Últimas indefectivações

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

A questão mais premente do futebol moderno: o fora de jogo milimétrico... não é fora de jogo?

"A pergunta é simples e igual a tantas outras no futebol: uma bola que ultrapasse a linha de golo, por um milímetro, não é golo? Uma rasteira involuntária, cometida por um jogador, não é falta? Uma escorregadela de um defesa que faz cair o adversário, não é punida?
Há aqui um princípio de alguma "injustiça legal", idêntico a muitos que conhecemos na sociedade. Podemos nem sempre concordar, sabemos que podem melhorar, mas há que respeitar.
Vem esta introdução acerca da discussão da moda, relativa às tecnologias que existem para avaliar foras de jogo.
Sobre isto, tenho posição bem clara:
- Será que já nos esquecemos das polémicas gigantes que existiam antes de haver linhas tecnológicas? Será que já nos esquecemos das discussões eternas sobre ser inaceitável que o VAR não tivesse linhas credenciadas para avaliar offsides? Será que ja nos esquecemos das suspeitas semanais provocadas pelo facto de haver jogos com "linha" e outros sem referência? Será que já nos esquecemos das guerrilhas que existiram anos a fio, por causa de lances mal avaliados, devido a foras de jogo tão milimétricos como aqueles que agora se discutem?
Bem, eu não esqueci. Nem eu nem a FPF que, procurando ir mais uma vez ao encontro da voz do povo, investiu muito para adquirir a linha tecnológica mais credível do mercado. Sim. A melhor que há. A mesma que é também utilizada pela FIFA e UEFA.
Mas esta ferramenta topo de gama tem uma característica que nenhuma inovação de ponta conseguiu ainda resolver: não se coloca sozinha. Não é 100% automatizada.
Por exemplo, não sabe definir - por si só - qual o exacto momento em que um pé ou cabeça começam a tocar na bola quando esta é passada para a frente. Não sabe definir, com exactidão, qual a última parte do corpo do penúltimo defesa, da bola ou do último avançado.
Para terem uma ideia, a "Goal Line Technology" só não depende de dedo humano porque a bola, os postes e as balizas estão carregadas de mil e um sensores que disparam informação automática para um hiper-mega-super relógio do árbitro. A brincadeira custa milhões para ser usada duas, três vezes por época.
Moral da história: em matéria de fora de jogo, é o VAR - em Portugal, na Alemanha ou em Espanha - quem diz ao seu Técnico de Imagem onde deve colocar as tais linhas, com base naqueles que são, aos seus olhos, os pontos exactos.
Ora, como num só segundo cabem pelo menos 25 frames televisivos, uma linha que seja colocada num ponto microscopicamente errado - daqueles imperceptíveis a olho nú - pode significar a diferença entre acertar ou errar na decisão. Involuntariamente.
É dramático? Claro que é! Todos os erros o são e a tecnologia nasceu para anula-los, mas neste caso serão sempre inevitáveis se tudo se mantiver como está.
Portanto, das duas uma: ou algum génio informático encontra o sistema perfeito, retirando esse fardo das mãos dos videoárbitros ou a coisa não tem solução fácil à vista.
E não tem porque esta novela recente - que começou no Presidente da UEFA, passou pelo IFAB e atingiu agora as massas (a de se passar a punir apenas FJ com um "corpo de intervalo" ou com "20cms de adiantamento") -, é bem intencionada mas mal pensada:
- Então alguém acha mesmo que as discussões terminarão aí? Acham mesmo que a contestação não passará para a parte do corpo que não parece estar toda à frente do defesa... ou para a unha do pé, que não parece estar adiantada em relação ao adversário?
Então a discussão não passará da ponta do nariz de hoje para os 19cms/21 cms de amanhã, se a tolerância passar a ser de 20cms?
Mas quem é que nós queremos enganar?
A resposta ideal para isto não é fácil, mas pior são soluções de recurso, propostas por quem nunca calçou um par de botas e pensadas à pressa, só para diminuir o ruído e evitar a polémica. Tenham lá paciência, mas não é reactivamente que se resolvem coisas importantes.
Soluções? Bem... acabem com o fora de jogo. Destrói o futebol por completo e a beleza da sua componente táctica, mas corta o mal pela raiz.
Mudem a lei/protocolo, de modo a que o fora de jogo passe a ser algo absolutamente factual e objectivo (aceitam-se alvíssaras, porque não é coisa fácil de concretizar).
Até que algo bem reflectido (ou milagroso) apareça, qualquer mudança nesta matéria será apenas mais do mesmo: um adiar da discussão. Um adiar do problema. Um adiar da contestação.
Vale uma aposta?"

A integridade desportiva é uma causa global

"A manipulação de resultados sempre existiu e é uma questão global, que apenas pode ser mitigada de uma forma também ela global.

O jornal Público deu recentemente destaque de primeira página ao tema do jogo online, incluindo um conjunto de artigos assinados pelo jornalista Paulo Curado e que abordam temas de elevada relevância para o sector. Neste artigo, e na qualidade de presidente em exercício da APAJO – Associação Portuguesa de Apostas e Jogos Online, gostaria de acrescentar algumas novidades que complementam a informação recolhida pelo jornalista no que diz especificamente respeito ao tema da integridade desportiva.
No final de 2019, a APAJO assinou um Memorando de Entendimento pioneiro com a Sportradar Integrity Services, visando precisamente a prevenção da manipulação de resultados de maneira organizada e global. É claro que todos os nossos membros estabeleceram sistemas e parcerias que ajudam a monitorizar padrões incomuns de apostas e actividades das contas. Mas este acordo com a Sportradar vem reforçar as actividades individualmente desenvolvidas pelos operadores, ao nível da integridade desportiva. E não apenas no futebol, mas em todos os desportos.
O pioneirismo deste Memorando de Entendimento advém do facto de ser a primeira vez que a Sportradar Integrity Services celebra um acordo deste teor com uma associação do sector. Pioneirismo esse que conjuga bem com o facto de Portugal ter sido um dos primeiros países a ratificar a Convenção de Macolin, nome pela qual é conhecida a Convenção do Conselho da Europa para a Manipulação de Competições Desportivas, em vigor desde 1 de Setembro de 2019.
Quer a Convenção de Macolin quer o Memorando de Entendimento entre a APAJO e a Sportradar partem do mesmo pressuposto: o de que o ‘match fixing’ é uma questão global que apenas pode ser mitigada de uma forma também ela global, através de estratégias, parcerias e acordos internacionais, eficazes e assentes em sinergias.
A manipulação de resultados sempre existiu. Mas, hoje em dia, também graças ao rastreamento completo das actividades na Internet, é possível identificarmos esses problemas de uma maneira mais fácil e rápida. Temos em Portugal uma regulamentação muito estrita e rigorosa, que por si só já mitiga possíveis riscos básicos. No entanto, como o artigo escrito pelo jornalista Paulo Curado salientou, o futebol português é usado para a manipulação de resultados que ocorre na Rússia ou na Ásia. E isso evidencia bem que, particularmente no que diz respeito à integridade desportiva, não basta desenvolver um trabalho selectivo, sendo indispensável cooperar a todos os níveis numa escala internacional.
Naquilo que à APAJO diz respeito, iremos apoiar todas as iniciativas internacionais que ajudem a reduzir e impedir manipulações nos desportos. Estamos a avaliar também a realização de um programa educacional que gostaríamos de apoiar. Muitas vezes os atletas não têm dinheiro para viver da sua prática desportiva e financiam-na até do próprio bolso. Se queremos eliminar a viciação de resultados, precisamos primeiro de informar os jovens atletas sobre os riscos relacionados com a fraude, mas precisamos também de promover um melhor financiamento do seu envolvimento no desporto. É aí que queremos participar e ajudar.
A APAJO foi fundada no final de 2018. Mas desde então já divulgámos estudos e sondagens que permitem definir com maior precisão o sector do jogo online em Portugal e os hábitos dos apostadores, face a outros países. Actualmente, estamos a explorar novas oportunidades de cooperação com parceiros nacionais e internacionais. Este é o caminho a seguir para bem da integridade desportiva e para o qual estamos certos de continuar a contar com a companhia de jornais como o Público, que acompanham de perto o sector e os seus desenvolvimentos."

Benfiquismo (MCDVI)

Faixas...

Estamos na luta...

Benfica 90 - 79 Bakken Bears
17-18, 33-21, 17-21, 23-19

Bom jogo, contra o adversário mais forte do grupo... Grande forma do Betinho... Aquela 2.ª parte na Alemanha, foi de facto muito estranha!!!

Liderança...

Benfica 2 - 1 Setúbal


Vitória e liderança isolada... com uma equipa reforçada com alguns jogadores da B que não jogaram em Faro... e com alguns Juniores!!!

Cadomblé do Vata (Cores...)

"Os 24 fundadores do Benfica eram jovens rapazes de uma simplicidade desarmante. Quiseram jogar à bola, juntaram-se numa farmácia e formaram um clube. Sem problemas, chamaram-lhe simplesmente Sport Lisboa e definiram para equipamento calções brancos e camisola rubra, sem listas, quadrados ou cornucópias. Apenas vermelha com uma pequena barra branca no colarinho e um maravilhoso bolso branco ao peito que muito jeito daria hoje a Rúben Dias e Ferro para lá guardarem os atacantes adversários. A linha de pensamento sem rodeios manteve-se quando a bater à porta dos 40 anos de existência, a presença do Salgueiros na 1ª Divisão obrigou à escolha de equipamento alternativo, definido em singelo uniforme branco da cabeça aos joelhos.
Assim, durante cerca de 50 anos, o Glorioso deu espectáculo pelo Mundo fora em modo bi-cromático, alternando apenas a cor do Manto Sagrado entre vermelho e branco, juntando-lhes esporadicamente uns garbosos calções encarnados. Até que quando se queimavam as últimas tochas dos miseráveis anos 90, o mercantilismo futeboleiro passou a ditar regras e em nome do merchandising começamos a brincar às passarelas com o equipamento alternativo, mantendo felizmente a classe característica da pele principal, com notáveis excepções naquelas Olympics que pareciam 3 tamanhos acima em todos os jogadores, umas Adidas com 3 enormes listas verticais de cada lado do peito a abraçar o logo da Telecel e (a verdade tem que ser dita) aquela muito mal amanhada réplica do manto original que nos levou ao fim do jejum em 04/05.
Se em relação ao equipamento principal, os tiros ao lado foram excepções, no alternativos estas aconteceram nos sucessos. A branca do ano transacto debruada a preto e outra ligeiramente mais antiga pintada a vermelho ou o preto de 09/10 mereceram aplausos. Outras houve que foram insólitas mas não más, como o famoso "azul à Benfica" ou o rosa que viu a estreia de Cardozo na Roménia. O pior foram aquelas mesmo execráveis, onde é obrigatório destacar acima de todas, um amarelo torrado vindo do inferno, a feita em folha de alumínio com quase invisíveis letras e números vermelhos e meus amigos... a cinzenta de 19/20.
Para o comum mortal, não é fácil adivinhar como se chega a uma camisola como a envergada em Guimarães (podia haver perigo de confundir as brancas deles com as nossas vermelhas?). Não sou ingénuo a ponto de pensar que saiu da pena de alguém no Benfica. Claramente, falamos de t-shirt de catálogo. Há mais quem jogue e treine com aquilo vestido. Pergunto-me é o que terá sido recusado antes para se chegar... aquilo? Foi aplicada a "lei dos 3 vetos" e no final sobrou uma camisola cinzenta raiada? Se sim, mostrem-me as outras 3 que quero rir. E alguém se deu ao trabalho de se afastar 3 metros da camisola para tentar ler o que nela está escrito a vermelho morto? A Emirates paga milhões pelo patrocínio nas camisolas, mas quando optamos por deixar a Vermelhona em casa (e já nem acontece só em jogos contra outras equipas encarnadas), ninguém sabe que partilhamos parceiro com o Arsenal.
Tenho por hábito tentar sempre ver as coisas pelo lado positivo. Quando Chano eliminou o Dinamo de Bucareste vestido com o mesmo material em que se enrolam as sandes para meter na marmita, pensei "valha-nos ao menos que pior que isto é impossível". Entretanto os "Chanos" desapareceram do Glorioso, os clubes romenos deixaram de fazer sequer cócegas e os equipamentos não voltaram a ser tão maus. Mas quando vejo esta roupa alternativa, fico mesmo com vontade de comprar uma e enviar ao andaluz, para que ele junte à sua infeliz colecção."

Aprende depressa...

Cantos...

Golos...

Paradonas !!!

Benfica Play

"O lançamento do Benfica Play, no início do ano, foi mais um passo importante englobado na forte aposta no digital iniciada há três anos. O digital é uma das vertentes mais relevantes de uma filosofia transversal no Benfica e implementada desde há vários anos, que passa pela inovação contínua para que o Clube esteja sempre mais e melhor preparado para enfrentar os desafios vindouros.
Esta mentalidade, disseminada por todos os departamentos, tem permitido que o Sport Lisboa e Benfica se coloque na vanguarda das boas práticas dos clubes a nível mundial, sendo muitas vezes apontado pelos seus pares e pela comunicação social especializada como exemplo do melhor que se faz em matéria de inovação, metodologias e ferramentas de trabalho e tecnologia.
Foi também este o espírito que norteou a concepção, desenvolvimento e operacionalização do Benfica Play. O Benfica é pioneiro no lançamento de uma plataforma própria de disponibilização de conteúdos exclusivos e diários, com subscrição paga. Repetimos: com conteúdos fornecidos Diariamente, somos os primeiros.
A propriedade da plataforma é uma questão importante. Já existem alguns clubes, como o Real Madrid, Barcelona ou Liverpool, entre outros, que disponibilizam conteúdos exclusivos. No entanto, fazem-nos através de plataformas detidas por parceiros comerciais. O Benfica, ao optar por deter a plataforma pela qual os conteúdos são disponibilizados, terá a possibilidade de conhecer mais aprofundadamente os subscritores desses conteúdos e ajustar mais rapidamente a oferta às preferências dos adeptos.
Mais que uma fonte adicional de receitas, o Benfica procura, com o Benfica Play, estimular a aproximação aos benfiquistas, tendo em conta a tendência, a nível mundial, de mudança do perfil de consumo de conteúdos relacionados com o Desporto, nomeadamente nas gerações mais jovens.
É também por esta razão que se definiram preços muito comportáveis para a subscrição do Benfica Play. Os Sócios do Sport Lisboa e Benfica poderão aceder a todos os conteúdos por apenas 19,99€ por ano. Considerando um mínimo de 365 conteúdos anuais, ver cada um deles fica a um pouco mais de cinco cêntimos, no máximo.
Apesar do Benfica Play estar ainda a dar os primeiros passos, são notórios o entusiasmo e o interesse gerados entre os benfiquistas. “Seixal não falha”, “Bastidores” ou “Protagonistas” são apenas alguns dos vários tipos de conteúdos que permitem conhecer melhor todos os que contribuem para o sucesso desportivo do Clube, além de dar a oportunidade de espreitar o que se passa nos bastidores, algo que, até ao lançamento do Benfica Play, estava vedado a quase todos.
O Benfica do futuro faz-se no presente! #PeloBenfica"

Quando muda o ano, o que não era penalty passa a ser. Ou será que o que muda é a avaliação conforme o clube?

Bordel...

"Vamos falar novamente no Bordel Unânime do jornal O Jogo hoje. Para desmascará-los de forma definitiva, se é que isso ainda fosse preciso.
O Bordel Unânime é serviço público no seu melhor.
É público porque serve, também, para uma quantidade absurda de Benfiquistas, que continuam a comer a tese de que A Bola faz o mesmo com o Benfica, deixarem de ser otários.
O jornal O Jogo poderia ser um jornal aceitável se assumisse a sua preferência fanática. Cada um come o fanatismo que quiser.
Mantendo a linha editorial de jornal isento, é só o perfeito desenho da instituição Calor da Noite liderada por Pinto da Costa.
Compadrio, desonestidade, hipocrisia e muita falta de vergonha.
Os três "ex-árbitros" que lá estão apenas confirmam aquilo que toda a gente já sabia desde o tempo do Apito Dourado. Estão pagos para branquear os erros a favor do Calor da Noite.
São uns vendidos. Sempre foram e sempre estiveram ao serviço dos mesmos.
A teia montada por aquele clube corrupto é enorme."

SL Benfica ativa o radar: 5 jogadores que podem chegar em Janeiro

"O mês de Janeiro é sinónimo de mexidas nos plantéis e o Sport Lisboa e Benfica não é excepção. Após confirmada a transferência de Julian Weigl, a troco de 20 milhões de euros, o clube encarnado tem agora novos alvos na sua mira.
Com o intuito de melhorar o plantel para o que falta da temporada, Bruno Lage tem, nesta janela de transferências, a oportunidade de tornar este plantel num ainda mais competitivo.
O principal objectivo das águias é a revalidação do título de campeão nacional, mas a promessa de um Benfica europeu não caiu no esquecimento, por parte dos adeptos, e é também nesse sentido que há a possibilidade de novos reforços chegarem a Lisboa.
Estes são, então, as cinco possíveis contratações dos encarnados neste defeso de inverno.
1. Bruno Guimarães Muito se tem falado na contratação deste jogador do Atlético Paranaense. O médio de 22 anos é visto como reforço prioritário e deverá mesmo rumar a Lisboa. Guimarães ocupa bem o seu espaço em campo, tem uma excelente capacidade de passe e sobe bastante no terreno.
O Sport Lisboa e Benfica já terá apresentado uma proposta com números astronómicos. Fala-se em 20 milhões de euros pelo médio que foi um dos destaques do Brasileirão. Contudo, o clube canarinho pretende ficar com uma percentagem de uma futura venda do jogador, o que não agrada à direcção encarnada.
Bruno Guimarães tem vários clubes interessados na Europa, sendo que Chelsea e Arsenal se perfilam como principais interessados. Assim, os responsáveis do glorioso estão a tentar selar o acordo o mais rápido possível, pelo que se espera que o negócio esteja fechado nos próximos dias.
2. Nicolás GaitánJogador de boa memória para a massa adepta encarnada, Nico Gaitán terminou contrato com os norte americanos do Chicago Fire e é, actualmente, um jogador livre.
O argentino já afirmou, em público, que vê com bons olhos um regresso ao Sport Lisboa e Benfica. O clube lisboeta não demonstrou, ainda assim, qualquer interesse na aquisição no extremo, que seria uma boa adição ao plantel das águias.
Actualmente com 31 anos, Gaitán está a analisar as propostas que lhe chegam às mãos. Será que receberá uma do SL Benfica?
3. Edmond Tapsoba O eixo defensivo encarnado está muito bom e recomenda-se! Rúben Dias e Ferro, actuais titulares da formação inicial, estão a dar mais que conta do recado. No entanto, o Benfica tem de se precaver para a perda das suas pérolas da formação.
Assim, Tapsoba assume-se como uma opção viável para reforçar os encarnados. A realizar uma boa temporada ao serviço do Vitória SC, o central do Burkina Faso está no radar encarnado.
O jovem jogador de 20 anos está blindado por uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros, e o facto de ter interessados um pouco por toda a Europa dificulta um pouco o negócio.
Ao serviço dos vimaranenses, já disputou, nesta temporada, 28 partidas e já apontou uns impressionantes sete tentos. A veia goleadora do defesa central é um dos pontos que o tornam um alvo apetecível.
4. Yony González Speedy González, como é apelidado, é um extremo colombiano que já está referenciado pelos olheiros do Benfica há algum tempo. Espera-se, assim, que a contratação de Yony seja oficializada brevemente.
O jogador já confirmou o interesse do Benfica e até referiu que “o Benfica é uma grande oportunidade”. O seu vínculo com o Fluminense terminou, pelo que deverá assinar pelo SL Benfica a custo zero, recebendo um prémio de assinatura.
Dono de um drible veloz, são as suas rápidas mudanças de direcção e de desequilíbrio que o diferenciam. O colombiano aparece facilmente em zonas de finalização e tem faro de golo.
Espera-se que seja emprestado até ao final desta temporada, para ganhar minutos de competição, habituando-se, também, ao futebol europeu.
5. Giorgi MakaridzeO guardião georgiano do Vitória FC é uma possível contratação do Sport Lisboa e Benfica, não para o onze inicial, mas porque a estrutura encarnada reconhece talento ao guarda-redes de 29 anos.
Actualmente ao serviço dos sadinos, o jogador de 1,93 metros de altura é visto como uma alternativa mais experiente em relação a Zlobin e Svilar. Na presente temporada, o guardião já disputou 20 jogos, em todas as competições, tendo concedido 22 golos.
Também alvo de assédio por parte do Sporting CP, o Vitória de Setúbal pede, a troco do passe de Makaridze, um milhão de euros, e ainda o empréstimo de Nuno Santos. Em contra proposta, o Benfica pretende manter o valor, mas emprestar Zlobin ao invés de Nuno Santos. Será uma boa aposta dos encarnados?"

A Taça de Portugal está a ser a prova rainha da sucata

"Vamos todos ser adeptos do Rio Ave por uns minutos. E vamos imaginar o que teríamos de passar para estar com o clube do nosso coração no Estádio da Luz, dia 14 de Janeiro, terça-feira, às 21h15. 
Primeiro obstáculo: sair a tempo do emprego, na zona de Vila do Conde, para estar em Lisboa antes das 21 horas. Difícil, não é? Pode ser que o patrão seja um tipo porreiro.
Segundo obstáculo: como o jogo acabará já depois das 23 horas – rezemos para que não haja prolongamento -, é possível estar de volta a casa lá pelas três da manhã. Mas temos de carregar no acelerador e exceder todos os limites de velocidade. Não queremos isso, pois não?
Terceiro obstáculo: ter forças e energia para acordar lá para as oito e partir para mais uma jornada no trabalho. Dureza.
Caros leitores, é mais ou menos isto que a FPF e a RTP calendarizaram para as gentes de Vila do Conde no jogo dos quartos-de-final da prova rainha nacional. Rainha? Rainha da Sucata [telenovela da Globo, 1990], olhando ao modo como está a ser tratada.
Garantem-me que a responsabilidade aqui é do canal público de televisão, que se mostrou indisponível para antecipar o Telejornal, ao contrário do que tantas vezes já fez no passado. Quando transmitia os jogos da Liga dos Campeões até à época passada, por exemplo.
Mas há mais. Os adeptos do Varzim [e do FC Porto, já agora] têm um jogo no Dragão às 18 horas. De uma terça-feira! Um jogo naturalmente histórico para os poveiros, que não têm o seu amado emblema nas meias-finais da Taça de Portugal desde 1985. 35 anos à espera de um jogo que, muito provavelmente, não conseguirão ver no estádio.
E as gentes de Canelas? Fazer 130 quilómetros [260 no total] numa quinta-feira à noite, para poder estar em Viseu e regressar a horas razoavelmente decentes. E estamos a falar de um clube do Campeonato de Portugal, que ainda por cima tem vários futebolistas amadores. Isto é tratar bem o futebol português?
Isto é respeitar os clubes e os adeptos? Não teria sido de bom tom colocar os quatro jogos relativos a esta fase já adiantada da nobre Taça de Portugal a um fim-de-semana?
Eu cresci a amar os jogos da prova rainha. A ver o FC Porto num pelado em Moura, o Benfica num campo de terra no Cartaxo, o Sporting a fazer parar a ilha de Porto Santo, sempre em domingos à tarde.
Mudaram-se os tempos, mudaram-se os critérios e as condições das transmissões televisivas, mas há uma condição que continua estanque, absolutamente inabalável: só há futebol profissional se os consumidores (adeptos) confiarem no produto. Os sintomas não são nada bons.

PS: a continuidade de Fernando Gomes na FPF é uma notícia excelente. O trabalho do dirigente, e da sua equipa, tem sido notável em quase todos os departamentos. Diria mesmo que, nalguns casos, inacreditavelmente bom. Mas há um desafio grande para o próximo mandato: a calendarização e os quadros competitivos. Mesmo nos dossiers em que não possa intervir directamente, a federação pode e deve influenciar, apelar à sensatez e ao equilíbrio. Outro exemplo: é incompreensível que do Campeonato Portugal só continuem a subir dois dos 72 participantes. No mínimo, cada vencedor da sua série tem de ser premiado com a ascensão à II Liga. É difícil impor isto?"

Matar o borrego

"A jornada da Liga NOS que terminou domingo à noite justificou todas as expectativas que à sua volta haviam sido criadas nos dias antecedentes.

Claro que a goleada alcançada pelo Sporting de Braga frente ao Belenenses SAD fica inscrita no calendário como um dos momentos altos do campeonato, sobretudo por coincidir com a entrada de um novo técnico no comando dos arsenalistas, mas foram os desafios de Guimarães e de Alvalade aqueles que nos vieram lembrar que o futebol português, por vezes, ainda vale a pena.
E de facto assim foi. Na cidade do Fundador, o Benfica suou as estopinhas para de lá sair com três pontos na bagagem após um jogo em que também poderia ter acontecido um resultado diferente.
É que lá para os lados de Guimarães mora uma senhora equipa, que promete causar muitos engulhos a todos os adversários que ainda irá ter pela frente.
E no estádio do Sporting as previsões só saíram furadas porque os leões foram capazes de colocar os dragões em sentido durante uma boa parte dos noventa minutos, tornando o jogo no mais difícil que os comandados de Sérgio Conceição defrontaram nesta época, como reconheceu, no final, o próprio treinador.
Só que da banda leonina poderia ter ressoado a frase já repetida muitas vezes, segundo a qual, 
“jogámos como nunca, mas perdemos como sempre”.
Furadas, portanto, as previsões quanto à exibição da equipa de Jorge Silas, porque em relação ao desfecho a maioria tendeu sempre a considerar o Porto como favorito.
Contrariando uma tendência que ia já em onze anos, o FC Porto ganhou em Alvalade, embora não tenha sido a melhor equipa em campo.
Agora, “morto o borrego”, os dragões reanimam-se e reanimam o campeonato, colocando o Benfica em alerta máximo até ao próximo dia 9 de Fevereiro.
E depois, nessa altura logo se verá o que o futuro nos poderá dizer." 

O Brinco da Baptista #24 - Os mal-amados das quatro linhas

Tribuna de Honra - 15.ª jornada...

João Félix...

Mário Wlson...