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terça-feira, 2 de abril de 2024
Empate...
Benfica 1 - 1 Ac. Viseu
Gomes; Tomé, Gustavo, Lacroix, Spencer; Prioste, N. Félix(Rafa Luís, 82'), Prestianni(J. Rego, 67'); Santos(Gerson, 75'), Henrique(H. Félix, 82'); Cauê(Varela, 67')
Pouco risco, deu em jogo dormente... mesmo assim criámos mais oportunidades perigosas, pena a oportunidade perto do fim, onde o guarda-redes adversário fez a defesa do jogo!
Parabéns...
Em dia de aniversário, nada melhor do que recordar os 131 golos de Jonas pelo Benfica nas competições nacionais 🙌🦅⚽️pic.twitter.com/TMTJnLjV1g
— VRed Baller (@VRedBaller) April 1, 2024
Benfica-Sporting: simplesmente, competir
"O fim de semana trouxe de novo demasiado ruído ao nosso futebol
Portugal precisa do Dérbi. Precisa que a rivalidade que se vai exprimir em campo nesta semana seja jogada com maiúsculas. Um dérbi nunca será meramente um jogo. É algo tão especial que consegue dividir uma comunidade a meio e, ao mesmo tempo, dar-lhe uma sensação de se partilhar algo único. Parece um paradoxo, mas não é. Os sportinguistas podem não gostar do Benfica, mas adoram o dérbi. Os benfiquistas podem não gostar do Sporting, mas adoram o jogo que divide Lisboa e ecoa pelo país. O dérbi é história, orgulho, identidade. É preciso que seja também respeito.
O fim de semana trouxe de novo demasiado ruído ao nosso futebol. Desde a Liga 2 ao campeonato principal, desde jogadores, árbitros, treinadores e dirigentes. Os primeiros porque alguns se esquecem de competir e só pensam vencer seja como for, nem que para isso finjam; os segundos porque andam entre alguma prepotência e as más decisões e poucos são os que os ajudam; os terceiros porque se refugiam na classe anterior para explicar insucessos e os quartos e últimos porque, enfim, já não têm remédio.
Mas o Dérbi, esse escrito com maiúsculas porque engloba não só um jogo, mas a rivalidade de Benfica e Sporting, causa uma oportunidade única para o futebol português. São dois jogos. Haverá nervosismo, paixão, momentos controversos seguramente, numa luta pelo domínio do futebol na capital e até no país. Mas se o dérbi é isso tudo, ele deverá ser também respeito e reconhecimento pelo adversário. No fundo, que Benfica e Sporting partam para os dois jogos com a pureza de uma rivalidade futebolística: simplesmente ver quem é melhor a jogar essa coisa do futebol. Sem truques, sem lamentos absurdos ou visões enviesadas. Sem violência, acima de tudo.
O Dérbi de Lisboa é o jogo mais especial do país - a par dos clássicos com o FC Porto, que são bons e intensos, mas um duelo que já se repetiu 320 vezes e no qual só houve 16 empates a zero tem de ter qualquer coisa de transcendente – e, como tal, cartão de visita a quem chega, a quem é de fora ou é de cá e simplesmente neutro.
A semana vai ser de alta tensão, mas que seja de grandes homens também, como naquele maio de 1983, em que o capitão do Sporting, Manuel Fernandes, deu os parabéns ao capitão do Benfica, Humberto Coelho, pela grande época, conquista do campeonato e campanha na Taça UEFA; e em que o capitão do Benfica respondeu que esperavam ser «um digno sucessor do Sporting».
Esperemos também que águias e leões de 2023/24 sejam dignas representações daqueles capitães, uma responsabilidade que não passa apenas pelo campo, mas pela globalidade das estruturas de Benfica e Sporting e de como vão abordar a semana.
Digam-nos, então, que Dérbi gostam de ter, caros rivais, com a certeza de que, para quem perde, o sol também nascerá de novo."
O símbolo da esperança que permanece
"Para o Benfica, a luz ainda não se apagou esta época. A competir por três frentes, os encarnados veem um brilho ao fundo do túnel que os faz sonhar com, pelo menos, um troféu levantado no final da temporada. Contudo, essa luz vai brilhando de uma forma cada vez mais ténue. As exibições nos últimos jogos têm deixado sempre algo a desejar, e face ao calendário que se avizinha o cenário complica-se a cada dia que passa. No entanto, no meio de todo este envolvimento agridoce, permanece uma figura que ergue a esperança encarnada até ao fim. Essa figura é João Neves.
O jovem de 19 anos, entre um conjunto de estrelas e atletas experientes, continua a ser o elemento que mais move a comitiva de Roger Schmidt. João Neves é o jogador que cria, que constrói, que conduz, que lidera, mas também o que recupera, que defende e que apoia.
Como se não bastasse ser tudo isso, João Neves também se tem mostrado como um elemento muito decisivo em momentos de aperto. Na última partida frente ao Chaves, voltou a ser crucial ao marcar o golo que deu a vitória ao Benfica e foi eleito o homem do jogo, de forma muito merecida.
É estranho o facto de um jogador desta idade possuir tanta importância numa equipa, até porque não é esse o suposto quando se pensa nos deveres de cada elemento no plantel. Regularmente, o exemplo é dado pelos que possuem mais experiência, mais maturidade, muitas vezes mais qualidade também, por juntarem todos os outros fatores há mais tempo. Neste caso, regista-se o contrário. É João Neves quem dá o exemplo, e que apresenta uma maturidade muito acima da média em todos os aspetos que lhe dizem respeito.
Ultimamente a formar dupla com Florentino, o número 87 das águias possui ainda mais liberdade a nível ofensivo, uma vez que agora não é o único médio a correr para trás. Florentino permite que exista um maior equilíbrio no meio-campo e juntos formam uma dupla muito difícil de bater. Os dois completam-se e entendem-se em todos os momentos da partida.
É importante notar que, quando lançados juntos de início, os encarnados não perderam em nenhuma ocasião.
É sem dúvida um privilégio constante poder assistir a João Neves atuar dentro das quatro linhas. Uma regalia que não se sabe se vai ser possível ter na próxima época, pelo menos em Portugal, mas que se mostra cada vez mais aliciante.
Até lá, há que aproveitar para se assistir ao desenvolvimento deste diamante em bruto chamado João Neves, que vai carregando consigo a esperança de um clube até ao final da temporada."
O que o Estoril fez com o FC Porto é único e talvez irrepetível
"Vasco Seabra, 40 anos, junta-se a um pequenino clã formado por Jurgen Klopp, Rúben Amorim e Peter Bosz
A dúvida que o José Manuel Delgado, meu camarada jornalista em A BOLA, tem no seu Ás do meio na página de opinião, levou-me a curta investigação. Não sei, porém, se a dúvida ficará desfeita. Se excluirmos Belenenses (grande até final dos anos 80) e SC Braga (grande nas duas últimas décadas), apenas duas equipas tinham vencido, três vezes numa mesma época, FC Porto, Sporting ou Benfica, os tradicionais três grandes. Aconteceu com Académica em 1968/1969 (com Viegas, Rui Rodrigues, Vieira Nunes, Mário Campos, Vasco Gervásio, Nene e Manuel António nos três triunfos) e Rio Ave em 2012/2013 (Oblak, Lionn, Marcelo, Braga, Edimar, Wires, Tarantini, Del Valle nas três vitórias), treinados, respetivamente, por Maló e Francisco Andrade no primeiro caso e por Nuno Espírito Santo no segundo. Sempre frente ao Sporting.
Poderíamos, pois, dizer que este triplo triunfo do Estoril sobre o FC Porto iguala as sequências de Académica e Rio Ave. Porém, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, como diz o povo. E a razão é simples: há 55 anos, o Sporting terminou o campeonato na 5.ª posição com os mesmos 30 pontos da… Académica e há 11 anos concluiu a Liga no 6.º lugar com os mesmos 42 pontos de… Rio Ave. O que o Estoril fez nesta temporada frente ao FC Porto é único. Os dragões estão no 3.º lugar da Liga, ainda sonham (muito remotamente) com a vitória no campeonato ou com a chegada ao 2.º lugar (não menos remotamente, pois já não jogará, por exemplo, com o Benfica) e há um fosso de nada menos de 30 (!) pontos a separar Estoril e FC Porto. Por isso, por este feito verdadeiramente único de uma equipa que continua a batalhar pela manutenção, aqui ficam os nomes dos heróis destas três vitórias: Mangala, Wagner Pina, Rodrigo Gomes, Heriberto Tavares, Cassiano, João Marques, Volnei Feltes e João Carlos. E claro do homem que liderou esta sequência: Vasco César Freire de Seabra, 40 anos.
Quantos treinadores ganharam mais de duas vezes ao FC Porto de Sérgio Conceição? Quatro: Jurgen Klopp (líder da Liga inglesa, com 5), Rúben Amorim (líder da Liga portuguesa, com 4), Peter Bosz (líder da Liga neerlandesa, com 3) e Vasco Seabra (11.º da Liga portuguesa, com 3). Ninguém sabe o que o futuro reservará para Vasco Seabra, até porque o Estoril continua na luta pela manutenção, terá de jogar ainda com Sporting (1.º), SC Braga (4.º) e Moreirense (6.º), por exemplo, sendo que ainda poderá descer. Mas o que o Estoril fez em 2023/2024 é único e muito dificilmente repetível nos próximos anos."
Então...
A APAF já acordou da borracheira da Páscoa, ou só serve para chafurdar no Instagram do Di María para ver se existe algo com que implicar? Eis uma associação travestida que não passa de um serviçal das Antas. É imperativo limpar o desporto português destes tentáculos cancerígenos.
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) April 1, 2024
Não se passou nada!
"É evidente que isto é uma mentira de 1 de abril. António Nobre jamais deixaria de relatar o que todos testemunhámos acontecer ao vivo e a cores.
A equipa De Águia ao Peito (cada um assina)."
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