Últimas indefectivações

segunda-feira, 27 de março de 2017

#Eusébio. A dor de Flora

"Ó Dona Flora, quantos anos tem?" Eusébio adorava espicaçar a esposa, sabia que ela se punha toda refilona quando ele a provocava. Ele não era perfeito, ela sabia-o bem, mas lá que tinha sentido de humor, tinha. Uma vez, a mulher vestiu umas calças cheias de lantejoulas e preparou-se para sair. Ele estava a ver um jogo na televisão, mas todo aquele brilho quase o cegou. "És capaz de me dizer onde é o espectáculo hoje?", atirou-lhe num sorriso trocista. Depois chamou as miúdas e fez delas suas cúmplices: "A vossa mãe vai dar um concerto e não fomos convidados." Era a sua forma de dizer que não gostava daquelas calças.
Flora cresceu a vê-lo jogar à bola descalço, com os pés em fogaréu, nas ruas da Mafalala, bairro pobre da periferia de Lourenço Marques, hoje Maputo. A mãe dele, a Dona Elisa, pedia ao rapaz que fosse fazer uns recados e ele esquecia-se de tudo e ficava ali a dar pontapés na bola de trapos, trocando as voltas aos mais graúdos. Chamavam-lhe o Magagaga, porque corria tão depressa que não havia quem o apanhasse. E chutava cá com uma força! Um dia fez um remate estourar na barriga de um guarda-redes e ele ficou ali, prostrado, a vomitar.
Um dia, Flora foi a Lisboa a um sarau de ginástica e a Dona Elisa pediu-lhe se podia levar uma encomenda ao seu menino: uma caixa com camarões, "que ele adorava". O rapaz crescera e fizera-se homem. Jogava no Benfica e na selecção portuguesa, brilhava em estádios de todo o mundo, vencera a Taça dos Campeões Europeus ao Real Madrid do seu ídolo Di Stéfano. A ele nada disso importava. Tinha tudo aquilo com que sonhara: ser jogador da bola.
Para o mundo ele era o "Pantera Negra", o "King", o fenómeno vindo de Moçambique que estava a caminho de se tornar o primeiro negro a ser considerado o melhor da Europa. A ela nada disso importava. Era o seu Eusébio. Ainda em miúdo, ele convenceu-se que um dia iria casar-se com ela. E, quando se casaram, ela percebeu que aquele homem, que viria a tornar-se uma lenda, não era só dela. Era de toda uma nação que o idolatrava, orgulhosa do talento dele.
50 anos não são 50 dias, são uma vida. Mas três anos, aqueles que passaram desde a morte dele, parecem a Flora três dias. A dor e a saudade não desaparecem, só aumentam. "Há dias em que penso que não é verdade o que aconteceu", confidenciou-me há duas semanas. Às vezes, quando está a ver televisão sozinha no sofá, ainda se vira para o lado e comenta algo com ele, como se ele ainda ali estivesse. Outras vezes, quando ouve a porta da rua bater, fica à espera de o ver entrar. A falta que ele lhe faz.
Depois do funeral, veio a transladação para o Panteão Nacional. E depois veio uma exposição, um musical, um filme que chegou esta semana às salas de cinema. Flora não sabe bem como lidar com tanta homenagem pública. Tudo nela é saudade, como num fado de Amália. Como é que se esquece alguém que se amou durante 50 anos? Quando o amor de uma vida parte, como se preenche o buraco que deixou?
"Olhe, é a vida!", dizem-lhe. E ela suspira, para não se enfurecer. Porque aquela dor que lhe despedaça o coração só ela a carrega. Se ao menos houvesse um comprimido para tratar tamanha tristeza."

Como é possível que este país seja campeão da Europa?

"Ainda é o Portugal do cada um por si, que de vez em quando se lembra que é um país.

Portugal é o país finalmente campeão da Europa, e bicampeão mundial e potência na formação. É aquele que deu dimensão a Eusébio, Chalana, Futre, Rui Costa, Figo e Ronaldo. O mesmo Portugal que se quer que continue a gerar génios desproporcionados dentro de fronteiras tão pequenas, e que prove que Saint Denis não foi obra de um remate carregado de fé de um patinho-feio, um herói mais-que-improvável a surgir no meio de uma praga de traças.´
É o país de Mourinho. De Leonardo Jardim, Marco Silva, Paulo Sousa, Paulo Fonseca e, reconheça-se, Jorge Jesus, aquele que mais impacto teve no jogo por cá nos últimos anos. Os técnicos portugueses são, como o último já repetiu inúmeras vezes, dos melhores do mundo. Só que, paradoxalmente, bate-se por cá o recorde das chicotadas. São vários os clubes que nomearam para o seu banco um terceiro treinador, que até pode já ter sido despedido de outro lado quase sempre por maus resultados – mas isso não interessa nada!
15 chicotadas, e não há dúvida de que este é o país da chibatada. Quem não gostaria de ser mosca em reuniões de direcção para ouvir as razões que inclinam para decidir por um e não por outro e, talvez – apenas talvez! –, ficássemos todos parvos com tudo isto. Está longe de ser o único, mas imagino que aqueles que despediram Inácio tenham acenado não com a cabeça quando saiu Ranieri. Decisões em cima do joelho, políticas desportivas elaboradas em cima do joelho, e a culpa nunca – nunca! – é de quem toma as decisões mais importantes.
Não surpreende. Falta-nos cultura desportiva. Falta-nos cultura desportiva para gerar melhores dirigentes. Falta-nos gostar do jogo para que o queiramos proteger. As chicotadas são apenas um dos lados do problema.
Este é um país que analisa o ranking da UEFA a pensar na contribuição dos seus clubes, e não nas consequências. Onde se festejam as derrotas dos rivais, mesmo que isso signifique perder uma equipa na Liga dos Campeões daí a dois anos.
Um Portugal em que se olha para a Secreção do ponto de vista do emblema de que se gosta e não da bandeira que se defende, contando jogadores formados dentro de portas nos onzes. Nos golos dos seus, na dependência dos seus. Em que se perseguem os dos outros sem qualquer nexo, em que se vê no insucesso desses novamente o sucesso dos seus. Inacreditável e vergonhoso o que aconteceu com Renato Sanches no passado.
É o país em que uma claque supostamente criada para apoiar a Selecção é escoltada pela polícia para dentro do estádio. Uma claque que, por não se limitar a ser aquilo que deveria ser, criou obviamente confusão. Portugal é, note-se, o país em que é olhado como necessário ter uma claque de apoio quando há mais de dez milhões para fazer jus à equipa de todos nós. Terá sido útil no Euro, admito, apesar do impagável esforço dos emigrantes, mas por cá, e por não ser abrangente, não passa de mais um foco de desestabilização.
Escrevi isto em tom de ironia numa rede social, mas será um pouco o que se passa: Portugal não sente verdadeiramente a sua seleção porque não há no dia seguinte nenhum apoiante do adversário com quem gozar. Ninguém para irritar, rebaixar, seja no trabalho, na escola ou no café. Apesar da Aldeia Global, ainda não chegámos a esse ponto.
Portugal é o país em que se queixam de que só se olha para os grandes e, à excepção de um ou outro, os restantes estádios estão vazios. Joga-se a maior parte das vezes à porta fechada, excepto quando os visitantes dos maiores os enchem.
Não é só um problema financeiro. O futebol não bebe a sua força das cidades, porque se gosta pouco de desporto, pouco de futebol. Gosta-se de ganhar no futebol, porque é a modalidade mais importante, e isso não é para todos.
É o país em que se fala da falta de competitividade, e ninguém tenta resolver o problema. A Liga quer ser competitiva, mas os grandes querem continuar grandes, maiores do que os outros. Logo, negociar por igual os direitos televisivos não é uma opção. Para mal dos pequenos, e da tal competitividade.
A projecção da Liga é medíocre. Os clubes fecharam os treinos; os jogadores não falam, não contam a sua história, são ocos, aparecem-nos à frente sem conteúdo. A afinidade que criam com os adeptos é cada vez menor. Os clubes têm medo do impacto do que pode dizer um jogador, mas depois cometem erros atrás de erros no que comunicam institucionalmente.
O produto-futebol não é protegido. A justiça é lenta e má, vive-se um clima de impunidade, que começa a um nível básico como as queixinhas.
Portugal é esse país de queixinhas à beira mar plantado.
Há queixinhas de uma ponta à outra do futebol português. Em todos os cantos, mas sobretudo nos mais repisados, de onde saem as vozes dos grandes. Não é de hoje, é desde que somos gente. 
Queixam-se de tudo e de mais alguma coisa. Muitas vezes uns dos outros, quando não é disso é dos árbitros. Dos seus, quando dá jeito, e os dos outros. Já quando são favorecidos não se gosta de falar deles. São os maiores, até que chega a altura em que têm de dar um murro na mesa porque quem não se sente não é filho de boa gente. E são todos, mas todos, iguais.
A queixa pode evoluir para algo mais profundo, e vêem a luz conceitos antigos como a verdade desportiva ou a preocupação pelo futuro do futebol português. Protesta-se por tudo e por nada, antecipam-se protestos, ameaçam-se protestos, protesta-se que os outros protestam. Não param nos árbitros, nada os trava. Vão mais acima, atiram-se aos tribunais desportivos. Depois, aos civis. Se não os ouvem, se não se lhes encontra razão no que defendem, há que meter o Governo nisso. O país que pare, se for preciso.
Chega o clássico e o ruído aumenta. Torna-se ensurdecedor. Um cenário digno de Twilight Zone. 
Temos todos de reaprender a gostar do jogo, incluindo, claro, nós jornalistas. Quando isso acontecer teremos, acredito, melhores dirigentes, que se preocuparão em ter um melhor produto, uma liga mais competitiva, mais adeptos nos estádios e provavelmente melhores jogadores. Os portugueses evoluirão com melhores estrangeiros e teremos ainda uma Selecção mais forte.
Mas ainda parece tudo demasiado longe.
Portugal é, ainda, o país do cada um por si, que de vez em quando se lembra que é um país. Já conseguiu ser campeão da Europa, falta merecê-lo fora de campo."


PS: Eu acrescentaria a forma cobarde como os jornalistas, metem tudo no mesmo saco... Como são incapazes de separar os Brunos Carvalhos desta vida, com por exemplo o último comunicado que o Benfica publicou... onde exigia tratamento igual para todos!!!!!!!
Misturar ataques mentirosos, misturar factos alternativos, misturar inclusive ataques à vida privada dos intervenientes, misturar aquilo que é dito em programas de televisão produzidos para o espectáculo, com comunicados institucionais dos clubes é ridículo...! 
E só acontece porque os jornaleiros querem... porque também lhes dá audiência!!!
Tal quando dão tempo de antena a criminosos condenados... dando-lhe supostamente credibilidade!

A lei 12 (parte II)

"Exploramos hoje a parte final da Lei 12, que como se recordarão, refere-se a faltas e incorrecções. 
Como referimos na semana passada (AQUI), nela cabem as definições técnicas e disciplinares da maioria das questões que são sancionadas no futebol.
Hoje olharemos, em particular, para aspectos de ordem disciplinar.
Primeira pergunta: os cartões servem para quê?
Bem, o amarelo para comunicar uma advertência (uma espécie de primeiro aviso ao jogador e à sua equipa) e o vermelho para informar que haverá expulsão.
Para que conste, apenas jogadores efectivos, substituídos ou suplentes podem "ver" cartões. Os técnicos não (recebem ordem de expulsão se tiverem claro comportamento irresponsável).
O poder disciplinar do árbitro começa desde que entra no terreno de jogo (para a sua inspecção inicial, antes do início da partida) até ao momento em que o abandona (após o apito final).
Se um qualquer jogador cometer uma acção passível de expulsão no momento em que o árbitro estiver a vistoriar as condições do terreno (por exemplo, se o ofender ou insultar), o árbitro deve impedi-lo de participar na partida (aí não mostra cartão, obviamente). É, digamos, um poder exercido pela autoridade que as leis de jogo lhe conferem. Aliás, desde que entra nas instalações até que as abandone, pode agir disciplinarmente em casos que justifiquem acção directa ou mera menção no seu relatório de jogo.
Falemos agora da lei da vantagem.
Sempre que o árbitro a conceda e a infracção tenha sido passível de advertência ou expulsão, o respectivo cartão será exibido na interrupção seguinte.
No entanto, a lei sugere (quase impõe) que a vantagem não deve ser aplicada em casos de falta grosseira ou conduta violenta (vermelho) ou em lances que originem uma segunda advertência, a menos que se trate de uma clara oportunidade de golo.
Todavia e neste caso, se o infractor que tiver de ser expulso, disputar entretanto a bola ou interferir com um adversário, o árbitro deve interrompido de imediato o jogo. A partida recomeçaria então com livre indirecto.
Agarrão "continuado"
Se um defensor começar a agarrar um adversário fora da sua área mas só o largar dentro, será punido com pontapé de penálti. Esta é a única excepção à regra, uma vez que todos os lances desta natureza devem ser punidos no início da acção.
Infracções passíveis de advertência (amarelo):
Retardar o recomeço de jogo; manifestar desacordo por palavras ou actos; entrar/reentrar deliberadamente ou sair do terreno de jogo sem autorização ou sair; não respeitar a distância nos pontapés de canto, nos livres ou lançamentos laterais; infringir com persistência; tornar-se culpado de comportamento anti-desportivo
Na questão do "comportamento anti-desportivo" cabem muitas situações.
Por exemplo, simular uma lesão ou fingir ser vítima de uma falta inexistente, cometer com negligência faltas passíveis de livre directo/penálti, cortar ataque prometedor do adversário, tentar marcar golo com a mão, etc.
Falemos agora de outro momento:
Celebração de golos
Os festejos são naturais e permitidos, desde não sejam excessivos ou que não conduzam a perdas deliberadas de tempo.
Ao celebrar um golo, um jogador será advertido se: trepar as vedações; fizer gestos provocatórios, inflamatórios ou de gozo; tirar a camisola ou cobrir a cabeça com ela; cobrir a cara com uma máscara ou algo parecido.
Outra nota agora:
Retardar recomeço jogo
Há várias formas de retardar intencionalmente o reinício de uma partida e todas são punidas com advertência.
Por exemplo, simular efectuar um lançamento lateral e de repente deixar a bola para um colega, demorar a sair do terreno numa substituição ou executar o livre num local errado para forçar o árbitro a ordenar a repetição, etc.
São muitas e requerem alguma inteligência (malandrice), mas os árbitros devem estar atentos e punir, com severidade, sem hesitar.
Falemos agora das infracções passíveis de expulsão
Impedir o adversário de marcar um golo ou anular clara oportunidade, tocando a bola com a mão; 
Anular clara oportunidade de golo, cometendo sobre o adversário uma infracção passível de livre directo ou penálti: aqui a excepção é quando a falta é cometida dentro da área e em que o defensor tente claramente jogar ou disputar a bola. Nesse caso, ele será apenas advertido, devido ao fim da chamada "tripla penalização".
Tornar-se culpado de falta grosseira (trata-se de qualquer infracção que ponha em perigo a integridade física de um adversário ou que envolva o uso de força excessiva ou brutalidade);
Tornar-se culpado de conduta violenta (é a agressão pura e simples: dá-se quando um jogador usa ou tenta usar força excessiva ou brutalidade sobre qualquer pessoa, independentemente da bola estar ou não em jogo);
Usar linguagem ou gestos ofensivos, injuriosos ou grosseiros;
Receber segunda advertência no mesmo jogo.
Faltas cometidas lançando um objecto (ou a bola)
Se, com a bola em jogo, um jogador (ou suplente/substituído) atirar um objecto contra um adversário ou contra qualquer outra pessoa, o árbitro deve interromper a partida e adverti-lo (caso tenha cometido essa acção com negligência) ou expulsa-lo (se a praticou com força excessiva).
Como recomeça o jogo após qualquer falta ou incorrecção?
Se o jogo estiver já interrompido, recomeçará obviamente em conformidade (com o respectivo pontapé de baliza, canto, etc).
Mas se a bola estiver em jogo e a infracção for cometida no interior do terreno contra:
Um adversário: com livre indirecto, directo ou penalti (consoante a infracção);
Um colega, suplente, substituído, árbitro ou elemento oficial,com livre directo ou penálti;
Outra qualquer pessoa, com bola ao solo.
Agora outra variável da lei:
Infracções com a bola em jogo, em que o infractor comete a falta fora do terreno de jogo:
Se ele já estiver fora do terreno nesse momento, a partida deve recomeçar com bola ao solo;
Se o jogador sair deliberadamente do terreno para cometer a infracção, é punido com livre indirecto no local onde a bola se encontrava no momento da interrupção.
No entanto, se por acção de uma jogada disputada entre dois atletas e junto a uma linha, um jogador sair do terreno de jogo momentaneamente e aí cometer infracção, será punido com livre directo, indirecto ou penalti - conforme a gravidade da falta - sobre a linha mais próxima onde a infracção foi efectuada.
Poderá também ser punido com pontapé de penálti (se essa infracção era passível de ser punida desse modo e for cometida no exterior do terreno, mas já em zona enquadrada com a área de penálti). 
Quase a terminar. Notas finais:
Se um jogador atirar um objecto contra um adversário que esteja no terreno, será punido com livre directo ou penálti (depende do local em que o objecto atingiu ou atingiria o adversário).
Mas recomeçará com pontapé livre indirecto se um jogador, dentro do terreno, atirar um objecto contra qualquer pessoa que esteja no seu exterior.
Também recomeçará com livre indirecto se um suplente ou substituído lançar objecto contra um adversário que esteja dentro do terreno.
E fim de história.
Como referimos, a Lei 12 é extensa e complexa. Merece, de facto, cuidado muito especial.
Daqui nascem as sanções (técnicas e disciplinares) que regem todo o jogo. E isso não pode ser tomado de ânimo leve por árbitros, jogadores, treinadores, adeptos e universo do futebol em geral. 
Para a semana voltamos, com a Lei 13. Até breve."

Benfiquismo (CDXIX)

Preparados...!!!

domingo, 26 de março de 2017

22.ª Taça de Portugal

CAB Madeira 67 - 85 Benfica
22-27, 17-13, 18-30, 10-15

Tal como previ, jogo difícil... até que o cansaço dos dois prolongamentos de ontem, começou a afectar os Madeirenses! O CAB tem um 'cinco' forte, experiente, e que conhece muito bem a equipa do Benfica, já que muitos são ex-Benfica...!!!
O Benfica voltou a gerir bem o plantel, com nenhum jogador a chegar aos 30 minutos... algo que devíamos fazer mais vezes, mesmo quando não temos calendários menos 'apertados'!!!
Justíssimo o prémio MVP para o Carlos Morais que esteve muito bem nestes 3 jogos...

Vitória em Turquel...

Turquel 4 - 6 Benfica

Depois da vitória no prolongamento na Taça a semana passada, novo jogo em Turquel, este com uma história bem diferente, com o Benfica a marcar cedo... e a conseguir controlar a vantagem, apesar de mais uma arbitragem inacreditável!!!
Nos últimos minutos com 2-6 acabámos por facilitar um pouco, mas a vitória nunca esteve em causa! Agora, ao desperdiçar algumas bolas paradas nos últimos minutos, demos esperança ao adversário... mais uma vez!!!

A substituição do Trabal foi 'estranha', não sei se foi opção, ou lesão... o Diogo até tem vindo a ganhar confiança, mas não é a mesma coisa! Gostei de ver o Sardo a jogar, com minutos 'válidos'!!!

Vai realmente ser uma ponta final de campeonato complicada, com os apitos a não darem descanso, mas hoje a equipa mostrou que a melhor maneira de reagir aos 'empurrões' é com golos!!!!!!

A PorkosTV tem uma linha editorial conhecida, no futebol e nas modalidades, a RTP é uma vergonha... a BolaTV nas modalidades é das coisinhas mais deprimentes de tanta azia anti-Benfica!!! Sendo assim a TVI24 não quis ficar atrás... Bruno Ferreira ficou conhecido com os relatos histéricos do ciclismo e da Copa América, mas quando o Benfica joga, não consegue ser imparcial!!!
Extraordinário, como hoje, conseguiu passar o tempo todo, com o comentador azul-corrupto, a insinuar que os árbitros 'ajudaram' o Benfica!!!! Eu até admito que também houve erros a favor do Benfica, agora considerar que o Benfica foi beneficiado...!!! Não há mesmo vergonha...!!!

Derrota na Terceira...

Fonte do Bastardo 3 - 2 Benfica
19-25, 22-25, 25-22, 25-19, 15-12


Depois de uma fase regular 100% vitoriosa, uma derrota no primeiro jogo dos play-off's... ainda por cima depois de uma vantagem de 2-0 !!!
Continuo a acreditar plenamente na vitória do Benfica nesta eliminatória (temos dois jogos na Luz para dar a volta...), mas a ausência do Honoré continua a ser fatal... juntando-se hoje, a ausência do André Lopes!

Benfiquismo (CDXVIII)

A nossa Catedral...

sábado, 25 de março de 2017

Em grande na Europa!!!

Benfica 26 - 24 Melsungen
(12-14)

Depois da desilusão de terça-feira, mais um grande resultado na Europa! Não é todos os dias que se vence uma equipa da Liga Alemã...!!! O mais incrível, é que mesmo com esta vitória, ainda não garantimos a passagem aos Quartos-de-final da Taça EHF...

Ganhámos o jogo na defesa, principalmente no 2.º tempo (sofremos só 10 golos), com o Figueira mais uma vez em grande... e com o Cavalcanti e o Moreno em grande... conseguindo inclusive 'esquecer' o Ales na defesa!

PS: Em Gijón, as nossas meninas do Hóquei, não conseguiram derrotar as adversárias, na primeira meia-final da Final 4, da Liga Europeia (Champions). Perdemos 4-3 (Rita Lopes(2), Rute Lopes), no prolongamento, num jogo onde tivemos sempre em desvantagem, mas fomos conseguido empatar... mas o prolongamento com morte súbita, foi fatal...
Duas notas: a falta de competitividade interna é prejudicial nestes jogos...; e a falta de profundidade no banco, para jogos deste nível, foi determinante num prolongamento!

No bom caminho...

Benfica 81 - 60 Guimarães
26-13, 18-12, 20-22, 17-13

Mais um jogo bem 'gerido'... com o prolongamento ontem no Oliveirense-Guimarães, o nosso favoritismo aumentou, dificilmente o Vitória iria conseguir aguentar a rotação do Benfica... Aliás, hoje, na outra meia-final, o Galitos-CAB também foi decidido no prolongamento... sendo assim, o Benfica é ainda mais favorito na final de amanhã contra o CAB Madeira!
Nestas Finais 8, com muitos jogos, em poucos dias, o Benfica beneficia da maior profundidade do plantel, sendo assim, amanhã, espera-se mais uma Taça a caminho da Luz! Dito isto, o CAB tem um 5 inicial muito forte, com vários ex-Benfica...

"Em causa a verdade desportiva"

"Esta semana infelizmente estamos a assistir a mais episódios, sobre os quais não podemos esconder a nossa indignação.
No início da semana emitimos um comunicado a chamar a atenção para a necessidade que a justiça desportiva seja igual para todos, porque como todos reconhecem só vemos a justiça célere e penalizadora com o Benfica. Lenta e complacente para outros.
Benfica que se distingue pela postura mais construtiva, sóbria e correta.
E quando assistimos a uma invasão de um centro de treinos dos árbitros, ameaças, coação, insultos públicos quase diários, nada acontece. Não se conhece uma única decisão, com excepção daquelas que dizem respeito ao Benfica.
É como que uma espécie de apagão. 
E depois ainda nos abrem mais um processo em tempo recorde.
Mais um processo, por aqueles que com base numa breve noticia do jornal Record, sobre um desabafo em ambiente privado do nosso presidente, decidiram logo abrir uma investigação. Mas agora, perante uma notícia com chamada de capa do mesmo jornal, sobre uma suposta interpelação no intervalo de um jogo sobre a equipa de arbitragem e o treinador da equipa adversária, por parte de um outro presidente, nada fazem como se nada tivesse existido ou existissem.
E ainda esta manha lemos no jornal a Bola que o processo que envolve aquele famoso incidente no túnel entre dois presidentes não deve ser fechado ainda esta época. Mas que vergonha é esta.
Na continuidade, aliás, dos processos – que curiosamente envolvem o mesmo clube e que permanecem sem decisão desde a época passada – perdidos nos confins da comissão instrutória da Liga - com o risco de serem decididos nas férias? Isto é admissível?
E torna-se insustentável disfarçar mais e Pedro Proença tem que assumir responsabilidades porque com estes adiamentos sucessivos se prova que os processos quando chegam à comissão instrutória da Liga que envolvem os nossos rivais ficam congelados.
Aliás, com esta notícia de hoje o Benfica fica ainda mais preocupado porque parece que na Liga os processos andam a carvão enquanto na Federação andam a gasolina de última geração.
A Liga, tão célere em decidir e penalizar com multas os clubes, quando se trata de ser célere e eficaz a decidir na justiça desportiva paralisa e nada funciona.
É por tudo isto que se fala em dualidade de critérios!
Mas a falta de bom senso das nossas instituições que gerem o futebol não fica por aqui, como se justifica ver premiar quem se notabiliza em ameaçar, insultar, pressionar árbitros e jornalistas e ainda esta semana se gabar de actos ilegais como a compra de bilhetes de sócios de um clube rival, apareça agora publicamente como o líder da claque da selecção nacional?
Quem deviam pugnar pela justiça e protecção dos árbitros premeia quem diariamente de forma directa ou nas redes os insulta e ameaça? Este estado de coisas tem que acabar em nome da credibilidade do futebol português.
Caros benfiquistas,
É por este conjunto de situações, que ontem decidimos - desejando a melhor sorte à selecção de todos nós para o jogo de hoje no nosso Estádio - que nenhum dos elementos dos órgãos sociais do Sport Lisboa e Benfica esteja presente no jogo de logo e solicitar reuniões ao presidente da Federação Portuguesa de Futebol e presidente da Liga Profissional de Futebol para análise da actual situação do futebol português.
Nós queremos acreditar na justiça desportiva e nos órgãos disciplinares. Mas parece evidente que, para isso, terão que existir alterações legislativas que tornem os regulamentos mais simples, eficazes e claros na sua aplicação e que imponham aos órgãos disciplinares a celeridade que se deseja e é necessária para a credibilização das competições e da própria justiça desportiva.
O poder de regulamentar e disciplinar está confiado à Liga e à Federação, mas se não forem exercidos de forma a salvaguardar eficazmente o respeito pelo bom nome, reputação e honra dos clubes e agentes desportivos e bem assim da integridade das competições, não deixaremos de apelar à intervenção do governo.
Como está é que não é possível continuar porque coloca em causa a verdade desportiva.
E fiquem certos que o Benfica continuará a denunciar todos os factos que criminal e desportivamente sejam censuráveis. Mesmo que isso cause incómodo a alguns agentes desportivos e coloque em causa a sua estratégia.
Gostaria de terminar, a lembrar que somos uma família unida e orgulhosa da nossa história. E que cada dia estamos mais fortes e com os olhos postos no futuro.
Com o empenho de todos, Sócios, adeptos, simpatizantes, dirigentes, atletas e funcionários, tudo faremos para que as vitórias continuem a fazer parte do nosso ADN. Hoje temos mais um motivo de orgulho com esta inauguração da nossa nova Casa do Benfica de Abrantes. 
Porque vocês merecem.
Viva o Benfica!"

A equipa das esquinas

" 'O grupo contará (hoje), no Estádio da Luz, com elementos de algumas das principais claques legalizadas, sendo liderado por Fernando Madureira, dos Super Dragões. O apoio tem sido constante desde o Campeonato da Europa e foi tornado por iniciativa do departamento de marketing da Federação Portuguesa de Futebol', in 'O Jogo', 24 de Março de 2017
Por ocasião do Campeonato da Europa, o do Éder, e por via da leitura de umas quantas notícias nos jornais, instalou-se, no último verão, a suspeita de que os serviços dos Super Dragões à causa patriótica incluíam o comércio de bilhetes para os jogos da Selecção, insinuação torpe nunca desmentida pelos serviços competentes da Federação Portuguesa de Futebol. Isto, sendo lamentável não bastará para justificar o silêncio do Conselho de Disciplina da FPF e a aparente inoperância do órgão disciplinador perante a suspeita de que os mesmos serviços da mesma claque incluíram no seu rol de actividades patrióticas a invasão, no último inverno, do centro de treinos dos árbitros, na Maia, Já vai para três meses.
Para a moral vigente, sem dúvida que tem mais valor ameaçar cidadãos nos seus locais de trabalho do que em esquinas esconsas das nossas cidades e lugarejos. Por mania de embirrar, tudo leva a crer que terá sido esta, entre outras delongas do âmbito disciplinar, a razão pela qual o Benfica, apesar de ter sido convidado, não se fez representar na gala das Quinas de Ouro o que logo lhe valeu mais um processo, não por ter faltado mas pela justificação retórica com que explicou a sua ausência. Foi, na realidade, grande falta de respeito do Benfica pela macacal figura que voltará esta noite ao Estádio da Luz na farpela de convidado de honra pela FPF - contratado não será, certamente, pois não? - para demonstrar ao vasto público presente nas bancadas como se puxa pela Selecção, essa arte dificílima de levar a cabo já que aquele futebolzinho de Cristiano Ronaldo & companhia, na realidade, não entusiasma ninguém.
Está de parabéns, portanto, o departamento de marketing da Federação Portuguesa de Futebol que, depois de leitura atenta de autobiografia do líder dos Super Dragões, entendeu ser ele a figura recomendável para consubstanciar os valores da Pátria no apoio à Selecção. Viva, portanto, a equipa das esquinas mais o departamento de marketing! Longa vida, também, no Conselho de Disciplina!
E, já agora, ainda haverá bilhetes?"

Benfiquismo (CDXVII)

Golo

Uma Semana do Melhor... empate, gala e ripa-na-ripaqueca!!!

Jogo Limpo... com Toni

Clássico é (quase) decisivo

"No último sábado foi incontida a alegria azul e branca com o empate do Benfica em Paços de Ferreira. O raciocínio era simples: 0-0 em Paços é um resultado de equipas que jogam muito pouco, e eles lembram-se. Domingo o FC Porto assumiria a liderança da Liga após 444 dias sem o conseguir. Até o número cabalístico do jejum, fazia, em época de quaresma, antever desfecho bíblico.
As capas dos jornais de domingo não deixavam margem para dúvidas e o Dragão encheu de público para assistir ao feito e ver renascer a fénix. Os adeptos foram premiados com os 90 minutos mais longos e demorados da história do mítico campo azul e branco. Mais de 102 minutos é um bónus de 13% para quem comprou o ingresso. O FC Porto não lidera o campeonato mas lidera o tamanho dos seus jogos, também é um feito que merece destaque.
Voltando à realidade futebolística, uns e outros jogam abaixo do desejo dos seus adeptos. Quer os 94 minutos de Paços de Ferreira, quer os 102 do Dragão ficam aquém das expectativas de ambas as massas adeptas.
A nós benfiquistas, fica a não demonstrada quimera que com 102 minutos conseguiríamos vencer o Paços de Ferreira. Fica também a certeza de que João Carvalho foi o benfiquista mais decisivo desta semana, e seguramente o empréstimo desportivamente mais rentável do futebol encarnado. Esperamos todos fazer melhor no que falta da época, rumo ao proclamado objectivo de vencer o campeonato e a Taça de Portugal. Assim fica mesmo muito decisivo o jogo de dia 1: quem vencer o clássico fica quase campeão.
No fundo termina numa semana de várias galas e com alguns galos, veremos quem canta no fim. Numa semana onde o despedimento de treinadores continua e muitos adeptos perguntam quando começa o despedimento de alguns dirigentes."

Sílvio Cervan, in A Bola

Vitória na Taça... a caminho das Meias-finais...

Illiabum 57 - 78 Benfica
7-22, 24-16, 14-19, 12-21

Entrada demolidora... mesmo assim, ainda permitimos a aproximação do adversário em duas ocasiões! Mas a vantagem pontual, permitiu uma gestão inteligente dos jogadores, percebendo que este fim-de-semana, se tudo correr bem, vamos ser obrigados a fazer 3 jogos em 3 dias... todos contra adversários que nos têm dado muitos problemas durante a época!!! Amanhã temos o Guimarães que derrotou a Oliveirense esta noite...

Pressão anunciada

"Há várias formas de olhar para o fim-de-semana futebolístico passado e, como é meu hábito, prefiro a optimista. O desaire da nossa equipa foi surpreendente. Mas ainda por terem sido raras as oportunidades de golo criadas em Paços de Ferreira, apesar do domínio exercido ao longo da partida. Pairou o espectro da perda da liderança, algo a que já não estamos habituados há algum tempo.
Se é verdade que, antes de a jornada se realizar, considerei exagerada a certeza com que se atribuía antecipadamente a vitória ao FC Porto frente ao Vitória de Setúbal, evocando, em última análise, Bruno Varela, Fábio Cardoso, Frederico Venâncio, Nuno Santos e João Carvalho, enquanto garante da necessária competitividade da turma sadina, não menos o é que, após o nosso empate, convenci-me de que os três pontos ficariam no Dragão.
Esqueci-me, no entanto, do que pensei no final da temporada passada sobre o que se disse do percurso leonino que, tivera ocorrido um desaire benfiquista, resultaria em título nacional. Ora, correr atrás, para quem não vence há muito ou mesmo algum tempo, desresponsabiliza quem o faz. Ganhar nessas circunstâncias, não obstante merecedor de aplauso, pouco diz da capacidade de resposta à possibilidade real de ter sucesso. Aí, sim, há pressão, e os portistas, como há três anos na Madeira após a nossa derrota horas antes, sentiram-na.
Bem andou o Nuno Espírito Santo a apregoar pressão no nosso lado durante jornadas a fio, para a sua equipa sucumbir ao primeiro teste. Passa também por este dado a minha confiança para o clássico que se avizinha."

João Tomaz, in O Benfica

Foguetes

"Há mais tempo do que o Sporting foi campeão nacional de futebol (ou seja, há mais de 15 anos), fui a uma festa de aldeia no Louriçal do Campo, ali para os lados de Castelo Branco. Era verão e fui com o amigo Faria e com a sua simpática família, que já fazem parte da moldura do Estádio da Luz, todos eles benfiquistas ferrenhos. Piores - leia-se melhores - do que eu, por isso podem imaginar o nível de devoção. Lá, à beira da serra da Gardunha, havia a tradição de lançar foguetes durante todo o fim de semana da festa de S. Fiel. De manhã, à tarde, à noite, à alvorada - havia foguetes para todos os gostos. Tudo em honra do padroeiro e para celebrar a ocasião de as famílias e os amigos estarem juntos depois de um ano de trabalho fora da terra. Pois é mesmo para isso que servem os foguetes - para festejar alguma coisa. Nunca vi ninguém lançar foguetes no dia 9 de Junho para celebrar o Dia de Portugal. Nem a 24 de Abril para comemorar a Revolução. Excepto quem tem saudades da Velha Senhora, e não estou a falar da equipa italiana tranquilamente apurada para os oitavos de final da Champions - numa eliminatória que juntou dois clubes com provas dadas no mundo da corrupção e dos resultados combinados.
Pois é, lançar foguetes antes do tempo dá sempre mau resultado, e isso viu-se no passado fim de semana. Os adeptos do 2.º e 3.º classificado vibraram com o empenho invulgar dos jogadores do P. Ferreira, mas esqueceram-se de, para chegar ao topo, ser preciso fazer mais pontos do que os adversários. Uns seguem a dez do topo. Os outros continuam, cabisbaixos, a apanhar as canas. Acredito que a sensação se vai manter depois do clássico de 1 de Abril. Curiosamente, o dia que melhor se ajusta à história dos dirigentes do FC Porto."

Ricardo Santos, in O Benfica

sexta-feira, 24 de março de 2017

Anti-climax

"Não sei porque existe, nem a quem interessa. A paragem das competições futebolísticas de clubes nesta altura do ano é uma aberração, que não serve a modalidade, nem os seus intervenientes ou seguidores.
Tenho para mim que todo o futebol de selecções deveria jogar-se em Junho. Além das fases finais, também (nos anos precedentes) as respectivas qualificações. Protegiam-se os clubes e os jogadores, estimulavam-se os adeptos, e lucravam as próprias federações – com entusiasmo redobrado em redor das equipas nacionais, logo maior relevo mediático e desportivo, traduzido em audiências e patrocínios.
As paragens de Outono já são nefastas. A de Março, é um completo absurdo.
Num dos momentos mais quentes da temporada, eis que, de repente, se subtrai toda a emoção que o futebol oferece, em troca de quase nada. Com competições europeias a decorrer, com os campeonatos ao rubro, é torturante, e quase insultuoso, pedir a quem ama o futebol que coloque o seu clube na algibeira, e rejubile com uma equipa onde irão actuar alguns dos seus adversários directos. Para os atletas, desviar o foco dos objectivos que os alimentam, e encontrar metodologias de treino diversas (nalguns casos, até contraditórias), também não deve ser fácil, nem produtivo. Os pobres treinadores dizem mal da vida, sem armas para preparar os compromissos seguintes. Do risco de lesões até tenho medo de falar, sobretudo quando me recordo de Bento, Humberto, Simão, e, mais recentemente, Nélson Semedo.
Que Portugal ganhe à Hungria. Mas que este fim-de-semana estúpido e acinzentado passe depressa. Queremos a nossa paixão de volta!"

Luís Fialho, in O Benfica