Últimas indefectivações

domingo, 17 de janeiro de 2021

A mensagem


"Reduzir a cinzas o rival é o sonho e maior desígnio de qualquer equipa. Basta pensar no crescimento absurdo que a palavra hegemonia tem tido sempre que nos referimos a futebol, em especial nos últimos anos quando mencionamos Porto e Benfica. E as vitórias recentes do FC Porto frente aos encarnados validaram em boa parte a ilusão que nasceu de um wishful thinking dos adeptos portistas, sendo que a estocada final nesse sonho seria dada em pleno Estádio do Dragão naquela que, na suas mentes, seria a 5ª vitória em cinco jogos disputados entre duas equipas. Mas o futebol, especialmente nos dias que correm, tem o condão de ser impedioso a matar qualquer tipo de pensamento definitivo. Não é à toa que a série de cinco vitórias em cinco, num clássico, é uma meta absurdamente impossível. E o jogo desta sexta-feira acaba por prová-lo. Por não ser definitivo, por as duas equipas não andarem assim tão longe uma da outra em termos de potencial, a afinação de um dos lados para bloquear as mais-valias do rival redundou numa troca de protagonismo neste clássico. Foi um Benfica com bastantes sinais positivos, mais protagonista, a escolher melhor as rotas e a previnir-se melhor do habitual jogo do rival, que validou a teoria de que as coisas não estão escritas na pedra, que não são definitivas, e que a transcendência e o ajuste podem mudar tudo num jogo, numa rivalidade.
Obviamente que uma série de 4 vitórias em 4 jogos tem o condão de tornar tendenciosas as antevisões. A mente consegue ver o que consegue ver… até ver diferente. E o que via antes seria a inconsequência do habitual futebol do Benfica, sem vertigem, sem jogo exterior, com muitos jogadores bloqueados entre o meio-campo e a defesa adversária. E se a isto lhe juntarmos a apatia defensiva, a falta gritante de competitividade e ligação ao jogo (que ficaram evidentes nos últimos confrontos entre portistas e benfiquistas) não seria surpreendente que numa volta pelas redes sociais o tom fosse o de esperar pelo mesmo desfecho.


A jogada que origina o 0-1 tinha já sido recriada antes, para confirmar o posicionamento-chave de Grimaldo. Desta vez, saída confirmou as muitas opções encarnadas. Weigl optou pelo corredor lateral invariavelmente, de onde o Benfica deixava a nu o desequilíbrio do FC Porto

Mas o FC Porto a dominar de novo um atemorizado Benfica não passou de um sonho, de uma ilusão. O Benfica corrigiu pormenores importantes que anularam valências habituais nos portistas (a ligação directa com Marega foi interrompida por Nuno Tavares e Grimaldo), e foi inexcedível a bloquear a construção portista (que foi em vários momentos completamente abafada). Ora, toda a conversa para a competitividade resvala obviamente para o número de duelos, para o número de segundas bolas (onde o Benfica também se agigantou em relação aos confrontos recentes) mas a nova vibração competitiva das águias teve a componente mais importante na ocupação de espaços. Fala-se em intensidade e resvala-se para o morder de língua, mas essa ligação ao jogo identifica-se também pela rapidez em ocupar espaços com bola e sem ela. E essa maior desenvoltura contribuiu em muito para que o doom and gloom, para que a depressão e apatia, que reinava no Benfica tenha desaparecido quase por completo depois do jogo.
Contudo há que realçar novamente o sonho perigoso que é pensar que tudo isto é definitivo. Que de repente o FC Porto já não existe e que a caminhada vitoriosa que JJ prometeu seguirá sem mácula até ao Marquês. Porque é dessa forma de pensamento específica que se perde o foco para corrigir coisas como as que ontem o Benfica conseguiu corrigir. E muitas dessas correções surgiram obviamente porque os erros ficaram tão evidentes, mas tão evidentes, na Supertaça, que não havia como não olhar para eles. Assim, o Benfica surpreendeu, dominou, foi protagonista e bloqueou a maior parte do ritmo habitual dos dragões. Mas isso não impediu, por exemplo, que as boas rotas escolhidas por Jesus (desta vez com os corredores laterais a serem chave, evitando o afunilamente excessivo e desnecessário) redundassem em oportunidades falhadas para sublinhar esse sinal mais. Pelo contrário, o FC Porto, com menos bola para criar, conseguiu quase do nada fabricar um golo importante que acabaria por ser nuclear para o desfecho final.



Pouca fluídez a construir resultava em perdas de bola que deixavam o FC Porto desequilibrado. Nanu, sempre a dar profundidade com bola, seria o elemento que ficaria mais vezes exposto. No seguimento da jogada, Uribe cola à linha defensiva e deixa espaço à frente da defesa. Darwin atira ao poste

Assim, muito dos clássicos acaba por ser o que se tira deles para o resto. Até porque, matematicamente, eles não são mais do que três pontos em disputa. Contudo, anímicamente, o que dão a quem os ganha e o que tiram a quem os perde é tido como factor nuclear para os festejos de maio. Daí que ao fim, seja muito importante passar a mensagem. A mensagem, no caso de JJ, de que a coisa agora vai de vento em popa, e de que o rival não existiu. Ou a de Sérgio Conceição que, ferido pelos comentários do rival, viu um bom jogo dos portistas, e seus elementos, onde esse na maior parte do tempo não existiu. Estando de fora, teremos de estar conscientes da tentativa dos mesmos em validar narrativas que não belisquem anímicamente, num jogo em que o resultado não favoreceu ninguém. E se muito há a tirar de positivo no crescimento do Benfica no duelo com o FC Porto, convém não esquecer que como Darwin (29′) poderia ter adiantado as águias, também Luis Díaz (ainda antes do intervalo) poderia ter colocado os azuis-e-brancos em vantagem (36′). Oportunidade essa, como outras, negligenciada e omitida por um JJ apostado em passar uma mensagem clara na flash-interview.
E se o FC Porto não foi a nulidade que o técnico encarnado rotulou, também andou longe de ter o controle emocional para levar o jogo para onde mais gosta, não conseguindo (como o seu técnico preconiza) ser superior ao rival em factores nucleares para Conceição. E só reduzido a dez encontrou um rumo de vida que lhe permitisse estar seguro no jogo. Porque enquanto teve a obrigação de atacar, a fluídez que não conseguiu ter (parte dificuldades técnicas, parte cansaço, parte boa ocupação dos espaços por parte do Benfica) abriu mais espaços ao adversário do que aqueles que conseguiu achar para marcar. E no duelo para uma das organizações ofensivas pegar no jogo, saíram por cima as águias. Porém o jogo trouxe-nos mais frissón quando se partia pelos erros na circulação de duas equipas apostadas em atacar. Quando, a partir da expulsão, o FC Porto assentou em organização defensiva, e o Benfica teve de, naturalmente, pegar no jogo a tempo inteiro, a superioridade desvaneceu-se, ficando algum vazio de rotas e algumas frestas por onde o FC Porto (mesmo reduzido a dez) foi aparecendo – conseguindo até uma das melhores oportunidades do jogo (Marega, 77′) que em contraposição com a de Rafa (62′) equilibra as equipas na contagem de lances flagrantes.



Transições também deixaram o Benfica exposto. Gilberto, como Nanu, em parte incerta, deixa o Benfica à mercê dos duelos que nem Pizzi, nem Rafa, nem Otamendi conseguiriam ganhar. Luis Díaz, como Darwin, poderia ter feito o 2-1 

Um empate que, como dito, validará várias narrativas e fará assumir posições já bem conhecidas por parte dos dois clubes e treinadores. Fica Jorge Jesus com argumentos (válidos ou não) para assumir superioridade em relação ao rival, colando-se ao discurso da sua apresentação, e fica Sérgio Conceição na posição de ter que derrotar à força o inimigo da sua verdade – naquela que é manifestamente conhecida como a sua gasolina. Algo que misturado com o facto de ser o Sporting quem está no topo da tabela, criará certamente uma história atribulada, peculiar e, quem sabe, épica na história desta Liga 20/21. Cenários, narrativas e mensagens que, lembramos ao fim como no início, não são definitivas. Tudo dependerá da regularidade e dos acertos específicos aos contextos específicos que vão surgindo. E essa é a lição que o aparecimento do Benfica no Clássico nos traz."

Repetições?! Isso é que era bom...


"Uma vez mais, todos tivemos a oportunidade de testemunhar outra “falha técnica” do VAR num jogo do FC Porto. Repetições do lance na Sport TV? Não existem. Não se iludam, se fosse um lance adversário seria visto, revisto e seria assinalada grande penalidade a favor do FC Porto.
Contudo, é desesperante a falta de pressão dos jogadores do SL Benfica perante o árbitro neste tipo de lances. Assistimos reiteradamente a uma pressão constante dos jogadores do FC Porto sempre que existe um lance polémico. Imediatamente rodeiam o árbitro e não deixam prosseguir a jogada até que a mesma seja analisada pelo VAR, sendo que em 90% das vezes os lances são assinalados em benefício dos mesmos devido à forte intimidação. Em sentido oposto, não vemos um único jogador do SL Benfica a protestar com o árbitro.
Isto treina-se. Cada vez que uma placa tectónica se movimenta no Golfo Pérsico ou um jogador do FC Porto sofre um sopro do vento, o mesmo atira-se para o chão e grita tanto que se ouve em Gaia.
Que os jogadores do SL Benfica deixem de ser “anjinhos” e comecem a utilizar as mesmas técnicas. Só assim este circo irá parar."

Ângulos 'mortos'!!!




"Em época de Mundial de andebol, Marega provou que pode ser um grande guarda-redes caso o Mali aposte na modalidade.
Mais um penálti indiscutível por marcar a favor do Benfica. O VAR devia estar a olhar para o chão e a Sport TV deve ter achado tão normal não se assinalar o penálti que nem passou repetição."


PS: O expert apitadeiro da PorkosTV, afirmou que viu as imagens da câmara por trás da baliza, no camião da realização(Juízo Final), e que o corte foi feito com o peito! Mas como as imagens não foram transmitidas em directo, foram apagadas!!!
Onde é que nós já ouvimos algo parecido?!!!
Por acaso, existem jogadores do Benfica a olhar de frente para o Marega, e de facto nenhum protesta, portanto até pode ser verdade... mas tenho a certeza se fosse ao contrário as imagens não teriam sido 'apagadas'!!!

Iguais e diferentes !!!


"“E se fosse ao contrário?” É a pergunta que todos fizemos quando vimos o lance entre o Darwin e Mbemba.
A resposta é óbvia. Seria “penálti para o Porto”. No vídeo podem-se ver 3 penáltis semelhantes assinalados a favor do #PortoaoColo nas últimas 2 épocas."

Benfica After 90 - Corruptos...

NBA Draft-2020: Aposta nos talentos internacionais


"A época desportiva (2019-2020) da National Basketball Association (NBA) esteve suspensa durante 5 meses por motivos que todos conhecemos (pandemia), o que levou a que os últimos encontros da fase regular da competição e os playoffs fossem efectuados nos meses de Julho, Agosto e Setembro, através de um sistema competitivo inovador, sem espectadores, que obrigou à concentração isolada das equipas (bolha) na Disney World na cidade de Orlando, no estado da Florida. A organização da competição nestes moldes gerou importantes receitas televisivas que vieram desanuviar a actual situação financeira das equipas e da própria NBA.
Por outro lado, a competição universitária foi interrompida e as populares fases regionais e o Final Four da NCAA (March Madness) não se realizaram. Quer dizer, a pandemia obrigou à suspensão total das actividades escolares pelo que nem sequer se colocou a hipótese de adiamento da prova nacional. O ano de 2020 é para esquecer em termos académicos, desportivos e financeiros atendendo a que as receitas de bilheteira e das transmissões televisivas são fundamentais para a manutenção do programa de apoio a estudantes/atletas através da atribuição de bolsas de estudo a muitos milhares de jovens desportistas. 
Tudo isto, fez com que o Draft da NBA, quer dizer, o recrutamento de talentos tivesse sido transferido para Novembro para haver uma perfeita conciliação com o início do novo ano lectivo universitário e a respectiva calendarização desportiva, assim como a data prevista para o início da competição da NBA, de forma a que as diversas equipas pudessem realizar os testes de avaliação aos diferentes candidatos ao Draft e, igualmente, cumprir a fase preparatória da nova época desportiva.
Entretanto, o Draft-2020, efectuado pela primeira vez por via digital, decorreu com ampla cobertura da comunicação social, como é habitual, através da eleição de 60 jovens talentos oriundos não só das universidades norte americanas, mas também dos talentos internacionais de outros continentes que quiseram tentar a sua sorte neste processo de recrutamento e rejuvenescimento das 30 equipas da NBA. Atendendo a que o número de jogadores internacionais a jogar na NBA tem aumentado significativamente na última década, ultrapassando com alguma frequência a centena de praticantes, as equipas do basquetebol profissional norte americano estão cada vez mais atentas ao aparecimento de novos talentos nas outras regiões continentais. Assim, entre os 60 jovens talentos eleitos 13 são de outros países, quer dizer que cerca de 22% dos eleitos são atletas estrangeiros.

Listagem Dos Jogadores Internacionais Eleitos
Os 13 jogadores internacionais originários de 10 países: França (2), Israel (2), Nigéria (2), Sérvia, Austrália, Argentina, República Checa, Jamaica, Montenegro e Itália, foram selecionados 7 na primeira volta e 6 na segunda ronda.

1ª Volta (posições do 1º ao 30º eleito)
-7º Killian Hayes (França) Base (19 anos, 1,93 m, 97 Kg) Detroit Pistons. Equipas: Cholet (liga francesa) e Ratiopharm Ulm (liga alemã).
-9º Deni Avdija (Israel) Extremo (20 anos, 2,06 m, 102 Kg) Washington Wizards. Equipa: Maccabi Tel Aviv (liga israelita).
-17º Aleksej Pokusevski (Sérvia) Extremo (19 anos; 2,11 m, 97 Kg) Oklahoma City Thunder. Equipa: Olympiacos Pireu (liga grega).
-18º Josh Green (Austrália) Base (20 anos, 1,96 m, 91 Kg) Dallas Mavericks. Equipa: Universidade do Arizona (NCAA).
-20º Precious Achiuwa (Nigéria) Extremo (21 anos, 2,03 m, 102 Kg) Miami Heat. Equipa: Universidade de Memphis (NCAA). 
-23º Leandro Bolmaro (Argentina) Base (20 anos, 2,01 m, 91 Kg) Timberwolves. Equipa: FC Barcelona (liga espanhola).
-27º Udoka Azubuike (Nigéria) Poste (21 anos, 2,13 m, 122 Kg) Utah Jazz. Equipa: Universidade de Kansas (NCAA).

2ª Volta (posições do 31º ao 60º eleito)
-34º Theo Maledon (França) Base (19 anos, 1,96 m, 80 Kg) OKC Thunder. Equipa: ASVEL (liga francesa);
-37º Vit Krejci (República Checa) Base (20 anos, 2,01 m) Washington Wizards. Equipa: Casademont Saragoza (liga espanhola).
-42º Nick Richards (Jamaica) Poste (23 anos, 2,11 m, 111 Kg) Charlote Hornets. Equipa: Universidade de Kentucky (NCAA).
-44º Marko Simonovic (Montenegro) Poste (21 anos, 2,11 m, 100 Kg) Chicago Bulls. Equipa: KK Mega Bemax (liga sérvia).
-47º Yam Madar (Israel) Base (20 anos, 1,90 m, 82 Kg) Boston Celtics. Equipa: Hapoel Tel Aviv (liga israelita).
-48º Nico Mannion (Itália) Base (19 anos, 1,88 m, 86 Kg) Golden State Warriors. Equipa: Universidade do Arizona (NCAA).

Se analisarmos o percurso desportivo destes jovens atletas internacionais verificamos que 5 (italiano, australiano, jamaicano e os 2 nigerianos) aproveitaram o sistema de atribuição de bolsas de estudo aos estudantes/ atletas pelas universidades dos USA e, deste modo, juntaram o útil ao agradável (formação académica e especialização desportiva). Os restantes 8 (sérvio, argentino, checo, montenegrino, 2 israelitas e 2 franceses) enveredaram pelo profissionalismo nas equipas que participam nas diferentes ligas europeias. Percursos diferentes em função da realidade sócio económica dos países de origem e dos apoios disponibilizados pelas instituições locais e universidades norte americanas."

sábado, 16 de janeiro de 2021

Qualificação para os Oitavos...

Minerva 1 - 5 Benfica

Vitória na Suíça, na estreia Europeia, numa prova com uma estrutura diferente do habitual, devido à pandemia! Grande exibição do guarda-redes Suíço na 1.ª parte, impediu um resultado maior...!!!
Destaque para o puto Marco Tavares que se estreou na baliza do Benfica, devido aos impedimentos dos nossos 3 guarda-redes do plantel principal: André lesionado; Ronca e Martim positivos com o Covid!!!

Vitória... apesar do susto!

Benfica 4 - 2 Juventude Viana

Susto no 2.º tempo, quando permitimos um 3-0 passar para 3-2, mas o inevitável Lucas, marcou mais um, o que permitiu um final de jogo mais tranquilo... desta vez com um Nicolía inspirado nas assistências!

Cruel... mais uma vez!

Benfica B 2 - 2 Académica


Segundo jogo consecutivo, onde consentimos o empate já nos descontos!!! A equipa está a jogar melhor, mais consistente, mas os minutos finais tem sido fatais!!! 4 pontos perdidos nos últimos dois jogos de forma injusta... Para evitar estas desilusões, temos que ser mais eficazes, estamos bem nas bolas paradas, mas precisamos de mais golos... 

Uma nota para o boletim clinico desta equipa: Jair, Frimpong, Kalaica, Capitão, Álvaro, Anjos, Samu, Vukotic!

Rodrigo Pinho | De pinheiro tem pouco


"Rodrigo Pinho é a mais recente contratação do SL Benfica. Os encarnados acertaram a chegada, em julho, do avançado brasileiro que se encontrava em final de contrato com o Marítimo. A equipa de Jorge Jesus deseja até que o jogador chegue já à Luz em janeiro, mas o acordo com a equipa insular não se encontra fácil.

Mas afinal quem é este avançado?
Rodrigo Pinho começou a sua carreira no Madureira do Brasil, de onde seguiu, depois, para o SC Braga. O início de carreira na Europa não foi fácil. O avançado teve dificuldades em impor-se no SC Braga, e nem o (falhado) empréstimo ao CD Nacional serviu para catapultar a carreira de Rodrigo Pinho. No entanto, seria ao serviço de outra equipa insular, o CS Marítimo, que o brasileiro daria nas vistas. 112 jogos e 37 golos depois, conseguiu convencer os responsáveis do SL Benfica a avançar para a sua contratação.

O que pode Rodrigo Pinho trazer à equipa do SL Benfica?
Apesar do seu nome estar ligado à floresta, o avançado de 29 anos está longe de ser um “pinheiro de área”. Rodrigo Pinho é um avançado móvel, capaz de baixar no terreno e tabelar com os colegas. O brasileiro é um ponta de lança com uma leitura do jogo acima da média para a posição, fazendo sempre fluir o jogo pelos seus pés. A noção de timing de quando segurar o esférico ou soltar num colega é quase irrepreensível.

Apesar de ser um jogador possante, do alto do seu 1,85m de altura, Pinho é um avançado rápido e explosivo, capaz de explorar bem o espaço nas costas de linhas defensivas altas ou mesmo fazer movimentos para a ala direita. A sua boa capacidade física permite-lhe ser um jogador muito forte nos duelos, conseguindo vencer boa parte deles. Entrelinhas e em espaço curto é um jogador com alguma qualidade, apesar de não ser um tecnicista puro. Ainda assim realiza 1,6 dribles por jogo.
A capacidade de finalização do reforço do clube da Luz é inegável. Esta época leva já 13 golos marcados em 15 jogos, a melhor época da sua carreira. Tendo em conta que realiza apenas 2,2, remates por jogo, fica evidente a qualidade do brasileiro em frente à baliza.
Estas qualidades, sobretudo o que acrescenta no jogo associativo, podem trazer muitos pontos positivos ao SL Benfica. Jorge Jesus não tem à sua disposição nenhum avançado com estas características, sendo Darwin um avançado explosivo e Seferovic mais próximo daquilo que consideramos uma referência de área.
Apesar da já avançada idade, Rodrigo Pinho pode ser um bom reforço. O ainda jogador do CS Marítimo acrescenta qualidade e, sobretudo, características diferentes às opções do treinador. O único ponto negativo da chegada de Rodrigo Pinho é a, mais do que certa, diminuição nos minutos de Gonçalo Ramos."

Weigl fez com que o Sérgio Oliveira acabasse o jogo a dizer aos colegas que só havia três resultados possíveis: empatar, empatar ou empatar


"Vlachodimos
Esteve à altura dos acontecimentos nas poucas ocasiões em que o incomodaram com perigo. Aos 70 minutos reagiu bem a uma nova situação de jogo explorada pelo adversário. Em vez de se desviar de Taremi para evitar que este se atirasse para o chão, foi mesmo obrigado a defender um remate à baliza. Não vacilou.

Gilberto
Não ouviu com atenção a parte da palestra em que Jorge Jesus explicou que quando caímos temos que nos levantar imediatamente, colocando assim Marega em jogo no chouriço que lhes deu o empate. Seria injusto dizer que não ganhámos por causa dele. Fartou-se de comer relva.

Otamendi
Parece-me que conquistou definitivamente o último reduto de benfiquistas que ainda achavam possível que Otamendi fosse um infiltrado do FCP, grupo no qual eu poderia ou não estar incluído. 

Vertonghen
Muito bem no apoio ao turismo local. Trouxe umas recordações valentes que só couberam na bagagem do autocarro.

Nuno Tavares
Também eu fui um dos muitos benfiquistas que insultou Jorge Jesus quando este decidiu colocar dois laterais esquerdos em campo. Até que o mais improvável aconteceu: jogaram ambos bem.

Pizzi
Qualquer noite em que o Pizzi joga a capitão e mete o Pepe e o Sérgio Oliveira no sítio é uma noite boa para o Pizzi e para o Benfica. Haters e portistas dirão que merecia ser expulso. Eu acho que só faltou o golo e depois sim a expulsão como prémio - justíssimo, diga-se - por ter jogado tão bem o jogo favorito dos nossos amigos, que acabaram a defender um pontinho na sua casa enquanto esperavam pelas repetições dos lances para se queixarem.

Weigl
Ganhou a primeira, segunda, terceira, quarta e quinta bolas. Ocupou todas as zonas do campo como se estivéssemos a jogar no jardim do Juliano, e permitam-me por isso acrescentar: giroflé, giroflá. Fez com que o Sérgio Oliveira acabasse o jogo a dizer aos colegas que só havia 3 resultados possíveis: empatar, empatar ou empatar. Giroflé, flé, flá.

Rafa
Ok, sexo é bom, mas e aqueles sprints do Rafa para recuperar a bola no nosso meio campo? 

Grimaldo
O Lage é que tinha razão: os reforços estavam no Seixal. Jorge Jesus apareceu em força com o extremo Alejandro Grimaldo, um jovem espanhol que dizimou os adversários no seu flanco e apareceu por dentro sempre que pôde a fazer estragos. Como se não isso não bastasse, mostrou também que sabe defender. Quem sabe pode vir a ser opção como lateral em outro tipo de jogos. Muito bem. Assim vale a pena ir ao mercado.

Seferovic
Vale a pena rever o lance acompanhado de qualquer coisa que esteja a passar na antena 2. Se a carreira de Seferovic fosse composta exclusivamente por gestos técnicos como a assistência para o golo do Grimaldo, seria bem provável que alguém mais talentoso do que eu escrevesse um texto intitulado “Haris Seferovic as a religious experience”. Feitas as contas podemos dizer que o ateísmo sobreviveu à noite de ontem, mas saiu dali com uns arranhões.

Darwin
A primeira nota positiva vai para o facto de não ter tratado o Pepe como se fosse um miúdo a tentar pedir um autógrafo ao ídolo. A segunda nota positiva vai para a combatividade e capacidade de conquistar metros. A terceira iria para a autoria do 1-2, mas o nosso amigo continua a afinar a mira. Convinha começar a acertar.

Chiquinho
Entrou desejoso de molhar o bico e por molhar o bico entenda-se acertar no Marega. Depois de saciado, cumpriu com as restantes indicações técnico-táticas.

Everton
Autor de um daqueles nós cegos que fazem pessoas como o Pedro Henriques dizer “UISH” e taberneiros como eu dizerem “#$%&-23, assim vale a pena torrar dinheiro no brasileirão!” Finalmente. 

Waldschmidt
Teve poucos minutos para desmontar o autocarro. Fica para a próxima."

Golos do Clássico: toques de genialidade e o espelho das fraquezas das duas equipas


"O Clássico de ontem no dragão foi um jogo interessante do ponto de vista estratégico (principalmente por parte de Jorge Jesus), teve a intensidade e correria normal de um jogo de emoções altas, mas podemos todos concluir que esteve longe de ser um jogo bem disputado no que toca à eficiência e qualidade das ações dos jogadores. Muitos passes falhados, muita pressa com bola, pouco domínio de forma organizada (por momentos o Benfica conseguiu superiorizar-se, principalmente após a expulsão) e acima de tudo pouco tempo útil de jogo que não beneficiou o espetáculo.
Entre esta vontade e intensidade dos jogadores, dois lances acabaram por decidir a partida, lances em que rasgos de génio de Seferovic e Sérgio Oliveira abriram portas para Grimaldo, Corona e Taremi mostrarem a sua qualidade técnica. Vendo o copo meio cheio, foi também possível ver nestes golos algumas das fraquezas das duas equipas, não só no Clássico, como durante a temporada. O Futebol Clube do Porto teve alguns problemas em controlar o espaço atrás dos seus médios, principalmente quando a bola entrava num corredor lateral primeiro, algo que o Benfica explorou principalmente pelo lado esquerdo, com Nuno Tavares, Grimaldo e Darwin. Apesar de se ter protegido com a presença de Grimaldo e Tavares em simultâneo controlando as investidas de Corona, o Benfica voltou a mostrar que comete muitos erros individuais sem bola (Gilberto esteve azarado em muitos momentos) e que quando a bola entra nas costas da linha defensiva, a ligação dos médios ao setor defensivo nem sempre foi eficiente, algo que tem sido uma das debilidades de Weigl, ele que até fez um belo jogo no Estádio do Dragão. Bastou Corona aparecer sozinho uma vez no lado direito da defesa encarnada e os campeões nacionais chegaram ao golo.
Passando das palavras aos golos, podem ligar o som e acompanhar a nossa rápida e detalhada análise aos lances que decidiram a partida mais antecipada da jornada da Liga NOS."

Clássico do Detalhe Tático


"Os golos no Clássico tiveram marca tática de detalhe.
A forma como Darwin incessantemente atacou espaço entre Nanu e Mbemba forçou o central azul a sair e gerou espaço. Um plano idealizado no “laboratório” para o golo de Grimaldo.
No outro lado, incrível Oliveira até de pé esquerdo consegue criar por onde parece não haver espaço. Contudo, também a importância do detalhe. A subida da linha encarnada não foi feita em deslocamento lateral, mas de frente para o jogo. Gil com os apoios (pés) de frente para a baliza adversária, de costas para o espaço onde Corona receberia para ofertar a Taremi o empate na partida."

Curtas do Clássico: olho por olho, homem por homem


"Foi um FC Porto vs. SL Benfica emocionalmente morno, mas estrategicamente interessante. Jesus surpreendeu, mas Conceição conseguiu ajustar-se.
- Porto a apertar o Benfica nos corredores laterais à sua saída, colocando muita gente no lado da bola e tapando possíveis saídas com marcações individuais. Contudo, o Benfica conseguia rodar, sobretudo pelos centrais, e explorar o corredor contrário com combinações rápidas, principalmente a asa esquerda. 
- Ao contrário do que tem acontecido com o Benfica dos últimos tempos, desta vez foram mais eficazes no seu jogo exterior. Para tal, foi estrategicamente importante a introdução de Nuno Tavares no onze: podia subir até ao último terço, para tirar partido da sua qualidade de cruzamento, sem grandes preocupações, pois Grimaldo estava na cobertura para uma eventual perda. De realçar que foi precisamente a partir dum cruzamento de Nuno Tavares que o Benfica chega ao golo.
- Outra das opções de saída do Benfica foi o jogo longo para Darwin e Seferovic, sendo que estes se sentem bem melhor no ataque à profundidade. Nestes lances, é de destacar a qualidade do passe de Vertonghen. Será que Jesus contava que Darwin ganhasse mais vezes no ar, quando foi solicitado? – fica a questão.
- Com bola, o Porto sentiu bastantes dificuldades para ligar jogo. Muitas situações com Marchesín obrigado a bater longo, à procura de Marega. Aqui, mais um ponto estratégico a destacar: a forma como Vertonghen conseguiu anular o maliano, pese embora Nuno Tavares também tenha ido lá cima disputar algumas bolas com o avançado portista (à passagem da meia hora de jogo, é possível ver Vertonghen a falar com Nuno Tavares e, rapidamente, o português deixa Marega para Vertonghen e cola-se a Corona). Nestas situações, o Benfica levou o encontro para um jogo de pares – Seferovic e Darwin com Mbemba e Pepe, Pizzi com Sérgio Oliveira, Vertonghen com Marega e Nuno Tavares com Corona são alguns dos exemplos. Também Weigl foi importante a encaixar na linha defensiva, dando superioridade numérica às águias.
- A jogar com menos um elemento, Sérgio Conceição optou por controlar a largura do Benfica e tentar sair em transição, ao encaixar Corona na sua linha recuada em organização defensiva, alterando o sistema para 5-3-1.
- Nesta fase do jogo, Benfica alargou o bloco do Porto e encontrou mais espaço por dentro, fazendo sentido a introdução de Cebolinha por parte de Jesus. Com o brasileiro a vir para dentro e a procurar ruturas entre na linha defensiva do Porto de Darwin e Seferovic, o Benfica arranjou outra forma de poder agredir os dragões.

Destaques individuais
Corona – num Porto com menos posse de bola (mesmo quando estava com 11), Corona nunca deixou de dar trabalho aos adversários. Menos exuberante que o normal, conseguiu entregar bem na maioria das vezes e ainda teve tempo para fazer uma assistência. No final, lembrou Galeno – foi-lhe pedido que fechasse o corredor esquerdo e ainda saísse bem para o contra-ataque.
Vertonghen – tal como referido anteriormente, foi sempre superior a Marega no ar. Além de anular o maliano, também foi importante na colocação de bolas longas para os avançados do Benfica, evitando que o jogo da sua equipa passasse pelo “campo de guerra” do corredor central, batido por Uribe e Sérgio Oliveira.
Weigl – tantas vezes Taarabt tenta o passe para a frente, e tantas vezes Weigl tenta o passe para o lado. Hoje, a estratégia foi feita à medida alemão, pois não podia perder bolas na sua zona e tinha de fazer com que o esférico chegasse com qualidade e velocidade aos corredores (sobretudo o contrário). Ainda acrescentou no ar, quando baixava para defender para o meio dos centrais."

FC Porto 1-1 SL Benfica: Confinam-se dois pontos para cada lado


"A Crónica: Xadrez Em Campo Sem Xeque-Mate
Primeiro clássico de 2021 e, apesar da baixa temperatura sentida no Dragão, o jogo prometia ser escaldante. Portistas e águias chegaram a este encontro da 14.ª jornada empatados com 31 pontos, a cinco do Sporting CP, que acabara de empatar em casa frente ao Rio Ave FC.
O FC Porto entrou pressionante, a sobrecarregar o lado da bola, mas o SL Benfica, muito devido à colocação de Weigl no meio dos centrais na hora de construir, conseguiu contrariar essa pressão e depois tentou explorar a profundidade e largura dos dragões.
Foi assim que surgiu o primeiro golo do jogo, aos 16′. Com a colocação de três centrais, Marega falhou a pressão em Vertonghen, que abriu em Nuno Tavares. O lateral encarnado cruzou para Seferovic que, com um toque subtil, deixou para a entrada de Grimaldo. O espanhol, frente a Marchesín, não perdoou e adiantou as águias no marcador.
A equipa de Sérgio Conceição via-se a perder em casa e sentia a obrigação de correr atrás do resultado, pelo que, nem dez minutos depois, o FC Porto chegou ao golo da igualdade. Bola parada batida à maneira curta, com Sérgio Oliveira a aproveitar a distração de Gilberto para colocar por cima da defesa em Corona. O mexicano assistiu Taremi que rematou e, com a ajuda de Marega, a bola acabou no fundo das redes de Vlachodimos. Tudo igual no Dragão à meia hora de jogo, no que vinha sendo um jogo de nervos entre as duas equipas.
Antes do intervalo, houve ainda oportunidade para as duas equipas se adiantarem no marcador. Primeiro o Benfica, através de Darwin, com Pizzi a cruzar atrasado na linha de fundo e o urugaio a enviar o esférico ao poste direito da baliza azul e branco. Escassos minutos depois, respondeu o FC Porto por Luis Díaz. O colombiano partiu para cima da defesa benfiquista, tabelou com Corona, tirou Otamendi do caminho e rematou em jeito, com a bola a sair muito perto do poste direito da baliza encarnada. Tudo igual após 45′ de sacrifício e grande pressão no Dragão, onde o FC Porto entrou melhor, mas o SL Benfica terminou por cima.
As equipas voltaram para o segundo tempo e a primeira oportunidade de perigo deu-se aos 61′, por intermédio de Rafa. O extremo recebeu sozinho depois de um cruzamento de Seferovic e atirou para defesa de Marchesín. Neste jogo de parada e resposta, o FC Porto também criou perigo por Marega. Aos 69′, o maliano cabeceou após cruzamento de Sérgio Oliveira para boa defesa de Vlachodimos.
Aos 72′, o jogo iria mudar. Taremi entrou duro sobre Otamendi e recebeu ordem de expulsão de Luís Godinho. Os portistas ficavam com menos um, num jogo em que 11×11 já estava muito equilibrado.
Ao contrário do que seria expectável após a expulsão, foram os dragões que tiveram a primeira oportunidade de golo. Díaz cabeceou ao segundo poste e Marega, no primeiro, não conseguiu encostar para as redes de Vlachodimos.
A partir desse momento, os encarnados balancearam-se para o ataque, aproveitando a superioridade numérica, mas o FC Porto manteve a sua baliza segura. Tudo igual no final da partida, tudo igual na tabela classificativa. Início de jornada atípico, em que os três grandes perderam pontos. 

A Figura
GrimaldoO lateral, hoje extremo encarnado, marcou o golo que adiantou o Benfica no marcador e foi o protagonista dos maiores desequilíbrios pelo lado direito da defesa portista. Destaque ainda para Weigl, que foi determinante no processo ofensivo dos encarnados.

O Fora de Jogo
Luis Díaz O extremo colombiano não esteve nos seus dias e tentou aparecer, quer por dentro, quer mais chegado à linha, mas quase sempre sem criar perigo. No lance em que teve a oportunidade de marcar, não conseguiu faturar.

Análise Tática – FC Porto
O FC Porto apresentou-se no 4-4-2 habitual, com os extremos a assumirem posições mais interiores, dando espaço aos laterais para se projetarem e criarem vantagem numérica no ataque. Devido à marcação individual de Nuno Tavares, Corona procurou ser mais “vagabundo” em campo, não se fixando apenas no lado direito da ofensiva portista.
A nível defensivo, os azuis e brancos procuraram pressionar e sobrecarregar o lado da bola, mas a primeira linha vinha sendo ultrapassada pela posição de Weigl, entre os centrais, que dava superioridade numérica ao Benfica na saída.

11 Inicial e Pontuações
Marchesín (6)
Mbemba (5)
Pepe (6)
Zaidu (5)
Nanú (5)
Uribe (6)
Tecatito (7)
Luis Díaz (6)
Sérgio Oliveira (6)
Marega (6)
Taremi (6)
Subs Utilizados
Diogo Leite (-)
João Mário (-)
Evanilson (-)
Grujic (-)

Análise Tática – SL Benfica
O SL Benfica apresentou-se em 4-4-2, com Nuno Tavares e Grimaldo a partilharem o corredor esquerdo. No aspeto ofensivo, os encarnados colocaram Weigl entre os centrais para anular a primeira linha de pressão do FC Porto e procuraram explorar a largura e profundidade do conjunto de Conceição. Os extremos, tal como no FC Porto, apareceram mais por dentro, dando espaço aos laterais para subirem no terreno e ocuparem as faixas.
No que à defesa diz respeito, Nuno Tavares e Grimaldo tinham bem designados quais seriam os seus oponentes diretos, fazendo, respetivamente, marcações individuais a Corona e Nanú.

11 Inicial e Pontuações
Vlachodimos (6)
Gilberto (6)
Vertonghen (6)
Otamendi (6)
Grimaldo (7)
Nuno Tavares (6)
Weigl (7)
Pizzi (6)
Rafa (7)
Darwin (6)
Seferovic (6)
Subs Utilizados
Chiquinho (-)
Everton (-)
Waldschmidt (-)

BnR na Conferência de Imprensa
FC Porto
Bola na Rede: Sérgio, a colocação do Weigl entre os centrais na primeira parte fez com que houvesse superioridade numérica adversária na saída de bola do Benfica, sendo ultrapassada a sua primeira linha de pressão. Apesar de ter alterado isso ao intervalo, porque depois o Corona já pressionou mais alto, foi essa a falha que custou mais caro ao FC Porto hoje?
Sérgio Conceição: Nestes jogos, há determinadas situações que trabalhamos e basta uma má ocupação de espaços para a equipa sair e acaba por matar cinco jogadores que temos no meio-campo ofensivo. Percebi que houve um ou outro jogador mais abaixo em relação ao que tinha de estar. Uma vez ou outra pelo corredor direito e pelo esquerdo saíram de forma mais fácil que o que eu quero. São situações que se corrigem e que se trabalham.

SL Benfica
Bola na Rede: A colocação de Weigl entre os centrais, criando superioridade numérica na saída de bola, foi o seu maior trunfo no jogo de hoje?
Jorge Jesus: Não concordo. O Weigl tem um posicionamento cada vez melhor para o que queremos, mas acho que o segredo de anularmos o FC Porto não passou por aí. Sabemos a estratégia que montamos, trabalhamos par isso durante a semana. Sabemos que o FC Porto tem um corredor muito forte e a estratégia passou mais por aí."

Olhos de ver


"E o tanto que joga Podence? Claro que é mais fácil reparar em Pedro Neto, como antes em Diogo Jota - mesmo se este nunca foi devidamente valorizado antes de Liverpool – porque são muito rápidos, explosivos mesmo, e estamos naquela fase em que uma certa maioria, de analistas a adeptos, acredita que os melhores são, antes de todos, os que levantam relva em cada arrancada. Só que não. No Wolverhampton, por exemplo, bem podem uns quantos espantar-se com a potência de Adama Traoré, supondo que é quem faz mais a diferença, quando explode em capo aberto, mas é um engano. Pedro Neto supera-o claramente, porque à velocidade pura acrescenta criatividade nas soluções e qualidade nas decisões. Chama-se talento ao que faz a diferença. E se todas as comparações são odiosas, sobretudo perante génios, devo dizer que Neto me surge aos olhos como um Futre de guedelhas aparadas, seja na coragem com que assume um drible após o outro ou na convicção com que acelera, como se ninguém pudesse alcançá-lo.
Devo assumir, todavia, que por estes dias poucos me entusiasmam tanto como Daniel Podence, porque num tempo em que a tática roubou espaço ao jogo, ele é feliz como poucos em terrenos exíguos e sinuosos, que é onde as melhores equipas mais precisam de qualidade. As outras, as mais frágeis, fizeram-se especialistas em recuos e agrupamentos. O distanciamento social há muito que desapareceu do jogo, sobretudo em Portugal, onde fez caminho a ideia de que as equipas se constroem de trás e que toda a ideia de segurança é defensiva, como se não fosse mais seguro ter a bola, que é precisamente quando o opositor não pode agredir. Valoriza-se recorrentemente mais o que uma equipa faz sem bola do que o que faz com ela. E tantas vezes o maior elogio às ditas equipas pequenas é o de serem organizadas, como se só pudessem aspirar organizadamente ao jogo defensivo. E como esta mentalidade quanto às equipas se estende também aos atletas – no clássico “tem talento mas falta-lhe capacidade defensiva” – não duvido de que contribui para que a qualidade de jogo em Portugal não seja mais que sofrível, demasiadas vezes.
Uma equipa que despreza o momento com bola, desvaloriza os artistas, que são os que sabem melhor o que fazer com ela. Por exemplo, um avançado dito “profundo” – sempre o rápido ou poderoso – pode atrair a atenção mais depressa mas não pode ser preferido ao mais talentoso. Não sei se Rodrigo Pinho triunfará no Benfica, mas é hoje evidente que chega atrasado o reconhecimento da qualidade e não faz sentido que tenha sido preterido tantas vezes no Braga e – para cúmulo - suplente durante tanto tempo no Marítimo. Taremi, que era uma evidência de qualidade, sendo mais rápido e robusto, despertou a atenção mais depressa. Mas nem assim foi unânime, que o Benfica desperdiçou o que o Porto aproveitou. Da mesma maneira que Nuno Santos, o do Sporting, andava por aí parecendo perdido e Pedro Gonçalves foi uma pechincha – hoje indiscutível – nos 3 milhões por metade do passe. Mas há por aí novos Pinhos, Taremis e Potes. Um caso flagrante parece-me ser o de Ricardo Horta, craque seguro, mas escondido entre a aceleração vertiginosa de Galeno e a combatividade goleadora de Paulinho. Na plenitude dos 26 anos, o mais velho dos manos Horta tem velocidade quanto baste e sabe utilizá-la, mas sobretudo uma qualidade rara tanto para ligar jogo como para finalizar, que o transforma num avançado de recursos amplos. E é de uma inteligência a movimentar-se, entre os corredores e o eixo, entre a criação e a definição, mesmo muito rara de encontrar. Ou muito me engano ou descobriremos em breve que mais um craque de topo estava aqui à mão de semear. Como Diogo Jota ou Daniel Podence, até que alguém olhe com olhos de ver."

Rescaldo por Polvo...


"Podemos fazer mais e melhor, mas é esta a atitude. O FC Porto não é nenhum bicho papão, é uma equipa banal que utiliza a raiva e o ódio como combustível nos jogos contra o SL Benfica.
Posto isto, um presunçoso asqueroso será sempre isso mesmo, e o que escrevemos anteriormente ficou, uma vez mais, bem explícito hoje na atitude de Sérgio Conceição, nesta demonstração clara de falta de carácter análoga com o clube que representa."

"Sou muito frontal. Não me arrependo das guerras que fiz"


PortoaoColo, in Facebook

Mal habituados...!!!

"Estamos todos tão mal habituados às arbitragens nos jogos contra o Calor da Noite que por ter sido expulso um assassino que faz uma entrada a matar daquelas até achamos que nem foi má de todo a arbitragem.
Puro engano. Foi má. E muito. Incrível a a quantidade de faltas e faltinhas que nos foram assinaladas em bolas divididas. Na primeira parte, até ao golo do Calor da Noite fomos empurrados para trás com uma sucessão de faltas de rir, para não chorar. Foram 26 faltas assinaladas ao Benfica em que mais de metade não aconteceram sequer.
E indo aos casos mais graves, ficam 2 penaltis por marcar a favor do Benfica como o vídeo abaixo bem demonstra. O 2º lance é um lance sonegado pela Sporttv, que omitiu propositadamente qualquer tipo de repetição para que não se visse que o Marega de braço bem aberto corta a bola que se dirigia para o 2ºposte. Mais claro que isto, mesmo sem repetição, é impossível! Foi uma boa tentativa da Sporttv mas nós não comemos geladinhos com a testa!
https://streamable.com/y3vrza
E que dizer dos 8 minutos de compensação dados pelo árbitro, ocorrerem 3 substituições no período de descontos, e o árbitro terminar o jogo aos 97:59 minutos? Quando a lei diz que por cada substituição deve ser dado 30 segundos de tempo extra! Hein? Categoria!
Mais uma vergonha contra um clube que se julga completamente acima da lei. Mais uma semana de silêncio do lado do Benfica. E siga com os árbitros do Fontelas a levarem ao colo Calor da Noite e Cashball!"

Rescaldo...

Curiosidades (12)


"Sabia que Luís Godinho nunca marcou um penálti contra o #PortoaoColo?"

Curiosidades (11)


"Sabia que desde que chegou a Portugal, Taremi sozinho já “sofreu” 11 penáltis só no Campeonato e que é o recordista da Europa neste capítulo?
Nesse mesmo período, o Sport Lisboa e Benfica teve menos penáltis assinalados a seu favor (9) do que o iraniano do #PortoaoColo."

Curiosidades (10)


"Sabia que desde o início da época passada o #PortoaoColo já teve 22 penáltis marcados a seu favor? Nesse mesmo período, o Sport Lisboa e Benfica teve apenas 9, ou seja, uma diferença de 13 (!) penáltis."

Curiosidades (9)


"Sabia que o #PortoaoColo nos 7 jogos do Campeonato disputados no Estádio do Dragão teve 6 (!) penáltis assinalados a seu favor e 0 contra?
Quem vai ao Dragão quase que se pode dizer que começa a perder os jogos por 1-0."

Curiosidades (8)


"Sabia que desde 2013/2014 foram disputados 14 clássicos entre Sport Lisboa e Benfica e #PortoaoColo para o Campeonato e que 12 deles (86%) foram arbitrados por árbitros da AF Porto?"

Curiosidades (7)


"Sérgio Conceição: «Temos de ter mais penáltis a favor». A famosa frase do treinador do #PortoaoColo proferida em junho do ano passado.
A vontade foi feita. Nos últimos 21 jogos para o Campeonato, o #PortoaoColo teve 14 (!) penáltis a favor. Por outras palavras, são 2 penáltis a cada 3 jogos."

Curiosidades (6)


"Sabia que não existe um único árbitro que tenha assinalado mais do que 2 penáltis contra o #PortoaoColo nas últimas 13 (!) épocas?
Por outro lado, Artur Soares Dias, por si só, conseguiu assinalar 8 penáltis contra o Sport Lisboa e Benfica."

Curiosidades (5)


"Sabia que nos confrontos diretos entre os 4 candidatos ao título nas últimas 13 épocas (73 jogos para cada equipa), o #PortoaoColo beneficiou de 19 penáltis a favor e sofreu apenas 6 desfavoráveis?
O Sport Lisboa e Benfica beneficiou de 15 penáltis favoráveis e sofreu 14 penáltis contra."

Curiosidades (4)


"Sabia que o #PortoaoColo já teve 8 penáltis marcados a favor em apenas 13 jogos do Campeonato?
O Sport Lisboa e Benfica, por seu lado, continua com 0 (!), sendo uma das poucas equipas europeias que ainda não viu assinalado um único penálti assinalado a seu favor."

Curiosidades (3)


"Sabia que os últimos 7 clássicos com o Sport Lisboa e Benfica no Dragão para o Campeonato foram arbitrados por árbitros da AF Porto?"

Curioridades (2)


"Sabia que desde 2000/2001 foram expulsos 27 jogadores em clássicos entre Sport Lisboa e Benfica e #PortoaoColo e que 19 dos 27 (mais de 70%) foram do Benfica?"

Curiosidades (1)


"Sabia que nos últimos 40 encontros para o Campeonato entre Sport Lisboa e Benfica e #PortoaoColo nas Antas/Dragão, o #PortoaoColo beneficiou de 11 penáltis e 16 expulsões de jogadores do Benfica?
O Sport Lisboa e Benfica teve, apenas, 2 penáltis a seu favor e beneficiou de 7 expulsões do adversário."

Não, este não é «apenas mais um jogo»


"É um jogo contra o maior inimigo do SL Benfica. O maior inimigo do futebol português. É um jogo entre o bem e o mal.

O FC Porto não é um mero rival, e os jogadores e adeptos do SL Benfica têm de se mentalizar disto de uma vez por todas. O FC Porto é um cancro que se alastrou pelo futebol português e corrompeu todos os seus alicerces, fomentando o ódio, a raiva e a cultura do medo nos últimos 40 anos. Sejam homens.
Sejam heróis. Sejam Sport Lisboa e Benfica."

O Cantinho Benfiquista #24 - Mais Um Clássico No Horizonte

Fruta com sotaque Romeno !!!


"Iancu Vasilica, conhecem? Então nós vamos apresentar-vos. Iancu Vasilica era um simples adepto fanático do Calor da Noite, condição que nunca escondeu dos seus amigos ou colegas. Entretanto, Vasilica meteu na cabeça que teria de ser árbitro de futebol, com o único objectivo de favorecer o seu clube de coração, o Calor da Noite. E assim foi. Conseguiu o apoio de gente influente no meio e foi subindo até chegar à Primeira Categoria em Junho de 2019. E daí até ser novamente promovido foi um tirinho. Fontelas Gomes transformou este adepto do Calor da Noite em árbitro internacional em Dezembro de 2020, de forma que passou despercebida. UM ANO APENAS DEPOIS DE SUBIR À PRIMEIRA CATEGORIA, sem qualquer tipo de experiência, sem qualquer tipo de provas, sem qualquer tipo de garantias de imparcialidade. O único factor decisivo nesta decisão foi apenas o ser adepto do Calor da Noite, garantindo que, no quadro de internacionais, a um adepto do Calor da Noite retirado (Jorge Sousa) sucedia um novo adepto do Calor da Noite.
Não foi preciso esperar muito até Vasilica começar a aplicar o seu propósito na arbitragem, favorecer incondicionalmente o Calor da Noite, seu clube desde pequenino. E o fanatismo deste jovem é tanto que até indirectamente ele faz o seu trabalho!
Há duas semanas apitou o Moreirense-Santa Clara. Num lance arrepiante do defesa central do Santa Clara, Vilanueva, e nem alertado pelo VAR, Vasilica conseguiu expulsar o defesa aplicando-lhe apenas um cartão amarelo. Um dos “beneficiados” seria o Benfica, que na jornada seguinte jogava nos Açores contra…o Santa Clara. Mas ficar sem o seu pilar da defesa era para Vasilica impensável! 
https://www.vsports.pt/.../santa-clara-caso-m-villanueva...
Hoje, o jovem Vasilica foi nomeado para o Fafe-Belenenses da Taça de Portugal. O Fafe adiantou-se com 2 golos de diferença mas, nos últimos 10 minutos de jogo, Vasilica puniu o Fafe com 2 penaltis. Nem alertado pelo VAR, uma vez mais e à semelhança do que tinha acontecido em Moreira de Cónegos, Vasilica reverteu o último penalti num lance em que o Guarda Redes do Fafe atinge sempre a bola, apesar do natural contacto com o adversário. Pois bem, o próximo adversário do vencedor deste jogo é…o Benfica! Era impensável para Vasilica que o seu ódio de estimação Benfica pudesse jogar uns quartos de final de uma Taça de Portugal em casa contra uma equipa do CNS.
Torna-se cansativo para nós fazermos este trabalho e denunciar esta gente toda sem vergonha quando no Benfica se coça os tomates, sem absolutamente nenhuma preocupação com isto e permitindo que fanáticos adeptos cheguem a árbitros internacionais. Lamentável."

Fever Pitch - João & David... Inglaterra!

Fever Pitch - João & Patrick... França!

Vermelhão: 2 pontos perdidos...!!!

Corruptos 1 - 1 Benfica


Empate no Dragay, com sabor amargo, pois fomos superiores, criámos mais oportunidades e acabámos por sofrer um golo numa carambola, num momento onde o mais normal seria o Benfica marcar o segundo!!!

A dinâmica deste jogo não foi diferente dos últimos duelos com os Corruptos, com o Benfica a assumir o jogo e os visitados a jogarem no nosso erro... a principal diferença, acabou por estar na nossa consistência nas transições defensivas, onde o Weigl fez talvez o seu melhor jogo pelo Benfica... e o Pizzi a '8', não deslumbrando, pelo menos não desequilibrou a equipa com perdas de bola 'inúteis', algo que com o Taarabt costuma acontecer!!! A grande 'surpresa' da noite foi o Grimaldo no meio-campo... e acabou por decisivo na partida, não só pelo golo que marcou, mas também no equilíbrio do nosso meio-campo...

Por acaso na Terça, na Amadora, quando o Grimaldo entrou nos últimos minutos, para a mesma posição, foi notório que o catalão 'gostou' da posição, pois numa partida já decidida, entrou com muita genica... Mas não me passou pela cabeça que o Jesus iria apostar no Grimaldo para a Ala esquerda...

Ironicamente o jogo ficou 'fechado' com a expulsão do Taremi!!! A estrutura defensiva dos Corruptos não se alterou, o jogador expulso foi o mais adiantado... e assim, a consequência natural foi o 'recuo' dos Corruptos, fechando ainda mais o seu sector defensivo, algo que eles fazem bem... O Benfica estava 'preparado' para aproveitar as transições ofensivas rápidas, que após a expulsão deixaram de acontecer!

A última vez que o Benfica acabou um jogo em superioridade numérica no Dragay para o Campeonato, foi provavelmente no século passado!!! E talvez, por isso, iremos ler/ouvir que a arbitragem foi 'boa', 'equilibrada', 'mais ou menos', etc.... etc... A expulsão foi justíssima, mas no resto do jogo assistimos a um autêntico do mergulho!!! Das 26 faltas assinaladas contra o Benfica, mais de metade não existiram... O golo dos Corruptos, nasce de uma extraordinária sequência de 4 faltas consecutivas inexistentes!!! Não estarei a mentir se afirmar que a equipa mais agressiva em campo foram os Corruptos, a maior parte dos duelos físicos foram ganhos pelos Corruptos - algo que acontece em praticamente todos os jogos disputados pelos Corruptos! -, mas depois a equipa que tem mais faltas é o Benfica... Diga-se que os jogadores do Benfica tem alguma 'culpa', pois os nossos jogadores raramente simulam faltas, mas os apitadeiros tem a obrigação de conhecer os jogadores, as equipas, e assistindo aos jogos pela televisão é fácil observar os simuladores!!! Portanto, o facto de jogo após jogo, esta forma fraudulenta de jogar, só passa em claro, porque os árbitros, o permitem... Aos jogadores do Man City bastaram dois jogos, para tirarem a 'pinta' aos Corruptos!!! Isto pode parecer secundário, mas não é... Este facto, implica que os adversários dos Corruptos, não possam ser agressivos, muda constantemente a dinâmica dos jogos... e como consequência mais visível permite aos Corruptos marcarem golos na sequência de más decisões dos árbitros, praticamente em todas as partidas!!! Dito isto, o facto do jogo ter terminado sem que tivesse sido marcado um penalty a favor dos Corruptos merece um Aleluia!!!
Já agora uma mensagem para o Pepe: Aquilo que é inaceitável, é tu acabares todas as partidas, desde que estejas vestido com a camisola dos Corruptos!!! Algo que em Espanha e na Turquia, já não acontecia...!!!

Com o empate dos Lagartos, pouco muda... mas passou mais uma jornada, e quem deve estar mais feliz são mesmo os Lagartos, até porque esta semana, tivemos mais um episódio triste que pode ter impacto na decisão do Campeonato: o Sporting é eliminado da Taça, ficando assim com o calendário 'limpo' na semana do Benfica-Sporting, podendo preparar o jogo à vontade...; o Benfica vai defrontar a B Sad, depois dos azuis, estarem a perder 0-2 com o Fafe, e ter beneficiado de 2 penalty's, o que levou o jogo para prolongamento... isto num jogo com VAR, mas apesar disso, não impediu que o 2.º penalty não tivesse sido 'invertido' escandalosamente! Obrigando assim, o Benfica a um jogo com a B Sad poucos dias antes do derby...!!!

Vitória...

Benfica 104 - 67 CAB Madeira
20-20, 26-16, 33-10, 25-21

Mais uma vitória, onde começamos mal, mas com o passar dos minutos, a superioridade natural, acabou por vir ao de cima!!!