Últimas indefectivações

quinta-feira, 26 de junho de 2025

Mais uma épica, tal a roubalheira...

Benfica 7 - 5 Sporting

Mais uma vitória épica! Mais um jogo onde fomos muito superiores, um jogo que devia ter sido ganho por goleada, no tempo regulamentar, mas mais uma vez, só no prolongamento, após uma série de incidentes, que deixaram o Benfica mais forte fisicamente nos últimos minutos e com mais opções!!!

Mais uma arbitragem inacreditável, onde mais de metade das faltas que foram marcadas contra o Benfica não existiram, onde o adversário fez mais do dobro das faltas que lhes foram assinaladas... Onde os nossos jogadores levam Amarelos por literalmente nada, onde a Expulsão do guarda-redes adversário só aconteceu devido ao VAR (a primeira decisão favorável ao Benfica em 4 jogos!!!), num lance óbvio à vista desarmada... Mesmo assim, o golo anulado no início deve ter sido a decisão de VAR mais corrupta do desporto mundial!!!

Dois lances exemplares: uma falta sobre o Afonso, com um empurrão claro, que dá contra-ataque e não foi golo do Sporting, porque bateu no poste; e  a última falta da partida, num lance onde o Lúcio é pisado e é assinalada falta contra o Benfica!!!

O Benfica lutou, demonstrou atitude, quando sofremos e ficámos em desvantagem, acabámos por responder rápido, e isso acabou por ser muito útil psicologicamente... O Ivan está no melhor momento da época, o Higor está na melhor forma de sempre no Benfica... o Gugiel é fundamental!

Dito isto, a minha confiança é mínima para Domingo! Não porque não acredito nos jogadores, ou no treinador, mas porque no Tugão o campeonato é decidido por decreto!!! Só um Benfica absolutamente perfeito na defesa e no ataque poderá sonhar no título...

Mais um grande recorde nacional para o Isaac...


Desta vez, nos 1500m, na Chéquia, com um espectacular 3:29.37, quebrando uma marca com 23 anos, do Rui Silva!!!
Grande época para o Isaac...

Terceiro Anel: Bola ao Centro #136 - Uma vitória histórica, rumo aos Oitavos!

3 Toques: Bayern...

Cenário Mundial: nova história escrita pelo Benfica


"Decidir um apuramento (para os oitavos de final do Mundial de Clubes) com a melhor equipa do grupo e uma das melhores do mundo não era o cenário nem ideal, nem confortável. Belloti e Carreras castigados e Florentino tocado constituíam limitações importantes para a decisão.
Florentino, com características únicas no plantel, estava diminuído fisicamente, sendo física a sua principal e mais influente valia. Já a ausência de Belloti, um bom elemento, deixava Pavlidis como opção única no vértice ofensivo.
Quanto a Carreras, a sua ausência determinava a entrada do fiável Dahl, mas limitando também a versatilidade tática da equipa, tão usada por Lage, personificada pelo lateral espanhol. Finalmente, Kokçu era o tema do momento. Entraria de início? Contaria para o jogo?

Decisão
Objetivo conseguido com grande mérito coletivo e uma nova história feita que já tardava. Na primeira parte, o Benfica conseguiu ser compacto sem recuar demasiado, afastando o Bayern da sua baliza. A capacidade para sair ante a pressão alemã foi conseguida principalmente pela excelente prestação de Renato Sanches. Manter a bola sim, mas ter o poder para subir era fundamental. O golo surgiu cedo, outra vez pela progressão de Sanches e pelo entendimento no lado direito de Di María e Aursnes. Depois a entrada do extremo do lado oposto faz diferença, com Schjelderup a finalizar.
O Bayern, como se esperava, forçou no segundo tempo e ficou perto do empate. A diferença grande de ter em campo Kane, Kimmich e Olise. Valeu Trubin, figura principal encarnada, quando o Bayern dominou e a equipa foi obrigada a reunir mais atrás. Lage tinha referido o segundo poste como alvo preferencial dos alemães e retirou e bem Dahl dessa posição, mais própria de gente grande.
Kompany tinha escolhido Muller para fazer de Kane, assim como Lage tinha feito em Munique, elegendo Amdouni para o lugar de Pavlidis. Não é a mesma coisa... Trubin à parte, este jogo também confirmou Dahl enquanto defesa. Se persistiam dúvidas em relação à validade defensiva de Dahl, ante um adversário poderoso, o jovem lateral provou o contrário.
Os outros jovens utilizados mostraram a personalidade que se quer em contextos difíceis. António Silva esteve como nunca, anunciando a sua emancipação definitiva.
Depois do descontrole assumido, Kokçu não passou sem castigo, mas entrou como se nada fosse. Mais um bom sinal para a aventura que se segue e que a equipa, sabendo sofrer, fez por merecer.

Futebol público
Porque somos pessoas, por vezes dizemos e fazemos coisas de maneira irrefletida, reativa. Não faltam episódios em campo onde isso acontece, quer seja com adversários e árbitros, quer com treinadores e até, por vezes, com colegas. Como sabemos, tudo o que se passa neste desporto ganha uma dimensão extra. O stress é grande e o cansaço físico e mental chegam ao limite.
O episódio recente entre Bruno Lage e Kokçu é um mau exemplo público, mas reflete a realidade em que a natureza e o temperamento podem provocar conflitos, mesmo que improváveis, entre um jogador e o seu treinador. Neste caso, trata-se de um momento aberto ao público, o que responsabiliza mais os intervenientes. Desde então, muito se falou, opinou e condenou, mas o sobressalto foi ultrapassado pelos intervenientes, com clareza e simplicidade, assumindo a responsabilidade e a delicadeza do momento.
Naturalmente, as eventuais substituições de Kokçu no futuro serão alvo de atenção redobrada. Ainda jovem, deverá ter aprendido a lição, ou não...

Quente e frio
Nico Jackson é um avançado senegalês do Chelsea, negativo protagonista da recente derrota com o Flamengo. Quatro curtos minutos em campo chegaram para uma entrada despropositada e violenta sobre um adversário, que o fez encaixar um merecido cartão vermelho.
O desejo de Maresca de reforçar o ataque e perseguir o empate caiu, ao contrário, para a inferioridade numérica e para o desenho da derrota. As substituições são um tema rico e à parte e aquilo que, por vezes, provocam define resultados, para o bem e para o mal. Como tal, a preparação de quem entra deve ir além das necessárias indicações táticas e não vai.
Assistir no banco a uma hora de jogo sem poder intervir é igual a uma tensão acumulada que pode dar, como mais uma vez aconteceu, mau resultado.
O aquecimento físico também dificilmente se eleva às exigências do jogo. Não é por acaso que muitos jogadores demoram a integrar-se, quando a sua entrada pressupõe urgência. Outros há que se lesionam quase imediatamente, como Bisseck, jovem defesa do Inter, na final da Liga dos Campeões, lesionado oito minutos depois de entrar. Claro que também há o lado positivo que é, com sorte e inspiração, fazer muito em pouco tempo e decidir a favor. A este propósito, regresso ao último Europeu e a Ivan Toney, avançado da seleção inglesa.
A substituição desesperada de Southgate contra a Eslováquia, já depois de expirado o tempo regulamentar, salvou a Inglaterra da derrota, sendo Toney o herói, assistindo para golo. Para um avançado consagrado entrar depois dos noventa não é propriamente motivador, mas...
O jogo havia de ser ganho no prolongamento com uma inesquecível bicicleta de Bellingham."

Bruno Lage precisa sempre de sofrer?


"Do pré-jogo ao plano bem elaborado e explicado diante do Bayern; vitória reforça a imagem de uma equipa que age melhor em modo reativo que proativo

Foi, ao contrário de outras ocasiões, uma vitória do Benfica que começou na véspera. Ou melhor, horas antes, na conferência de imprensa de lançamento do jogo do seu treinador. Munido da cábula para não se esquecer das expressões certas que queria passar para o exterior, Bruno Lage usou por diversas vezes a palavra agressividade e definiu as linhas mestras que pretende para a próxima época. Naqueles minutos em que falou aos jornalistas, já de madrugada em Portugal, o técnico das águias enviou vários recados. Que é ele quem estará no banco (pelo menos até às eleições de outubro) e é ele quem define o perfil dos reforços (o lateral-direito já contratado e um ala que dê a tal agressividade ao corredor, depreendendo-se daqui que o substituto de Di María terá características bem diferentes do internacional argentino que procura fazer do Mundial de Clubes a saída do Benfica pela porta grande em contraste com as lágrimas vertidas na final da Taça de Portugal perdida para o Sporting).
Nada disto teria importância se o Benfica tivesse sido vergado pelo Bayern, só que a forma organizada, agressiva e inteligente como os encarnados interpretaram o jogo e o adversário na primeira parte mostrou que a mensagem do treinador passou. Claro que o resultado ajuda, mas mais importante é o processo que se extrai e esse ninguém pode colocá-lo em causa, principalmente quando se ouve uma explicação para o onze que, confesso, já não ouvia há muitos anos, quando se dizia que no futebol português faltavam os últimos 30 metros e 30 centímetros de estatura. Disse Bruno Lage que a colocação de Prestianni e Schjelderup na mesma estrutura que tinha Di María e Aursnes era uma forma de contrariar as armas que o Benfica não tem: a altura e força física dos alemães contra a baixa estatura e consequente capacidade de ter mais tempo a bola por parte dos encarnados (por acaso nenhum dos referenciados é português).
No plano teórico fazia sentido e mais sentido fez logo nos primeiros 10 minutos, com um dinamismo que há muito não se via. Na verdade, correu tudo bem a Lage: o plano saiu na perfeição, a titularidade de jogadores menos utilizados no Bayern tornou a equipa bávara menos poderosa (sem que isto retire uma décima ao mérito do Benfica) e depois do golo as águias jogaram como muitas vezes gostam: de trás para a frente, em transições (e com um monstro na baliza e outros dois no centro da defesa).
O jogo com o Bayern serviu, aliás, para reforçar a imagem que se foi criando do Benfica de Lage: é uma equipa que resulta muito bem em modo reação, seja dentro do próprio jogo (em partidas com os da sua igualha ou melhores, entenda-se) ou fora dele, mas em contexto competitivo; uma equipa acossada quando vê que os outros estão à frente (no marcador ou na classificação), mas que quebra quando tem de assumir a sua grandeza logo à cabeça, seja na incapacidade de manter uma liderança que tanto trabalho deu para conquistar (foi assim na Liga) ou na primeira parte oferecida ao Boca Juniors no arranque da competição.
O grande desafio que Lage continua a ter pela frente é este: o de provar que é efetivamente um treinador proativo e não apenas reativo. A forma como respondeu a Kokçu em nada ajuda a mudar de ideias, mas o modo como conquistou um triunfo histórico diante do Bayern coloca-o mais agarrado a um lugar que queima sempre, ainda mais em período pré-eleitoral."

Benfica: afinal é possível, Lage


"Encarnados fizeram propaganda mundial ao bater Bayern Munique; defenderam clube, Liga e continua-se sem saber com que Benfica contar

O Benfica fez história nos EUA. Quase que é irónico depois do que se viu com o Boca Juniors e naquela primeira parte com o Auckland City, mas a verdade é que pela primeira vez os encarnados venceram o Bayern Munique nos 121 anos de existência do clube da Luz.
Ninguém vence o gigante da Baviera sem passar por perigos ou sofrimento. Muito menos uma equipa portuguesa – até hoje, só o FC Porto o tinha conseguido, com o 2-1 da final de Viena e o 3-1 do Dragão, em 2014/15. Vitória de Setúbal, Belenenses, SC Braga, Boavista e Sporting também tentaram, em vão, bater o gigante germânico.
Até esta terça-feira, o Bayern tinha 31 jogos frente a equipas portuguesas: duas derrotas, 9 empates e 20 vitórias, 75 golos marcados, 22 sofridos…diz muito da relação do clube de Munique com Portugal. Portanto, mesmo num ‘torneio de verão’ – uma prova oficial - e que ainda não merece toda a atenção do Velho Continente, o feito por si só é relevante. Aliás, ganhar ao Bayern, seja em que dia for, é sempre relevante.
Ganha dimensão ainda pelo debate orgânico que se criou sobre a grandeza do futebol sul-americano para o europeu, das equipas portuguesas versus as brasileiras [e argentinas]. Nesse capítulo, foram sábias as palavras do treinador do Flamengo, que falou de uma elite mundial, com algumas equipas europeias a preencherem esse espaço no topo, e as brasileiras colocadas num segundo plano, podendo estas bater-se com os principais clubes. É essa, como todos sabemos ano após ano na Champions League, a realidade dos três clubes nacionais. Já a comparação entre o Brasileirão e a I Liga é outra coisa…
Em Charlotte, o Benfica fez propaganda mundial. Defendeu o seu passado de clube internacional, defendeu a Liga portuguesa com o resultado e apuramento, conseguiu colocar na mente de diretores desportivos alguns ativos que tem na equipa [ainda é essencial] e meteu mais uns milhões ao bolso. Mas acima de tudo, Bruno Lage terá percebido que estratégias como aquela que se lhe viu frente ao Bayern, nesta última Champions, são redutoras para um clube como o Benfica. Lage acabou a dar razão aos críticos de Munique, ele que, nesta terça-feira, fez muita coisa bem.
Chegados aqui, 2024/25 prolonga-se no tempo, mas antes do final da temporada, há já uma coisa que podemos concluir: nunca se soube que Benfica esperar, nunca se sabe que Lage vamos ter: se o que insiste num 4x4x2 que dificilmente resultaria frente ao Boca Jrs. pelo que se vira antes, se este que montou um onze surpreendente e, com a passagem para três centrais, ajudou a equipa a chegar a um resultado histórico."

BTV: Entrevista - Kyra Holt...

Zero: Mercado - Qual o futuro de Anselmi?

Zero: Mercado - Benfica atrás de antigo alvo do FC Porto

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - O Benfica segue em frente no Mundial: as contas e o futuro!

Observador: E o Campeão é... - Benfica conseguiu finalmente sorrir no Mundial de Clubes

Observador: Três Toques - Quem dá mais pela.... destruição?

Zero: Ataque Rápido - S06E45 - O Mundial humilha e carimba

Zero: Negócio Mistério - S04E14 - Michael Owen no Real Madrid

Obrigado, Filipa Patão!

Artista de Circo...


"E não é que o senhor está pejado de razão na sua crónica…o modelo é insustentável…vejam bem…só os sapos escapam à análise e tudo por causa de uma premissa …o Sporting não precisa de comprar e vender para equilibrar as contas, ao Sporting basta desfalcar a banca e meter todos os portugueses, sportinguistas, portistas, benfiquistas e demais a pagar pelas suas dívidas!!!
Deixo o link da crónica para observarem a desonestidade intelectual do artista de circo!
E já agora, esquece que a dívida foi herdade pelo Textor que deixaram o Lyon na rua da amargura…
Deixe o BENFICA EM PAZ!!"

Nos oitavos de final


"Ao ganhar por 1-0 frente ao Bayern Munique, o Benfica é vencedor do Grupo C e está apurado para os oitavos de final do Campeonato do Mundo de Clubes, onde medirá forças com o Chelsea. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Grande triunfo
Na opinião do treinador do Benfica, Bruno Lage, "é uma vitória justa, importante e histórica". "Mérito dos jogadores, que foram, uma vez mais, fantásticos a implementarem a nossa estratégia para o jogo", destaca.

2. Reações dos jogadores
Schjelderup salienta: "Consegui um bom golo, é uma sensação ótima." Trubin enfatiza: "Demos tudo para ganhar." António Silva realça: "Fomos uns guerreiros lá dentro." Pavlidis refere que "toda a equipa esteve muito bem". Bajrami garante: "Queremos ganhar todos os jogos." E João Rego mostra-se contente por "entrar e conseguir ajudar nos duelos".

3. Player of the Match
Trubin foi considerado o Homem do Jogo.

4. Ângulo diferente
Veja, de outro ângulo, o golo do Benfica frente ao Bayern Munique.

5. Seja onde for
Os Benfiquistas nunca faltam no apoio ao Benfica!

6. Forçar a negra
O Benfica recebe o Sporting, hoje, na Luz, às 20h00, no jogo 4 da final do Campeonato Nacional de futsal. As águias precisam de vencer para levar a contenda para a quinta e última partida.
Cassiano Klein afirma que "os jogadores querem muito, mas muito, chegar a domingo e conseguir esse objetivo", e conta com os adeptos: "A sinergia que os Benfiquistas passam é uma sensação incrível."

7. Obrigado, Filipa Patão
A treinadora de futebol está de saída do Benfica para abraçar um novo desafio profissional.

8. Para ti Se não faltares!
Este projeto da Fundação Benfica, em curso há 15 anos, continua a dar frutos."