"Nenhuma equipa é obrigada a
vencer 2 adversários ao mesmo
tempo. Em Famalicão, além de
um oponente com qualidade
técnica e táctica, o Benfica teve
pela frente um outro – esse
com descaramento e armas
para subverter o resultado.
A equipa de arbitragem entrou,
sem vergonha, na luta pelo 2.º
lugar e pelos milhões da Champions. Gustavo Correia e Rui
Oliveira não deixaram o Benfica
averbar os 3 pontos. Só com
grande capacidade de sacrifício
foi possível salvar um, e assim
continuar a depender de nós
próprios (embora a formulação
talvez careça de rigor) para
alcançar o importante objectivo
que resta.
Como disse José Mourinho, o
jogo foi um retrato fiel do
Campeonato. Chegados à fase
decisiva não seria de esperar
que a tendência mudasse. Faltando 2 jornadas, temo até que
se acentue.
Segundo um balanço do insuspeito ex-árbitro Pedro Henriques, ficaram, em toda a competição, 8 grandes penalidades
por assinalar a favor do Benfica. Algumas custaram pontos,
como a última. Porventura, os
pontos suficientes para que
neste momento, em vez do 2.º
lugar, estivéssemos a disputar
o título com o FC Porto.
Na verdade, isto não começou
na presente temporada. Teve
data e hora marcada. Desde a
tomada de posse do actual
Conselho de Arbitragem, assistimos aos erros (vamos chamar-lhe assim) mais escandalosos da era VAR. Todos no
mesmo sentido. Pisões na
cabeça, rasteiras com o ombro,
linhas de fora-de-jogo oblíquas, cartões de encomenda,
agressões impunes, dualidade
de critérios (beneficiasse Ríos
da impunidade de Hjulmand e
talvez se tivesse afirmado mais
cedo) e a aplicação criativa de
um protocolo VAR com demasiadas zonas cinzentas para
garantir qualquer assomo de
verdade desportiva.
Até quando isto vai durar? Não
sei. Mas com esta gente será
difícil que o Benfica ganhe seja
o que for."
Luís Fialho, in O Benfica

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