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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Ineficácia e matemática


"Depois de um apuramento épico para o play-off da Liga dos Campeões e uma vitória histórica sobre o Real de Madrid, que só não foi mais expressiva pela ineficácia atacante que tem vindo a marcar a época, como Mbappé, com a grandeza dos realmente grandes, assinalou no final do jogo, regressados à Liga, a deslocação a Tondela prometia ser difícil, não só pela qualidade do adversário, como por outros "adversários" serem expetáveis. Desde logo, o próprio Benfica e a forma como iria reagir à "ressaca" do jogo europeu, da natural euforia daí resultante e da eventual desconcentração que daí pudesse resultar, para além do vento e da chuva que iriam previsivelmente tornar, como tornaram, o terreno difícil. Nenhum destes fatores impediu o Benfica de criar oportunidades atrás de oportunidades, ter mais de duas dezenas de remates à baliza e, sem desmerecer a excelente exibição (mais uma) do guarda-redes Bernardo Fontes, só a ineficácia ofensiva justificou este empate que é muito penalizador para uma equipa que tem vindo a crescer e que, mais uma vez, até jogou bem, mas não fez o mais importante num jogo de futebol - marcar golos. Um dia depois, o Casa Pia encarregou-se de provar que o que aconteceu em Tondela acontece a todos e o líder perdeu o seu primeiro jogo na Liga, deixando um sabor amargo do que podia ter acontecido... Resta, pois, continuar a acreditar na matemática, que até foi amiga recentemente, de preferência transformando as oportunidades em golos, e, com trabalho e união, ganhar os jogos que faltam no campeonato, acreditando que ainda é possível. A matemática assim o dita..."

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