Últimas indefectivações

domingo, 8 de março de 2026

Antevisão...

Terceiro Anel: React - Antevisão - Mourinho - Corruptos...

BI: Antevisão - Corruptos...

O Benfica Somos Nós - É para cima deles #12 - Antevisão - Corruptos...

Oliveira: Antevisão - Corruptos...

Vitória...


Benfica 3 - 0 São Mamede
25-17, 25-14, 26-14

Em Marrazes, apoiando a comunidade local depois das tempestades, na última jornada da fase regular, vitória fácil...

Poker

J. Pacense 0 - 5 Benfica

Vitória larga, sem sofrer golos, numa deslocação potencialmente armadilhada!

Com a derrota da Lagartada, no antro, a vantagem aumentou...

Empate 'emotivo'!!!

Benfica 29 - 29 Corruptos
14-15

Muitos erros dos dois lados, só podia terminar num empate!
Acabou por ser um empate emotivo, com o Benfica a marcar no último segundo, quando já poucos acreditavam, mas os festejos foram claramente exagerados! Pode motivar para a Europa, mas a equipa tem que anular os erros não forçados, senão...

Juniores - 6.ª jornada - Fase Final

Leiria 0 - 3 Benfica
Umeh, Duarte, Isaac


Vitória esperada, com um golo logo no 1.º minuto!!!
Dois Juvenis a titular!

Juvenis - 6.ª jornada - Fase FInal

Corruptos 3 - 2 Benfica
Almeida, Gomes


Todos os golos no 2.º tempo, com o Benfica aa fazer o 3-2 aos 95' e ainda fomos a tempo de acertar nos ferros, aos 96' !!!

Iniciados - 6.ª jornada - Fase FInal

Belenenses 1 - 3 Benfica
Aquino(2), Lima


Vitória em Belém, mantendo a perseguição próxima, ao 1.ª lugar...

Ser Benfiquista...

Dr. Jekyll e Mr. Hyde

Má consciência!

Amizades!

Como se desenha uma casa


"Este é o Benfica da Sofia, e é também o meu. Não conheço a Sofia, vi o seu desenho exposto na Casa do Benfica do Porto. Estará numa parte crucial do crescimento, começando a perceber como se agarra num lápis, como se conjugam ou não as cores e, depois, como são apenas dois dedos de uma mão os responsáveis por tingir e dar forma ao silêncio.
A Sofia saberá mais tarde a anatomia asquerosa do silêncio. Para já, quis tão só desenhar uma casa. “Primeiro abre-se a porta/por dentro sobre a tela imatura onde previamente/se escreveram palavras antigas: o cão, o jardim impresente, a mãe para sempre morta.”
Decidiu desenhar um símbolo, o mesmo que o senhor Américo traz sempre na lapela alfinetado, como quem diz: cada um decide o seu lugar de apreço para a saudade, eu escolhi um palmo à esquerda do centro do meu peito. “Anoiteceu, apagamos a luz, e depois,/como uma foto que se guarda na carteira,/iluminam-se no quintal as flores da macieira/e, no papel, de parede, agitam-se as recordações”.
Queremos todos engavetar a memória, deixar as recordações todas bem juntas para que não escapem, ou escapem o menos possível, para que não doam quando parece que o que mais sabem fazer é isso, provocar dor. Então, damos-lhes cores e pintamos dentro e fora das linhas, desafiando qualquer fronteira como as mãos nos dizem para fazer. “Protege-te delas, das recordações, dos seus ócios, das suas conspirações;/usa cores morosas, tons mais-que-perfeitos:/o rosa para as lágrimas, o azul para os sonhos desfeitos.” Erguemos então uma casa.
E voltamos a erguer, quando tudo vira ruína. Deixa-me ir à frente, abrir-te a porta, mostrar-te a cidade pelas janelas da minha casa. É lá, numa dessas janelas, que cantam os pássaros amarelos.
“Uma casa é as ruínas de uma casa,/uma coisa ameaçadora à espera de uma palavra;/desenha-a como quem embala um remorso,/com algum grau de abstração e sem um plano rigoroso.”"

Umas velinhas e uma canja para os jogos grandes


"A 'odd' de presidentes a falar hoje ou amanhã à noite deve estar muito baixa. Fica o elogio para o futebol à tarde - se ninguém incendiasse os ânimos até seria em família

Chegou o fim de semana de jogos grandes no campeonato e nem no final da noite de amanhã teremos noção da devida dimensão destes SC Braga-Sporting e Benfica-FC Porto para a tabela final da Liga. Salvo se houver empates nas duas partidas, alguém irá ganhar ou perder pontos e, ainda que duvide que algum treinador o vá admitir, aproveito as palavras de Rui Borges sobre Luis Suárez para constatar que muitas velinhas devem estar acesas para desejar azares e percalços alheios.
Já agora, tendo visto a maioria dos jogos grandes dos últimos tempos, incentivo que se reserve outra velinha para a qualidade do espetáculo. O futebol português, muito desnivelado, precisa que as equipas de topo vendam este produto e, por muito que estejamos cá para elogiar os grandes duelos táticos como o do clássico da Taça de Portugal da passada semana, convém que de vez em quando os adeptos se possam entusiasmar mais com golos e belas jogadas do que com «intensidade» e cartões por mostrar.
Não sou de apostas, mas a odd de presidentes a falar no fim destes jogos deve estar muito baixa. Não há velinha que nos salve de tais intervenções, até porque os respetivos adeptos as aplaudem acerrimamente e enquanto assim for o incentivo será sempre mais forte do que a decência.
Talvez fosse mais fácil colocar logo os dirigentes a falar na flash-interview, antes dos jogadores e dos treinadores, que assim estes sempre se livravam do peso de terem de se queixar do árbitro, dos apanha-bolas, do relvado, dos tablets, do tempo, das atitudes dos adversários ou da situação geopolítica internacional (neste caso com toda a razão, que isto está a ficar muito feio...). Aos protagonistas o que é deles: o futebol, o espetáculo, a mentalidade do vencedor ou do derrotado. O resto serve para entreter.
Se não estiver a abusar nas citações, reutilizo também a famosa canja do treinador do Sporting. É que não vejo melhor alimento para os jantares de sábado ou domingo: não dá muito trabalho, ficamos satisfeitos e evitamos incomodar-nos muito com o que se está a dizer depois das partidas possivelmente decisivas da Liga.
Fica o elogio final para o horário destes SC Braga-Sporting e Benfica-FC Porto (18 horas). Viva o futebol à tarde! Se ninguém incendiasse os ânimos até diria: viva o futebol em família!"

O doutor, a gravata e a língua


"Fernando Tordo tem razão: «Sou doutras coisas, pertenço ao tempo que há-de vir, sem ser futuro…»
Passei a semana entre o Líbano, a Turquia e a Argélia, longe da espuma dos dias do futebol português, talvez na efémera e muito ténue esperança de que alguma coisa pudesse mudar.
Tenho muitas dificuldades em entender o que não resulta da diplomacia do futebol. Há quase 28 anos, assisti, no Stade Gerland, em Lyon, ao jogo em que a bola fez muito mais do que a mesa de negociações. Um Estados Unidos-Irão, para o Mundial-98, em que tudo correu maravilhosamente bem.
Custa-me muito que, em Portugal, tudo continue na mesma. Discute-se o penálti, o cartão mostrado ou não, mandam-se bocas que, pela comunicação social, são imediatamente tornadas em soundbites de proporções inimagináveis, fala-se de cátedra, insulta-se com uma leveza de língua que revela uma de duas coisas: ou muito má educação, ou muito má resolução.
Vamos ao último facto, independentemente de razões próximas ou longínquas, de rivalidades que deveriam ficar apenas no campo de jogo. Sei que André Villas-Boas, rapaz de muito boas famílias que, estrategicamente, definiu como «cadeira de sonho» a presidência do FC Porto (nunca a de seu treinador…), não é o que se pensava, como líder de um clube que não quer ser regional e pretende projetar-se mundo fora. André é mais do mesmo: fala pouco e fala mal, estimula rivalidades com Lisboa (quando o país é um pequeno buraco comparado com geografias a sério), procura clivagem em vez de convergência. Tem muito a aprender, no que à diplomacia e até à geopolítica do desporto diz respeito.
E esse estímulo das rivalidades tem sempre retorno.
Neste caso, um retorno miserável, por parte de alguém que tinha (e tem) tudo para também poder marcar a diferença.
A forma e o conteúdo misturam-se, embora uma e outro tenham a respetiva importância, em cada momento.
O médico Frederico Varandas tem formação superior. Muitos de nós a temos, e muitos dos jornalistas com quem ele fala a têm (alguns, até, ainda mais validada pelos escalões do terceiro ciclo). Fala com uma arrogância extraordinária e, sobretudo, acusa um homólogo com termos que não orgulham nem dignificam ninguém.
Caro Varandas, sou ainda do tempo de João Rocha. Até de Sousa Cintra. Do tempo em que os presidentes do Sporting, antes de o serem, eram senhores. Mostravam, nas vitórias e nas derrotas, que o orgulho e a honra eram sempre superiores.
Sabemos que a palavra larga tem sempre correspondência. Que acusações de frágil perceção e comprovação podem cair em saco roto, ou ser alvo de respostas contundentes. Estamos de acordo que a paciência, muitas vezes, tem limites, como já devia ter tido para a generalidade da comunicação social portuguesa, decerto farta (pelo menos deveria estar…) deste tipo de arruaça verbal. Mas vive disso. Vive de clickbites, de momentos e picos de audiência televisiva, de um grande título para amanhã.
O senhor, caro Varandas, deveria ter ficado a falar sozinho. Defender o seu clube, engrandecer o nome do grande Sporting Clube de Portugal, jamais será como o senhor o fez, ou tentou fazer.
Vejamos, para ser mais claro: a defesa de um clube e a dignidade do seu presidente não se justificam por injúrias ou palavrões. É feita, como o senhor fez, ao longo dos últimos anos, por boas opções de gestão, pela requalificação do Estádio José Alvalade, pelo reforço da formação em Alcochete, pela conquista de títulos, obviamente, e pela sucessiva, consequente e gradual capacitação de quadros para uma estrutura mais capaz, mais completa e mais profissional.
Tudo isto deve ser amplamente reconhecido à gestão de Varandas, que trouxe, em determinado momento, uma inequívoca mais-valia ao emblema verde e branco.
É por isso que ainda custa mais ver a baixeza, o desequilíbrio emocional, e incapacidade de controlo que o presidente do Sporting Clube de Portugal revelou, perante jornalistas, após o jogo com o FC Porto, para a Taça de Portugal.
Sei que as provocações de alguns jovens profissionais, sedentos de algo que possa fazer valer a pena o tempo de espera, propiciam alguns dislates. Mas o senhor, médico e com gravata de seda, tem obrigação de reter as emoções e perceber que nem tudo valoriza a sua posição e o futebol português.
Aliás, tal entidade (se é que existe e é devidamente respeitada pelos seus atores…), é a que mais sofre com tristes espetáculos.
Queria responder ao líder adversário: deixava-o a falar sozinho.
Queria dar uma justificação aos seus adeptos? Falava da vitória alcançada, que o coloca em vantagem para o segundo jogo.
Queria dar uma lição aos jornalistas: piscava o olho e sorria.
Estava possesso e não se conseguia controlar? Não respondia, respirava fundo e ia beber um café. Podia ser que a ira lhe passasse.
Como nada disto aconteceu, o presidente do Sporting mostrou o que não devia. E toda a eventual razão que lhe pudesse assistir foi por água abaixo de forma tão rápida quanto, no futebol, temos de perceber os momentos.
Há uns em que os adeptos acreditam que, por sermos doutores, a coisa passa; por usarmos gravata, a coisa respeita-se. Mas a língua coloca tudo (e todos) no devido lugar.

Cartão branco
Não posso escrever muito mais sobre Francisco Neto. A longevidade no projeto, o modo como se reinventa com sucessivas gerações de jogadoras, a capacidade de entender cada desafio no seu tempo próprio, criando especiais motivações para um grupo de base muito coesa e consistente, fazem dele um dos melhores gestores de recursos humanos que a Federação Portuguesa de Futebol tem, ao longo do tempo, ao seu dispor. Tudo tem a ver com a capacidade de entender que o edifício do futebol no feminino começa nas bases: na cativação de jovens raparigas para o jogo, e na concessão de plenas condições para que o seu sonho se materialize. Os clubes e as associações fazem o resto. Mas é imperioso perceber que, com um timoneiro assim, tudo fica mais fácil. Pode não conquistar Europeus ou Mundiais, mas merece uma estátua por tudo o que já conseguiu.

Cartão amarelo
A geopolítica não mente. Convocar Mundial de Clubes e Mundial de Seleções, em dois anos consecutivos, para o mesmo país, depois de atribuir um prémio muito discutível a Donald Trump, e de ter alocado o Mundial de 2024 à Arábia Saudita, teria implicações e repercussões. Gianni Infantino não contava com esta batata quente. O Mundial disputa-se dentro de três meses e, na atual conjuntura geopolítica mundial, o presidente da FIFA deverá ter pinças para gerir situação bem complicada. Para quem foi tão rápido a adotar sanções em relação à Rússia e tão hesitante a fazê-lo em relação a Israel (aquando da guerra dos 12 dias), como vai agir em relação a Estados Unidos e Irão? Quem anda à chuva, normalmente, molha-se…"

BF: Ausências?!

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Farioli? Clássico vai ser de "cautelini e caldos de galini"

DAZN: Europa...

Red Neemias!!!

SportTv: A História de Neemias...

Afirmação do Cartão Branco


"É um enorme orgulho que sinto quando olho para trás e vejo que a semente que lancei na época 2014/2015 para aplicar o Cartão Branco em Portugal deu tantos frutos. Foi um desafio que não abracei sozinho. Com pessoas ligadas à arbitragem, dirigentes, federações e, em particular, com o João Capela, conseguimos, pela persistência e por acreditarmos que esta ideia seria um recurso pedagógico fantástico, valorizar e dar visibilidade ao fair play.
É também de salientar a importância da comunicação social neste desígnio, em particular o Record, que, ao longo destes anos, tem dado a conhecer gestos de fair play através do Cartão Branco. Aliás, foi o Record que publicou a notícia com fotografia do primeiro Cartão Branco mostrado em Portugal, num jogo de juvenis, em Almada.
Ao longo destes 11 anos, desenvolvemos a aplicação do Cartão Branco em diversas modalidades desportivas, criámos regulamentos e afirmámos este recurso junto dos árbitros. Curiosamente, ao início, estes eram os mais resistentes à sua utilização; foi preciso alguma persistência para demonstrar a importância deste cartão na função pedagógica do árbitro junto dos atletas mais jovens.
É um percurso digno, com uma marca no desporto português de afirmação dos valores do fair play. Eis os números destes 11 anos: são 96 entidades aderentes, em 34 modalidades distintas, e 8 433 amostragens do Cartão Branco.
Viva o Cartão Branco!"

Una pared, un caño: las cosas deu fútbol