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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Liverpool-Manchester City

"1 – Assisti ao jogo Liverpool–Manchester City, mesmo pela televisão é um must e vale a pena. A rivalidade outrora José Mourinho/ Pep Guardiola, actualmente é Jürgen Klopp/ Pep Guardiola.
Quem gosta de futebol não perde um confronto destes e com um recorde de audiência em todo o Mundo. Como adepto é difícil ver uma partida de futebol que ofereça mais, estava em jogo a possibilidade de marcar terreno para vencer o campeonato inglês. O Manchester City atrasou-se, de novo, mas no futebol inglês, nove ponto de atraso é significativo, mas não é irresolúvel.
Klopp levou a melhor e na 1.ª parte arrumou com o jogo com dois golos seguidos que deixou atordoado o Manchester City. Claudio Bravo não merecia sofrer logo dois golos, um fantástico guarda-redes, especialista em parar penáltis, mas quis o destino teve que substituir Ederson, logo num jogo de altíssima intensiva e risco.
A profecia de Mourinho mantém-se ao terceiro ano é difícil como treinador manter o nível de resultados e exigência. O Manchester City é bicampeão em Inglaterra, só lhe falta vencer uma Champions.
2 – Depois descansei um pouco e próximo das 20h vi o Juventus -Milan. O Milan vem pode chamar Ibrahimovich para dar uma sacudidela num clube triste, cinzento e sem chama. A Juventus não anda melhor a arrasta-se com um jogo muito lateralizado e sem profundidade à espera de Ronaldo, que segundo Sarri joga condicionado. A jogar assim a Juventus pode vencer a nível interno, mas na Champions não vai longe.
O que se passou com Ronaldo na Juventus ainda não está claro. Sarri alega mazelas de Ronaldo, mas Ronaldo joga pela selecção sem limitações. Allegri é um treinador que procurou adaptar a equipa à forma de jogar de Ronaldo. Sarri gosta de inventar e de impor. Ronaldo na sua idade e com o seu estatuto só deve jogar onde se sinta bem.
3 – A espaços vi o Boavista-Porto e depois da festa da mulher do Uribe, em sua casa, o Porto deu uma resposta cabal e venceu. Um jogador fazer uma festa em sua casa até às 24h não vem mal nenhum ao mundo! Um jogador é um ser humano que aprecia afecto e carinho, tem sentimentos e emoções. Os regulamentos são para se cumprir, os jogadores têm obrigações, mas também, têm direitos. O Sérgio Conceição, por vezes, tem comportamentos reprováveis e inadmissíveis, também deveria ser chamado à razão. O Porto já não é o que era, mas Pinto da Costa ainda não precisa que lhe digam o que se deve fazer.
O Porto castigou os jogadores, como exemplo, mas agora deve integrá-los no plantel que é reduzido e estão a fazer falta.
Há muitos treinadores que na sua forma de controlar os jogadores, o faziam sem excesso de severidade dando alguma autonomia responsável, no passado Pedroto, actualmente, Ancelloti com muito bons resultados."

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