sábado, 13 de novembro de 2010
Mais uma...

Uma nota para expulsão do Joel Queirós, que poderá fazer muita falta na próxima Terça-feira no jogo contra o sempre difícil Instituto D. João V...
adenda: Vi o jogo dos Lagartos em Vizela, um pavilhão sempre difícil para os visitantes, normalmente com um ambiente que costuma dar origem a arbitragens caseiras. Curiosamente este fim-de-semana isso não aconteceu, bem pelo contrário!!! Um critério na marcação de faltas completamente absurdo, sempre em beneficio das Osgas 'mergulhadoras'!!! Que além da vaca descomunal, pois os dois primeiros golos foram auto-golos da Fundação, só marcaram o terceiro golo num livre de 10 metros, assim será muito difícil alguém derrotar os Lagartos...!!!
Regresso à normalidade...
Depois da derrota da semana passada, foi importante voltar a ganhar.
Relembrar que no jogo com os Corruptos na jornada anterior, existiram erros técnicos graves por parte da equipa de arbitragem, que em condições 'normais' (bastava o beneficiado ter sido o Benfica) obrigaria a Federação a tomar medidas 'extremas', mas...!!!
Grito de serenidade
"Não nego que os primeiros três golos me custaram horrores. A partir daí, assisti ao avolumar da goleada com outra dignidade e valentia: é incrível como se torna suportável ver a nossa equipa ser humilhada, quando o fazemos ao colo da nossa mãe.
É, por sinal, muito mais difícil confrontarmo-nos com o facto de este ter sido o terceiro banho de bola consecutivo que o Benfica levou do FC Porto (Dragão, Aveiro, Dragão), sem que se vislumbre uma superioridade técnico-tática que o justifique.
Não é que, pessoalmente, não tenha também muito receio dos remates do Hulk. Mas isso sou eu, que, quando vou ver os jogos ao estádio, fico sentado na bancada. Ali, mesmo a pedi-las.
É possível que a chave da superioridade do FC Porto nos embates com o Benfica esteja no tão propalado “grito de revolta” – e o campeonato da revolta é um que o clube da Luz nunca ganhará. A revolta é a marca dos pequeninos. São sempre os pequenos que se revoltam contra os grandes, e não o contrário. O Benfica é o que os outros querem ser, quando crescerem: vai-se revoltar contra quem, se não tem ninguém em cima? Contra o Norte? O Norte nunca nos fez mal nenhum, para além de estar pejado de bons benfiquistas. É certo que a Beira Alta sempre me enervou um bocadinho, mas é uma coisa mais minha…
Dito isto, esta semana, só encontrei consolo no Almanaque do Benfica – Edição Centenário, especificamente no testemunho de Rui Águas sobre a época de 1986/87: “É curioso dizer que essas duas derrotas [contra FC Porto e Sporting], com incidência para a do Sporting [por 7-1] acabaram por nos lançar para a vitória no campeonato e para a Taça. Ainda por cima, na Taça, voltámos a encontrar o Sporting. Aí, com a humilhação bem fresca na nossa memória, ganhámos” (pág. 409). Pelo sim, pelo não, é melhor os benfiquistas encherem o Estádio da Luz amanhã."
É, por sinal, muito mais difícil confrontarmo-nos com o facto de este ter sido o terceiro banho de bola consecutivo que o Benfica levou do FC Porto (Dragão, Aveiro, Dragão), sem que se vislumbre uma superioridade técnico-tática que o justifique.
Não é que, pessoalmente, não tenha também muito receio dos remates do Hulk. Mas isso sou eu, que, quando vou ver os jogos ao estádio, fico sentado na bancada. Ali, mesmo a pedi-las.
É possível que a chave da superioridade do FC Porto nos embates com o Benfica esteja no tão propalado “grito de revolta” – e o campeonato da revolta é um que o clube da Luz nunca ganhará. A revolta é a marca dos pequeninos. São sempre os pequenos que se revoltam contra os grandes, e não o contrário. O Benfica é o que os outros querem ser, quando crescerem: vai-se revoltar contra quem, se não tem ninguém em cima? Contra o Norte? O Norte nunca nos fez mal nenhum, para além de estar pejado de bons benfiquistas. É certo que a Beira Alta sempre me enervou um bocadinho, mas é uma coisa mais minha…
Dito isto, esta semana, só encontrei consolo no Almanaque do Benfica – Edição Centenário, especificamente no testemunho de Rui Águas sobre a época de 1986/87: “É curioso dizer que essas duas derrotas [contra FC Porto e Sporting], com incidência para a do Sporting [por 7-1] acabaram por nos lançar para a vitória no campeonato e para a Taça. Ainda por cima, na Taça, voltámos a encontrar o Sporting. Aí, com a humilhação bem fresca na nossa memória, ganhámos” (pág. 409). Pelo sim, pelo não, é melhor os benfiquistas encherem o Estádio da Luz amanhã."
A ex-Bola


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