Últimas indefectivações
quinta-feira, 26 de março de 2026
Os 15 anos da guerra fria entre a FPF e a Liga (2012/2026)
"A Liga Portuguesa de Futebol Profissional, fundada em 1979, organiza o principal campeonato desde 1995. Estruturalmente alinhada com a Federação Portuguesa de Futebol até 2011, a eleição de Mário Figueiredo, a 6 de janeiro de 2012, iniciou um ciclo de desalinhamento de 15 anos.
Reinaldo Teixeira é o presidente da Liga desde abril de 2025 e será reeleito para um novo mandato até 2031. Se os próximos cinco anos da sua liderança forem semelhantes ao primeiro, a FPF e a Liga vão completar um ciclo de 20 anos de Guerra Fria.
As sociedades desportivas, diplomaticamente, conseguem sempre evitar tomar parte da contenda, e são capazes até de apoiar em simultâneo dois líderes que se digladiem (o que ainda não é o caso atual).
Uma única vez tomaram partido e demitiram o presidente da Liga de forma fulminante — porque estava iminente a falência da Liga.
A ameaça mais evidente de não haver, neste momento, um entendimento entre a FPF e a Liga será um acordo de venda dos direitos televisivos pior do que seria possível, com perda de receita para os clubes. Se não fosse este o momento da centralização, o que por si só torna inevitável o alinhamento estratégico, um ciclo de cinco anos poderia passar depressa? Atentemos a dois períodos recentes.
O ciclo 1999-2004
Em 1999, numa rara convergência e sintonia entre o poder político, FPF, Liga e clubes, Portugal ganhou a organização do Europeu de 2004. Estávamos no 11.º lugar do ranking da UEFA e só tínhamos duas presenças na fase final do Mundial (1966 e 1986). Em cinco anos, foram construídos ou remodelados 10 novos estádios.
No início de 2022, Ernie Walker, o então presidente da Comissão de Estádios da UEFA, em visita a Portugal declarava: «É admirável o que se passa. Nunca nenhum país do mundo construiu 10 estádios num tão curto espaço de tempo (...) É incrível o que se passa em Portugal. No início havia algum ceticismo, a situação era mesmo algo dramática, mas já vimos que é possível alcançar os objetivos.»
Estes novos estádios, deram um grande impulso ao futebol português, aumentando muito as assistências, a segurança, mas também as receitas do dia de jogo. Benfica, FC Porto, Sporting, SC Braga e Vitória de Guimarães, como estariam hoje sem estes novos estádios? O estádio de Faro, embora não tenha uma equipa residente, é uma mais-valia enorme na região, são lá realizadas 150-200 atividades durante cada ano, e foi um investimento muito rentável — está pago desde 2024.
Os estádios do Bessa, Aveiro e Leiria, em graus diferentes, foram a sombra deste magnífico evento, devido ao seu custo (resultado da dimensão exagerada da lotação) e à inesperada perda de competitividade das equipas residentes (Boavista, Beira-Mar e União de Leiria).
Este ciclo de cinco anos, 1999-2024, impulsionou muito a competitividade do futebol português, que dele ainda hoje beneficia.
O declínio estrutural entre 2009 e 2014
Em 2009, foi aprovado o regime jurídico do seguro desportivo, uma pesada responsabilidade que agravou em mais de 10% os custos salariais com os jogadores.
Em 2012, o IVA dos bilhetes subiu de 6 para 23% e a taxa de IRS passou de 42% para 48% (mais 5% para rendimentos acima de 250.000 euros brutos, sendo que o salário médio na Primeira Liga era de 390 mil euros em 2024).
Como o mercado de jogadores é global, este agravamento exponencial da carga fiscal resultou numa grande desvantagem competitiva.
Outro golpe profundo na competitividade das equipas portuguesas foi dado em 2014 — a proibição dos fundos de investimento deterem direitos económicos de jogadores de futebol.
Com os novos estádios e o investimento partilhado com fundos de investimento na aquisição dos melhores talentos sul-americanos, Portugal conseguiu ter sete equipas presentes em finais da Champions e da Liga Europa entre 2003 e 2014. Em 11 finais, Portugal venceu três. Das 22 equipas que as disputaram, sete vezes foram portuguesas (32%). Desde que foi decretada a proibição, nem mais uma vez uma equipa portuguesa esteve numa final europeia.
Em cinco anos, a perda de competitividade das equipas nacionais foi gigantesca e, institucionalmente, nada se fez para o evitar.
Ao misturar combate à violência com ameaças à liberdade de expressão, a APAF está a dar passos firmes na direção errada.
Desde 2016 que o líder da APAF (associação de classe dos árbitros, o sindicato) transita diretamente para presidente do Conselho de Arbitragem da FPF. Embora não seja incompatível ou ilegal, gera legítimas dúvidas. Seria expectável que o líder da Associação dos Treinadores, escolhesse o próximo selecionador nacional?
Insistirem em querer ser a única classe profissional em Portugal que não pode ser criticada, é uma causa perdida. Uma pretensão irrealista e imoral num país democrático, em que os líderes das instituições são difamados diariamente, num país que pertence à União Europeia e se orgulha da liberdade de expressão. Como podem, em 2026, insistir em sanções devido a desabafos, a quente, no fim de um jogo?
A APAF deve evoluir e abandonar soluções irrealistas para problemas sérios, e dedicar a sua atenção em medidas que resolvam os problemas e não em procurar títulos de notícias que, além de efémeros, até podem ser considerados ofensivos para outros agentes desportivos, como os treinadores ou os jogadores.
Por exemplo, definir que a imagem da transmissão não se pode focar no árbitro principal no momento em que o VAR está a analisar um lance seria uma medida positiva.
Os intermináveis minutos que o árbitro principal é focado, enquanto aguarda por uma decisão do VAR, são uma pressão gigantesca. Sabe que a imagem está parada nele, enquanto aguarda saber se tomou uma decisão correta ou errada. Se é chamado a verificar a imagem, a corrida é um suplício. Os espectadores iam preferir ver e ouvir em directo quem está no VAR a analisar o lance — a ser filmado de costas."
Da hedionda ICE aos blues texanos
"CNN Internacional. Caos nos aeroportos americanos. Nem de propósito: as imagens das filas, agentes (curiosamente, nenhum caucasiano) da hedionda ICE a «passear». Pertenciam ao Aeroporto George Bush ou, se quiserem, Internacional de Houston, por onde muitos fãs portugueses terão de passar.
Conheci bem o Aeroporto mais frequentado dos USA. Provavelmente será uma surpresa para muitos, mas esse titulo pertence ao gigantesco hub de Atlanta, onde estive várias vezes. O George Bush fica a Norte e a cerca de 30 km da área citadina da, em geral, divertida e animada Houston. E há muito para fazer: por exemplo, visitar o Space Center.
Para os fãs de blues e música ao vivo, a proposta da Oitava é o muito Tejano local de nome House of Blues, situado na Caroline Street. Se virem um barbudo parecido com Billy Gibbons dos ZZ Top, pode ser que…
Para terminar esta primeira volta pela zona de divertimento da colossal cidade de Houston, sugiro uma visita ao único Rooftop Cinema Club onde, rodeados pela Skyline e uma iluminação alucinante, podem ver Cinema ao ar livre - uma experiência intensa para preparar o apoio à nossa Seleção.
Os luso-americanos concentram-se na Costa Leste e na Califórnia! Para muitos, Houston vai ser o primeiro contato com a «tal» América ! Vamos que Vamos? Sim!!!"
quarta-feira, 25 de março de 2026
SEGURAR OS JOVENS DE VALOR É MEDIDA IMPORTANTÍSSIMA
"1. Se se pode (e deve) criticar o projeto desportivo do Benfica pela excessiva rotatividade de treinadores e jogadores, quando se sabe que a estabilidade é um valor importante na gestão do futebol, também se pode (e deve) elogiar as sucessivas renovações dos jovens campeões da Europa e do Mundo de sub-17: primeiro Anísio, logo que fez 18 anos, agora Banjaqui ao fazer 18 anos, seguir-se-á José Neto, que fará 18 anos a 19 de abril.
2. Segurar contratualmente jovens jogadores de qualidade produzidos na nossa formação é importante, mas mais importante é o que se segue: a correta e equilibrada gestão das suas carreiras até se imporem pelo seu inequívoco valor na equipa principal.
3. A aposta em jovens formados em casa apresenta múltiplas vantagens, a saber entre outras:
a) diminui a necessidade de investir fora de portas, logo diminui o valor das amortizações que tanto peso têm nas contas da SAD;
b) baixa a massa salarial, outra rubrica com muito peso do lado dos custos da SAD;
c) acrescenta importantíssima identidade (e cumplicidade) Benfiquista à equipa;
d) permite maior e melhor aproveitamento desportivo dos nossos ativos;
e) admitindo que é impossível manter connosco os craques que formamos, quando chega a altura (retardada) de os vender as mais-valias são maiores do que as dos jogadores comprados fora.
4. Para além dos três aqui referidos, vários outros jovens há nas nossas equipas de formação que merecem ver realizado o sonho de se firmarem na equipa principal do clube. Assim seja!"
Até ao fim...
"Até ao fim"
— O Fura-Redes (@OFuraRedes) March 24, 2026
João Diogo Manteigas pic.twitter.com/LpA0Ow49m7
Aceitem que dói menos: o Portugal que nos enche de orgulho é feito de todas as cores!
"A bofetada de ouro: quando o sangue imigrante faz tão mais por Portugal do que os falsos patriotas de gabinete. Guardem com amor e carinho estes nomes: Agate, Gerson e Isaac
Domingo, na Polónia, o ar estava gélido, daquele que corta a pele e encolhe a alma aos mais distraídos. Mas, entre o tartan de Torun e o pódio que teima em falar português, o calor que nos chegou à alma não veio do sol, mas do voo. Do voo de Gerson Baldé, da passada imparável de Agate de Sousa e da resistência de aço de Isaac Nader. Três nomes que, no mapa da nossa euforia, desenharam a geometria perfeita da vitória: dois ouros e uma prata. Três medalhas que pesam tanto como a nossa História, mas que parecem não caber na balança de alguns.
É curioso, para não dizer sintomático, o silêncio que se abate sobre certas bancadas da nossa praça pública quando o brilho do ouro não condiz com a paleta de cores de quem advoga uma portugalidade de sangue puro e árvore genealógica imaculada. Enquanto o País real vibrava com o salto de Gerson — que limpou a fasquia como quem limpa o pó a um preconceito antigo — e se rendia ao talento de Agate, os arautos da exclusão, os defensores de uma pátria pequena e ranhosa, pareciam sem rede ou sem voz.
Onde andam os guardiões dos «portugueses de bem»?
Onde se meteram os que gastam o latim a dividir o «nós» dos «eles», quando o «eles» é, tantas vezes, o melhor de nós? Pelos vistos, o patriotismo desta nova direita radical, que cresce à sombra do medo e do ruído, é um patriotismo seletivo. Gostam da bandeira, mas preferem-na sem as mãos que a seguram, se essas mãos tiverem memórias de outras paragens ou apelidos que não soem a convento antigo.
Não há «portugueses de bem». Essa expressão é um escarro na face da nossa identidade. O que há é, e sublinhe-se, portugueses que fazem bem. Portugueses que sofrem no treino, que abdicam da juventude e que, na hora da verdade, elevam a esfera armilar ao topo do mundo.
Gerson, Agate e Isaac não são «imigrantes que correm por nós». São Portugal. Ponto final. Sem asteriscos, sem notas de rodapé, sem pedidos de autorização a quem se acha dono de uma linhagem que, na verdade, sempre foi feita de encontros, de partidas e de chegadas.
É de uma hipocrisia gritante celebrar as conquistas de Quinhentos e, depois, torcer o nariz aos que hoje, em sentido inverso, fazem o caminho da esperança para nos dar glória. Portugal sempre foi maior do que o seu território. A nossa verdadeira fronteira é o talento e a nossa língua é a da superação.
Quando Isaac Nader cerra os dentes na última curva, não está a correr pela sua herança; está a correr pela nossa esperança. Quando Agate voa sobre a areia, ela não está a saltar de um país para outro; está a aterrar no panteão dos nossos heróis desportivos.
Esta mudez da direita radical perante o sucesso destes atletas é a prova provada de que o seu projeto não é de amor à pátria, mas de ódio à diferença. Querem um Portugal a preto e branco, quando a nossa maior força sempre foi o tecnicolor da beleza da mistura.
O silêncio deles é o nosso maior aplauso. Porque enquanto eles se fecham em gabinetes a discutir quotas de pureza, o Gerson Baldé sobe mais alto, a Agate chega mais longe e o Isaac corre mais depressa.
Domingo, na Polónia, o hino nacional não desafinou. Foi cantado com sotaques diferentes, com peles de tons distintos, mas com o mesmo bater de coração.
No fim do dia, as medalhas não têm cor de pele; têm a cor do suor e a luz do orgulho. Portugal abraçou os seus filhos. Todos eles. E aos que ficam no canto, amargurados, a tentar definir quem pode ou não ser português, deixamos um conselho: olhem para o pódio. Lá em cima, o ar é mais puro e não se ouve o ruído da intolerância. Lá em cima, somos apenas Portugal. E como sabe bem ser este Portugal assim: livre, misturado e, acima de tudo, campeão."
Benfica: Rui Costa a pensar e a fazer bem
"Renovações com campeões do mundo sub17 são boas notícias para o Benfica, mesmo num plano de contingência que possa ter de ser aplicado.
Anísio Cabral renovou, Daniel Banjaqui já o fez e só falta o anúncio e, como escreve A BOLA, seguir-se-á José Neto. Três notícias boas para o Benfica e que, provavelmente, são uma das intenções mais lúcidas do presidente Rui Costa a nível da gestão desportiva. Porém, como tudo que é estratégico, terá de ter aplicação prática.
Como primeiro ponto é preciso revelar os três rapazes. A qualidade que têm demonstrado, já com provas na equipa principal. Sabemos que no futebol hoje pode estar-se no topo e amanhã dar-se um trambolhão. Não faltam exemplos no Benfica, já agora, de que assim é.
Posto isto, viremo-nos para as implicações das anunciadas renovações, que terão sempre de passar por uma aposta do treinador. Anísio, Banjaqui e Neto estarão nos planos para o plantel de 2026/27. Assim sendo, pode ser o fim do «scouting de emergência». Sob a batuta de uma estrutura técnica que os valorize (a presença de Mourinho no horizonte do clube e as suas próprias declarações sobre os jovens reforçam esta exigência), estes jogadores entram no balneário com selo de qualidade, criam uma base forte da formação e permitem ao Benfica ter também um núcleo que sente a mística. Mais importante, reduzem a necessidade de ter «suplentes de mercado» que custam milhões em comissões e salários e de qualidade por comprovar, como Issa Kaboré ou Jan-Niklas Beste.
Com a Champions em risco, apostar nestes talentos é também a forma mais eficaz de conter custos sem perder competitividade. Cada vaga no plantel principal preenchida por um Neto ou um Banjaqui é um investimento de milhões que o Benfica deixa de gastar num jogador vindo do estrangeiro e uma redução na folha salarial. Ou seja, converte-se o talento do Seixal em capital próprio, garantindo que o orçamento de transferências pode ser canalizado apenas para contratações cirúrgicas e diferenciadoras, como Mourinho seguramente «pedirá».
No entanto, para que a estratégia seja mestre e não apenas cosmética, é imperativo que estes jovens sejam, no mínimo, segundas opções reais. O tempo das «chamadas para treinos» acabou.
Se Banjaqui e companhia ficarem na bancada a ver passar minutos, o ativo desvaloriza e a motivação quebra. A estratégia só será efetiva se o treinador tiver a coragem de os lançar não só quando o titular vacila, mas numa lógica de gestão do plantel e de evolução do trio. Só assim o Benfica poderá vir a ter, em 2026/27, jogadores prontos para a titularidade absoluta e/ou para vendas astronómicas.
Rui Costa segurou o talento (perante assédio europeu também), mas o sucesso depende da evolução em campo. Se a estratégia for bem executada, o futuro do Benfica não está no mercado; está a assinar contrato no gabinete do presidente."
Viva Aursnes!
"1. O Benfica reuniu na noite de terça-feira um largo
grupo de convidados e um honrado contingente de
concorrentes aos prémios Cosme Damião, mais os
respetivos acompanhantes e ainda os membros
dos órgãos sociais do Clube e a da administração
da SAD. Ou seja, reuniu-se no Pavilhão n.º 2 uma
plateia bem composta para assistir à Gala com o
nome de uma figura fundadora do Benfica e do
“benfiquismo”, assinalando-se o 122.º aniversário
do Clube, cuja efeméride se comemorou no dia 28
do mês passado.
2. Foi uma noite norueguesa no que ao futebol profissional masculino diz respeito. Andreas Schjelderup
foi o vencedor do prémio para a Revelação do Ano
e Fredrik Aursnes foi o vencedor do prémio para o
Jogador do Ano. Ninguém de bom senso poderá
contestar as razões que levaram os sócios do Benfica a votar nesta dupla oriunda da Noruega.
3. Houve tempos em que os adeptos se deliciavam
com jogadores vindos dos Brasis e da Argentina,
agora é da Escandinávia que nos chegam estes
jogadores que nos encantam. O significado deste
fenómeno é que os tempos mudam, apenas isso.
4. Parabéns aos dois. O mais jovem, Schjelderup,
esteve quase de saída nos últimos mercados, mas
a sua perseverança manteve-o connosco. Hoje é
um titular do Benfica. Dá o que tem e o que não
tem, marca golos, assiste os companheiros.
A única coisa que lhe falta é aprender mais umas
quantas frases em português. Schjelderup chegou
ao Benfica em janeiro de 2023, já lá vão três anos,
tempo suficiente para mais do que uma
“boa noite a todos”.
5. Aursnes, por sua vez, chegou ao Benfica em agosto
de 2022 vindo do Feyenoord. Terá sido por indicação de Roger Schmidt e custou 13 milhões de
euros, segundo relatou a imprensa na altura. Como
é próprio de um trabalhador incansável, fez em
português todo o seu discurso de agradecimento
pelo Galardão que recebeu na noite de terça-feira.
6. “Não estava à espera deste prémio, acho que os
outros jogadores eram melhores, mas vou aceitar.
Eu sinto-me muito bem aqui e sou um benfiquista.”
Agradeceu ainda aos colegas, aos treinadores, ao
presidente, a todos os que acreditaram nele. Não
precisou de dizer mais nada para ter a merecida
salva de palmas.
7. Poucos jogadores do Benfica contratados nestes
últimos anos foram tão mal estimados pela
imprensa à chegada como Aursnes. Mas quem é
este sujeito? O que é que vem fazer um norueguês
para o Benfica? Pensam que vai tirar o lugar a
quem? As dúvidas cedo se dissiparam entre os
adeptos e nas redações dos jornais. Que bom é ter
este jogador connosco."
Leonor Pinhão, in O Benfica
Ganhámos todos
"A cerimónia dos Galardões Cosme
Damião é um dos mo mentos altos
anuais do Sport Lisboa e Benfica. Seis
atletas, um treinador e uma modalidade receberam esta semana a distinção,
mas não foram os únicos a ganhar nas
8 categorias em votação no site do
clube. No total, houve 32 vencedores,
o número de nomeados, mas quem
deve estar a festejar somos nós, os
benfiquistas, sócios, adeptos e simpatizantes dispersos pelo mundo.
Ter de escolher, na Revelação do
Futebol Masculino, entre Anísio,
Samu e Schjelderup ou, na Revelação Feminina, entre Carolina Tristão,
Clarinha e Thaís Lima, é um bálsamo
de esperança para o futuro. Nas
modalidades, o orgulho faz com que
se encha ainda mais o peito: Kutchy
(mago no futsal), Mariana Garcez
(decisiva no voleibol), Pedro Afonso
(máquina da velocidade nacional)
e Viti (artista nos rinques).
Foi difícil, com certeza, ter de escolher
entre melhor a modalidade da época
passada: a incrível equipa delas no
basquetebol, a épica conquista deles
no futsal ou o percurso histórico do
voleibol feminino – ecletismo e conquistas em estado puro.
Entre os atletas de alta competição,
não há como não ficar embevecido ao
ver o talento de Aimée Blackman no
hóquei em patins, a magia de Arthur
no futsal, a entrega e qualidade de Ben
Romdhane no basquetebol ou a história escrita nas estrelas do power couple Salomé Afonso e Isaac Nader no
atletismo. Entre os treinadores, que
qualidade esta, a de termos tido entre
nós, 4 vencedores com estilos tão distintos e eficazes: Cassiano Klein,
o cerebral no futsal, Norberto Alves,
o homem do leme do basquetebol, a
glória Paulo Almeida que personifica
o benfiquismo e o feito histórico de
Rui Moreira na reconquista, 50 anos
depois, do voleibol das senhoras.
Para o final, deixo os 10 vencedores
nomeados para o futebol profissional.
Nelas, o relógio alemão Anna Gasper,
a locomotiva Christy Ucheibe, a matadora Cristina Martin-Prieto, a muralha Lena Pauels e a todo o terreno
(e coração) Lúcia Alves. Neles, um trio
de defesas de meter respeito: Otamendi, António Silva e Tomás Araújo,
com o homem dos 7 instrumentos
que veio do frio, Aursnes, e a máquina
grega de fazer golos, com nome de
compositor, Vangelis Pavlidis. Mais
uns Galardões Cosme Damião, mais
uma noite em que os homens e as
mulheres do Glorioso foram justamente homenageados."
Até quando? Até onde?
"Abrimos o site da FPF e vemos
invariavelmente Pedro Proença. Ligamos o Canal 11 e lá está
Pedro Proença em todos os
espaços de emissão entre programas e jogos. Começo a
temer que as Selecções passem a usar a foto de Proença,
em vez das tradicionais Quinas
– como nos aventais do restaurante do Barbas.
Lembremos que este era o
homem que vinha para pacificar o futebol. E que há poucos
meses dizia, perante a estupefação geral, que o futebol português vivia um momento de
união.
O certo é que, apesar de toda a
cosmética e culto de personalidade tipo norte-coreano, se
olharmos sobretudo para a
arbitragem, as coisas andaram
muitos anos para trás.
Desde que existe VAR, não
tenho memória de 12 meses
tão negros na arbitragem portuguesa. O jogo de Arouca foi
apenas mais um exemplo de
uma actuação desastrada e
tendenciosa de árbitro e vídeo-árbitro.
Em jornadas sucessivas, lances
faltosos dentro da área dos
adversários do Benfica nem
sequer são revistos. Pelo contrário, ao arrepio dos protocolos,
qualquer picadela de mosquito
na área benfiquista é escrutinada até se encontrar a borbulha
que fundamente o castigo máximo. A gestão disciplinar dos
jogos é, digamos, criativa. E com
os rivais vai sucedendo o inverso. Em Arouca, o próprio árbitro
agarrou e empurrou Dahl com
modos que não me recordo de
ver em nenhum país do mundo.
E a forma despótica como tirou
António Silva da próxima jornada deixa poucas dúvidas sobre o
estado de espírito com que certos juízes entram hoje em
campo.
Muitos benfiquistas queixam-
-se do apoio do Clube a este
elenco federativo. Mas, além de
ser injusto inverter o ónus da
culpa (como a rapariga violada
porque estava de minissaia), a
verdade é que, mesmo sem o
suporte do Benfica, eles estariam lá. Porventura ainda com
menos vergonha do que a
pouca que já demonstram."
Luís Fialho, in A Bola
Mãe é Mãe!
"Parece um paradoxo, e na verdade acaba por ser, quando
sabemos que devemos educar
os nossos filhos com os valores
da justiça, da igualdade e da
liberdade, mas, por outro lado,
tendo contrariado nós próprios
esses valores, sofremos as consequências em privação de
liberdade e, ainda assim, temos
os nossos filhos junto connosco
para educar.
Esta é sem dúvida uma das
situações limite a que nenhum
de nós gostaria de se sujeitar.
Mas a vida é como é e, num
estado de direito, a lei é feita
para todos e tem de ser cumprida por todos. Num estado de
direito assume-se que os erros
se pagam, mas as oportunidades não se retiram, pelo que
toda a gente deve ter a possibilidade de se corrigir, mudar comportamentos e conquistar um
futuro diferente sem os erros do
passado. Para isso, a instituição
prisional é, não só punitiva, também uma instituição de reeducação de adultos e reintegração
social.
No entanto, quando falamos de
uma prisão em que as condenadas são mães e em que a Justiça
considera o mal menor que as
crianças na sua primeira infância fiquem delas mesmo em
ambiente prisional, a situação
complica-se, e adquire contornos difíceis de gerir. Por isso, a
instituição prisional procura
também adaptar-se, proporcionando às crianças o melhor que
pode ao nível da sua educação e
não as privando da relação com
a mãe numa altura tão importante da sua vida.
Mãe é Mãe, mas como fica o
coração materno, dividido entre
a alegria de ter a criança junto
de si e a culpa de estar presa?
Por isso são tão importantes atividades que ajudem estas
mulheres a reconstruir um
pouco do seu bem-estar emocional para que possam melhor
gerir a relação de maternidade
em benefício dos seus filhos.
É essa a razão de ser da Fundação Benfica: manter atuação
neste domínio, sempre com a
participação emotiva de atletas
nestas ações.
Obrigado, Benfica!"
Jorge Miranda, in O Benfica
terça-feira, 24 de março de 2026
Lixívia (25/26) 27 (-2 jogos)
Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 65 (-10) = 75
Sporting...... 65 (+9) = 56 (-1 jogo)
Corruptos...72 (+18) = 54
Braga............46 (-2) = 48 (-1 jogo)
Jornada marcada mais uma vez, pela manipulação nas análises!
Na Luz, num jogo sem grandes Casos, destaco os Amarelos perdoados ao Guimarães, principalmente ao Samu...
O outro 'Caso', foi uma saída a punhos do Trubin, onde na queda entrou em contacto com um adversário! Os analfabetos Dragartos, das redes sociais, tentaram comparar este lance, com a joelhada do Diogo Costa, ao Pavlidis, no recente Clássico!!! Quando o Trubin, somente provou que é possível, socar a bola, nestes lances, sem levar o joelho à frente, tal como o outro fez...!!!
De Alverca, destaco a tentativa de canonização do Mergulhador do Suaréz!!! O Pinheiro, mais uma vez, solicitamente marcou um penalty absurdo a favor dos Lagartos, o VAR Lagarto, acabou por ter vergonha e reverteu a decisão... pelo meio, o Suaréz quando se apercebeu que ia levar Amarelo, tentou 'limpar' a imagem de enganador.... e os jornaleiros entraram em delírio!!!
No jogo da jornada, muita choradeira Andrade! E sim, o Lagarto do Nobre, não beneficiou os Corruptos, como eles estão habituados, mas mesmo assim...
- No lance do Gul, o Amarelo é bem mostrado, pois o avançado dos Corruptos, não tem a bola controlada, nem tinha possibilidades de chegar à bola primeiro do que o outro defesa...
- No penalty, admito que fiquei admirado! A falta existe, o agarrão é 'preguiçoso', e persistente, mas normalmente contra os Corruptos, isto não é marcado...!!!
- Mas poucos minutos depois, aos 57', o grande erro da partida! E ninguém fala da jogada!!! A PorkosTV levou 4 minutos para mostrar uma repetição, os comentadores calaram-se, e os expert's nos pasquins e nas televisões, não analisaram este lance:
Zalazar a tentar isolar-se, com a bola controlada, e o Martim Fernandes, a perder a luta normal de braços, simplesmente atira-se para a relva, na trajetória do avançado, no sentido contrário para onde a bola se desloca! Uma interferência estilo NFL!!! Seria Vermelho, com 1-0 para o Braga, a 32m do fim!!! A reviravolta, seria muito mais improvável...
Anexos (I):
Benfica
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
Sporting
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
Corruptos
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
Braga
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
9/3
Sporting
5/2
Corruptos
8/2
Braga
14/3
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/3
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)
Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)
Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)
Braga
1/2
Minutos:
81 - 31 = 50 (superioridade)
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
45(26) / 301 - 429 / 78(39)
Sporting
59(28) / 326 - 358 / 71(31)
Corruptos
62(29) / 355 - 342 / 66(32)
Braga
53(19) / 308 - 307 / 67(35)
Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Pinheiro - -2
L. Ferreira - -2
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
Sporting
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
R. Moreira - +2
L. Ferreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3
Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
L. Ferreira - +2
Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3
Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Pinheiro - 3 (2/1)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Sporting
Nobre - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
D. R. Silva - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
Corruptos
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Godinho - 3 (2/1)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Baixinho - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Braga
C. Pereira - 4 (1/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
D. R. Silva - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)
Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 3 (2/1)
L. Ferreira - 3 (2/1)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Barradas - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Sporting
Martins - 3 (0/3)
Rui Costa - 3 (1/2)
Mota - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
V. Santos - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (2/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 1 (1/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Braga
Martins - 4 (2/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Esteves - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 5
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
C. Campos - 1
D. Pereira - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
V. Maia - 1
Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 2
P. Brás - 2
T. Costa -2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
Rui Cidade - 1
V. Maia - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
Corruptos
P. Felisberto - 5
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
V. Maia -2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
P. Miranda - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
R. Costa - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Barradas - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Sporting
Nobre - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Corruptos
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 4 + 0 = 4
Nogueira - 4 + 0 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Anexos(XI):
Épocas anteriores:
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