não nos esqueçamos nunca da campanha orquestrada por estes dois clubes. Nomes como Francisco J. Marques, Diogo Faria, Pedro Bragança, Manuel Tavares, Pinto da Costa, Júlio Magalhães, Nuno Saraiva, Bruno de Carvalho, Paulo Baldaia, entre outros, nunca poderão ser esquecidos.
Não obstante dos nomes anteriormente referidos, temos ainda os canetas de aluguer que colocam notícias escolhidas a dedo na Comunicação Social (motivados por interesses obscuros e superiores), como é o caso flagrante de Carlos Rodrigues Lima. Este jornalista deu-se ao luxo de colocar em manchete na revista Sábado a mesmíssima notícia e texto integralmente copiados, com a diferença de apenas 2 meses entre ambas as publicações. Já sobre a lista de Pinto da Costa, que investigámos e denunciámos na nossa página, nem uma única palavra ou linha de texto. Não se preocupem, nós fazemos questão de relembrar.
Para lerem a nossa investigação na íntegra, cliquem aqui:
👉 https://www.facebook.com/354623765132313/posts/622679931660027/
Ainda sobre Rui Pinto, Francisco Teixeira da Mota não nega, para já, que Rui Pinto seja o autor do blog. Apenas diz que está em curso uma perícia, de modo a atestar a fiabilidade dos documentos encontrados no computador.

No referido blog, foi publicado todo o tipo de informação, desde áudios de interrogatórios do processo E-toupeira a correspondência interna do SL Benfica e PLMJ, da mais relevante à mais insignificante. Foi toda uma devassa de informação que não visava outra coisa que não o dano da reputação dos visados.
Importa perceber o que motivou este “ataque” de Rui Pinto, e a resposta à tão controversa questão encontra-se algures no eixo Norte-Sul.
O julgamento continua, mas há algo que deve ficar bem claro. O SL Benfica não pode ficar cingido às instâncias judiciais portuguesas. O dano causado foi enorme e os crimes de que foi vitima são mais do que claros. Apesar do FC Porto, empresas do grupo e alguns elementos da organização terem sido condenados pela divulgação da correspondência interna do SL Benfica, tal é indiscutivelmente parco e insuficiente. Os predicadores dos actos criminosos não podem passar impunes.

A título de exemplo da gravidade dos crimes, ficou provado em julgamento que o FC Porto teve acesso a «metodologias avançadas para várias sessões de treino». Como se isto não fosse suficientemente grave, o FC Porto teve também acesso a informação confidencial, acesso a contratos comerciais (NOS), acesso a informações clínicas e acesso a relatórios de observação de jogadores (que viriam posteriormente a desviar).
Um por um, custe o que custar, mas todos têm de pagar pelo que fizeram ao Sport Lisboa e Benfica.
Os regulamentos são claros para casos de espionagem e acesso a informação privilegiada: tal dá direito a descida de divisão. Continuamos a aguardar que haja coragem para se agir nesse sentido."

Milagre!!!


"Um pequeno passo para o homem, um grande passo para a humanidade. Pois é, meus amigos, descobrimos a verdadeira vacina para a Covid-19.
No Calor da Noite, modalidades foram suspensas, um dirigente morreu de Covid mas...surpresa, surpresa...o plantel do Calor da Noite teve ao dia de hoje apenas UM caso positivo! Isto sim é uma verdadeira vacina! Já estamos a imaginar o diálogo entre os responsáveis do Calor da Noite e os filhos de Fernando Gomes e Luis Filipe Menezes (donos da empresa responsável pelos testes feitos para a Liga 
Olhem lá, escolham aí um cepo do plantel para não darmos muito nas vistas e não sermos caso único a nível Mundial sem casos positivos para a Covid...olha, pode ser o Loum que nunca joga! Fechado!
Enquanto o Benfica tem ao dia de hoje 5 casos positivos, tendo já tido anteriormente mais 3 casos. Enquanto o Cashball já teve mais de meio plantel com Covid o que levou ao adiamento de um jogo seu. Enquanto o Braga tem meia-dúzia de infectados. Enquanto todos os clubes no Mundo têm variados jogadores infectados com Covid, no Calor da Noite respira-se saúde!
Verdadeiro fenómeno da natureza! Isto chega a um ponto tal de impunidade do Douro para cima que até jogadores com Covid têm ido a jogo na maior das tranquilidades.
Vale tudo!"

Benfica: Defeito ou Feitio??


"Agora, após mais uma derrota com o nosso maior adversário Porto, passadas umas boas horas já boas, posso agora pôr a mão na consciência e ver o que leva o Benfica até aqui! Vários pontos ou ideias vêm-me a cabeça e gostava até que alguém me ajudasse a perceber tudo isto. Até porque neste momento a única certeza que tenho é que tenho uma mão cheia de nada. Vou tentar começar pelo princípio (ou penso eu que seja o princípio.)
Esta equipa, depois de ter gasto uns bons milhões, em treinador e jogadores, continua a não mostrar o triplo que deve jogar ou o triplo que nós esperávamos... Mas aí vem a minha primeira pergunta. Quem preparou o plantel? Quem o preparou, em que é que se baseou para o fazer? (Milhões?? Posições?? Número de jogos?? Benfiquismo?? Quadrinhos de sistema??)
Para mim, o plantel do ano passado, já era o melhor da liga e, olhando às contratações desta temporada, continuávamos a ter o melhor plantel, mesmo sem contratarmos, precisando apenas retocar algumas posições que já todos sabem! Se me perguntarem, se eu gastaria todo este dinheiro gasto para contratar? Não, de certeza! Não só devido ao momento em que o mundo atravessa, mas também porque não era preciso. Existem outros jogadores no mercado que se calhar poderiam dar tanto ou mais, por bem menos! Comparativamente, o nosso rival foi jogar contra nós com um plantel de baixo custo e de nível médio, mas de nível elevado em questões de vontade e "raça"! Ou seja, esperaríamos nos que para o jogo que passou que esses jogadores de milhões conseguissem fazer a diferença, mas tem-se visto de tudo menos isso até agora nesta época!
Mas quem tem mais culpa nisto tudo??
Opinião, todos os intervenientes têm um pouco de culpa de tudo o que está a acontecer! Todos os sócios e adeptos querem ver o Benfica a ganhar mas, quando têm treinadores que apostam verdadeiramente na formação, não têm a paciência devida para dar tempo a equipa maturar, e por vezes a quando de más exibições queremos que o treinador saia, esquecendo o projecto e que as equipas precisam de rotinas! Vejamos que os dois últimos treinadores tiveram lá, ganharam, bateram recordes e quando lançaram os miúdos da apregoada formação todos festejaram. Quando estes saíram, festejaram, quando novos jogadores vieram o futebol por vezes decai e começam as críticas! O que, percebendo, devido a exigência do manto sagrado, contextos diferem... Não se pode julgar um treinador pelo mau futebol quando saem Renatos e entram Filipes Augustos! Nenhum treinador sobrevive a isto...
Depois os treinadores têm culpa pois submetem-se a quem dirige o clube e o que lhes é pedido e fazer muito com pouco! Já tentaram fazer omeletes sem ovos e sem fogão e frigideira??? A situação é mais ou menos a mesma!!! Aí deveria haver um plano a 3-4 anos, para jogadores na equipa A olhando ao potencial... Jogadores são para ser vendidos dando o retorno financeiro, é certo, mas desportivo financeiro! E contratos servem para proteger nas as partes, sendo que estes têm de ser respeitados. Até nisto levamos lições de moral de adversários basta olhar a Marega que foi afastado por não estar com a cabeça na equipa! É assim... Há extremismos e há que perceber onde está o razoável e se funciona num sítio porque não funciona no outro?? Os jogadores são donzelas? É-lhes dada a importância que não têm?? Mas então quem orienta o clube? Essa orientação é feita de fora para dentro ou de dentro para fora?? O que leva ou não aos jogadores para deixar de fazerem o seu trabalho?? Custa-me aceitar que os treinadores q ganham campeonatos com certos jogadores, no ano seguinte estes desaprendem e ninguém a cima faz nada!! Aliás, faz despedir o treinador... Se por um lado, gosto imenso do trabalho extra futebol de Rui Vitória, consigo aceitar até que em futebol jogado tinha os seus momentos a verdade é que em duas épocas ganhámos. E ganhámos com jogadores importantes a sair, após a entrada de um novo treinador, após guerrilhas entre o presidente e antigo treinador, pré época super mal orientada, e ainda lesões! Como? Com uma aposta vincada na formação.. Todos com a sua janela, como RV sobre disse "o cavalo passa a porta e quando passa ou vais ou ficas!" E nessa visão, no primeiro ano, Ederson, Lindelof, Nelson Semedo e Guedes apareceram! Não voltando para o banco após regresso de jogadores mais comentados na equipa A! Digam o que disseram isto são oportunidades reais... E verdade perdíamos tbm com o Porto mas não gastávamos metade do orçamento gasto esta época e com resultados... Gostando-se ou não, bateu o recorde de pontos de Mourinho no Porto e golos.. entalando o ego dos nossos rivais da segunda circular! Se o queria de volta, não! Se gostava do trabalho no geral sim! O problema dele é o tipo de discurso, mas em gestão de recursos foi provavelmente o melhorzito (excluindo o uso em excesso de Filipe Augusto). Mudou de 442 para 451, adaptou quando teve de adaptar e a verdade é que teve uma média de campeonatos superior e mais uma vez ganhando a quem supostamente tinha "mãos para o Ferrari", nada mau!
Após exaustão do seu discurso e muito provavelmente a maneira de como tirou Luisão do balneário, levou ao mau futebol na última época dele a meu ver e a consequente saída após derrota com o Portimonense. Depois veio alguém que demonstrava conhecer os valores do Benfica, alguém que duma assentada meteu 5 miúdos na Liga Europa e de dar uma grande lição de futebol em Portugal e humildade. Usando as conferências de imprensa no pré e pós jogo para se falar de futebol. Usou uma táctica já muito conhecida em Portugal e fez com que as peças todas trabalhassem com um propósito comum! Mas mais que isso, olhou ao que tinha e fez o que podia e isso é outra função de um bom treinador! Em vez de se pôr a contratar, primeiro observar o que se tem e fazer algo daí e contratar pontualmente! Mas mais uma vez a direção olhou ao futebol do Benfica e pensou que teria de se vender num mercado onde já se havia faturado 100M entre vendas (de Jiménez e Jovic) e empréstimos...
O que por um lado demonstra uma grande força no marketing no Benfica demonstra no mínimo, uma falta de senso no que trata de gerir desportivamente. Já não sendo este um caso virgem, foi o mais escandaloso no sentido em que entram recursos financeiros e pouco se faz para colmatar atempadamente as saídas e pior deixa-me sair ao mesmo tempo o único génio que a equipa tinha, Jonas.
Mas até que ponto anda o Marketing, Gestão financeira e Gestão desportiva de mãos dadas no Benfica? Não andam! Cada área puxa para seu lado e quem aqui deveria ter um plano para todos seguirem restarem orientados expôs aos olhos de um cego a quando das eleições não propôs plano nenhum e ao contrário do que se pensava, asfixiou os candidatos, usando os canais do clube, mostrou-se aos amigos televisivos e apostou única e simplesmente em falar no passado! Esse era o plano. O plano é exposto agora que é dar o dito por não dito, fazer o que se prometi nunca ser feito atirar aos sete ventos uma saúde desportiva conseguida em prol de uma ideia vaga de resultados sem perceber o custo dos mesmos!
Jorge Jesus, mais uma vez, é sustentado por uma direção que vive pelos resultados e pouco aparecem quando as coisas não vão de feição. JJ, um treinador que não aposta na formação, algo que recheou os cofres, tem um sistema de jogo sem plano B e só conta com os seus contratando-os sem perceber o que é o mercado! Senão vejamos. Quantos jogos ganhou Jorge ao serviço do Benfica ao Porto? Quantos campeonatos ganhou ele ao Porto?? Com os plantéis que teve e os campeonatos que ganhou, quantos ganhou com a facilidade esperada? Quantos da formação apareceram com ele? Quantas vezes as suas invenções deram para o torto? É tudo mau?? Não! É o treinador que quebrou a hegemonia do Porto, mas também foi devido a mas prestações do Porto tanto financeira como desportivamente. Foi ele que levantou o Benfica numa altura crítica mas também grandes plantéis teve. E foi ele que teve tudo o que quis tanto na primeira como na segunda passagem! Por isso é que digo, acho que todos no Benfica têm de pôr a mão na consciência quando se trata do nosso Benfica! Eu, pessoalmente, não admiro muito Jesus porque por muito que o seu balanço no passado seja positivo (em termos de resultados), financeiramente os encargos eram muito elevados! E agora na segunda passagem já com o melhor plantel escolheu tudo ao lado e tomou decisões que custaram muito ao Benfica! Investimentos avultados sem a Champions garantida, fizeram com que a venda do único adepto em campo saísse! Escolhas em jogos um tanto ou quanto estranhas, tanto no planeamento táctico ou técnico! Formação esquecida. E, acima de tudo, os mesmos erros contra o nosso maior rival! Os erros cometidos durante a primeira passagem continuam a ser cometidos, com a diferença que a passagem internacional só deu para aumentar o seu ego trazendo um ar relaxado e mais "xéxé".
O que custa por vezes a perceber é o porquê de tudo isto acontecer. Para mim é uma questão de ciclo de decisões! Mas e se todos fizerem a parte deles? Ou seja, se a direção tiver um plano coletivo e individual? E se der um "budget" ao treinador e em vez de ser só treinador passar a ser um "manager" e possa ter mais mão nas entradas e saídas?? Não será tudo isto um apoio maior ao nosso futebol?? E ganhando essa estabilidade vinda de cima, não será isso um passo dado para um bom futebol e maior poder decisão num projecto futebolístico? E podendo o treinador decidir, não irá ter um grupo mais controlado, focado pois ninguém de fora mudará as decisões? E se tudo isto for positivo os adeptos e sócios não verão mais resultados não querendo a saída imediata do treinador??
É uma questão de ciclo... Em que todos os interessados fazem parte!
Está na hora então, de todos pedirem o que se impõe a um Benfica. Que honre o seu passado para construir o futuro mas olhar ao contexto em que estamos! Pois devemos exigir mais de quem tem muito e de quem tem pouco devemos exigir mais de quem está a cima para dar os recursos de forma ponderada a quem gere a equipa. E nós temos de dar tempo e perceber que quando se vende peças chave dum plantel por vezes leva tempo até que se volte a ganhar, até porque todos nós percebemos que é impossível ganhar todos os anos!
Agora este ano, estamos atrás em tudo!"

Modalidades: Semanada...

Fever Pitch - João & Markus... Alemanha!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Antevisão...

Balanço das modalidades de pavilhão


"Neste fim de semana celebrámos a conquista da Taça de Portugal 2019/20 pelas nossas futsalistas, que continuam, assim, a exercer o domínio da modalidade. Tratou-se da sexta vez, em sete edições, que o Benfica se sagrou vencedor na prova, mais um feito de uma equipa que tem dado muitas alegrias aos benfiquistas. No Campeonato, ainda na primeira fase, as tricampeãs nacionais em título ocupam o segundo posto na Zona Sul.
Quanto às restantes equipas femininas, no andebol, não obstante a aposta benfiquista recente no regresso à competição nesta modalidade, encontramo-nos no segundo posto da classificação com seis jogos disputados e continuamos na Taça de Portugal. No basquetebol, cujo primeiro troféu ao mais alto nível no nosso historial foi ganho na temporada passada, lideramos a classificação na fase regular da Liga Skoiy ao fim de dez jornadas. No hóquei em patins, as heptacampeãs nacionais apuraram-se para a 2.ª fase e seguiram em frente na Taça de Portugal. E, no voleibol, na época de regresso à Primeira Divisão, a nossa equipa está no sexto lugar com apenas 12 jogos realizados (os dois primeiros classificados, por exemplo, já contabilizam 17 jogos).
Relativamente às equipas masculinas, a nossa equipa de andebol encontra-se no terceiro lugar, tendo sofrido apenas uma derrota nos 13 jogos em que participou (menos um jogo que o segundo e dois que o líder). Esta é uma temporada em que o Benfica se apresenta como candidato a lutar por todas as competições e procura elevar o seu nível competitivo face a anos anteriores.
No basquetebol, estamos presentemente no quarto lugar da tabela classificativa. O começo de época atribulado, devido ao surto de COVID-19 no plantel, impediu a preparação ideal para o início das competições, mas o grupo de trabalho continua a treinar afincadamente para estar bem na hora das decisões.
No futsal, ao fim de 14 jornadas, partilhamos a liderança do Campeonato em igualdade pontual com o Sporting. Ambos somam apenas vitórias, exceto no confronto entre si, em que se verificou um empate em Alvalade.
No hóquei em patins, cujo primeiro troféu da temporada, a Taça 1947, foi conquistado pela nossa equipa, ocupamos a quarta posição com um jogo por realizar. Em ano de novo formato competitivo (após a fase regular seguir-se-ão playoffs), o objetivo mantém-se: ser campeão nacional.
No voleibol, em que já conquistámos a Supertaça, somos líderes invictos da fase regular. Há a lamentar a eliminação da competição europeia, o que não desmerece a nossa equipa tendo em conta a muito elevada dificuldade da eliminatória (disputada num só jogo, na Turquia, com os turcos do Halkbank).
À exceção dos projetos mais recentes, como são os casos das equipas femininas de voleibol e andebol, o Benfica apresenta-se como candidato a vencer todas as competições nacionais de cada uma das modalidades em que participa. É com esse objetivo que todas as nossas equipas trabalham arduamente. 
De Todos Um, o Benfica!"

Realização de Webinar sobre desporto


"A ReLeCo – Educação Desportiva, Corpo e Ética, integrada no CeiED/ULHT, vai promover um webinar sobre a “Organização da atividade conjunta no processo de ensino-aprendizagem. Uma perspetiva sócio-construtivista aplicada ao contexto da educação física e desporto”, no dia 15 de janeiro de 2021, das 18h às 19h, via Plataforma Zoom. O orador convidado será o Professor Doutor Bruno Avelar Rosa, da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra e partner da Qantara Sports. A entrada é livre.

Plataforma Zoom:
https://videoconf-colibri.zoom.us/j/83579531018?pwd=VVFyaHIxS04rTllBSkplbTMzTE94QT09
ID da reunião: 835 7953 1018
Senha de acesso: 038787

Segundo as palavras do Presidente da Federação Portuguesa de Andebol (jornal Público, 10.06.2020), é necessária uma “bazuca” para o desporto. Assim sendo, cremos que este momento de reflexão pacífica poderá ajudar na definição de estratégias de governância. A centralização da regulação do Estado é percebida como uma forma de impor decisões unilaterais sem a concertação dos atores do desporto. Quando se trata desta matéria, o Estado é confrontado com um forte constrangimento financeiro e tem dificuldades em colmatar as desigualdades de desenvolvimento e de equipamentos entre os territórios e as modalidades. Por outro lado, algumas modalidades desportivas são muito populares e mediatizadas, dispondo de importantes recursos, enquanto outras são relativamente ignoradas pelos atores económicos. E, no seio de uma mesma modalidade, pode existir fortes desigualdades entre os clubes. Não devemos esquecer que o desporto, para além do exercício físico, concorre para a saúde pública e para a educação e formação dos cidadãos e reveste, desde a sua origem, uma dimensão social importante."

6.ª Taça de Portugal

Benfica 5 - 0 Chaves

Mais um troféu para esta equipa de Futal feminino do Benfica.
Jogo com pouca história, como se esperava, com o Benfica a dominar... e a demonstrar bastante maturidade, pois mesmo quando a bola parecia bater contra a parede defensiva do adversário, as jogadoras não perderam a cabeça, pois sabiam que os golos iriam aparecer!!!


Derrota em Penafiel...

Penafiel 2 - 0 Benfica B


Jogo ingrato, com o Benfica a ter mais bola, mais domínio aparente, mas com o adversário a aproveitar os contra-ataques e as bolas paradas para marcar!!!

Perder nunca é bom, mas o objectivo da equipa B é a evolução dos jogadores. Não fazia sentido, jogar para o pontinho, com equipas montadas com tracção atrás... É preferível ter equipas ofensivas, que assumam os jogos! Mas com alguns Juniores pelo meio, é complicado competir com equipas matreiras e mais experientes... O Renato Paiva é um daqueles treinadores que tem os seus apoiantes e os seus críticos fundamentalistas, mas somando tudo, na minha opinião fez um bom trabalho na equipa B! Manteve a equipa na II Liga, que é o principal objectivo matemático desta equipa, e foi consistente na forma como tentou montar a equipa, mesmo que muitos lhe acusem de lírico ou ingénuo!!! Boa sorte, para o próximo desafio na América do Sul...

Julian Weigl | Janeiro é mês de decisões para o alemão


"O mês de Dezembro deu nova vida ao alemão Julian Weigl. Da desconfiança generalizada à retoma da titularidade que tinha perdido aquando da chegada de Jorge Jesus, foram surgindo de forma persistente notícias do interesse do SL Benfica noutros talentos, com William Carvalho à cabeça, que puseram o seu lugar em risco.
De Sevilha pediram 18 milhões, e Julian Weigl aproveitou a deixa para elevar o nível e obrigar o técnico português a admirar as suas qualidades – quando marca de fora da área, ao Lech Poznan na Luz, a reacção de Rui Costa, que segredou ao ouvido de Jesus, parece agora premeditação clara do que se seguiria.
A poucos dias do mercado de Janeiro, ganha nova vida o trinco moderno que o BVB Dortmund deixou fugir há exactamente um ano, por 20 milhões.


(3:30, Rui Costa e Jesus)
2020-21 começou com a aposta insistente em Gabriel como primeiro elemento do meio-campo, num recuo já esperado dadas as características contrastantes do brasileiro com as dos habituais box-to-box do 4-4-2 jesuíta.
Conjugou bons pormenores com dificuldades posicionais, nunca dando a segurança necessária ao sector mais recuado da equipa com a sua apetência excessiva para o passe longo desordenado.
Weigl afundava-se entre os suplentes, bode expiatório que era da má segunda volta de 2019-20 – o estilo perfumado não ajudou à sua aceitação numa cultura futebolística ainda ultradependente dos varredores na posição.
O alemão só seria titular à quinta jornada, na vitória (2-0) frente ao Belenenses SAD na Luz; na jornada seguinte, entrava ao intervalo no descalabro do Bessa e já não participaria na derrota frente ao SC Braga de Carvalhal. Depois, foi infetado pela COVID-19, problema apenas ultrapassado nos finais de Novembro.
A lesão de Gabriel no último mês propiciou a consolidação de Julian ao lado de Taarabt no miolo e as indicações têm sido positivas: o culminar da sua evolução aconteceu em Barcelos, em jogo dificil frente ao Gil Vicente FC – onde os 97,3% de sucesso no passe durante os 82 minutos jogados o aproximaram dos seus melhores tempos, ainda que não tenha libertado completamente o génio criativo, faltando ainda assumir-se a tempo inteiro como o primeiro municiador dos artistas da frente.
Mas, a sua timidez em campo talvez seja compreendida através de um paralelismo com o final da sua primeira época na Alemanha. Depois de 51 jogos em 2015-16, Weigl explicava nesse Verão os processos simples do seu jogo: «O ano passado foi o meu primeiro, nem sempre á fácil confiar em mim mesmo para tentar o último passe. Assegurando a mesma forma do ano transacto, talvez consiga dar o próximo passo na minha evolução, tirar mais jogadores do jogo com os meus passes e ser mais atacante», dizia em Setembro, referindo um dos aspectos que muita da imprensa e, consequentemente, a massa adepta, aponta ao seu futebol: a pouca verticalidade das suas acções com bola, argumento impaciente que até José Cid fez questão de extrapolar.



No seguimento, confirmou todas as intenções. 2016-17 foi o ano da afirmação de Julian em contexto internacional, na boa caminhada do entusiasmante Borussia de Tuchel na Liga dos Campeões, onde só caíria aos pés de outra equipa-sensação – o Mónaco de Leonardo Jardim (na Bundesliga foram terceiros e venceriam a DFB Pokal). Weigl funcionava com o pêndulo responsável pela estabilidade de um bloco ultra-ofensivo, onde Kagawa, Reus, Aubameyang, Dembéle e Gotze confiavam na sua capacidade de equilibrar taticamente a equipa para dinamitarem as defensivas adversárias – os 113 golos durante toda a temporada comprovam-no, particularmente os 21 na fase de grupos da Champions.


(1:10, início das referências ao papel de Weigl)
No Benfica, o impacto tem sido muito aquém do esperado. Apesar da grande confiança de Bruno Lage no seu talento e da boa opinião do Jorge Jesus, tem demorado a convencer o novo treinador sobre as suas competências defensivas.
As boas indicações da sua promissora carreira não chegaram para assegurar o lugar nos novos projectos e Weigl teve que ultrapassar vários obstáculos para encontrar o seu espaço na equipa e nas graças da generalidade da massa adepta – transformou-se em alvo da comunicação social, que aproveitou a instabilidade desportiva para divagar sobre as causas de tanta demora na consolidação do alemão no onze encarnado.
Desde o suposto desentendimento com Jesus antes do jogo em Salónica, até à vontade do próprio em voltar à Bundesliga, muitas foram as motivações para as persistentes manchetes com os nomes na lista de sucessão, stock ilimitado de argumentos a favor da contratação de William ou Arão.



Resta saber o que se seguirá no próximo mercado de transferências, onde esta sequência de jogos a titular torna a dúvida geral numa pergunta em forma de encruzilhada: será real a aparente definitiva aposta de Jesus em Weigl como dono da posição ‘6’ ou, pelo contrário, estas titularidades servirão apenas como isco para algum tubarão morder na Luz, desembolsando bom (e necessário) dinheiro pelo passe do médio alemão?
A resposta será dada a partir de dia 1, numa janela que promete muitas movimentações no plantel e que ditará o sucesso da época encarnada. A ficar, não há dúvidas de que Julian Weigl será um dos esteios do onze benfiquista na procura de todos os títulos que disputa."