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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Treino...

Existem Loucos que fazem falta...!!!

BI: Fórum - Mercado de Janeiro e Clássico da Taça de Portugal 🦅

Backstage | Chelsea FC 2-6 SL Benfica B | Premier League International Cup

As Taças que combatem a macrocefalia


"Desde que há Taça da Liga, FC Porto (8), Benfica (7) e Sporting (3) sagraram-se campeões nacionais. Mas, no mesmo período, nas duas Taças (Liga e Portugal) houve festa em Braga, Guimarães, Vila das Aves, Moreira de Cónegos, Coimbra e Setúbal ...

O Vitória Sport Clube, depois de um percurso brilhante, em que derrotou o FC Porto no Dragão e o Sporting e o SC Braga, em Leiria, todos de ‘virada’, tornou-se no chamado ‘campeão de inverno’, e levou a Taça da Liga, pela primeira vez, para a cidade-berço.
Valerá a pena refletir um pouco sobre esta competição, mal-amada desde a primeira hora, que em cada época só é valorizada por quem ergue o troféu. Para as comparações que se seguem, o triunfo vimaranense não é contabilizado, porque ainda não são conhecidos os vencedores da Liga e da Taça de Portugal na época em curso.
Desde 2007/08, época em que a Liga de Clubes, então presidida por Fernando Gomes, inaugurou a competição, conquistaram a Taça em disputa, até 2024/25, Benfica (9), Sporting (4), SC Braga (2), FC Porto, V. Setúbal e Moreirense e, fora dos três grandes, estiveram na final Paços de Ferreira, Gil Vicente, Rio Ave, Marítimo (2) e Estoril. Se compararmos com a Taça de Portugal, no mesmo período, os resultados não são muito diferentes. Entre 2008 e 2025, a prova-rainha do nosso futebol foi ganha por FC Porto (7), Sporting (4), Benfica (2), SC Braga (2) e Académica, Desportivo das Aves e Vitória Sport Clube. Quer isto dizer que, nas 18 edições em causa, os três grandes ficaram com a Taça da Liga em 14 ocasiões, e com a Taça de Portugal em 13; também é confirmado o estatuto de D’Artagnan do SC Braga, vencedor de duas edições em cada uma das Taças.
Tratando-se de duas competições com formatos diferentes, com a Taça da Liga a surgir com um modelo que teoricamente seria muitíssimo favorável aos três grandes, a verdade é que o que se apura na comparação não é substancialmente diferente.
Haverá ainda para dizer que, enquanto nas 18 épocas analisadas, V. Setúbal, SC Braga, Moreirense, Académica, Vitória Sport Clube e Desportivo das Aves, levantaram troféus nacionais nas Taças, no que à I Liga diz respeito, a divisão de títulos foi feita entre os suspeitos do costume: FC Porto (8), Benfica (7) e Sporting (3).
Numa altura em que estão em cima da mesa do futebol português dossiers relevantíssimos, nomeadamente os que dizem respeito à venda centralizada dos direitos televisivos e à reformulação dos quadros competitivos profissionais, será bom refletirmos na melhor forma de impedir que o fosso entre os três grandes – com o SC Braga isolado entre o pelotão da frente e o pelotão de trás - e os outros continue a alargar-se. São prova do desequilíbrio absurdo vigente os 21 pontos que, em 17 jornadas, separam o primeiro do quarto classificado da I Liga, ou, mesmo, os 11 pontos que distam entre o terceiro e o quarto. Aqui a questão é sempre a de se saber como revitalizar a classe média, afinal a que define, com o advento da Liga Conferência, boa parte do posicionamento português no ‘ranking’ da UEFA. Dando mais dinheiro aos mais ‘pobres’, através da centralização? Ainda não se conhece a fórmula de repartição nem o montante global... Criando um modelo de competição que mantenha interesse até ao fim e proporcione mais receitas de bilheteira e possa criar um produto vendável internacionalmente? A maioria dos clubes parece não estar para aí virada e os ‘grandes’ têm-se revelado surpreendentemente passivos... Temas que podem vir à baila no I Congresso do futebol, no fim de janeiro."

A pergunta sem resposta na AG do Benfica


"Sou de uma geração estranha: vivi metade da minha vida sem internet e telemóveis, metade com eles. Tive de me adaptar a essas novas tecnologias dia a dia. Sou, também, daquela primeira geração que já não sabe coser à máquina, mexer em eletricidade, fazer uma bainha ou desmanchar um carro, e telefona do smartphone ao pai, ao sogro, ou alguém que saiba. Coisas mais ou menos simples que nos tornam embrutecidos para muitas coisas, esquisitinhos a clicar em botões para tudo, a ver vídeos no YouTube sobre como colocar um aspirador a funcionar ou como descalcificar a máquina do café, especialistas em nada, no fundo.
Daí aquela sensação de liberdade que muitos sentiram naquele dia do apagão do ano passado, em que algumas horas sem energia obrigaram muitos ao regresso a algumas coisas simples, sem depender de tecnologia, como ligar o telemóvel à airfryer para fazer o jantar.
Acompanhei há dias a Assembleia Geral do Benfica para ser discutido o projeto para revitalizar a zona envolvente ao estádio da Luz, a construção do Benfica District. Em vez de apenas ir ao futebol, pretende-se que os adeptos passem lá o dia a viver, conviver, gastar. E em família. Escritórios, hotel, teatro, centro comercial, pavilhão maior, estádio maior, tudo em grande.
Depois de uma apresentação do arquiteto e de vários milhões de euros terem sido atirados de um lado para o outro, houve lugar a perguntas dos sócios, que depois seriam respondidas. E a primeira foi desconcertante. O sócio não quis saber se vai haver muitas ou mesmo muitas derrapagens, para que serve um centro comercial junto ao maior shopping da cidade, como se vai encher o pavilhão semana a semana, nem sequer quando é que a equipa de futebol vai ganhar muitos jogos e ser campeã, a pergunta sacramental nestas reuniões. Não.
Quis saber quando é que haveria uma sala de convívio para os sócios. Um pedido tão singelo, tão longe da megalomania, que até gerou silêncio no pavilhão. Um regresso relâmpago a um tempo mais simples, sem espetáculos de luzes led e DJ no estádio - outra das queixas de alguns sócios, por acaso. O que é certo é que a questão ficou sem resposta. E isso diz muito. Implica um tempo que não volta, sem que saibamos muito bem para onde seguimos."

A culpa é de Amorim e Gyokeres, pois claro!


"Inglaterra começa a desconfiar do mercado português após os 'flops' em que se transformaram o ex-treinador e o ex-avançado do Sporting bicampeão. Mas haverá mesmo uma inflação de valores?

Os exemplos apontados são Ruben Amorim e Viktor Gyokeres e, mais a jusante, Darwin Nuñez e, até, João Félix; e o objetivo é demonstrar que, hoje, de Portugal... nem bons ventos, nem bons casamentos. Nos últimos dias, entre publicações nas redes sociais e artigos de opinião na imprensa britânica, Inglaterra parece ter dado início a um processo de desconfiança relativamente ao mercado português, alegando uma inflação injustificada dos valores emergentes no nosso futebol, pelo qual a Premier League tanto se apaixonou nos primeiros anos do século XXI, por conta das chegadas de Cristiano Ronaldo, em 2003 ao Manchester United, e de José Mourinho, ao Chelsea, no ano seguinte.
Os dois maiores protagonistas da história do desporto-rei em Portugal e que se tornaram nos maiores conquistadores da história do nosso futebol, chegaram, viram e conquistaram Terras de Sua Majestade, abrindo, ao mesmo tempo, portas e janelas ao mercado luso e dando início a um fluxo que levou, diretamente, de cá para lá nomes como Bruno Fernandes, Nani, Rúben Dias, Ricardo Carvalho, Matheus Nunes, Enzo Fernández, Abel Xavier, Pedro Mendes ou Hugo Viana, além de treinadores, como Marco Silva.
Porém, após mais de duas décadas de encanto, a relação de amor parece estar a esfriar e há cada vezes mais vozes nos media britânicos a fomentar o divórcio entre a Premier League e a Liga Portugal. E os culpados, dizem essas vozes, estão bem identificados:
Ruben Amorim, que arrasava no Sporting, com um futebol diferente, excitante, moderno e que traria, finalmente, a mudança ao Manchester United, falhou brutalmente, como antes haviam falhado todos (Moyes, Giggs, Van Gaal, Mourinho, Solskjaer, Rangnick, Ten Hag e Van Nistelrooy) os que sucederam aos quase 30 anos de glória de Alex Ferguson; Viktor Gyokeres, goleador insaciável no emblema de Alvalade, contratado pelo Arsenal a troco de 65,7 milhões de euros, e que demora a justificar a aposta; Darwin Núñez, veloz e palpitante no Benfica e adquirido pelo Liverpool por 75 milhões de euros, mas que nunca conseguiu afirmar-se na Premier League.
Aos três é aplicado, na generalidade das opiniões publicadas em Inglaterra sobre o tema, o termo flop. E há ainda um quarto jogador mencionado como exemplo maior: João Félix, uma das maiores vendas da história (do Benfica para o Atlético Madrid por €126 milhões), e que passou, sem grande glória pelo Chelsea.
Dá que pensar, sim, mas, quando há craques a brilhar ao mais alto nível, como João Neves, Vitinha, Nuno Mendes ou Rafael Leão, estará o mal no mercado vendedor ou... nos compradores?"

Zero: Mercado - Benfica tenta convencer Atlético Madrid a emprestar Almada

BF: Lucca...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Cinco pontos decisivos para a renovação de Farioli

Observador: E o Campeão é... - Thiago Almada? "Visão de mercado do Benfica continua muito curta"

Observador: Três Toques - É emigrante e não sabe como votar? João Neves explica

SportTV: Primeira Mão - 🔥 Taça de Portugal com Clássico FC Porto x SL Benfica

Atividade do fim de semana


"O movimento benfiquista ao longo do fim de semana, que inclui o triunfo na Taça Federação de basquetebol no feminino, é o destaque nesta edição da BNews.

1. Troféu conquistado
O Benfica ganhou ao Quinta dos Lombos, por 86-85 após dois prolongamentos, na final da Taça Federação de basquetebol no feminino, vencendo a prova pela 3.ª vez. Na mensagem de felicitações, o presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, salienta que se trata de uma "conquista que expressa um enorme espírito de grupo".

2. Foco na Taça de Portugal
O grupo de trabalho às ordens de José Mourinho prepara o embate com o FC Porto agendado para a próxima 4.ª feira.

3. Vitória merecida
Em futebol no feminino, o Benfica derrotou o Rio Ave por 2-0.

4. Outros resultados – masculinos
Em basquetebol, o Benfica ganhou no reduto do Vasco da Gama por 70-118. Em futsal, vitória por 1-6 na visita ao Barbarense. Em hóquei em patins, sucesso no rinque do Sesimbra (2-11). Em voleibol, derrota com o Sporting (3-1) e vitória frente ao Castêlo da Maia (1-3).

5. Outros resultados – femininos
Vitórias no andebol (ABC por 34-23), futsal, (Casa do Povo de Freixo por 10-0), hóquei em patins (HC Palau por 4-1), polo aquático (Sporting por 6-38) e râguebi (RC Bairrada/RC Tondela por 19-25). No voleibol, desaire no reduto do FC Porto (3-0).

6. Resultados - Formação
Os Juniores ganharam por 0-1 em Tondela. Os Juvenis golearam a Académica por 0-5. E os Iniciados empataram sem golos na visita ao Sporting.

7. Ensinamentos dos mais velhos
Jogadores da Equipa B conviveram com os jovens atletas da Benfica Escola de Futebol Benfica Campus (Seixal) e da Benfica Escola Açores.

8. Empréstimo
Joana Silva vai evoluir no Valadares Gaia até final da temporada em curso.

9. Treinos de captação
210 crianças nascidas entre 2017 e 2020 mostraram-se no Benfica Campus.

10. Recorde no triplo salto
A atleta do Benfica Amélia Pinga estabeleceu o novo recorde nacional moçambicano do triplo salto.

11. Acervo mais rico
Rafael Mimoso, nadador do Benfica, fez uma doação de um objeto especial ao Museu Benfica – Cosme Damião.

12. Em destaque
Os principais conteúdos e temas que marcam a agenda do Sport Lisboa e Benfica nas diferentes plataformas do Clube.

13. Casas Benfica
A embaixada do benfiquismo em Reguengos de Monsaraz celebrou o 26.º aniversário. Em Castelo Branco e em Vila Nova de Gaia foi realizado o tradicional Jantar de Reis."

DAZN: Bundesliga - R16 - Golos...

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