Últimas indefectivações

domingo, 22 de março de 2026

Manita...

Benfica 5 - 0 Eléctrico

Novo encontro com o Eléctrico, e mesmo com algumas ausências (Higor e Jacaré de fora), vitória larga, que na 1.ª parte até parecia difícil...

Derrota...

Corruptos 88 - 72 Benfica
13-20, 21-18, 22-17, 32-17

Péssimo último período, com as ausências a fazerem-se notar na rotação da equipa, Gameiro, Koby e Justice fizeram mesmo falta! Mesmo assim, temos equipa para fazer um melhor resultado...

Roubo

Benfica 0 - 1 Ac. Viseu


Mais um Roubo. Só mais um...

Esta equipa não tem jogado bem, as prioridades têm sido outras, mas a quantidade de Roubos é de bradar as céus. Hoje além do Roubo, houve uma série de incidentes:
- Expulsão do André Gomes, aos 12m, com um 2.º Amarelo, com um 1.º Amarelo bastante forçado, tendo em conta o critério usado com os jogadores do Académico!
- Golo em claro fora-de-jogo, assinalado imediatamente pelo Assistente, que foi contrariado pelo Árbitro principal... Se ele 'pensou' que tinha sido um corte dum jogador do Benfica, e portanto teria sido um passe 'atrasado' errou completamente, pois a repetição prova que foi um passe dum jogador do Académico!
- Potencial penalty no 2.º tempo, por Braço na Bola, que o Canal11 resolveu não mostrar uma única repetição!
- Quantidade inacreditável de faltas não assinaladas ao favor do Benfica, principalmente perto da área do adversário!

Iniciados - 7.ª jornada - Fase Final

Benfica 2 - 3 Guimarães
Moraes, Pisco


A vencer 2-0 ao intervalo, ninguém esperava a remontada no 2.º tempo. Muitas alterações no 11, algumas por opção, e acabou por ser fatal...

Em busca dos três pontos


"O destaque desta edição da BNews é o encontro entre Benfica e Vitória SC, hoje às 18h00, no Estádio da Luz.

1. Ganhar
O Benfica recebe o Vitória SC, às 18h00, na Luz.

2. Comunicado oficial
Conheça o teor do pedido de esclarecimento ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol relativamente às medidas, ilações e consequências desportivas que o Conselho de Disciplina irá retirar da decisão judicial, já transitada em julgado, que condena a FC Porto SAD no denominado caso dos e-mails.

3. Chamadas internacionais
Mais jogadores do Benfica integram convocatórias de seleções nacionais.

4. Reportagem
O laço que une Pavlidis e Apostolos Mastranestis, fundamental no percurso futebolístico do avançado do Benfica.

5. Outros jogos do dia
Na Luz, o Benfica é anfitrião do Eléctrico em futsal (15h00), do SC Espinho em voleibol (16h00) e do HC Braga em hóquei em patins (19h30).
Há ainda clássico no basquetebol, com o Benfica a visitar o FC Porto (15h00), e deslocação do Benfica ao reduto do ABC em andebol no feminino (17h15).
Nesta manhã, os Sub-23 receberam o Académico de Viseu (0-1) e, também no Benfica Campus, os Iniciados defrontaram o Vitória SC (2-3).

6. Bastidores
Veja imagens exclusivas do apuramento benfiquista para a final four da UEFA Youth League.

7. Seleções jovens
Muitos atletas do Benfica presentes nas mais recentes convocatórias das seleções portuguesas de futebol de formação.

8. Protagonista
Carlos Monteiro, futsalista do Benfica, é o entrevistado da semana.

9. Renovação de contrato
O jogador de futsal Silvestre Ferreira prolonga a ligação ao Benfica.

10. Mundiais de pista curta
Acompanhe o desempenho dos atletas do Benfica nesta competição.

11. Dia do Pai
As jogadoras das equipas Sub-9, Sub-11 e Sub-13 do Benfica tiveram a oportunidade de partilhar o relvado com os pais.

12. Iniciativa da Fundação Benfica
Fundação Benfica doa bens desportivos e escolares para proporcionar momentos de felicidade a muitas crianças, os quais serão entregues por militares portugueses em missão em Bangui, capital da República Centro-Africana.

13. História agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de quinta-feira da BTV.

14. Casa Benfica Cinfães
Conheça esta embaixada do benfiquismo através da lente da BTV.

15. Até sempre, Silvino
O último adeus a uma glória do Benfica. O Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, enaltece "a figura marcante do futebol português da sua geração e um excelente homem"."

Factos...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Novo adiamento do Sporting x Tondela é mais uma "trapalhada" da Liga?

Rola a Bola #61 - Remontada historica em Alvalade SCP| Neymar de fora da covocatoria!

Os verdadeiros criminosos!


"Dado o levantamento da minha suspensão, e devido ao facto do tema ser tanto do meu agrado, uma vez que desde o dia 1 estive do lado certo da história ao invés de me tornar cumplicidade da maior ação CRIMINOSA perpetrada em Portugal contra uma entidade desportiva!
Desde o dia um que defendi a inocência do Sport Lisboa e Benfica e dos seus agentes, desde o primeiro dia que presumi a inocência dos nossos e que não cavalguei a onda da “Santa Aliança”!
Não era preciso ser muito esperto para perceber o que estava a acontecer, jamais, tendo algo factual, Porto e Sporting iriam necessitar da comunicação social para dar tracção ao seu plano maquiavélico!
No entanto não consigo ultrapassar ou sequer perdoar todos aqueles que se colaram à Santa aliança a e que misturam alhos com bugalhos para terem algum tipo de proveito próprio!
Os anos passam e a memória vai-se desvanescendo, mas em relação a este tema não!
Os “benfiquistas” que fizeram do tema arma de arremesso contra a direção e contra outros Benfiquistas deveriam ser todos EXPULSOS, sem contemplação, é a minha opinião, foram instigadores da manipulação da opinião pública, todos os que não pensassem como vocês eram atacados, insultados e perseguidos!
São a VERGONHA da nação BENFIQUISTA!
Preferiram ficar do lado de Porto e Sporting a ficarem do lado do BENFICA!
Depois dizem que não percebem porque há 65% a votar em Rui Costa, não percebem porque ninguém com dois dedos de testa pudera em consciência colocar-se do lado daqueles que de forma cúmplice se colocaram contra o SPORT LISBOA E BENFICA!!!
Não vou mencionar nomes, porque quem tem memória sabe bem quem eles são…como disse Herman José…”PALADINOS DA VERDADE ABSOLUTA…” “QUE SE JULGAM SUPERIORES AOS DEMAIS”, ainda hoje verborreiam com frequência na praça pública, dizem-se ilustres quando não passam de montes de merda aos meus olhos! Criaram uma legião de séquitos, que os idolatravam e tinham para si que estes eram os portadores da verdade, afinal estavam enganados, se estes últimos terão alguma ponta de inocência, se foram atrás da cantiga dos bandidos então também não tem grande margem de absolvição!
Sobre o tema há que dizer, a indemnização é irrisória, se PORTUGAL fosse um país sério este tema seria tratado como deve ser, ESPIONAGEM INDUSTRIAL, com penas severas quer financeiras quer desportivas para os intervenientes, mas num país de faz de conta, onde impera a corrupção, tudo será sacudido para debaixo do tapete e o tempo tratará do resto!
Foi nisto que a “SANTA ALIANÇA” se baseou para lançar o tema na praça pública, meteu os seus avençados a manipular, truncar e distorcer, angariou os seus cúmplices na comunicação social e tentou manchar a imagem do MAIOR CLUBE PORTUGUÊS para proveito próprio!
Graças a isso conseguiram tomar as rédeas dos centro de decisão em órgãos federativos, governamentais ligados ao desporto e a da arbitragem!
A todos os envolvidos os meus PARABÉNS, foram brilhantes!
A NÓS, os que fomos insultados e perseguidos por tudo e todos, nossos e rivais, os meus PARABÉNS também, a justiça fez-nos justiça e usando uma frase batida dos tais “detentores da verdade absoluta”
“ESTIVEMOS DO LADO CERTO DA HISTÓRIA”
Que se retratem publicamente era o mínimo, que o Porto e Sporting seja punidos desportivamente (bem sei que não irá suceder), mas ao menos sonho com isso!
Para fechar que a conversa já vai longa!
Que isto sirva de lição a todos, principalmente aos que contribuíram decisivamente para o que se passa atualmente, nunca se esqueçam que isto é iniciado em pleno ciclo vitorioso, com um TETRA (que alguns ignoram), finais europeias e com um novo ciclo de aposta em juventude em mãos! Deixamos Rui Vitória entregue aos lobos, destruído por tudo e todos e passamos a apostar tudo no divisionismo!
O QUE TEMOS GANHO COM ISSO????
É a questão que deixo aos cúmplices da “Santa Aliança”!!!"

Roubo de informação confidencial...

La foto del Madrid que desmente el prejuício

sábado, 21 de março de 2026

Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica informa que dirigiu, por via formal, um pedido de esclarecimento ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol relativamente às medidas, ilações e consequências desportivas que o Conselho de Disciplina irá retirar da decisão judicial, já transitada em julgado, que condena a FC Porto SAD no denominado caso dos e-mails.
O Sport Lisboa e Benfica recorda que, entre abril de 2017 e fevereiro de 2018, a FC Porto SAD, através do seu então Diretor de Comunicação, utilizou canais oficiais do clube para divulgar, de forma reiterada e pública, conteúdos obtidos ilicitamente, formulando acusações graves de corrupção, manipulação de árbitros e adulteração da verdade desportiva por parte do Sport Lisboa e Benfica – acusações essas que vieram a ser comprovadas em tribunal como falsas e totalmente infundadas, tendo igualmente constituído um grave dano reputacional para as competições nacionais e uma forma direta e grave de condicionamento de agentes desportivos.
Importa igualmente sublinhar que tais condutas foram praticadas no exercício de funções, com conhecimento, validação e apoio público da administração da FC Porto SAD, não se tratando de atos isolados ou excessos individuais, mas antes de uma atuação institucional concertada.
Tendo a decisão judicial transitado em julgado, sem qualquer possibilidade de recurso, e considerando que o Conselho de Disciplina instaurou um processo sobre esta matéria em finais de 2017, sem que tenha havido qualquer desenvolvimento ao longo de mais de oito anos e meio, o Sport Lisboa e Benfica entende que não subsistem, nesta altura, mais quaisquer factos por apurar ou analisar.
Nesse sentido, é imperativo e urgente que o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol esclareça, de forma inequívoca e sem mais delongas, quais as consequências e sanções desportivas a aplicar à Futebol Clube do Porto, SAD, face à gravidade dos factos confirmados e provados em tribunal."

E JÁ VAI TARDE: É HORA DA JUSTIÇA DESPORTIVA DAR A SUA MARTELADA


"Acabaram-se todas as hipóteses de recurso a qualquer instância: a decisão do Tribunal Constitucional tornou a sentença dos emails transitada em julgado.
O Porto vai ter que pagar ao Benfica pela patifaria da divulgação de correspondência privada - e pior: truncaram-na para fazer passar uma ideia que não estava no conteúdo dos emails e violaram segredos de negócio de um concorrente. Tudo gravíssimo!
Isto foi na justiça civil, que ainda tem outro processo relativo à divulgação dos emails já decidido e a aguardar a fixação do valor da indemnização ao Benfica devido aos danos reputacionais causados.
Agora a justiça desportiva, com o trânsito em julgado de uma inequívoca sentença civil, não tem por onde continuar a assobiar para o lado, não tem por onde fingir que isto não lhe diz respeito. Porque diz - e de que maneira!
Esteve muito bem o Benfica no comunicado que fez sair hoje. Assino por baixo tudo o que lá está escrito relativamente às consequências de penalizações desportivas das patifarias já provadas e condenadas. Não podem ficar impunes!"

Subida no 'ranking' foi mérito dos clubes de uma liga cogumelo


"Portugal tem melhores jogadores e treinadores, mas falta criar, semana após semana, bons espetáculos. Não é por acaso que a liga é apenas a oitava na Europa ao nível de assistências

Portugal recuperou o sexto lugar do ranking UEFA e isso é uma boa notícia. Tal como é hábito nestas situações, as palavras de regozijo do presidente da Federação, Pedro Proença, e da Liga Portugal, Reinaldo Teixeira, foram imediatas, ainda que em boa verdade esta tenha sido uma conquista dos mesmos de sempre: os três grandes e o SC Braga, representantes habituais do futebol nacional na Europa.
Há uns tempos, um criador de conteúdos nas redes sociais (creio que alemão) imaginou o que seria uma liga ibérica, não tendo dúvidas em selecionar este quarteto num campeonato de 18 clubes, respeitando mais ou menos a proporção dos dois países (14 para os espanhóis, 4 para portugueses), considerando que esta seria uma liga que competiria com a inglesa como a melhor do Velho Continente.
Trago este exemplo para ilustrar como a opinião pública internacional, e em especial aquela que se move no espaço digital, vê o futebol português. Raramente analisa-o como um todo, apenas de forma segmentada. Benfica e FC Porto com muita projeção, Sporting a fazer o seu caminho consolidado (ainda falta sair de 'Lisboa'), SC Braga com um trajeto consolidado. Quanto ao resto, é um profundo desconhecimento.
Alguns dirão que pouco ou nada se poderá fazer. Que o tecido social em Portugal é desigual e centralizado e o campeonato está fadado a ter o aspeto de um cogumelo, com uma diferença grande do píleo (o chapéu) para a parte mais fina em baixo.
Os últimos sinais também não fazem adivinhar nada de novo. O chumbo no mês passado da distribuição do mecanismo de solidariedade pelos emblemas da Liga 2 foi apenas uma demonstração de uma cultura de décadas, algo que nos Países Baixos, por exemplo, já existe há vários anos.
Mas há outro dado que também vale a pena refletir. Portugal é o sexto do ranking UEFA, é o 6.º nos últimos 20 anos em presenças nos quartos de final da Champions (nove, apenas menos duas que a França) e muito à frente do 7.º, Países Baixos (só duas). Mas ao nível de assistências ocupa um modesto 8.º lugar, com 12.300 pessoas por jogo (já inclui partidas dos três grandes), atrás dos 20.000 da Eredivisie (6.º lugar).
Portugal possui assumidamente melhores jogadores e treinadores, mas falta uma identidade coletiva que observo noutros países que lutam pelo mesmo espaço. Ainda muitos se recordam de um famoso vídeo produzido pela Eredivisie em 2023 usando Boulahrouz como protagonista quando os neerlandeses roubaram o sexto lugar à liga portuguesa. Por cá não houve qualquer resposta, à exceção das declarações institucionais. Pode parecer algo sem importância, mas não é: a força das marcas também se vê nestes detalhes.

ELEVADOR DA BOLA
A subir
Rui Borges, treinador do Sporting A reviravolta frente ao Bodo/Glimt vai colocá-lo nos livros de história do Sporting. A gestão do grupo, o estudo do adversário e a comunicação foi um tratado. O Arsenal é favorito nos quartos de final, mas não são favas contadas. Garantidamente.

Estagnado
Rui Costa, presidente do Benfica Pode ter razão material nos reparos que fez na Gala Cosme Damião, mas um momento como este exige outra solenidade que não o tradicional rol de queixinhas. Apouca a figura do presidente e do clube.

A descer
Sérgio Conceição, treinador do Al Ittihad Foi para a Arábia Saudita, agarrou no clube campeão, mas os resultados não são famosos: apenas 17 vitórias em 32 jogos, está fora da luta pelo título e foi afastado da Taça do Rei nas meias-finais. Não tem sido feliz nos seus projetos desde que saiu do FC Porto."

Agora imaginem, por um momento, que Portugal até tinha bom futebol


"A imagem projetada pelos principais protagonistas mediáticos do futebol português retiram-lhe boa parte do valor que é intrinsecamente produzido (e curiosamente pelos mesmos...)

Formalmente, Portugal tem uma das oito melhores equipas da Europa, com a presença do Sporting nos quartos de final da UEFA Champions League. Imaginem o que aconteceria se o futebol português fosse bom.
Tem também duas das oito melhores equipas da segunda competição de clubes mais importante da Europa, e estas, sem grande hesitação, sérias candidatas a um lugar na final, que aliás disputaram há 15 anos em Dublin. O que mais seria possível se o futebol português fosse competente?
O Benfica está uma vez mais na fase final a quatro da Youth League. Já a conquistou uma vez, tal como o FC Porto, e em dez edições esteve em mais duas finais. Agora vejam bem: se por acaso vivêssemos num país com um bom futebol — teríamos ganho oito em dez?
A Seleção Nacional de futebol de onze masculino (fiquemo-nos, hoje, pelo futebol de onze), campeã da Europa em 2016 e duas vezes vencedora da Liga das Nações, apresenta-se no Mundial-2026 como candidata assumida à vitória final. Se isto acontecesse num país bom de bola talvez até já pudesse encomendar as faixas.
Dizem os registos oficiais que Portugal também é campeão europeu e mundial de sub-17 em título. Isto num país a sério é que era...
Enquanto tudo isto acontece, três clubes monopolizadores do espaço mediático e mais meia dúzia de aspirantes tentam, a cada dia, denegrir a imagem do futebol português, da Liga portuguesa, da nossa competitividade.
Tudo corre mal — cheio de suspeições e intrigas e aldrabices e injustiças e faltas de equidade. Sobretudo quando não ganhamos.
Nada se faz em prol do futebol nacional, e todavia são os próprios clubes a acompanhar as Seleções Nacionais nos trilhos de um sucesso estatisticamente improvável num país tão pequenito e pouco povoado.
Há uma contradição — não sei se já reparámos — entre o que os principais protagonistas mediáticos apregoam semana após semana e a real correspondência em termos de resultados internacionais, já para não falar de uma Liga com três contendores capazes de a conquistarem a poucas jornadas do fim, como tem sido hábito e não acontece assim tanto pela Europa fora.
É esse ecossistema de maledicência e rivalidade estéril que prejudica o valor-moeda do futebol português. Não a qualidade do trabalho de todos. Juntos."

Homenagem...

BI: Antevisão - Guimarães...

O Benfica Somos Nós - É para cima deles #14 - Guimarães...

Trivela #3 - Pizzi & Rui Porto Nunes

Visão: Contas...

Benfica Podcast #587 - Manco Clutch

Adeus ‘Manitas’


"Parece que o Céu tem uma predileção especial por levar os ‘bons’ do nosso convívio. O Silvino era melhor pessoa do que guarda-redes. E como guarda-redes foi um gigante…

Mais um soco no estômago. O desaparecimento de Silvino Louro, o ‘Manitas’, é uma tragédia que se junta aos desaparecimentos precoces de Manuel Bento e Neno, com quem fiz o meu percurso no Benfica entre 1982 e 1988.
Comecei a jogar contra o Silvino no Campeonato Nacional de Juniores em 1975. Eu pelo Sporting e ele pelo Vitória de Setúbal. Falava-se, na altura, de um miúdo que trabalhava numa padaria, e que tinha umas mãos que davam para tirar o pão do forno, daí a alcunha que o acompanhou. Perdi a conta às vezes em que nos defrontámos, ao longo de cinco épocas (de 1977 a 1982), ele sempre no Vitória sadino e eu representando Belenenses (1977/78 a 1980/81) e Portimonense (1981/82); e mais ainda foram as vezes em que estivemos juntos em inúmeros estágios, de preparação e para jogos, das seleções dos sub-21 aos sub-23.
Seguiu-se o convívio no Benfica, onde ninguém esquece o choque que teve (carregado de razão) com Pal Csernai em 1984/85. No mais, um companheiro sempre leal, frontal, que viria a fazer história ao disputar duas finais da Taça dos Campeões Europeus. Mais, só Costa Pereira. Adeus ‘Manitas’."

Obrigado, Pai, por me teres feito Benfiquista


"Para ser honesto, não me lembro do dia em que decidi ser do Benfica; acho que já nasci com essa vontade. Mas, se houve alguém que teve influência nisso, foi o meu 'velhote' (expressão de carinho).
Quem conheceu o Sr. Tó sabe que ele era pouco expressivo e pouco dado a manifestações emocionais, ao contrário de mim, que sempre fui um abrasado do caraças, especialmente no que toca ao Benfica. Muitos dos nossos momentos de afeto foram vividos à custa do clube.
No tempo em que os jogos eram todos à mesma hora e não passavam na TV, recordo-me dos domingos à tarde numa sala D. Pedro V às escuras, entre refeições. Ele enfiado no escritório, naquela que foi a primeira cabine de som da discoteca, e eu do lado de fora, mesmo logo à porta, a partilharmos o relato. O Sr. Tó com a sua calma característica e eu maluco de ansiedade porque o Benfica nunca mais marcava (ao final de 5 minutos de jogo já assim estava). Quando o golo surgia, era o descanso; naquele tempo, tínhamos um 'Deus' na baliza: o Sr. Manuel Bento.
Lembro-me também, como se fosse hoje, dos famosos 0-2 nas Antas com o bis do César Brito. Teria uns 12 ou 13 anos, sentados num Renault 5 já 'chaveco', na antiga Praça D. Pedro V de terra batida, com as imponentes tileiras como testemunhas de me ver vibrar maluco a cada golo, enquanto o Sr. Tó se mantinha tranquilo, mas a fervilhar por dentro, bem ao seu estilo.
Nem tudo foram vitórias. A primeira lágrima que verti pelo Benfica foi quando o Veloso falhou o penálti. Era mais miúdo, estávamos numa sala do D. Pedro V quase reservada para quem via o jogo. Eu chamava nomes a tudo e a todos sempre que um jogador ficava sem bota a caminho da baliza. No final, de olhos ensanguentados e a lutar contra o choro, o Sr. Tó passou-me a mão pelos ombros, consolando-me à sua maneira. Talvez estivesse mais triste do que eu, mas era o jeito dele. Curioso que foi por causa deste jogo, no dia a seguir, que levou a que anos mais tarde me torna-se sócio. Percebi que a forma de lutar pelo clube que idealizo era essa, mas isso fica para outra história.
Para quem não conhece o contexto: tudo isto foi vivido a mais de 200 km do estádio. Ir à bancada era uma ilusão, mas vivia-se um Benfiquismo puro e sincero, algo que sinto cada vez mais distante e o Benfica era o pretexto de afeto entre pai e filho.
Por isso, sim: obrigado, Pai, por me teres trazido ao mundo e por me teres feito Benfiquista."

Chico-espertice...

Rui Costa: Silvino...

BF: Mudanças...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - O ranking e a semana perfeita de Sporting, SC Braga e FC Porto

Observador: E o Campeão é... - Convocatória à portuguesa: CR7 sai da frente e avança Guedes

Observador: Três Toques - O adeus à lenda, Silvino Louro

SportTV: Primeira Mão - 😮 Arsenal no caminho do Sporting… e na pele de Hjulmand!

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #106

Aquecimento...


História Agora


Terceiro Anel: DRS #44 - HARAKIRI DA MCLAREN & SUZUKA GP!! 🏎️🏁

Bebidas energéticas, cáries e desempenho desportivo — uma relação ignorada


"O consumo de bebidas energéticas tornou-se comum entre jovens e atletas, isto porque promete mais energia, concentração e resistência. Aliás, estas bebidas são quase sempre associadas ao desempenho desportivo. No entanto, é fundamental analisar uma consequência importante do seu consumo: o impacto na saúde oral, particularmente no aparecimento de cáries dentárias.
As bebidas energéticas apresentam geralmente dois fatores de risco relevantes para os dentes: elevados níveis de açúcar e elevada acidez. O açúcar alimenta as bactérias presentes na boca, que produzem ácidos capazes de desmineralizar o esmalte dentário. Ao mesmo tempo, a própria acidez das bebidas energéticas contribui para enfraquecer essa camada protetora do dente. Esta combinação cria um ambiente ideal para o desenvolvimento de cáries, sobretudo quando o consumo é frequente ou associado a hábitos de higiene oral insuficientes.
Entre atletas e praticantes de atividade física, e devido ao consumo destas bebidas, a questão pode ser ainda mais problemática. Durante o exercício físico, a produção de saliva tende a diminuir devido à desidratação, sendo que a saliva desempenha um papel essencial na proteção dos dentes, pois ajuda a neutralizar os ácidos e a remineralizar o esmalte. Assim, quando há menos saliva e simultaneamente um consumo elevado de bebidas açucaradas e ácidas, o risco de cáries aumenta de forma muito considerável.
Embora as cáries sejam muitas vezes encaradas apenas como um problema dentário localizado e até de fácil resolução, as suas consequências podem ir além da cavidade oral e podem mesmo influenciar o desempenho desportivo. A dor dentária, por exemplo, pode interferir com a concentração, a qualidade do sono e o bem-estar geral do atleta. Mesmo quando a dor não é constante, episódios de sensibilidade ou desconforto podem afetar o rendimento durante treinos e competições. Por outro lado, infeções associadas a cáries avançadas podem desencadear processos inflamatórios no organismo. A inflamação sistémica pode comprometer a recuperação muscular e aumentar a sensação de fadiga, fatores que são particularmente relevantes para atletas que procuram maximizar o seu desempenho físico.
É por isso fundamental promover uma maior consciencialização sobre os efeitos das bebidas energéticas na saúde oral. Para quem é atleta e consome estas bebidas com frequência, o melhor mesmo é consultar o médico dentista com maior frequência para evitar o aparecimento de cáries ou outros episódios inflamatórios. Existem, no entanto, medidas simples que podem ajudar no processo, como moderar o consumo de bebidas energéticas, evitando a ingestão frequente ao longo do dia, beber água após o consumo e manter uma higiene oral adequada. Pequenos hábitos que podem reduzir significativamente o risco de cáries.
Deixar um alerta sobre a relação entre bebidas energéticas, saúde oral e desempenho desportivo que merece mais atenção que por parte dos atletas, treinadores e profissionais de saúde. Atletas e praticantes de exercício físico preocupam-se frequentemente com nutrição, treino e recuperação, mas a saúde oral é muitas vezes negligenciada. No entanto, dentes saudáveis também fazem parte de um corpo saudável — e podem ser um fator silencioso, mas importante, no caminho para um melhor desempenho desportivo.
E quando chega o momento de subir ao pódio, nada melhor do que poder celebrar a vitória com um sorriso saudável."

Aposta no feminino


"No mês dedicado à celebração dos direitos da mulher e à sensibilização para a importância da igualdade de género, é essencial refletir sobre o papel das mulheres no desporto em Portugal.
Publicada a 15.02.2024 a Lei n.º 23/2024 introduziu, há dois anos atrás, uma mudança significativa no panorama desportivo português ao impor uma maior paridade entre géneros na composição dos órgãos dirigentes das federações desportivas e da liga profissional uma vez que estabelece que, a partir de 2026, a proporção de pessoas de cada sexo nessas estruturas não pode ser inferior a 33,3% — proporção que a FPF cumpre e respeita.
Esta transformação não é apenas sobre estatística, mas também sobre garantir que as mulheres possam participar nas decisões que moldam o desporto nacional. A representação feminina em cargos de poder e influência é essencial para enfrentar as dinâmicas desiguais e eliminar barreiras estruturais que, durante anos, perpetuaram práticas discriminatórias e limitações ao desenvolvimento do desporto feminino.
Paralelamente à maior representatividade em cargos de liderança, é também imprescindível investir na promoção do desporto feminino em todas as modalidades e níveis de competição – os planos apresentados pela FPF ontem para os próximos 10 anos são um bom exemplo.
Com efeito, as mulheres ainda enfrentam desafios em termos de visibilidade, financiamento desigual e estereótipos enraizados. Estas barreiras começam cedo, nos primeiros níveis de iniciação ao desporto. O desporto é um dos maiores espaços de inclusão e superação de barreiras na sociedade.
Garantir que todas e todos tenham oportunidades iguais não é apenas uma questão de princípio, mas uma condição essencial para um futuro mais justo e enriquecedor, onde o desporto se afirma como uma plataforma de transformação social capaz de inspirar gerações."

Devolução do troféu? O caso Marrocos-Senegal na CAN


"O caso recente da final da Taça das Nações Africanas (CAN), que opôs Senegal e Marrocos, trouxe para o centro do debate uma questão tão simples quanto juridicamente complexa: pode falar-se em abandono de jogo sem uma decisão do árbitro nesse sentido?
Em janeiro de 2026, o Senegal venceu Marrocos por 1-0 após prolongamento. Contudo, nos instantes finais do tempo regulamentar, a marcação de um penálti a favor de Marrocos desencadeou protestos que levaram os jogadores senegaleses a abandonar temporariamente o relvado. O jogo foi interrompido, mas acabaria por ser retomado e concluído, com validação do resultado em campo.
Esta semana, a Confederação Africana de Futebol decidiu sancionar o Senegal com derrota administrativa por 0-3, entendendo que houve abandono de jogo. A decisão alterou o desfecho da competição e levantou um problema jurídico relevante, que vai além do caso concreto.
No centro desta controvérsia está uma questão essencial: quem decide, juridicamente, a existência de um abandono de jogo?
À luz das Leis do Jogo da FIFA, essa competência pertence, em primeira linha, ao árbitro, enquanto autoridade máxima em campo, responsável por determinar se estão reunidas condições para a continuação ou conclusão da partida. Se, perante a saída dos jogadores, o árbitro opta por interromper temporariamente o encontro e, posteriormente, retomar e concluir o jogo, tal decisão traduz, necessariamente, a não qualificação da situação como abandono definitivo. Neste contexto, a intervenção posterior de uma entidade disciplinar levanta uma questão delicada: pode um órgão administrativo reconfigurar, a posteriori, a natureza jurídica de um incidente ocorrido em campo, atribuindo-lhe consequências que não foram reconhecidas pela autoridade competente no momento?
A questão não é meramente teórica. O Direito do Desporto admite a intervenção disciplinar sobre factos ocorridos durante o jogo, mas essa intervenção não é ilimitada. Quando implica alterar a qualificação de um evento central - como o abandono - e, por consequência, o próprio resultado da partida, torna-se inevitável questionar os seus limites.
Mais do que discutir quem ganhou em campo ou na secretaria, este caso expõe uma tensão estrutural entre dois planos: o da decisão técnica, tomada no momento pelo árbitro, e o da reavaliação disciplinar, feita posteriormente pelas instâncias competentes. A articulação entre estes dois níveis é essencial para garantir a coerência do sistema.
No limite, a questão que se coloca é simples: pode o Direito reescrever o jogo quando o próprio jogo já foi validamente concluído? A resposta, mais do que jurídica, é definidora do equilíbrio entre autoridade, regulamentação e a própria essência da competição.
Em última análise, este caso revela que o verdadeiro conflito não está apenas no resultado, mas na definição de quem tem autoridade para qualificar juridicamente o que acontece em campo. Quando o árbitro permite que o jogo prossiga e chegue ao seu termo, parece afirmar que não houve abandono; quando uma instância disciplinar conclui o contrário, introduz-se uma rutura entre o momento desportivo e a sua leitura posterior.
Mais do que uma divergência pontual, trata-se de uma tensão estrutural que o Direito do Desporto não pode ignorar. Porque, se aquilo que acontece em campo pode ser reconfigurado depois, então a própria ideia de decisão final torna-se, inevitavelmente, relativa.
Resta agora saber como será resolvida a questão: tudo indica que o Senegal irá impugnar a decisão, cabendo ao Court of Arbitration for Sport (Tribunal Arbitral do Desporto, na Suíça) a palavra final sobre os limites entre o que se decide em campo e o que pode ser reescrito fora dele."

sexta-feira, 20 de março de 2026

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Gozar o Pagode com Godinho

Mais uma vergonhosa decisão...

A justiça fez-se há dois meses; ontem, a CAF manchou o futebol!


"A decisão da Confederação Africana de Futebol de atribuir, administrativamente, o título da CAN a Marrocos, dois meses após o Senegal se ter sagrado campeão em campo, representa um dos episódios mais vergonhosos da história recente do futebol.
A final, jogada em Rabat e com Marrocos como anfitrião, ficou marcada por episódios altamente controversos — decisões arbitrais discutíveis, comportamentos antidesportivos e um ambiente que em nada dignificou a competição. Ainda assim, o Senegal venceu no relvado, numa final épica em que se fez justiça perante o nível de insanidade que tomou conta dos responsáveis da seleção marroquina.
Foi perturbador assistir ao silêncio cúmplice das estruturas superiores do futebol mundial. Gianni Infantino, que tanto gosta de falar de fair play, esteve na tribuna, mas foi incapaz de ter uma palavra de reprovação em relação a tudo o que tinha assistido, o que levanta questões sérias sobre a coerência e a credibilidade da liderança da FIFA. Quando o máximo responsável pelo futebol mundial se abstém de condenar situações que colocam em causa a integridade do jogo, acaba por normalizá-las.
Marrocos, país que se prepara para coorganizar o Mundial de 2030, devia ter sido sinalizado e advertido pela FIFA, porque um evento dessa dimensão exige não apenas capacidade logística, mas também um compromisso inequívoco com os valores do desporto. Acaba por ser tristemente recompensado.
Tal como o Mundial dos Estados Unidos se aproxima com uma estranha sensação de desalinhamento entre aquilo que o futebol sempre representou e o mundo em que vai ser jogado, os sinais que chegam de Marrocos para 2030 são profundamente perturbadores.
A decisão da CAF fragiliza o futebol. Para mim, o verdadeiro campeão da CAN continuará a ser o Senegal, pelo que fez, pelo que resistiu e pela forma como resistiu a tudo o que lhe fizeram durante aqueles 90 minutos. A justiça fez-se há dois meses; ontem, a CAF manchou o futebol! Infantino consentiu!"

Backstage | Inter de Milão 2-3 SL Benfica | UEFA Youth League

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Indignação performativa


"O permanente “agarrem-me senão eu vou” — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo.
Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um “basta” inflamado, mas absolutamente inconsequente.
Meses depois, já em campanha eleitoral, Rui Costa voltou ao mesmo registo. Falou em evidências, exigiu respostas ao Conselho de Arbitragem e à FPF, denunciou a dualidade de critérios e reiterou a necessidade de “respeito”. O tom era o mesmo. A indignação também. Mas nada mudou. As palavras perderam-se na euforia da vitória eleitoral, enquanto, na Cidade do Futebol, prevaleceu o silêncio e a indiferença em relação às exigências vindas da Luz. O tal “projeto” que se apoiou de forma cega para não ir em “contramão”, atropelou o Benfica de forma dolosa ou negligente, tanto faz!
Apesar de tudo isto, pasme-se, no aniversário do clube - ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito - Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder.
De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de “murro na mesa” em “murro na mesa” até ao naufrágio final."

Carta aberta ao Presidente Rui Costa


"Escrevo com o coração nas mãos. Porque a Gala que leva o nome de Cosme Damião não é apenas um serão de troféus; é um rito de memória. É a noite em que reafirmamos quem somos. E nós somos — desde a origem — um clube do povo, livre, fraterno, democrático, que sobreviveu a ventos contrários porque nunca dobrou a espinha dos seus valores. Foi assim com Cosme, fundador, jogador, capitão, treinador e dirigente, que segurou o Benfica quando o tentaram partir. Foi assim com Félix Bermudes, que deu nome, ética e voz à nossa mística. Foi assim com Manuel da Conceição Afonso, operário, anarcossindicalista e presidente, um exemplo de decência e coragem em tempos sombrios.
É por tudo isto que a Gala Cosme Damião tem de ser casa sagrada. A nossa casa. Não um palco para legitimar presenças que afrontam o que defendemos há 122 anos. Este ano, a cerimónia foi até mais reservada à comunicação social — ainda mais razão para que seja um momento identitário, não um desfile de “protocolos” vazios.
Digo-o sem rodeios: não aceito ver representantes de forças políticas extremistas — cujo discurso divide, segrega e diminui — sentados em lugar de honra na nossa noite maior. É uma ferida aberta na memória do Benfica que viu o seu primeiro hino, “Avante, Avante p’lo Benfica”, censurado pelo Estado Novo em 1942 precisamente pela palavra “Avante”, com a carga de liberdade que transportava. Um clube que teve o seu hino silenciado por um regime autoritário não pode normalizar, no seu altar, a presença de quem desfaz por dentro a gramática do respeito e da dignidade humana.
Também me custa — e muito — ver legitimadas, nesta gala, figuras do dirigismo desportivo que tantos benfiquistas têm questionado pela forma como se tem governado o nosso futebol. Não falo de clubites: falo de credibilidade do jogo e coerência com aquilo que o Benfica tem dito e escrito ao longo dos últimos anos. As críticas internas, vindas de benfiquistas com história e responsabilidade, existem - e não nasceram ontem. Não precisamos de transformar a nossa comemoração num ato protocolar que contradiz a nossa própria voz.
Presidente, isto não é diplomacia; é identidade. A nossa Gala Cosme Damião não “tem” de ter convites institucionais. Não é 10 de Junho. Não é um Conselho de Estado do desporto. É a festa da nossa família. Se fosse para convidar por “dever”, então que se convidassem, por igualdade, os presidentes de todas as federações - coisa que nenhum benfiquista de bom senso desejaria. A nossa gala existe para homenagear quem serve o Benfica e para celebrar quem o honra dentro e fora de campo - não para parentalidades de circunstância. (Aliás, ao fechá-la à imprensa, o próprio Clube sublinhou o carácter interno da cerimónia).
Quero que esta carta transporte o orgulho e a dor de quem cresceu a cantar “Ser Benfiquista” — canção erguida em 1953 para juntar milhares e ajudar a construir o Estádio da Luz — sabendo que, antes dela, houve um hino calado pela censura. O Benfica não esquece. E, porque não esquece, não pode abrir as portas do seu coração a quem, pela prática ou pelo discurso, desfigura o que somos: um clube “de todos, um”
Peço-lhe, Presidente, três compromissos simples e firmes:
1. Coerência ética na Gala: que a lista de convidados de honra reflita os nossos valores e o sentido da noite. Não precisamos de “representação institucional” para aplaudir quem nos eleva;
2. Recentrar o critério: a Gala Cosme Damião celebra-se distinguindo atletas, equipas, técnicos, sócios, projetos - e benfiquistas que honram o emblema na sociedade. Ponto;
3. Memória ativa: que, todos os anos, a gala lembre o hino censurado — não por saudade, mas por vigilância. “Avante” não é um slogan; é uma vigilância moral contra a normalização do que nos feriu Sei que liderar o Benfica é caminhar num fio de navalha entre o ruído do país e a grandeza da Luz. Mas liderar é escolher — e, no Benfica, a escolha certa é sempre a que respeita a nossa história e une os nossos. Cosme Damião, Félix Bermudes e Manuel da Conceição Afonso não nos legaram um clube de salamaleques; legaram nos um clube de princípios. É só isso que peço: que a Gala volte a ser um espelho limpo desses princípios.
Porque isto é o Benfica. E o Benfica merece, sempre, o lado certo da história.
Com respeito e franqueza benfiquista,
Um sócio que não abdica dos valores do seu Clube."

Benfica entre pensamentos, palavras, atos e omissões


"O discurso de Rui Costa com Pedro Proença na plateia pode ser interpretado como afronta simbólica ao poder que o Benfica contesta. Mas só palavras serão insuficientes para que exista mudança

A cerimónia de atribuição dos galardões Cosme Damião, no âmbito das celebrações do 122.º aniversário do Benfica, mesmo tendo passado entre os intervalos da chuva, sobretudo depois da qualificação do Sporting para os quartos de final da Liga dos Campeões, deveria justificar uma reflexão que poucos irão ou estarão interessados em fazer.
O presidente do Benfica convidou o presidente da Federação Portuguesa de Futebol à festa para lhe dizer que o maior clube português não aceita o que se está a passar no futebol português. Voltou à Taça de Portugal que, no entender dele, «tiraram» ao Benfica, protestou com o «exemplo gritante», sem especificar, que se passou em Arouca, considerou inqualificável o castigo de Mourinho «por factos que, reconhecidamente, não aconteceram», exigiu respeito e considerou imperativo «lutar com as mesmas armas dos rivais».
Mais do que palavras vãs ou profundas, consoante a interpretação ou gosto de cada um, o discurso de Rui Costa, com Pedro Proença na plateia, pode ser interpretado como uma afronta simbólica ao poder que o Benfica contesta. Isso, em si, não é pouco, nem deveria ser ignorado. Mas, na perspectiva do Benfica, que reclama mudanças, não se pode esgotar no fim da noite em que se entregam prémios.
Rui Costa não terá feito um ato de contrição sobre os erros ou pecados da presidência, embora tenha afirmado que não fugirá da responsabilidade, referindo-se à equipa de futebol, cuja época estará pouco melhor que perdida. Não sabemos, na verdade, o que assumir a responsabilidade significa, mas já será mais fácil adivinhar os pensamentos daqueles que gostam do Benfica e veem a equipa apenas a lutar pelo segundo lugar.
Num momento de dificuldade desportiva e que poderá ter consequências financeiras graves, caso a equipa não participe na próxima edição da Liga dos Campeões, num momento que poderá ser de viragem, com a construção do Benfica District, faltam mais palavras de Rui Costa, ou seja, mais explicações.
Não tenho dúvidas de que o presidente do Benfica só tem a ganhar se esclarecer dúvidas ou contestar críticas, se falar de futebol, do treinador, de jogadores, de árbitros ou presidentes, de golos ou falhanços. Não foi assim que ganhou as eleições?
O desconhecimento daquilo que está a ser feito, para contrariar ou mudar o que entende estar mal no futebol português, e a falta justificações para algumas opções que não são compreendidas são terreno fértil para fazer germinar os piores sentimentos, a contestação e até as teorias da conspiração.
Quanto menor for o espaço para omissões, por outro lado, mais bem preparada estará qualquer Direção para enfrentar os desafios. E, no entanto, as omissões a que assistimos estão longe de poderem ser interpretadas como desafio, insubmissão ou confrontação ao status quo que se pretende mudar, como sinais de tranquilidade, estabilidade, firmeza ou solidez.
O Benfica precisa, ainda, de atos. E já agora que todos, especialmente sócios e adeptos, possam compreender. Já escrevi várias vezes que somos mais aquilo que fazemos do que aquilo que dizemos. O Benfica será também mais aquilo que fizer."

Nenhuma surpresa!

Toto...

Nota de condolências


"O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Silvino, antigo guarda-redes do Clube e da Seleção Nacional, figura marcante de uma geração que muito honrou o emblema ao peito.
Silvino representou o Benfica ao longo de nove épocas, somando 330 jogos oficiais e contribuindo de forma decisiva para a conquista de seis troféus: quatro Campeonatos Nacionais (1986/87, 1988/89, 1990/91 e 1993/94), uma Taça de Portugal (1986/87) e uma Supertaça (1988/89). A sua dedicação, profissionalismo e qualidade entre os postes deixaram uma marca indelével na história do Clube.
Mais do que os títulos e os números, ficará para sempre a memória de um atleta que serviu o Benfica com compromisso, paixão, orgulho e espírito de equipa, elevando os valores que definem o Clube.
O Sport Lisboa e Benfica endereça à família, amigos e a todos os que com ele privaram as mais sentidas condolências."

Na final four

"O Benfica venceu o Inter e está na final four da UEFA Youth League. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Triunfo em Itália
O Benfica ganhou, por 2-3, na visita ao Inter a contar para os quartos de final da UEFA Youth League. Com esta vitória, os encarnados chegam às meias-finais da competição pela 5.ª vez, procurando repetir a conquista de 2021/22.

2. Chamadas internacionais
Otamendi e Prestianni estão convocados pela seleção da Argentina. Schjelderup é chamado pela Noruega.

3. Na final da Taça de Portugal

"Em futebol no feminino, o Benfica apurou-se para a final da Taça de Portugal ao eliminar o SC Braga. Na partida da 2.ª mão, disputada no Seixal, as águias venceram, por 4-1.

4. Apuramento
Em hóquei em patins no masculino, o Benfica ganhou, por 4-6, no rinque do AD Oeiras, qualificando-se para a final four da Taça de Portugal.

5. Convocatória
A mais recente chamada da seleção nacional Sub-23 de futsal inclui três atletas do Benfica.

6. Agenda para sábado
O Benfica recebe o Vitória SC às 18h00, no Estádio da Luz. Quanto ao futebol de formação, os Iniciados também defrontam os vimaranenses, às 11h00, no Benfica Campus. E, à mesma hora, os Sub-23 recebem o Académico de Viseu.
Relativamente às modalidades de pavilhão, na Luz o Benfica é anfitrião do Eléctrico em futsal (15h00), do SC Espinho em voleibol (16h00) e do HC Braga em hóquei em patins (19h30). Há ainda clássico no basquetebol, com o Benfica a visitar o FC Porto (15h00), e deslocação do Benfica ao reduto do ABC em andebol no feminino (17h15).

7. Agenda para domingo
A equipa B do Benfica recebe o Farense, às 18h00. Em râguebi, os encarnados jogam no reduto do CR São Miguel (15h00).
E há as seguintes partidas de equipas femininas: no futebol, visita ao Marítimo (11h00); no basquetebol, deslocação ao BC Barcelos (1500); em voleibol, arranque do play-off na Luz com o Leixões (15h00); e, em hóquei em patins, receção ao Stuart Massamá (19h00)."

Lanças...


🔙 Galardões Cosme Damião 2026. 🦅

BF: Necessidades...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Tarde de sonho, futuro sem limites para o SC Braga

Observador: E o Campeão é... - A épica remontada minhota e o "entrar com tudo" do FC Porto

Observador: Três Toques - 4-0: "O Braga caiu em cima do adversário"

SportTV: Arte - Kika...