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sexta-feira, 26 de julho de 2019

"«...Consequently, many clubs and players have built larger audiences than traditional media...». Este abrangente artigo do Finantial Times explica objectivamente os desafios que a internet e as redes sociais colocam aos clubes de dimensão mundial. Não por acaso, o artigo refere o Benfica, juntamente com outros previsíveis referenciais como o Real Madrid, o Manchester United, o Arsenal, a Juventus.
O que têm em comum? A capacidade de chegar e despertar interesse onde exista uma ligação à internet.
E o que é que isso permite? Vender a sua marca, os seus produtos e os produtos de outras marcas parceiras.
O que é que isso significa? Aumentar para níveis estratosféricos as suas receitas.
Quem diz os clubes, diz atletas especiais como Cristiano Ronaldo que é o desportista no mundo com mais seguidores nas redes sociais.
Encontram então explicação para os 120 milhões de euros de João Félix? Claro que sim. Talento associado a uma imagem vendável gera um potencial de negócio que vai muito além do retorno possível de uma futura venda. Portanto, o negócio de lavandaria, que a mal intencionada Ana Gomes insinua existir, não é mais que a possibilidade de fazer um tailandês gastar 1 euro com o seu cartão de crédito para fazer o download de um momento da vida do jogador.
E por aqui se explica o súbito interesse de figuras como a rapinácia Ana Gomes sobre o futebol. Capta audiências que nunca sonharia ter com as suas alterosas e inconsequentes intervenções políticas. No outro lado do leque do desespero, temos a imprensa tradicional e os grupos de media em geral. As redes sociais estabelecem uma relação directa entre os clubes e os consumidores mediada, de forma gratuita, por plataformas que ganham com a utilização massiva dos seus serviços. Quanto mais forte for a marca do Clube mais longe chegará, mais consumo gerará, menor dependência terá de mediações anquilosadas. É um pesadelo para empresários habituados a oligopólios de baixo custo e reduzida qualidade, já para não falar do (ausente) compromisso ético. O Benfica foi o mais rápido na grelha de partida. Muito por força da circunstância de estar espalhado pelo mundo e ter uma massa adepta (e consumidora) a exigir mais e melhor Benfica. Sempre.
Os outros vivem nos enredos das suas claques legalizadas. Daí a percepção do Benfica como uma obsessão a atingir, independentemente dos meios e dos resultados.
A International Champions Cup é uma competição de prestígio que se enquadra e serve este futebol-negócio contemporâneo. É um veículo de marcas ganhadoras. Compreenderão, pois, a importância do título da época passada. O Benfica é uma marca que ganha mesmo quando é combatida por métodos criminosos, como o roubo de dados e a sua utilização ilícita. O seu sucesso é a prova de que uma produção audiovisual pode ser mais eficaz que a ameaça a um árbitro.
E que uma dúzia de acórdãos disciplinares, surgidos de processos enviesados, são recicláveis por uma mensagem de fair play. No meio disto tudo, o que são directores de comunicação, comentadores, analistas, especialistas e tantas outras figuras que encontraram no espaço do futebol e na expressão do anti-benfiquismo o seu elo de existência? São uma espécie de combustível orgânico.
O Benfica está onde está graças à sua marca e essa foi gerada e evolui a partir da coesão dos Benfiquistas e do seu foco na Vitória. Quanto a isso os "haters" podem muito pouco, ou quase nada.
Os parasitas podem apenas aquilo que as fraquezas próprias permitirem.
Longa vida ao Sport Lisboa e Benfica, que está e sempre esteve do lado da razão. E da paixão."

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