Últimas indefectivações

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Antevisão...

No Mosteiro em Alcobaça a caminho de Rio Maior... com o Casa Pia

Terceiro Anel: React - Antevisão - Marco Silva - Casa Pia

BI: Antevisão - Casa Pia

Falar Benfica - Os Rapazes da Gomes Pereira #10 - Empates, jogos contra Casa Pia e Aarhus, Petição e mercado

Ideia de jogo...

Cepos e bestas e vice-versa!!!

Na Quinta, ficaremos com o Top 3 !!!

Mais uma novela...

Não as marcam...!!!

Fica para memória futura

1 !!!

Vale milhões!!!

Este Benfica não fica assim


"Marco Silva tem marcado as suas intervenções públicas por discursos realistas e pragmáticos, mas também vai revelando uma personalidade forte, firme nas convicções e nas ideias. O treinador do Benfica parece interessado em dizer apenas o que quer, quando quer, recusando a pressão pública e a ideia de que deve falar mais do que aquilo que entende ser necessário — ou conveniente.
Até ao momento, será sempre especulativo retirar recados ou mensagens das palavras de Marco Silva, mas há conceitos muito claros na forma como descreve o que pretende para a equipa que lidera e sobre os quais é possível, e pertinente, debater.
Com Marco Silva ao leme, o Benfica joga muito mais para a frente do que para trás, distinguindo-se claramente do plano colocado em prática por José Mourinho, o anterior treinador das águias. O técnico português procura equilíbrio, mas a ideia deste Benfica é, na essência, aquela que motiva o futebol: chegar à frente, criar oportunidades, marcar golos e ganhar jogos. Parece simplista, mas está longe de ser fácil de aplicar. Para o conseguir, há, na minha opinião, um detalhe que fará sempre a diferença, além da qualidade dos jogadores: a fome de vencer. E é precisamente aqui que interpreto as declarações mais recentes de Marco Silva — depois de o Benfica ter carimbado, na Escócia, frente ao Hearts, a qualificação para o play-off da Liga Europa — como uma espécie de recado à Direção e ao plantel. Não necessariamente porque essa tenha sido a intenção do treinador — não o consigo entender dessa forma, precisamente pela maneira objetiva e assertiva como expõe as suas ideias —, mas porque o Benfica faria muito bem em analisar estas palavras como tal.
«Se somos Benfica e queremos ganhar jogos e olhar para as competições com ambição, não chega só ter um ou dois jogadores bons. Se queremos ser competitivos ao sábado ou domingo e depois à quinta, temos de ter muita gente a trabalhar e lutar por lugares. Se o jogador andar ali muito sossegadinho não cresce de certeza e eu gosto que eles tenham dúvidas», afirmou Marco Silva. Neste ponto, o plantel do Benfica ainda não oferece, pelo menos olhando de fora, a garantia pretendida pelo treinador. Falta gente, a SAD está a trabalhar na contratação de reforços, mas, posição por posição, fica claro que ainda há trabalho a fazer. Existe tempo, embora não seja muito, mesmo que, como afirmou o presidente do Benfica, Rui Costa, a estratégia passe por evitar precipitações na escolha dos novos jogadores.
Depois, há outro recado. «Prestianni está em grande forma (...) gosto muito deste tipo de jogadores (...) do coração, da alma que mete nos jogos», confessou Marco Silva, a propósito de mais uma exibição convincente do extremo argentino. O Benfica precisa de qualidade, mas, acima de tudo, necessita de jogadores com a mentalidade certa. Além do talento, as águias precisam de construir uma equipa de combate, capaz de esbater diferenças diante de adversários mais fortes e de reduzir ao máximo o risco de deslizes frente a equipas teoricamente mais fracas. Os lances e os jogos nem sempre correm bem a Prestianni, que ainda tem muito para crescer e melhorar, é evidente. Mas não é por acaso que o jovem de 20 anos é um dos jogadores preferidos dos adeptos e que Marco Silva o elogiou: o extremo argentino conjuga aquilo que é mais importante no futebol, talento e coração.
Temos visto empenho e vontade nas equipas de Marco Silva neste arranque de temporada, mas ainda falta muito. E há um aspeto em que o treinador dá sinais de insistir particularmente: a agressividade, tanto a atacar como a defender. Essa atitude tem aparecido, mas também tem faltado em alguns momentos, sobretudo no setor defensivo, o que ajuda a explicar, por exemplo, a derrota do Benfica na Suíça frente ao St. Gallen, por 1-2, para a Liga Europa, e o empate diante do Académico de Viseu, por 2-2, na primeira jornada do campeonato. Ainda falta consistência.
Marco Silva e o Benfica precisam de mais tempo, e seria prematuro e injusto tirar conclusões nesta fase. Há, no entanto, uma certeza antecipada por Rui Costa, mas que não deixa de inquietar os benfiquistas pela incerteza que encerra: este Benfica não vai ficar assim."

FC Porto, Sporting e Benfica: três caminhos para o título


"A época está a começar e existem, historicamente, três grandes candidatos ao título. Cada um com o seu contexto específico e com uma forma de atuar que define quem os lidera. Trabalhar bem e preparar bem a época, em Portugal, não é sinónimo de vitória, tal a diferença entre estes três clubes e todos os outros. Mas o que diferencia estes três candidatos? O que está cada um a fazer para criar as condições necessárias para ser campeão?

FC Porto: seguir o método
Uma SAD tem sempre como principal objetivo alcançar rendimento desportivo. Para que isso aconteça, é fundamental que as várias áreas do clube estejam interligadas e em sintonia. O FC Porto de Villas-Boas tem esta característica. Quem vê a equipa dentro do relvado percebe que ela é o espelho da forma como o clube/SAD está a trabalhar.
Existe uma mensagem única e transversal ao clube. Todas as áreas que compõem o universo azul e branco têm como missão criar as melhores condições para que a equipa tenha rendimento desportivo. No relvado, Farioli personifica muito bem esta mentalidade: metodológico, racional, frio e seguro das suas ideias. Analisando o contexto do FC Porto, percebemos ainda um pormenor importante. Apesar do alívio financeiro criado no último ano, as dificuldades não desapareceram e o FC Porto continua muito pressionado.
Por este motivo, é fundamental que a gestão financeira continue a ser prudente, cautelosa e eficaz. A eficácia transfere-se também para as aquisições. O FC Porto, até ao momento, mexeu pouco no mercado. Contratou apenas André Silva, a custo zero, e Hwang, por 4,5 milhões de euros. Precisa de mais soluções para outras posições, mas bate de frente com três questões importantes. A primeira é que o plantel manteve-se praticamente o mesmo, o que faz com que a urgência seja menor, embora seja necessário aumentar a qualidade das soluções em algumas posições.
A segunda prende-se com a política salarial: o FC Porto não quer contratar jogadores que aumentem o orçamento de uma forma descontrolada, até porque, se ultrapassar o teto salarial, terá de suportar no futuro as exigências daqueles que estão a terminar contrato.
Por fim, a ausência de vendas faz com que a abordagem seja ainda mais cautelosa. Do lado negativo, percebo que o contexto do FC Porto se enquadre quase na perfeição em Farioli. Contudo, a sua forma de gerir acaba por retirar espaço a jogadores que podem acrescentar magia e capacidade de desequilíbrio. Por este motivo, o FC Porto poderá ter de sacrificar o talento de Mora com uma venda que permita contratar jogadores com o perfil que o treinador pretende. Todas as decisões trazem consequências e, neste caso, no FC Porto, a forma escolhida para atingir o êxito não passa pela magia de Mora.

Sporting: antecipação
Este ano podemos falar de um fim de ciclo no Sporting. As saídas de Hjulmand, Morita, Trincão e Diomande, às quais se podem juntar Pote e Daniel Bragança, confirmam isso mesmo. Esta forma de gerir pode ter vários argumentos.
No capítulo financeiro, pode ter existido a perceção de que, pela idade dos jogadores em questão, este era o momento certo para os vender. Em simultâneo, tratam-se de alguns dos jogadores com maiores vencimentos do plantel. Ou seja, o Sporting consegue encaixar boas vendas e reduzir o orçamento.
No capítulo desportivo, há duas ideias subjacentes. A primeira é a de que os jogadores podem ter querido dar um salto financeiro nas suas carreiras. A segunda é a de que a administração entendeu que deveria contratar sangue fresco e criar a base para os próximos anos do leão.
Pela positiva, o Sporting conseguiu contratar jogadores de qualidade, mais novos e com menores vencimentos, de uma forma atempada. Claro que esta estratégia acarreta um risco enorme pela saída de tantas referências. Como se viu nos dois primeiros jogos, em que a equipa adormeceu durante largos períodos, existe qualidade, mas será necessária uma atitude competitiva superior para poder vencer títulos. Esta antecipação é sinónimo de sucesso desportivo? Obviamente que não. Mas demonstra uma direção que tem um plano definido e que sabe colocá-lo em prática.

Benfica: a crença em Marco Silva
A chegada de Marco Silva foi a única mudança numa estrutura de futebol em modo zen. A contratação do treinador é a grande esperança de uma administração perdida desportiva e financeiramente. O mercado deste ano está, mais uma vez, a demonstrar isso. Numa pré-época exigente e numa equipa com várias lacunas, a ajuda da administração, até agora, é muito reduzida. A antecipação de cenários não existiu, nem desportivamente nem financeiramente.
A ausência da Liga dos Campeões não foi devidamente acautelada e, neste momento, o clube está com muitas dificuldades para ir ao mercado. A contratação de Kaminski é mais um exemplo do que não deve ser feito. Pouco critério e um investimento injustificado. A ideia de Marco Silva de que não se deve contratar apenas por contratar está a ser utilizada por Rui Costa como se fosse sua.
Aqui, a questão é que a urgência vai aumentando e, conforme o mercado se aproxima do fim, o peso negocial do Benfica vai diminuindo, porque todos sabem que o Benfica precisa de contratar. A má antecipação e a abordagem tardia ao mercado têm esta consequência óbvia. Esta forma de gerir torna muito difícil reduzir o orçamento da equipa.
Pelo contrário, os jogadores que chegarem vão exigir aquilo que os que cá estão recebem. A má gestão do passado, a incapacidade de antecipar cenários e as abordagens ineficientes ao mercado fazem aumentar a pressão e a insatisfação dos adeptos. Na realidade, pouco mudou no Benfica, a não ser a esperança de que Marco Silva consiga solucionar todos os problemas dentro e fora do relvado.

A VALORIZAR: ACADÉMICA
Regressou às competições profissionais e já leva duas vitórias em dois jogos realizados na Liga 2.

A DESVALORIZAR: LUIS SUÁREZ
No regresso a Alvalade, os adeptos assobiaram a entrada do avançado colombiano em campo. A mensagem que passa é que não basta fazer golos é também necessário ter compromisso."

Quando a vitória sabe a derrota: o que se passa com este Sporting?


"Entre o luxo das semanas limpas e um ataque fulgurante, o Sporting voltou a tremer. O apagão contra o Guimarães e o caso Luis Suárez expõem fragilidades inesperadas

A pré-época tranquila e o mercado adiantado prometiam um arranque em velocidade de cruzeiro. Sem o desgaste da Europa ou da Supertaça, o Sporting dispõe daquilo que qualquer treinador deseja: semanas limpas para trabalhar. Enquanto a concorrência se desgasta, os leões assentam praça num conforto quase idílico — quase ao nível dos luxuosos puffs do novo Lion’s Corner.
Contudo, dentro do relvado, a realidade teima em desmentir a teoria. E, frente ao Vitória de Guimarães, a equipa de Rui Borges ofereceu uma amostra grátis do seu melhor e do seu pior.
Na primeira parte, assistiu-se a um futebol avassalador, empurrado por um ataque alucinante que é, sem margem para dúvidas, o mais vertiginoso do futebol português neste instante. Mas ao 3-0 seguiu-se o vazio. Foram 59 minutos sem um único remate à baliza adversária.
Um apagão incompreensível que abriu portas a dois golos vimaranenses e deixou o fantasma da Amadora a pairar novamente sobre Alvalade. Quando se fala em cansaço com este calendário, a explicação soa a curta.
O problema parece estrutural. A linha recuada evidencia um desequilíbrio alarmante. Gonçalo Inácio, apesar de ter crescido à sombra da liderança de Coates, continua a não demonstrar perfil de comandante, contagiando a insegurança à baliza, onde também Rui Silva mostra algum nervosismo.
Mais à frente, a dupla Altimira-Doumbia exibe indiscutível qualidade técnica, mas ainda se mostra verde e alheia ao peso da exigência leonina.
Para adensar a desconfiança, o caso Luis Suárez promete fazer correr tinta. Aos 28 anos, no auge da maturidade, o avançado colombiano sabe que esta é a última janela para garantir o contrato milionário da sua vida — ansiedade agravada pelo falhanço na ligação à candidatura derrotada no Fenerbahçe há alguns meses.
No jogo desta sexta-feira com o V. Guimarães, voltou a entrar para acrescentar... zero e, aqui e ali, foi alvo de audível coro de assobios. Perante o momento de Ioannidis, resta esperar que Suárez tenha a hombridade de respeitar a entidade empregadora e os adeptos.
No meio da revolução de balneário operada este verão por Frederico Varandas, subsiste uma questão delicada: será saudável manter referências como Pedro Gonçalves e Daniel Bragança a treinar com o grupo, de mala na mão e sem jogar? A primeira vitória chegou, mas a névoa sobre Alvalade recusa-se a desaparecer."

MasterVi: Mercado...

Zero: Mercado - Central argentino na lista do Benfica

BF: Comunicação...

5 Minutos: Diário...